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quarta-feira, abril 22, 2026
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Xiaomi Redmi Note 8: você já pode comprar diretamente no Brasil

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Final de ano se aproximando e você com aquele celular comprado há dois ou três anos, que foi adquirido já no limite de capacidade da geração do aparelho. Isso significa que bastou alguns meses para que o seu celular tenha se tornado obsoleto, seja no poder de processamento, capacidade da câmera ou no visual.

Celular barato demais = prejuízo

Se esse é o seu caso, é uma ótima oportunidade para aproveitar que o décimo terceiro salário está vindo aí para comprar um celular que está à frente do seu tempo. Muitas pessoas que investem em aparelhos baratos demais acabam trocando de celular com mais frequência, o que, no final das contas, acaba se tornando um prejuízo e não uma economia.

Redmi Note 8 6,3” 4 GB 64 GB (Câmeras 48 + 8 + 2 + 2)

O Redmi Note 8 é um dos celulares mais vendidos de 2019 e é considerado um dos que oferecem a melhor relação custo-benefício, se não for o melhor dentre todos eles. E isso acontece porque o aparelho traz os recursos mais populares do momento: quatro sensores de câmeras, uma tela linda, com cores vibrantes e câmera frontal discreta, alto poder de processamento, e tudo isso por um preço muito abaixo de seus concorrentes!

Roda todos os apps da Play Store

O Redmi Note 8 usa um chip Snapdragon de oito núcleos, tem 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento (é dual chip e aceita cartões microSD de até 256 GB). Ele pode rodar qualquer aplicativo da loja do Android com incrível fluidez, e permite que mais apps fiquem abertos ao mesmo tempo, sem que o sistema fique lento.

Pare de sofrer com celular que vive travando ou demora para abrir seus apps de redes sociais!

Visual moderno e com estilo

O Note 8 tem uma tela imensa, de 6,3 polegadas, que usa tecnologia IPS e possui cores fantásticas. É o tipo de celular que você ativa a tela e as pessoas ao redor notam o brilho e nitidez das imagens. É perfeito para a visualização de fotos e vídeos.

Essa tela toma praticamente toda a frente do aparelho e o entalhe para a câmera frontal é minúsculo, sem atrapalhar o uso do smartphone. Na parte de trás, o acabamento em vidro polido e brilhante é impecável.

Fotos e vídeos de tirar o fôlego

Sabemos que você não quer investir em um celular com câmera meia boca. Por isso o Redmi Note 8 tem quatro sensores traseiros, sendo que o principal tem 48 MP! O sensor ultrawide tem 8 MP, o dedicado a fotos macro tem 2 MP e ainda há o sensor de profundidade, também com 2 MP. A câmera frontal tem 13 MP e suporta HDR.

Na seção de vídeos, ele grava em 4K, com taxa de 30 quadros por segundo, e também em Full HD, com taxa de 60 quadros por segundo, além de gravar vídeos em câmera superlenta.

Outras características

O celular tem uma bateria de 4000 mAh, que suporta carregamento rápido: carregue a bateria em menos tempo!

Na parte traseira, ele traz o leitor de impressões digitais, para você desbloquear a tela com segurança e sem demora.

Ficou interessado? Então surpreenda-se com o preço deste que é um dos melhores aparelhos lançados em 2019! Você pode comprá-lo hoje mesmo e aproveitar o décimo terceiro para pagar as parcelas, ou até mesmo adiantá-las e ganhar desconto da sua operadora de cartão de crédito!

Relator ameniza regra de transição para aposentadoria dos PMs e bombeiros

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O deputado Vinicius Carvalho (Republicanos -SP) apresentou, nesta terça-feira (15), ajustes ao parecer divulgado na semana passada sobre a proposta que altera o sistema de proteção social dos militares das Forças Armadas (PL 1645/19), da qual é relator. A principal mudança foi feita na regra de transição para quem está atualmente na ativa.

Superadas as tentativas de obstrução, a proposta está agora na fase de discussão em uma comissão especial da Câmara dos Deputados. O presidente do colegiado, deputado José Priante (MDB-PA), suspendeu a reunião devido ao início da Ordem do Dia no Plenário e marcou para quarta-feira (16) a volta aos debates.

PMs e bombeiros
O texto original do Poder Executivo tratava de mudanças nas pensões e de reestruturação de carreiras militares, com aumento nos salários, para o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. O relator estendeu as mesmas condições para ingressar na inatividade a policiais militares e bombeiros militares nos estados.

No futuro, segundo o texto, homens e mulheres terão de cumprir 35 anos de serviço e 25 anos de atividade de natureza militar antes de passar para a inatividade. Ocorre que, para PMs e bombeiros, a exigência do tempo de atividade militar varia em cada estado e também conforme o sexo, daí a regra de transição.

No parecer apresentado na semana passada, Vinicius Carvalho havia proposto um pedágio de 17% do que faltar para 35 anos de serviço e de 40% do que faltar no caso da atividade militar. Agora o relator sugeriu que, no segundo quesito, serão exigidos quatro meses a mais para cada ano que faltar, amenizando a transição.

Ele também incluiu trecho para que, após a sanção da futura lei, cada governador possa editar ato estendendo, para até dezembro de 2021, o prazo para que os atuais PMs e bombeiros possam cumprir, da forma como é hoje, os requisitos para a inatividade. A ideia, nesse caso, é evitar uma “corrida pela aposentadoria”.

Vinicius Carvalho também antecipou a vigência das novas alíquotas de contribuição dos militares, que passam dos atuais 7,5% para 9,5% em 2020 e 10,5% em 2021. Anteriormente, conforme a elevação progressiva proposta pelo Executivo, a ideia é que os 10,5% só passassem a valer só em 2022.

Acordo para votação
Um acordo entre os integrantes da comissão especial assegurou que, no total, 15 destaques apresentados pelas bancadas partidárias serão votados nominalmente. Deputados tentam fazer ajustes no aumento salarial das Forças Armadas e também nas condições propostas pelo relator no caso dos PMs e bombeiros.

As bancadas do Psol e do DEM defendem mudança em um adicional pago para as Forças Armadas, de tal forma que seja beneficiada a base da carreira militar (praças), sob argumento de que o texto do Executivo favorece os oficiais. A bancada do PDT quer ainda alterações nas regras para PMs e bombeiros.

O deputado Capitão Augusto (PL-SP) elogiou o relator, pela inclusão de PMs e bombeiros na proposta, mas afirmou que representantes dessas categorias tentarão alterar o texto. Já o deputado Tiago Mitraud (Novo-MG) criticou a inclusão de PMs e bombeiros, já que, para ele, os impactos fiscais nos estados não foram avaliados.

Vinicius Carvalho sustentou que, além das análises dos ministérios da Economia e da Defesa, o parecer considera dois estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre os PMs e bombeiros. Um prevê alto percentual de inativos até 2031; o outro ressalta o peso dessas categorias nas contas estaduais.

O projeto original do Executivo, com mudanças nas pensões e mais o aumento nas Forças Armadas, deve ter, como impacto fiscal líquido, uma economia de R$ 10,45 bilhões em dez anos. A reforma da Previdência para os trabalhadores civis, ainda no Senado (PEC 6/19), deve superar R$ 800 bilhões no mesmo período.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e, se aprovada na comissão especial, poderá ser enviada diretamente ao Senado Federal. No entanto, pelo menos dois partidos, PT e PSL, já anunciaram que apresentarão requerimento com pelo menos 51 assinaturas para que o texto seja analisado pelo Plenário da Câmara.

OUTUBRO ROSA Semusa intensifica ações preventivas para mulheres

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A estratégia da gestão Hildon Chaves em fortalecer a saúde preventiva está priorizando as mulheres neste mês, com ações voltadas para a programação do Outubro Rosa.

Segundo a secretária municipal de saúde, Eliana Pasini, a Coordenação de Saúde da Mulher da Semusa está desenvolvendo ações voltadas para a campanha de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero.

“No mês de outubro, as unidades de saúde intensificam as atividades com coletas de preventivos e educação em saúde para a comunidade, fortalecendo, portanto, o atendimento já realizado permanentemente”.

De acordo com a coordenadora de Saúde da Mulher, Elileide Fróes, entre as ações desenvolvidas pela Semusa voltadas para a Campanha Outubro Rosa está a parceria com empresas de Porto Velho para levar orientações para suas colaboradoras durante rodas de conversa.

“Estamos à disposição para as empresas interessadas em levar essa conscientização para suas profissionais”, informou ela.

Assembleia Legislativa contribuiu com informações para Aneel rejeitar novo aumento de energia em Rondônia

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Após uma longa defesa de argumentos, quando foram apresentadas as graves denúncias levadas à Assembleia Legislativa, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) indeferiu a Revisão Tarifária Extraordinária (RTE) apresentada pela Energisa para aumentar em mais 25% as tarifas no estado de Rondônia. O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), compareceu à reunião em Brasília na manhã desta terça-feira e fez um pronunciamento relatando o impacto social e econômico do último aumento da energia e as consequências do péssimo serviço prestado pela concessionária causando prejuízos aos municípios.

O presidente da Aneel, André Pepiton da Nóbrega, e a diretora Elisa Bastos Silva, relatora da RTE da Energisa, e os demais representantes do órgão ouviram atentamente as explicações dos membros da bancada federal e do presidente Laerte Gomes. O senador Marcos Rogério (DEM), presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado, apresentou dados técnicos para desmentir a pretensão da empresa. Segundo o parlamentar, conforme orientação da Aneel o reajuste extraordinário poderá ser pedido a qualquer tempo desde que algum “evento provoque significativo desequilíbrio econômico-financeiro, ou em casos de criação, alteração ou extinção de tributos, desde que o impacto sobre as atividades da empresa seja devidamente comprovado”. “Questiono: qual é o evento relevante que alterou o equilíbrio econômico-financeiro, apenas um ano após iniciar a recém obtida concessão com tarifa reajuste em 25%? “, perguntou o senador, derrubando a defesa da Energisa.

 

Grave desequilíbrio para o povo 

Em seu pronunciamento, o presidente Laerte Gomes relatou como a Energisa está sendo responsável pelo desequilibro social e econômico da população após o último reajuste da tarifa e a consequência para os serviços básicos das prefeituras e as empresas pelas constantes quedas de energia no Estado. “Rondônia vive um caos social e isso nós somos testemunhas nas grandes, pequenas e médias cidades. As reclamações são muitas. A distribuidora está efetuando corte em véspera de feriado, nas sextas-feiras, e até no final de semana, deixando o consumidor impossibilitado de regularizar seu débito. Tratam Rondônia como fosse uma terra sem lei; chegam sem se identificar, retiram o relógio e depois reinstalam e a energia vem dobrada”, disse o deputado Laerte Gomes. O presidente da Assembleia observou que em 33 anos de Rondônia nunca tinha visto uma união da sociedade civil e da classe político com o mesmo objetivo. “É o sentimento de raiva por estar sendo lesados por uma empresa que detém a concessão do poder público”, destacou o parlamentar.

 

Isenção de juros e multas 

Enquanto a Energisa trata Rondônia como “terra sem lei” quando atende os consumidores, a mesma empresa pede a redução de multas e juros da sua dívida, reduzindo de R$ 2 bilhões para R$ 700 milhões. “Para cobrar do cidadão, a empresa joga duro, mas para pagar o Estado quer a benção do poder público”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, lamentando que o projeto aportou na Casa da negociação entre estado e a Energisa reduzindo a conta da concessionária em mais de R$ 1,3 bilhão por conta da redução dos encargos. Fora o atendimento precário e desrespeitoso com a população, Laerte Gomes também denunciou que a Energisa fez um convênio com o IPEM (Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia) no valor de R$ 1 milhão para aferir os relógios de energia. A descoberta foi feita na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que já está sofrendo com ameaças de terceiros de fabricação de dossiês contra deputados.

O presidente da Assembleia Legislativa exortou a Aneel que as denúncias contra a Energisa serão apuradas pela Casa através da CPI e nenhum parlamentar vai se intimidar com ameaças e nem reportagens na mídia paga pela empresa. “Peço a colaboração da Aneel para que nos ajude a apurar o que está chegando ao nosso conhecimento. Essa empresa tem concessão pública e precisa respeitar nossa população”, reafirmou o parlamentar, corroborando as palavras do senador Marcos Rogério, pugnando pelo indeferimento do reajuste da tarifa, o que foi feito por unanimidade pela Aneel. Laerte parabenizou a participação dos deputados Lucio Mosquini (MDB), Leo Moraes (PTB), Mauro Nazif (PSB), Silvia Cristina (PDT) e o senador Marcos Rogério pela defesa intransigente ao Estado de Rondônia.

Profissionais da fisioterapia devolvem autoestima a pacientes em Rondônia

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Ajudar na recuperação dos movimentos do corpo, no desenvolvimento, na postura, atuar na prevenção de doenças, e até devolver a vida e a autoestima aos pacientes, não é uma tarefa fácil, mas é a profissão que muitos escolheram para a vida. O mês de outubro é dedicado aos profissionais da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional. Ambas as profissões trabalham lado a lado em prol da saúde humana, auxiliando na prevenção, tratamento e reabilitação de pacientes.

Segundo Rodrigo Moreira, diretor do Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero), o trabalho destes profissionais abrange cerca de de 22 especialidades diferentes, sendo 15 na área de fisioterapia e sete na área de terapia ocupacional, reconhecidas pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). “O dia 13 de outubro é dedicado à nossa profissão. Nosso trabalho vai além da reabilitação, já que ofertamos qualidade de vida e salvamos pessoas, quando identificamos problemas como AVC, derrame e infarto, responsáveis por muitas perdas no país”, destacou o diretor.

Desde que foi criada do através do Decreto Lei N. 938, de 13 de outubro de 1969a profissão completou no início do mês 50 anos de regulamentação. Marcos André faz fisioterapia há pouco mais de três meses no Cero. No dia 19 de janeiro deste ano ele sofreu um grave acidente de moto quando ia para casa. Acidente, este, que quase lhe custou a vida. Ele teve fraturas graves, lesões pulmonares, paradas cardíacas, além de passar por mais de três cirurgias.

“Desde que comecei a frequentar o Cero, com pouco tempo já recuperei os movimentos da perna. Nem acredito que vou poder voltar a andar. Só tenho a agradecer a todos os profissionais que nos ajudam e motivam no tratamento”, relatou.

A terapeuta ocupacional Iuska Rockia ressalta, ainda, a importância do trabalho emocional e o vínculo que os profissionais criam com os pacientes. Há nove anos na profissão, ela se diz realizada como ser humano. “O terapeuta ocupacional tanto reabilita quanto habilita um paciente. Quando eles chegam aqui, nós não olhamos só o problema, mas todo o contexto social que o paciente está inserido. Temos papel fundamental nos presídios, hospitais, escolas, clínicas e demais áreas onde há um ser humano” relatou a profissional.

Ela descreve a vivência diária com os pacientes, marcada por emoções e agradecimentos. “Tem pacientes que chegam aqui desejando ter de volta apenas o movimento da mão, por exemplo, ou apenas de poder pegar um copo de água sem auxilio de outras pessoas. É um trabalho de amor para com o outro”, destaca.

A dona de casa Laiane Gomes entende bem o amor ofertado pelos profissionais. A filha, Manuela Gomes, possui microcefalia e faz tratamento no Cero. Desde que iniciou já apresenta grandes melhorias.

“Quando a Manuela nasceu eu não sabia como lidar com o problema da microcefalia, e aqui aprendi a enxergar as potencialidades da minha filha, como os profissionais sempre nos ensinam. Tenho colocado em prática tudo o que eles me falam”, agradeceu Laiane.

O Governo do Estado comemora os 50 anos de existência das duas profissões que possuem papel fundamental na saúde humana, e que estão presentes em todos os hospitais do Estado.

Bolsonaro assina 13º salário para beneficiários do Bolsa Família

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou, nesta terça-feira, 15, a Medida Provisória que garante o pagamento do 13º salário para os beneficiários do programa Bolsa Família. A criação do pagamento extra havia sido anunciada em abril, mas ainda não tinha sido assinada de fato. O 13º do programa foi uma promessa de campanha do presidente e foi incluída nas metas dos 100 dias de governo.

A parcela será paga em dezembro e seguirá o calendário regular já estabelecido pelo programa social. De acordo com o Ministério da Cidadania, o pagamento foi possível devido ao aumento de 2,58 bilhões de reais no orçamento da pasta. “O presidente não só manteve o Bolsa Família, como valorizou ainda mais o programa. Essa parcela certamente vai ajudar muito as famílias mais pobres, principalmente no mês do Natal”, afirma o ministro Osmar Terra. Por se tratar de Medida Provisória, o texto precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

Segundo o Ministério da Cidadania, o governo iniciou a convocação de mais de 5.000 ex-beneficiários do Bolsa Família a devolverem recursos recebidos indevidamente, no valor de 5,8 milhões de reais. As pessoas foram identificadas porque há suspeita de informações irregulares prestadas intencionalmente ao Cadastro Único.

O programa atende às famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita mensal de até 89,00 reais, e pobreza, com renda entre 89,01 reais e 178,00 reais mensais. Na folha de setembro, o Bolsa Família atendeu 13,5 milhões de famílias, somando 2,5 bilhões de reais. O benefício médio foi de 189,21 reais. Os interessados devem se inscrever no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O registro pode ser feito nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) ou na gestão municipal do Bolsa Família e do Cadastro Único.

Bombeiros confirmam 2ª morte em desabamento em Fortaleza

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SÃO PAULO, 16 OUT (ANSA) – O Corpo de Bombeiros confirmou nesta quarta-feira (16) a segunda morte no desabamento de um prédio residencial em Fortaleza. Outras nove pessoas foram resgatadas com vida, e nove estão desaparecidas.

As duas vítimas são Frederick Santana de Santos, 30 anos, que estava em um mercadinho ao lado do Edifício Andrea e acabou atingido pelos escombros, e uma mulher ainda não identificada, cujo corpo foi achado com ajuda de cães farejadores.

Construído em 1995, o prédio ficava no cruzamento das ruas Tibúrcio Cavalcante e Tomás Acioli, em um bairro de classe média da capital cearense, e tinha sete andares e 13 apartamentos (dois por andar e um na cobertura).

No entanto, segundo a Prefeitura de Fortaleza, não há registros oficiais do edifício, que foi construído de maneira irregular.

Um vídeo feito na garagem do prédio um dia antes do desabamento revela colunas de sustentação deterioradas e com as vigas à mostra. (ANSA)

PSL cancela reunião sobre possível expulsão de deputados bolsonaristas

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Brasília — A cúpula do PSL cancelou uma reunião que faria agora no começo da tarde na liderança do partido na Câmara dos Deputados. Na pauta, estava a possível expulsão de deputados da ala associada ao presidente Jair Bolsonaro.

O grupo bolsonarista está em confronto com os parlamentares ligados ao presidente da sigla, Luciano Bivar, que teve endereços como alvo da Polícia Federal nesta manhã.

O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), negou, no entanto, que vai haver qualquer expulsão do partido.

“O seu adversário você mantém pertinho de você. Não mantém longe. Faz parte da guerra. Se você trabalha comigo e quer ser mandada embora, ai você briga comigo, eu te deixo de castigo. Agora, não vou dar de presente o que você quer”, afirmou.

O deputado sinalizou que a fala de Bolsonaro na semana passada sobre o partido, dita a um popular na porta do Alvorada, foi um sinal de que a operação da PF contra o presidente do partido deputado federal Luciano Bivar (PE), poderia acontecer.

“Só o Saci Pererê e o Papai Noel que não sabiam dessa operação da PF”, disse. “Todo mundo sabia depois da fala do presidente na semana passada. Ele deu o recado”, afirmou.

Na semana passada, o presidente falou a um apoiador, que se identificou como pré-candidato pela legenda no Recife, para que ele esquecesse o partido, que “está queimado para caramba”.

Em entrevista em seguida, Bivar disse que Bolsonaro já decidiu pela saída do partido e afirmou: “Acho que ele quis sair porque tem preocupação com as denúncias de laranjas. Ele quer ficar isento dessas coisas”.

Dois dias depois, Bolsonaro e mais 21 parlamentares enviaram um requerimento para Bivar solicitando uma auditoria nas contas públicas dos últimos cinco anos do partido.

No documento, os advogados Karina Kufa e Marcello Dias de Paula chamam de “precárias” as prestações de contas do partido. Dizem, ainda, que “a contumaz conduta pode ser interpretada como expediente para dificultar a análise e camuflar irregularidades”. (Leia a a representação na íntegra)

A ofensiva de parte dos membros do PSL vem na esteira das recentes investigações do Ministério Público e da Polícia Federal que acusam o partido de ter usado candidatas-laranja nas eleições. No começo do mês, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, foi indiciado como autor do esquema em Minas Gerais, mas foi mantido no cargo pelo presidente.

Recentemente, um depoimento dado à PF e uma planilha revelados pela Folha de São Paulo sugerem que dinheiro do esquema de Minas Gerais foi desviado por caixa 2 às campanhas de Antônio e do presidente Bolsonaro.

Por que mais de 70% dos casos de câncer de mama no Brasil são diagnosticados em estágio avançado

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O relato é breve:

Câncer de mama

6 meses esperando biópsia

Agora aguardando consulta com oncologista

Para começar quimioterapia.

No início do ano, a Femama, que reúne 72 entidades filantrópicas que apoiam mulheres com câncer de mama, colocou no ar uma página intitulada “Relatos de Espera”, para que pacientes compartilhassem as dificuldades que tiveram para serem diagnosticadas e começarem o tratamento.

Entre as dezenas de mensagens está a de Cristiane, de Mangaratiba (RJ), enviada no dia 6 de fevereiro.

Com mais ou menos adjetivos, as histórias são parecidas, e não por acaso: as deficiências do Sistema Único de Saúde (SUS), na visão de muitos especialistas, postergam diagnóstico e tratamento de milhares de mulheres em todo o Brasil e aprofundam as desigualdades entre ricas e pobres.

Para especialistas como o mastologista Rodrigo Gonçalves, pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), esse é um ponto central na luta do país contra o câncer de mama, que tem atingido – e matado – cada vez mais mulheres no Brasil.

Melhorar o acesso das mulheres ao SUS é uma das principais recomendações do paper Avaliação ética do rastreamento de câncer de mama no Brasil para se fazer frente às estatísticas negativas.

O trabalho, que está sendo submetido a uma publicação internacional, é assinado por ele e outros três colegas: José Maria Soares Jr, professor da Faculdade de Medicina da USP, Edmund Chada Baracat, pró-reitor de Graduação da USP, e José Roberto Filassi, professor chefe do setor de mastologia da FMUSP.

O texto ressalta o número elevado de diagnósticos da doença em estágio mais avançado. A proporção passa de 70%: 53,5% dos diagnósticos são em estágio 2 e 23,2% em estágio 3, de acordo com os dados do Estudo Amazona, assinado por pesquisadores de 19 instituições e que leva em conta dados de pacientes atendidos pelas redes pública e particular.

Em países como Estados Unidos, por exemplo, 62% dos casos são detectados em estágio inicial, quando os tumores ainda são localizados.

O paper dos pesquisadores brasileiros ressalta que, se tomadas apenas as mulheres com acesso à saúde privada, as proporções se invertem. A grande maioria recebe o diagnóstico no estágio inicial da doença.

Essa diferença, dizem, mostra como é “perverso” o sistema “dual” de saúde no Brasil, em que quem tem condições paga o sistema privado e quem não tem depende unicamente do SUS.

Quanto mais tardio o diagnóstico, menores as chances de sobrevivência da paciente e mais invasivo o tratamento – o número de sessões de quimio e radioterapia e a necessidade da retirada da mama, a mastectomia.

Um ano do nódulo à cirurgia

Cristiane da Silva Abreu realizou uma mastectomia radical com esvaziamento axilar no dia 26 de dezembro de 2018, quase um ano depois de descobrir um nódulo abaixo do mamilo.

Em busca de um diagnóstico, no começo do ano passado ela procurou a ginecologista da rede privada com quem costumava fazer sua prevenção.

Sem plano de saúde, a carioca separava pelo menos R$ 300 por ano para tentar fugir da fila do SUS, pagar a consulta com especialista e alguns exames.

Desta vez, a mamografia mostrou uma alteração do tipo bi-rads 4 na mama, que indica suspeita de malignidade e necessita de biópsia para confirmação.

Cristiane e os filhos, Gabriel, Rebeca e Raquel

Por conta da região delicada em que se encontrava o nódulo, o procedimento precisava ser cirúrgico – e não apenas por meio de uma punção -, com retirada e reconstituição do mamilo.

Isso foi em março. Abril, maio, junho, julho, agosto… A espera durou 6 meses – e poderia ter sido maior.

Cristiane decidiu acionar um cunhado que trabalhava na Secretaria de Saúde de Mangaratiba e que intercedeu por ela junto à secretaria da pasta, que transferiu seu caso para o hospital federal Cardoso Fontes.

“Fiz a biópsia e, na saída do procedimento, a médica alertou que muito provavelmente eu precisaria fazer a mastectomia.”

Foram mais três meses até a cirurgia, que retirou a mama esquerda e parte do músculo peitoral. A reconstrução da mama seria delicada, demandaria uma série de enxertos – e, por isso, ela decidiu que não faria.

O relato de Cristiane é o que abre este texto. Ao contrário do que a mensagem econômica nas palavras pode sugerir, ela é uma dessas pacientes que tiram energia das dificuldades.

Dando risada, contou na conversa por telefone com a reportagem que, para fazer valer a isenção ao IPTU à qual tem direito, já que passou a ser considerada portadora de deficiência após a cirurgia, chegou a “invadir” a prefeitura de Mangaratiba.

“Fui no gabinete do prefeito e mostrei minha cicatriz”, diz a funcionária pública, hoje com 47 anos.

Cristiane da Silva Abreu mostra sua cicatriz

Cristiane não precisou fazer quimioterapia, como pensava em fevereiro de 2019. Por recomendação médica, entretanto, tem de acompanhar de perto a outra mama. Até hoje, porém, não conseguiu uma consulta.

“Liguei no começo do ano e disseram que a agenda de 2019 já estava fechada.”

Mais de 60 dias entre diagnóstico e tratamento

Para as pacientes do SUS, a espera para realização de uma biópsia – fundamental para entender o tipo de câncer e as possibilidades de tratamento – leva entre 75 e 185 dias, conforme os dados citados no trabalho de Gonçalves.

O intervalo entre o diagnóstico do câncer de mama e o primeiro tratamento no SUS leva mais de 60 dias em mais de 50% dos casos, de acordo com os dados reunidos pelo Painel-Oncologia, do Instituto Nacional de Câncer (INCA) até 2017. Os números de 2018 apontam uma proporção ligeiramente menor, mas há um volume grande de casos sem informação (cerca de 7%), ou seja, em que não se sabe o intervalo do diagnóstico ao tratamento.

Gráfico

A médica mastologista Maira Caleffi, presidente voluntária da Femama e chefe do serviço de mastologia do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, lembra que uma lei aprovada em 2012 determina um prazo máximo de 60 dias para início do tratamento após o diagnóstico.

“Os gestores públicos já estão usando os 60 dias como indicador de eficiência, cobram dos hospitais – mas, como tudo no Brasil, as coisas demoram a mudar.”

Agora, a entidade faz campanha pela aprovação da “Lei dos 30 dias”, que estabelece um prazo máximo de um mês para que a mulher consiga ser diagnosticada. O projeto passou pela Câmara em dezembro do ano passado e está parado no Senado.

Caleffi conta que o PL já entrou e saiu da pauta algumas vezes e que agora está parado na Comissão de Finanças e Tributação.

“Eles dizem que não tem dinheiro (no sistema público de saúde para garantir o diagnóstico em 30 dias)”, diz a médica, que defende pautas de interesse das pacientes com câncer de mama há 26 anos.

Nódulo de 14 centímetros

A gaúcha Katia Lopes recebeu o primeiro diagnóstico de câncer de mama aos 28 anos, em 2006. A cidade de Tramandaí, onde vive, não tem médicos especialistas. Assim, ela fez todo o tratamento em Porto Alegre, a uma hora e quarenta de ônibus.

Foi uma maratona.

Para as sessões de quimioterapia – que começaram cerca de 8 meses depois de ela sentir o nódulo no seio -, acordava de madrugada para chegar a tempo ao ponto de onde saia o transporte disponibilizado pela prefeitura, que partia às 4h30 da manhã.

Em 2015, quase dez anos depois da primeira mastectomia radical, ela sentiu um nódulo na outra mama. O fato de já ser paciente oncológica não fez diferença na fila de espera do SUS: foram três meses até que conseguisse se consultar com a mastologista que a acompanhava.

Outro diagnóstico de malignidade. O nódulo cresceu rápido e, quando ela foi operada, em 22 de janeiro de 2017, o tumor media 14 centímetros.

Planalto com iluminação cor de rosa

Em 2006, a médica deu encaminhamento na prefeitura para que Katia fosse submetida a um teste genético.

O procedimento ajudaria a medir o risco de ela desenvolver câncer na outra mama ou em outras partes do corpo, mas até hoje não foi liberado.

Katia conseguiu se aposentar por invalidez depois da primeira mastectomia, que foi bastante invasiva. Recentemente, entretanto, o pente fino que o INSS vem fazendo sobre aposentadorias por invalidez e auxílio doença cortou o benefício.

Ela entrou na Justiça, mas perdeu a causa.

Há 6 meses procura emprego, “alguma coisa que não seja pesada”, já que sente dores quando força o movimento dos braços.

Seu advogado tenta garantir na Justiça um auxílio de meio salário mínimo por mês, que ela espera para ajudar a pagar as despesas de casa, com quem mora com o filho, de 25 anos.

‘Fura fila’

As histórias de Cristiane e Katia, que foram diagnosticadas jovens, antes dos 50 anos, não são casos raros: 41,1% de todos os casos de câncer de mama no país atingem mulheres até essa idade, conforme os dados do Estudo Amazona, citados no trabalho do médico Rodrigo Gonçalves.

Nos EUA, por exemplo, o percentual de diagnósticos até os 54 anos de idade (parâmetro adotado pelo National Cancer Institute) é de 30,4%.

O mastologista afirma que ainda “não existe nenhuma explicação sólida sobre os motivos de termos mais mulheres jovens com câncer no Brasil”, mas chama atenção para o fato de que as diretrizes para o rastreamento da doença estabelecidas pelo Ministério da Saúde recomendam a mamografia em mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos.

“O Brasil está copiando as recomendações de rastreamento de países desenvolvidos – e que não atendem a 41% da população afetada pela doença”, ressalta.

A sugestão dele e dos colegas, entretanto, não é reduzir a idade de rastreamento – que representaria um custo elevado para o sistema de saúde sem necessariamente trazer benefícios na mesma proporção -, mas melhorar o acesso das mulheres ao SUS, especialmente aquelas com nódulos palpáveis e lesões suspeitas.

Nesses casos, eles recomendam que as pacientes tenham prioridade na fila para consulta e exames – o que já acontece em hospitais públicos como o Pérola Byington, em São Paulo, exemplifica o médico.

Segundo o mastologista Luiz Henrique Gebrim, diretor do Pérola Byington, 70% das mulheres com câncer diagnosticadas no SUS palparam o nódulo – é o que os médicos chamam de “self detected cancer” (“câncer autodetectado”).

“Elas não precisam de mamografia, precisam de exame clínico e biópsia”, concorda.

Mulher fazendo mamografia

Na unidade, que recebe os casos já triados, as pacientes são submetidas à biópsia no mesmo dia da consulta com o especialista. Detectado em estágio inicial, a mortalidade do câncer de mama cai em até 30%.

“Nós economizamos mais (porque reduzimos os tratamentos de alta complexidade) e salvamos mais gente.”

Com apoio da fundação americana Susan Komen, o hospital está replicando seu modelo em outros Estados. Segundo Gebrim, já foram treinados cerca de 100 médicos em cidades como Manaus, Belém e Teresina.

A diretora geral do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Ana Cristina Pinho, respondendo a questionamentos da reportagem enviados ao Ministério da Saúde, afirmou que as áreas técnicas do instituto e a pasta defendem a hierarquização dos casos, para que as lesões suspeitas sejam verificadas de forma mais célere, e diz que a diretriz para o fast track já existe no SUS.

“Na prática ele não funciona a contento, de maneira organizada, estruturada. Não é isso que a gente vê. Precisa que a rede esteja funcionando mais adequadamente, e esse é um trabalho a ser feito”, disse, por telefone.

Segundo ela, já existem protocolos de encaminhamento rápido nos casos suspeitos para investigação diagnóstica na atenção primária, que é de competência dos municípios.

“Nada disso é possível sem o envolvimento dos gestores municipais e estaduais. O SUS, na sua concepção, é um sistema tripartite, que funciona necessariamente em rede. Se a rede não funciona, o sistema não vai funcionar.”

Aumento da mortalidade

Questionada sobre o aumento da mortalidade do câncer de mama no Brasil, que muitos especialistas consideram em parte reflexo da dificuldade de acesso de muitas mulheres ao SUS, a diretora geral do INCA aponta outras razões – a maior longevidade do brasileiro, o aumento no número de casos e de uma melhor “qualificação e apuração das bases de dados”.

“A incidência do câncer de mama está aumentando na população, mas por quê? Porque a nossa população está vivendo mais. Então é um processo natural. A gente está seguindo a tendência no mundo. Isso mostra avanços, de um modo geral, para a saúde da população, proporcionado pela cobertura universal (do sistema de saúde).”

Segundo ela, “a tendência é que a mortalidade, pelo menos durante um período, aumente. E, a partir de um determinado momento, ela comece a reduzir, na média.”

Ana Cristina Pinho também ressalta que a mortalidade, de forma geral, não aumentou de maneira proporcional ao aumento da incidência, e que ela chegou a cair em algumas regiões.

No lançamento da Campanha Outubro Rosa deste ano, a página do Ministério da Saúde destaca que a mortalidade no país está abaixo da média global, em linha com a de países como Estados Unidos, Reino Unido e França, mas não menciona que ela está crescendo.

O indicador passou de 9,15 por 100 mil habitantes para 12,11 por 100 mil entre 1980 e 2016 – alta de 32% -, conforme os dados da International Agency on Research on Cancer (Iarc), ligada à Organização Mundial de Saúde. A mesma base mostra que os países citados pela pasta em seu site têm reduzido a mortalidade desde meados dos anos 90.

Gráfico mortalidade do câncer de mama no Brasil

 

Estado e Prefeitura de Vilhena firmam parceria na recuperação de estradas na zona rural

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A recuperação de estradas da zona rural de Vilhena vai contar com o apoio especial do Estado a partir deste mês. Recentemente o secretário municipal de Obras, Marcelo Boca, se reuniu com o diretor da residência de Vilhena do DER (Departamento de Estradas e Rodagens), Diego Delani Cirino dos Santos. Do encontro surgiu uma parceria importante para o andamento fluído dos trabalhos de patrolamento, nivelamento e encascalhamento na zona rural do município.

“No Termo de Cooperação ficou definido que o DER vai nos ajudar a recuperar estradas que seriam de nossa responsabilidade, quando eles estiverem mais próximos da região. E nós também vamos contribuir da mesma forma, nas ocasiões em que nossas máquinas estiverem realizando obras nas cercanias de linhas do Estado”, conta Marcelo.

Alguns impasses devem ser resolvidos com essa medida. Há várias estradas que fazem parte do território de outros municípios vizinhos, mas que não têm conexão com outras estradas em seus municípios. Ou seja, os produtores e moradores da localidade têm que sair por Vilhena para ter acesso à cidade.

Com essa parceria, mesmo que a estrada seja de jurisdição do Estado, o município, poderá, através do termo de cooperação, melhorar a trafegabilidade desses produtores, visto que eles acabam escoando seus produtos para Vilhena, já que estão “encurralados” nas linhas onde moram.

A Prefeitura, assim, já realizou trabalhos nesse sentido na “Estrada Velha de Colorado”, em direção a Nova Conquista e na linha Rio Vermelho. No período chuvoso o Estado dará sua contrapartida, oferecendo maquinário e apoio para garantir que as estradas da zona rural que são de responsabilidade da Prefeitura não se deteriorem.

“Vilhena tem mais de 2.600 km de estradas vicinais na zona rural em todo o seu território. Boa parte delas são de solo arenoso, o que exige trabalhos constantes. Essa parceria entre Prefeitura e Governo é de suma importância, pois ambas trabalham em prol da população. Algumas estradas são consideradas corredores agrícolas e têm sido vitais para produtores rurais transportarem seus alimentos até a cidade”, analisa Diego, diretor do DER Vilhena.

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