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domingo, julho 12, 2026
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Léo Moraes é empossado como 53º prefeito ao lado da vice-prefeita Magna dos Anjos e dos 23 novos vereadores na Madeira-Mamoré.

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Cerimônia de posse em Porto Velho reuniu grande público e autoridades na histórica Madeira-Mamoré. Léo Moraes e Magna dos Anjos assumem mandato.
Cerimônia de posse em Porto Velho reuniu grande público e autoridades na histórica Madeira-Mamoré. Léo Moraes e Magna dos Anjos assumem mandato.

Pela primeira vez na história, a posse do prefeito, da vice-prefeita e dos vereadores de Porto Velho foi realizada em espaço aberto ao público. A cerimônia atraiu uma grande multidão à histórica praça Estrada de Ferro Madeira-Mamoré na tarde desta quarta-feira (1º). Conduzida pela Câmara Municipal, a solenidade simbolizou um marco democrático na capital de Rondônia.

Léo Moraes foi empossado como o 53º prefeito de Porto Velho, tendo Magna dos Anjos como vice-prefeita. Também assumiram seus mandatos os 23 novos vereadores. A solenidade contou com a presença de autoridades, como o ex-prefeito Hildon Chaves, o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Cruz, e o presidente do TRE, Daniel Lagos.

A solenidade contou com a presença de autoridades, como o ex-prefeito Hildon Chaves, o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Cruz, e o presidente do TRE, Daniel Lagos.

Discurso de Posse do Prefeito

Ao ser conduzido ao palco, Léo Moraes agradeceu a Deus, à família e aos eleitores pela confiança. Em um discurso emocionado, ressaltou a importância histórica do local e anunciou a liberação de entrada gratuita para moradores no museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré a partir do dia 2 de janeiro.

“Precisamos vestir a camisa de Porto Velho e valorizar nossa história. Ninguém vai desprezar nossa terra”, afirmou Moraes, comprometendo-se a governar com trabalho intenso e diálogo.

O prefeito destacou prioridades como infraestrutura, educação e saúde, afirmando que nenhuma criança ficará fora da sala de aula. Ele também anunciou um plano de 100 dias para execução imediata de projetos.

Moraes reforçou seu compromisso com a população, mencionando que enfrentará desafios com resiliência: “A vida não é sobre quem bate, mas sobre quem é capaz de levantar após cair. Vamos seguir firmes para transformar Porto Velho.”

Ele também abordou os impactos das chuvas e problemas estruturais, prometendo soluções para evitar alagamentos e prejuízos aos moradores. “Vamos investir na infraestrutura para proteger as famílias e garantir qualidade de vida.”

Vice-prefeita Magna dos Anjos

Magna dos Anjos também discursou, agradecendo a Deus e às comunidades por confiarem na nova gestão. Ela prometeu proximidade com a população: “As pessoas nos encontrarão nas ruas e localidades, trabalhando pela nossa gente.”

Compromisso com a Gestão

Encerrando a solenidade, Moraes enfatizou a escolha de uma equipe técnica e compromissada. “Teremos secretários preparados para entregar resultados. Nosso trabalho já começou.”

Ele finalizou agradecendo o apoio da família, vereadores e secretários, reforçando seu compromisso com transparência e eficiência. “Vamos errar, mas não temos compromisso com o erro. Vamos corrigir e seguir em frente.”

A cerimônia de posse foi marcada pelo simbolismo e pela presença popular, destacando a esperança por uma gestão participativa e eficiente. Léo Moraes e Magna dos Anjos assumem o compromisso de transformar Porto Velho e trabalhar por melhorias imediatas, reforçando o diálogo com a sociedade e as instituições.

8 Dicas Científicas para Ser Mais Feliz em 2025 e Melhorar Sua Qualidade de Vida

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Cultive amizades, pratique gratidão, faça trabalho voluntário e promova equilíbrio emocional.
Cultive amizades, pratique gratidão, faça trabalho voluntário e promova equilíbrio emocional.

A felicidade não é um estado fixo, mas pode ser cultivada por meio de hábitos diários. Independentemente do seu perfil, seja extrovertido ou introspectivo, pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença. Aqui estão oito formas cientificamente comprovadas para ser mais feliz em 2025:

  1. Cultive amizades significativas
    Amizades de qualidade oferecem apoio emocional, fortalecem a saúde mental e até melhoram a cognição. Estudos sugerem que amigos podem ser tão importantes quanto a família para o bem-estar na velhice.

Embora os adultos mais velhos geralmente reduzam seus círculos sociais para priorizar a qualidade sobre a quantidade, abrir-se para novas amizades também traz benefícios. Essas relações voluntárias tendem a ser menos tensas e mais prazerosas. Pesquisas mostram que amizades fortalecem o funcionamento cognitivo e a saúde física, além de proporcionar suporte emocional.

Se encontrar novas pessoas parece difícil, compartilhar experiências marcantes, como eventos culturais ou fenômenos naturais, pode facilitar conexões emocionais e criar novas amizades.

  1. Pratique a ‘confelicidade’
    Compartilhar e celebrar as conquistas dos outros fortalece vínculos e promove alegria mútua. Estudos apontam que apoiar ativamente amigos em momentos felizes cria conexões mais fortes e duradouras.

A “confelicidade” – o prazer compartilhado pelas vitórias alheias – é essencial para amizades saudáveis. Demonstrar entusiasmo genuíno e fazer perguntas sobre os sucessos dos amigos ajuda a construir laços de confiança e reciprocidade.

  1. Faça trabalho voluntário
    Ajudar os outros pode melhorar sua própria saúde mental, reduzindo sintomas de depressão e estresse. O voluntariado é recomendado até como “prescrição social” para aumentar a sensação de propósito.

Estudos mostram que atividades altruístas podem aliviar dores crônicas e melhorar o humor. Algumas iniciativas de saúde incluem o voluntariado como forma terapêutica, ajudando a combater o isolamento social e promovendo engajamento comunitário.

  1. Conecte-se com suas raízes
    Explorar histórias familiares e tradições pode proporcionar um senso de identidade e gratidão. Conhecer suas origens fortalece a autoestima e a perspectiva positiva.

Pesquisas indicam que compreender a história familiar pode aumentar a sensação de controle sobre a vida e inspirar resiliência. Além disso, criar árvores genealógicas ou compartilhar memórias fortalece os laços entre gerações e proporciona sentimentos de continuidade e pertencimento.

  1. Aproveite a expectativa por momentos felizes
    Pesquisas mostram que antecipar eventos agradáveis pode ser tão satisfatório quanto vivê-los. Planejar atividades prazerosas cria uma mentalidade otimista e motivada.

Estudos com animais e humanos sugerem que o cérebro reage positivamente à expectativa de recompensas. Programar atividades divertidas, como viagens ou encontros com amigos, pode ajudar a manter um humor otimista e estimular a criatividade.

  1. Pratique a gratidão diariamente
    Listar três coisas boas que aconteceram durante o dia melhora o humor e reduz a ansiedade. Essa prática simples é amplamente recomendada por psicólogos positivos.

Seja um evento marcante ou um momento simples, como um café com um amigo, a gratidão ajuda a aumentar o foco nas experiências positivas. Estudos mostram que essa prática fortalece o sistema imunológico e reduz o estresse.

  1. Controle o consumo de cafeína
    Embora a cafeína ofereça um impulso rápido, o consumo excessivo pode prejudicar o sono e aumentar o estresse. Limite-se a duas ou três xícaras por dia para obter benefícios sem efeitos colaterais.

Pesquisas indicam que a cafeína melhora a concentração e reduz o risco de depressão, mas é importante evitar o consumo excessivo, especialmente próximo ao horário de dormir. Equilibrar a ingestão ajuda a manter os níveis de energia de forma sustentável.

  1. Aceite os altos e baixos
    Manter expectativas realistas e abraçar as flutuações emocionais ajuda a evitar frustrações. Estudos indicam que aceitar emoções negativas é essencial para um bem-estar duradouro.

Buscar constantemente a felicidade pode gerar estresse e desapontamento. Especialistas recomendam adotar uma abordagem mais equilibrada, valorizando os momentos de alegria sem ignorar os desafios naturais da vida.

Léo Moraes Empossa Secretários e Promete Gestão Eficiente em Porto Velho

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Prefeito Léo Moraes empossa secretários em Porto Velho, destacando escolha técnica e compromisso com gestão eficiente para transformar a cidade.
Prefeito Léo Moraes empossa secretários em Porto Velho, destacando escolha técnica e compromisso com gestão eficiente para transformar a cidade.

Logo após ser empossado como o 53º prefeito de Porto Velho, em cerimônia realizada na histórica praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, nesta quarta-feira (1º), Léo Moraes oficializou os novos secretários municipais em solenidade no Prédio do Relógio. O prefeito destacou que a seleção dos nomes foi baseada em critérios técnicos, assegurando um time qualificado para sua gestão.

“Nosso compromisso é trabalhar com afinco, zelo e competência. Queremos construir uma cidade mais humana, inclusiva, acessível e melhor para viver. Precisamos sair da posição de pior capital do Brasil em qualidade de vida e transformar Porto Velho em referência no Norte do país”, declarou Moraes.

O prefeito enfatizou que a formação técnica dos secretários permitirá execução eficiente das políticas públicas. “Todos têm a obrigação de entregar resultados. Nossa capacidade de investimento é limitada, mas seremos criativos para garantir soluções. O desafio é fazer o que nunca foi feito e deixar um legado positivo”, afirmou.

Confira abaixo os secretários empossados e suas respectivas pastas:

Prefeito Léo Moraes empossa secretários em Porto Velho, destacando escolha técnica e compromisso com gestão eficiente para transformar a cidade.
Prefeito Léo Moraes empossa secretários em Porto Velho, destacando escolha técnica e compromisso com gestão eficiente para transformar a cidade.
  • Oscar Dias de Souza Netto – Secretaria Geral de Governo (SGG)
  • Salatiel Lemos Valverde – Procuradoria Geral do Município (PGM)
  • Jonhy Milson Oliveira Martins – Controladoria Geral do Município (CGM)
  • Antônio Figueiredo de Lima Filho – Secretaria Municipal de Administração (Semad)
  • Wagner Garcia de Freitas – Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz)
  • Dr. Jaime Gazola Filho – Secretaria Municipal de Saúde (Semusa)
  • Leonardo Pereira Leocádio – Secretaria Municipal de Educação (Semed)
  • Geraldo Sena Neto – Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação (Semob)
  • Marcio Rogério Gabriel – Secretaria Municipal de Planejamento (Sempog)
  • Giovanni Bruno Souto Marini – Secretaria de Saneamento e Serviços Básicos (Semusb)
  • Iremar Torres Lima – Secretaria de Trânsito e Transportes (Semtran)
  • Raimundo de Alencar Magalhães – Secretaria de Habitação e Urbanismo (Semur)
  • Lucília Muniz de Queiroz – Secretaria de Assistência Social (Semasf)
  • Antônio José Prata de Sousa – Secretaria de Convênios e Contratos (Semesc)
  • Vinicius Valentin Raduan Miguel – Secretaria de Meio Ambiente (Sema)
  • Rodrigo da Silva Ribeiro – Secretaria de Agricultura (Semagric)
  • Aleksander Allen Nina Palitot – Secretaria de Indústria e Turismo (Semdestur)
  • Cezar Marini – Superintendência de Tecnologia da Informação (SMTI)
  • Euma Mendonça Tourinha – Superintendência de Gestão de Gastos Públicos (SGP)
  • Paulo Afonso Ferreira Júnior – Superintendência de Comunicação (SMC)
  • Paulo Afonso Ferreira Júnior – Superintendência Municipal de Comunicação – SMC
  • Ian Barros Mollamann – Superintendência Municipal de Licitações – SML
  • Antônio Alves Ferreira – Fundação Cultural de Porto Velho – Funcultural

Prefeito Léo Moraes empossa secretários em Porto Velho, destacando escolha técnica e compromisso com gestão eficiente para transformar a cidade.

Queijo Minas Artesanal é declarado Patrimônio Imaterial da Humanidade

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Queijo Minas Artesanal reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Unesco
Unesco reconheceu o modo de fazer o Queijo Minas Artesanal como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

O Queijo Minas Artesanal patrimônio imaterial da humanidade agora faz parte oficialmente da lista da Unesco, em um reconhecimento que valoriza a tradição de produção mantida há cerca de três séculos em Minas Gerais. A decisão foi tomada nesta quarta-feira, durante votação em Assunção, no Paraguai.

O reconhecimento internacional fortalece não apenas o peso cultural do produto, mas também o papel econômico e social da cadeia produtiva em diferentes regiões mineiras. Ao considerar o modo de fazer o queijo, a Unesco destacou uma prática transmitida entre gerações e ligada diretamente à memória, à identidade e ao modo de vida das comunidades produtoras.

Queijo Minas Artesanal patrimônio imaterial da humanidade reforça tradição secular

Segundo as informações do texto-base, a candidatura foi apresentada em 2023 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan. O processo levou em conta a permanência de técnicas ancestrais na produção do queijo de leite cru, preservadas ao longo de cerca de 300 anos em Minas Gerais.

Esse reconhecimento vai além do alimento em si. O que foi consagrado pela Unesco foi o conhecimento tradicional envolvido no preparo, a organização produtiva local e o valor simbólico de uma prática que atravessa gerações e se mantém viva em dezenas de municípios do estado.

Queijo Minas Artesanal reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Unesco
Unesco reconheceu o modo de fazer o Queijo Minas Artesanal como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Unesco destaca cultura, memória e modo de vida das comunidades

A decisão da Unesco considerou que o Queijo Minas Artesanal preserva a memória e o cotidiano das comunidades produtoras de Minas Gerais. O Iphan também defende que o produto funciona como referência para a cultura nacional e para a identidade local de grupos espalhados por diferentes paisagens do estado.

De acordo com o instituto, a produção do queijo alcança 106 municípios mineiros. Isso mostra que o reconhecimento internacional não se limita a uma região isolada, mas alcança um patrimônio espalhado por diversas áreas de Minas, com forte ligação à agricultura familiar e à economia local.

Por que o reconhecimento é importante

  • Valoriza uma tradição de cerca de 300 anos
  • Fortalece a identidade cultural de Minas Gerais
  • Reconhece o papel da agricultura familiar
  • Pode ampliar turismo e valorização econômica

Primeiro item gastronômico brasileiro na lista da Unesco

O reconhecimento do queijo artesanal mineiro também chama atenção por abrir um novo espaço para a gastronomia brasileira dentro da lista internacional. Segundo o texto-base, este é o primeiro item gastronômico do Brasil a entrar nesse grupo, que já reúne referências como o café turco, a cerveja belga, a pizza napolitana e a baguete francesa.

Com isso, o Brasil passa a inserir um elemento típico da sua produção alimentar em um conjunto de bens culturais que representam tradições profundamente associadas a seus territórios de origem. O movimento amplia a visibilidade internacional do queijo mineiro e reforça a força simbólica da culinária regional brasileira.

Reconhecimento pode impulsionar economia e turismo em Minas Gerais

Antes mesmo da decisão, já havia expectativa de que o reconhecimento internacional pudesse fortalecer a economia do estado e atrair visitantes interessados nos saberes ligados à produção do queijo. Agora, com a declaração oficial, essa perspectiva tende a ganhar ainda mais força.

O Queijo Minas Artesanal patrimônio imaterial da humanidade passa a carregar um selo simbólico de prestígio mundial, o que pode ampliar a valorização comercial do produto, estimular o turismo gastronômico e reforçar o interesse por experiências ligadas aos modos tradicionais de produção em Minas Gerais.

Brasil já soma outras expressões culturais reconhecidas

Com a entrada do queijo mineiro na lista da Unesco, o Brasil amplia o conjunto de manifestações culturais já reconhecidas internacionalmente. O texto cita que o país já possui outras seis expressões consagradas como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, entre elas o Samba de Roda, o Frevo, a Roda de Capoeira e o Bumba meu boi do Maranhão.

Esse novo reconhecimento mostra como o patrimônio cultural brasileiro segue sendo valorizado em diferentes frentes, agora também por meio de um produto que une tradição, saber local, economia e identidade regional. Mais informações sobre patrimônio cultural podem ser acompanhadas no portal do Iphan.

Vídeo: Deputados estaduais anulam eleição da Mesa Diretora para o segundo biênio

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Em sessão extraordinária realizada nesta segunda-feira (18), a Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) anulou a eleição da Mesa Diretora para o segundo biênio da atual Legislatura (11ª), realizada em 1º de fevereiro de 2023. A medida atende ao entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o processo eleitoral interno das Casas Legislativas.

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Os deputados estaduais justificaram a decisão como necessária para adequar a eleição às normas definidas pelo STF. Segundo eles, esta é uma ação em respeito às novas orientações jurídicas, que garantem a legalidade e transparência no funcionamento da Casa de Leis.

O novo entendimento do STF trata de mudanças no processo de eleição das Mesas Diretoras das Assembleias Legislativas, não sendo permitida a antecipação. Ou seja, a Casa precisa observar os princípios constitucionais da contemporaneidade das eleições.

Os parlamentares informaram que a nova eleição da mesa diretora deve ser realizada durante sessão ordinária desta terça-feira (19).

O requerimento coletivo foi aprovado por todos os deputados presentes.

A população pode acompanhar as sessões presencialmente, ou pelo  canal no YouTube. As sessões ordinárias acontecem às terças-feiras, às 15h, e às quartas-feiras, às 9h.

Fim da gotinha: vacina injetável substitui a oral para poliomielite

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Vacina da pólio aplicada por via injetável em campanha de imunização infantil
Mudança no esquema vacinal amplia a proteção contra a poliomielite e mantém o Zé Gotinha nas campanhas.

A vacina injetável contra poliomielite passou a substituir a tradicional gotinha no processo de atualização do esquema vacinal no Brasil. A mudança foi adotada para ampliar a proteção da população e reforçar a segurança da imunização contra uma doença que marcou a história da saúde pública no país.

Mesmo com o fim gradual da vacina oral, o Zé Gotinha segue como símbolo das campanhas de vacinação. A estratégia mantém a comunicação com pais, responsáveis e crianças, enquanto o país avança para um modelo baseado na vacina inativada poliomielite (VIP), aplicada por via intramuscular.

▶ Ative o som e assista: o vídeo explica por que a vacina injetável contra poliomielite vai substituir a gotinha e o que muda na proteção das crianças.

Mudança busca ampliar a proteção

A substituição da vacina oral pela versão injetável foi definida pelo Ministério da Saúde com base em recomendações técnicas que apontam maior segurança e eficiência no esquema vacinal. A atualização começou a ser anunciada em 2023 e entrou em nova fase em 2024, com a retirada progressiva da gotinha e adoção do esquema com VIP.

No novo modelo, o esquema vacinal passou a contar com doses aos 2, 4 e 6 meses, além de um reforço aos 15 meses. A mudança não elimina o valor histórico da vacina oral, que teve papel decisivo na eliminação da poliomielite no Brasil, mas marca uma nova etapa da proteção infantil.

Mudança
VIP
A vacina injetável passa a ocupar o lugar da gotinha no esquema atualizado.
Esquema
2, 4 e 6
As doses básicas são aplicadas aos 2, 4 e 6 meses de idade.
Reforço
15 meses
O novo reforço passou a ser feito com a própria VIP.

Zé Gotinha continua nas campanhas

Apesar do fim gradual da gotinha, o Zé Gotinha seguirá presente nas ações de vacinação, mantendo seu papel histórico na sensibilização da população. O personagem continua sendo um dos símbolos mais fortes das campanhas de imunização no Brasil.

A troca do imunizante não reduz a importância da vacinação. Pelo contrário: o objetivo é fortalecer a proteção das crianças e manter o país vigilante contra o risco de reintrodução da poliomielite.

Fonte da notícia: Ministério da Saúde, com atualização oficial sobre a substituição da vacina oral poliomielite pela vacina inativada poliomielite no Brasil.

Pronunciamento sobre queimadas e crise hídrica em Rondônia

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Crise hídrica Rondônia se agrava com o avanço das queimadas e a redução dos níveis dos rios, afetando diretamente a população e o meio ambiente.

Em pronunciamento oficial, o governador Marcos Rocha detalhou as ações emergenciais adotadas para enfrentar a seca e conter os incêndios florestais no estado.

🔊 Ative o som e veja o pronunciamento oficial
Governo apresenta medidas contra queimadas e crise hídrica em Rondônia

Crise hídrica Rondônia exige resposta imediata

A crise hídrica Rondônia começou a se intensificar com os efeitos do El Niño, ainda em novembro de 2023. Desde então, rios perderam volume e o abastecimento passou a preocupar autoridades.

Diante desse cenário, o governo criou o Comitê de Crise Hídrica, responsável por coordenar ações emergenciais e reduzir os impactos da seca.

Governo reforça combate às queimadas

Além da escassez de água, os incêndios florestais cresceram de forma significativa, comprometendo a qualidade do ar em diversas regiões.

Somente em 2024, foram realizadas mais de 11 mil ações preventivas e o combate direto a quase 4 mil focos de incêndio.

Para ampliar a resposta, o governo intensificou a Operação Verde Rondônia e decretou situação de emergência por meio do Decreto nº 29.417.

🚨 Situação crítica: incêndios e seca elevam riscos à saúde e ao meio ambiente

Abastecimento de água é prioridade

Para garantir o acesso à água, o governo perfurou mais de 200 poços em áreas críticas, incluindo escolas e unidades de saúde.

Além disso, a operação Vigiágua monitora constantemente a qualidade da água distribuída à população.

Ações seguem em áreas de risco

Equipes continuam atuando em regiões críticas, como o Parque Estadual de Guajará-Mirim, onde o Corpo de Bombeiros reforçou o combate às chamas.

Diante da gravidade da crise hídrica Rondônia, as operações seguem de forma contínua para proteger comunidades e preservar o meio ambiente.

Impactos diretos na população

A crise já afeta o dia a dia da população, com aumento da poluição do ar, dificuldades no abastecimento e riscos à saúde.

Autoridades reforçam a necessidade de conscientização e colaboração da população para evitar queimadas e preservar os recursos naturais.

Acompanhe as ações oficiais

Mais informações sobre decretos e medidas emergenciais estão disponíveis no portal oficial:

👉 Clique aqui para acessar


Investimentos da Prefeitura e parceiros fomentam e fortalecem o turismo na Vila Nova Teotônio, em Porto Velho

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Com muito verde e uma paisagem exuberante, de onde também se pode contemplar de pertinho as belezas do rio Madeira, a Vila Nova Teotônio é um dos pontos mais atrativos próximo de Porto Velho. Não é à toa que ela faz parte do circuito gastronômico do mapa turístico O Melhor de PVH – Terra de bravos pioneiros, que destaca as principais rotas e circuitos turísticos da capital rondoniense.

Reconhecendo todo o potencial da região, a Prefeitura e parceiros vêm realizando importantes investimentos com objetivo de melhorar o acesso e explorar toda a sua potencialidade, inclusive na área da gastronomia, onde o público pode saborear os mais deliciosos e variados pratos da mais pura culinária regional.

Com a entrega e a inauguração do novo acesso ao local, que encurtou o trajeto em 12 quilômetros, desde maio de 2023, os moradores afirmam que a Vila Nova Teotônio vive um novo momento. A obra foi construída pela Santo Antônio Energia como compensação ambiental.

O novo acesso restabeleceu um trecho da antiga estrada que havia sido desativada

“A estrada era bem sinuosa e alguns trechos bem comprometidos. Agora, nós temos uma nova realidade. Os 12 quilômetros, praticamente, foram reduzidos em uma linha reta e, com certeza, melhora e muito a vida de nós moradores e a vinda de turistas”, disse Lucas Queiroz, presidente da Associação de Moradores e Produtores de Vila Nova de Teotônio.

O novo acesso restabeleceu um trecho da antiga estrada que havia sido desativada. Foram investidos cerca de R$ 11 milhões na execução do projeto, recursos da Santo Antônio Energia.

TRANSPORTE

Com o novo acesso, a Prefeitura levou um outro benefício para a comunidade, a criação de uma Rota Turística com ônibus para atender os moradores e o público em geral. Além da Vila Nova Teotônio, os coletivos também atendem comunidades vizinhas como as Vilas Betel e Paulo Leal, entre outras localidades beneficiadas.

Com acesso via Unir, os ônibus circulam três dias por semana, sendo às terças, quintas e domingos. Os horários de ida são 7h30 e 16h. O retorno acontece às 9h e às 17h30.

GASTRONOMIA

Oficinas visam o intuito de melhorar ainda mais a gastronomia local

Com o intuito de melhorar ainda mais a gastronomia local, contribuindo para o aprimoramento dos pratos que são servidos nos restaurantes, a Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur), realizou oficinas gratuitas na comunidade, por meio do Programa de Capacitação para Empreendedores do Município (Procem).

As oficinas serviram para qualificar os empreendedores e atender melhor a demanda de visitantes e turistas, uma vez que o fluxo de pessoas só vem aumentando.

As oficinas de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos foram realizadas em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc), por meio do Mesa Brasil, sob a coordenação da nutricionista Gabriela Galão.

Houve ainda treinamento para que os moradores e empreendedores possam recepcionar melhor os turistas.

Os jogos mostram rotas e pontos turísticos da capital e adjacências

O MELHOR DE PVH – TERRA DE BRAVOS PIONEIROS

Também como forma de fortalecer o turismo na Vila Nova Teotônio e no município, a Semdestur entregou jogos americanos nos restaurantes da localidade com o tema “O Melhor de PVH – Terra de bravos pioneiros”. Os jogos mostram as rotas e circuitos turísticos na capital rondoniense, inclusive com opção em QRCode e gravuras para as crianças se divertirem pintando.

OPÇÕES

Sendo um dos principais atrativos turísticos de Porto Velho, a Vila Nova Teotônio possui praia e pier no rio Madeira, além de trilhas ecológicas, muita natureza e uma gastronomia regional invejável, entre outros.

Governador Marcos Rocha e Primeira-Dama Luana Rocha Compartilham Mensagem de Esperança e Progresso para 2025

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Queridos Rondonienses,

Chegamos ao final de mais um ciclo e é com muita gratidão e esperança que celebramos a chegada de 2025. O ano que se encerra foi marcado por desafios, mas também por vitórias, superações e a determinação de cada um de nós em seguir em frente, construindo um estado cada vez mais forte e unido.

Em 2024, trabalhamos incansavelmente para melhorar a qualidade de vida da nossa gente, com ações em áreas fundamentais como saúde, educação, infraestrutura e segurança. Mas sabemos que ainda há muito a ser feito, e é com esse compromisso renovado que iniciamos 2025, prontos para avançar mais e mais, sempre em busca do bem-estar de todos os rondonienses.

Que este novo ano seja repleto de realizações, prosperidade e muita saúde para você e sua família. Que a esperança se renove a cada amanhecer, e que, juntos, possamos continuar escrevendo a história de uma Rondônia cada vez mais forte, mais justa e mais próspera.

Feliz Ano Novo! Que 2025 seja um ano de conquistas para todos nós!

Atenciosamente,
Marcos Rocha
Governador de Rondônia

Dia da Amazônia: famílias criam modelo de negócio com restauração

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Restauração na Amazônia com famílias do Tapajós cultivando mudas e sistemas agroflorestais
Famílias do Oeste do Pará usam sistemas agroflorestais para restaurar áreas e gerar renda.

Restauração na Amazônia virou também um modelo de negócio para famílias do Oeste do Pará, que passaram a recuperar vegetação nativa, produzir alimentos, formar viveiros, coletar sementes e gerar renda por meio de Sistemas Agroflorestais, conhecidos como SAFs.

No Dia da Amazônia, celebrado em 5 de setembro, a experiência mostra como comunidades de Belterra, Itaituba, Mojuí dos Campos e Trairão vêm transformando áreas degradadas em espaços produtivos, combinando conservação ambiental, agricultura familiar e recuperação da floresta.

Restauração na Amazônia com famílias do Tapajós cultivando mudas e sistemas agroflorestais
Famílias do Oeste do Pará usam sistemas agroflorestais para restaurar áreas e gerar renda.

Restauração na Amazônia une floresta, alimento e renda

Em Trairão, a agricultora Rosângela Silva Pereira, conhecida como Sanda, plantou cerca de 200 mudas no quintal e na roça perto de casa. A mobilização começou a partir de dois projetos: um voltado à criação de um viveiro coletivo e outro dedicado à capacitação de famílias para produzir alimentos e árvores nativas da Amazônia.

Segundo Rosângela, a devastação na região era grande. A partir do projeto, cada SAF passou a reunir entre 180 e 200 mudas consorciadas, combinando frutíferas, madeiras florestais e culturas de ciclo curto, como macaxeira, melancia e abóbora.

A restauração na Amazônia aparece, nesse contexto, como uma alternativa que une recuperação ambiental e produção familiar. Em vez de separar floresta e renda, o modelo mostra que é possível reconstruir áreas degradadas e, ao mesmo tempo, fortalecer a segurança alimentar das comunidades.

Como funciona

O SAF combina produção e recuperação ambiental

Alimentos: macaxeira, melancia, abóbora e outras culturas de ciclo curto.

Espécies nativas: açaí, cupuaçu, cacau, andiroba, copaíba, ipê e urucum.

Renda: venda de mudas, sementes, frutos e produtos regionais.

Projeto cria viveiros e fortalece bancos de sementes

A capacitação e a estruturação dos SAFs fazem parte do Projeto de Restauração da Floresta Amazônica no Tapajós, que busca formar uma rede de bancos de sementes e viveiros florestais. A proposta é abastecer a região com espécies nativas e usar as mudas tanto para geração de renda quanto para recuperação de áreas de preservação permanente.

Em Mojuí dos Campos, Suelen Costa Feitosa plantou mais de 500 mudas em sua propriedade. Ela priorizou o cupuaçu para fortalecer a produção de chocolate a partir da amêndoa do fruto regional. Além disso, o projeto ajudou a melhorar a qualidade do plantio e instalou um viveiro coletivo com capacidade para 20 mil mudas.

A restauração na Amazônia também depende dessa rede de sementes, porque a recuperação de áreas degradadas exige diversidade de espécies, produção contínua de mudas e conhecimento técnico para escolher plantas adequadas ao território.

Linha da restauração no Tapajós

1. Capacitação: famílias aprendem sobre espécies nativas, coleta, secagem, armazenamento, produção de mudas e aspectos legais.

2. Estruturação: bancos de sementes e viveiros são criados ou melhorados nas comunidades.

3. Recuperação: áreas desmatadas recebem SAFs ou regeneração natural com enriquecimento.

Assistência técnica ajudou famílias a manter o projeto

A iniciativa reúne implantação promovida pela Conservação Internacional, a CI-Brasil, e assistência técnica do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, o Ipam. Os agricultores foram mobilizados por associações e participaram de curso organizado pelo Laboratório de Sementes Florestais da Universidade Federal do Oeste do Pará.

Durante a formação, as famílias receberam orientações sobre espécies nativas, beneficiamento, viveiros, áreas de coleta de sementes, irrigação, enriquecimento de substrato e uso de ferramentas como GPS para georreferenciamento de árvores matrizes. Esse suporte foi essencial para reduzir perdas e melhorar a capacidade de adaptação dos plantios.

A coordenadora de projetos da CI-Brasil, Maria Farias, avalia que o Restaura Tapajós busca sustentabilidade socioambiental e produtiva ao combinar culturas agrícolas com conservação florestal. A proposta, segundo ela, ajuda a revitalizar a biodiversidade, promover solos mais saudáveis, sequestrar carbono e abrir novas fontes de renda.

Números do projeto

O alcance da restauração na Amazônia no Oeste do Pará

100

famílias alcançadas

4

municípios envolvidos

20 mil

mudas em viveiro coletivo

Estiagem trouxe perdas, mas assistência manteve avanço

O projeto alcançou 100 famílias em Belterra, Itaituba, Mojuí dos Campos e Trairão. Os participantes também visitaram modelos de SAFs em Tomé-Açu, onde conheceram técnicas para melhorar o desenvolvimento das plantas, aumentar a resistência dos cultivos e ampliar a qualidade dos frutos.

Apesar dos avanços, o início do projeto enfrentou dificuldades. A estiagem mais intensa de 2023 levou muitas famílias a perder parte dos plantios. Mesmo assim, a assistência técnica garantiu continuidade, com acompanhamento por fotos, vídeos e orientações aos agricultores.

Essa experiência reforça que a restauração na Amazônia precisa avançar junto com adaptação climática. A irrigação, o planejamento das espécies, o manejo do solo e a rede de sementes são fatores decisivos para que os SAFs se consolidem como alternativa produtiva e ambientalmente sustentável.

Alerta ambiental

Mesmo com queda anual, desmatamento ainda pressiona a Amazônia

Entre agosto de 2023 e julho de 2024, a Amazônia perdeu 349 mil hectares, segundo dados citados do SAD/Imazon. O número representa redução de 46% frente ao período anterior, mas os meses de junho e julho voltaram a registrar aumento na comparação anual.

Desmatamento ainda desafia recuperação dos biomas

Mesmo com a diminuição do desmatamento nos dois últimos anos, o material aponta que a Amazônia perdeu o equivalente a mil campos de futebol por dia entre agosto de 2023 e julho de 2024, somando 349 mil hectares, segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento do Imazon.

Maria Farias reforça que é necessário avançar na recuperação dos biomas nativos com tecnologias de adaptação. Para ela, a seca de 2023 deixou um aprendizado importante: os SAFs precisam de sistemas mais resilientes, inclusive com tecnologias de irrigação, para se consolidarem de forma sustentável.

A coordenadora também defende a consolidação da rede de sementes do Tapajós, já que a demanda por sementes diversas e em grande quantidade é um dos principais gargalos da restauração. Além disso, ela aponta a necessidade de capacitação, crédito, assistência técnica, participação de governos e projetos da iniciativa privada.

Por que importa

Restauração fortalece renda, clima e segurança alimentar

O modelo reduz a pressão sobre florestas nativas, melhora a segurança alimentar e cria alternativas econômicas para famílias que vivem no campo.

Ao respeitar o modo de vida das populações locais, a restauração também conecta conservação, produção e permanência das famílias no território.

No Dia da Amazônia, a experiência do Tapajós mostra que restaurar não significa apenas plantar árvores. Significa criar uma economia de base comunitária, fortalecer alimentos regionais, conservar espécies nativas e construir um modelo capaz de gerar renda sem ampliar a destruição da floresta.

A restauração na Amazônia ganha força quando une conhecimento tradicional, assistência técnica, crédito, sementes, viveiros e participação das famílias. Esse conjunto permite transformar áreas degradadas em sistemas produtivos mais resilientes, capazes de proteger a floresta e melhorar a vida no campo.

Fonte da notícia:
Agência Brasil

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