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terça-feira, maio 19, 2026
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Mulher morre em acidente após peça de airbag atingir o seu pescoço

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Marcela Gonçalves Feitosa de Melo, assistente social de 37 anos, morreu após ser atingida no pescoço por uma peça do airbag do seu carro durante um acidente.

Na última terça-feira (1º), Marcela bateu na traseira de um veículo que havia parado em uma faixa de pedestres, no Cruzeiro, região a cerca de 10 km do centro de Brasília. O impacto do acidente fez com que o airbag do carro fosse acionado, e um fragmento do airbag teria atingido a cervical da mulher.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O delegado da delegacia responsável pelo caso, Victor Dan, afirmou que o Instituto de Criminalística está trabalhando para finalizar um laudo sobre o acidente.

“A causa da morte teria sido um projétil que penetrou na cervical da vítima. Esse é um laudo preliminar do Instituto de Criminalística da Polícia Civil e, agora, vamos aguardar os demais laudos”, disse o delegado.

A assistente social dirigia um Toyota Etios XS 1.5, modelo 2015/2016. Em nota, a montadora afirmou que o modelo tinha uma campanha de recall pendente desde 2019.

“A Toyota se solidariza com a família da vítima e lamenta o ocorrido. Com relação ao veículo, informa que se encontra com campanha de recall pendente desde 2019. Para que a Toyota possa fornecer maiores informações, será necessária perícia técnica”, afirmou em nota a montadora.

De acordo com o portal da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), o modelo de carro dirigido por Melo tinha dois recalls de airbag pendentes: um referente ao airbag do motorista e outro ao do passageiro.

Empresas podem regularizar divergências de PIS e Cofins sem pagar multas

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A Receita Federal enviou 3148 comunicados para empresas que apresentaram divergências nas informações entre o declarado na EFD – Contribuições e os débitos não declarados na DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) no ano-calendário 2021. O montante é de R$ 919,6 milhões.

A ação tem como objetivo promover a conformidade tributária, com orientações que auxiliam os contribuintes a regularizarem divergências.

As empresas têm até 30 de novembro de 2024 para aproveitar a oportunidade de regularização. Após esse prazo, as empresas estarão sujeitas ao lançamento de ofício dos tributos devidos, acrescidos de multa de ofício.

Os avisos de regularização foram enviados por via postal e também para a caixa postal no Portal e-CAC (Centro Virtual de Atendimento), cujas orientações para acesso podem ser consultadas neste link . Para os maiores contribuintes, a saber, as pessoas jurídicas sujeitas ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado, utiliza-se o canal de comunicação próprio, conhecido por eles como e-Mac.

Adicionalmente, informações gerais sobre a ação e orientações sobre como se regularizar estão disponíveis neste link , no site da Receita Federal e valem para todos os contribuintes, ainda que não tenham recebido comunicação neste momento.

Por meio do envio de informações aos contribuintes, a Receita Federal busca fornecer assistência para o cumprimento das obrigações tributárias, sejam elas acessórias ou principais, demonstrando sua preocupação em orientar e auxiliar, bem como propiciando um menor custo para os contribuintes e evitando o litígio.

Segue o detalhamento da quantidade de pessoas jurídicas e do montante da insuficiência apurada por Unidade da Federação.

A Receita Federal reforça a importância de que os contribuintes estejam atentos aos avisos recebidos e procedam à regularização dentro do prazo estabelecido, evitando maiores custos decorrentes de atuação da fiscalização.

NÚMEROS

Na edição anterior, cujo foco foi o ano-calendário 2020, 65% dos 2.390 contribuintes alcançados pela ação regularizaram as inconsistências identificadas, sem a incidência de penalidades cabíveis. Sem litígio, o montante regularizado foi superior a R$ 1 bilhão . Já em relação a contribuintes que não aproveitaram a oportunidade, a Receita Federal realizou o lançamento de R$ 794 milhões.

É melhor evitar esse utensílio quando você for cozinhar

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Um novo estudo alerta para os riscos do uso de colheres de cozinha feitas de plástico preto. Segundo pesquisadores, estes utensílios apresentam altos níveis de produtos químicos desreguladores hormonais e até causadores de câncer.

Substâncias foram encontradas na maioria dos utensílios

Durante o trabalho, a equipe identificou itens como bandejas de sushi e espátulas como os que apresentaram os mais altos níveis de substâncias tóxicas. No total, estes produtos químicos tóxicos foram encontrados em 85% dos utensílios analisados.

Entre eles estão as colheres de plástico preto. De acordo com os responsáveis pela pesquisa, os níveis encontrados são preocupantes e podem causar prejuízos à saúde.

Utensílios de plástico preto (Imagem: vin.rusanov/Shutterstock)

O estudo ainda identificou que o plástico normalmente usado em eletrônicos (à base de estireno) continha níveis significativamente mais altos de tóxicos do que plásticos menos tipicamente usados ​​para eletrônicos (polipropileno e nylon).

Por conta disso, os pesquisadores acreditam que os produtos químicos estão presentes devido à reciclagem de lixo eletrônico em itens domésticos. As descobertas foram descritas em estudo publicado na revista Chemosphere.

Exposição a produtos tóxicos

  • Segundo os pesquisadores, o estudo evidencia as consequências da falta de restrições sobre produtos químicos tóxicos usados ​​em retardantes de chamas e presentes nos plásticos.
  • Eles ainda alertam para as exposições perigosas e desnecessárias quando esses itens domésticos são considerados de alto impacto, como brinquedos e utensílios de cozinha.
  • Os autores do estudo observam que as empresas continuam a usar retardadores de chamas tóxicos em eletrônicos de plástico, e isso gera exposições tóxicas inesperadas.
  • Além disso, destacam que estes produtos químicos estão entrando em nosso ambiente e em nossas casas de mais de uma maneira.

Projeto “Compartilhando Saúde” promove 280 cirurgias em Rolim de Moura

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O município de Rolim de Moura alcançou um marco relevante na área da saúde ao realizar cerca de 280 procedimentos cirúrgicos, por meio do projeto “Compartilhando Saúde”, uma iniciativa do governo de Rondônia. O programa visou reduzir as longas filas de espera e atender de forma eficiente às demandas da população local, proporcionando acesso rápido aos serviços de saúde.

As cirurgias aconteceram no período de junho a dezembro de 2023, e atenderam pessoas que aguardavam na fila de regulação, no Hospital Municipal João Amélio da Silva.

REPASSES

Os procedimentos cirúrgicos foram realizados através do repasse do governo de Rondônia no valor de R$ 1.564.099,34 (um milhão, quinhentos e sessenta e quatro mil, noventa e nove reais e trinta e quatro centavos), que promoveu a redução total de filas por cirurgias no município.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha, o objetivo da gestão é levar acesso mais rápido e prático para a população dos municípios. “Ao priorizar a resolução de demandas reprimidas, o projeto também diminui a pressão sobre o sistema de saúde, otimizando recursos e fortalecendo a estrutura hospitalar local,” ressaltou.

COMPARTILHANDO SAÚDE

Criado para reduzir filas de cirurgias nos municípios e atender à população, o Compartilhando Saúde destinou R$ 41 milhões para municípios da Macrorregião 1 e Macrorregião 2. Os recursos foram repassados aos municípios de acordo com o tamanho da população de cada cidade, conforme estimativa do IBGE de 2021, e pagos em três parcelas. O projeto foi prorrogado até 30 de junho de 2024.

PRF passa a usar drones para multar motoristas em rodovias federais

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) passou a utilizar drones para identificar infrações de trânsito em rodovias federais do país. A tecnologia começou a ser implantada nesta semana e já foi utilizada na BR-262, em Minas Gerais, e nas rodovias BR-282 e BR-101, ambas em Santa Catarina.

“O uso de drones marca um avanço na fiscalização das rodovias federais, com foco em infrações como uso de telefone celular ao volante, presença de caminhões e carretas na faixa da esquerda e a falta de uso de cinto de segurança. Com capacidade de zoom de até sete vezes e podendo voar a altitudes entre 10 e 20 metros, as aeronaves garantem ao policial visão privilegiada, e funcionam como plataforma elevada de observação”, diz a PRF.

A corporação destaca ainda que a implementação dessa tecnologia “segue orientação da direção geral da PRF em Brasília, que recomendou a busca por soluções tecnológicas de videomonitoramento em todo o país”. “As iniciativas locais, como a da PRF em Santa Catarina, serão compartilhadas para a construção de um modelo nacional de fiscalização”, diz.

A PRF afirma que os dois drones usados em Santa Catarina são registrados na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e que os policiais encarregados pela operação foram capacitados pela Polícia Militar Rodoviária e possuem certificação para a condução de aeronaves.

“Cada operação é planejada previamente e tem plano de voo registrado no sistema da Aeronáutica, em conformidade com as normas de segurança”, diz a corporação.

Atenção: é preciso baixar ou atualizar o e-Título até sábado

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Termina neste sábado (5) o prazo para baixar ou atualizar o e-Título para usá-lo no primeiro turno das eleições de 2024. Para votar no segundo turno, nas cidades em que ele acontecer, será preciso ter o app atualizado até 26 de outubro. O documento eletrônico não é emitido no dia da votação.

O e-Título pode substituir o título de eleitor impresso e o documento com foto nas eleições se você já tiver feito o cadastramento biométrico e, portanto, tiver a foto cadastrada no perfil do app.

Se você não tiver foto no e-Título, ainda poderá votar apresentando RG, identidade social, CNH (Carteira Nacional de Habilitação), passaporte, certificado de reservista ou carteira de trabalho ou de categoria profissional reconhecida por lei.

O título de eleitor impresso não tem foto e, por isso, não serve para permitir a votação.

O aplicativo também serve para consultar o local de votação, justificar a ausência nas eleições e emitir outros documentos junto à Justiça Eleitoral.

No final de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que mais de 46 milhões de eleitores têm contas cadastradas no e-Título. Veja abaixo mais informações sobre o aplicativo:

Como usar o e-Título

O e-Título está disponível gratuitamente e pode ser baixado em celulares Android (neste link) e iPhones (neste link).

Para começar a usar, é preciso clicar em “Começar no e-Título”, selecionar o quadrado ao lado de “Li e concordo com o Termo de Uso e Política de Privacidade” e, então, clicar em “Continuar”.

O aplicativo também perguntará se você permite o envio de notificações. Se este for o seu caso, clique em “Habilitar” e, depois, selecione a opção no seu celular para permitir notificações.

Em seguida, é preciso informar alguns dados para habilitar o e-Título:

1. Informe nome, data de nascimento, número do CPF e nome da mãe e do pai;
2. Clique em “Entrar no e-Título”;
3. Confirme outros dados que forem apresentados, como local de votação, telefone, profissão – as informações são baseadas no cadastro feito ao emitir o título de eleitor impresso – e clique em “Finalizar”;
4. Digite sua senha e clique em “Confirmar” – o e-Título pode informar que sua senha está desatualizada e pedir para você criar uma nova.

O e-Título pode pedir para fazer uma verificação por selfie. Se a opção aparecer para você, leia o termo de ciência sobre a identificação e clique em “Sim”. Depois, clique em “Prosseguir” e siga as instruções para tirar a foto.

O aplicativo também pode oferecer a opção para você habilitar o acesso com a digital. Se você desejar essa alternativa, clique em “Ativar”.


Como justificar ausência

1. Selecione a aba “Mais opções”;
2. Clique em “Justificativa de ausência”;
3. Informe a eleição que deseja justificar e insira sua justificativa e seu e-mail;
4. Clique em “Próximo”;
5. Anexe documentos que comprovem a necessidade de ausência;
6. Clique em “Concluir”.

Quem não comparecer ao local de votação precisa justificar a ausência em cada um dos turnos em, no máximo, 60 dias depois. Eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar no segundo.


Como saber local de votação

Para habilitar o e-Título, já é preciso informar alguns dados, como o local de votação. Mas a aba “Onde votar” permite lembrar o endereço da zona eleitoral, bem como o número da sua seção.

O aplicativo também permite emitir guia para pagamento de eventuais taxas por débitos eleitorais e emitir certidões de quitação eleitoral e de “nada consta” para crimes eleitorais. Esses recursos estão disponíveis na aba “Mais opções”.

Lei que garante segurança alimentar de pessoas com Transtorno do Espectro Autista e alergias alimentares é sancionada pelo governo de RO

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Publicada no Diário Oficial do Estado de Rondônia (Diof) nesta terça-feira (1º), pelo governo do estado, a Lei nº 5.886 promove a inclusão social de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e crianças com alergias alimentares. A nova Lei permite o ingresso e a permanência em qualquer local público ou privado, transportando alimentos para consumo próprio e utensílios de uso pessoal, independentemente de que o estabelecimento forneça alimentação.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a medida visa atender às necessidades específicas de pessoas que, por suas condições de saúde, necessitam de alimentos e utensílios adequados durante suas refeições, “garantindo que possam participar de atividades em diversos espaços sem enfrentar restrições desnecessárias”, explicou.

GARANTIA DE DIREITOS

Para fazer uso desse direito, a pessoa com TEA ou a criança com alergia alimentar deverá apresentar laudo médico ou uma carteira de identificação que ateste sua condição, conforme previsto na Lei Federal Nº 13.977/2020. Também será aceito o uso de cordões de identificação, como o quebra-cabeça ou girassol, desde que acompanhados da documentação necessária.

A Lei considera a recusa de adaptação razoável como discriminação, conforme estabelecido no Estatuto da Pessoa com Deficiência. Estabelecimentos que desrespeitarem a norma estarão sujeitos a multas que variam de 20 a 200 Unidades Padrão Fiscal (UPFs), além de sanções mais severas em casos de reincidência, como multas de até 1.000 UPFs e a cassação da licença de funcionamento. As multas aplicadas por descumprimento serão destinados ao Fundo Estadual de Assistência Social.

X diz que vai pagar novas multas e Moraes reitera decisão para desbloquear conta bancária

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A rede social X informou, nesta terça-feira (1º), que vai pagar as novas multas determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

No total, o valor soma R$ 28,6 milhões. Segundo disse a empresa ao STF, a quantia será quitada “com recursos próprios (advindos do exterior)”.

A quitação dos valores foi uma condição para que a plataforma seja desbloqueada no país. A suspensão foi determinada em 30 de agosto.

Em decisão nesta terça (1º), Moraes também reiterou uma decisão ao Banco Central para que desbloqueie as contas bancárias do X.

“Determino que o Banco Central do Brasil e a CVM [Comissão de Valores Mobiliários] procedam o imediato desbloqueio determinado e informem a razão do descumprimento da decisão de 11 de setembro de 2024”, disse Moraes.

A solicitação partiu da plataforma, para garantir o pagamento das multas.

“Seja determinada a expedição de novo ofício ao Banco Central do Brasil, para que, com urgência, regularize a situação do X Brasil perante aquele órgão, autorizando o mesmo a receber transferências internacionais de valores para que possa efetuar imediatamente o pagamento das multas indicadas, em integral cumprimento à referida decisão proferida por vossa excelência em 27 de setembro de 2024”, disseram os advogados do X, no pedido a Moraes.

Multas
A soma de R$ 28,6 milhões envolve novas multas determinadas na semana passada e uma anterior, cujos valores já estão bloqueados. A quantia está dividida assim:

  • R$ 10 milhões (o valor representa dois dias em que a rede social ficou disponível a usuários no Brasil, desrespeitando a ordem de suspenção);
  • R$ 18,3 milhões (a quantia refere-se a multas por descumprir decisões de bloqueio de perfis);
  • R$ 300 mil (valor imposto como multa à representante legal da empresa, Rachel de Oliveira, que havia sido punida em agosto, junto com a plataforma, pelo descumprimento das ordens de bloqueio).

O valor de R$ 18,3 milhões foi bloqueado das contas do X e da Starlink, empresa de internet via satélite de propriedade de Elon Musk, que também é dono do X.

Esse valor está em uma conta da União, como garantia de pagamento.

Na prática, para garantir a quitação completa, o X terá que desembolsar o valor integral. Isso vale mesmo para o valor correspondente ao montante bloqueado.

Ou seja, o X terá que pagar R$ 28,6 milhões. Uma vez que o valor seja pago, o valor bloqueado (R$ 18,3 milhões) volta para X e Starlink.

Recursos do exterior
No pedido feito a Moraes, o X explicou que vai pagar todo o valor com recursos próprios vindo do exterior, desobrigando a Starlink de arcar com parte do valor.

“Não havendo, portanto, necessidade de qualquer manifestação expressa da Starlink Brazil Serviços de Internet Ltda. quanto ao referido pagamento ou desistência do recurso por ela interposto, tendo em vista que o cumprimento integral da obrigação será realizado pela própria X Brasil”, disse a plataforma, no pedido ao ministro.

Moraes bloqueou ainda no final de agosto as contas das duas empresas. Do X, foram retidos R$ 7,2 milhões. Da Starlink, R$ 11 milhões. Os valores foram transferidos para uma conta da União.

O ministro entendeu haver um “grupo econômico de fato” entre as duas empresas do bilionário Elon Musk.

A ordem para o desbloqueio das contas bancárias das duas companhias foi dada em setembro.

Condições para voltar

Quando mandou suspender o X, em 30 de agosto, Moraes estabeleceu condições para que a plataforma voltasse a funcionar. São elas:

  • cumprir decisões do STF para suspender nove perfis na plataforma;
  • indicar um representante legal no Brasil, com a devida comprovação de órgãos públicos;
  • pagar todas as multas devidas pelo descumprimento de decisões.

As duas primeiras ordens já foram acatadas.

A suspensão do X foi confirmada pela unanimidade da primeira turma do STF. Recursos apresentados pelo partido Novo e pela Ordem dos Advogados do brasil (OAB) contestam pontos da decisão, como a multa de R$ 50 mil a qualquer pessoa que burlar o bloqueio.

Os casos estão com o ministro Nunes Marques, que ainda não tomou uma decisão.

Por que o X foi bloqueado?

A rede social foi suspensa no Brasil depois de descumprir de forma reiterada decisões do STF de bloquear perfis na plataforma.

Eram nove contas em questão, que estavam sendo usadas para divulgação de ataques a instituições, de ameaças a delegados da Polícia Federal (PF) e de conteúdos considerados antidemocráticos.

Entre os usuários dessas contas, estão o senador Marcos do Val (Podemos-ES), o blogueiro Ed Raposo e a filha do também blogueiro Oswaldo Eustáquio.

Como forma de evitar punições pela postura, a empresa anunciou o fechamento da sua representação no Brasil. Uma decisão de Moraes estabelecia a prisão da representante da companhia, caso a desobediência às ordens permanecesse.

A empresa foi intimada pelo STF a formalizar seu representante, por meio de publicação no perfil da Corte no próprio X. Caso não indicasse um nome, a consequência fixada era a suspensão da rede social.

Como não houve resposta, Moraes determinou o imediato bloqueio do X.

Na decisão, o magistrado disse que havia “requisitos legais necessários” para a medida. O ministro citou os “reiterados, conscientes e voluntários descumprimentos das ordens judiciais e inadimplemento das multas diárias aplicadas, além da tentativa de não se submeter ao ordenamento jurídico e Poder Judiciário brasileiros, para instituir um ambiente de total impunidade e “terra sem lei” nas redes sociais brasileiras, inclusive durante as eleições municipais de 2024”.

Moraes também afirmou que a rede continuava sendo instrumentalizada “por meio da atuação de grupos extremistas e milícias digitais nas redes sociais, com massiva divulgação de discursos nazistas, racistas, fascistas, de ódio, antidemocráticos, inclusive no período que antecede as eleições municipais de 2024”.

Transporte coletivo será gratuito no 1º turno das eleições em Porto Velho

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O transporte coletivo será gratuito para quem vai votar no dia 6 de outubro, 1º turno das eleições municipais, em Porto Velho. O objetivo, segundo a prefeitura, é facilitar o acesso de todos os eleitores às urnas.

O decreto que garante a gratuidade foi assinado em setembro e garante a isenção das tarifas será válida das 6h às 18h, horário em que ocorrerá a votação.

A decisão de conceder a gratuidade tem como fundamento a promoção da acessibilidade ao processo eleitoral, facilitando o transporte de eleitores de todas as regiões da cidade. A ação busca assegurar a participação democrática de todos os cidadãos.

Os horários e itinerários dos ônibus estão disponíveis no site da Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran).

Em Porto Velho, os eleitores vão às urnas para eleger o prefeito da cidade, concorrido entre os candidatos: Célio Lopes (PDT), Dr. Benedito Alves (Solidariedade), Juíza Euma Tourinho (MDB), Léo (Podemos), Mariana Carvalho (União), Ricardo Frota (Novo) e Samuel Costa (Rede). (Organizado por ordem alfabética)

Avião que vai repatriar brasileiros no Líbano segue para Beirute

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O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) cedida para a Operação Raízes do Cedro decolou da Base Aérea do Galeão (BAGL), no Rio de Janeiro (RJ), no início desta quarta-feira (02/10), com destino a Beirute, no Líbano.

A aeronave KC-30 fará um escala em Lisboa, Portugal. O voo, do Brasil até Portugal, terá duração prevista de 9h20. A maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio atualmente está justamente no Líbano. Ao todo, 21 mil brasileiros vivem no país.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), cerca de 3 mil brasileiros desejam deixar o Líbano, em meio à escalada das operações militares das Forças Armadas de Israel. Este é o número de pessoas que procuraram a Embaixada do Brasil em Beirute com pedido de repatriação.

Os ataques aéreos israelenses a várias regiões do Líbano provocaram, desde o último dia 17, a morte de mais de 1 mil pessoas, incluindo dois adolescentes brasileiros e seus pais, assim como um saldo de milhares de feridos. A situação em Beirute, a capital do país, é descrita como “tensa e terrível” por brasileiros que estão na região, com risco de guerra total.

Nesta primeira operação de repatriação, a previsão inicial é de repatriar 220 brasileiros que estão em solo libanês, a partir do aeroporto de Beirute, que ainda permanece aberto. O voo fará escala para reabastecimento em Lisboa, tanto na ida quanto na volta. Outros voos ainda não foram confirmados, mas devem ocorrer ao longo dos próximos dias.

Celular com aplicativo Meu INSS sobre cédulas de dinheiro, representando novas regras do empréstimo consignado do INSS.

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A expectativa agora se concentra nos 26 nomes que vão definir o caminho do Brasil até a estreia no Mundial.