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quinta-feira, maio 14, 2026
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Cirone Deiró enaltece a produtividade e qualidade do cacau em Rondônia

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O deputado estadual Cirone Deiró (Podemos), durante pronunciamento na sessão ordinária desta terça-feira (26), enalteceu a produção cacaueira em Rondônia, por sua produtividade e qualidade.

“Como presidente da Comissão de Agropecuária e Política Rural desta Casa, não poderia deixar de registrar o dia do Cacau, comemorado nesta terça-feira. Temos cidades que homenageiam o cacau em seu nome, como Cacoal, Theobroma, Cacaulândia e Jaru”, destacou.

Cirone disse ainda que “visitei a Câmara Setorial do Cacau, e fui informado de que se produzia 800 kg por hectare. Mas, hoje, com os clones, estamos produzindo cerca de 4 toneladas por hectare. É uma opção de produtividade o ano inteiro, e vamos solicitar que o Governo incentive a produção cacaueira em Rondônia”.

Para o deputado, o café é outro exemplo de cultura que esteve relegada, mas que se reergueu. “A cafeicultura estava em baixa, mas a então deputada estadual Glaucione Rodrigues, acreditou e assegurou mudas de café clonal para a região de Cacoal, e hoje o café robusta de Rondônia é respeitado no país todo”.

O parlamentar afirmou ainda que “na questão dos cartórios, não é uma briga para eles, mas sim para o povo de Rondônia. Precisamos trazer esse assunto à baila e discutir também com a sociedade”, observou.

Cirone Deiró relatou que esteve em reunião recente em Rolim de Moura, tratando do fortalecimento da regionalização da saúde. “Queremos que o Estado possa interceder para a criação de um consórcio, para a contratação de especialistas em saúde, que atenderia na região de Rolim de Moura”.

Ele também se posicionou contrário à decisão do Governo, em transferir para as prefeituras, a responsabilidade na saúde indígena.

 

Pesar

Cirone manifestou ainda seu pesar pela morte do jornalista esportivo de Cacoal, José Carlos Pereira, ocorrida nesta terça-feira.

Deputado Jean Oliveira destaca necessidade de regionalizar a saúde na Zona da Mata

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O deputado Jean Oliveira (MDB), detalhou na sessão ordinária desta terça-feira (26), a audiência pública ocorrida na última semana em Rolim de Moura. Ele afirmou que, apesar de o município já ter contado com muitos políticos influentes, a saúde não foi regionalizada.

“Na audiência vimos que todos os políticos, agora, independentemente de partido, estão unidos para que o setor de saúde receba mais atenção”, destacou o parlamentar.

Jean Oliveira disse que a Zona da Mata precisa de cirurgias especializadas, como as que são realizadas atualmente em Porto Velho e Cacoal.

Ele também deixou registrado seu republico à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por não concordar com a decisão de reduzir em menos de 8% o percentual de reajuste de tarifa, que tinha sido de 25%.

“Assis o reajuste vai quebrar as empresas do Estado. A Aneel, que deveria tratar dos consumidores, tratou dos interesses do consórcios”, afirmou Jean Oliveira.

Jair Montes lamenta inércia do Governo Marcos Rocha

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O deputado estadual Jair Montes (PTC) usou a tribuna, na sessão ordinária desta terça-feira (26), para manifestar preocupação pela falta de articulação política, de ações, de projetos e de mobilização efetiva do governador Marcos Rocha (PSL), em quase 90 dias de mandato.

“Não se tem nada de concreto, nada de efetivo. Não tramita um único projeto relevante, de autoria do Executivo nesta Casa, que vai trazer alguma mudança, algum benefício para a população, infelizmente”, lamentou.

Montes também se posicionou contra a decisão do Governo Federal, em acabar com os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), transferindo a responsabilidade na saúde indígena, para os municípios.

“Só em Guajará-Mirim, são quase 7 mil índios. Como o município, que já está quebrado, vai assumir mais essa missão? O Governo Bolsonaro veio com mudanças, mas não pode ser mudanças por mudanças, é preciso ter responsabilidade e bom senso”, observou.

Montes denunciou ainda que a Companhia de Água e Esgotos de Rondônia (Caerd) está falida, com dívidas próximas de R$ 2 bilhões. “É preocupante essa situação, pois a empresa está falida e endividada”,

Jair Montes ainda informou que o recém empossado diretor regional do DER em Cacoal, Alex Reis, está se especializando em falar mal desta Casa. “Ele é indicação do vice-governador José Jodan (PSL) e precisa se explicar, sobre sua atuação e parar de criticar a Assembleia Legislativa”.

Ao finalizar, ele lembrou que o agora senador Confúcio Moura (MDB), empunha uma bandeira em defesa da educação, mas enquanto governador, não fez ações efetivas. “Ele utilizou contêineres para a educação, alguns com preços elevadíssimos”.

Adelino Follador parabeniza esforço pela redução do aumento de energia elétrica

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Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a redução de 7% no reajuste da tarifa. Ele também criticou o serviço prestado pela empresa Energisa no Estado.

Segundo ele, o Ministério Público precisa cobrar da Energisa, e não dos prefeitos, quando a energia não chega às escolas municipais.

Follador também abordou a responsabilidade da saúde indígena, que o governo federal anunciou que ficará sob responsabilidade das prefeituras.

Segundo ele, os municípios não conseguem mais arcar com tantas despesas, porque a cada ano o governo federal tira responsabilidades de si e repassa para os prefeitos.

“Quando o governo federal não consegue assumir uma responsabilidade, deve encaminhar também o dinheiro para as prefeituras”, disse o parlamentar.

“ESTÁ TUDO COMO DANTES NO QUARTEL D’ABRANTES” Laerte Gomes, presidente do legislativo estadual CRITICA o governo de Rondônia, usando a famosa frase.

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O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), ao discursar na sessão ordinária desta terça-feira (26), fez um alerta às autoridades da área de segurança pública estadual. Segundo relatou, os municípios situados na região da BR-429, não possuem médicos legistas e sequer instalações específicas, onde possam ser realizadas as necropsias, que são exigidas em casos de mortes por violência ou em morte natural com vítima não-identificada.

De acordo com o parlamentar, quando há necessidade, determinada em lei, para a necropsia no Instituto Médico Legal (IML), os familiares dos mortos são obrigados a arcar com altos custos para o translado do cadáver até a cidade de Ji-Paraná. Para o deputado, isso implica, além da tristeza com a perda do “ente querido”, em constrangimento e grave drama social.

 

Laerte Gomes explicou que esta maratona para legalizar o corpo para o sepultamento, dura, no mínimo, entre dois a três dias. Ele frisou que Rondônia conta com apenas dois postos efetivos do IML, um na Capital e outro em Ariquemes, este funcionando em local cedido pelo município, pois a sede ainda está em construção.

 

Cidades como Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura, Vilhena, e Guajará, ainda conforme o presidente, contam apenas com um médico legista em cada localidade, que faz o trabalho diretamente nas funerárias ou nos hospitais. “E não se percebe sinalização do poder público para reverter essa situação, ” lamentou.

 

O deputado constatou que a Superintendência da Polícia Técnico-científica continua estagnada. Apesar de agora ter autonomia administrativa, nada mudou. “As autoridades” – criticou o parlamentar – “parecem que perderam a noção da importância dessa estrutura de polícia técnica. ”

 

 

Soluções 

 

Laerte sugeriu a instalação urgente de um Posto Avançado da Superintendência de Polícia Técnico-científica para atender aos municípios localizados na região da BR-429. Ele entende que a instalação deste Posto Avançado agilizaria as perícias em casos de acidentes de trânsito, crimes contábeis, crimes contra o patrimônio etc.

 

Além disso, o posto avançado, na análise do deputado, agilizaria também os exames de análise instrumental, balística, biologia e bioquímica, física, química e exames de entorpecentes. “Esse transtorno social, psicológico e financeiro das famílias precisa acabar logo. Peço às autoridades da área de segurança e o governador Marcos Rocha que atendam aos clamores populares, ” reforçou.

Rondônia é o terceiro maior produtor de cacau do Brasil

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Com 18 mil toneladas colhidas em 2017, em uma área plantada de 11,5 hectares, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rondônia tenta voltar a ser destaque na produção de cacau, ficando como terceiro maior produtor do Brasil, atrás apenas da Bahia e do Pará. A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) implementa o Projeto de Revitalização da Cacauicultura, objetivando impulsionar a produção de cacau no Estado, que já esteve em 40 mil hectares de áreas plantadas.

O trabalho de revitalização da cacauicultura, conforme dados obtidos na Secretaria de Agricultura (Seagri) junto à Comissão da Lavoura Cacaueira, se baseia na utilização do cacau clonal, geneticamente mais produtivo e mais resistente à vassoura de bruxa, que na década de 90 praticamente inviabilizou o plantio de cacau no Estado. O cacau clonal é resultado de pesquisas realizadas na Ceplac da Bahia que passou a ser plantado e cultivado em outros Estados, dentre os quais Rondônia.

Outra característica do cacau clonal destacada pelo superintendente adjunto da Ceplac é que a colheita pode ser feita em tempo menor que o cacau convencional. É nos municípios de Jaru, Ouro Preto do Oeste e Ariquemes que está concentrada a maior produção de cacau em Rondônia. Mas a lavoura está presente em praticamente todos os municípios. Depois de um período de desânimo, a produção de cacau está sendo retomada com força total. O governo de Rondônia e as prefeituras têm firmado parceria com a Ceplac, por meio de acordos de cooperação técnica, fundamentais para o segmento da cacauicultura rondoniense. A tecnificação da cacauicultura garante mudanças que contribuem para melhorar a produção de cacau.

A inovação tecnológica que a Ceplac vem aplicando na cacauicultura do Estado é baseada na adoção de novas práticas de manejo por conta do uso do cacau clonal, objetivando garantir maior produtividade nas lavouras com custo de produção minimizado. São cultivares de cacaueiros já registradas no Registro Nacional de Cultivares do Ministério da Agricultura, que apresentam baixos índices de defeitos agronômicos e com características vantajosas, são cultivares reproduzidas de forma assexuada, por meio da clonagem. As lavouras cacaueiras formadas por meio de mudas enxertadas permitem a uniformidade do plantio. Além disso, o balanceamento de solos permite a redução considerável do custo de produção. A tecnologia está à disposição dos produtores conforme se verifica na parceria do governo de Rondônia e Ceplac.

Estamos competindo com os tradicionais produtores deste fruto, como Bahia com 170 mil toneladas, e Pará com 99 mil toneladas. Em Rondônia as lavouras de cacau surgem como um complemento para a renda na agricultura familiar com um produto que tem mercado assegurado. O cacau de Rondônia tem qualidade e com tecnologia pode melhorar a produção, aqui não falta espaço e tem garantia de mercado consumidor. Ainda se faz necessário mais apoio do estado para consolidar e incorporar o cacau que é muito importante na economia regional.

A importância das parcerias entre o Governo do Estado, o Governo Federal e as instituições que estão trabalhando em defesa dos produtores rurais para melhorar a cacauicultura em Rondônia.

O Governo de Rondônia através da Emater tem incentivado a revitalização das lavouras de cacau em Rondônia. O Governo do Estado, o Governo Federal e a Assembleia Legislativa estão unidos ao lado dos pequenos agricultores, lutando por um preço justo para a venda do cacau de boa qualidade produzido em Rondônia.

AO VIVO: TRANSMISSÃO DIRETO da ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE RONDÔNIA – 26/03/2019

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? AO VIVO: TRANSMISSÃO DIRETO da ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE RONDÔNIA – 26/03/2019

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Porto Velho registra duas mortes por H1N1; Agevisa alerta sobre campanha de vacinação

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Duas pessoas morreram neste ano em virtude da gripe Influenza H1N1, em Porto Velho, segundo dados divulgados pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa). A duas semanas para o início da campanha de vacinação, o órgão fala sobre a importância da imunização contra os vírus mais influentes e medidas de prevenção com medicação e cuidados básicos.

A Influenza é um vírus respiratório que, em 2009, entrou configurado como pandemia no Brasil. Hoje, já considerado um vírus sazonal, fica disperso no ar e, no Estado, aumenta a probabilidade de infecções no período chuvoso, com maior circulação entre os meses de janeiro e maio. A Influenza tem dois tipos: A e B. O vírus de maior ocorrência de surtos e epidemias é o tipo A, que tem subtipos, onde a maior frequência é o tão conhecido H1N1.

A vigilância em unidades sentinelas é realizada nas capitais brasileiras e municípios com mais de 300 mil habitantes. Rondônia conta com duas, sendo o Hospital Infantil Cosme e Damião e a Policlínica Ana Adelaide. A gripe não é uma doença para notificação compulsória, mas, na unidade sentinela, todo caso de síndrome gripal deve ser registrado obrigatoriamente e, com atendimento e profissionais de saúde capacitados, deve ser coletado material de nasofaringe. As informações coletadas permitem a dedução da ocorrência de gripe para trabalhar com a identificação dos vírus e saber qual tipo está circulando com maior incidência ou a ocorrência de um novo vírus.

“Essas informações são enviadas ao Ministério da Saúde e, com as amostras coletadas, é possível confirmar os três vírus que mais estão circulando no Brasil e trabalhar com a vacinação trivalente. Que para 2019 continua com a prevenção dos mesmos vírus: H1N1, H3N2 e Influenza B, porém com um reforço na proteção, pois o subtipo H1N1 sofreu uma mutação e apresentou reações diferentes no organismo da pessoa”, explicou Arlete Baldez, gerente técnica de vigilância epidemiológica.

Quando uma pessoa é contaminada com o vírus da Influenza, pode ser uma síndrome gripal leve, que pode agravar e, com complicações, causar internação e evoluir a uma forma grave e óbito. A vigilância da Influenza conta com duas avaliações distintas. Para a síndrome gripal, forma benigna da doença, é importante o atendimento nas unidades de saúde, para diferenciação dos sintomas, que deve considerar o resfriado, quadro gripal que não afasta a pessoa das atividades normais com sintomas mais brandos, e a gripe, se por influenza, apresenta sintomas mais fortes, como a febre alta, prostração, dor de cabeça, tosse, coriza, espirro, lacrimejamento, dor retro orbital e mialgia.

Em 2019, foram registrados nas unidades sentinelas 84 casos de síndromes gripais, segundo dados atualizados pela Agevisa até 25 de março. Com o vírus da H1N1 quatro casos foram notificados em Porto Velho, onde dois óbitos ocorreram, com uma pessoa em quadro de comorbidade e um bebê de sete meses. A maioria dos casos de gripes em Rondônia são provocados pelo vírus Sincicial Respiratório, que apresenta riscos para recém-nascidos, ou em bebês com problemas cardiopatas, participantes de programas de saúde com tratamento de prevenção específico. Outro vírus notificado é o parainfluenza, com um caso no Estado. As unidades sentinelas também notificaram 14 casos de síndrome respiratória aguda grave, doenças com ocorrência de complicações respiratórias. Todos os hospitais do Estado são obrigados a coletar exame de nasofaringe dos pacientes internados com histórico de gripe, que levou ao agravo na dificuldade em respirar, necessitando de suporte respiratório na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Em Porto Velho, nove casos foram notificados, sendo três com a H1N1, que gerou complicações com dois pacientes do grupo de risco, resultando em óbito.

A primeira grande medida de prevenção é a vacina, onde a campanha da vacina trivalente começa dia 10 de abril em todas as salas de vacinação e almeja a meta de imunização de no mínimo 90% de cada grupo com prioridade de pessoas com probabilidade de imunidade comprometida: crianças, idosos, gestantes, puérperas, indígenas, pessoas privadas de liberdade, servidores do sistema prisional e comorbidade: diabéticos, hipertensos, obesos, asmáticos, pessoas com problemas hepáticos, entre outros. Além do reforço para professores e profissionais de saúde, para que não sejam transmissores do vírus às pessoas do grupo de prioridade. Segundo a gerente epidemiológica, todos que foram vacinados ano passado, devem vacinar durante esta campanha.

“A vacina é feita com vírus morto, não tem a possibilidade de tomar e ficar gripado por causa da vacina. O que pode acontecer é ao tomar a vacina, com uma gripe com vírus em período de encubação, o sistema imunológico reage ao anticorpo presente no organismo”, reforça Arlete, devido aos boatos de resistência contra a vacina.

A segunda medida de prevenção, para pessoas vacinadas ou não, é o tratamento na incidência de gripe em estado avançado, com uma medicação antiviral chamada “tamiflu” (fosfato de oseltamivir), fornecida nas unidades de saúde, que combate o vírus da influenza e evita complicações, hospitalização e óbito. Para melhor eficácia, o paciente deve tomar o remédio em até 48h dos primeiros sintomas da gripe, indicado pelo profissional de saúde, considerando as prioridades do grupo de risco e pessoas comuns.

Para reforçar a prevenção, a orientação da Agevisa valoriza os cuidados básicos individuais, como evitar sair de casa com gripe, lavar as mãos com frequência e evitar tocar na boca, nariz e olhos, usar lenços descartáveis, espirrar com a limitação do braço na altura do nariz e boca, alimentação e hidratação, para melhores reações à gripe.

Justiça de RO determina sequestro de R$ 30,7 milhões de contas do Estado e DER por não restaurarem rodovia

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A Justiça de Rondônia determinou o sequestro de R$ 30,7 milhões das contas do Estado e do Departamento Estadual de Estadas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER-RO) por descumprirem duas decisões liminares para efetuarem a restauração da pista e sinalização da RO-460. A via dá acesso à cidade de Buritis (RO), no Vale do Jamari.

De acordo com a decisão do juiz Hedy Carlos Soares, da Comarca de Buritis, o Estado e o DER-RO não cumpriram com a tutela de urgência concedida pelo juízo, vindo a causar o iminente risco à vida e integridade física aos usuários da rodovia. O sequestro financeiro deverá ser procedido via BACEN JUD.

Na sentença, as requeridas ainda foram condenadas a realizarem, em um prazo de 15 dias, a cobertura dos buracos e crateras existentes na rodovia, com o objetivo de reduzir o risco de acidentes fatais e danos materiais, enquanto não seja feito o total recapeamento da estrada.

Além de terem que apresentar um cronograma de atividades a serem desenvolvidas no local, com o prazo de 30 dias, para o início das obras de recuperação da pavimentação e a implantação de toda a sinalização adequada. Durante o período de obras, a estrada deverá ser sinalizada, para garantir a segurança dos condutores.

Consta na decisão, que o Estado chegou a arguir preliminar de ilegitimidade passiva por não ter responsabilidade sobre os danos encontrados na rodovia. Porém, o magistrado não acatou a preliminar sob o fundamento da omissão do DER-RO, o que gera responsabilidade ao ente federativo.

O que disse o Estado e o DER-RO?

G1 questionou a secretaria de comunicação do Estado e a assessoria do DER-RO se ambas recorrerão ou acatarão a sentença e quais os procedimentos a serem tomados, mas nenhuma das duas enviou resposta.

A direção da 15ª Residência Regional do DER de Buritis informou que as equipes de trabalho do departamento devem iniciar ainda nesta terça-feira (26), as obras emergenciais de tapa-buracos na rodovia e que o projeto de recapeamento da estrada está em fase de licitação.

Promotoria de Buritis ingressou com ação civil pública após constatar situação precária da rodovia — Foto: Buritis Agora/ReproduçãoPromotoria de Buritis ingressou com ação civil pública após constatar situação precária da rodovia — Foto: Buritis Agora/Reprodução

Promotoria de Buritis ingressou com ação civil pública após constatar situação precária da rodovia — Foto: Buritis Agora/Reprodução

O imbróglio judicial iniciou em 2018, após o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) ingressar com uma ação civil pública de obrigação de fazer, em razão das condições precárias durante diligências na principal rodovia de acesso ao município.

A primeira liminar determinando a restauração da rodovia foi concedida pela Justiça em fevereiro de 2018. A Promotoria de Buritis constatou a existência de diversos buracos na pista, ausência de faixas sinalizadoras e vegetação no acostamento que tapam as placas. A Promotoria ainda destacou que o problema acontecia todos os anos, sobretudo na temporada de chuvas.

Em resposta, o DER-RO informou na época que RO-460 seria totalmente recapeada e que o processo licitatório para a restauração da rodovia já foi encaminhado à coordenadoria de obras.

Entretanto, em fevereiro de 2019, os problemas persistiram e a rodovia ainda não havia sido recapeada, fazendo com que a Justiça concedesse uma nova decisão liminar para a restauração da via.

Segundo o MP, apenas um pequeno trecho da rodovia recebeu os serviços de cobertura emergencial dos buracos por parte do DER-RO e o restante permaneceu sem qualquer obra de recuperação, mesmo após o deferimento da liminar anterior.

O juiz ainda agravou que o DER-RO não realizou nenhuma operação para minimizar o estado precário da via, sendo que o serviço de utilização de terra para encobrir os buracos se mostra totalmente ineficaz.

Paulo Guedes desiste de ir à CCJ da Câmara para debater reforma

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O Ministério da Economia informou na manhã desta terça-feira (26) que o ministro Paulo Guedes não vai à CCJ(Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados para falar sobre a reforma da Previdência.

A pasta afirma que a equipe técnica e jurídica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho “estará à disposição para representar” Guedes.

A oposição afirma que o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), irá convocar Guedes para comparecer na quarta-feira (27).

Leia a nota do ministério:

“O Ministério da Economia informa que a equipe técnica e jurídica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho estará à disposição para representar o ministro Paulo Guedes na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados para esclarecer pontos da PEC 06/2019, nesta terça-feira, 26 de março. A ida do ministro da Economia à CCJ será mais produtiva a partir da definição do relator”.

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