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quinta-feira, abril 23, 2026
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Diretor e ator Jorge Fernando morre aos 64 anos

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São Paulo — O diretor e ator Jorge Fernando morreu neste domingo (27), aos 64 anos de idade. Segundo o site de notícias G1, ele estava internado no Hospital CopaStar, em Copacabana, Zona Sul do Rio, e faleceu por causa de uma parada cardíaca “em decorrência de uma dissecção de aorta completa”.

Fernando ficou afastado da TV por dois anos para se recuperar de um AVC e voltou às telinhas neste ano, dirigindo a novela das 19h, “Verão 90”.

O enterro do diretor será nesta terça-feira, 29, no cemitério do Caju, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O velório, aberto ao público, será no mesmo local, das 8h às 10h.

Em Pimenta Bueno (RO), PRF prende dupla com 105 mil carteiras de cigarro

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Dois indivíduos, de 47 e 50 anos, foram presos por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde de domingo (27) em Pimenta Bueno/RO. A dupla transportava, em um caminhão, 105 mil carteiras de cigarro contrabandeado, de origem paraguaia.

Por volta das 14h de domingo (27), os policiais realizavam um patrulhamento no km 190 da BR-364 quando notaram que um caminhão e um veículo de passeio trafegavam juntos por um longo período, o que chamou a atenção da equipe. Durante a fiscalização, os dois homens ficaram extremamente nervosos e apresentaram versões contraditórias aos agentes.

Feita uma busca no compartimento de carga do caminhão, a guarnição verificou que eram transportados, sem a documentação fiscal necessária, 105 mil carteiras de cigarro paraguaio. A dupla, que seguia do Mato Grosso do Sul até Ji-Paraná/RO, foi presa em flagrante pela prática do crime de contrabando (artigo 334 do Código Penal) e, em seguida, encaminhada à Delegacia da Polícia Civil.

 

Após áudio de Queiroz, Bolsonaro diz que tinha liberdade com ex-assessor

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Ao comentar o vazamento de áudios atribuídos à Fabrício Queiroz, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, 28, que até 2018 “tinha liberdade” para conversar com o ex-assessor de seu filho, o agora senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) sobre diferentes assuntos. Segundo ele, tratar da demissão de funcionários dos gabinetes de seus parentes é “normal”. Bolsonaro falou sobre o assunto com jornalistas ao deixar os Emirados Árabes rumo ao Catar.

Em gravações divulgadas pelos jornais Folha de S.Paulo e O Globo, Bolsonaro falou com Queiroz sobre a demissão de uma funcionária do gabinete de seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), porque haviam suspeitas de que ela não trabalhava efetivamente no gabinete.

“Na época, o Jair falou para mim que ele ia exonerar a Cileide porque a reportagem estava indo direto lá na rua e para não vincular ela ao gabinete. Aí ele falou: ‘Vou ter que exonerar ela assim mesmo’. Ele exonerou e depois não arrumou nada para ela não? Ela continua na casa em Bento Ribeiro?”, diz o ex-assessor no áudio, gravado em março deste ano.

Segundo Bolsonaro, Cileide Barbosa Mendes não era uma funcionária fantasma e a sua demissão “não tem nada para espantar”. “Até estourar o problema eu tinha liberdade com o Queiroz, conversava com ele algumas coisas. No ano passado, se for ver, no meu gabinete eu mandei embora cinco, seis pessoas. Eu passava praticamente de segunda a sábado fora de casa, comecei a não ter o controle de quem estava no Rio. Exatamente para evitar problema essas pessoas foram demitidas”, disse Bolsonaro nesta segunda.

Sobre a situação de Cileide, o presidente disse que ela sabia que não poderia continuar contratada caso ele fosse eleito presidente da República e Flávio Bolsonaro fosse para Brasília. Em seguida, no entanto, ele lembrou que Cileide era funcionária no gabinete de Carlos Bolsonaro, que continua no Rio. Jair Bolsonaro destacou mais de uma vez que a ex-funcionária mora em uma propriedade registrada em seu nome, embaixo do local onde funcionava o seu escritório de apoio.

“Essa específica, a Cileide, ela se formou em enfermagem tem dois anos aproximadamente, fez uma especialização, e ela sabia que não ia continuar conosco porque eu não sendo eleito, o Flávio não eleito (no Rio), (ela) não viria para Brasília. Se bem que ela estava no gabinete do Carlos. Mas é uma mudança normal isso aí, não tem nada para espantar”, disse. “O pessoal quer pegar fantasma e rachadinha. Ela (Cileide) sempre morou ali, a casa é minha, está em meu nome, ela mora ali embaixo”, afirmou Bolsonaro.

Desaparecido após passar como um cometa pela seara de escândalos nacionais, Queiroz teve seu paradeiro revelado pela revista VEJA. A reportagem mostra que ele hoje vive no Morumbi, em São Paulo, e frequenta o hospital Albert Einstein para tratar um câncer de intestino — que se agravou. Mesmo com o ex-assessor fora dos holofotes, sua situação sempre foi tratada com prioridade na família Bolsonaro. Embora tenha se afastado dele publicamente, o presidente traçou estratégias no campo jurídico e político para as suspeitas não prejudicarem seu mandato.

Suspeito de ser o operador do esquema conhecido como “rachadinha”, Queiroz trabalhou no gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) quando ele era deputado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) de 2007 a 2018. Ao longo de 2016, o ex-assessor movimentou 1,2 milhão de reais em sua conta bancária, com uma série de saques e depósitos fracionados considerados atípicos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)

O senador foi alvo de um procedimento aberto pela Promotoria estadual no ano passado, com base em relatórios Coaf. Mas uma decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, suspendeu todas as investigações a respeito de Flávio e Queiroz baseadas no compartilhamento de dados bancários e fiscais com o Ministério Público sem autorização do Poder Judiciário.

Comissão aprova notificação obrigatória de maus-tratos e automutilação de crianças

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A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou proposta que torna obrigatória a notificação, aos conselhos tutelares, de casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente, bem como os casos de violência autoprovocada por criança ou adolescente.

O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Atualmente, o ECA prevê a exigência de notificação nos casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos.

Lei 13.819/19, que institui a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, determina a notificação compulsória, pelos estabelecimentos de saúde, dos casos de violência autoprovocada, incluindo tentativas de suicídio e a automutilação.

A proposta estabelece que essa notificação deve ser comunicada pelos dirigentes de ensino fundamental e entidades públicas e privadas que abriguem ou recepcionem crianças e adolescentes.

O projeto também prevê penalização para os casos de não notificação por parte de médicos e professores.

O texto aprovado aproveita praticamente a íntegra do Projeto de Lei 1698/19, apresentado pelo deputado José Medeiros (Pode-MT). A relatora, deputada Chris Tonietto (PSL-RJ), optou por uma nova redação apenas para ressaltar a necessidade de preservar a identidade de quem comunica o crime. “Isso está em conformidade com as novas diretrizes estabelecidas por diversos entes federativos, buscando oferecer maior segurança aos envolvidos quando da comunicação”, salientou.

Tramitação
O projeto, que tramita em [[g caráter conclusivo]], será ainda analisado pela Constituição e Justiça e de Cidadania.

Estados da Amazônia debatem estratégia de baixas emissões de carbono baseado no peixe

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Durante a manhã de sexta-feira (25) pesquisadores, produtores e autoridades de órgãos ambientais de toda região norte estão reunidos em prol de uma estratégia de baixas emissões de carbono baseado no peixe. “Aqui é para apresentar e avaliar a realidade atual e as tendências. E a partir daí identificar as oportunidades para o futuro, os gargalos e as barreiras a serem resolvidas. Assim, a gente vai avançar o potencial do peixe, tanto nos rios, nos lagos e nos tanques,” explica o vice-diretor da Earth Innovation Institute e professor da  Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), David Gibbs Mcgrath.

O evento faz parte do seminário “Oportunidades REDD+ Rondônia para Amazônia”, que teve início na quarta-feira (23), com foco na discussão das políticas para desenvolvimento sustentável na Amazônia, redução de emissão de gases e conservação dos recursos naturais e promoção da igualdade social e desenvolvimento econômico para a população estadual.

As apresentações foram divididas em eixos temáticos como contexto produtivo nos estados da Amazônia; Políticas públicas para aquicultura e pesca nos estados da Amazônia; Um painel com objetivo de debater as potencialidade e desafios para exportação e finalizando as discussões com a apresentação de proposta de projeto de apoio ao desenvolvimento de baixas emissões baseada no peixe com os principais elementos, parceiros e financiamentos.

Para Eliezer de Oliveira, assessor ambiental na Secretaria de Desenvolvimento Ambiental do Estado de Rondônia (Sedam) descreve que hoje existe um grande trabalho no mundo para a redução das emissões de gases de efeito estufa e muitas dessas emissões estão ligadas ao uso da terra, ou seja, avanço da pecuária e da agricultura.

“Isso é benéfico para a população mundial e para a sociedade, mas também causa impactos ao meio ambiente. E a ideia aqui não é de acabar com essas produções, mas apresentar alternativas econômicas de baixo impacto. E a piscicultura e a aquicultura fazem parte dessas ações, que podem ser trabalhadas em poucos espaços e trazer grandes ganhos econômicos e diminuir os impactos ambientais”, descreveu Oliveira.

Oliveira disse ainda que uma das estratégias do Estado de Rondônia quanto à piscicultura na liderança de produção de peixes nativos em cativeiro é a exportação que abrange grandes cenários, sendo eles o andino, americano e asiático. “Estamos olhando para os grandes mercados mundiais, porque essa é uma estratégia do Estado de Rondônia, pois temos a liderança nacional em produção de pescado de cativeiro, e nós estamos discutindo hoje os cenários Andino, Americano a China”.

MP tem deferido pedido de liminar para indisponibilidade de bens de envolvidos em atos de improbidade em Nova Brasilândia

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O Ministério Público do Estado de Rondônia teve deferido pela Justiça o pedido de liminar para indisponibilidade dos bens de agentes políticos e servidores de Nova Brasilândia do Oeste, os quais, em unidade de desígnios, no ano de 2014, dispensaram licitação fora das hipóteses previstas em Lei e realizaram contratação direta, ordenando o pagamento de serviços prestados por particular, sem a realização do devido processo licitatório, ocasionando danos ao erário.

A liminar foi concedida em ação civil pública de responsabilidade por ato de improbidade administrativa ajuizada pela pela Promotora de Justiça da Comarca de Nova Brasilândia, Analice da Silva.

De acordo com os autos, os requeridos autorizaram o pagamento de passagens terrestres em procedimentos desprovidos do devido processo licitatório ou justificativa que autorizasse a dispensa, constando como embasamento, apenas, um Procedimento Administrativo precário. Distribuída a ação sob o nº 7001645-28.2019.8.22.0020, o Juízo, no dia 8 de outubro deste ano, deferiu o pedido liminar.

NOTA SEMED SOBRE PEDIDO DE REVOGAÇÃO DO TRANSPORTE ESCOLAR

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Com relação ao pedido de revogação da intervenção no transporte escolar municipal terrestre, feito ontem, quinta-feira (24), pela promotora de justiça Priscila Matzenbacher Tibes Machado e acatado pela juíza do 2º Juizado da Infância, Sandra Nascimento, o secretário municipal de Educação (Semed), Márcio Felix, está reunido desde cedo com o corpo jurídico do município para tomar as devidas providências.

O secretário informa que tão logo tais medidas sejam providenciadas levará ao conhecimento público. Explica que uma das maiores preocupações do município é com a solução do transporte escolar e que vem tomando todas as medidas cabíveis para solucionar a situação.

Zé Felipe tranquiliza após revelar estar com doença incurável: ”Não estou sentindo dor nenhuma”

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Zé Felipe pegou todos de surpresa ao revelar estar com uma doença incurável.

Após sentir dores no corpo há 3 meses sem saber o que era, o cantor descobriu estar com espondilite, um tipo de artrite.

Mas depois de deixar os fãs preocupados por revelar que seu problema não tinha cura, o filho de Leonardo usou sua rede social na última quinta-feira, 24, para tranquilizá-los.

“Eu tô com a espondilite e o tratamento é dois anos, mas não tem nada a ver, eu não vou ficar dois anos sem cantar, é vida normal viu gente. Eu estou correndo, estou jogando bola, estou fazendo tudo, não estou sentindo dor nenhuma. Vida normal!”, garantiu.

Depois, ele aproveitou para explicar a importância do longo tratamento: “Só tem que fazer esse tratamento para não voltar a doer. Quem tem sabe o tanto que dói, você não consegue fazer nada, dói o corpo inteiro. E é isso, é vida normal, está tudo certo. Estou fazendo show, estou fazendo tudo que vocês fazem”.

Zé Felipe também fez questão de mandar uma mensagem aos adoradores e agradecer pelo carinho. “De qualquer forma muito obrigado pelo carinho, pela preocupação de sempre, tá tudo certo, estamos juntos sempre. Muito obrigado pelo carinho e pela preocupação. Um beijo”, concluiu.

Presidente Laerte Gomes leva CPI da Energisa para ouvir população de Ji-Paraná

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O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Laerte Gomes (PSDB), vai levar para a cidade de Ji-Paraná os membros da CPI da Energisa para ouvir as reclamações da população. A audiência pública está marcada para o dia 11 de novembro, às 9 horas no auditório da Câmara de Vereadores. Os parlamentares da comissão estão convidando membros da Defensoria Pública, Ministério Público, organizações sociais e lideranças comunitárias para acompanhar a reunião da CPI.

Na região de Ji-Paraná, as queixas dos consumidores são sobre os aumentos abusivos, cortes sem notificação e desrespeitando as leis estaduais ao serem efetuados nos finais de semana e as inúmeras quedas no fornecimento de energia. Ao ouvir tantos relatos, inclusive de pessoas doentes e idosas que tiveram sua energia cortada, o presidente Laerte Gomes decidiu convocar a CPI para ouvir o sofrimento da população. “A população precisa ser ouvida para a CPI tomar providências contra esse desrespeito da Energisa”, disse o deputado Laerte Gomes.

Além de Ji-Paraná, a CPI da Energisa fará audiências públicas em Vilhena, no dia 4 e ainda em 11 de novembro em Cacoal.

Bolsonaro confirma que novos servidores deverão perder estabilidade

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São Paulo — O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a reforma administrativa pode retirar a garantia de estabilidade dos novos servidores públicos. Ele assegurou, no entanto, que não vai mexer nas regras dos atuais funcionários.

“A reforma administrativa está bastante avançada. Não haverá quebra de estabilidade para os atuais servidores. Quem entrar a partir da promulgação da PEC (proposta de emenda à Constituição) aí pode não haver estabilidade”, disse o presidente em Pequim nesta sexta-feira, 25. A proposta é vista como o próximo passo do governo no Congresso após a aprovação da reforma previdenciária.

Questionado se poderá haver mudanças nos valores dos salários e reajustes de servidores públicos para evitar possíveis disparidades, Bolsonaro falou que a equipe econômica busca acabar com a indexação dos salários.

“As pessoas falam tanto dos militares. Um aspirante começa ganhando em torno de R$ 6.500 brutos, e ao longo da carreira vai havendo progressão. O que a equipe está estudando é acabar com indexações nessa área”, declarou. “Ninguém vai desindexar o salário mínimo. Todo ano ele vai ter no mínimo a inflação“, acrescentou.

Questionado se a proposta deverá incluir Estados e municípios, ele disse que não sabe, mas indicou haver dificuldades para isso. Bolsonaro disse, ainda, que é preciso aguardar os acordos políticos que serão costurados em torno da matéria. “Não sei. A gente tem que ver porque é igual a Previdência, toda vez que se quer botar no mesmo caldeirão os três entes da Federação não dá certo”, avaliou.

Servidores nos estados

O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer permitir que estados e municípios em grave situação fiscal possam acionar mais rapidamente mecanismos automáticos para cortar gastos e sair do quadro de dificuldade financeira. As regras também fazem parte da reforma administrativa.

As medidas podem favorecer estados com elevado endividamento e comprometimento da folha de pessoal a acelerarem as medidas de ajuste, como Goiás.

A ideia do ministro é criar a possibilidade de que seja decretado para essas situações o estado de “emergência fiscal” pelo Conselho Fiscal da República, órgão que será criado e terá representantes dos três poderes, como antecipou reportagem do jornal O Estado de S.Paulo em setembro.

Com o enquadramento nessa situação, os estados poderão congelar salários, progressões automáticas de reajustes aos servidores e criar mecanismos mais eficazes para desligamento por baixa produtividade.

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Portaria reforça a segurança nas contratações, limita abusos e amplia o controle de servidores sobre descontos.
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Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 70 milhões

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Texto segue para comissão especial e abre nova fase do debate sobre jornada semanal no Congresso Nacional.