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Governo de Rondônia atualiza casos de Mpox em Porto Velho

Coletiva em Rondônia confirma quatro casos de Mpox em Porto Velho e reforça medidas preventivas
Governo de Rondônia confirma quatro casos de Mpox em Porto Velho durante coletiva de imprensa

O Governo de Rondônia atualizou, nesta sexta-feira (20), o cenário da Mpox em Porto Velho e confirmou quatro casos da doença na Capital. Durante coletiva de imprensa, representantes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) detalharam a situação atual.

Até o momento, a Vigilância registrou seis notificações. Desse total, a equipe técnica confirmou quatro casos após exames laboratoriais e descartou dois.

Quatro casos confirmados na Capital

Todos os pacientes são homens, com idades entre 20 e 40 anos. Eles moram em Porto Velho e não relataram viagens recentes. Além disso, as equipes investigam vínculos epidemiológicos para evitar novas transmissões.

No Hospital Infantil Cosme e Damião, profissionais notificaram um caso suspeito. No entanto, os exames descartaram Mpox e confirmaram varicela. Assim, a Secretaria afastou risco de contágio relacionado a esse atendimento.

Os pacientes confirmados buscaram atendimento no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron). Lá, os médicos realizaram avaliação clínica, orientaram sobre isolamento e iniciaram acompanhamento contínuo. Atualmente, todos permanecem em monitoramento.

Governo reforça vigilância e transparência

Coletiva de Imprensa sobre infecção pelo vírus Mpox em Porto Velho

Durante a coletiva, o governador Marcos Rocha afirmou que o Estado mantém vigilância ativa. Segundo ele, as equipes atuam de forma preventiva e priorizam a transparência das informações.

Além disso, o governador orientou a população a procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ao identificar qualquer sintoma suspeito. Dessa forma, o diagnóstico precoce reduz o risco de transmissão.

A secretária adjunta da Sesau, Mariana Bragança, explicou que o sistema estadual de saúde está preparado para atender novos casos. Segundo ela, as equipes acompanham os pacientes com monitoramento clínico e epidemiológico contínuo.

Situação da Mpox no Brasil

No cenário nacional, o Ministério da Saúde contabiliza 47 casos de Mpox em 2026. Até agora, o país não registrou óbitos neste ano. Além disso, a maioria dos pacientes apresentou quadros leves ou moderados.

Entre janeiro e fevereiro de 2025, o Brasil registrou 260 casos da doença. Portanto, as autoridades mantêm vigilância constante para conter possíveis surtos.

O que é a Mpox

A Mpox é uma doença infecciosa causada por vírus do gênero Orthopoxvirus, o mesmo grupo associado à antiga varíola humana.

Na maioria das situações, a infecção evolui de forma controlada. Contudo, a transmissão ocorre principalmente por contato físico direto e prolongado. Por isso, ambientes com aglomeração e proximidade física aumentam o risco de contágio.

Por outro lado, especialistas não classificam a Mpox como doença de transmissão aérea à distância.

Sintomas da Mpox

Inicialmente, o paciente pode apresentar:

  • Febre

  • Mal-estar

  • Dor de cabeça

  • Dores musculares

Posteriormente, surgem lesões cutâneas características da doença.

Tratamento e orientação à população

Os médicos adotam tratamento de suporte, com controle da dor, hidratação e acompanhamento clínico. Em geral, os pacientes apresentam evolução favorável.

No entanto, o diagnóstico precoce e o isolamento temporário são fundamentais para interromper a cadeia de transmissão. Portanto, ao perceber sintomas, o cidadão deve procurar atendimento médico e seguir rigorosamente as orientações das equipes de saúde.

Fonte: Metrópoles

Mendonça manda Alcolumbre enviar sigilos de Vorcaro à CPMI do INSS

Documentos sigilosos e martelo judicial simbolizam decisão do STF sobre envio de sigilos à CPMI do INSS
STF determina envio dos sigilos de Daniel Vorcaro à CPMI do INSS após devolução à Polícia Federal.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou nesta sexta-feira (20) que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), devolva à Polícia Federal os sigilos do banqueiro Daniel Vorcaro e garanta o envio das informações à CPMI do INSS. A decisão altera entendimento anterior e reforça o compartilhamento dos dados com a comissão parlamentar.

A medida envolve documentos oriundos de quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático no âmbito das investigações relacionadas ao chamado Caso Master.

Decisão obriga devolução imediata do material

No despacho, Mendonça ordenou que a Presidência do Congresso Nacional entregue imediatamente à Polícia Federal todos os elementos informativos obtidos por meio das quebras de sigilo. Segundo o ministro, o material não deve permanecer sob custódia do Congresso.

Além disso, ele determinou que a Polícia Federal, após receber os documentos, compartilhe os dados tanto com a equipe responsável pelas investigações quanto com a CPMI do INSS, garantindo acesso formal às informações.

A decisão atende a um pedido da presidência da comissão parlamentar, que havia solicitado ao STF a devolução integral dos dados apreendidos.

Reversão de entendimento anterior

Anteriormente, o ministro Dias Toffoli havia determinado que os documentos permanecessem sob posse do presidente do Senado. No entanto, com o novo despacho, Mendonça redefine a guarda do material e restabelece o fluxo de compartilhamento com a comissão.

Segundo o ministro, a investigação envolve interesse público primário, já que apura possíveis fraudes contra o sistema previdenciário. Portanto, a entrega dos documentos à Polícia Federal e o repasse à CPMI se mostram adequados para assegurar a continuidade das apurações.

Interesse público e investigação em curso

Na justificativa, Mendonça destacou que a investigação trata da proteção do patrimônio público e da defesa de parcela vulnerável da população, especialmente beneficiários do INSS.

Dessa forma, o ministro considerou que o compartilhamento dos dados respeita os princípios constitucionais e fortalece a atuação das CPIs, previstas no artigo 58 da Constituição.

A decisão reforça o papel institucional da CPMI do INSS na apuração de possíveis irregularidades e amplia o acesso às informações consideradas estratégicas para o avanço das investigações.

Impacto político e institucional

A medida pode intensificar o debate político em torno da atuação da comissão e das investigações conduzidas pela Polícia Federal. Ao mesmo tempo, a decisão sinaliza alinhamento entre STF e órgãos de investigação no compartilhamento de provas.

Com isso, a CPMI passa a ter novamente acesso aos elementos que haviam sido retirados por decisão anterior, o que pode influenciar os próximos depoimentos e diligências.

Prefeitura intensifica ações em parques e distritos de Porto Velho

Montagem com parque revitalizado, trilha na floresta, apicultura e iluminação urbana em Porto Velho
Prefeitura amplia ações em lazer, meio ambiente, infraestrutura e desenvolvimento rural

A Prefeitura de Porto Velho intensificou, nos últimos dias, uma série de ações voltadas à qualidade de vida da população. As iniciativas envolvem infraestrutura urbana, preservação ambiental, desenvolvimento rural e incentivo à ciência. Ao mesmo tempo, a gestão busca ampliar o acesso a espaços públicos e fortalecer a economia local.

Parque da Cidade ganha novos espaços e internet gratuita

Após a retirada da decoração natalina, o Parque da Cidade passou por revitalização completa. A intervenção incluiu melhorias estruturais e novos ambientes de convivência.

Entre as novidades, destacam-se o jardim sensorial, o redário com redes e balanços e a iluminação artesanal noturna. Além disso, a quadra de vôlei foi revitalizada e o espaço ganhou quadra de espiribol.

Agora o espaço conta com tomadas para recarga de celulares e notebooks, além da oferta de internet gratuita ao público em geral

O coreto superior ao lago agora conta com tomadas para recarga de celulares e notebooks. Também foi implantada internet gratuita para o público.

Com isso, o parque se tornou mais acolhedor e funcional. Atualmente, o espaço funciona todos os dias, das 5h às 22h, na avenida Calama, bairro Flodoaldo Pontes Pinto.

Trilha suspensa fortalece turismo de natureza no Parque Natural

São mais de 500 metros de passarela suspensa por dentro da floresta fechada

Enquanto isso, o Parque Natural passou a oferecer uma nova atração: a Trilha Palafitada. A estrutura possui mais de 500 metros de passarela suspensa dentro da floresta amazônica.

O projeto foi iniciado em 2016 e ficou paralisado por anos. Agora, a gestão concluiu a obra e abriu o acesso ao público.

A trilha permite contato direto com o bioma e estimula a educação ambiental. Além disso, amplia o potencial turístico do município.

O Parque Natural funciona de terça a domingo, das 8h às 17h, no final da avenida Rio Madeira.

Jaci-Paraná recebe 240 metros de nova iluminação pública

Rua passa a oferecer melhores condições de circulação no período noturno

No distrito de Jaci-Paraná, a Rua José Calbi passou a contar com iluminação pública pela primeira vez. A Prefeitura implantou 240 metros de rede com tecnologia LED.

A medida atende a uma antiga demanda da população. Além de melhorar a visibilidade noturna, a nova iluminação aumenta a segurança e valoriza o bairro.

Segundo a gestão municipal, a expansão da iluminação segue como prioridade. Por isso, novas áreas continuam sendo mapeadas para receber melhorias semelhantes.

Integração regional fortalece produção de mel no território Madeira-Mamoré

Na área rural, a Secretaria Municipal de Agricultura avançou na cooperação com municípios do território Madeira-Mamoré. A agenda envolveu Porto Velho, Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim e Nova Mamoré.

O objetivo é fortalecer a apicultura e a meliponicultura na região. Para isso, os municípios discutem a criação de uma força-tarefa intermunicipal.

A proposta prevê ampliação da assistência técnica, incentivo à regularização e fortalecimento da comercialização do mel. Dessa forma, a iniciativa busca aumentar a renda no campo e estimular práticas sustentáveis.

Evento de observação astronômica amplia acesso à ciência

Além das ações estruturais, a Prefeitura promove nesta sexta-feira (20), às 18h30, o evento “Observação Astronômica e Meteoritos”. A programação acontece na Praça Jacques Demolay, no bairro São João Bosco.

A atividade é gratuita e aberta ao público. O evento conta com parceria da Universidade Federal de Rondônia e apoio do Clube de Astronomia e Ciências de Rondônia.

A proposta é aproximar a população do conhecimento científico. Assim, a iniciativa reforça as ações de educação ambiental e amplia o interesse pela ciência no município.

Estratégia integra qualidade de vida e desenvolvimento

Em síntese, as ações demonstram uma estratégia integrada de gestão. Ao investir em lazer, infraestrutura, turismo sustentável e desenvolvimento rural, a Prefeitura busca fortalecer diferentes setores ao mesmo tempo.

Consequentemente, a população passa a contar com mais espaços de convivência, maior segurança e novas oportunidades econômicas. A expectativa, portanto, é consolidar um modelo de crescimento urbano aliado à sustentabilidade e à inclusão social.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump

Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump
Suprema Corte limita poder de Trump para impor tarifas

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (20) que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de diversos parceiros comerciais. Dessa forma, o tribunal considerou ilegal o chamado “tarifaço”, pois o presidente não obteve autorização clara do Congresso.

Com isso, a decisão redefine os limites do poder presidencial na política comercial americana e impõe uma derrota significativa ao governo.

Decisão foi tomada por 6 votos a 3

Por seis votos a três, a maioria dos ministros concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, não permite que o presidente crie tarifas de forma unilateral. Além disso, o presidente da Corte, John Roberts, afirmou que medidas com impacto econômico amplo exigem autorização expressa do Congresso.

Segundo Roberts, a Constituição reserva ao Legislativo o poder de criar e cobrar impostos e tarifas. Portanto, o Executivo não pode ampliar esse alcance com base em interpretação genérica da lei.

Enquanto isso, os juízes Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh votaram contra a decisão.

O que muda na prática

Na prática, o julgamento derruba as chamadas “tarifas recíprocas” de 10% ou mais, aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais dos EUA com base na IEEPA. Assim, a principal estratégia tarifária do segundo mandato de Trump perde sustentação jurídica.

No entanto, outras tarifas continuam em vigor. Por exemplo, as taxas sobre aço e alumínio permanecem válidas, já que o governo as fundamentou na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, que trata de segurança nacional.

Além disso, economistas avaliam que o governo pode ter que devolver parte dos valores arrecadados. De acordo com estimativas do Penn-Wharton Budget Model, o montante pode ultrapassar US$ 175 bilhões.

Alternativas legais para manter tarifas

Apesar da derrota, o governo ainda pode recorrer a outros instrumentos legais. Nesse sentido, analistas apontam quatro caminhos principais:

  • Seção 122 da Lei de Comércio, que permite tarifas temporárias de até 15% em caso de desequilíbrio nas contas externas.

  • Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que autoriza investigações sobre práticas comerciais desleais.

  • Seção 338 da Lei de 1930, que prevê tarifas de até 50% contra países que discriminem o comércio americano.

  • Seção 232 da Lei de 1962, voltada à segurança nacional.

Entretanto, algumas dessas alternativas exigem investigações formais e prazos mais longos. Portanto, a implementação pode enfrentar novos obstáculos políticos e jurídicos.

Impacto sobre o Brasil

O Brasil esteve entre os países atingidos pelo tarifaço. Inicialmente, em abril de 2025, o governo americano aplicou uma tarifa adicional de 10% sobre produtos brasileiros. Posteriormente, em julho, elevou a alíquota total para 50%, após anunciar novo aumento de 40%.

Contudo, depois de negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os EUA retiraram parte dessas tarifas sobre itens como café, carnes e frutas.

Agora, com a decisão da Suprema Corte, as tarifas aplicadas com base na IEEPA deixam de ter validade. Ainda assim, as taxas sobre aço e alumínio continuam, pois o governo as sustentou em outra legislação.

Constituição impõe limite claro

A Constituição dos Estados Unidos estabelece que apenas o Congresso pode criar impostos e tarifas. Embora a IEEPA permita ao presidente regular importações em situações de emergência, o texto não menciona explicitamente a criação de tarifas.

Por isso, a maioria dos ministros entendeu que o presidente não pode transformar a lei em instrumento para impor impostos de forma ampla e imediata.

Assim, a Corte reafirma o equilíbrio entre os Poderes e impede a ampliação unilateral da autoridade presidencial.

Reação de Trump

Após a decisão, Donald Trump classificou o julgamento como “uma vergonha”. Além disso, afirmou que já possui um “plano B” para manter tarifas sobre produtos importados.

Durante o segundo mandato, o presidente colocou as tarifas no centro de sua política externa. Por um lado, a estratégia pressionou parceiros comerciais. Por outro, aumentou a instabilidade nos mercados financeiros.

Decisão impõe freio ao poder presidencial

Em síntese, a Suprema Corte impôs um limite institucional ao uso de poderes emergenciais para política comercial. Ao mesmo tempo, abriu nova fase na disputa entre Executivo e Legislativo sobre os limites da autoridade presidencial.

Para o Brasil, a decisão pode representar alívio parcial. No entanto, o cenário permanece incerto, já que o governo americano ainda dispõe de mecanismos legais para tentar manter sua estratégia tarifária.

Anvisa apreende remédio falsificado e proíbe chip hormonal

Anvisa apreende remédio falsificado com lote fake de Mounjaro e proíbe chip hormonal no Brasil
Anvisa determina apreensão de remédio falsificado, identifica lote fake de Mounjaro e veta chip hormonal no país.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira (20) um pacote rigoroso de medidas contra medicamentos falsificados no Brasil. Além disso, a decisão inclui a identificação de lote fake do Mounjaro, apreensão de remédio para câncer adulterado e a proibição nacional do chamado “chip hormonal”.

Dessa forma, a agência amplia a fiscalização sobre produtos de alto custo e grande procura. Ao mesmo tempo, reforça o alerta para pacientes, clínicas e hospitais.

Lote fake de Mounjaro entra na mira da fiscalização

No caso do Mounjaro (tirzepatida), indicado para diabetes tipo 2 e amplamente utilizado para perda de peso, a fabricante Eli Lilly do Brasil comunicou à Anvisa a presença do lote D838838 com características diferentes do produto original.

Segundo a agência, as embalagens apresentavam impressão borrada do nome e de dados de rotulagem. Além disso, havia espaçamento irregular entre mês e ano na data de validade.

Por esse motivo, a Anvisa determinou a apreensão imediata do lote. Também proibiu armazenamento, comercialização, distribuição, fabricação, importação e uso em todo o território nacional. Portanto, qualquer pessoa física ou jurídica que esteja com o produto deve interromper sua circulação imediatamente.

Remédio para câncer apresenta frascos adulterados

Outro alerta envolve o Enhertu (trastuzumabe deruxtecana), utilizado no tratamento de câncer de mama e tumores HER2 positivos. Nesse caso, a fabricante Daiichi Sankyo Brasil informou que o lote 416466 apresentava diferenças físicas relevantes.

Entre os problemas identificados estavam frascos maiores que o padrão habitual. Além disso, houve registro de descascamento na tampa e pintura metálica amarela diferente da versão original.

Diante dessas irregularidades, a Anvisa determinou a apreensão e proibiu a comercialização e distribuição do lote. Paralelamente, a agência também confirmou divergências nas datas de fabricação e validade do lote C7936C3 do Botox, após comunicado da fabricante AbbVie.

Além disso, a fiscalização já havia adotado medidas semelhantes envolvendo o imunoterápico Opdivo, o que reforça o cenário de preocupação com medicamentos de alto valor.

Proibição nacional do chip hormonal

Outra decisão de grande impacto foi a proibição, em todo o país, da manipulação, comercialização, propaganda e uso de implantes contendo nesterona.

Segundo a Anvisa, a substância não possui avaliação e aprovação de eficácia e segurança para essa forma de administração. Portanto, a agência determinou o recolhimento imediato dos estoques existentes.

Embora os chamados “chips hormonais” vinham sendo divulgados em clínicas e redes sociais como alternativa terapêutica, a agência afirma que não existe respaldo regulatório para esse uso no Brasil.

Assim, a medida busca proteger consumidores contra práticas sem comprovação científica adequada.

Anabolizantes e hormônios ilegais também são apreendidos

Além dos medicamentos oncológicos e do lote fake de Mounjaro, a Anvisa apreendeu uma extensa lista de anabolizantes e hormônios anunciados por empresa não identificada.

Entre os produtos estão boldenona, oxandrolona, oximetolona, diferentes tipos de testosterona, drostanolona, anastrozol e liotironina sódica.

Segundo a agência, todos eram comercializados sem registro sanitário. Portanto, não possuíam autorização para circulação no país.

Orientação direta a pacientes e hospitais

Diante desse cenário, a Anvisa orienta pacientes, clínicas e hospitais a verificarem cuidadosamente o número do lote, a integridade da embalagem e a procedência dos medicamentos.

Além disso, qualquer unidade suspeita deve ser isolada imediatamente e comunicada às autoridades sanitárias locais.

Em resumo, o conjunto de decisões reforça a preocupação da agência com a circulação de medicamentos falsificados de alto custo. Ao mesmo tempo, evidencia o crescimento de produtos hormonais comercializados fora das regras sanitárias brasileiras.

Fonte: G1

Eric Dane, de Grey’s Anatomy e Euphoria, morre aos 53 anos

Eric Dane em cena de Grey’s Anatomy antes de morrer aos 53 anos
Eric Dane morreu aos 53 anos após lutar contra a ELA.

O ator Eric Dane, conhecido mundialmente por seus papéis em Grey’s Anatomy e Euphoria, morreu aos 53 anos nesta quinta-feira (19). A informação foi confirmada por meio de comunicado divulgado à imprensa. O artista lutava contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete progressivamente os movimentos musculares.

Segundo a nota oficial, Dane passou seus últimos dias ao lado da esposa, das filhas e de amigos próximos. Além disso, a família pediu respeito à privacidade neste momento de luto.

Trajetória marcada por personagens icônicos

Eric Dane ganhou reconhecimento internacional ao interpretar o Dr. Mark Sloan, o “McSteamy”, no drama médico Grey’s Anatomy. Ele integrou o elenco da série entre 2006 e 2012 e retornou em 2021 para uma participação especial que emocionou fãs ao redor do mundo.

Posteriormente, em 2019, o ator surpreendeu o público ao assumir um papel completamente diferente em Euphoria, produção da HBO. Na série, ele deu vida a Cal Jacobs, personagem complexo e controverso que marcou sua fase mais madura na televisão.

Antes disso, Dane também participou de produções como Charmed, Married… with Children, X-Men: The Last Stand e protagonizou a série The Last Ship, da TNT.

Diagnóstico de ELA e atuação como defensor

Em abril de 2025, Eric Dane revelou publicamente que havia sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA). A partir de então, ele passou a atuar de forma ativa na conscientização sobre a doença.

Inclusive, o ator chegou a discursar em Washington sobre as dificuldades enfrentadas por pacientes, especialmente em relação às exigências de planos de saúde. Na ocasião, destacou que falava não apenas como artista, mas como paciente.

Meses depois, recebeu reconhecimento de organizações ligadas à causa pela dedicação à ampliação do debate público sobre a ELA.

O que é a esclerose lateral amiotrófica

A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos voluntários do corpo. Com o avanço do quadro, o paciente pode apresentar fraqueza muscular, dificuldades para falar, engolir e respirar.

Geralmente, a expectativa de vida após o diagnóstico varia entre três e cinco anos. Entretanto, cada caso evolui de forma distinta.

Um dos casos mais conhecidos da doença foi o do físico britânico Stephen Hawking, que conviveu com a ELA por décadas.

Legado artístico e pessoal

Além da carreira consolidada na televisão e no cinema, Eric Dane também preparava o lançamento de um livro de memórias previsto para 2026. Na obra, o ator revisitaria momentos marcantes da vida pessoal e profissional.

Sua trajetória deixou impacto duradouro na cultura pop. Por isso, colegas de elenco e fãs manifestaram homenagens nas redes sociais logo após a confirmação da morte.

Eric Dane deixa esposa e duas filhas.

Quatro casos de mpox são confirmados em Rondônia

Profissional de saúde em hospital representa confirmação de quatro casos de mpox em Rondônia
Sesau confirma quatro casos de mpox em Porto Velho e mantém vigilância ativa

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) confirmou quatro casos de mpox em Rondônia após investigação de seis notificações registradas em Porto Velho. Além disso, dois casos foram descartados após análise clínica.

Os pacientes receberam atendimento no Centro de Medicina Tropical de Rondônia. Em seguida, as equipes médicas orientaram isolamento imediato, conforme protocolo sanitário.

Casos seguem sob monitoramento

A Sesau acompanha os pacientes de forma contínua. Enquanto isso, a vigilância epidemiológica mantém o rastreamento de contatos para evitar novas transmissões.

Por outro lado, um caso suspeito atendido no Hospital Infantil Cosme e Damião não confirmou mpox. Os exames indicaram varicela, conhecida como catapora. Portanto, o estado mantém quatro confirmações oficiais até o momento.

Como ocorre a transmissão da mpox

A mpox se transmite principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou mucosas de pessoas infectadas. Além disso, o compartilhamento de objetos contaminados também pode espalhar o vírus.

Entre os sintomas mais comuns estão:

  • Lesões cutâneas em qualquer parte do corpo

  • Febre

  • Fraqueza

  • Linfonodos inchados

  • Dores musculares

  • Dor de cabeça

Embora a maioria dos casos apresente evolução leve, o isolamento continua essencial. Dessa forma, as autoridades evitam a propagação da doença.

Orientações à população

A Sesau orienta que qualquer pessoa com lesões na pele, com ou sem febre, procure atendimento médico imediatamente. Quanto mais rápido ocorre a avaliação, maior a chance de interromper a cadeia de transmissão.

Além disso, a secretaria recomenda:

  • Higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel

  • Evitar compartilhar roupas de cama, toalhas e objetos pessoais

  • Suspender contato íntimo em caso de suspeita

  • Manter isolamento após confirmação

Portanto, o acompanhamento médico individual continua fundamental.

Alerta segue ativo em Porto Velho

Até agora, todas as notificações ocorreram em Porto Velho. Ainda assim, a Secretaria de Saúde mantém vigilância em todo o estado.

Com a confirmação dos quatro casos de mpox em Rondônia, o governo reforça o alerta preventivo. Ao mesmo tempo, as equipes técnicas monitoram a situação diariamente.

Fonte: G1 Rondônia

Meu ex disse que meu futuro seria de tristeza e solidão e então matou nossos filhos

Delegada Amanda Souza relembra tragédia após caso semelhante em Itumbiara
Delegada Amanda Souza revive tragédia familiar após crime semelhante em Itumbiara

Caso em Itumbiara reacende trauma no Pará

O crime ocorrido em Itumbiara (GO) reacendeu uma dor profunda na vida da delegada Amanda Souza. Anos antes, ela perdeu os dois filhos, de 9 e 12 anos, assassinados pelo próprio pai após o fim do relacionamento.

Segundo a delegada, o ex-companheiro afirmou que o futuro dela seria “de tristeza e solidão”. Em seguida, matou as crianças. A frase, portanto, não foi apenas ameaça. Ela antecipou a tragédia.

Agora, diante de um episódio semelhante, Amanda decidiu falar novamente. Além de relembrar o que viveu, ela busca alertar outras mulheres sobre sinais que muitos ignoram.

A violência começa antes do crime

De acordo com a delegada, o comportamento do agressor já indicava risco. Antes do homicídio, ele praticava violência psicológica, fazia ameaças constantes e tentava exercer controle emocional.

Primeiramente surgem intimidações. Depois aparecem chantagens. Em muitos casos, o agressor utiliza os filhos como instrumento de vingança.

Por isso, Amanda reforça que ameaças não representam “desabafo”. Elas revelam intenção.

Culpar a mãe perpetua a violência

Além da tragédia pessoal, a delegada critica a reação social que costuma surgir após crimes desse tipo. Muitas pessoas, ainda hoje, questionam a conduta da mãe.

No entanto, segundo ela, essa postura desvia o foco do verdadeiro responsável.

“Eles sempre tendem a colocar a culpa na vítima pelo ato de crueldade que praticam”, afirmou.

Consequentemente, essa cultura alimenta o silêncio. Mulheres deixam de denunciar porque temem julgamento. Além disso, familiares frequentemente minimizam comportamentos agressivos.

Sinais não podem ser ignorados

Casos como o de Itumbiara mostram que a escalada da violência segue um padrão. Primeiro aparecem ameaças verbais. Depois surgem episódios de controle. Em seguida, a agressividade aumenta.

Portanto, registrar ocorrências desde o início se torna fundamental. Da mesma forma, medidas protetivas precisam de acompanhamento rigoroso.

A Lei Maria da Penha oferece instrumentos legais. Entretanto, a prevenção depende da seriedade com que autoridades e familiares tratam cada sinal.

Dor transformada em conscientização

Mesmo após anos da tragédia, Amanda decidiu transformar o sofrimento em alerta público. Em vez de se calar, ela escolheu orientar outras mulheres.

Hoje, ao comentar o caso de Itumbiara, a delegada deixa uma mensagem direta: o responsável pelo crime é quem o comete. Nunca a vítima.

Fonte: Folha de São Paulo

Mega-Sena 2.974 acumula e prêmio vai a R$ 105 milhões

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 105 milhões
Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 105 milhões no próximo sorteio.

A Mega-Sena 2.974 terminou sem vencedor na faixa principal. Como ninguém acertou as seis dezenas, o prêmio acumulou e agora chega a R$ 105 milhões. Dessa forma, o próximo sorteio promete movimentar lotéricas e plataformas digitais em todo o país.

O concurso ocorreu na noite de quinta-feira (19), em São Paulo. Ainda assim, apesar da expectativa, nenhum bilhete levou o prêmio máximo.

Números sorteados na Mega-Sena 2.974

A Caixa divulgou as seguintes dezenas:

03 – 10 – 12 – 19 – 37 – 40

Embora ninguém tenha acertado os seis números, outras faixas registraram ganhadores. Assim, a premiação contemplou milhares de apostas.

  • Quina (5 acertos): 108 apostas ganharam R$ 27.143,02 cada.

  • Quadra (4 acertos): 7.587 apostas receberam R$ 636,88 cada.

Portanto, mesmo sem vencedor principal, o concurso distribuiu valores significativos.

Próximo sorteio pode aumentar procura

Agora, com o prêmio estimado em R$ 105 milhões, a tendência é de crescimento no volume de apostas. Além disso, quando o valor ultrapassa a marca dos R$ 100 milhões, o interesse do público aumenta de forma expressiva.

O próximo sorteio acontece no sábado (21), às 20h, no horário de Brasília. Por esse motivo, especialistas já projetam maior participação, especialmente em bolões.

Como apostar na Mega-Sena

O apostador pode registrar o jogo até as 20h do dia do sorteio em qualquer lotérica do país. Alternativamente, também pode utilizar o site ou o aplicativo oficial das Loterias Caixa.

O sistema aceita pagamento via:

  • PIX

  • Cartão de crédito

  • Internet banking para correntistas da Caixa

No entanto, o participante precisa ter 18 anos ou mais.

Probabilidades de ganhar o prêmio milionário

As chances variam conforme o número de dezenas escolhidas. Por exemplo, na aposta simples, com seis números e custo de R$ 6, a probabilidade de acerto é de 1 em 50.063.860.

Por outro lado, quem seleciona 20 dezenas — o limite máximo permitido — aumenta as chances para 1 em 1.292. Entretanto, o valor da aposta sobe para R$ 232.560.

Ainda que as probabilidades sejam baixas, o prêmio elevado costuma estimular milhões de brasileiros a tentar a sorte.

Prêmio acumulado impulsiona apostas

Historicamente, valores acima de R$ 100 milhões geram forte mobilização nacional. Além disso, muitos apostadores recorrem a bolões para dividir custos e ampliar combinações.

Consequentemente, o concurso 2.975 deve registrar crescimento expressivo nas apostas, tanto físicas quanto online.

Câncer de intestino cresce entre jovens e acende alerta médico

Jovem com dor abdominal representando aumento de câncer de intestino entre jovens
Especialistas alertam para aumento de casos antes dos 50 anos

O câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal, deixou de ser uma doença predominantemente associada à terceira idade. Nos últimos anos, médicos passaram a observar um aumento preocupante de casos entre pessoas com menos de 50 anos. Além disso, especialistas destacam que a tendência não é isolada e vem sendo registrada em diversos países.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a doença já é considerada a neoplasia mais letal entre adultos abaixo dos 50 anos. Enquanto isso, no Brasil, o tumor aparece como o terceiro tipo de câncer mais comum, com estimativa de mais de 45 mil novos casos por ano.

Casos precoces crescem em diversos países

Um estudo publicado na revista científica The Lancet Oncology analisou dados de 50 países e identificou crescimento da incidência precoce em mais da metade deles. Em 20 nações, inclusive, o aumento ocorreu exclusivamente entre os mais jovens ou avançou de forma mais acelerada nesse grupo do que entre os mais velhos.

Especialistas afirmam que, há três décadas, era raro diagnosticar câncer colorretal em pessoas na faixa dos 20 ou 30 anos. No entanto, atualmente, os consultórios oncológicos recebem cada vez mais pacientes jovens.

Situação no Brasil preocupa

No Brasil, além da alta incidência, outro fator chama atenção: o diagnóstico tardio. Estudos indicam que mais de 60% dos casos são descobertos em estágios avançados. Consequentemente, as chances de tratamento bem-sucedido diminuem de forma significativa.

Quando detectado precocemente, o câncer de intestino pode apresentar taxa de sobrevivência entre 80% e 90% em cinco anos. Por outro lado, quando a doença já se espalhou para outros órgãos, esse índice pode cair para cerca de 10% a 15%.

Portanto, o rastreamento precoce se torna fundamental.

Quem está mais vulnerável?

Embora a maioria dos casos ainda ocorra em pessoas acima dos 50 anos, os diagnósticos entre adultos jovens aumentam desde o início dos anos 2000.

Os principais fatores de risco incluem:

  • Obesidade

  • Sedentarismo

  • Dieta rica em carnes vermelhas e ultraprocessados

  • Baixo consumo de frutas, verduras e fibras

  • Tabagismo

  • Consumo excessivo de álcool

  • Doença inflamatória intestinal

  • Histórico familiar da doença

Além disso, pesquisadores investigam o impacto do desequilíbrio da microbiota intestinal, conhecido como disbiose, como possível elemento associado ao crescimento precoce da doença.

Sintomas que não devem ser ignorados

Muitos jovens tendem a minimizar sinais iniciais. No entanto, médicos reforçam que alguns sintomas exigem atenção imediata:

  • Sangue nas fezes

  • Alterações persistentes no hábito intestinal

  • Diarreia ou constipação prolongadas

  • Fezes mais finas que o habitual

  • Dor abdominal frequente

  • Perda de peso sem explicação

  • Anemia detectada em exames

Diante desses sinais, a recomendação é clara: procurar avaliação médica.

Quando iniciar os exames preventivos?

As diretrizes atuais indicam que pessoas com risco médio devem iniciar exames de rastreamento aos 45 anos. Entretanto, quem possui histórico familiar ou fatores de risco elevados pode precisar começar antes.

Entre os exames disponíveis estão:

  • Testes de fezes anuais

  • Colonoscopia a cada 10 anos (quando não há alterações)

  • Exames de sangue específicos

A frequência depende do perfil de risco e da avaliação médica.

O que explica o aumento entre jovens?

A ciência ainda busca respostas definitivas. Contudo, especialistas levantam hipóteses como:

  • Mudanças no padrão alimentar

  • Maior consumo de alimentos ultraprocessados

  • Redução da atividade física

  • Alterações no microbioma intestinal

Além disso, estudos apontam que, em jovens, os tumores tendem a surgir no lado esquerdo do cólon e no reto, o que pode provocar sintomas mais evidentes, como sangramento.

Diagnóstico precoce salva vidas

O principal alerta dos especialistas é direto: não ignore sintomas e não adie exames preventivos. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de cura.

O crescimento do câncer de intestino entre jovens representa uma mudança no perfil epidemiológico da doença e exige atenção redobrada da população e dos sistemas de saúde.

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