Em um painel na CinemaCon, o presidente do Walt Disney Studios Alan Horn confirmou os planos de continuação de diversas franquias da Fox, que após a fusão concluída no mês passado, passam a ser propriedade da Disney.
Segundo o CBM, a Disney confirmou planos de continuação de franquias como Alien, Planeta dos Macacos, Deadpool, Avatar, Kingsman e Maze Runner: “Nós pretendemos fazer nossa parte, e é com este espírito que continuaremos a criar novas histórias”.
Horn assegurou fãs do Mercenário Tagarela dizendo: “Vocês verão mais de Deadpool nos próximos anos”. O executivo, no entanto, não esclareceu se o futuro de cada uma das produções será no cinema ou na plataforma de streaming Disney+.
A HBO anunciou que um dos estúdios de Game Of Thrones, na Irlanda do Norte, será mantido na locação e se tornará uma atração turística, que fará parte do projeto Game Of Thrones Legacy.
Com o encerramento da série, que transmitirá o seu último capítulo em maio, a HBO pretende abrir diversas locações que foram utilizadas pela série para visitação. O primeiro, no Linen Mill Studios, será inaugurado em meados de 2020.
De acordo com a declaração oficial do estúdio, “o tour deixará visitantes ficarem cara a cara com peças originais dos sets, figurinos, adereços e armas que fazem parte do mundo de Westeros e Essos. Com elementos interativos de bastidores e sets grandiosos, visitantes poderão recriar os passos dos residentes mais marcantes de Westeros e reviver momentos icônicos da série, passando exatamente pelos lugares onde as cenas foram filmadas”.
Confira imagens conceituais da tour [via The Wrap]:
Os medicamentos comercializados no país só poderão ser reajustados em até 4,33% em 2019. O índice definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) vale a partir de abril. O percentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste, ou seja, cada empresa pode optar pela aplicação do índice total ou menor, a depender das estratégias comerciais. Será uma correção igualitária para os três grupos de insumos: os de maior concorrência, concorrência moderada e concentrada. Atualmente, mais de 12 mil apresentações de medicamentos são comercializadas no Brasil.
“O reajuste continua atendendo aos princípios da racionalidade e previsibilidade, proporcionando transparência à população e a empresas do setor farmacêutico. Dessa forma, se evita abusos nos preços de medicamentos. É importante reforçar que a CMED faz o monitoramento e atua rigorosamente na autuação de empresas que estejam em desconformidade com o limite máximo do ajuste anual permitido”, afirma o Secretário Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Ricardo Santana.
Para chegar ao índice, a CMED observa fatores como a inflação dos últimos 12 meses (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos (X), custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica (Y) e a concorrência de mercado (Z), conforme determina o cálculo aderido desde 2015. Diante destes fatores, foi observado que não houve projeção de ganhos de produtividade do setor farmacêutico, o que impactou na própria concorrência entre as farmacêuticas, já que os dois índices são interligados.
Para exercer o direito ao ajuste, as empresas fabricantes devem encaminhar as informações de vendas realizadas no segundo semestre do ano passado e informar qual percentual de ajuste pretendem aplicar, não podendo ultrapassar o máximo autorizado para cada classe de medicamentos.
A CMED publica, mensalmente, no site da Anvisa, a lista com os preços de medicamentos nas diferentes alíquotas de ICMS incidentes. Em caso de descumprimento dos preços máximos permitidos ou de aplicação de ajuste em um índice superior ao máximo definido, as empresas infratoras ficam sujeitas a penalidades que podem variar entre 649 a 9,7 milhões de reais.
CÁLCULO – MEDICAMENTOS
Desde 2015, o Ministério da Saúde, a Anvisa e os demais Ministérios que compõem a CMED adotam critérios para melhor adequar o índice à realidade do mercado farmacêutico, favorecendo a concorrência. A fórmula de cálculo, aprovada por consulta pública, garante maior transparência, por detalhar toda metodologia de cálculo do ajuste; segurança, por utilizar apenas fontes oficiais e públicas; previsibilidade, por determinar datas de divulgação dos fatores; e maior racionalidade, por estimar com precisão a concorrência de mercado e por usar fontes que refletem melhor todo o mercado brasileiro de medicamentos.
CMED
Criada em 2003, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) é um órgão interministerial, presidido pelo Ministério da Saúde, que tem, dentre outras atribuições, a competência para definir diretrizes e procedimentos relativos à regulação econômica do mercado de medicamentos, estabelecer critérios para a fixação e ajuste de preços, bem como zelar pela proteção dos interesses do consumidor desses produtos, podendo, inclusive, decidir sobre aplicação de penalidades.
A CMED estabelece limites para preços de medicamentos, adota regras que estimulam a concorrência no setor, monitora a comercialização e aplica penalidades quando suas regras são descumpridas, garantindo assim o direito do consumidor de obter o melhor preço de medicamentos no país. Além disso, ela é responsável também pela fixação e monitoramento da aplicação do desconto mínimo obrigatório para compras públicas.
Na sessão da Assembleia Legislativa de Rondônia desta terça-feira (2), o deputado Anderson Pereira (Pros) sugeriu uma recomendação coletiva da Casa de Leis para que o governador Marcos Rocha (PSL) volte atrás em nomeações que realizou sem o aval do Parlamento.
A proposta foi apresentada durante discussões sobre pedido de impeachment, protocolado por um advogado no Poder Legislativo no início da semana. Segundo a acusação, o governante cometeu crime de responsabilidade ao violar artigo da Constituição Estadual com 16 nomeações de presidentes e dirigentes de autarquias e fundações estaduais, sem que os nomes tenham sido aprovados pela Assembleia.
Anderson lembrou que já tinha alertado o chefe do Executivo sobre um possível pedido de impeachment, por ocasião da única reunião que teve com o governante, para tratar do realinhamento salarial de agentes penitenciários e agentes de segurança socioeducativo.
“Eu não voto em impeachment para quem não tem nem 100 dias de Governo, mas se continuar do jeito que está, sem uma resposta efetiva para a população que votou em todos nós e no governador, que espera por estradas, escolas e hospitais, vai chegar um momento que vamos ter que tomar uma atitude”, alertou o parlamentar.
O deputado afirmou ainda que se o denunciante tiver mais denúncias, como vem declarando na imprensa, que apresente na Casa de Leis para serem devidamente apuradas.
Por fim, Anderson Pereira defendeu que a tramitação do pedido de impeachment seja transparente, conforme já garantiu o presidente Laerte Gomes (PSDB), bem como coerência na decisão dos deputados.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, acabou caindo na provocação da oposição e iniciou um bate-boca tenso durante sua fala na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Ao defender o sistema de capitalização, Guedes disse aos deputados: “Se quiserem, embarquem seus filhos no avião em que vocês estão e vão acabar como Rio de Janeiro, Minas Gerais”.
A fala do ministro foi recebida com aplausos dos parlamentares governistas, enquanto representantes da oposição gritavam “Chile”, em alusão aos problemas previdenciários pelos quais passam o país, citado como exemplo de sucesso por Paulo Guedes. “O Chile tem quase o dobro da renda per capita do que o Brasil, acho que a Venezuela está melhor”, ironizou.
O ministro então começou um bate-boca com deputados oposicionistas, principalmente com Henrique Fontana (PT-RS), a quem Guedes respondeu: “Deputado, fale mais alto do que eu”.
Com a confusão generalizada – que incluiu deputados homens mandando colegas mulheres “calarem a boca” e outras mulheres saindo em defesa das deputadas atingidas -, Guedes acalmou os ânimos e terminou pedindo desculpas. “Me aconselharam a não reagir, mas tentei ser atencioso. Sou muito respeitoso. Cometi o erro de interagir. Assim que eu interagi, vocês transformaram em outra coisa”, afirmou. “Meu papel é relativamente simples, quem vai julgar são os senhores. Com a maior franqueza, não cabe a mim entrar no debate político. Tenho que dar explicações e não preciso me exaltar, me desculpe”.
“Muitas meninas e mulheres autistas parecem ser apenas pessoas tímidas e introvertidas”, diz a escritora e empresária britânica Alis Rowe. Com frequência, afirma ela, “essas garotas quietas – e seus problemas – podem ser ‘invisíveis’ para outras pessoas”.
Informada de que era autista quando já era adulta, Alis é uma das poucas mulheres a obter um diagnóstico – pelo menos, em comparação com os homens.
Os transtornos do espectro autista (TEA) são uma condição com a qual uma pessoa precisa conviver ao longo da vida e que afeta a forma como ela se comunica e interage com o mundo. O nível de funções cognitivas e intelectuais de autistas varia bastante, desde um profundo comprometimento destas habilidades até impactos bem mais sutis.
Estima-se que 1 a cada 160 crianças em todo o mundo tenha TEA, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mas há uma enorme disparidade nos diagnósticos por gênero.
No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, estatísticas publicadas mostram uma grande concentração em casos de autismo entre os homens em comparação com as mulheres. Os números oficiais no Reino Unido indicam que há cerca de 700 mil pessoas no espectro do autismo, com uma proporção de aproximadamente dez homens para uma mulher. Outros estudos no mundo apontam para uma proporção de 16 para 1.
Mas e se os parâmetros de diagnóstico forem tendenciosos quanto ao gênero do paciente? Carol Povey, diretora do Centro para o Autismo da Sociedade Nacional Autista Britânica, diz que há um crescente consciência sobre esta questão.
Novas pesquisas científicas no Reino Unido, especificamente projetadas para detectar características autísticas em mulheres, sugerem que a proporção real entre homens e mulheres autistas pode estar mais próxima de 3 para 1.
Se isso estiver correto, centenas de milhares de meninas e mulheres em todo o mundo estão convivendo com autismo sem sequer saberem disso.
A importância do diagnóstico de autismo
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionSe uma criança acredita que ‘não se encaixa’ com outras de sua idade, pode haver um motivo para isso
Alis conta que só foi diagnosticada aos 22 anos de idade. “Passei toda a vida me perguntando por que era ‘diferente’, me sentindo aterrorizada por isso e tentando me adequar.”
Ela diz que o diagnóstico transformou sua vida. “Agora, há uma razão pela qual sou diferente. É assustador ser diferente e não ter ideia do porquê. Isso te faz se sentir completamente sozinho”.
Alias afirma que o diagnóstico lhe trouxe “paz de espírito, a sensação de estar se encerrando um ciclo e autoaceitação”.
“Hoje, posso explicar aos amigos e colegas que tenho dificuldades e que meu pensamento e comportamento podem ser um pouco ‘incomuns’. Tudo isso levou, no fim das contas, à uma melhora da minha saúde mental e a relacionamentos mais significativos e agradáveis.”
Como Alis, muitas pessoas dizem que um diagnóstico permitiu que entendam por que são como são e finalmente serem aceitas e compreendidas pela família e por amigos.
Diagnosticar o autismo também é importante porque muitos pacientes têm outros problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e autoflagelação. Um estudo realizado no Reino Unido descobriu que 23% das mulheres hospitalizadas por anorexia preenchiam os critérios diagnósticos para o autismo.
Por que tantas garotas e mulheres autistas passam despercebidas?
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionMeninas esforçadas, calmas e bem-comportadas não chamam a atenção de professores e médicos
Os sinais de autismo em meninas e mulheres não são os mesmos que em meninos e homens e podem passar despercebidos, especialmente em casos de autismo de alto funcionamento, um termo informal usado para designar os casos em que a pessoa tem habilidades cognitivas acima da média em comparação com outros autistas.
Uma dificuldade enfrentada pelos pesquisadores é que meninas com autismo parecem se comportar de maneiras consideradas “adequadas” - se não ideais – para elas em comparação com meninos: podem parecer ser passivas, retraídas, dependentes dos outros, não envolvidas nas situações que vivenciam ou mesmo deprimidas.
Elas podem se tornar aficionadas e até mesmo obsessivamente interessadas em temas muito específicos, como ocorre com os meninos autistas, mas elas podem não gravitar em direção às áreas de conhecimento “nerds”, como tecnologia ou matemática.
“Infelizmente, na cultura ocidental, as meninas que exibem esses comportamentos são mais propensas a serem alvo de piadas ou ignoradas do que diagnosticadas e tratadas”, diz a mãe de uma garota com TEA.
“Para um observador externo, esse tipo de pessoa simplesmente parece ‘passar despercebida’, é um tipo de pessoa que ‘some na paisagem’. Ela não é considerada ‘problemática’ ou ‘desobediente’, portanto, ninguém realmente nota o que está acontecendo”, diz Alis
A dificuldade de obter um diagnóstico
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionO diagnóstico de autismo pode trazer alívio para o paciente e sua família
Alis – que é tímida, mas assertiva – foi ao seu médico com uma lista de motivos pelos quais achava que estava no espectro autista e foi encaminhada para uma avaliação.
Mas e se o paciente é uma criança? O que acontece se ela não souber se expressar e alguém estiver falando em nome dela?
“Quando diagnosticaram minha filha com TEA, foi um grande alívio”, diz Marilu*. “Mas como é que uma mãe pode sentir alívio quando sua filha de 10 anos é diagnosticada com uma doença que não tem cura e terá impacto no resto de sua vida?”
Bem, foi assim com Marilu, após ela lutar por anos para fazer com que médicos e professores ajudassem a descobrir o que estava acontecendo com sua filha, Sophia.
Ela descreve que chegar a esse ponto foi o auge de uma “batalha para entender o que estava por trás da extrema tristeza” da menina.
Os TEAs surgem ainda na infância e tendem a persistir durante a adolescência e a fase adulta. Algumas pessoas no espectro do autismo podem viver de forma independente. Outras têm deficiências graves e requerem cuidados e apoio ao longo da vida.
Se os pais e cuidadores têm as informações corretas, podem buscar treinamento e adquirir habilidades vitais, como administrar as dificuldades de comunicação e comportamento social, o que, por sua vez, podem melhorar o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas com TEA e de quem convive com elas.
A mãe ‘hipersensível, emotiva’ e sua criança ‘mimada’
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionIdentificar a causa dos problemas enfrentados pela criança é um passo importante para que seus pais possam ajudá-la
“Minha filha Sophia é muito tímida de uma forma peculiar. Ela é ‘séria’ e ‘muito criativa’ – foi assim que a professora a descreveu”, diz Marilu.
“Eu sabia desde muito cedo que ela tinha dificuldades de fazer amigos da sua idade. Eu apenas achava que era algo que tinha a ver com o fato de ela ter nascido prematuramente.”
Mas Marilu não queria “exacerbar a situação”. “Não me preocupou que ela fosse percebida como ‘diferente’, até eu a ver sofrendo na escola. Na hora de dormir, ela dizia: ‘Não tenho amigos, mamãe, ninguém gosta de mim'”, diz ela.
“Eu falava para ela que todos nós temos dias bons e ruins. Mas estava ficando preocupada e, muitas vezes, perguntava aos professores se eles notavam se alguma coisa estava acontecendo na escola. A resposta foi sempre a mesma: ‘Nada está acontecendo’.”
Mas a situação piorou, e Marilu voltou a procurar os professores. “Perguntei a eles se Sophia era alvo de bullying. Sabia que algo estava errado. Mas me disseram que eu era ‘muito emotiva’ e ‘hipersensível’. Eu até fui acusada de ‘mimá-la'”.
Enquanto Marilu e sua família lutavam para entender o que estava acontecendo, todos sofriam: “Uma vez, eu disse a um amigo que, ao levar Sophia para a escola, parecia que a estava levando para o matadouro”.
“Ao longo dos meses, vi minha menina ficar cada vez mais com raiva e frustrada. Ela fingia estar bem fora de casa, mas, quando estava em casa comigo, entrava em crise”, diz Marilu.
“Eu não entendia porque tudo tinha de ser tão difícil. Brigava com ela quando insistia em escovar os dentes antes de colocar o pijama. Simplesmente não compreendia porque isso fazia diferença.”
Mesmo sabendo que Sophia estava sofrendo, Marilu diz que não conseguia evitar. “Tentei e falhei. Infelizmente, minhas emoções me levavam a agir de formas ruins. Talvez, se tivesse eu tivesse explicado (aos médicos) o que estava acontecendo por meio de fatos, em vez de sentimentos, poderíamos ter recebido um diagnóstico mais cedo”, diz Marilu.
‘Não há problema se você não se encaixar’
Direito de imagemGETTY IMAGESImage caption‘Se você quiser ajudar os portadores de autismo, leia e aprenda sobre isso’, diz Alis, que é autista
Alis diz que, até recentemente, “pessoas quietas que passam despercebidas”, pessoas que tendem a ser “esforçadas, agradáveis e bem educadas” não atraíam a atenção dos profissionais de educação e saúde.
Mas há uma mudança em curso mundo científico, e o viés de gênero está sendo lenta e progressivamente debatido.
“Se você quiser ajudar os portadores de TEA, leia e aprenda sobre autismo. Mesmo que você nunca receba um diagnóstico, saber sobre isso significa estar ciente das estratégias que pessoas autistas usam. Pode, literalmente, mudar sua vida”, diz Alis.
“Se você é autista e passou a vida inteira tentando se encaixar, comece a entender que não há problema em não se encaixar. Na verdade, você tem muitas habilidades e capacidades únicas. Se puder, transforme suas diferenças em algo que seja seu sustento”, diz Alis, que dirige o The Curly Hair Project, uma empresa que dá apoio a pessoas no espectro autista e a quem convive com elas.
Se você for o pai ou responsável por um autista, observe os interesses ‘diferentes’ da criança e aprecie a forma como eles vêem o mundo. Tenha em mente que o que pode ser fácil para você pode ser muito difícil para eles.
Sophia está feliz por finalmente ter um diagnóstico: “Estou aliviada, mas também um pouco preocupada. Não quero que meus colegas de classe saibam, porque não quero ser diferente, não quero que ninguém tire sarro de mim.”
Mas ela preferiria não ter sido diagnosticada? “Ah, não, isso tira um peso do meu coração.”
*Os nomes de Marilu e Sophia foram alterados para preservar sua privacidade.
Já faz uns meses que a Netflix resgatou a série Lucifer depois do cancelamento da Fox. Pouco se sabe sobre a nova temporada, mas os produtores Joe Henderson e Ildy Modrovich garantiram que os novos episódios serão mais sombrios e “sexies” que as temporadas anteriores — que eram de uma rede aberta.
“Sabíamos que queríamos fazer uma série que fosse essencialmente a mesma, no fundo”, explicaram em entrevista ao SpoilerTV. “Então, as partes mais obscuras ficaram um pouco mais sombrias, e as partes sensuais, mais sensuais.
Ainda sem data de estreia, a nova temporada de Lucifer terá 10 episódios ao invés dos tradicionais 22 dos anos anteriores. A ideia também é bem-vinda para a dupla, que vê nisso a chance de construir um arco narrativo mais conciso e serializado: “O único lado ruim é não podermos fazer episódios de ‘monstros da semana’, que podem ser bem divertidos e mostrar um lado descolado de alguns personagens”, ponderaram.
A nova temporada terá, entre as novidades, a adição de Inbar Lavi ao elenco, que vai interpretar Eva: “Ele está em um lugar emocionalmente bastante vulnerável no momento”, contou Tom Ellis a respeito da adição. “Não que algum dia ele reconheceria isso. É nesse momento que, do nada, Eva aparece. Vê-la traz muita coisa de volta para ele, a respeito do homem que ele costumava ser — ou do Demônio que costumava ser. Ela nunca se esqueceu dele. E ela o ama.”
O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, fala durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto
A Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela, ligada ao governo de Nicolás Maduro, aprovou a suspensão da imunidade parlamentar de Juan Guaidó, autodeclarado presidente do país e presidente da Assembleia Nacional, que é de oposição. O pedido para a suspensão foi encaminhado pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).
O presidente da Suprema Corte, Maikel Moreno, argumentou que Guaidó violou as medidas cautelares impostas contra ele, como a proibição de deixar a Venezuela. O autodeclarado presidente viajou para o Brasil, Paraguai, Argentina e Equador em fevereiro.
O presidente da Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela (ANC), Diosdado Cabello, disse que a suspensão da imunidade parlamentar de Guaidó é uma demonstração de justiça.
Além do fim da imunidade, Guaidó é investigado pelo Ministério Público da Venezuela, ligado a Maduro, por desrespeito à Constituição e às autoridades públicas ao autodeclarar-se presidente da República.
Guaidó está ainda proibido de exercer cargos públicos por 15 anos. Segundo a Controladoria da Venezuela, ele não forneceu informações sobre suas despesas e condições financeiras no período em que viajou para o exterior.
O BBB 19 perdeu mais um participante nessa terça-feira (2). O paredão formado por Rodrigo, Carol e Hariany culminou na eliminação de Rodrigo.
O brother recebeu 69,71% dos votos e deixou o reality, se tornando o 10º eliminado. Carol foi a segunda mais votada com 28,37%, seguida por Hariany, com 1,92%.
Antes de sair da casa, Rodrigo recebeu carinho dos colegas de confinamento. Gabriela chorou bastante e foi consolada por Alan.