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sexta-feira, maio 15, 2026
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OAB/RO pede reativação de Delegacia da Mulher em tempo integral

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Na busca por um atendimento mais humanitário e acessível às mulheres vítimas de violência em Porto Velho, a Comissão da Mulher Advogada (CMA) da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO), vai solicitar  junto à Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), a revitalização do ambiente, bem como o funcionamento por tempo integral da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), em Porto Velho.

A decisão foi tomada após uma série de visitas realizadas na Delegacia da Mulher por membros da CMA. Nas visitas,  as advogadas identificaram  uma série de problemas enfrentados pelas vítimas de violência que,  após passar por uma situação que é cada dia mais crescente no país, não dispõe do mínimo possível de estrutura para enfrentar o problema.

O presidente da OAB/RO, Elton Assis, explica que ação teve como objetivo conhecer a realidade enfrentada por estas mulheres e propor soluções para a melhoria de atendimento. “Nossa intenção é defender os direitos de todos e a OAB está em parceria com todos os órgãos que lutam em defesa da igualdade de gênero”, fala.

De acordo com o laudo apresentado pela Comissão, o local, além de não atender em tempo integral, está em situação precária não dispondo se quer de um espaço reservado para que as vítimas aguardem atendimento.

Dentre os problemas apontados, está ainda a falta de atendimento por um quantitativo efetivo de funcionários, tendo em vista que a todo instante chegam mulheres vítimas de violência doméstica, que precisam aguardar por horas até serem atendidas.

A presidente da CMA, Karoline Monteiro, ressalta que a estrutura das delegacias dificulta o registro de ocorrência contra a mulher. “Por fim, a mulher agredida sofre uma agressão institucional, porque não há o acolhimento por parte do Estado”, fala.

Com base nas visitas realizadas, a Comissão irá oficiar a Sesdec, para que ações sejam tomadas o quanto antes, para garantir a segurança destas mulheres, iniciando pela reforma do local, inclusão de equipes especializadas e multidisciplinares e principalmente o atendimento por 24h ininterruptas.

Para a coordenadora da Prevenção e Combate da Violência contra a Mulher da CMA, Evanilde Marinho, a estrutura para atendimento é essencial para o combate à violência contra a mulher. “Para a mulher chegar à delegacia para fazer o registro, é difícil e, muitas vezes, quando chega, não é dada a devida atenção”, conclui.

Também participaram das visitas as advogadas Lorena Bento, Belzina Shockness, Nucimélia Conceição e Vivían Fonseca.

Plataforma para combater violência doméstica será lançada na Câmara hoje

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Mental world of human concept.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e a comissão externa que acompanha casos de violência doméstica lançam, nesta tarde, o Projeto Glória – plataforma de inteligência artificial voltada para o combate à violência contra a mulher.

O projeto foi idealizado pela professora da Universidade de Brasília Cristina Castro-Lucas e reuniu empresas das áreas social e de tecnologia para criar a robô Glória. Por meio de interfaces inteligentes e de autoaprendizagem, Glória entenderá os fatos abordados e identificará soluções para quebrar o ciclo de violência contra mulheres e meninas.

O objetivo do projeto é alcançar mais de 20 milhões de pessoas, além de gerar relatórios com segmentação por faixa etária, local, dados socioeconômicos e padrão de ocorrências.

Dados
O relatório global de 2019 da ONG internacional Observatório dos Direitos Humanos, divulgado em janeiro, concluiu que há uma epidemia de violência doméstica no Brasil. Em 2016, 4.645 mulheres foram assassinadas no País. Em 10 anos, foram registrados 221.238 casos de violência doméstica, o que equivale a 606 casos por dia.

O lançamento da nova plataforma na Câmara foi sugerido pela presidente da Comissão da Mulher, deputada Luísa Canziani (PTB-PR), e pela deputada Flávia Arruda (PR-DF).

O evento está marcado para a 17 horas, no Salão Nobre do Congresso.

Audiência discute valor da conta de luz nos estados da Amazônia

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Diretores de distribuidoras de energia elétrica foram convidados para discutir, nesta quinta-feira (25), o valor das tarifas praticadas nos estados da Amazônia. A audiência será promovida pelas Comissões de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia; e de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.

“A tarifa de energia elétrica do Tocantins se encontra entre as mais elevadas em vigor no País”, reclama o deputado Célio Moura (PT-TO), que pediu a realização da audiência pública. “Seus valores excessivos impactam no dia a dia a vida dos consumidores residenciais. De toda sorte a tarifa de energia, por si só, afeta a performance do Estado no âmbito do regional e nacional.”

Foram convidados para explicar aos parlamentares a composição das tarifas estaduais:
– o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone da Nóbrega;
– o diretor-presidente da Energisa Tocantins Distribuidora de Energia S/A, Márcio Mário Zidan;
– o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso, Riberto José Barbanera;
– o diretor-Presidente da Eletrobras Distribuição Rondônia – Centrais Elétricas de Rondônia S.A.(CERON), André Luiz Cabral Theobald; e
– o diretor-Presidente da Eletrobras Distribuição Acre – Eletroacre, José Adriano Mendes Silva.

O debate, que será realizado no plenário 15 a partir das 10 horas, será transmitido ao vivo pela internet. Os interessados poderão ainda enviar perguntar, críticas e sugestões aos deputados e convidados. Clique no banner abaixo e participe.

Relator vota por redução da pena de Lula no caso do triplex

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O ministro Felix Fischer, relator do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Superior Tribunal de Justiça (STJ), votou na tarde desta terça-feira, 23, para reduzir a pena do petista no caso do “triplex do Guarujá” para 8 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão.

A Quinta Turma do STJ iniciou na tarde desta terça-feira o julgamento do recurso em que Lula tenta rever a condenação de 12 anos e um mês de prisão imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso.

Considerado linha dura e rigoroso pelos colegas, Fischer fez uma leitura resumida das mais de 170 páginas do voto. Ainda faltam votar mais três ministros do colegiado.

Em um voto enxuto e técnico, Fischer não abraçou as principais teses defendidas pela defesa do ex-presidente – como a falta de provas e a competência da Justiça Eleitoral para cuidar do caso. O ministro, no entanto, redimensionou a pena imposta ao ex-presidente ao analisar os fatos elencados no caso.

“Quanto ao crime de corrupção passiva, não verifico ilegalidade na valoração negativa das quatro circunstanciais iniciais, consideradas pelo TRF-4, todavia reduzo o patamar estipulado e exaspero em 9 meses cada uma das vetoriais”, disse o ministro, sem entrar em detalhes.

Eleitoral

Um dos pontos levantados pela defesa de Lula é o de que o órgão competente para julgar o caso é a Justiça Eleitoral. Isso porque o Supremo Tribunal Federal decidiu no mês passado que crimes como corrupção e lavagem devem ser julgados na Justiça Eleitoral se estiverem relacionados a caixa 2 de campanha.

Embora o petista não tenha sido condenado por caixa 2, a defesa alega que o processo menciona suspeitas de crime eleitoral, de que Lula teria liderado um esquema de arrecadação de valores a partidos políticos, que custearia campanhas eleitorais.

“Não há imputação alguma de autoria dos crimes eleitorais alegadas pela defesa. Muito embora suscite o agravante (Lula) um cenário hipotético eleitoral, a ação de usar dinheiro oriundo de crime em campanha eleitoral não é definido como crime eleitoral na lei. A competência da 13ª Vara (de Curitiba, que condenou Lula em primeira instância) já restou devidamente assentada, tendo sido amplamente analisada”, observou Fischer.

A Quinta Turma do STJ é composta por cinco integrantes. No mês passado, o ministro Joel Ilan Paciornik, no entanto, se declarou impedido de julgar o recurso de Lula – um dos advogados pessoais do ministro atua para a Petrobras, que é assistente de acusação no processo do petista.

Fisco estadual terá novo programa de estímulo à regularização para o empresariado rondoniense

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Será lançado nesta sexta-feira (26) o novo programa de estímulo à conformidade fiscal de Rondônia, o Fisconforme. A solenidade conta com autoridades estaduais, além de entidades representantes do setor produtivo e de classe, sinalizando para a sociedade a mudança de posicionamento do fisco estadual em relação à forma de fiscalizar o empresariado. O evento acontecerá a partir da 9h, na Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero).

Segundo o secretário de Finanças do Estado, Luís Fernando Pereira da Silva, as informações sobre o funcionamento do programa serão disponibilizadas no Portal do Contribuinte para que todas as inconsistências detectadas, de acordo com o cruzamento de dados, sejam apontadas para cada empresário com prazo de 30 dias para autorregularização.

“Nós vamos notificar o contribuinte, online, sem que isso implique em penalidade, e assim inauguramos uma nova forma de relacionamento entre o fisco e o empresário. Se chegássemos diretamente com uma ação fiscal e alguma irregularidade fosse detectada, seríamos obrigados por lei a fazer um auto de infração. Com o Fisconforme, notificamos eletronicamente e damos a oportunidade para a regularização para evitar a multa”, explica o secretário.

Com o novo programa, o Governo do Estado espera que as empresas se mantenham regularizadas e procurem ter o máximo de adequação no cumprimento de suas ações tributárias e não fiquem expostas à penalidade, evitando onerar custos com pagamento de multas

“O que queremos é o crescimento das empresas. Se elas crescem, aumentamos também nossa base de arrecadação e mantemos o mercado e a atividade econômica estadual aquecidos”, diz Luís Fernando, secretário da Sefin.

A utilização da tecnologia para trabalhar o programa junto ao contribuinte, demonstra conhecimento do fisco sobre as operações empresariais, como notas fiscais, cartões de crédito, e tudo que deve ser declarado. Com o cruzamento de dados, o segundo passo dentro do programa é “ranquear” as empresas por conformidade com o fisco.

“Vamos classificar as empresas de acordo com o grau de cumprimento das obrigações tributárias, o que permitirá o tratamento diferenciado às empresas que estejam melhor classificadas. Por exemplo: elas terão maior agilidade de atendimento nos postos de fronteira, como em Vilhena, como um canal verde, diminuindo o tempo de transporte e suprimento de mercadorias para o estoque. Também terá a vantagem de regime especial, que ao invés de pagar o imposto na entrada do estado, a empresa terá 30 dias para pagar, e a dilação de prazo também tornará a relação da empresa com o fisco mais leve”, completa Luís Fernando.

O secretário conclui afirmando que o programa é, de certa maneira, uma forma de fazer um cadastro positivo das empresas, e melhorar a relação de negócios no mercado, certificando o bom comportamento tributário dos contribuintes, e ainda de revisão dos procedimentos internos da Sefin, da maneira de atuar diante das empresas e mudar a cultura da casa quanto ao que se pode melhorar no atendimento.

SEMAGRIC Volta a ser SECRETARIA Através de Lei Complementar Aprovada na Câmara de Vereadores de Porto Velho, Nesta Segunda-feira 22-04-2019

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O projeto, encaminhado pelo prefeito Hildon Chaves para votação na Câmara Municipal de Porto Velho, que eleva a Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento para o nível de Secretaria Municipal, passando a ser denominada Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric), foi aprovado durante sessão na tarde desta última segunda-feira (22/4).

Atualmente, a subsecretaria é gerida pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Básicos (Semisb). O projeto, já aprovado, prevê a criação de toda a estrutura equivalente a de uma secretaria, com cargos de secretário titular e adjunto.

A votação aprovou a nova redação, acrescentando e alterando os dispositivos da Lei Complementar nº 648, de 6 de janeiro de 2017 e suas respectivas alterações. “O prefeito entendeu que a mudança era necessária devido a abrangência do Município, que tem mais de 7 mil quilômetros de estradas vicinais. A Semagric se torna mais empoderada e independente, com um alto volume de trabalho, podendo até requisitar mais recursos em Brasília”, disse Devanildo Santana, assessor de política governamental da Prefeitura, ao reforçar a importância da adequação, que deve gerar mais celeridade no atendimento ao setor da agricultura e pecuária. O projeto passa a vigorar a partir da sanção do prefeito.

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