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quarta-feira, abril 22, 2026
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Futebol de campo: Jacaré é o campeão municipal de 2019 em Jaru; Juventus leva o título da série B

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O estádio Leal Chapelão foi o palco das finais do campeonato municipal de futebol de campo de Jaru, na noite do último sábado (12).

Pela categoria principal da competição, o Time do Jacaré Futebol Clube foi campeão ao vencer o União Guadalupe, por 4 a 1.

Já pela série B, o Juventus ganhou de 1 a 0 do WS/Furacão e levou o título.
A final contou com a presença do vereador Paulão do Esporte e de um grande público.

A competição foi realizada pela prefeitura de Jaru, através do departamento de esportes e organizada pela Associação de Rádio Interativa Jaruense.

Foram 5 meses de competição, e contou com mais de mil pessoas, entre jogadores e comissão técnica, nas 39 equipes participantes.

Pela série B, o artilheiro foi o jogador Ronan, do Galo da Serra, com 11 gols marcados. O melhor goleiro, com apenas 4 gols sofridos, foi Robert do Juventus. Subiram para a principal, o campeão Juventus, o WS/Furacão e o Galo da Serra.

Já na série A, o artilheiro foi o atleta Woshington, do União Guadalupe, com 7 gols marcados; E pela terceira vez seguida, o goleiro Rogério, do Tarilândia, foi o menos vazado. Ele levou apenas 4 gols. E caíram para o grupo de acesso, os times: Serra Verde, Ajax e CS7.

DIA DOS PROFESSORES | A doce e difícil missão de ensinar: professores falam sobre as experiências e paixões da vida na Educação

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closeup of a chalkboard with the text dia do professor, teachers day written in Portuguese, a pile of old books and a pot with pencils on a rustic wooden table

De lutas e desafios, de amor à profissão e à Educação é que se faz o Dia dos Professores, comemorado nesta terça-feira (15). Com vidas dedicadas ao ensino e ao estímulo a uma nova perspectiva, professores da rede pública estadual falam sobre a carreira e o encanto da labuta como educadores.

A professora de Matemática, Claudenice Ambrósio de Lima, 50 anos, só como educadora pelo Estado tem 30 anos de serviço e conta que entrou no Magistério por vocação. “Eu sou paraibana, e a minha irmã mais velha foi a minha inspiradora porque ela era professora na época. Quando a substituía em sala de aula, eu me identifiquei muito. Entrei na faculdade muito cedo, aos 16 anos, e quando eu escolhi a licenciatura, ainda cheguei a fazer engenharia civil, mas o meu lado pendeu mais para a licenciatura em Matemática mesmo”, lembra.

A trajetória da educadora começou com o ensino infantil até chegar atualmente como formadora de professores. “É muita perseverança, sempre trabalhei na rede pública, mesmo trabalhando com a rede privada. Até o ano passado ainda estava na sala de aula, e eu gosto. A sala de aula é meu laboratório. Já passei por todas as frentes. Fundamental I e II, Ensino Médio, Cursinho, e agora com os professores. Mas é a sala de aula é meu forte”, declara.

Daniel Diogo de Araújo Júnior, 50 anos, é também professor de Matemática há quase 30 na rede pública estadual. “Eu comecei no dia 2 de abril de 1990, na cidade de Rolim de Moura, por um contrato, à época, emergencial, e trabalhava com o Ensino Fundamental e Médio, no distrito de Nova Estrela, onde foi a minha primeira experiência. Os desafios, a princípio, são conhecer e estar inserido nesse meio. O maior deles eu diria que é conhecer a comunidade, o seu público, e tentar reverter várias situações, que às vezes são de risco, dificuldades, frustrações, junto com os alunos e comunidade escolar. O professor se desafia em fazer com o aluno sinta prazer em estar na escola”.

Em toda a jornada na Educação, Daniel diz que sente o prazer em dar aula, em passar o conhecimento.

“Passei por várias experiências, e pra mim é muito prazeroso tentar interferir positivamente na vida dos meus alunos. Graças a Deus, do testemunho que eu tenho, já ficaram muitas marcas no caminho, bons frutos”, diz Daniel Diego, professor de Matemática.

No Estado há três anos, Adevaldo Barroso Barbosa, 32 anos, já atua na Educação desde 2014. Pedagogo especializado em Libras, o profissional diz que a área é ainda um campo novo.

“Enfrentamos muitas barreiras e desafios, mas acredito ser algo inovador, que pode abrir portas e dar o suporte para um público que não tem acessibilidade. O maior diferencial é lá na ponta. Dou aula em faculdade em cursos como enfermagem, odontologia, pedagogia, e vejo a real necessidade do público. Um surdo que chega na unidade de saúde e não tem o atendimento para o seu problema pela falta de conhecimento dos profissionais na hora de comunicar com esse cidadão. Então, com profissionais que entendam essa comunicação se faz a acessibilidade a esse público”.

A valorização profissional ainda é o maior dos desafio para o professor. “Na área de Libras, há ainda muita falta de conhecimento de gestores, de não saberem a diferença entre o professor de Libras, o intérprete, o tradutor, e o instrutor, e as necessidades reais desses profissionais. Há muito o que se avançar, mas acredito que os primeiros passos já estão sendo dados”.

Maria do Socorro da Costa Santos, aos 52 anos, já está em processo de aposentadoria, mas atua há 33 anos como pedagoga em Rondônia. “Já fui professora de Magistério, séries iniciais, supervisora escolar, e atualmente trabalho com a formação de gestores”.

O desafio, segundo a professora, é saber se colocar como gestora em sala de aula. “Quando você está à frente de uma turma, você tem que saber administrá-la. Tem que ter bastante sapiência para fazer com que o aluno compreenda a importância do aprendizado. O professor tem que vender ‘seu peixe’, se sentir parte do processo como aquela pessoa que está ali para aprender”.

A professora lembra a importância da família ser presente da vida educacional dos alunos. “É difícil porque às vezes os pais não trabalham a seriedade que é o aprendizado, do conhecimento, do estudo para ser um futuro profissional e isso acaba sobrando para o professor essa conscientização. É desafiador, mas muito compensador ao final do processo, quando percebemos que o aluno aprendeu, que fizemos a diferença na vida deles. É gratificante”.

Para os novos professores em formação, Maria do Socorro dá o recado: “é viciante ser professor. Que os novos profissionais tenham muita paciência, porque estamos vivendo um mundo totalmente diferente daquele em que eles vivenciaram quando estavam na escola. Hoje os alunos tem muitos estímulos externos, e chegar dentro da sala de aula e ficar só no ABC sem criatividade no planejamento pedagógico, sem que o professor faça com que ele se apaixone pelo que ele está fazendo, não é fácil. Busquem meios novos, livros diferentes, vídeos, músicas que levem à aprendizagem para fazer essa diferença”.

Anvisa adia de novo votação sobre plantio de maconha medicinal

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou pela segunda vez em sete dias a votação sobre a liberação do plantio de maconha para fins medicinais durante reunião da diretoria realizada na manhã desta terça-feira, 15, em Brasília. O registro de medicamentos com base na planta também foi colocado em discussão.

A votação havia sido marcada para a terça-feira 7, mas foi adiada após os diretores Fernando Mendes e Antônio Barra Torres pedirem vistas do processo (mais tempo para avaliar). Apenas o presidente da Anvisa, William Dib, votou favorável à proposta – a diretoria tem cinco integrantes.

A regulamentação do plantio da cannabis para a extração do canabidiol, substância capaz de amenizar sintomas de diversas doenças crônicas, como epilepsia refratária, mal de Alzheimer, autismo e ansiedade é acompanhada de forte resistência do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O ministro da Cidadania, Osmar Terra, interlocutor do governo na questão, entende que qualquer aval oficial, ainda que tenha por finalidade a produção de um remédio, dará vazão a “um começo da legalização” e serviria de alavanca para a expansão do consumo da droga.

O presidente da Anvisa se emocionou ao se pronunciar na reunião e fez uma homenagem aos servidores da agência sem os quais “não teria chegado até aqui hoje”, disse Dib com a voz embargada. Devido à pressão bolsonarista, nos últimos meses, ele perdeu o apoio de ao menos dois dos outros quatro diretores. O peso do governo aumentou em julho, com a indicação do contra-almirante da Marinha Antônio Barra Torres para uma dessas diretorias, no lugar de Jarbas Barbosa. Torres já se manifestou contra a liberação, enquanto Barbosa era a favor. O contra-almirante deve assumir a chefia da Anvisa em 2020.

A senadora Mara Gabrilli (PSDB) participou da reunião e defendeu a liberação da substância para fins medicinais. “Quem diz que a maconha é a pior das drogas deve ter parado nos anos 1960 porque há drogas muito piores, como heroína e crack”, diz ela, que faz uso de cannabis medicinal para tratar sintomas da lesão medular que a deixou tetraplégica.

No outro pólo da discussão, o senador Eduardo Girão (Podemos) também se pronunciou, mas de maneira contrária à liberação do plantio da cannabis. “Em 2014, foi revelado um plano secreto para liberar a maconha no Brasil”, disse. “No vídeo, um ativista pró-maconha revelava que o plano era primeiro sensibilizar a população brasileira sobre a dor das crianças para depois liberar a droga no país”, completou, sem citar a fonte.

O senador Styvenson Valentim (Podemos) também se pronunciou contrário ao cultivo da planta ainda que para fins medicinais devido à falta de garantias de segurança de que a drogas não será desviada.

Hildon Chaves busca recursos em Brasília para novos investimentos em Porto Velho

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Prioridade do prefeito são as obras de drenagem e asfalto, mas ele também pleiteia verbas para outras demandas de sua gestão

O prefeito Hildon Chaves, em busca de mais recursos para investir em benefício da população de Porto Velho, retornou a Brasília (DF), onde a partir desta terça-feira (15/10) até a próxima quinta (17), se reúne com integrantes da Bancada Federal Rondoniense.

Hildon Chaves pretende definir junto com os parlamentares, as emendas (recursos federais) a serem destinadas a capital rondoniense no próximo ano, para que o Município possa ter condições de atender outras demandas.

“Nossa prioridade é avançar com o programa de drenagem e asfaltamento nas regiões ainda não contempladas pela nossa gestão. Entendemos que desta forma melhoramos a condição de vida dos munícipes em vários aspectos, especialmente na saúde, já que os moradores deixarão de conviver com águas empoçadas, poeira e lama, entre outros transtornos”, frisou Hildon Chaves.

No entanto, o prefeito também vai em busca de recursos para outros setores importantes de sua administração, que certamente resultarão em grandes melhorias na qualidade de vida da população.

Processos

Além de tratar sobre as emendas parlamentares, que certamente resultarão em mais investimentos para o Município, o prefeito e o secretário municipal de obras, Diego Lage, terão reuniões no Ministério do Desenvolvimento Regional com objetivo de dar celeridade aos processos que vão levar drenagem, asfalto, meio-fio e sarjeta para os bairros Lagoa, Igarapé e avenida Rio de Janeiro até o residencial Orgulho do Madeira.

Defesa agropecuária é reforçada em Rondônia com criação do Programa Estadual de Educação Sanitária

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Com a proposta de fortalecer ainda mais as ações voltadas à qualidade da produção rural e da agroindústria no estado, o Governo de Rondônia criou, no âmbito da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), por meio da Portaria 774/2019, o Programa Estadual de Educação Sanitária em Defesa Agropecuária (PEDSA).

O objetivo geral, segundo o presidente da autarquia, médico veterinário Júlio Cesar Rocha Peres, é promover, por meios educativos, a saúde animal, a sanidade vegetal, a qualidade dos produtos e subprodutos de origem animal e vegetal e a conformidade dos insumos agropecuários. “Em resumo, estamos dando maior ênfase as ações preventivas e de orientação aos produtores e aos servidores da Idaron”, explica.

O programa tem ainda como base projetos socioeducativos, que objetivam conhecer a comunidade para que seja determinada a ação que melhor se adéqua a região (pit stop, palestra, curso, etc). Posteriormente, é aferido o impacto do trabalho realizado e o avanço na conscientização da população em relação ao status de saúde animal e sanidade vegetal da área abrangida pelos técnicos da Idaron.

Coordenado pela fiscal estadual agropecuária engenheira agrônoma Rachel Barbosa da Silva, o PEDSA visa também a inovação do atual sistema de defesa, através do aumento da eficiência e eficácia dessas atividades, com ações sustentadas em iniciativas educacionais e de comunicação social.

Referindo-se à parte técnica do programa, a engenheira agrônoma diz que o PEDSA está vinculado à Coordenação Técnica (Cotec/Idaron) para melhor atender as gerências (GDSA, GIDSV e GIPOA) que demandam ações específicas, além daquelas de cunho geral. “O programa visa ainda a educação continuada para capacitar o corpo técnico priorizando o processo de transição de status sanitário, como atualmente, com a suspensão da vacina contra febre aftosa”, salienta.

Sobre os resultados esperados, Rachel Barbosa acrescenta que a Idaron pretende obter, a partir dessa inovação, e de um sólido planejamento do processo educativo, novas perspectivas e estímulo ao cidadão para que ele assuma responsabilidades e se torne um sujeito participativo e transformador da realidade, “se sentindo comprometido, corresponsável e partícipe dos trabalhos desenvolvidos em sanidade”.

Projeto Gemini é maior fracasso de Will Smith em 20 anos

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O novo thriller de ação de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve a pior estreia da carreira do ator. O filme arrecadou apenas US$ 20,5 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, abrindo em 3º lugar nas bilheterias, atrás de “Coringa” e “Família Addams”.

Nem os mais conhecidos fracassos de Will Smith, “Depois da Terra” e “As Loucas Aventuras de James West”, tiveram resultados tão ruins em seus fins de semana de estreia. “Depois da Terra” abriu com US$ 27 milhões em 2013, com um orçamento de US$ 130 milhões — acabou com uma bilheteria total de US$ 243 milhões. E o pior filme de Smith, “James West”, orçado em US$ 170 milhões, estreou com US$ 27 milhões para chegar a uma bilheteria mundial de US$ 222 milhões em 1999.

Smith teve bilheterias menores antes disso, mas eram produções mais modestas em tempos de ingressos muito mais baratos.

Dirigido por Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), “Projeto Gemini” traz Will Smith como um assassino aposentado de agência secreta que enfrenta um clone mais jovem de si mesmo e investiu pesado em efeitos visuais, não apenas na criação do clone digital rejuvenescido do atro, mas para gravações com tecnologia 3D de ponta. Com isso, teve orçamento de US$ 138 milhões, praticamente o investimento de um blockbuster da Marvel.

O custo elevado faz com que o faturamento seja visto como um desastre, uma vez que o filme foi exibido em salas IMAX e em 3D, com ingressos mais caros.

Ao todo, o longa arrecadou US$ 59,5 milhões em todo o mundo – incluindo nisso R$ 4,7 milhões de bilheteria brasileira.

Antigamente, filmes precisavam arrecadar três vezes os valores de seus orçamento para se pagar. Mas essa conta mudou muito com o aumento da participação do mercado internacional no bolo de faturamento, devido a maior taxação. Na China, por exemplo, Hollywood fica com apenas 25% das bilheterias de seus filmes, fazendo com que os altos valores signifiquem pouco no abate das dívidas. Os custos em P&A (divulgação e publicidade) também dispararam e geralmente são mantidos em sigilo pelos estúdios.

Em compensação, o mercado internacional permite maiores acordos de parceria. Assim, a Paramount não assumiu as despesas de “Projeto Gemini” sozinha. O projeto foi cofinanciado pelas produtoras Skydance e a chinesa Alibaba Pictures, mais o fundo de investimento chinês Fosum. Todos vão compartilhar do prejuízo, estimado pelas publicações voltadas à indústria cinematográfica americana em US$ 60 milhões no mínimo.

Smith vem de um sucesso recente com “Aladdin”, da Disney, mas vinha enfrentando dificuldades nas bilheterias nos últimos anos, graças a opção por dramas que não se conectaram com o público, como “Beleza Oculta” (2016) e “Um Homem Entre Gigantes” (2017).

Seus próximos filmes são a animação “Um Espião Animal” e a continuação “Bad Boys para Sempre”, ambos previstos para janeiro no Brasil.

Prédio residencial de 7 andares desaba em Fortaleza, no Ceará

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Um prédio residencial desabou, na manhã desta terça-feira (15), no Bairro Dionísio Torres, área nobre de Fortaleza. Testemunhas do desabamento relatam que viram pessoas dentro do edifício, no cruzamento na Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli. Logo após o ocorrido, moradores saíram correndo de dentro do condomínio. As informações são do G1.

Segundo moradores do bairro, o prédio tinha sete andares, incluindo a cobertura. Algumas pessoas que passavam pelo local e que sofreram ferimentos foram encaminhadas para algumas clínicas próximas ao prédio.

“Eu estava em casa. Há 30 minutos ouvi um barulho forte. Como se fosse uma batida de caminhão, coisa do tipo. Em seguida ouvi um barulho desencadeado. Eu disse: não. Caiu alguma coisa. Desabou alguma coisa. Olhei pela janela e vi poeira muito forte e gente correndo”, disse Mário Ferreira, morador da região.

Segundo informações de moradores do bairro, o prédio tinha sete andares, incluindo a cobertura. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada ao local. Duas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também estão no local.

O Corpo de Bombeiros pediu para que todos os moradores da região deixassem suas residências. Segundo os bombeiros, há risco de explosões devido a um possível vazamentos de gás, além do risco de choque elétrico devido aos fios de energia espalhados pela rua.

Por conta do desabamento, um trecho da Avenida Antônio Sales até a a Avenida Tomás Acioli ficou bloqueado.

Asus anuncia o lançamento do ROG Phone II no Brasil

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Como prometido pela Asus, a data de lançamento do ROG Phone II, smartphone gamer da marca, foi anunciada no último domingo (13), durante a participação da companhia na Brasil Game Show (BGS).

De acordo com o anúncio, o smartphone gamer chega no dia 21 de outubro. O lançamento será feito de forma simultânea com o novo topo de linha da empresa, o Zenfone 6. “Decidimos apresentar o ROG Phone II simultaneamente ao Zenfone 6, pois reconhecemos a alta expectativa do público brasileiro pela chegada deste produto em nosso país”, afirma Fabio Faria, gerente de marketing da Asus.

Entretanto, ainda não se sabe se a versão que chega às terras brasileiras será a mesma comercializada em outras partes do mundo e nem mesmo qual será o preço do dispositivo. Em todos os territórios onde já foi lançado, a aparelho possui chipset Snapdragon 855+, versões com RAM de 8 GB e 16 GB, e memórias que variam de 128 GB, 512 GB e até 1 TB.

Caso os smartphones cheguem por aqui com essa configuração, além de termos o smartphone mais rápido já lançado, provavelmente teremos um dos mais caros, devido aos impostos. Mesmo assim, é bastante interessante ver os esforços da Asus para trazer o smartphone “mais rápido do mercado” para o Brasil.

Ficha Técnica: ASUS ROG Phone 2

Display

  • 6,6 polegadas (2340 × 1080)
  • AMOLED 120Hz
  • Leitor de impressão digital sob a tela

Processador e memória

  • Qualcomm Snapdragon 855 Plus: GPU com overclock a 675 MHz, núcleo principal com overclock para 2.96 GHz
  • 12 GB de RAM
  • 512 GB de memória interna baseada no padrão UFS 3.0 

    Software

    • Escolha entre interface do usuário similar ao Android padrão (como visto no ASUS ZenFone 6) ou interface do usuário ROG durante a configuração inicial.

    Bateria e Carregamento

    • 6.000 mAh com carregamento rápido de 30 W
    • Porta lateral extra para que você possa jogar confortavelmente enquanto segura o telefone em modo paisagem (“deitado”) e carrega simultaneamente.
    • Autonomia de 7,1 horas em PUBG Mobile a 60 Hz, segundo a ASUS

    Jogos

    • Os botões virtuais “Air Trigger”, ultrassônicos e sensíveis à pressão, retornam. A latência de vibração foi reduzida em 68% de 63ms para 20ms.

 

Áudio e vibração

  • Dois motores vibratórios de alta qualidade, eixo XYZ para sensação de surround
  • ASUS alega que a vibração é 3x mais forte que no OnePlus 7 Pro
  • Alto-falantes estéreo frontais duplos
  • Entrada de fone de ouvido com plugue de 3,5 mm

Câmera

  • Frontal: 24 MP
  • Traseira: 48 MP Sony IMX586 + 13 MP (125 ° FOV)

Receita paga hoje quinto lote de restituição do Imposto de Renda 2019

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São Paulo– A Receita Federal paga nesta terça-feira (15), a partir das 9 horas, o quinto lote de restituição do Imposto de Renda 2019. O lote também inclui restituições residuais de 2008 a 2018.

O valor da restituição estará corrigido, em 3,54% relativo à taxa Selic de maio a outubro de 2019.

Nessa etapa, 2.703.715 contribuintes têm direito à restituição, totalizando o valor de 3,5 bilhões de reais.

Para consultar se foi contemplado, o contribuinte deve acessar o site da Receita, o aplicativo ou ligar para o Receitafone, no número 146.

Se o contribuinte foi contemplado no quinto lote, mas não receber o pagamento nesta terça-feira, deve contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a central de atendimento do banco, por meio dos telefones 4004-0001 (nas capitais),  0800-729-0001 (nas demais localidades) e 0800-729-0088 (exclusivo para deficientes auditivos). Nesse caso, o contribuinte poderá agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

O dinheiro da restituição fica disponível no banco durante um ano. Quem não fizer o resgate nesse prazo terá que solicitá-lo novamente no site da Receita, por meio do Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no portal e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Retificação

No site da Receita, é possível  acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pela Receita. Se houver, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e regularizar sua situação, entregando uma declaração retificadora.

É possível retificar a declaração do Imposto de Renda a qualquer momento. Veja como retificar a declaração do Imposto de Renda 2019.

Flávio Bolsonaro descansa em paz

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O presidente Jair Bolsonaro recebeu o aviso de um ministro do Supremo Tribunal Federal de que, ali, já há maioria de votos para confirmar a decisão de Dias Toffoli de suspender os inquéritos abertos com base em informações fiscais compartilhadas com o Ministério Público sem prévia autorização judicial.

Isso significa: os inquéritos alcançados pela decisão terão que recomeçar do zero – entre eles, o que apurava as suspeitas de que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) se apropriara de parte do salário dos funcionários do seu gabinete à época em que era deputado estadual, e Fabrício Queiroz, seu assessor.

Ainda não há data marcada para que a decisão de Toffoli, avalizada depois pelo ministro Gilmar Mendes, seja submetida ao crivo do plenário do tribunal.

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