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quarta-feira, abril 22, 2026
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Previdência: militares terão regras mais duras de inatividade

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Brasília — A inclusão de policiais e bombeiros militares na reforma das Forças Armadas deve render uma economia de R$ 59 bilhões em uma década para Estados e municípios, disse o relator do projeto, deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP). Eles passarão a seguir regras mais duras para a inatividade, com transição para quem já está no serviço militar.

O cálculo, segundo o deputado, foi fornecido pela equipe econômica após as mudanças feitas em seu parecer.

Os militares estaduais foram incluídos na proposta após uma negociação com a equipe econômica e com governadores. Em troca do endurecimento nas regras de inatividade, PMs e bombeiros terão redução em alíquotas de contribuição e terão assegurados benefícios integrais na hora da aposentadoria.

Os governos estaduais ficaram de fora da reforma da Previdência, que atingia os civis e também vinculava os PMs e bombeiros às regras das Forças Armadas, porque a Câmara dos Deputados resistiu em assumir o ônus político no lugar de governadores. Agora, os militares estaduais serão reincluídos diretamente no projeto de lei. Os PMs e bombeiros respondem por cerca de um terço do déficit previdenciário dos Estados, que chegou a R$ 101 bilhões no ano passado.

1% mais rico ganha 34 vezes mais do que a metade mais pobre, diz IBGE

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São Paulo – O rendimento médio mensal de trabalho do 1% mais rico do Brasil foi quase 34 vezes maior que da metade mais pobre em 2018, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (16).

Isso significa que a parcela de maior renda ganhou em média R$ 27.744 por mês, enquanto os 50% na base da pirâmide ganharam R$ 820.

10,4 milhões de pessoas (5% da população) sobrevivem com R$ 51 mensais, em média. Se considerados os 30% mais pobres, o equivalente a 60,4 milhões de pessoas, a renda média per capita sove a apenas R$ 269.

Enquanto os 10% mais pobres da população detinham apenas 0,8% da massa de rendimento, os 10% mais ricos detinham 43,1%. A concentração da renda não era tão alta desde o início da pesquisa, em 2012.

Também houve alta do Índice de Gini, uma das principais medidas de desigualdade, no que se refere ao rendimento médio mensal real domiciliar per capita.

A taxa, que varia de zero (igualdade total) até um (desigualdade máxima), foi estimado em 0,545 em 2018. Entre 2012 e 2015 houve uma tendência de redução (de 0,540 para 0,524), que foi sendo revertida a partir de 2016.

Curiosamente, houve queda do índice no Nordeste de 2017 para 2018. A analista do IBGE, Adriana Beringuy, nota que isso está relacionado menos com uma melhora na renda dos pobres e mais com uma queda na renda dos ricos. Isso ilustra o fato de que a renda é tão concentrada que pequenas variações no topo podem ter impacto forte sobre a medida.

O diagnóstico geral, no entanto, é que os mais pobres ficaram mais pobres e os mais ricos ficaram mais ricos, de acordo com Maria Lucia Vieira, gerente da Pnad. O fenômeno tem relação com a crise no mercado de trabalho, que afetou especialmente o extrato de trabalhadores com menor qualificação e menor remuneração.

Quando começou a melhora na geração de vagas, os desempregados que conseguiram retornar ao mercado de trabalho passaram a ganhar menos em funções semelhantes ou a atuar em postos informais, que também remuneram menos.

O efeito da crise econômica sobre a desigualdade já havia sido verificado em outras análises. Em agosto, a Fundação Getúlio Vargas divulgou um estudo apontando alta da desigualdade há 17 trimestre seguidos, também com base na PNAD.

Vale lembrar também que calcular a desigualdade através da renda do trabalho medida por pesquisas domiciliares tem suas limitações, pois as famílias mais ricas, essenciais para o cálculo da concentração, têm grande parte da sua riqueza advinda de rendimentos financeiros, que tendem a ser subnotificados.

Renda do trabalho

A média de rendimentos do trabalho do país, considerando pessoas de 14 anos ou mais, ficou em R$ 2.234 no ano de 2018. É mais do que o valor inicial da série em 2012 (R$ 2.133), mas menos do que o registrado em 2014, que foi de R$ 2.279.

No Nordeste, o rendimento médio era de R$ 1.479, enquanto no Sudeste, chegou a R$ 2.572. Na passagem de 2017 para 2018, o Nordeste foi a única região onde o rendimento de trabalho diminuiu.

O rendimento do trabalho corresponde a aproximadamente três quartos do rendimento total das famílias, segundo ela. Em seguida vem as aposentadorias, recebidas por 14,6% da população, com valor médio de R$ 1.872.

A proporção de domicílios que recebiam rendimentos do Programa Bolsa Família caiu de 15,9% em 2012 para 13,7% em 2018. O declínio se acentuou a partir de 2014 e 2015.

O rendimento médio mensal domiciliar dos que recebem dinheiro do programa também caiu e está em R$ 341, após ter chegado ao pico de R$ 398 em 2014.

Relatora apresenta parecer favorável à proposta que permite prisão após 2ª instância

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A deputada Caroline de Toni (PSL-SC) apresentou na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) parecer pela admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição PEC 410/18, que deixa clara a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. A relatora propôs apenas correções de redação do texto. Ela também votou pela admissibilidade da PEC 411/18, apensada, que trata do mesmo tema.

“A decisão de executar a pena privativa de liberdade antes do trânsito em julgado é uma escolha política de uma sociedade. É uma questão de política legislativa e está dentro da racionalidade jurídica”, afirmou a relatora.

Ao fim da leitura do parecer, os deputados pediram vista, e o presidente do colegiado, Felipe Francischini, encerrou a reunião deliberativa desta quarta-feira (16). Na semana que vem, a CCJ deverá realizar audiência pública para debater o tema antes da votação da PEC. Requerimento nesse sentido poderá ser votado na comissão nesta quinta-feira (17).

Projeto “Abrace o Hospital Infantil Cosme e Damião” traz acolhimento e humanização ao ambiente hospitalar

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Ao entrar na recepção do Hospital Infantil Cosme e Damião (HICD), em Porto Velho, as crianças que chegam com problemas de saúde se deparam com paredes coloridas e com uma pintura divertida que lembra o fundo do mar e, por alguns segundos, perdem o medo de estar em um ambiente hospitalar.

A decoração, que foi inaugurada há cerca de um mês,  foi uma doação feita por médicos da entidade e também pelo pintor, ambos preferem ficar no anonimato, que doaram o material e a mão de obra. Eles foram os primeiros participantes do Projeto “Abrace o Hospital Infantil Cosme e Damião.”

Projeto foi lançado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), aproveitando o mês de outubro, que é todo dedicado às crianças e foi idealizado pelos diretores da unidade.

” O projeto surgiu da necessidade de adequar o ambiente ao público alvo atendido, que são as crianças. Isto, através de parcerias de empresas de iniciativa privada, com a doação do serviço, e da sociedade em geral, qualquer pessoa que queira adotar uma ala e realizar uma pintura”, explica Sérigo Pires, diretor do HICD.

De acordo com o diretor adjunto do HICD e médico pediátra, Daniel Pereira, a mudança no visual das alas pediátricas  é algo tão importante, pois melhora o ambiente hospitalar e influencia os profissionais que atuam no setor e, principalmente, às crianças que estão em tratamento.

“A intenção é criar ambientes em que as crianças se sintam bem e acolhidas dentro do universo infantil para que possa seguir seus tratamentos de saúde. Além de aumentar o bem-estar das crianças e dos familiares, melhora a resposta ao tratamento”, afirma o adjunto.

Quem escolher uma ala pra pintar e decorar também ganhará o selo de “Amigo do HICD”.

As pessoas interessadas em participar do projeto “Abrace o Hospital Infantil Cosme e Damião” podem procurar o HICD que fica na rua Benedito de Souza Brito, 4045 – Industrial, Porto Velho – RO. Próximo ao Hospital de Base.

Rampas de acessibilidade são construídas e reformadas em Vilhena pela Prefeitura

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Para oferecer acessibilidade e mais segurança aos cidadãos, a Prefeitura de Vilhena está construindo e reformando rampas para cadeirantes em pontos estratégicos. Foram escolhidos pontos de intensa movimentação e também novos locais onde ainda não haviam rampas. O projeto foi realizado em conjunto pelas secretarias de Planejamento, Trânsito e Obras.

“Nossa intenção é atender as principais avenidas, bem como os locais que foram solicitados pela população, especialmente aqueles onde há mais movimento. Isso mostra respeito aos idosos, aos cadeirantes e também a todos que têm dificuldade de locomoção ou precisam utilizar carrinhos de bebê. É uma ação que permite que a inclusão social aconteça e dá independência aos transeuntes desses grupos”, afirma o prefeito Eduardo Japonês.

Segundo o secretário municipal de Obras, Marcelo Boca, as rampas seguem as orientações da Secretaria Municipal de Trânsito e têm projeto assinado pela Secretaria Municipal de Planejamento.

O pacote de obras de acessibilidade foi iniciado nos primeiros dias de outubro na avenida Sabino Bezerra de Queiroz, próximo ao Park Shopping Vilhena. “As rampas possuem inclinação máxima obedecendo às normas técnicas e projeto cuidados para garantir que todos possam utilizar as calçadas e atravessar as ruas e avenidas com mais facilidade”, lembra Marcelo.

As rampas também serão instaladas seguindo as faixas de pedestres e faixas elevadas já concluídas, a fim de organizar a circulação dos pedestres na cidade.

URBANISMO | Prefeitura apresenta projeto de melhoramento da Carlos Gomes

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A Prefeitura de Porto Velho, através da Agência de Desenvolvimento, reuniu no auditório do Prédio do Relógio (Sede do executivo), empresários e comerciantes da região central do município para apresentar o projeto de melhoramento da avenida Carlos Gomes.

Um dos grandes centros comerciais da capital, localizado na região central, a avenida Carlos Gomes, receberá uma série de melhorias e aperfeiçoamentos que darão maior possibilidade locomoção aos pedestres e clientes do comércio.

De acordo com o diretor técnico da Agência de Desenvolvimento, Armando Moreira, este projeto “Ruas Completas”, já foi desenvolvido com êxito em outras capitais e prioriza o maior fluxo da população ao comércio.

“Atendendo o pedido dos comerciantes, e enxergando a possibilidade de melhorias na avenida, estamos apresentando este projeto modelo intitulado Ruas Completas, que já foi implantado em outras capitais e que faz com que haja um fluxo maior de pedestres e o acesso maior da população ao comércio. Essa reunião tem o objetivo de dialogar e apresentar propostas aos comerciantes e empresários”, disse Armando Moreira Filho.

Participaram da reunião a presidente da CDL, Joana Joanora das Neves, o vice-presidente da Fecomércio Gladstone Frota e o conselheiro Antônio Ribeiro, e Chico Holanda representando o Instituto de Ação Empresarial do Estado de Rondônia.

SARAMPO | Agevisa anuncia o “Dia D” de vacinação contra sarampo neste sábado e convoca pais e responsáveis

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O Governo de Rondônia está fazendo todo esforço para bater a meta de vacinar 118 mil crianças de seis meses a cinco anos contra o sarampo até dezembro. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (16) pela enfermeira Ana Flora Camargo Gerhardt, diretora da Agência de Vigilância de Saúde (Agevisa), durante o anúncio da campanha “Dia D” de vacinação contra o sarampo para todo Estado de Rondônia, neste sábado (19).

A diretora chegou a ser taxativa no convite à população para que levem suas crianças aos postos para vacinar, destacando que falta pouco para atingir a meta. Segundo ela, a Agevisa já chegou a marca de 88% de vacinação, e espera fechar esta conta até final do ano, destacando que atingir a meta é importante, mas que importante mesmo é a imunização de todas as crianças. “E por isso peço aos pais e responsáveis que levem seus filhos aos postos em todo Estado de Rondônia e façam a sua parte”, disse.

O que é preciso saber é que a vacina é um direito da criança e uma obrigação dos pais, lembrando que ela protege e salva vidas. Neste sábado, portanto, o Dia D, é importante que toda a criança (de 6 meses a 5 anos) que que ainda não tenha tomado as duas doses, seja competentemente vacinada no posto de saúde do município em que reside. Esta campanha será ampliada com a segunda etapa que começa dia 18 e vai até dia 30 próximo.

Importa destacar que as crianças de seis a onze meses de idade, tomarão a dose zero, a chamada dose de proteção. E aquelas com idade de doze meses a cinco anos passarão pela análise dos agentes de saúde, que verificarão o cartão de vacina, podendo ser ou não vacinadas novamente, a depender da necessidade.

A diretora da Agevisa, Ana Flora Gerhardt, e sua equipe, planejam o Dia D de vacinação contra o sarampo em todo Estado de Rondônia

A diretora da Agevisa explicou ainda que também os adultos com até 49 anos devem ser vacinados durante a campanha, mas sempre com prioridade ao grupo mais suscetível, as crianças. Na zona rural, segundo informou Gerhardt, em obediência às peculiaridades de cada lugar e própria logística, todos serão vacinados no mesmo período, inclusive os adultos dentro da faixa etária.

A diretora da Agevisa revelou-se satisfeita ao informar que nenhum caso de sarampo foi registrado este ano no Estado de Rondônia, lembrando que as duas ocorrências do ano passado, na verdade, foram importadas do Amazonas, mas serviu de alerta para o complexo de saúde e vigilância estadual, que agiu com precisão e bloqueou qualquer possibilidade de disseminação da doença.

Professores e parlamentares criticam governo por “desmonte” da educação

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Neste Dia do Professor, parlamentares e professores criticaram, em seminário da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o que consideram um “desmonte” da educação nacional pelo governo de Jair Bolsonaro.

A deputada Professora Rosa Neide (PT-MT), que solicitou o debate, destacou que conquistas importantes estão sendo deixadas de lado pelo atual governo.

“Conquistas estão sendo desconstruídas e descaracterizadas por um governo que, de forma autoritária, mostra desprezo pela educação. Um governo que impõe uma cruel reforma da Previdência, que penaliza especialmente as professoras e vai dando mais uma contribuição para desprestigiar a profissão, fazendo com que nossa juventude não opte pela educação como carreira profissional”, criticou.

Outros participantes do evento lamentaram o que chamaram de “retrocessos”, como defasagem na formação de docentes, baixos salários dos profissionais da educação, precariedade das escolas e violência no ambiente educacional.

Reformular a formação
O Conselho Nacional de Educação (CNE) colocou em consulta pública um texto para reformulação da formação de professores no Brasil. Entidades de educação, no entanto, consideram que a proposta destrói políticas já instituídas, ignora a diversidade nacional e a autonomia pedagógica das instituições formadoras e apresenta uma visão negativa dos professores, ao propor referenciais de meritocracia para a valorização do professor, entre outros pontos.

Para a representante da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação, Katia Curado Silva, a valorização do trabalho docente depende da sua formação, da existência de condições de trabalho e de melhores salários. “A solução é investir mais na formação em faculdades e universidades públicas. Essa perspectiva permite ampliar as dimensões da formação”, defendeu.

Professor emérito da Universidade Federal de Goiás (UFG), Luiz Dourado disse que a crítica à formação de professores tem sido “lamentavelmente direcionada a quem faz melhor, que são as universidades”. “Em São Paulo, mais de 85% da formação se faz em instituições sem as menores condições. Isso não se trata de um acidente de percurso, trata-se de uma política deliberada”, acredita.

Concurso
Por sua vez, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo, ressaltou que o acesso à carreira deve se dar por concurso público, mas que em muitos municípios mais da metade dos professores é por contratação temporária, em “trabalho precário”. “Esses contratos muitas vezes têm um valor menor que o piso. Eles têm a mesma formação nossa, fazem o mesmo trabalho nosso e tem um salário menor.”

Na opinião da deputada Erika Kokay (PT-DF), está em curso um ataque deliberado à educação no Brasil. “Esse ataque à educação é doloso e articulado, para que tenhamos um neutralismo das escolas, que impeçam que tenhamos o desenvolvimento da consciência crítica”, afirmou.

Os participantes do seminário destacaram ainda a situação das escolas, muitas sem banheiro ou acesso a rede de esgoto e com professores submetidos a estresse e situações de violência. “São escolas que não têm água para beber, que não têm banheiro. São questões básicas para os seres humanos, escolas onde tem que fazer cotinha para beber água”, exemplificou Heleno Araújo.

O seminário foi promovido em parceria com a Frente Parlamentar em Defesa da Escola Pública e em Respeito ao Profissional da Educação.

MP denuncia esquema criminoso na Câmara de Vereadores de Vilhena e pede afastamento de vereadores

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O Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Vilhena, ofereceu denúncia contra os vereadores Antônio Marco Albuquerque e Vanderlei Amauri Graebin, dos ex-vereadores Carmozino Alves Moreira, Ângelo Mariano Donadon Júnior e outras 14 pessoas, incluindo servidores públicos e empresários, por conta da suposta prática de diversos crimes contra a Administração Pública, em seis procedimentos licitatórios distintos, nos quais a Câmara dos Vereadores do Município de Vilhena contratou empresas para prestação de serviços técnicos de manutenção em equipamentos de informática, entre os anos de 2009 a 2016.

Eles estão sendo denunciados pelos crimes de frustração e fraude à licitação, concessão de vantagens indevidas às empresas contratadas, peculato e advocacia administrativa, pois teriam direcionado e superfaturado os certames licitatórios em favor das empresas contratadas, as quais, mesmo não comprovando suficientemente a prestação dos serviços contratados, recebiam integralmente os valores avençados e com sobrepreço. O Promotor de Justiça Fernando Franco Assunção ressalta que a prática delitiva ocorreu em todo o período de 2009 a 2016, atingindo um montante de R$ 588.639,66 (valor atualizado até 21/01/2017).

Dentre várias irregularidades apuradas, O MP afirma que um dos denunciados mantinha vínculo simultaneamente com a Câmara de Vereadores e com as empresas contratadas, como Técnico ou Procurador, chegando a assinar requisições de serviços que possivelmente ele mesmo prestaria.

Medida Provisória garante 13º do Bolsa Família só em 2019

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O Diário Oficial da União (DOU) publica a Medida Provisória 898/2019, que garante o pagamento de uma 13ª parcela do Bolsa Família, como abono natalino, neste ano. Promessa de campanha de Jair Bolsonaro, a decisão foi assinada na terça-feira, 15, pelo presidente da República. Para assegurar o adicional, a MP diz que “a parcela de benefício financeiro relativa ao mês de dezembro de 2019 será paga em dobro.”

O texto não faz referência à manutenção da medida nos próximos anos.

O Bolsa Família atende famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e de pobreza, com renda de até R$ 178.

Na folha de setembro, 13,5 milhões de famílias receberam o benefício. O valor médio pago foi de R$ 189,21.

 

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