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quarta-feira, maio 6, 2026
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Governo Lula congela R$ 31 bilhões do Orçamento de 2025

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Medida garante cumprimento da meta fiscal de 2025 do arcabouço
Medida garante cumprimento da meta fiscal de 2025 do arcabouço

Governo bloqueia R$ 31 bilhões para alcançar equilíbrio nas contas de 2025

Nesta quinta-feira (22/5), o governo federal anunciou o congelamento de R$ 31 bilhões do Orçamento de 2025. A medida integra os esforços para respeitar a meta fiscal de 2025, que prevê déficit zero, conforme estabelecido no novo arcabouço fiscal.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, antecipou a decisão e afirmou que os dados constam no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias (RARDP) do segundo bimestre. O documento analisa bimestralmente o comportamento das finanças públicas e permite o monitoramento contínuo da meta fiscal.

Corte orçamentário obedece faixa de tolerância de até R$ 31 bilhões

A meta fiscal de 2025 estabelece equilíbrio entre receitas e despesas. No entanto, o arcabouço fiscal permite uma margem de tolerância, autorizando um déficit de até 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) — o equivalente a R$ 31 bilhões.

Como o Congresso só aprovou o Orçamento de 2025 em março, o governo optou por não publicar o relatório do primeiro bimestre. Por isso, este se torna o primeiro corte real nas despesas públicas do ano.

Governo busca ajuste fiscal sem pacote de austeridade

Na semana anterior, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou a existência de um novo pacote de austeridade. Segundo ele, a equipe econômica desenvolve medidas pontuais focadas exclusivamente no cumprimento da meta fiscal de 2025.

Além disso, o governo prevê aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) como forma de reforçar a arrecadação. A medida deve contribuir, ainda que parcialmente, para o equilíbrio das contas.

Diferença entre bloqueio e contingenciamento

Embora muitas pessoas tratem os termos como sinônimos, bloqueio e contingenciamento têm finalidades diferentes:

  • O contingenciamento ocorre quando a arrecadação não atinge o valor projetado. Para manter o resultado primário, o governo limita os gastos.

  • Já o bloqueio surge quando as despesas obrigatórias — como previdência, salários e educação — crescem acima do esperado. Nessa situação, o governo precisa cortar gastos em outras áreas para evitar descumprir a meta.

Em ambos os casos, os ajustes ajudam a controlar o avanço da dívida pública.

Ministério da Fazenda detalha ações com apoio técnico

Durante coletiva de imprensa, os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento) apresentaram os detalhes do bloqueio. Eles estiveram acompanhados de seus secretários-executivos, Dario Durigan e Gustavo Guimarães, além de representantes do Tesouro Nacional, da Receita Federal e do Orçamento Federal.

O objetivo da apresentação foi mostrar transparência e reafirmar o compromisso do governo com a sustentabilidade fiscal.

Projeções fiscais até 2028 mostram tendência de superávit

Segundo o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025, o governo federal projeta superávits primários crescentes nos próximos anos. Veja as estimativas:

  • 2026: superávit de 0,25% do PIB (R$ 33,1 bilhões);

  • 2027: superávit de 0,50% do PIB (R$ 70,7 bilhões);

  • 2028: superávit de 1,00% do PIB (R$ 150,7 bilhões).

Essas metas indicam uma trajetória gradual e planejada rumo à estabilidade fiscal.

Brasil deve ter frio intenso e forte geada; saiba quando e onde

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Massa polar pode provocar geadas no Sul e Sudeste em maio
Massa polar pode provocar geadas no Sul e Sudeste em maio

O frio mais intenso de 2025 está prestes a atingir o Brasil. De acordo com análises da consultoria agroclimática Rural Clima, uma massa de ar polar deve entrar no país a partir da próxima quinta-feira, 29 de maio, provocando queda brusca nas temperaturas.

Regiões que devem registrar as menores temperaturas

O fenômeno climático afetará principalmente os estados do Sul — Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná —, mas também terá reflexos no Sudeste e Centro-Oeste. Entre os estados impactados estão Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e até o Distrito Federal.

A expectativa é que, gradualmente, os termômetros indiquem temperaturas abaixo de zero em várias localidades.

Geadas podem atingir lavouras e causar prejuízos

Segundo o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, da Rural Clima, o avanço da massa polar poderá provocar geadas amplas na virada do mês. As áreas de milho safrinha no Paraná, em Santa Catarina e no sul de Mato Grosso do Sul estão entre as mais suscetíveis aos danos causados pelas baixas temperaturas.

Além do milho, cultivos de feijão, cana-de-açúcar e café também correm risco de sofrer com o frio extremo. Santos ressalta que os modelos climáticos americano e europeu apontam diariamente a possibilidade crescente de frio severo no país.

“A probabilidade de ocorrência de uma massa de ar polar intensa que traga quedas acentuadas nas temperaturas é altíssima”, afirma o especialista.

Chuvas antecedem chegada da frente fria

Antes da chegada do frio, muita chuva é esperada nos próximos dias em diversas regiões do Brasil. Atualmente, três alertas laranja do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) estão ativos, indicando perigo de chuvas intensas.

Onde chove mais forte nos próximos dias

  • Nordeste: Ceará, Pernambuco e Paraíba estão sob alerta.

  • Litoral leste: De João Pessoa a Aracaju, com destaque para Maceió.

  • Sul e Sudeste: Previsão de chuvas no Vale do Itajaí, em Florianópolis, na Serra Catarinense, em Curitiba e no litoral sul paulista.

Modelos climáticos também apontam chuvas passageiras na região central do país, abrangendo Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Rondônia, até sexta-feira (23/5).

Frente fria chega no sábado e muda o cenário

A partir de sábado (24/5), uma nova frente fria avançará pelo Sul, organizando linhas de instabilidade. Com isso, a previsão é de tempo seco no Sudeste e Centro-Oeste, o que deve beneficiar as lavouras da segunda safra, conforme destaca o agrometeorologista.

Lula orienta Itamaraty a reagir com firmeza à ameaça de Trump a Moraes

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Itamaraty prepara resposta à fala de secretário do governo Trump
Itamaraty prepara resposta à fala de secretário do governo Trump

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que o Itamaraty reaja com firmeza à ameaça do governo de Donald Trump de impor sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A orientação partiu diretamente do Planalto, segundo fontes do governo e da diplomacia brasileira ouvidas sob reserva.

Na quarta-feira (21/5), o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou, durante audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara, que existe “grande possibilidade” de sanções contra Moraes. A fala ocorreu em resposta a uma pergunta do deputado republicano Cory Mills.

Itamaraty evitará confronto público, mas agirá nos bastidores

Lula decidiu que o Brasil responderá por vias diplomáticas, sem confrontos midiáticos. Ministros do governo repassaram essa orientação a Alexandre de Moraes ainda na quarta-feira, pouco depois da declaração de Rubio.

Embora o STF tenha recebido a ameaça com indignação, os ministros optaram por não fazer declarações públicas. Nem Moraes, nem os ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes se pronunciaram oficialmente.

Internamente, diplomatas explicam que o Itamaraty não divulgará nota neste momento, pois não há nenhuma medida prática formalizada por Washington. Com isso, o governo evita escalar a tensão desnecessariamente.

AGU se manifesta em defesa da soberania nacional

O único integrante do governo Lula que se manifestou publicamente até agora foi o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias. Em uma publicação nas redes sociais, ele não citou nomes, mas afirmou que o relacionamento entre nações exige respeito mútuo.

“No Brasil, valorizamos e nos orgulhamos do princípio da separação dos Poderes. A democracia não pode existir sem a independência entre os Poderes”, escreveu Messias.

Ele também destacou que a histórica parceria entre democracias deve servir de guia para decisões responsáveis.

Motivo da ameaça: acusações de censura contra Moraes

A ameaça surgiu após o deputado Cory Mills questionar se os EUA planejavam impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes. Aliado da ala bolsonarista, Mills acusou o magistrado de liderar ações de censura no Brasil.

Rubio, por sua vez, respondeu que o tema já está sob análise e que há chances concretas de sanções ocorrerem.

Apesar da gravidade da declaração, fontes do Planalto garantem que Moraes se mantém tranquilo. Um assessor presidencial resumiu a situação dizendo: “Moraes é vitalício. Trump, não.”

Novo decreto dos Correios moderniza serviço postal e reforça atuação em calamidades

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Correios passam a ter papel legal em calamidades públicas com novo decreto
Correios passam a ter papel legal em calamidades públicas com novo decreto

Lula assina decreto dos Correios que moderniza legislação postal

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quinta-feira (22/5) o novo decreto dos Correios, que regulamenta a Lei Postal e estabelece diretrizes atualizadas para os serviços de correio e telegrama em todo o país e no exterior. A norma foi publicada no Diário Oficial da União e representa a maior reformulação do setor postal em mais de quatro décadas.

Modernização traz mais segurança jurídica e qualidade ao serviço

De acordo com o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a medida corrige defasagens históricas e adapta a legislação às transformações econômicas, sociais e tecnológicas do Brasil. “Essa nova regulamentação traz mais clareza, segurança jurídica e eficiência na prestação dos serviços postais, reforçando o papel dos Correios como um braço essencial do Estado, sobretudo em momentos de crise, como vimos no Rio Grande do Sul”, declarou.

Grupo técnico estruturou o novo marco regulatório dos Correios

A atualização foi elaborada por um grupo de trabalho do Ministério das Comunicações em 2024. O processo envolveu estudos técnicos, análise de modelos internacionais e debates com especialistas do setor. O objetivo é garantir um marco regulatório mais eficiente, transparente e em sintonia com as necessidades atuais da população.

Correios ganham papel formal em ações de calamidade pública

O decreto dos Correios traz inovações importantes, como a regulamentação da atuação da estatal em situações de calamidade pública. Segundo o presidente da ECT, Fabiano Silva, o texto reforça o compromisso social da empresa: “Reafirmamos nossa eficiência em momentos críticos. O decreto garante respaldo legal para atuarmos com agilidade nas emergências.”

Outros avanços do novo decreto dos Correios

Entre os principais pontos do decreto estão:

  • Definição dos serviços postais básicos e metas de universalização;

  • Novas regras para transporte de animais vivos, plantas e produtos antes proibidos;

  • Atualização das atividades relacionadas ao serviço postal;

  • Normas para o tratamento de objetos não entregues (refugo).

Governo espera ampliar qualidade e confiança no serviço postal

O novo marco regulatório reforça o compromisso do Governo Federal com a modernização do setor. A expectativa é que o decreto amplie a eficiência e a confiabilidade dos serviços postais, mantendo o caráter universal da prestação e garantindo maior adaptabilidade às demandas da população e do mercado.

AGU aciona PF para investigar caso de racismo contra ministra do TSE

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A Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal para investigar uma denúncia de racismo contra a ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Vera Lúcia Santana Araújo. O episódio ocorreu na última sexta-feira (16), na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília.

Segundo Vera Lúcia, um vigilante a barrou na entrada do evento, mesmo após ela apresentar sua credencial de palestrante e a carteira funcional do TSE. Além disso, a ministra relatou ter sido tratada de forma desrespeitosa pelo agente.

O evento fazia parte do seminário “Gestão Pública – Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação”. A Comissão de Ética Pública (CEP), em parceria com a AGU, organizou o encontro.

A AGU informou que funcionários terceirizados, contratados pelo condomínio, controlavam o acesso ao prédio. Portanto, o órgão prometeu adotar providências para identificar e responsabilizar os envolvidos.

Por outro lado, a Comissão de Ética Pública da Presidência da República divulgou, nesta quarta-feira (21), uma nota oficial em solidariedade à ministra. O presidente do colegiado, Manoel Caetano Ferreira Filho, assinou o texto e lamentou o constrangimento enfrentado por Vera Lúcia.

A comissão também explicou que o incidente aconteceu fora da área oficial do seminário e não envolveu servidores públicos.

Nova política de ensino a distância muda regras para cursos superiores no Brasil

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Nova política de ensino a distância do MEC impõe novos formatos
Nova política de ensino a distância do MEC impõe novos formatos

O que muda com a nova política de ensino a distância

O Ministério da Educação (MEC) publicou um decreto que altera profundamente as regras da educação a distância (EaD) no ensino superior. O objetivo é garantir mais qualidade ao ensino e melhorar o desempenho dos estudantes brasileiros.

Após meses de diálogo entre o governo, especialistas, conselhos e instituições, o texto final estabelece critérios claros para cursos presenciais, semipresenciais e a distância.

Três novos formatos para cursos superiores

Com a nova regulamentação, nenhum curso de graduação poderá ser totalmente EaD. A norma define três modelos possíveis:

? Cursos presenciais

Nessa modalidade, pelo menos 70% da carga horária deve ocorrer com a presença física de professores e alunos. Estágios, aulas práticas e atividades em laboratório tornam-se obrigatórios.

? Cursos em EaD

A maior parte do conteúdo pode ser remota, porém o curso deve ter no mínimo 10% de atividades presenciais e 10% de encontros síncronos mediados por professores. Assim, garante-se o vínculo entre alunos e docentes.

? Cursos semipresenciais (híbridos)

Esse novo formato prevê 30% de carga presencial obrigatória e pelo menos 20% de atividades síncronas. O restante pode ser EaD assíncrono, com vídeos e materiais gravados.

Definições padronizadas para atividades

A política também padroniza os principais tipos de atividade utilizados nas modalidades remotas:

  • Atividades presenciais: exigem local e tempo iguais para aluno e professor;

  • Atividades síncronas: ocorrem ao vivo, com estudantes e professores em locais diferentes;

  • Atividades assíncronas: realizadas em momentos e locais distintos;

  • Atividades síncronas mediadas: promovem interação em tempo real, com grupos reduzidos e controle de frequência.

Cursos proibidos de serem 100% EaD

O decreto também estabelece restrições rigorosas para cursos da área da saúde e do direito:

  • O curso de medicina deverá ser inteiramente presencial.

  • Já os cursos de direito, odontologia, enfermagem e psicologia podem oferecer até 30% da carga horária a distância, mas o restante deve ser presencial.

Além disso, cursos das áreas de educação, engenharia, ciências agrárias e saúde só podem ser ofertados em formatos presencial ou híbrido.

Exemplos de cursos afetados: fisioterapia, nutrição, biomedicina, farmácia, medicina veterinária, entre outros.

Infraestrutura obrigatória nos polos EaD

As atividades presenciais dos cursos EaD e híbridos poderão acontecer na sede da instituição, em campi ou em polos de apoio. No entanto, o MEC exige que:

  • Cada polo ofereça salas de estudo, laboratórios, coordenação e internet;

  • A estrutura seja compatível com os cursos ofertados;

  • Instituições diferentes não compartilhem o mesmo polo.

Prazo de adaptação e direito dos estudantes

As instituições têm até dois anos para se adaptar. Durante esse período, devem garantir a continuidade dos cursos iniciados sob a regulamentação anterior.

Ou seja, quem já está matriculado em um curso que será alterado poderá concluí-lo no formato originalmente contratado.

Provas presenciais e controle de identidade

Cada disciplina de um curso a distância deve incluir pelo menos uma prova presencial, que terá o maior peso na nota final. A verificação da identidade do aluno será obrigatória no momento da avaliação.

Essa exigência visa prevenir fraudes e estimular o desenvolvimento de habilidades práticas e analíticas.

Papel do mediador pedagógico na EaD

Uma das novidades mais importantes é a criação da figura do mediador pedagógico. Ao contrário dos tutores administrativos, esse profissional deve:

  • Ter formação compatível com o curso;

  • Ajudar diretamente na aprendizagem do aluno;

  • Estar vinculado à instituição de ensino.

Além disso, o MEC exige que as instituições informem anualmente os dados desses mediadores ao Censo da Educação Superior, via Inep.

Considerações finais

A nova política representa uma transformação significativa na educação superior brasileira. Com ela, o MEC busca aumentar a qualidade dos cursos, promover maior interação entre professores e estudantes e evitar a precarização do ensino remoto.

Governo de Rondônia convoca estagiários para o Detran-RO em três municípios

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Estagiários do Detran-RO devem entregar documentos até 2 de junho
Estagiários do Detran-RO devem entregar documentos até 2 de junho

Governo convoca estagiários para atuação no Detran-RO em várias áreas

O Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO) publicou a quarta convocação de estagiários aprovados no processo seletivo referente ao Edital nº 07/2024. O novo Edital nº 3/2025/DETRAN-DIVDCE contempla 24 estudantes de níveis médio e superior, que irão compor o cadastro de reserva nas unidades do Detran localizadas em Porto Velho, Rolim de Moura e Cacoal.

Os convocados devem apresentar a documentação exigida entre os dias 20 de maio e 2 de junho de 2025. O início das atividades está previsto para o dia 17 de junho de 2025.

Áreas contempladas pelo estágio no Detran-RO

A seleção dos estagiários é feita por meio do Instituto Euvaldo Lodi de Rondônia (IEL/RO). As vagas contemplam as seguintes áreas do conhecimento:

  • Administração

  • Arquitetura e Urbanismo

  • Direito

  • Engenharia Civil

  • Engenharia Elétrica

  • Geografia

  • Pedagogia

  • Engenharia da Computação / Informática

  • Ensino Médio

Compromisso com a juventude e desenvolvimento profissional

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou a importância do programa de estágio como ferramenta de inclusão social. “A convocação representa o reforço no apoio administrativo do Detran e uma oportunidade concreta de inclusão e desenvolvimento profissional para nossos jovens”, afirmou. Segundo ele, ao abrir portas para o mercado de trabalho, o governo reforça seu compromisso com a formação de talentos.

O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, também ressaltou a iniciativa. “O estágio é uma via de mão dupla. Os estudantes aplicam na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, enquanto o Detran se beneficia com o engajamento e a energia desses jovens.”

Documentação e orientações para os convocados

Os candidatos de Porto Velho devem entregar a documentação presencialmente na sede do IEL/RO, localizada na Rua Rui Barbosa, nº 1.112, Bairro Arigolândia.

Já os convocados de Rolim de Moura e Cacoal devem enviar a documentação por e-mail para:
? iel.estagio@fiero.org.br
Com o assunto: “Convocação Estágio Detran – Nome Completo – Localidade”

Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o IEL/RO pelos telefones:
? (69) 3216-3408 / 3402

? Clique aqui para acessar o edital completo e a lista de convocados.

Uber quer virar super app e integrar caronas, delivery e mercado

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Parcerias reforçam estratégia da Uber para se tornar um super app
Parcerias reforçam estratégia da Uber para se tornar um super app

Uber dá novos passos para virar um super app

A Uber está em processo de transformação. Você talvez se lembre do Uber Eats, que encerrou suas atividades no Brasil no início de 2022. Agora, é a vez da aba “Mercado” deixar de existir, já no próximo mês. Mas, ao contrário do que parece, isso não significa redução de serviços — e sim expansão. A empresa está determinada a se tornar um super aplicativo.

Durante o podcast Greylock Partners, o CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, explicou os próximos passos para transformar o app em uma plataforma multifuncional. O objetivo é manter o transporte como foco principal e agregar novos serviços por meio de parcerias estratégicas.

Parceria com o iFood mostra nova direção da Uber

A Uber não está abandonando suas corridas. Pelo contrário: essa função continua no centro da operação. No entanto, a empresa está firmando alianças para ampliar sua atuação, como a recente parceria com o iFood, anunciada na semana passada.

Na prática, será possível pedir comida no app da Uber e agendar viagens no iFood, sem precisar alternar entre plataformas. Com essa união, a aba “Mercado” será desativada no Brasil, já que o iFood cobre esse serviço.

Aluguel de bicicletas e fretamento: novos serviços no super app

Desde 2023, a Uber firmou parceria com a Tembici, permitindo o aluguel de bicicletas diretamente pelo aplicativo. Neste ano, uniu-se à Viação Mimo para oferecer transporte fretado entre Guarulhos e São Paulo. Com isso, o app se torna cada vez mais abrangente.

Uber segue tendência global e busca ser app completo

Não é só a Uber que aposta nesse modelo. Elon Musk, com o X (antigo Twitter), e Sam Altman, da OpenAI, também visam criar super apps. A ideia é concentrar múltiplos serviços em uma única plataforma.

Khosrowshahi afirmou que a Uber quer focar no que já faz bem — conectar pessoas com caronas — e, para os demais serviços, vai investir em parcerias com empresas líderes. Ele comparou a Uber à Amazon, dizendo que, se a rival entrega no dia seguinte, a Uber quer ser a empresa da “próxima hora”.

Modelo também se expande nos Estados Unidos

No mercado norte-americano, o Uber Eats segue funcionando normalmente, inclusive com entregas feitas por robôs autônomos. Além disso, a Uber firmou uma parceria com a Waymo (empresa da Alphabet, dona do Google) para oferecer robotáxis em Austin (Texas) e Phoenix (Arizona).

Segundo o CEO, a missão é clara: “ir a qualquer lugar, conseguir qualquer coisa”. Com isso, o Uber super app começa a se tornar realidade — não apenas no Brasil, mas em escala global.

CCJ aprova PEC que proíbe reeleição e amplia mandatos para 5 anos

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Proposta aprovada prevê fim da reeleição e mandatos de cinco anos
Proposta aprovada prevê fim da reeleição e mandatos de cinco anos

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (21), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a reeleição no Brasil para prefeitos, governadores e presidente da República.

Além disso, a proposta amplia os mandatos de todos os cargos eletivos para cinco anos e unifica as eleições municipais e gerais a partir de 2034. Agora, o texto segue para votação no plenário, onde precisará de ao menos 49 votos favoráveis, em dois turnos, para avançar.

Fim da reeleição: como será a transição

A PEC estabelece datas-limite para a última possibilidade de reeleição no Executivo. A mudança valerá de forma escalonada:

  • Prefeitos: poderão se reeleger pela última vez em 2028, se eleitos em 2024.

  • Governadores e presidente da República: terão última chance de reeleição em 2030, se eleitos em 2026.

  • Vereadores, deputados e senadores: continuam aptos à recondução.

Essa medida visa garantir maior alternância no poder e evitar o uso político da máquina pública em campanhas.

Ampliação dos mandatos e novo calendário eleitoral

A PEC propõe ampliar os mandatos de 4 para 5 anos, com aplicação gradual até 2034. Veja como será a transição:

  • Presidentes e governadores eleitos em 2026 e 2030 continuam com mandatos de 4 anos. A partir de 2034, passam a cumprir 5 anos.

  • Prefeitos e vereadores eleitos em 2028 terão mandato de 6 anos. Já os eleitos em 2034 cumprirão 5 anos.

  • Deputados estaduais e federais terão seus mandatos estendidos para 5 anos também a partir de 2034.

Portanto, essa mudança trará maior estabilidade no planejamento e execução de políticas públicas, além de uniformizar o ciclo político nacional.

Novo formato para o Senado

A proposta também altera os mandatos dos senadores. Após acordo no colegiado, o relator Marcelo Castro (MDB-PI) acatou a sugestão de reduzir os mandatos dos atuais 8 anos para 5 anos.

A transição ocorrerá da seguinte forma:

  • 2026: senadores eleitos terão 8 anos de mandato.

  • 2030: os eleitos cumprirão 9 anos.

  • 2034: todos os eleitos terão mandatos de 5 anos.

Com isso, a partir de 2039, o Senado será completamente renovado a cada eleição, o que hoje não acontece, pois apenas uma parte das cadeiras é disputada em cada ciclo.

Eleição unificada a cada cinco anos

Atualmente, os brasileiros votam em prefeitos e vereadores em anos diferentes das eleições para presidente, deputados e senadores. Essa lógica mudará em 2034, quando ocorrerá a primeira eleição nacional unificada.

Ou seja, em uma única data, os eleitores escolherão todos os seus representantes: vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e presidente.

De acordo com o relator, essa medida reduz os custos da Justiça Eleitoral e diminui a polarização política constante. A proposta ainda cria um intervalo fixo de cinco anos entre todas as eleições, o que evitará que o país entre em clima eleitoral a cada dois anos.

Reeleição: da criação à crítica

A possibilidade de reeleição no Brasil surgiu em 1997, com uma emenda que permitiu ao então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disputar novo mandato e ser reeleito em 1998. Anos depois, FHC reconheceu que a mudança foi um erro e passou a defender a revogação da medida.

Desde então, todos os presidentes em primeiro mandato conseguiram se reeleger, com exceção de Jair Bolsonaro (PL), derrotado em 2022.

Nos últimos anos, aumentaram as críticas à reeleição. Em 2024, por exemplo, 2.461 prefeitos foram reeleitos, um recorde histórico. Dois anos antes, o Brasil também registrou 18 governadores reeleitos.

Senado quer estimular renovação política

Segundo o relator Marcelo Castro, o fim da reeleição favorece a elaboração de projetos de longo prazo. Ele defende que, sem a pressão de buscar novo mandato, os governantes terão mais liberdade para focar em políticas estruturantes.

“A experiência com a reeleição não atingiu as expectativas. Além de impedir a renovação, gerou um viés eleitoreiro nas decisões dos governantes”, afirmou.

Liderança da CCJ apoia o fim da reeleição

Para o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), o atual sistema desgasta tanto eleitores quanto candidatos. Ele avalia que eleições a cada dois anos criam um ambiente político permanentemente tenso, dificultando a governabilidade.

“Hoje, nem bem termina uma eleição, já começa outra. O Brasil precisa de estabilidade para que seus líderes governem com foco, não em disputas”, ressaltou.

Lula assina MP que isenta 40 milhões da conta de luz e abre mercado de energia

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Medida provisória isenta milhões da conta de luz e amplia descontos
Medida provisória isenta milhões da conta de luz e amplia descontos

Lula assina MP que isenta 40 milhões da conta de luz

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quarta-feira (21/5), uma medida provisória (MP) que reduz o valor da conta de luz no Brasil. O texto prevê gratuidade para famílias de baixa renda, amplia os descontos tarifários e ainda estabelece a abertura do mercado de energia elétrica.

A assinatura ocorreu durante uma reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e lideranças do Congresso Nacional. A publicação será feita ainda hoje no Diário Oficial da União, e o Congresso terá até 120 dias para aprová-la.

MP garante isenção e desconto na conta de luz

Com a nova medida, cerca de 40 milhões de brasileiros de baixa renda não pagarão mais a conta de luz. Além disso, outros 60 milhões terão descontos de até 12%.

Durante coletiva de imprensa, os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Rui Costa (Casa Civil) explicaram os critérios para os benefícios da Tarifa Social:

  • Famílias com renda per capita de até R$ 759 e consumo mensal de até 80 kWh terão gratuidade total.

  • Famílias com renda entre R$ 759 e R$ 1.518, que consomem até 120 kWh/mês, receberão desconto de cerca de 12%, já que ficarão isentas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Com isso, os consumidores mais vulneráveis terão alívio imediato nas despesas. Apesar da gratuidade começar a valer com a publicação da MP, as concessionárias têm até 45 dias para se adequar às novas regras. O impacto nos cofres públicos gira em torno de R$ 3,6 bilhões.

Abertura do mercado de energia beneficia classe média

A MP também estabelece a abertura do mercado de energia elétrica, permitindo que todos os consumidores escolham seu fornecedor de energia. Hoje, essa escolha é restrita a grandes consumidores industriais.

Segundo o ministro Silveira, o novo modelo começará a funcionar a partir de agosto de 2026, o que garante tempo suficiente para ajustar o setor com segurança jurídica. Ele destacou que os consumidores do mercado livre pagam até 23% menos na tarifa.

“Queremos justiça tarifária e fim do monopólio das distribuidoras. Com isso, a classe média também será beneficiada”, afirmou o ministro.

Revisão de benefícios fiscais e novas regras para a CDE

Além das isenções e da abertura do mercado, o governo também propõe alterações fiscais no setor energético. A MP muda a forma de cobrança da CDE, que agora será baseada no volume de consumo, e não mais na tensão da rede.

Dessa forma, os consumidores livres passarão a compartilhar os custos da energia gerada pelas usinas nucleares Angra 1 e 2 e também contribuirão com os subsídios da geração distribuída.

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