back to top
terça-feira, abril 28, 2026
Início Site Página 2109

JANEIRO BRANCO | Prefeitura divulga serviços dos CAPs e orienta população sobre saúde mental

0

Uma campanha dedicada a convidar as pessoas a pensarem sobre suas vidas, o Janeiro Branco faz uma reflexão a respeito da qualidade em que vivem e o quanto elas conhecem sobre si mesmas, suas emoções, pensamentos e ainda sobre os seus comportamentos. É uma consciência sobre os temas da Saúde Mental no mundo em nome da prevenção ao adoecimento emocional da humanidade.

O Janeiro Branco é uma campanha para sensibilizar as mídias, as instituições sociais, públicas e privadas, e os poderes constituídos, públicos e privados, em relação à importância de projetos estratégicos, políticas públicas, recursos financeiros, espaços sociais e iniciativas socioculturais em valorizar e em atender as demandas individuais e coletivas relacionadas aos universos da saúde mental.

Pensando nisso a prefeitura de Porto Velho está divulgando os endereços, locais, horários e atendimentos dos Caps da capital para que a população possa procurar atendimento caso seja necessário para si ou algum parente e até amigo próximo, porque o importante é ajudar o próximo.

Clique aqui e veja as informações:

Mais R$ 120 milhões para compra de medicamentos no SUS

0

Municípios com menores índices de desenvolvimento humano terão maior volume de recursos para compra de medicamentos e insumos ofertados na Atenção Primária do SUS. Com esse ajuste no valor, haverá um incremento de aproximadamente R$ 98,2 milhões por ano do Governo Federal. Estados e municípios terão que repassar R$ 11,2 milhões a mais, cada, em função da atualização da população. Com isso, os municípios terão R$ 120 milhões a mais por ano.

A mudança proposta pelo Ministério da Saúde e pactuada com Estados, Municípios e Distrito Federal foi publicada em dezembro de 2019. O valor para o repasse, por meio do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CABF), da parte que compete à União, foi redefinido de acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Agora, o recurso passa a variar entre R$ 5,85 e R$ 6,05 per capita/ano, a depender do grupo de desenvolvimento humano a que o município pertence.

O novo financiamento considera também a atualização da população com base na estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2019 e torna o acesso aos medicamentos mais equânime ao considerar diferentes realidades e necessidades municipais do país.

De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, a ampliação do critério de financiamento irá promover equidade, considerando a existência de diferentes realidades e necessidades municipais. “É necessário olhar os desiguais de forma justa para que enseje a equidade no financiamento da Assistência Farmacêutica. Assim, garantiremos a dispensação de medicamentos e insumos à população brasileira”, afirmou.

O financiamento do CBAF é de responsabilidade tripartite, ou seja, é realizado a partir de recursos da União, estados e municípios. Antes, o valor per capita/ano repassado pela União, correspondendo a R$ 5,58, era único para todos os municípios, independentemente das diferentes condições socioeconômicas.

ENTENDA OS NOVOS CRITÉRIOS

Agora, o financiamento considera a atualização da população com base na estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2019 e a alocação equitativa do recurso da União seguindo as faixas do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Com essa atualização, os municípios que teriam diminuição de custeio devido à redução na variação populacional não serão prejudicados, pois nesses casos será mantida a referência populacional utilizada anteriormente.

Em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), seu cálculo considera “vida longa e saudável”, “acesso ao conhecimento” e “padrão de vida”. Essas três dimensões incluem aspectos do meio ambiente, legislação, economia, cultura, política, educação, comunidade e saúde. A partir da definição desse índice, os 5.570 municípios são enquadrados em cinco faixas de desenvolvimento humano: muito baixo (37 municípios), baixo (1.367 municípios), médio (2.233 municípios), alto (1.889 municípios) e muito alto (44 municípios). E o valor per capita/ano do repasse de recursos da União é diferenciado para cada grupo, variando de R$ 5,85 a R$ 6,05.

RELAÇÃO DE MEDICAMENTOS

Em novembro de 2019, o Ministério da Saúde atualizou a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Rename 2020, que orienta a oferta, a prescrição e a dispensação de medicamentos nos serviços do SUS, com a inclusão de 39 itens. Para o Componente Básico da Assistência Farmacêutica, os valores incrementais garantirão também a disponibilização de oito novos medicamentos para o tratamento de lesões decorrentes de infecção por HPV, hidradenite supurativa moderada e otite externa aguda, além dos demais medicamentos e insumos que já faziam parte dessa relação.

Saúde distribui 1,7 milhão de doses da vacina pentavalente

0
????????????????????????????????????

O Ministério da Saúde distribui a partir desta quinta-feira (9) um total de 1,7 milhão de doses da vacina pentavalente para os estados. Após recebimento pelo Estado, o produto passa a ser encaminhado aos municípios. Entre junho e dezembro, a oferta esteve irregular devido a problemas com o fornecedor. Ela garante a proteção contra 5 doenças: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e a bactéria haemophilus influenza tipo b (responsável por infecções no nariz e garganta).

O Brasil compra a vacina via Fundo Estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), pois não existe laboratório produtor no país. Em julho de 2019, lotes do laboratório pré-qualificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) foram reprovados no teste de qualidade do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Em agosto, o Ministério da Saúde solicitou reposição do produto, mas, naquele momento, não havia disponibilidade imediata no mundo.

O esquema vacinal prevê três doses da vacina: aos 2 meses, aos 4 meses e aos 6 meses. A pasta orienta que os municípios devem regularizar a caderneta de vacinação das crianças assim que os estoques estiverem regularizados.

Da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580 / 2351

O alimento ‘feito de ar’ que pode competir com a soja e a carne

0

A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.

Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.

Se o sonho deles for concretizado, isso poderia combater muitos dos problemas associados à agricultura.

Quando visitei a fábrica piloto da Solar Foods, nos arredores de Helsinki, no ano passado, os cientistas estavam arrecadando dinheiro para expandir as atividades.

Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem — a depender do preço da eletricidade — que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década — talvez até em 2025.

Falta de sabor?

Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica — chamada Solein — e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.

Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.

Ela poderia imitar o óleo de palma nas receitas de tortas, sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada com um meio para criar carne em laboratório.

A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais — caso de parte da soja plantada no Brasil.

Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.

Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.

O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.

Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.

Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.

“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores (para fermentar a proteína) e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”

Açougueiro cortando carne

Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxico carbono do ar e minerais são usados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.

Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.

O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.

Esperança para o futuro?

Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.

“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.

“Mas quando a esperança paracia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”

Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína aninal até 2035.

O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal — embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar as novas proteínas para alimentar seus rebanhos.

Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.

Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.

Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.

O professor Leon Terry, da Cranfield University, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas ele questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”

Exportação de algodão deve seguir firme em 2020 e consumo interno pode crescer

0

O mercado de algodão começa o ano com perspectiva de exportações firmes, diante de oferta doméstica ampla e demanda aquecida pelo produto brasileiro. O País colheu uma safra de 2,725 milhões de toneladas em 2018/19, que ainda está sendo embarcada, e tem projeção de colheita de 2,755 milhões de toneladas em 2019/20, conforme levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Já o consumo interno pode aumentar se a economia de fato se recuperar e dependendo do comportamento das fibras sintéticas nos próximos meses.

Conforme o presidente da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), Henrique Snitcovski, as exportações do Brasil na temporada que vai de julho de 2019 até junho de 2020 devem totalizar de 1,9 milhão a 2 milhões de toneladas. De julho até dezembro, saíram do país 1,039 milhão de tonelada, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. A expectativa da Anea é de embarques de outros 900 mil toneladas ao longo do primeiro semestre.

Para Snitcovski, um acordo entre EUA e China deve favorecer exportações de algodão norte-americano, mas se a China não for obrigada a comprar volumes específicos dos EUA, deve continuar recorrendo à fibra brasileira. “Se for por preço e qualidade, o Brasil vai disputar de igual para igual”, disse.

Até o momento, autoridades norte-americanas indicaram que a China pode comprar de US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões a mais em produtos agrícolas dos EUA, mas a China sinalizou que deve fazer aquisições de acordo com preço e necessidade de consumo. “A China precisa resolver parte do déficit, e o Brasil é um fornecedor estratégico. Se tiver uma solução entre China e EUA, a China vai comprar dos EUA mas também vai continuar comprando do Brasil.”

O presidente da Anea destacou o grande fluxo de algodão para a China em dezembro e que o “Brasil está participando de outros mercados consumidores fora a China com preço competitivo”. Ainda conforme Snitcovski, a participação brasileira nas importações de Vietnã e Bangladesh também tem espaço para crescer, e o País deve manter seu espaço como fornecedor na Indonésia e Turquia.

Para a safra 2019/20, cujos embarques ocorreram entre julho deste ano e junho do ano que vem, a expectativa é de que a produção de algodão seja parecida com a do ciclo anterior, o que permite que o Brasil continue embarcando grandes volumes ao exterior. “O número de safra pode se repetir, e aí consequentemente as perspectivas de exportação também se repetem.”

Segundo Snitcovski, se o Brasil conseguir exportar mais de 300 mil toneladas em um único mês, reforçará a sua imagem de grande fornecedor mundial, uma vez que os EUA, maior exportador, nos meses de maior fluxo se aproximaram de 500 mil toneladas mensais. “Passando a exportar 2 milhões de toneladas, representando mais de 20% do comércio global e mostrando para o mercado internacional que consegue embarcar mais de 300 mil toneladas num mês o Brasil ganha ainda mais credibilidade.”

Do lado do mercado interno, o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel, projeta que o consumo de algodão no País possa crescer ante os 650 mil e 700 mil toneladas observados em 2019. Isso depende, entretanto, de que a economia brasileira cresça, o algodão continue competitivo na comparação com fibras concorrentes, como as sintéticas, e o consumidor valorize produtos finais feitos com a pluma.

Mega-Sena, concurso 2.222: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 10 milhões

0

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.222 da Mega-Sena, na noite desta quarta-feira (8) em São Paulo (SP). O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 13 – 14 – 29 – 30 – 48 – 59.

A quina teve 29 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 58.660,41. A quadra teve 1.969 apostas vencedoras; cada uma levará R$ 1.234,23.

O próximo concurso será no sábado (11). O prêmio é estimado em R$ 10 milhões.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Levantamento do LinkedIn mostra 15 profissões em alta para 2020

0

A rede social profissional LinkedIn divulgou um levantamento com as 15 profissões em alta para este ano de 2020. Chamado de “Profissões Emergentes”, o levantamento mostra que o gestor de redes sociais ocupa a primeira posição do ranking, seguido pelo engenheiro de cibersegurança e o representante de vendas.

O estudo é feito a partir de informações do LinkedIn e destaca as profissões que estão experimentando um grande crescimento e o que isso significa para a força de trabalho.

As profissões ligadas aos setores de tecnologia da informação e internet foram as que mais apareceram lista, com 13 de 15 cargos relacionados a algum deles.

Dentre as profissões estão cargos como o engenheiro de cibersegurança e cientista de dados, que têm sido contratados também pelo segmento financeiro e bancário, como grande movimento das fintechs e bancos digitais. O próprio setor financeiro em si aparece em duas profissões: investidor day trader e consultor de investimentos.

Além disso, um dos destaques é a profissão de motorista. Ao observar os três setores da economia que mais devem demandá-los no próximo ano, constata-se que, entre eles, estão as empresas ligadas a internet e a serviços e facilidades ao cliente, como os aplicativos de transporte de passageiros e os de compras e entregas. O segmento de logística também aparece na segunda posição no índice de contratações.

“Ao pensar a carreira no médio e no longo prazo – seja para permanecer em uma posição ou mudar – devemos mapear os riscos para assumir as responsabilidades do caminho que vamos seguir. Neste processo, a análise das informações disponíveis se torna essencial para tomar a decisão certa”, defende Milton Beck, diretor geral do LinkedIn para a América Latina. “Esperamos que essa lista seja um norte para as pessoas que estejam nessa transição ou ainda, no início da carreira”, complementa.

O relatório foi feito com base em dados de usuários do LinkedIn com perfis públicos que tenham ocupado uma ou mais posições em tempo integral no Brasil nos últimos cinco anos. A partir de uma análise minuciosa, identifica-se o grupo de profissões que mais se movimentaram no período e aplica-se, a cada uma delas, uma fórmula que inclui o número de contratações e a taxa de crescimento anual entre 2015 e 2019 para mapear as que tiveram maior expansão.

Esta é a primeira vez que a lista é segmentada por país. Além do ranking das posições emergentes no Brasil, a pesquisa também elenca as habilidades mais requisitadas e os setores que mais contratam cada uma delas. Confira abaixo a lista completa do ranking:

1. Gestor de mídias sociais

Cinco conhecimentos primordiais: Marketing digital; redes sociais; Adobe Photoshop; Adobe Illustrator; e marketing.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Publicidade e marketing; mídia online; e internet.

2. Engenheiro de cibersegurança

Cinco conhecimentos primordiais: Docker Products; Ansible; DevOps; Amazon Web Services, AWS; e Kubernetes.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; software de computadores; serviços financeiros.

3. Representante de vendas

Cinco conhecimentos primordiais: Outbound Marketing; inbound marketing; pré-venda; vendas internas; e prospecção.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Softwares de computadores; tecnologia da Informação e serviços; e internet.

4. Especialista em sucesso do cliente

Cinco conhecimentos primordiais: Inbound marketing; auxiliar no sucesso do cliente; relações com o cliente; marketing digital; e experiência do cliente.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; software de computadores; e internet.

5. Cientista de dados

Cinco conhecimentos primordiais: Machine Learning; ciência de dados; linguagem Python; linguagem R; e ciência de dados.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; bancos; e softwares de computadores.

6. Engenheiro de dados

Cinco conhecimentos primordiais: Apache Spark; Apache Hadoop; grandes bancos de dados; Apache Hive; e a linguagem de programação Python.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; bancos; e serviços financeiros.

7. Especialista em Inteligência Artificial

Cinco conhecimentos primordiais: Machine learning; deep learning; linguagem de programação Python; ciência de dados; Inteligência Artificial (IA).

Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e instituições de ensino superior.

8. Desenvolvedor em JavaScript

Cinco conhecimentos primordiais: React.js; Node.js; AngularJS; Git; e MongoDB.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e internet.

9. Investidor Day Trader

Cinco conhecimentos primordiais: Bolsa de valores; Technical Analysis; investimentos; mercado de capitais; e o investimento de curto prazo Trading.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Serviços financeiros; mercado de capitais; e gestoras de fundos de investimentos.

10. Motorista

Cinco conhecimentos primordiais: Serviço ao cliente; Microsoft Word; liderança; Microsoft Excel; e vendas.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Internet; transportes terrestres e ferroviários; e serviços e facilidades ao cliente.

11. Consultor de investimentos

Cinco conhecimentos primordiais: Investimentos; mercado de capitais; mercado financeiro; renda fixa; e análise financeira.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Serviços financeiros; mercado de capitais; e bancos.

12. Assistente de mídias sociais

Cinco conhecimentos primordiais: Redes sociais; marketing digital; Adobe Photoshop; Instagram; e publicidade.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Publicidade e marketing; internet; Tecnologia da Informação e serviços.

13. Desenvolvedor de plataforma Salesforce

Cinco conhecimentos primordiais: Desenvolvimento de Salesforce.com; linguagem de programação Apex; recursos do Salesforce.com; administração de Salesforce.com; e Visualforce.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Softwares de computadores; Tecnologia da Informação e serviços; e consultoria em gestão.

14. Recrutador especialista em Tecnologia da Informação

Cinco conhecimentos primordiais: Recrutamento em TI; recrutamento; entrevista; pesquisa de executivos; e técnicas de recrutamento.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; recrutamento e seleção; e Recursos Humanos.

15. Coach de metodologia Agile

Cinco conhecimentos primordiais: Kanban; metodologia Agile; Scrum; gestão de projetos em Agile; e agilidade para os negócios.

Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e internet.

Conselho Federal de Medicina publica novas regras para cirurgia de transição de gênero

0

Novas regras para a cirurgia de transição de gênero foram publicadas pelo Conselho Federal de Medicina nesta quinta-feira (9). A resolução que saiu no Diário Oficial da União amplia o acesso à cirurgia e também ao atendimento básico para transgêneros.

A norma estabelece a idade mínima de 16 anos para o início de terapias hormonais e define regras para o uso de medicamentos para o bloqueio da puberdade. Procedimentos cirúrgicos envolvendo transição de gênero estão proibidos antes dos 18 anos.

O vice-presidente do CFM, Donizetti Dimer Giamberardino Filho, disse em coletiva de imprensa que a resolução deve proteger pacientes que acabam optando por procedimentos inadequados que possam trazer problemas aos que optarem pela transição.

“Isso é trazido para evitar que não ocorram coisas que não devem ser feitas”, disse o médico. “Então, não é uma liberalização, é uma adequação no sentido de não ter prejuízo para essas pessoas.”

SUS

O SUS avaliará se incorporará as mudanças em suas operações. A representante do Ministério da Saúde, Maria Inez Gadelha, disse que as novas regras serão analisadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Não há prazo definido para que isso ocorra.

“A resolução do CFM não é automática para o SUS. O SUS vai ver se se adéqua ou não a ela”, disse Gadelha. “Outros órgãos e ministérios têm que ser ouvidos e envolvidos. Há um aspecto social muito forte nisso.”

O psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), explicou que há um processo de credenciamento para que os hospitais possam realizar a transição.

“Quando a gente pensa nesse processo, a gente pensa na cirurgia e a cirurgia é a última etapa” – Saadeh Alexandre, psiquiatra.

Motorista roda 650 quilômetros com jiboia em motor de carro: ‘Quase tive um treco’

0

Um motorista encontrou uma jiboia com cerca de 2,30 metros morta no motor do carro depois de viajar por 8 horas e rodar 650 quilômetros entre uma fazenda em Kaloré (PR) até Itupeva (SP), no interior de São Paulo. O vídeo foi divulgado nas redes sociais nesta quarta-feira (8).

O produtor de eventos Thyago Rihayem contou ao G1 que passou o fim de ano com a família no Paraná e retornou no dia 2 de janeiro. Apenas no dia 4 que sentiu um cheiro forte no carro.

“Vi gotas caindo do motor e muitas moscas. Abri o capô e achei que era um gato. O meu cunhado e o meu sogro olharam melhor e viram a cobra. Quase tive um treco”, brincou.

Segundo o morador, o animal ficou preso em um vão entre o motor e o capô. Como não conseguiu tirar sozinho, ele foi até uma base do Corpo de Bombeiros, que fez a retirada no domingo (5).

Um vídeo mostra os bombeiros tirando o animal preso em uma peça do veículo.

“A gente pensou mil coisas e dá um desespero em pensar que ela poderia ter saído do carro e entrado em casa. Mas também ficamos tristes que ela tenha morrido.”

Livro de matemática com linguagem indígena é lançado para ajudar na educação de povos em aldeias do AC

0

Traduzir e fazer com que os indígenas reconheçam a matemática que usam no dia a dia é o que pretende o pesquisador Morane Oliveira ao propor métodos de ensino da disciplina em aldeias do Acre.

O estudo e propostas estão registrados no livro “Matemática Básica no Sudoeste da Amazônia: Uma Proposta para Escolas Indígenas”, fruto de uma pesquisa de mestrado do professor, que conta com a coautoria de Edcarlos de Souza e Itamar da Silva.

A obra foi lançada em dezembro do ano passado e é o primeiro passo para avanços na educação dos indígenas. Oliveira disse que participou ainda da Comissão Pró-Índio e, por isso, acabou despertando o interesse pelo tema.

Um dos objetivos do livro, segundo o pesquisador, é indicar que a educação indígena passe a ser gerida pelos próprios povos nativos.

“Há uma necessidade de transpor a institucionalização de uma escola indígena, que atualmente é dada para professores brancos para que essa tomada das ideias seja feita 100% por indígenas ou, pelo menos, por uma parcela maior. A ideia é que a gente possa reunir as ideias da filosofia da educação abraçada realmente por eles”, explica.

Oliveira diz que diariamente os indígenas usam muito o recurso da matemática, porém, nem eles mesmos têm noção da ciência que aplicam na construção de alojamentos, medição de território, caça e outras atividades corriqueiras.

Professor conheceu Comissão Pró-Índio e passou a se interessar pela educação dentro das aldeias  — Foto: Arquivo pessoal

Cultura e educação

O pesquisador disse que teve a oportunidade de passar um tempo em contato com os Yawanawás.

“Foi o primeiro trabalho, onde houve possibilidade de fluir essa matemática construída por eles mesmos. Existe uma influência produzida pela matemática da Europa, que chamamos de matemática eurocentrista, mas, existem alguns aspectos que você percebe a matemática contada pelos mais antigos. O que pode ser percebido, principalmente, na contagem e também geometria, porque eles utilizam muito as ideias geométricas para produzir seus artesanatos. Eles têm essas ideias matemáticas, só que há uma necessidade de reconhecerem que isso é a matemática”, destaca.

Entre os indígenas, nos locais de difícil acesso, os agentes agroflorestais indígenas estão se destacando com o trabalho relacionado ao cuidado, alimentação e território.

“Foi uma nova classe social que surgiu entre os indígenas, onde se percebe que existe um conhecimento muito vasto, com a utilização da matemática na agricultura, que foi um aspecto bastante relevante nessa pesquisa”, pontua.

Obra leva em consideração a cultura indígena para montar obra voltada para as escolas dentro das aldeias  — Foto: Reprodução

Linguagem indígena

Usar os agentes agroflorestais indígenas é uma das propostas para se criar uma teoria mais próxima da realidade indígena. Isso, segundo o estudioso, ajuda a retomar a identidade e respeitar a especificidade de cada etnia.

“É olhar o outro de acordo com a sua historicidade, com a preocupação com sua cultura, todos esses aspectos são destacados, tanto no corpo teórico, como no corpo prático que contém no livro”, explica.

Por isso, algumas obras já estão sendo redigidas em algumas línguas nativas. Neste livro específico, Oliveira tentou deixar a parte da contagem na linguagem indígena, como huni kuin e yawanawá. O pesquisador afirma que isso ajuda na absorção do conteúdo no momento em que ele chega até as aldeias.

“Meu livro tem algo de língua [nativa], mas é muito pouco. O livro vai mostrar a questão da contagem na língua, mas outros aspectos estão propostos na língua portuguesa. São cinco capítulos e 295 páginas”, diz.

Agora, a ideia é continuar a pesquisa para uma tese de doutorado. Nesta fase, o professor diz que quer estudar a continuidade da matemática em povos distintos. “É um estudo da etnomatemática, uma parte dentro da etnociência que trabalha com esse aspecto da cultura dentro dessas disciplinas”, explica.

Morane e coautores durante lançamento do livro em dezembro de 2019 no Acre  — Foto: Asscom Ufac

Avanço

Joaquim Paulo Kaxinawá, mais conhecido como Maná, é indígena e pesquisador. Para ele, a ideia significa um avanço dentro das escolas indígenas do estado. Segundo o indígena, Oliveira, por ter tido contato com a Comissão Pró-Índio, foi sentindo a necessidade de ter materiais embasados específicos para os povos indígenas.

“Já existem as escolas [indígenas], alguns professores se formando, mas a cada ano vai crescendo o número de alunos. Há momentos de chegar no ensino médio e precisa de estrutura e uma delas é a matemática. Espero que esse material chegue a esses locais para que os professores comecem a trabalhar”, diz.

Ideia é fazer com que a educação dos indígenas seja regida por eles mesmos  — Foto: Joaquim Maná/Arquivo pessoal

Maná destaca ainda que a questão da escrita e leitura ainda é algo novo em algumas etnias, mas que o conhecimento, disperso de forma natural, existe e precisa ser melhor interpretado e registrado em materiais didáticos que devem ser usados pelos próprios indígenas.

“Falta aos professores [indígenas] algumas condições, que é a produção de fora do mundo deles, respeitando a língua. Todos os povos não tem, por exemplo, o curso matemática, mas usam a distância, o volume, a circunferência, a geometria. Eles usam a prática e, aprendendo a matemática, é isso que eles vão aprender a fazer”.

A expectativa dos dois pesquisadores é que o método possa se expandir em outras disciplinas.

Conhecimentos tradicionais são usados como base em livro que leva propostas para educação indígena nas aldeias  — Foto: Reprodução

Sala de cirurgia robótica do Hospital Samar com plataforma Toumai em Rondônia

Rede Hospitalar Samar realiza as primeiras cirurgias robóticas de Rondônia

0
Tecnologia Toumai amplia atendimento de alta complexidade e reduz necessidade de deslocamento para grandes centros
Cadastro de condenados por violência contra a mulher sendo monitorado em sistema no Brasil

Senado aprova cadastro nacional de condenados por violência contra mulher

0
Banco nacional deve integrar dados policiais e reforçar o rastreamento de condenados por crimes contra mulheres.
desmatamento na Amazônia

Amazônia reduz desmatamento em 17%, mas alta em março acende alerta

0
Avanço ambiental ganha força, mas alta recente mantém alerta sobre fiscalização e proteção da floresta..
multas do free flow

Governo suspende multas do free flow e amplia prazo

0
Motoristas ganham prazo para quitar tarifas pendentes sem penalidade durante adaptação do pedágio eletrônico.
Direitos na abordagem policial são explicados por Dandila Taveres no RolimCast

Assista: Você sabe quais são os seus direitos na abordagem policial

0
Advogada criminalista explica silêncio, flagrante, prisão preventiva e cuidados em momentos de abordagem