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sábado, maio 16, 2026
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Inmet dispara alerta para baixa umidade do ar em 12 municípios de RO

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Doze municípios de Rondônia entraram na lista de atenção do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no início da tarde deste sábado (15), por conta da baixa umidade do ar (veja dicas para minimizar efeitos do ar seco ao fim da reportagem).

Conforme o instituto, que disparou o alerta de cor amarela (potencial perigo), a umidade relativa do ar pode variar de 30% a 20% nos períodos mais quentes do dia. As temperaturas devem alcançar a marca dos 36ºC neste sábado.

Alerta amarelo para baixa umidade foi disparado neste sábado (15).  — Foto: Inmet/Reprodução

Alerta amarelo para baixa umidade foi disparado neste sábado (15). — Foto: Inmet/Reprodução

O alerta amarelo também engloba boa parte do Mato Grosso e regiões de Tocantins e Goiás. Porém, o Inmet informou que ainda não há névoa seca prevista para Rondônia.

“Está no início do período, então acaba que vai diminuindo o volume de chuvas e ficando cada vez mais seco”, disse o meteorologista Amilton Carvalho, reiterando que os meses mais críticos de seca no estado são julho, agosto e setembro.

Veja abaixo os municípios sinalizados com o alerta do Inmet:

Cacoal
Castanheiras
Chupinguaia
Ji-Paraná
Nova Brasilândia D’Oeste
Ouro Preto do Oeste
Pimenta Bueno
Presidente Médici
Primavera de Rondônia
Rolim de Moura
São Felipe D’Oeste
Vilhena

Defesa Civil

Ao G1, o coordenador da Defesa Civil, Marcelo Santos, informou que o órgão já faz um contingenciamento para alertar as pessoas sobre a umidade mais baixa durante o período de estiagem com campanhas de prevenção.

Como reflexo da seca, o nível do Rio Madeira, na capital Porto Velho, por exemplo, caiu para 11, 89 metros. Há somente três meses, o nível chegou a exatos 17,36 metros, afetando mais de 1,4 mil pessoas.

“Já começou a baixar bem. Essa seca também é influenciada pelo fenômeno El Niño, ou seja, o aquecimento das águas no oceano pacífico. Esse fenômeno é um fator decisivo para este período de seca”, explicou Marcelo.

Possibilidade de focos de calor

A baixa umidade também pode influenciar no surgimento de focos de calor em algumas regiões do estado. Conforme Amilton Carvalho, o chamado “Índice de Inflamabilidade de Nesterov”, do Inmet, aponta as possibilidades de ocorrências de incêndios diariamente.

Para sinalizar o grau de perigo, o instituto montou a seguinte legenda: verde (nenhum), verde claro (pequeno), amarelo (médio), laranja (grande), vermelho (perigoso).

Mapa indica pontos com possibilidade de aparecimento de focos de calor.  — Foto: Inmet/Reprodução

Mapa indica pontos com possibilidade de aparecimento de focos de calor. — Foto: Inmet/Reprodução

No caso de Rondônia, há quatro pontos no estado indicando possível aparecimento de focos de calor neste sábado, com dois na cor laranja e dois com pontos vermelhos. Apesar disso, Amilton garante que o indicativo ainda não é extremo.

“Perigo é de queimada espontânea, ou que tenta fazer queimada pequena, quando a vegetação está mais seca. Ou seja, ainda não é extremo. Julho, agosto e setembro fica mais seco”, reforçou o meteorologista.

Entre o início de 2019 e este sábado, Rondônia já contabilizou 193 focos de calor, conforme o banco de dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). No mesmo período do ano passado, o estado registrou 113, o que representa alta de pouco mais de 70% no número de pontos de chamas.

Número de focos de calor aumenta em Rondônia. — Foto: Reprodução/ Brigada Municipal

Número de focos de calor aumenta em Rondônia. — Foto: Reprodução/ Brigada Municipal

No mês passado, o coordenador substituto do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PrevFogo) em Rondônia, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Hélio Moreira, disse ao G1 que os trabalhos para encontrar medidas de combate às queimadas este ano já começaram.

Em Rondônia, 75 brigadistas trabalharão diretamente nos municípios mais críticos, monitorando o surgimento de mais focos e orientando a população por meio da educação ambiental.

Na capital do estado, a Prefeitura de Porto Velho informou que há 30 brigadistas civis trabalham atualmente na capital para frear as chamas por meio do “Programa Porto Velho Sem Fogo”, desencadeado pela Subsecretária Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema).

Confira abaixo dicas para minimizar efeitos do ar seco:

Dicas ajudam minimar efeitos do ar seco.  — Foto: Arte/G1

Dicas ajudam minimar efeitos do ar seco. — Foto: Arte/G1

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 125 milhões na quarta-feira

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2160 da Mega-Sena, realizado na noite de ontem (15) no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. O prêmio fica acumulado em R$ 125 milhões. As dezenas sorteadas foram 01, 19, 46, 47, 49 e 53.

Acertaram a quina 116 apostadores e cada um vai receber R$ 49.024,59. Os 9.486 acertadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 846,52.

O próximo concurso (2161) será quarta-feira (19)

Quina de São João

Continuam as apostas para a Quina de São João. O sorteio será no dia de São João, 24 de junho, e a estimativa inicial do prêmio, que não acumula, é de R$ 140 milhões. O prêmio será pago a quem acertar a maior quantidade de números sorteados na primeira ou nas demais faixas de premiação.

A Quina de São João é realizada desde 2011 e oferece um prêmio maior porque parte do valor dos concursos regulares da Quina é acumulada durante um ano.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) da data do sorteio, em qualquer lotérica do país e também no Portal Loterias Online.

Contribuintes em RO já pagaram mais de R$ 4,7 bilhões em impostos este ano

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Do dia 1º de janeiro a 15 de junho de 2019 os contribuintes em Rondônia pagaram mais de R$ 4,7 bilhões em impostos, segundo dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que calcula o Impostômetro.

Nos primeiros cinco meses do ano, foram arrecadados R$ 4,3 bilhões em impostos, sendo os outros R$ 400 milhões arrecadados somente nos 15 primeiros dias de junho. Esse valor representa 0,4% dos mais de R$ 1,1 trilhão pago pelos contribuintes em todo o Brasil em 2019.

Confira os valores arrecadados em impostos em 2019

Janeiro R$ 1.061.950.544,79
Fevereiro R$ 771.024.580,73
Março R$ 797.435.781,80
Abril R$ 886.702.813,28
Maio R$ 783.508.729,64
Junho (até dia 15) R$ 400.001.083,58
Total R$ 4.700.623.533,84

Até o momento, janeiro foi o mês que apresentou maior arrecadação, tendo pouco mais de R$ 1 bilhão retido em impostos. O município que mais arrecadou em todo o estado foi Porto Velho, responsável por R$ 155 milhões do total, seguido por Ji-Paraná (R$ 27 milhões) e Vilhena (R$ 23 milhões).

Na região Norte, Rondônia é o terceiro estado com maior arrecadação, ficando a frente do Acre (R$ 1,6 bilhão), Amapá (R$ 1,3 bilhão), Roraima (R$ 1,3 bilhão) e Tocantins (R$ 3,6 bilhões).

Brasil

Brasileiros pagaram em impostos em todo país mais de R$ 1,1 trilhão desde o início do ano. O valor corresponde ao total pago para a União, estados e municípios na forma de impostos, taxas, multas e contribuições. O impostômetro foi criado em 2005 e busca estimar o valor que a população brasileira paga para a União, os estados e os municípios.

Rondônia inicia vazio sanitário em mais de 300 mil hectares de área de soja

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Começou neste sábado (15) o período do vazio sanitário nas propriedades produtoras de soja em Rondônia. Durante os próximos três meses, mais de 300 mil hectares de área não poderão receber qualquer plantio.

Segundo o decreto do governo estadual, o vazio sanitário é realizado com objetivo de diminuir e controlar a ferrugem asiática, umas das principais pragas dessa lavoura. Essa ferrugem é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi.

Só em Vilhena (RO), considerada a capital rondoniense da soja, serão mais de 40 mil hectares de área que ficarão no vazio sanitário.

Além da proibição do cultivo, o produtor de soja do estado deve eliminar todas as plantas voluntárias, como as tigueras. A eliminação pode ser feita tanto por meio mecânico quanto químico.

Telmo Heuser é produtor de soja em Vilhena e afirma que está terminando a colheita do milho safrinha. “Após retirar o milho safrinha, vou ficar atento com as plantas voluntárias, pois ela pode hospedar o fungo da ferrugem asiática”, diz.

O vazio sanitário no estado tem duração de 90 dias, terminando assim só em 15 de setembro. Depois desse período, os produtores poderão fazer o plantio da soja correspondente a safra 2019/2020.

Segundo a engenheira Sidcleia Mafra, da Agência de Defesa Agrosilvopastoril (Idaron), se os produtores não respeitarem o período do vazio sanitário podem ser multados de R$ 1.304,20 a R$ 6.521,00, dependendo da situação.

Neste ano, a Idaron diz ter feito o monitoramento da ferrugem no período de plantio da safrinha. A ação teve o objetivo de verificar a incidência e o nível de ocorrência da praga por meio de coleta de material a campo e análise em laboratório.

Após o vazio sanitário, em 15 de setembro, os produtores devem cadastrar as áreas produtoras de soja por meio do site www.idaron.ro.gov.br ou em uma unidade de atendimento da agência.

Programa Compensa Rondônia permite que contribuintes paguem dívidas com precatórios

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Contribuinte com débitos tributários no Estado, referentes ao não recolhimento dos Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) tem a oportunidade de saldar a dívida com valores de precatórios vencidos, desde que esteja inscrito em dívida ativa até 25 de março de 2015. A data segue a regra da emenda constitucional de Nº. 94, de 15 de dezembro de 2016, que dispõe sobre o direito do contribuinte realizar a compensação de débitos tributários e não tributários com o estado inscritos em dívida ativa, com créditos de precatório.

Lançado há oito meses, o Decreto de Nº. 23.259, de 11 de outubro de 2018 que institui o Programa “Compensa Rondônia” é a chance para contribuintes ficarem quites com o fisco estadual.

De acordo com o adjunto da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), Franco Maegaki Ono, o governo do Estado tem um estoque de precatório em torno de R$ 1,5 bi que, por obrigação constitucional, precisa ser pago até 31 de dezembro de 2024. Um comprometimento não apenas de Rondônia, mas de todos os estados do país com acumulo de precatório. “Se o governo federal não abrir uma linha de crédito para financiar os estados, não teremos condições de liquidar o volume de precatório até a data limite”, declara.

Para reduzir esse estoque de precatório, o contribuinte pode saldar a dívida com precatório próprio ou de quem está na lista de espera para receber. “Através deste mecanismo, o Estado não arrecada, mas também não sai um centavo dos cofres públicos. É a compensação de uma dívida pela outra. Com o Compensa Rondônia todos saem ganhando. O credor de precatório, ao invés de esperar cinco anos para receber, pode negociar o valor com algum contribuinte, para receber o dinheiro antecipado. O contribuinte paga a dívida de forma integral, o Estado por sua vez dá baixa na dívida no valor do precatório, e reduz o estoque”, explica.

Franco Ono diz ainda que em muitos casos a negociação do deságio entre credor e contribuinte pode chegar a 50%. O secretário adjunto esclarece que o estado não interfere na transação do desconto entre as partes.

OUTRAS DÍVIDAS

A vantagem do Compensa Rondônia se estende para quem tem dívidas não tributárias, como por exemplo: Multas geradas pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), Tribunal de Contas do Estado (TCE) entre outras.

Secretário Adjunto da Sefin, Franco Maegaki Ono

COMO ADERIR AO COMPENSA

O programa está aberto e não tem data para encerramento. Para participar o contribuinte deve adquirir um precatório com deságio, fazer o pedido de adesão na Procuradoria Geral do Estado (Pge). Se o município não tiver uma regional da PGE, pode procurar uma das unidades da Secretaria de Finanças que encaminha o pedido à Procuradoria.

PARCELAMENTO

O secretário adjunto Franco Ono diz que o ideal é que o contribuinte compre o precatório com desconto e liquide a dívida. Entretanto, se o valor do precatório não for o suficiente para saldar o débito, o Estado faz o desconto do montante do precatório e parcela o restante sem desconto.

ESTRATÉGIA PARA AUMENTAR A ADESÃO

Segundo dados da Secretaria de Finanças, nas últimas semanas foram homologados quase dez processos e mais de 50 estão em tramitação na Procuradoria Geral do Estado.

Para maior divulgação do Compensa Rondônia, a Sefin está viabilizando uma programação neste semestre onde pretende realizar oficinas com empresários do setor produtivo nas principais cidades do estado. “Queremos nos reunir com representantes da Fiero, Fecomércio, Federação das Associações Comerciais e Empresariais (Facer), da Agricultura e Pecuária (Faperon) e da Câmara de Dirigentes Lojistas(CDL) para prestar esclarecimentos sobre o Compensa Rondônia a fim de aumentar a adesão ao programa”, conclui Ono.

Pastoral Carcerária apresenta sugestões ao recém-inaugurado presídio durante reunião com governador

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A questão da ressocialização dos apenados da recém-inaugurada Penitenciária Estadual Jorge Thiago Aguiar Afonso, bem como visita de inspeção, política de assistência à saúde prisional foram levantadas durante reunião ocorrida na tarde de sexta-feira, 14, entre a Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Porto Velho e o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha.

 

A reunião, realizada no Centro de Pastoral Dom Batista Costa, contou com a presença do arcebispo de Porto Velho, Dom Roque Paloschi, do padre José Geraldo da Silva – assessor  da Pastoral Carcerária, e da primeira-dama e secretária Estadual da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), Luana Rocha. Na ocasião, o pároco destacou que a Pastoral Carcerária é uma ação da Igreja Católica no Brasil que tem como objetivo a evangelização das pessoas privadas de liberdade, bem como zelar pelos direitos humanos e pela dignidade humana no sistema prisional. A Pastoral mantém contatos e relações de trabalho e parceria com organismos dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, como também ONG’s locais, nacionais e internacionais.

O padre lembrou que a visita ao presídio foi feita há alguns meses, ou seja, antes mesmo da inauguração. Durante a reunião, o governador destacou que alguns itens pedidos pela Pastoral foram apresentados agora com a unidade prisional concluída e entregue.

O novo presídio tem capacidade para 603 apenados do sistema fechado, possui câmeras de monitoramento e controle aéreo. Possui ainda um modelo arquitetônico único, quatro salas de aula, biblioteca; sala de informática; ala para dependentes químicos; parlatório; espaço para visita das famílias; consultório odontológico; consultório médico e enfermaria. Marcos Rocha detalhou toda a estrutura do presídio que vão ao encontro do que a Pastoral Carcerária considera digna para ressocialização.

O padre fez outras considerações e apresentou sugestões que possam ser desenvolvidas no novo presídio. De imediato, o governador se comprometeu em manter outros contatos com a Pastoral Carcerária para que sejam realizadas discussões sobre o sistema carcerário do Estado. Ele ainda enfatizou as ações religiosas voltadas ao processo de ressocialização de pessoas privadas de liberdade, lembrando, inclusive, da assistência religiosa nos presídios em acordo com a Lei de Execução Penal.

Em resposta, o governador deixou claro que a intenção e de construir um sistema prisional verdadeiramente capaz de ressocializar e que no novo presídio há uma sala multiuso destinada, inclusive, para ações religiosas.

O governador também garantiu que todos os itens apresentados pela Pastoral serão minuciosamente detalhados com atenção visando, justamente, contribuir para a cobertura assistencial aos detentos.

Obras no Complexo da EFMM seguem a todo vapor em Porto Velho

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Valorizar a memória da capital, por meio da sua história, esse é o objetivo da Prefeitura de Porto Velho com a obra de revitalização do Complexo Ferroviário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. A Prefeitura de Porto Velho, por determinação do prefeito Hildon Chaves, iniciou os trabalhos de revitalização de todo o complexo no final do ano passado.

Neste momento, são realizadas três etapas dos trabalhos: a primeira começou com o estudo arqueológico, para pesquisar possíveis materiais históricos antigos na região. A segunda é o projeto de reurbanização de todo o complexo, incluindo os galpões e margem do rio Madeira. Já a terceira é o muro de proteção que está sendo construído com rochas da antiga cachoeira de Santo Antônio.

A previsão é que a obra seja entregue à população em um prazo de 18 meses. O prefeito Hildon Chaves destaca o potencial econômico que a revitalização vai trazer ao complexo ferroviário, pois vai fomentar ainda mais o turismo da região, aumentando oportunidades de novos negócios.

O prefeito aproveita e pede que a população tenha um pouco mais de paciência, pois o complexo precisou ser fechado para a obra, mas garante que a espera vai valer a pena.

Plenário vota suspensão do decreto das armas, PECs e medidas contra corrupção

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A Ordem do Dia da próxima terça-feira (18) será aberta com o projeto (PDL 233/2019) que susta o decreto do governo que amplia as possibilidades de porte de arma (Decreto 9785, de 2019). O projeto foi aprovado, em conjunto com outras seis propostas, na última quarta-feira (12) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi feito um acordo com as lideranças para que a matéria, de iniciativa do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), seja apreciada no Plenário na próxima semana.

O regulamento do Executivo altera o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003). Assinado em maio pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, o decreto concede porte a 20 categorias profissionais e aumenta de 50 para 5 mil o número de munições que o proprietário de arma de fogo pode comprar anualmente. Medidas que facilitam o acesso a armas e munição faziam parte das promessas de campanha de Bolsonaro.

PECs

A pauta também traz uma série de propostas de emenda à Constituição (PECs). Uma delas é a PEC que insere a proteção de dados pessoais de brasileiros e estrangeiros residentes no país, inclusive os disponíveis em meios digitais, no rol de garantias individuais estabelecido pela Constituição de 1988 (PEC 17/2019). Outra PEC é a 57/2016, que simplifica a burocracia fiscal e tributária em municípios de pequeno porte. A proposta diminui as exigências fiscais e tributárias dirigidas a micro e pequenas empresas, especialmente em cidades pequenas.

PEC 6/2018, que elimina a possibilidade de perda automática da nacionalidade brasileira em casos de naturalização, também está na pauta. Os senadores ainda devem analisar a PEC que amplia a fatia dos estados no Orçamento da União (PEC 51/2019). A proposta aumenta de 21,5% para 26% a parcela do produto da arrecadação dos impostos de renda (IR) e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados (IPI) destinada ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

Corrupção

Também consta da pauta do Plenário o projeto de iniciativa popular conhecido como “Dez medidas contra a corrupção” (PLC 27/2017). A proposta traz várias alterações na legislação para criminalizar a compra de votos e o chamado caixa dois eleitoral, além de agravar penas de crimes relacionados à corrupção. Na Câmara, diversos pontos das propostas originais foram rejeitados e os deputados introduziram medidas para coibir o abuso de autoridade, também de juízes e procuradores. O relator da matéria, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), diz acreditar que as medidas propostas para o combate à corrupção e à impunidade serão eficazes.

A pauta ainda traz o projeto que disciplina a produção e a comercialização de queijo artesanal (PLC 122/2018) e o que garante a permanência de construções à margem de estradas (PLC 26/2018). Os dois projetos tramitam em regime de urgência.

Falta do aterro no contrato gera atraso na entrega de ponte sobre o rio Jamari em Ariquemes, RO

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Um ano depois da previsão contratual, a nova ponte sobre o rio Jamari, na BR-421, em Ariquemes (RO), ainda está longe de ser inaugurada. A estrutura da ponte foi concluída em janeiro deste ano, mas como o aterro de acesso à ponte não constava no contrato inicial, os trabalhos estão paralisados.

De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagens, Infraestrutura e Serviços Públicos de Rondônia (DER-RO), responsável pela construção da ponte, o projeto do aterro está em fase de conclusão, para ser licitado em seguida.

“A parte de aterro não estava no contrato e está sendo elaborada no projeto, para poder ir para a contratação de uma empresa responsável na execução da obra. Pela nossa previsão, se tudo correr certo, o projeto ficará pronto no início de julho e seguirá para a licitação. Aí são dois a três meses para iniciar a obra”, explicou o diretor da 2ª Residência Regional de DER em Ariquemes, Hélio Antônio Oliveira.

Cabeceiras da ponte ainda devem construídas na BR-421 em Ariquemes — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

Cabeceiras da ponte ainda devem construídas na BR-421 em Ariquemes — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

Enquanto isso, muitos condutores relatam passar transtornos com a ponte atual, que está com problemas na estrutura. O motociclista Júlio César conta que quase sofreu um acidente em cima da ponte.

“Esses dias quase sofri um acidente por causa de um vergalhão que está exposto na pista. Preciso passar pela ponte todos os dias e todo dia é um transtorno. A gente precisa dessa nova ponte para facilitar o trânsito e evitar acidentes”, disse o trabalhador.

Construída há mais de 30 anos, a estrutura da atual ponte já não suporta o intenso fluxo de veículos que passa pela BR-421. Cada vez que passa algum veículo de carga pesada, a estrutura da ponte começa a balançar.

Motociclista disse que quase sofreu acidente devido a vergalhão exposto na ponte antiga na BR-421 em Ariquemes — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Motociclista disse que quase sofreu acidente devido a vergalhão exposto na ponte antiga na BR-421 em Ariquemes — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Por ser de mão única, os condutores precisam esperar os veículos que estão passando de um lado, para prosseguirem na travessia.

A rodovia dá acesso aos municípios de Monte Negro, Buritis e Campo Novo de Rondônia, mas a movimentação ficou ainda maior por conta da interdição da RO-459, que dá acesso a Alto Paraíso e Garimpo Bom Futuro. Com isso, os condutores utilizam a estrada federal para chegar até a RO-457, conhecido como Travessão B-40.

De acordo com o DER-RO, a previsão é de que a nova ponte seja inaugurada até o fim de ano. O departamento não informou o valor a mais que será gastos pelo projeto e execução do aterro de acesso à ponte.

Construção

A nova ponte começou a ser construída em fevereiro de 2017 e foi orçada em R$ 5,2 milhões. A nova travessia possui 120 metros de comprimento, 11,2 metros de largura e pista de mão dupla. A obra foi construída ao lado da atual ponte, que será utilizada para a travessia de ciclistas e pedestres.

O prazo inicial era de ser entregue em junho de 2018 e havia chegado aos 50% de execução em outubro de 2017.

Mas em agosto de 2018, o engenheiro responsável pela obra, Derson Celestino, informou que a estrutura sofreu com fatores da natureza e teve um desmoronamento de vigas, o que gerou atraso na construção.

“Houve um atraso de cerca de três meses devido ao desmoronamento de três vigas por conta do nível do rio ter subido muito rapidamente”, disse na época.

Passado o problema, os operários conseguiram concluir os 25% de execução restantes da estrutura da ponte em janeiro desse ano.

Bebê faz coração com as mãos durante exame pré-natal no Acre

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Durante um exame de ultrassonografia, feito nesta quinta-feira (13) em uma maternidade de Rio Branco (AC), um fato curioso chamou a atenção dos pais da criança e do médico. A bebê, que vai ser chamar Maria Valentina, fez um coração com as mãos durante o exame de rotina. As informações são do G1.

Os pais, Ludmila Pereira e Francisco Manueres, estavam no hospital para um exame de rotina. Ludmila está no sétimo mês de gravidez. Durante o ultrassom, a filha do casal fez um coração com as mãos.

“Essa é um ultrassom em 3D, que um médico me presenteou. Ele que tirou a foto pelo celular, percebeu e tirou. Como tinha ganhado, ele não imprimiu, ficou só laudo. Foi muito rápido porque ela estava se mexendo muito”, disse a mãe ao G1.

Segundo Ludmila, o médico explicou que o gesto foi um reflexo da filha à forte luz do aparelho e que causou sensibilidade no bebê, fazendo que ela levantasse as mãos para cobrir o rosto.

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