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Vikings: Katheryn Winnick comenta o grande episódio de Lagertha
O mais recente episódio de Vikings terminou em eventos trágicos e chocantes: uma das guerreiras mais valentes e épicas da série encontrou o seu trágico fim.
Quando White Hair e seus seguidores invadiram a vila de Lagertha (Katheryn Winnick), ela liderou um contra-ataque brutal. No final, ela acabou ficando frente a frente com White Hair, e este foi o adeus da personagem.
Em entrevista concedida ao TVLine, Winnick falou da batalha final de Lagertha e o que Vikings significou para ela.
“Foi um período intenso de batalha, porque era um momento importante para Lagertha, sua última luta”, afirmou. “Havia grandes arcos emocionais dentro daquilo, ao ponto de exaustão física […] Passamos semanas ansaiando, com nossos dublês e também de forma independente.”
Sobre as repercussões da morte de Lagertha para Hvitserk, ela revelou: “Isso vai ser revelado no episódio [que eu dirigi], que vai ao ar em 22 de janeiro. Definitivamente tem um peso para ele, ele sempre admirou Lagertha, e não queria necessariamente ser o inimigo, mas ele está confuso. Marco [Ilsø] tem muitos créditos nisso, ele fez um grande trabalho de atuação, não é fácil estar naquele estado por tanto tempo.”
Por fim, a atriz compartilhou o que estar em Vikings significou para ela:
“Filmar por sete anos na Irlanda, estar distante da família e dos amigos, e construir uma família lá. Estar no set e ter uma chance de mergulhar criativamente em diferentes cenários como atriz, aprender a dirigir… Cresci muito em sete anos, e isso fez de mim quem eu sou hoje enquanto pessoa, e definitivamente foi um highlight da minha carreira. Eu espero que as pessoas continuem a assistir a série por anos e continuem a acompanhar Lagertha.”
No Brasil, Vikings é exibida pelo Fox Premium.
Saúde Mental: investimento cresce 200% em 2019
A assistência de pessoas com necessidade de tratamento e cuidados específicos em Saúde Mental tem sido tratada com prioridade pelo Ministério da Saúde. Em 2019, R$ 97 milhões foram investidos para fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Um aumento de quase 200% em relação ao ano de 2018, que contou com R$ 33 milhões. Os serviços realizados nessa área compreendem a atenção a pessoas com depressão, ansiedade, esquizofrenia, transtorno afetivo bipolar, transtorno obsessivo-compulsivo, além de pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas.
Com o aumento dos recursos em 2019, foi possível a habilitação de novos serviços, como 92 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 63 Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), 181 leitos de saúde mental em hospitais, 5 Unidades de Acolhimento (AU) e mais 29 Equipes Multiprofissionais. Além das habilitações, também foram destinados recursos, por meio de parcelas únicas, para a estruturação e abertura de novos serviços, como 170 CAPS, 149 SRT, 21 UA e 308 leitos em hospitais.
A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS organiza e estabelece os fluxos para atendimento de pessoas com problemas mentais, desde os transtornos mais graves até os menos complexos. “Fechamos o ano de 2019 com aumento de 100% no número de serviços habilitados comparado ao ano de 2018. Isso representa a ampliação da oferta de serviço para atendimento aos portadores de transtornos mentais”, avaliou a coordenadora de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Maria Dilma Alves Teodoro.
O acolhimento das pessoas com algum transtorno mental e de seus familiares é fundamental para identificar as necessidades assistenciais, aliviar sofrimento e planejar intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias, conforme cada caso. Os indivíduos em situações de crise podem ser atendidos em qualquer serviço da Rede de Atenção Psicossocial, formada por várias unidades com finalidades distintas, de forma integral e gratuita, pela rede pública de saúde.
Para 2020, a coordenadora de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Maria Dilma Alves Teodoro, espera um crescimento ainda maior dos serviços ofertados pelo SUS. “Considerando que após o recebimento do incentivo o gestor tem 90 dias para implementar e iniciar o funcionamento do serviço, e assim solicitar habilitação, a expectativa é que tenhamos um significativo crescimento de serviços em 2020. Neste ano também será feito o censo nacional dos estabelecimentos comunitários e ambulatoriais de Saúde Mental, visando avaliação para qualificação do cuidado e melhora das ações e serviços ofertados”, reforçou a coordenadora.
Conheça mais sobre cada serviço da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) oferecido pelo SUS:
Centros de Apoio Psicossocial (CAPS)
Os Centros de Atenção Psicossocial, nas suas diferentes modalidades, são pontos de atenção estratégicos da RAPS: serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional e que atua sobre a ótica interdisciplinar, realizando prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial. O SUS conta com 2.661 Centros de Atenção Psicossocial em todo o país.
Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT)
Os Serviços Residenciais Terapêuticos, também conhecidos como Residências Terapêuticas, são casas, locais de moradia, destinadas a pessoas com transtornos mentais incluindo usuários de álcool e outras drogas, que tiveram alta de internações psiquiátricas, mas não possuem suporte financeiro, social ou laços familiares que permitam a reinserção social.
Além disso, os SRTs também podem acolher pacientes com transtornos mentais que estejam em situação de vulnerabilidade pessoal e social, como, por exemplo, moradores de rua. Atualmente, 686 Serviços Residenciais Terapêuticos prestam atendimentos no país.
Unidades de acolhimento (UA)
Oferece cuidados contínuos de saúde, com funcionamento 24h/dia, em ambiente residencial, para pessoas com necessidade decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, de ambos os sexos, que apresentem acentuada vulnerabilidade social e/ou familiar e demandem acompanhamento terapêutico e protetivo de caráter transitório. O tempo de permanência nessas unidades é de até seis meses. Ao todo, existem 65 Unidades de acolhimento no país.
Leitos em Hospital Geral
São serviços destinados ao tratamento adequado e manejo de pacientes com quadros clínicos agudos, em ambiente protegido e com suporte e atendimento 24 horas por dia. Apresentam indicação para tratamento nesses serviços pacientes com as seguintes características: incapacidade grave de autocuidados; risco de vida ou de prejuízos graves à saúde; risco de autoagressão ou de heteroagressão (agressão para o mundo exterior); risco de prejuízo moral ou patrimonial; risco de agressão à ordem pública. Assim, as internações hospitalares devem ocorrer em casos de pacientes com quadros clínicos agudos, em internações breves, humanizadas e com vistas ao seu retorno para serviços de base aberta. Hoje, são ofertados 1.622 leitos em 305 hospitais gerais no país.
Equipes Multiprofissionais
As Equipes Multiprofissionais são formadas por médico psiquiatra, psicólogo, assistente social, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, enfermeiro e outros profissionais que atuam no tratamento de pacientes que apresentam transtornos mentais. As equipes devem prestar atendimento integrado e multiprofissional, por meio de consultas.
Funcionam em ambulatórios gerais e especializados, policlínicas e/ou em ambulatórios de hospitais, ampliando o acesso à assistência em saúde mental para pessoas de todas as faixas etárias com transtornos mentais mais prevalentes, mas de gravidade moderada, como transtornos de humor, dependência química e transtornos de ansiedade, atendendo às necessidades de complexidade intermediária entre a atenção básica e os CAPS. Atualmente, os serviços possuem 29 Equipes Multiprofissionais no país.
Pele de tilápia é usada para tratar vítimas de queimaduras no Hospital Souza Aguiar
A pele da tilápia, peixe de água doce, está sendo usada para tratar pacientes vítimas de queimaduras graves. Ainda em fase experimental, o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, é o primeiro no estado a realizar o tratamento, que também é feito no Ceará. Segundo estudos médicos, a técnica é considerada simples, barata e menos dolorosa.
O procedimento está em fase de avaliação pela Anvisa e passa por estudos nessa fase experimental. A pele da tilápia é rica em colágeno, resistente e elástica, o que contribui para a cicatrização em diferentes níveis.
A atadura feita com a pele do peixe tampa toda a ferida, como se fosse uma cola protegendo o local e pode permanecer na área queimada por vários dias.
A vantagem é que o uso reduz a dor do paciente durante o tratamento e acelera a cicatrização.
“Você vai ter uma cicatrização mais rápida da ferida. A ferida fica o tempo inteiro protegida, então o paciente sente muito menos dor. Não tem perda de proteínas e líquidos como se estivesse com a ferida exposta. E o tratamento fica muito mais simplificado porque, a partir do momento em que você coloca a pele, ela permanece por volta de dez dias ali. Então, quando ela sai ou vai sendo removida, a ferida já está cicatrizada”, explica a cirurgiã plástica Irene Daherbarra.
Esse tipo de tratamento está sendo testado no Ceará. No Rio, o Hospital Souza Aguiar é o primeiro a usar a técnica.
Joyce Santos foi a primeira paciente a usar a pele de tilápia. Ela teve 15% do corpo queimado com água fervente no dia 16 de dezembro.
“Eu não senti dor nenhuma. Depois que foi cicatrizando, só coçou muito”, disse a paciente.
A pele de tilápia passa por vários tratamentos até ser totalmente desinfetada e estar pronta para uso. Antes de ser colocada na queimadura do paciente, ela é hidratada. E quando seca, ela é facilmente retirada da região afetada. Além disso, o uso desse tipo de curativo biológico deixa o tratamento mais barato.
No momento, o curativo pode ser usado em pacientes com queimaduras de 2º grau em até 30% do corpo. De acordo com a Associação Brasileira de Piscicultura, a tilápia representa mais da metade da produção de peixes de cultivo e é a espécie mais consumida do Brasil.
Bruno Conceição se queimou quando trabalhava na cozinha de um restaurante. O acidente aconteceu no domingo (5) e nesta quinta-feira (9) ele recebeu outro curativo de tilápia.
“Eu estou achando maravilhoso. Foi rápido e deu para voltar a trabalhar”, contou Bruno.
Em nota, a Anvisa informou que os responsáveis pelo tratamento devem procurar o órgão para iniciar o processo de registro e regularização. O Ministério da Saúde explicou que o SUS conta com centros de referência na assistência a queimados. Em relação ao tratamento no SUS com o uso da pele de tilápia, o ministério informou ainda que não há procedimento disponível e que até o momento não recebeu nenhum pedido de incorporação do referido tratamento.
Mãe dá à luz dois pares de gêmeos no mesmo ano nos EUA
As chances de uma mulher dar à luz dois pares de gêmeos no mesmo ano são menores do que as de ela ganhar na loteria. Mas médicos de West Palm Beach, no estado da Flórida, nos Estados Unidos, encontraram esse caso raro.
Alexzandria Wolliston praticamente “ganhou na loteria” ao ter os gêmeos Mark e Malakhi em março de 2019 e, logo em seguida, outros dois gêmeos, Kaylen e Kaleb, em dezembro do mesmo ano. Os quatro meninos nasceram bem.
Ela já tinha uma outra filha, de três anos. “Ela era pior do que eles, como quatro bebês em um”, brincou, falando da grande energia de sua mais velha.
“Ah, sim, sinto como se tivesse ganhado na loteria”, afirmou Wolliston à rede de televisão americana WPTV. Na primeira gravidez de gêmeos ela pensou: “Nunca imaginei que pudesse ter dois!” E acabou tendo quatro. Ela soube da segunda gravidez em maio de 2019.
Só depois dessas duas gravidezes, Wolliston soube que tinha gêmeos na família: ambas as suas avós perderam gêmeos no parto. “Eu sinto que minhas avós me deram suas crianças, porque seus gêmeos morreram e eu tive dois pares de gêmeos”, comparou. “Sinto que elas mandaram eles lá de cima para mim.”
São Paulo decide suspender contrato do goleiro Jean até dezembro de 2020
O São Paulo decidiu suspender o contrato do goleiro Jean até dezembro de 2020. Isso significa que o clube vai parar de pagar salários para o jogador, que também não receberá uma indenização. Essa medida da suspensão do vínculo é possível até um determinado prazo de tempo.
Em nota oficial, o São Paulo publicou o seguinte (veja a íntegra da nota do clube no fim da reportagem): “…o contrato permanecerá suspenso até 31 de dezembro de 2020, período durante o qual o atleta poderá exercer atividades por outras agremiações em condições já estipuladas. Caso o jogador não seja contratado por um outro clube durante este período, o São Paulo Futebol Clube poderá decidir pela rescisão de contrato ao final deste ano de suspensão“.
Sem rescindir o contrato de Jean por justa causa, o São Paulo toparia, por exemplo, um empréstimo com o novo clube responsável por pagar os salários do goleiro. O Ceará chegou a mostrar interesse por Jean, mas recuou após manifestações da torcida e contratou Fernando Prass.
A decisão de suspender o contrato de Jean foi tomada após uma reunião nesta quinta-feira, entre dirigentes do clube do Morumbi, o advogado Breno Tanuri e o empresário Paulo Pitombeira (representantes do goleiro no encontro).
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Caso rescindisse o vínculo de Jean sem uma demissão por justa causa, o São Paulo teria de pagar todos os valores do contrato válido até 2022. Essa possibilidade estava fora de cogitação, pois o clube entende que seria uma espécie de “prêmio” ao jogador por uma atitude condenada.
Jean foi preso durante as férias, acusado de agredir a esposa nos Estados Unidos, e posteriormente solto da detenção sem pagamento de fiança após uma audiência em Orlando. O processo continua na justiça americana.
O goleiro não jogará mais pelo São Paulo e ficou fora da reapresentação do grupo para o início da pré-temporada, na última quarta-feira.
Em dezembro, o São Paulo estava decidido a romper com o jogador no mesmo dia do ocorrido. Mas o clube não podia concluir a rescisão durante as férias de Jean, por conta das leis trabalhistas do Brasil que indicam que um empregado não pode ser demitido durante esse período de descanso.
Em nota oficial veiculada na época do caso, o São Paulo repudiou as agressões de Jean e disse que “não tolera e não admite episódios como os que foram noticiados”.
Confira a nota oficial do São Paulo sobre a suspensão do contrato de Jean:
“O São Paulo Futebol Clube comunica que nesta quinta-feira (9) firmou a suspensão do contrato de trabalho do atleta Jean Paulo Fernandes Filho.
O contrato permanecerá suspenso até 31 de dezembro de 2020, período durante o qual o atleta poderá exercer atividades por outras agremiações em condições já estipuladas. Caso o jogador não seja contratado por um outro clube durante este período, o São Paulo Futebol Clube poderá decidir pela rescisão de contrato ao final deste ano de suspensão.”
Relembre o caso
Jean agrediu a esposa Milena Bemfica com oito socos, de acordo com a declaração de prisão registrada pelo Xerife do Condado de Orange, na Florida. No registro, o policial responsável pela abordagem relatou que Milena disse que os dois discutiram na madrugada do dia 18 de dezembro no quarto do hotel onde estavam hospedados em Orlando, nos EUA, e ela tentou acalmar Jean. Depois, os dois entraram no banheiro para discutir, mas uma das filhas quis ir para a cama.
Toffoli concede liminar e autoriza Netflix a exibir Especial de Natal do Porta dos Fundos
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, concedeu nesta quinta-feira (9) decisão liminar (provisória) para autorizar a Netflix a exibir o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”. A veiculação do vídeo tinha sido suspensa pela Justiça do Rio de Janeiro, nesta quarta (8), atendendo ao pedido de uma associação católica.
A produtora Porta dos Fundos tem sido criticada nas redes sociais por vários grupos cristãos pela maneira como retratou Jesus no programa de humor exibido na Netflix. O filme insinua que Jesus teve uma experiência homossexual após passar 40 dias no deserto.
“Não se descuida da relevância do respeito à fé cristã (assim como de todas as demais crenças religiosas ou a ausência dela). Não é de se supor, contudo, que uma sátira humorística tenha o condão de abalar valores da fé cristã, cuja existência retrocede há mais de 2 (dois) mil anos, estando insculpida na crença da maioria dos cidadãos brasileiros”, afirmou o ministro Dias Toffoli na decisão.
O ministro também ressaltou que, em decisões anteriores, considerou a liberdade de expressão “condição inerente à racionalidade humana, como direito fundamental do indivíduo e corolário do regime democrático”.
O desembargador Benedicto Abicair, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, tinha determinado na última quarta que o vídeo fosse retirado do ar após pedido da associação católica Centro Dom Bosco de Fé e Cultura. Essa demanda já tinha sido negada em primeira instância e durante o Plantão Judiciário.
Na decisão – agora suspensa pelo STF –, o desembargador da Justiça do Rio defendeu que o direito à liberdade de expressão, imprensa e artística não é absoluto. E tratou a decisão como um recurso à cautela para acalmar os ânimos até que se julgue o mérito do caso. Afirmou também que a suspensão é mais adequada e benéfica para a sociedade brasileira, de maioria cristã.
Recurso ao STF
No recurso ao STF, a Netflix afirmou que “a decisão proferida pelo TJ-RJ tem efeito equivalente ao da bomba utilizada no atentado terrorista à sede do Porta dos Fundos: silencia por meio do medo e da intimidação”.
“A verdade é que a censura, quando aplicada, gera prejuízos e danos irreparáveis. Ela inibe. Embaraça. Silencia e esfria a produção artística”, diz a Netflix no pedido.
Segundo a empresa, a decisão do tribunal desobedece a entendimento anterior do STF. “Tal ingerência judicial sobre o conteúdo cinematográfico equivale, ainda, a verdadeira censura ampla e geral. É que as decisões reclamadas, caso mantidas, têm o condão de causar um efeito silenciador no espectro da liberdade de expressão sobre outros conteúdos”, afirma.
A Netflix também questionou a decisão do desembargador Cezar Augusto Rodrigues Costa que, em dezembro, determinou que fosse colocado “um aviso de gatilho de que se trata de uma sátira que envolve valores caros e sagrados da fé cristã” na exibição do filme e de sua publicidade.
Segundo o recurso, as restrições não têm “qualquer previsão constitucional, em subversão ao regime de liberdade de expressão e manifestação artística”. “Exige-se algo que silencia; que inibe sem respaldo constitucional. Vai-se muito além da classificação indicativa”, diz o pedido.
O relator do pedido é o ministro Gilmar Mendes, mas a ação foi distribuída ao presidente da Corte, ministro Dias Toffoli. Como o Poder Judiciário está em recesso até fevereiro, cabe a Toffoli julgar as questões que ele considerar urgentes.
Ataque
Na madrugada de 24 de dezembro, a sede da produtora do Porta dos Fundos no Humaitá, Zona Sul do Rio, foi alvo de um ataque. Dois coquetéis molotov foram jogados contra a fachada do imóvel. O caso foi registrado como crime de explosão na 10ª DP (Botafogo).
Houve danos materiais no quintal e na recepção. Segundo integrantes do grupo, caso não houvesse um segurança no local, todo o prédio teria sido incendiado. O fogo foi contido pelo funcionário.
Único suspeito identificado até o momento, o economista e empresário Eduardo Fauzi fugiu para a Rússia no dia 29 de dezembro. Ele foi incluído na lista de difusão vermelha da Interpol e, com isso, pode ser preso por qualquer força policial do país em que esteja.
Grupo Fera: conheça um pouco mais sobre o esquadrão de elite da Polícia Civil do Amazonas
O Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera), da Polícia Civil do Amazonas, completou 20 anos de atuação tática contra a criminalidade. Seguindo a doutrina de Operações Especiais, o grupo se consolida como esquadrão de elite da polícia, atuando em ações de alto risco em áreas urbanas e regiões de mata, e combates nos rios.
Criado oficialmente em 27 de setembro de 1999, por meio da Portaria 602, o Fera possui servidores treinados nas mais diversas escolas nacionais e internacionais de operações táticas e especializadas, como a Swat Miami. Além de atuar em ações da Polícia Civil, o Fera também participa de operações a convite do Ministério Público, Forças Armadas, e presta apoio na segurança de autoridades em grandes eventos como foi o caso da Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos de 2016.
De acordo com o delegado Juan Valério, coordenador do Fera, a equipe é preparada para atuar em situações extremas, nas quais a inteligência e a precisão são fundamentais para o êxito das ações policiais. “Estamos preparados para atuar em todas as circunstâncias e, obviamente, em virtude de nossas experiências, hoje somos especializados no combate nos rios. Somos um time tático que está diariamente pronto para agir”, ressaltou.
Toda essa expertise agora tem sido disseminada para policiais civis de outros departamentos, por meio de palestras, cursos e treinamentos, disse Juan Valério. O esquadrão é uma força relativa, que utiliza equipamentos especiais para sobrepujar a criminalidade.
“Nós somos acionados de várias maneiras. Tem o aviso prévio, com alguma missão específica, e então nós avaliamos qual é a melhor estratégia tática e operacional, o número de pessoas a serem empregadas, e conseguimos planejar a operação. Atuamos também em caráter de urgência, tanto no trabalho de interceptação e apreensão de embarcações com drogas como em outras situações em que é preciso empregar essa força especial”, salientou.
Wilson Lima revoga dispositivo da reforma administrativa que alterou salário de gestores
O governador Wilson Lima anunciou, na manhã de hoje (09/01), a revogação do dispositivo da Lei Delegada 122/2019, que alterou remuneração de secretários executivos e secretários executivos adjuntos, e cargos equivalentes. A revogação, disse, é um reconhecimento do Governo de que é necessário manter medidas de austeridade para recuperação sustentável do equilíbrio das contas estaduais.
A decisão foi tomada, segundo o governador, após conversas com a base aliada, técnicos de governo e com a população em redes sociais.
“Em nenhum momento houve ilegalidade na mudança do critério de remuneração, não houve aumento na folha de pagamentos, mas decidimos dar um passo atrás, conversando pessoalmente os deputados da base aliada, com as pessoas nas minhas redes sociais. Entendemos que continuamos no processo de austeridade e, por isso, o aumento está revogado”.
Secretaria de Turismo faz orientações sobre procedimentos de entrada terrestre no Peru
A secretária de Estado de Empreendedorismo e Turismo, Eliane Sinhasique, esteve reunida com o cônsul-geral do Peru, Teobaldo Reategui San Martin, para tratar dos procedimentos de entrada terrestre no Peru, através de veículos de turismo: ônibus e micro-ônibus.
“Algumas agências de viagens estão tendo dificuldades em transportar turistas para o Peru por desconhecimento das normativas que regem a saída e a entrada no país”, esclareceu Sinhasique.

Segundo o cônsul, é necessário que a agência de viagens obtenha a emissão de licença de viagem (SISAUT) pelo portal da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), no link: https://appweb1.antt.gov.br/autorizacaoDeViagem/AvPublico/inicial.asp.
Antes de emitir uma licença de viagem, a empresa deverá ter os motoristas cadastrados no sistema. Este cadastro é feito no próprio sistema Sisaut em Cadastro de Motoristas pela própria empresa, porém, a ativação dos motoristas será realizada pela ANTT depois que for enviado para o e-mail gehab.motoristas@antt.gov.br as certidões de antecedentes criminais estadual e federal.
A licença de viagens e os documentos do veículo deverão ser apresentados na Superintendência Nacional de Aduanas e de Administração Tributária (Sunat) do Peru. Também é obrigatório que seja feito um seguro de viagem.















