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Câncer de intestino cresce entre jovens e acende alerta médico

Jovem com dor abdominal representando aumento de câncer de intestino entre jovens
Especialistas alertam para aumento de casos antes dos 50 anos

O câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal, deixou de ser uma doença predominantemente associada à terceira idade. Nos últimos anos, médicos passaram a observar um aumento preocupante de casos entre pessoas com menos de 50 anos. Além disso, especialistas destacam que a tendência não é isolada e vem sendo registrada em diversos países.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a doença já é considerada a neoplasia mais letal entre adultos abaixo dos 50 anos. Enquanto isso, no Brasil, o tumor aparece como o terceiro tipo de câncer mais comum, com estimativa de mais de 45 mil novos casos por ano.

Casos precoces crescem em diversos países

Um estudo publicado na revista científica The Lancet Oncology analisou dados de 50 países e identificou crescimento da incidência precoce em mais da metade deles. Em 20 nações, inclusive, o aumento ocorreu exclusivamente entre os mais jovens ou avançou de forma mais acelerada nesse grupo do que entre os mais velhos.

Especialistas afirmam que, há três décadas, era raro diagnosticar câncer colorretal em pessoas na faixa dos 20 ou 30 anos. No entanto, atualmente, os consultórios oncológicos recebem cada vez mais pacientes jovens.

Situação no Brasil preocupa

No Brasil, além da alta incidência, outro fator chama atenção: o diagnóstico tardio. Estudos indicam que mais de 60% dos casos são descobertos em estágios avançados. Consequentemente, as chances de tratamento bem-sucedido diminuem de forma significativa.

Quando detectado precocemente, o câncer de intestino pode apresentar taxa de sobrevivência entre 80% e 90% em cinco anos. Por outro lado, quando a doença já se espalhou para outros órgãos, esse índice pode cair para cerca de 10% a 15%.

Portanto, o rastreamento precoce se torna fundamental.

Quem está mais vulnerável?

Embora a maioria dos casos ainda ocorra em pessoas acima dos 50 anos, os diagnósticos entre adultos jovens aumentam desde o início dos anos 2000.

Os principais fatores de risco incluem:

  • Obesidade

  • Sedentarismo

  • Dieta rica em carnes vermelhas e ultraprocessados

  • Baixo consumo de frutas, verduras e fibras

  • Tabagismo

  • Consumo excessivo de álcool

  • Doença inflamatória intestinal

  • Histórico familiar da doença

Além disso, pesquisadores investigam o impacto do desequilíbrio da microbiota intestinal, conhecido como disbiose, como possível elemento associado ao crescimento precoce da doença.

Sintomas que não devem ser ignorados

Muitos jovens tendem a minimizar sinais iniciais. No entanto, médicos reforçam que alguns sintomas exigem atenção imediata:

  • Sangue nas fezes

  • Alterações persistentes no hábito intestinal

  • Diarreia ou constipação prolongadas

  • Fezes mais finas que o habitual

  • Dor abdominal frequente

  • Perda de peso sem explicação

  • Anemia detectada em exames

Diante desses sinais, a recomendação é clara: procurar avaliação médica.

Quando iniciar os exames preventivos?

As diretrizes atuais indicam que pessoas com risco médio devem iniciar exames de rastreamento aos 45 anos. Entretanto, quem possui histórico familiar ou fatores de risco elevados pode precisar começar antes.

Entre os exames disponíveis estão:

  • Testes de fezes anuais

  • Colonoscopia a cada 10 anos (quando não há alterações)

  • Exames de sangue específicos

A frequência depende do perfil de risco e da avaliação médica.

O que explica o aumento entre jovens?

A ciência ainda busca respostas definitivas. Contudo, especialistas levantam hipóteses como:

  • Mudanças no padrão alimentar

  • Maior consumo de alimentos ultraprocessados

  • Redução da atividade física

  • Alterações no microbioma intestinal

Além disso, estudos apontam que, em jovens, os tumores tendem a surgir no lado esquerdo do cólon e no reto, o que pode provocar sintomas mais evidentes, como sangramento.

Diagnóstico precoce salva vidas

O principal alerta dos especialistas é direto: não ignore sintomas e não adie exames preventivos. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de cura.

O crescimento do câncer de intestino entre jovens representa uma mudança no perfil epidemiológico da doença e exige atenção redobrada da população e dos sistemas de saúde.

Governo de RO intensifica ações em educação, estradas e saúde no estado

Governo avança RO com ações em educação, manutenção de rodovias e atendimento de saúde em Rondônia.
Educação, infraestrutura e saúde recebem reforço simultâneo em nova etapa de ações do governo de Rondônia.

O governo de Rondônia iniciou, nesta semana, uma série de ações estratégicas nas áreas de educação, infraestrutura e saúde. As medidas impactam diretamente estudantes, motoristas e pacientes em todo o estado. Além disso, reforçam o compromisso com planejamento técnico e melhoria dos serviços públicos.

As iniciativas incluem o início da segunda etapa do Censo Escolar 2025, a manutenção de importantes rodovias estaduais e a realização de cirurgias gratuitas para pessoas com fissuras labiopalatinas em Porto Velho.

Educação: Censo Escolar fortalece planejamento

Em Rondônia, o processo é acompanhado pela Seduc, responsável por orientar as unidades escolares

Começou a etapa “Situação do Aluno” do Censo Escolar 2025. Essa fase reúne dados sobre aprovação, reprovação, abandono e transferências. Portanto, ela é essencial para medir o rendimento escolar.

Em Rondônia, a Secretaria de Estado da Educação orienta as escolas públicas e privadas no preenchimento das informações. O prazo de coleta segue até 30 de março. Depois disso, haverá período de retificação até 14 de abril.

Esses dados alimentam indicadores nacionais. Além disso, ajudam na definição de investimentos e políticas públicas. Consequentemente, o estado pode direcionar melhor recursos e programas educacionais.

Infraestrutura: manutenção melhora segurança nas rodovias

Os trabalhos foram iniciados a partir do município de Pimenta Bueno e seguem até o distrito de Migrantinópolis, em Novo Horizonte d’Oeste

Enquanto a educação avança com planejamento baseado em dados, a infraestrutura recebe reforço nas rodovias estaduais.

Na RO-470, entre Ouro Preto do Oeste e Vale do Paraíso, o DER concluiu a roçagem mecanizada. Com isso, melhorou a visibilidade e aumentou a segurança viária. Agora, as equipes executam manutenção asfáltica em pontos estratégicos.

Já na RO-010, na Zona da Mata, os serviços começaram no trecho entre Pimenta Bueno e o distrito de Migrantinópolis. A intervenção inclui fresagem de buracos, aplicação de emulsão asfáltica e recomposição com Concreto Betuminoso Usinado a Quente.

Essa técnica garante maior durabilidade ao pavimento. Além disso, reduz riscos de acidentes e melhora a trafegabilidade. Ao mesmo tempo, fortalece o escoamento da produção agrícola da região.

As ações integram um cronograma permanente de conservação. Portanto, não se tratam de medidas isoladas, mas de um plano contínuo de manutenção da malha viária.

Saúde: cirurgias gratuitas ampliam acesso em Porto Velho

Os atendimentos são voltados para qualquer pessoa com fissuras labiopalatinas

Na área da saúde, Porto Velho receberá atendimentos e cirurgias gratuitas para pessoas com fissuras labiopalatinas. A ação ocorrerá entre os dias 26 e 30 de março.

Primeiramente, os pacientes passarão por triagem no dia 26. Em seguida, os selecionados realizarão cirurgia no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro.

A iniciativa conta com equipe multiprofissional. Participam pediatras, cirurgiões plásticos, fonoaudiólogos, enfermeiros e psicólogos. Dessa forma, o atendimento ocorre de maneira integral.

Além da ação pontual, o estado mantém atendimento contínuo por meio do Núcleo de Fissurados de Rondônia. Assim, os pacientes contam com acompanhamento especializado ao longo do ano.

Integração de políticas públicas

As três frentes demonstram uma estratégia integrada. Enquanto o Censo Escolar organiza o planejamento educacional, a manutenção das rodovias garante mobilidade e desenvolvimento. Paralelamente, as cirurgias ampliam o acesso à saúde especializada.

Dessa maneira, o governo atua em áreas estruturantes ao mesmo tempo. Como resultado, fortalece tanto o planejamento quanto a execução das políticas públicas.

Ao investir simultaneamente em educação, infraestrutura e saúde, o estado busca consolidar melhorias duradouras. Portanto, as ações não apenas resolvem demandas imediatas, mas também projetam avanços para os próximos meses.

Fonte: Governo de Rondônia

Dino reforça decisão e proíbe novas leis para pagar penduricalhos fora do teto

Flávio Dino durante sessão no STF sobre penduricalhos fora do teto constitucional
Ministro Flávio Dino reforça decisão que impede novas leis para pagamentos acima do teto constitucional.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, reforçou nesta quinta-feira (19) a decisão que proíbe a edição de novas leis ou atos administrativos destinados a garantir o pagamento de “penduricalhos” acima do teto constitucional. Além disso, ele determinou que órgãos públicos não reconheçam novas parcelas retroativas até que o Congresso regulamente o tema.

A medida amplia a decisão liminar publicada no início de fevereiro e atinge União, estados e municípios. No entanto, a regra não altera salários já fixados por lei.

O que muda com a decisão de Dino

Com a nova determinação, Executivo, Legislativo e Judiciário ficam impedidos de publicar qualquer norma que permita pagamentos acima do teto do funcionalismo. Portanto, não poderão criar gratificações, indenizações ou verbas compensatórias que elevem a remuneração além do limite constitucional.

Atualmente, o teto corresponde ao salário dos ministros do STF, fixado em R$ 46.366,19.

Além disso, Dino proibiu o reconhecimento de parcelas relativas a supostos direitos pretéritos que ainda não tenham sido pagas. Dessa forma, evita-se a criação de brechas jurídicas para pagamentos retroativos.

Objetivo é conter supersalários

Segundo o ministro, a regra busca impedir supersalários e preservar o equilíbrio das contas públicas. Embora a Constituição já estabeleça um limite remuneratório, verbas indenizatórias e adicionais frequentemente elevam os vencimentos além do teto.

Por isso, a decisão pretende bloquear novas tentativas de contornar a liminar anterior. Ao mesmo tempo, Dino renovou o apelo para que o Congresso Nacional regulamente definitivamente a matéria.

Ele manteve o prazo de 60 dias para que os Três Poderes revisem pagamentos que ultrapassem o teto constitucional.

Julgamento no plenário do STF

A decisão é monocrática, ou seja, foi tomada individualmente pelo ministro. Contudo, o plenário do Supremo analisará o caso na próxima quarta-feira (25).

Enquanto isso, recursos apresentados por entidades como o Tribunal de Justiça de São Paulo só serão examinados após a votação colegiada.

Caso o Congresso permaneça omisso, o próprio STF poderá fixar regime transitório para tratar da questão, conforme sinalizou Dino.

Reajustes sancionados por Lula

Paralelamente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou parcialmente o projeto que prevê reajustes salariais para carreiras da Câmara, do Senado e do Tribunal de Contas da União.

Entretanto, ele vetou dispositivos que poderiam gerar pagamentos acima do teto, como:

  • aumentos graduais previstos para 2027, 2028 e 2029;

  • pagamento retroativo de despesas permanentes;

  • criação de licença compensatória convertida em dinheiro.

Assim, o governo evitou ampliar despesas que poderiam tensionar o debate sobre supersalários no serviço público.

Impacto nacional

A decisão tem efeito imediato e alcança órgãos federais, estaduais e municipais. Portanto, qualquer nova norma que contrarie a liminar poderá ser questionada no Supremo.

Com isso, o STF sinaliza endurecimento no controle remuneratório do funcionalismo. Além disso, a medida pressiona o Legislativo a regulamentar de forma clara as verbas indenizatórias.

O julgamento da próxima semana deverá definir se a decisão será confirmada pelo plenário ou sofrerá ajustes.

Porto Velho abre inscrições para cursos de computação até domingo

Alunos participam de cursos de computação em laboratório tecnológico com inscrições abertas em Porto Velho
Cursos de computação ofertados pelo Idep seguem com inscrições abertas até domingo 22 em Porto Velho

As inscrições para cursos profissionalizantes na área da computação estão abertas até domingo, 22, em Porto Velho. A iniciativa do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional (Idep) reforça a qualificação de trabalhadores diante das exigências do mercado impactado pelas novas tecnologias.

Além disso, a oferta atende tanto quem busca o primeiro emprego quanto quem deseja atualizar competências para crescer na carreira. Portanto, o prazo final exige atenção dos interessados.

Mercado digital amplia demanda por qualificação

O avanço da transformação digital exige profissionais preparados. Por isso, o governo de Rondônia ampliou a oferta de cursos na área da computação, com foco direto na empregabilidade.

Segundo o governador Marcos Rocha, a qualificação no setor tecnológico tornou-se estratégica para o estado. Afinal, a tecnologia está presente em praticamente todos os segmentos produtivos. Dessa maneira, empresas buscam cada vez mais trabalhadores capacitados para atuar em ambientes digitais.

Consequentemente, investir em formação profissional fortalece o desenvolvimento econômico e social de Rondônia.

Idep aposta em inovação e atualização constante

Além dos cursos tradicionais, o Idep tem incorporado inovação às formações técnicas. A instituição implantou módulos de Inteligência Artificial nos cursos técnicos e capacitou instrutores para o ensino de robótica.

Assim, os alunos têm acesso a conteúdos alinhados às tendências atuais do mercado. Ao mesmo tempo, a metodologia prática favorece a aplicação imediata do conhecimento adquirido.

Cursos disponíveis em Porto Velho

As vagas presenciais contemplam diferentes níveis de conhecimento. Entre as opções ofertadas estão:

• Informática Básica
• Excel do Básico ao Avançado
• Fundamentos da Computação

Dessa forma, tanto iniciantes quanto alunos com experiência podem encontrar formação adequada ao seu perfil.

Prazo termina no domingo, 22

Como as inscrições para cursos profissionalizantes na área da computação encerram no domingo, 22, os interessados devem realizar o cadastro dentro do prazo estipulado. Caso contrário, perderão a oportunidade de participar desta etapa de capacitação em Porto Velho.

Portanto, quem busca inserção ou crescimento na área tecnológica precisa agir rapidamente. Além disso, a qualificação pode representar um passo decisivo para ampliar renda e competitividade profissional.

Formação tecnológica fortalece desenvolvimento regional

A capacitação tecnológica exerce papel fundamental na inclusão social. Isso porque amplia o acesso ao conhecimento e às oportunidades de trabalho.

Além disso, ao investir na formação de mão de obra qualificada, o estado acompanha as transformações da economia digital. Dessa forma, Rondônia se posiciona de maneira mais competitiva no cenário regional e nacional.

Assim, as inscrições para cursos profissionalizantes na área da computação representam não apenas uma oferta educacional, mas também uma estratégia concreta de fortalecimento econômico e social em Porto Velho.

Mendonça diz que PF terá carta branca no caso Master

André Mendonça anuncia carta branca à PF no caso Master no STF
Ministro André Mendonça afirma que Polícia Federal terá autonomia total nas investigações do caso Master no STF.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, afirmou a interlocutores que a Polícia Federal (PF) terá “carta branca” para atuar nas investigações do caso Master. Além disso, a declaração marca uma mudança relevante na condução do processo, especialmente após a saída do ministro Dias Toffoli da relatoria.

Segundo informações confirmadas pelo gabinete do ministro, Mendonça considera o caso um dos mais importantes de sua trajetória no Supremo. Por isso, ele pretende conduzir o processo com extrema correção. Dessa forma, busca reforçar o compromisso com a legalidade, a transparência e a segurança jurídica.

PF terá autonomia ampliada nas investigações

Ao afirmar que dará “carta branca” à Polícia Federal, Mendonça sinaliza que não pretende impor restrições ao trabalho da corporação. Com isso, a medida foi interpretada como um contraponto direto à condução anterior do caso.

Anteriormente, sob relatoria de Dias Toffoli, houve limitações à atuação da PF. Por exemplo, o ministro determinou que o material apreendido em uma das operações permanecesse em seu gabinete. Além disso, apenas peritos por ele designados poderiam analisar os documentos.

Agora, no entanto, com a nova relatoria, a expectativa é de maior liberdade para os investigadores. Consequentemente, o andamento do processo pode ganhar mais agilidade.

Divergências internas aumentaram tensão no STF

O caso Master também expôs divergências internas no Supremo. Durante reunião reservada que definiu o afastamento de Toffoli da relatoria, o ministro Alexandre de Moraes teria feito críticas à atuação da Polícia Federal.

Segundo relatos, Moraes afirmou que, se houvesse achado envolvendo autoridade com foro privilegiado, a investigação não poderia seguir da forma adotada. Caso contrário, poderia haver questionamentos jurídicos e eventual nulidade do processo.

Assim, as discussões internas ampliaram a tensão institucional em torno do caso. Ao mesmo tempo, aumentaram o grau de atenção pública sobre os próximos passos da investigação.

Caso pode marcar a trajetória de Mendonça

Além do impacto jurídico, o processo ganhou forte dimensão política. Isso porque o nome de Alexandre de Moraes entrou no foco das discussões em razão de um contrato de R$ 129 milhões do escritório de sua esposa com o banco Master.

Diante desse cenário, Mendonça avalia que o caso poderá marcar sua biografia no Supremo. Portanto, ele indica que adotará postura técnica e imparcial. Dessa maneira, pretende evitar questionamentos futuros sobre a condução do processo.

O que esperar a partir de agora

Com a Polícia Federal atuando com autonomia ampliada, o andamento das investigações pode ganhar novo ritmo. Além disso, a partir de agora, o foco se volta para possíveis desdobramentos envolvendo autoridades e eventuais responsabilizações.

Enquanto isso, o caso Master permanece como um dos processos mais sensíveis no STF neste momento. Afinal, envolve volume financeiro expressivo e implicações institucionais relevantes.

Portanto, a condução do caso por André Mendonça tende a ter repercussões que vão além do próprio processo, influenciando o ambiente político e jurídico nos próximos meses.

Fonte: CNN Brasil

ONU reconhece brasileira que criou sistema para transformar água suja em potável no sertão

Sistema que transforma água suja em potável usando energia solar no sertão brasileiro reconhecido pela ONU
Tecnologia brasileira usa energia solar para transformar água de cisternas em água potável no semiárido.

A Organização das Nações Unidas reconheceu o trabalho da jovem brasileira Anna Luísa Beserra, criadora de um sistema que transforma água armazenada em cisternas em água potável no sertão. A inovação utiliza apenas energia solar e elimina a necessidade de cloro ou produtos químicos. Assim, a tecnologia amplia o acesso à água segura em regiões onde o abastecimento ainda é limitado.

Além de sustentável, o projeto apresenta baixo custo e fácil operação. Por isso, ganhou destaque internacional e passou a integrar iniciativas globais voltadas ao enfrentamento da crise hídrica.

Reconhecimento internacional reforça impacto social

A ONU destacou a solução por seu potencial de transformação ambiental e social. O programa internacional avalia critérios como inovação, viabilidade técnica e possibilidade de replicação em larga escala. Nesse contexto, o sistema desenvolvido no Brasil se sobressaiu porque já funciona diretamente em comunidades rurais do Nordeste.

Enquanto muitas regiões ainda enfrentam dificuldades no acesso à água tratada, a tecnologia oferece uma alternativa prática. Dessa forma, reduz riscos de doenças associadas ao consumo de água contaminada e fortalece políticas ligadas ao saneamento básico.

Além disso, o reconhecimento internacional aumentou a visibilidade do projeto. Consequentemente, novas parcerias institucionais surgiram para ampliar sua implementação em outras áreas do semiárido.

Como funciona o sistema que purifica água sem cloro

O equipamento, chamado Aqualuz, utiliza um reservatório transparente onde a água permanece exposta à radiação solar por algumas horas. A combinação entre luz ultravioleta e calor elimina bactérias e microrganismos nocivos.

Diferentemente dos métodos tradicionais, o sistema não depende de energia elétrica. Tampouco exige manutenção complexa. Sensores indicam quando a água atinge condições seguras para consumo, o que facilita o uso pelas próprias famílias.

Segundo dados da iniciativa, o equipamento pode durar até 20 anos. Além disso, a capacidade de purificação atende ao consumo diário de uma família inteira. Portanto, a solução se mostra eficiente, econômica e sustentável ao longo do tempo.

Origem da ideia surgiu da realidade do sertão

A criadora do projeto observou que muitas famílias possuíam cisternas abastecidas com água da chuva. No entanto, elas ainda enfrentavam problemas de saúde relacionados à contaminação da água armazenada.

Diante desse cenário, Anna decidiu buscar uma alternativa simples e acessível. Assim, desenvolveu um protótipo de baixo custo, resistente e adaptado às condições climáticas do semiárido. Depois de testes e ajustes, o sistema começou a operar em comunidades da Bahia, Piauí, Pernambuco e Ceará.

Implementação fortalece autonomia das comunidades

O projeto não apenas instala os equipamentos. Também promove capacitação para que moradores acompanhem o funcionamento da tecnologia. Desse modo, as comunidades assumem papel ativo na gestão da própria água.

Como resultado, milhares de pessoas passaram a consumir água tratada regularmente. Além disso, a iniciativa reduziu a dependência de soluções externas e complexas.

Em um cenário global em que milhões ainda não têm acesso à água potável, a inovação brasileira demonstra que soluções simples podem gerar impacto profundo. Portanto, o reconhecimento da ONU evidencia o potencial da ciência nacional no enfrentamento de desafios históricos do país.

Fonte: Só Notícia Boa

Peru vai reabrir Senado em 2026 após 33 anos

Congresso do Peru com bandeira nacional destacando reabertura do Senado prevista para 2026
Retorno do Senado está previsto para 2026, após 33 anos sem sistema bicameral

O Peru vai reabrir o Senado em 2026, após 33 anos sem a Casa. A decisão encerra um ciclo iniciado em 1993 e marca uma das mudanças institucionais mais relevantes da política peruana recente.

Nas eleições de 12 de abril, os eleitores escolherão 60 senadores e 130 deputados. O novo Congresso assumirá em julho, com mandato de cinco anos.

Fim do Senado ocorreu no governo Fujimori

Em 1992, Alberto Fujimori fechou o Congresso. No ano seguinte, ele promoveu uma reforma constitucional que ampliou seus poderes e eliminou o Senado.

A partir de 1993, o país passou a adotar o modelo unicameral. Mesmo após o retorno à democracia, em 1995, o Peru manteve apenas uma Câmara Legislativa.

Agora, contudo, o Congresso decidiu retomar o sistema bicameral.

Crise política impulsionou mudança

Nos últimos dez anos, o Peru enfrentou forte instabilidade institucional. O país teve oito presidentes nesse período. Além disso, seis deles sofreram impeachment ou renunciaram para evitar processos de destituição.

Diante desse cenário, o Congresso ampliou sua influência política. Por isso, parlamentares defenderam a volta do Senado como mecanismo de equilíbrio institucional.

Alejandro Soto, então presidente do Congresso, classificou a medida como a reforma constitucional mais importante desde 1993. Segundo ele, quando duas Casas analisam uma norma, o processo ganha mais rigor e segurança jurídica.

Proposta já havia sido rejeitada

Em 2018, os eleitores rejeitaram a recriação do Senado em plebiscito. No entanto, em 2024, o Congresso aprovou a mudança por meio de votação parlamentar.

Assim, o Peru confirmou oficialmente o retorno ao modelo bicameral.

O que muda na prática

Com a nova estrutura, o Senado revisará projetos aprovados pela Câmara dos Deputados. Além disso, os senadores aprovarão indicações para cargos estratégicos, como diretor do Banco Central e presidente do Tribunal de Contas.

Portanto, o Legislativo passará a operar com duas instâncias deliberativas. Em tese, isso tende a ampliar o debate e reduzir decisões precipitadas.

Ao mesmo tempo, o país tenta reorganizar seu sistema político após uma década marcada por conflitos entre Executivo e Congresso.

Dessa forma, a reabertura do Senado representa uma tentativa concreta de fortalecer a governabilidade e restabelecer maior equilíbrio institucional.

Expansão da área plantada de café avança com 115 mil mudas em RO

Produtor rural segura muda de café Robusta Amazônico durante entrega de 115 mil mudas em Rondônia
Governo de Rondônia fortalece a expansão da área plantada de café com entrega de 115 mil mudas aos produtores

Rondônia reforça sua posição como potência na produção de café na Amazônia. O governo do estado intensificou a expansão da área plantada de café ao entregar 115 mil mudas clonais de Robusta Amazônico a produtores rurais até fevereiro de 2026. A medida fortalece a agricultura familiar, amplia a produtividade e consolida o café como eixo estratégico da economia estadual.

Além disso, a iniciativa integra políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável, geração de renda e preservação ambiental.

Entrega de mudas impulsiona produção de café em Rondônia

As mudas entregues pertencem à espécie Robusta Amazônico, reconhecida por sua alta produtividade, precocidade e maturação uniforme. A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) adquiriu o material genético, enquanto a Emater-RO coordenou a distribuição direta aos produtores.

As mudas do café Robusta Amazônico são produzidas por viveiristas registrados nos órgãos de vigilância fitossanitária

Com isso, o governo garante que os agricultores recebam plantas com qualidade genética superior e potencial elevado de rendimento por hectare.

Além da entrega das 115 mil mudas já realizadas, o presidente da Emater-RO, Luiz Claudio Pereira Alves, anunciou que o estado prevê disponibilizar mais de 3 milhões de mudas clonais ao longo de 2026. Portanto, a meta é acelerar a expansão da cafeicultura em todas as regiões produtoras.

Fiscalização garante qualidade fitossanitária

Antes de chegarem ao campo, as mudas passam por rigoroso controle sanitário. Viveiristas registrados nos órgãos de vigilância produzem o material, que posteriormente é fiscalizado pela Idaron.

Esse processo assegura que as plantas estejam livres de nematoides e outras pragas. Dessa forma, o produtor reduz riscos de perdas e mantém a sanidade da lavoura.

Governo destaca equilíbrio entre produção e preservação

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, afirmou que o programa oferece melhores condições para o desenvolvimento das lavouras, pois combina assistência técnica e crédito orientado.

Segundo ele, o estado consegue conciliar produção agrícola e preservação ambiental. “Podemos conservar as florestas em pé e, ao mesmo tempo, garantir renda ao produtor e alimentos à população”, destacou.

Assim, o programa reforça o modelo de crescimento sustentável adotado pelo estado.

Como se habilitar para receber as mudas

Para participar do programa, o agricultor precisa atender a critérios técnicos. Primeiramente, deve estar cadastrado como agricultor familiar. Além disso, precisa apresentar análise de solo atualizada e comprovar preparo adequado da área de plantio.

Outro requisito importante envolve capacitação. O produtor deve apresentar certificado de curso em cafeicultura ou concluir a formação online oferecida pela Emater-RO. O curso é dividido em quatro módulos, e o participante realiza avaliação ao final de cada etapa.

Somente após cumprir todas as exigências, o agricultor se torna apto a receber as mudas.

Programa Plante Mais fortalece a agricultura familiar

A iniciativa integra o programa Plante Mais, criado por legislação estadual para estimular a produção agrícola com assistência técnica contínua. A lei exige acompanhamento da Emater-RO durante o desenvolvimento da lavoura.

Com essa estratégia, o governo amplia a área cultivada, melhora a produtividade e fortalece a economia rural. Ao mesmo tempo, gera emprego, movimenta cooperativas e consolida Rondônia como referência nacional na produção de café robusta.

Rondônia consolida protagonismo na cafeicultura amazônica

A entrega das mudas representa mais que um incentivo pontual. Na prática, trata-se de um investimento estruturante que amplia a base produtiva do estado.

Consequentemente, Rondônia fortalece sua identidade como polo estratégico do Robusta Amazônico, aumentando competitividade no mercado nacional e internacional.

Os três vírus que podem provocar novas crises em 2026

Ilustração microscópica representando três vírus que preocupam autoridades em 2026
Oropouche, H5N1 e mpox ampliam circulação e mantêm autoridades sanitárias em vigilância em 2026.

O mundo ainda sente os impactos da pandemia de covid-19. No entanto, novos alertas epidemiológicos voltam a mobilizar especialistas em doenças infecciosas. Em 2026, três vírus concentram atenção internacional: Oropouche, gripe aviária H5N1 e mpox.

Segundo análise publicada na revista científica The Conversation, fatores como aquecimento global, aumento da mobilidade humana e crescimento populacional criam condições mais favoráveis para a disseminação de patógenos. Assim, autoridades sanitárias reforçam a vigilância.

Embora o cenário não indique uma pandemia iminente, os sinais de expansão preocupam.

Vírus Oropouche avança e preocupa o Brasil

Oropouche, H5N1 e mpox ampliam vigilância sanitária global em 2026.

O vírus Oropouche, transmitido por mosquitos de pequeno porte, deixou de ser uma ameaça restrita à região amazônica. Desde os anos 2000, ele se espalhou por diferentes áreas da América do Sul, América Central e Caribe.

Em 2023, os casos voltaram a crescer. No ano seguinte, o Brasil registrou as primeiras mortes associadas ao vírus. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, até agosto de 2025, o país concentrava cerca de 90% dos casos nas Américas.

Além disso, o vírus já alcançou 20 estados brasileiros. Cinco mortes foram confirmadas — quatro no Rio de Janeiro e uma no Espírito Santo.

Casos também surgiram na Europa, ligados a viajantes infectados. Paralelamente, pesquisadores investigam possíveis episódios de transmissão vertical, de mãe para filho. Estudos analisam ainda uma possível relação com microcefalia e óbitos fetais.

Por enquanto, não existe vacina nem tratamento específico contra o Oropouche. Diante disso, a Organização Mundial da Saúde apresentou, em janeiro de 2026, uma proposta para acelerar o desenvolvimento de ferramentas de controle e prevenção.

Gripe aviária H5N1 amplia risco após salto entre espécies

Especialista utiliza equipamento de proteção ao lidar com ave durante monitoramento de H5N1.

A gripe aviária H5N1 voltou ao centro das atenções após um evento considerado decisivo. Em 2024, o vírus foi identificado em vacas leiteiras nos Estados Unidos. Esse salto entre espécies acendeu alerta entre especialistas.

Desde então, novos registros surgiram em rebanhos de diferentes estados americanos. Estudos indicam que ocorreram transmissões de vacas para humanos, muitas delas sem sintomas aparentes.

Até o momento, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA contabilizaram 71 casos humanos e duas mortes desde 2024. Contudo, não há evidência de transmissão sustentada entre pessoas.

O principal temor é que o vírus adquira capacidade de transmissão eficiente entre humanos. Caso isso ocorra, o risco de uma nova pandemia aumentaria significativamente.

Enquanto isso, vacinas específicas já estão em desenvolvimento. No Brasil, o Instituto Butantan conduz estudos pré-clínicos para avaliar a segurança de um imunizante direcionado à cepa.

Mpox mantém circulação global com novas variantes

Erupções na pele são um dos principais sintomas associados ao mpox.

O mpox, anteriormente conhecido como varíola dos macacos, mudou de perfil nos últimos anos. Em 2022, a cepa clado IIb se espalhou por mais de cem países. Desde então, o vírus passou a circular de forma recorrente em diversas regiões.

Atualmente, dois cenários preocupam especialistas. Primeiro, a manutenção da circulação global da cepa menos letal. Segundo, o avanço da variante clado I na África Central, considerada mais severa.

Recentemente, os Estados Unidos notificaram casos em pessoas sem histórico de viagem ao continente africano. Embora exista vacina, ainda não há tratamento específico amplamente disponível.

Portanto, autoridades sanitárias monitoram possíveis mutações ao longo de 2026.

Outras ameaças virais entram no radar

Além desses três vírus principais, outras doenças também voltaram a preocupar. O chikungunya registrou mais de 445 mil casos suspeitos e confirmados em 2025, com ao menos 155 mortes até setembro, segundo dados internacionais.

No Brasil, o Ministério da Saúde contabilizou 129 mil casos e 121 mortes no mesmo período.

Paralelamente, o vírus Nipah reapareceu na Índia, embora especialistas afirmem que ele ainda não demonstra potencial pandêmico.

Por fim, o sarampo ressurgiu em vários países após queda nas taxas de vacinação. Esse movimento ameaça o status de erradicação conquistado em determinadas regiões.

Vigilância, não alarmismo

Apesar do cenário desafiador, especialistas reforçam que o momento exige vigilância estratégica, e não pânico. A experiência recente com a covid-19 ampliou a capacidade de resposta global.

Contudo, o avanço simultâneo de múltiplos vírus demonstra que o mundo permanece vulnerável. Investimento em ciência, vacinação e monitoramento epidemiológico será decisivo para evitar novas crises sanitárias em larga escala.

Cannabis recupera memória no Alzheimer diz estudo

Cannabis recupera memória no Alzheimer em estudo científico brasileiro com uso de THC e CBD
Pesquisa brasileira comprova melhora cognitiva em pacientes com Alzheimer após tratamento controlado com cannabis medicinal.

Um estudo inédito realizado por pesquisadores brasileiros revelou que o tratamento com cannabis recupera memória de pacientes com Alzheimer. Além disso, a pesquisa demonstrou redução de sintomas e desaceleração da progressão da doença. O trabalho foi conduzido pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), no Paraná, e já é considerado um marco científico.

Segundo os pesquisadores, os resultados reforçam o potencial terapêutico dos canabinoides. Ao mesmo tempo, o estudo amplia o debate sobre o uso controlado da cannabis medicinal na saúde pública.

Estudo clínico mostra melhora progressiva

A pesquisa acompanhou 28 voluntários entre 60 e 80 anos durante seis meses. Nesse período, os participantes receberam doses controladas de extrato com tetraidrocanabinol (THC) e canabidiol (CBD). Ambos são compostos químicos presentes na planta.

Após o tratamento, os cientistas aplicaram testes cognitivos padronizados. Como resultado, os pacientes que utilizaram o extrato apresentaram melhora significativa na memória. Em contrapartida, o grupo que recebeu placebo continuou apresentando o declínio natural da doença.

De acordo com o professor Francisney do Nascimento, coordenador do estudo, este é o primeiro ensaio clínico do mundo que comprova recuperação cognitiva ao longo do tempo em pacientes com Alzheimer tratados com cannabis medicinal. Portanto, trata-se de um avanço relevante para a literatura científica internacional.

Parceria internacional fortalece validação

Além da Unila, o estudo contou com a participação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace) e da Johns Hopkins University School of Medicine, nos Estados Unidos.

Segundo o neurologista Elton Gomes, os pesquisadores estabeleceram uma dose mínima eficaz. Dessa forma, conseguiram reduzir significativamente os efeitos colaterais. Ao mesmo tempo, mantiveram resultados clínicos expressivos.

Ainda segundo os cientistas, os canabinoides podem estar associados à restauração parcial de células prejudicadas. Embora a hipótese exija novos testes, os dados iniciais são considerados promissores.

Caso real confirma impacto do tratamento

Entre os pacientes acompanhados está Dona Nair Kalb Benites, de 76 anos, diagnosticada com Alzheimer em 2017. Conforme relatou o filho, Nestor, houve mudança perceptível no comportamento da mãe após o tratamento.

Antes, ela apresentava irritabilidade e agitação frequentes. Depois do uso do extrato, tornou-se mais tranquila e estável. Assim, o caso reforça os dados clínicos apresentados pelos pesquisadores.

Alzheimer afeta milhões no Brasil

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que provoca a morte gradual dos neurônios. Consequentemente, funções como memória, raciocínio e coordenação motora ficam comprometidas.

Dados do Sistema Único de Saúde indicam que cerca de 1,2 milhão de brasileiros convivem com a doença. Além disso, o Ministério da Saúde estima que o Alzheimer represente aproximadamente 70% dos casos de demência.

No cenário internacional, a organização Alzheimer’s Disease International projeta que até 2030 cerca de 78 milhões de pessoas poderão viver com demência. Portanto, a busca por novas terapias tornou-se urgente.

Próximos passos da pesquisa

Apesar dos resultados positivos, o tratamento ainda é considerado experimental. Por isso, os pesquisadores defendem novos estudos com grupos maiores e acompanhamento por mais tempo.

Agora, a equipe pretende investigar se os canabinoides também podem atuar na prevenção da doença. Caso essa hipótese se confirme, o impacto poderá ser ainda mais amplo.

Assim, o estudo brasileiro não apenas contribui para a ciência, mas também posiciona o país em destaque no debate global sobre cannabis medicinal e neurociência.

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