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quinta-feira, julho 16, 2026
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Feira dos Empreendedores fortalece a valorização da agricultura familiar em Rondônia

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Com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar, o Governo de Rondônia mobiliza agroindústrias familiares de oito municípios para participarem da primeira Feira dos Empreendedores de 2024. O evento acontece nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, das 7h30 às 18h, na rua Pio XII, ao lado do Palácio Rio Madeira (PRM), sede administrativa do Governo do Estado, em Porto Velho.

Para o governador Marcos Rocha, a Feira dos Empreendedores é uma oportunidade para que os produtores familiares mostrem seus produtos de qualidade e diversidade, que muitas vezes são desconhecidos do público em geral. “É importante destacar a relevância da agricultura familiar para a economia e segurança alimentar do estado de Rondônia. E durante esses dois dias, a população está convidada a conhecer o que está sendo produzindo pelas nossas agroindústrias familiares”, salientou.

A Feira do Empreendedor é desenvolvida por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater/RO). De acordo com secretário da Seagri, Luiz Paulo, as agroindústrias familiares apresentarão diversas produções, como panificação, queijos, mel, chocolates, café, defumados e embutidos, além de iogurtes, derivados e plantas ornamentais. “O compromisso do Governo em valorizar e apoiar os produtores familiares, é mais uma ação que ajuda na comercialização direta dos produtos, e assim estimula o empreendedorismo e a divulgação da agricultura familiar de Rondônia”, comentou.

A iniciativa é da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), em parceria entre a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), Superintendência Estadual de Turismo (Setur), Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater/RO) e o Serviço Brasileiro de apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae).

Polícia da Colômbia apreende 130 sapos venenosos com brasileira

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A Polícia da Colômbia apreendeu 130 sapos venenosos que eram transportados ilegalmente por uma brasileira, no Aeroporto Internacional El Dorado, em Bogotá, nesta segunda-feira (29/1).

Os sapos estavam sendo transportados dentro de potes de filme fotográfico. A brasileira tinha como destino São Paulo, com uma escala no Panamá.

As autoridades colombianas notaram que os sapos estavam desidratados e estressados.

Segundo o jornal colombiano Caracol, a secretária de meio ambiente de Bogotá estima que os sapos foram extraídos de uma comunidade chamada Nariño, a 830 quilômetros de Bogotá e podem chegar a valer 56 milhões de pesos colombianos (cerca de R$ 70 mil).

População de Alto Paraíso é contemplada com ponte construída no rio Jamari, na RO-459

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Produtores e moradores do município de Alto Paraíso e região, localizado à 182 quilômetros de Porto Velho, vivem uma nova realidade com a ponte de concreto construída pelo Governo de Rondônia no rio Jamari, na RO-459. A ponte, que teve a obra iniciada em 2021, foi inaugurada nesta segunda-feira (29).

Alto Paraíso, que nos últimos anos tem recebido diversos investimentos do Governo do Estado, recebe a nova ponte, que garante o direito de ir e vir dos 16.320 habitantes do município e vai proporcionar fluidez para o escoamento agrícola da região. A obra foi realizada com o método executivo de lançamento de vigas, como a treliça lançadeira, que consiste em transportar vigas pré-moldadas do local onde foram construídas, colocando-as onde a obra está localizada.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a obra representa progresso para a região do Vale do Jamari, e irá beneficiar a população do município e adjacências. “Esta é mais uma das importantes obras feitas pelo Governo do Estado. É uma ponte com estrutura mais elevada, uma obra fundamental, que proporciona segurança na rodovia e fortalece a agricultura e outros setores econômicos do município”, destacou.

Segundo o diretor-geral do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER), Éder Fernandes, Rondônia é um estado do agro e necessita de infraestrutura para manter o desenvolvimento. “As pontes fazem parte desse progresso, e a população de Alto Paraíso teve paciência, atenção, e hoje passa a ser contemplada com esta importante obra”, salientou.

A moradora da localidade, Andrelina Carvalho ressaltou a felicidade em ter a ponte de volta, e agora em estrutura de concreto. “Estamos muito felizes com essa ponte nova. Agora vamos andar com mais segurança e tranquilidade. Moro há muitos anos aqui em Alto Paraíso, e é muito bom ver o Governo do Estado investindo na nossa região”, afirmou.

SOBRE A PONTE

A estrutura possui 130 metros de comprimento e 8,80 metros de largura. Para a nova ponte foram necessárias 16 vigas, cada uma com 32 metros de comprimento, pesando 45 toneladas.

A ponte recebeu serviços de aterro, regularização de subleito, sub-base, base e enrocamento com pedra, a 360 metros do encontro da ponte com a estrada. A estrutura conta ainda com revestimento asfáltico de Concreto Betuminoso Usinado à Quente (CBUQ), com cinco centímetros de espessura. Durante a construção, o Governo do Estado disponibilizou à população travessia gratuita no rio Jamari, por meio de balsa.

Governo de Rondônia garante a regularidade da oferta de peixes durante o período de defeso

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Desde o mês de outubro está proibida a pesca do Tambaqui e outros peixes de piracema, nos rios e lagos do estado de Rondônia. Esta proibição segue até o mês de março de 2024, por causa do defeso, período de seis meses estabelecido por lei para proteger as espécies que se reproduzem nesta época do ano.

Programas governamentais de incentivo à produção favorecem a regularidade da oferta de peixes durante todo o ano, além dos recursos aplicados na assistência técnica especializada da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater/RO). O Governo do Estado investiu recursos na abertura de tanques, aquisição e transporte de calcário para correção da acidez do solo e da água, criou programas especiais para apoiar o piscicultor, entre eles, o Programa Peixe Saudável.

Foram adquiridos laboratórios móveis através do Programa Peixe Saudável, utilizados em visitas às propriedades dos piscicultores, a fim de realizar análises físico-químicas da água e exames biológicos nos peixes, com o intuito de detectar parasitas e garantir a saúde das espécies ofertadas aos consumidores rondonienses.

Neuralink faz 1º implante de chip cerebral em humano, diz Elon Musk

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Elon Musk, o bilionário fundador da Neuralink, disse que o primeiro humano recebeu um implante da startup de chips cerebrais no domingo (28) e está se recuperando bem. O anúncio foi feito em uma postagem na plataforma X na segunda-feira (29).

“Os resultados iniciais mostram uma detecção promissora de picos de neurônios”, disse Musk.

A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA autorizou a empresa no ano passado a realizar o seu primeiro ensaio para testar o seu implante em humanos.

“O primeiro produto @Neuralink se chama Telepatia”, acrescentou Musk.

O estudo avaliará a funcionalidade da interface que permite que pessoas com tetraplegia, ou paralisia dos quatro membros, controlem dispositivos com o pensamento, segundo o site da empresa.

A Neuralink não respondeu imediatamente a um pedido da Reuters para obter mais detalhes.

Teste de implante cerebral

Em setembro de 2023 a Neuralink disse ter recebido a aprovação de um conselho de revisão independente para iniciar o recrutamento para o primeiro teste em humanos de seu implante cerebral para pacientes com paralisia.

Pessoas com paralisia causada por lesão da medula espinhal cervical ou esclerose lateral amiotrófica (ELA) podem se qualificar para o estudo, disse a empresa, mas não foi revelado quantos participantes seriam incluídos na pesquisa, que levará cerca de seis anos para ser concluída.

O estudo usará um robô para colocar cirurgicamente um implante de interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês) em uma região do cérebro que controla a intenção de se mover, disse a Neuralink, acrescentando que seu objetivo inicial é permitir que as pessoas controlem um cursor ou teclado de computador usando apenas seus pensamentos.

A empresa, que esperava receber aprovação para implantar seu dispositivo em dez pacientes, estava negociando um número menor de pacientes com a Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) depois que a agência levantou preocupações de segurança, de acordo com ex-funcionários e funcionários atuais.

Não se sabe quantos pacientes a FDA acabou aprovando.

Musk tem grandes ambições para a Neuralink, dizendo que ela facilitaria a rápida inserção cirúrgica de seus dispositivos de chip para tratar doenças como obesidade, transtorno do espectro autista, depressão e esquizofrenia.

Em maio, a empresa disse que havia recebido autorização da FDA para seu primeiro teste clínico em humanos, quando já estava sob escrutínio federal por sua manipulação de testes em animais.

Mesmo que o dispositivo de BCI se mostre seguro para uso humano, ainda assim levaria mais de uma década para que a startup obtivesse autorização para uso comercial, de acordo com especialistas.

Dengue: Aedes aegypti veio para ficar, alerta infectologista

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O mosquito Aedes aegypti, transmissor de todas as arboviroses que atualmente circulam no país, inclusive a dengue, chegou a ser erradicado do território brasileiro por volta de 1950, como resultado de uma série de medidas para o controle da febre amarela. Entretanto, dadas as atuais proporções de infestação, é impossível sonhar com esse cenário novamente. “O Aedes veio para ficar”, alertou o infectologista Antonio Carlos Bandeira.

Formado pela Universidade Federal da Bahia e especialista em saúde pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Bandeira descobriu, em 2015, a chegada do vírus Zika ao Brasil. A doença também é transmitida pelo Aedes aegypti. Em entrevista à Agência Brasil, o médico citou alterações climáticas, sobretudo o aumento das temperaturas, como fatores que colaboram para a explosão de casos de dengue este ano.

O infectologista manifestou preocupação com o ressurgimento do sorotipo 3 da dengue no país – que não circulava de forma epidêmica há mais de 15 anos. “Mas, independentemente do sorotipo, preocupa a grande quantidade de casos que a gente tem. Porque uma grande quantidade de casos implica uma grande quantidade de complicações e uma grande quantidade de possíveis óbitos”.

Confira a seguir os principais trechos da entrevista:

Agência Brasil: Nas primeiras semanas de 2024, o número de casos de dengue mais que dobrou em relação ao mesmo período de 2023, que já havia sido classificado como ano epidêmico. O que tem causado essa explosão de casos no Brasil?
Antonio Carlos Bandeira: Vários fatores têm causado essa explosão. O primeiro e mais importante têm sido as alterações climáticas. Houve agora, com o El Niño, nos últimos dois anos, uma combinação de muito calor no corredor que segue da Região Centro-Oeste e desce pela porção oeste das regiões Sudeste e Sul. Esse corredor climático acabou facilitando muito a disseminação do mosquito tanto para locais da Região Sudeste e, mais importante ainda, da Região Sul. Isso facilitou que o Aedes aegypti pudesse ser disseminado. Não só o Brasil, mas países circunvizinhos como Paraguai e Argentina viveram a mesma situação: uma chegada muito forte do Aedes aegypti. É um passo para começar a ter epidemias de dengue, chikungunya e zika.

Outro fator é o desmantelamento que houve, de certa maneira, nos últimos anos, de uma vigilância mais proativa no sentido de instituir medidas como larvicida ou o famoso fumacê. Temos períodos que ficaram sem larvicidas. E o terceiro fator é pegar a população que é exatamente dessas regiões que citei e que eram virgens de dengue. Diferentemente da Região Nordeste, em que as pessoas frequentemente tiveram episódios pregressos de dengue. Nesses casos, a pessoa fica um pouco mais resistente, apesar de ainda poder pegar a doença por outros sorotipos. No caso da Região Sul, está todo mundo ali sem nenhum tipo de proteção anterior. E a vacina só agora está sendo pensada.

Agência Brasil: O recente aumento das temperaturas em praticamente todo o país associado à grande quantidade de chuvas contribui de alguma forma para esse agravamento do cenário da dengue?
Bandeira: É, isso que faz com que a coisa complique. Você tem esse corredor de calor e ele fica oscilando com muita precipitação pluviométrica de forma intensiva. Isso facilitou demais. Calor e muita chuva intermitente são a combinação principal para a dengue. Por culpa, de certa maneira, do El Niño. O Aedes aegypti se reproduz mais rápido e vive mais quanto mais elevada é a temperatura. A situação é essa. Ele vive mais e se multiplica mais.

Agência Brasil: A dengue tem comportamento sazonal e sempre retorna de forma epidêmica de tempos em tempos. É comum termos dois anos consecutivos de epidemia se já considerarmos 2023 e 2024?
Bandeira: Estamos diante de populações virgens. A maioria dos casos de dengue que estamos tendo no ano passado e este ano é na Região Sudeste e Sul. Essa população que nunca teve dengue antes está muito suscetível.

Agência Brasil: O pico da dengue no Brasil geralmente acontece entre março e maio. Em função do início precoce de casos, já em outubro do ano passado, há chance de esse pico chegar mais cedo em 2024?
Bandeira: No ano passado, a gente teve uma situação completamente diferente porque tivemos, como de praxe, a dengue no início do ano. Em fevereiro, já tínhamos muitos casos. Mas, normalmente, as taxas começam a subir em fevereiro, março, abril e, em maio, começam a cair. No ano passado, essas taxas foram altas o primeiro semestre praticamente inteiro, até julho. E só foram começar a cair em agosto, já mostrando um comportamento diferente.

Talvez algumas regiões atinjam o pico de dengue antes, mas isso não é garantido. Nesses processos epidêmicos, cada estado, na verdade, tem um comportamento. Depende da precocidade com que se começa a detectar, usar larvicida em grande quantidade, fumacê, alertar a população. Cada estado tem uma intervenção diferente. Um está em calamidade pública e, em outro, a coisa é intensa, mas não é trágica. Cada local acaba tendo uma dinâmica diferente. Se você não fizer nada, o pico pode chegar antes sim.

Agência Brasil: O sorotipo 3 da dengue não circulava de forma epidêmica no Brasil há mais de 15 anos, mas voltou a registrar casos em 2023 e em 2024. Como esse ressurgimento pode agravar ainda mais as perspectivas para este ano?
Bandeira: Sem dúvida, o tipo 3 voltou a circular. A gente só não sabe se ele vai ser o responsável pela maioria dos casos. A gente não tem como saber isso neste momento. Já tivemos a introdução de sorotipos que começam a circular, mas não vão muito adiante. No passado, o sorotipo 4, por exemplo, começou, mas não dominou o espectro da doença. O sorotipo 3 realmente preocupa porque é mais um sorotipo para causar a doença. Por outro lado, pode ser que ele não seja dominante na maior parte dos estados do Brasil. O que a gente está vendo hoje é que os sorotipos 1 e 2 estão fazendo uma grande quantidade de notificação no Brasil como um todo.

Neste momento, independentemente do sorotipo, preocupa a grande quantidade de casos que a gente tem. Porque uma grande quantidade de casos implica uma grande quantidade de complicações e uma grande quantidade de possíveis óbitos.

Agência Brasil: O Aedes aegypti chegou a ser erradicado do território brasileiro por volta de 1950 como resultado de medidas para controle da febre amarela. É possível sonhar com esse cenário novamente, dadas as proporções atuais de infestação?
Bandeira: Jamais. Nunca mais. Não tem como. O Aedes veio para ficar e só faz aumentar. Começou em 1980 no Rio de Janeiro e, hoje, já está presente em praticamente todos os municípios do Brasil. É um mosquito altamente domiciliável. Nessas temperaturas elevadas, não tem como. E a tentativa de trazer aqueles mosquitinhos transgênicos, que realmente poderiam ajudar num determinado momento, hoje em dia, não tem como. Você teria que soltar mosquitos transgênicos aos bilhões no Brasil inteiro. A gente realmente perdeu o timing da coisa porque ficou parado. Ficou-se, todos os anos, esperando que a epidemia fosse embora. Mas o vírus não entende os apelos e os clamores humanos. Ele quer continuar. Veio pra ficar mesmo. A saída nossa agora é a vacina. Não tem outra.

Agência Brasil: O controle dos criadouros do mosquito, em tese, não é algo tão difícil de se fazer. O que falta? Mais campanha? Maior conscientização?
Bandeira: Cuba, que é uma ilhazinha minúscula quando comparada ao Brasil, não conseguiu erradicar os criadouros com um sistema político altamente centralizado. Para a gente, não tem como. É absolutamente impossível, não tem como. A única possibilidade seriam tecnologias novas, inovadoras mesmo. Mas até isso bate em uma situação de custo que pode ser muito elevado para o país todo. Serve para algumas regiões de epidemia, mas é impossível acabar com o Aedes aegypti. Não é factível, não é viável. Só em filme de Hollywood.

Agência Brasil: O Brasil ainda registra lixões e esgoto a céu aberto, além de uma grande quantidade de terrenos baldios sem fiscalização adequada. Como o senhor avalia as ações para controle do mosquito no país ao longo dos últimos anos? É preciso mudar de estratégia?
Bandeira: Acho que a gente tem que investir em pesquisa. Os governos, sejam eles federal, estadual ou municipal, precisam entender, de uma vez por todas, que o que resolve os nossos problemas é a pesquisa feita aqui dentro, para as nossas necessidades. É investimento massivo em pesquisa, pra gente poder descobrir novas drogas pra dengue, novas vacinas e assim por diante.

Em segundo lugar, a gente tem que ter coragem mesmo para pensar em atuar nas favelas. Você olha, por exemplo, o que acontece com a dengue. Geralmente, nas áreas urbanizadas, você tem uma taxa de dengue muito menor. Não deixa de ter, mas é menor. Quando você olha as favelas, essas aglomerações no Rio de Janeiro, em São Paulo ou em qualquer lugar do Brasil, esses locais concentram uma quantidade gigantesca de pessoas num espaço minúsculo. Isso vai facilitar muito a transmissão. Um mosquito vai picar 20, 30 pessoas e passar a dengue porque estão muito pertinho umas das outras. Não há recolhimento de lixo adequado, isso facilita água parada. A questão do saneamento básico é horroroso. Mesmo em águas sujas, o Aedes consegue se multiplicar. São áreas críticas para transmissão da doença.

Também são críticas para a criminalidade, para o tráfico de drogas, para doenças diarreicas, para tudo. A gente precisaria fazer um investimento. São 11 milhões de pessoas no Brasil que vivem nas favelas. Quero ver um PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] das favelas. Algum governante que tenha coragem de fazer isso. Para que você possa urbanizar. Não precisa deslocar a população para fora. Você vai urbanizar aquilo ali. Talvez tenha que desapropriar uma pequena quantidade de pessoas, mas passar ruas, saneamento básico, coleta de lixo, organizar o espaço urbano de forma que você possa fazer ações de saúde, larvicida, passar fumacê. Hoje em dia, se você tem um surto em qualquer favela do Brasil, você não consegue subir com o fumacê, passar larvicida. Não consegue fazer nada. Isso sim é atuar nas causas raízes dos problemas.

A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC

 

Prefeitura de Porto Velho entrega primeiro Ecoponto e caminhão para coletar material e levar aos catadores

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A Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Saneamento e Serviços Básicos (Semusb), fez a entrega do primeiro Ecoponto e de um caminhão para a coleta do material reciclável, que será enviado para os catadores na Vila Princesa, que irão separar e destinar à comercialização, gerando emprego e renda para as famílias que antes retiravam o sustento do lixão.

O primeiro de dez Ecopontos – Ponto de Entrega Voluntário (PEV) de materiais recicláveis – para receber material reciclável foi instalado em frente à Escola Municipal de Ensino Infantil Professora Ronilza Cordeiro Afonso Dias, localizada no bairro Novo Horizonte, na zona Sul da capital, como parte do Projeto de Coleta Seletiva Solidária no município. Participaram da solenidade o secretário municipal da Semusb, Cleberson Pacheco, o secretário de Meio Ambiente (Sema), Robson Damasceno e o vereador Isaque Machado.

O projeto é parte do programa do Plano Municipal de Saneamento Básico e tem como objetivo o aumento do índice de reciclabilidade e concomitante fomento à inclusão socioprodutiva dos catadores e catadoras de materiais recicláveis, em cumprimento à Lei 12.305 de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS.

“Com a coleta seletiva solidária, vamos poder ajudar a melhorar a vida dos catadores. Convido a população para se integrar nessa ação solidária, que trará impactos positivos ao meio ambiente, vai gerar renda aos catadores e melhorar a nossa cidade”, declarou o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves.

População vai poder contribuir, separando o material e colocando nos Ecopontos

Para Cleberson Pacheco, “a população vai poder contribuir, separando o material e colocando nos Ecopontos. Serão dez deles instalados na cidade até o final de fevereiro. Por outro lado, estamos com essa parceria com os condomínios, iniciando aqui com o Riviera, que vai separar o material, que será enviado pela prefeitura, através da Semusb, para a Vila Princesa, para a cooperativa de catadores. Essa ação dá mais dignidade para as famílias de catadores, que passam a receber o material separado, facilitando o trabalho”, disse o secretário da Semusb.

O secretário da Sema afirmou que “com os Ecopontos, os materiais serão separados e reciclados, gerando renda, destinação ambiental correta e o caminhão vai fazer a rota para pegar o material, com ganho sustentável excepcional. Os condomínios serão parceiros e também vão separar o material, que será levado para os catadores da Vila Princesa”.

Toni dos Santos, coordenador da Cooperativa Rondoniense de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (Catanorte), informou que são 43 catadores inscritos na Catanorte, de um total de cerca de 350 que atuavam na antiga lixeira.

Serão dez Ecopontos instalados na cidade até o final de fevereiro

“Uma boa iniciativa da Prefeitura em apoiar os catadores. A grande importância é a destinação correta dos resíduos. Vamos receber o material já separado, facilitando o trabalho, que iremos fazer no barracão e não mais diretamente na lixeira, como era antes. Fica mais humanizado o nosso trabalho e a implantação de uma coleta seletiva solidária é fundamental”.

ADESÃO

A diretora da Escola Ronilza Cordeiro, Cíntia Machado, e a representante do condomínio Riviera, Márcia da Silva, assinaram o termo de adesão ao projeto. A Escola Ronilza conta com cerca de 350 alunos da creche ao pré-escolar, de 3 a 5 anos de idade. Já o condomínio Riviera conta com 283 casas e vai iniciar um processo de separação dos resíduos, que serão levados pelo caminhão da Semusb até os catadores na Vila Princesa.

“Estamos iniciando neste projeto e esperando que haja conscientização dos moradores e que possamos ter um ganho ambiental e ao mesmo tempo ajudando aos catadores da Vila Princesa, mandando material que eles possam aproveitar e comercializar”, completou Márcia da Silva.

“Precisamos que a população nos ajude nesse trabalho de coleta seletiva solidária. Com isso ganha o meio ambiente, ganha a sociedade, ganham os catadores e todos ganhamos uma cidade mais limpa”, finalizou Cleberson Pacheco.

Prefeitura abre concurso público com quase 50 vagas no interior de Rondônia

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A prefeitura de Theobroma (RO) abriu um concurso público para a contratação de 47 profissionais em cargos de nível fundamental, médio e superior. As inscrições abrem no dia 29 de janeiro e podem ser realizadas até o dia 17 de fevereiro.

Os interessados devem se cadastrar pelo site da RHS Consult, responsável pela organização do certame. As taxas variam de R$ 50 a R$ 100, variando conforme o cargo pretendido.

A seleção será realizada por meio de prova objetiva, prova prática (para motorista e operador de máquinas) e avaliação de títulos (para cargos de nível superior), que devem começar a ser aplicados no dia 31 de março. 

As jornadas de trabalho são de 20h ou 40h semanais e os salários chegam a R$ 4,2 mil.

Confira as vagas disponíveis:

  • Agente Comunitário de Saúde;
  • Agente de Combate à Endemias;
  • Agente de Defesa Ambiental;
  • Agente de Portaria;
  • Arquiteto; Assistente Social;
  • Auxiliar de Farmácia;
  • Auxiliar de Serviços Gerais – Homem;
  • Auxiliar de Serviços Gerais – Mulher;
  • Contador – Câmara Municipal;
  • Controlador Interno – Câmara Municipal;
  • Controlador Interno – IPT;
  • Cuidador de Alunos da Educação Infantil;
  • Desenhista Cadista;
  • Educador Físico;
  • Enfermeiro;
  • Engenheiro Civil;
  • Farmacêutico Generalista;
  • Engenheiro Eletricista;
  • Fiscal Ambiental;
  • Fiscal de Obras;
  • Fiscal de Rendas;
  • Fiscal de Vigilância Sanitária;
  • Fisioterapeuta;
  • Gestor Ambiental;
  • Médico Clínico Geral;
  • Merendeira;
  • Monitor de Transporte Escolar;
  • Monitora de Educação Infantil;
  • Motorista de Transporte Escolar;
  • Motorista de Veículos Leves;
  • Motorista de Veículos Pesados;
  • Nutricionista;
  • Operador de Máquinas Pesadas;
  • Orientador Educacional;
  • Orientador Educacional;
  • Pedagogo;
  • Professor de Ciências;
  • Professor de Educação Física;
  • Professor de Geografia;
  • Professor de História;
  • Professor de Língua Inglesa;
  • Professor de Língua Portuguesa;
  • Professor de Matemática;
  • Professor do AEE;
  • Professor Pedagogo;
  • Psicólogo;
  • Supervisor Educacional;
  • Supervisor Educacional;
  • Técnico Administrativo;
  • Técnico de Controle Interno;
  • Técnico de Enfermagem;
  • Técnico de Radiologia;
  • Técnico Educacional;
  • Técnico em Informática;
  • Zeladora e
  • Zeladora – Câmara Municipal.

Rondônia adere ao programa “Conheça o Brasil” que vai facilitar o acesso a viagens dentro do país

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Um Brasil para os brasileiros. Essa é a principal missão do programa Conheça o Brasil, um movimento nacional coordenado pelo Ministério do Turismo, que tem como objetivo incentivar e facilitar as viagens dos brasileiros pelo país, em especial pelos estados cujos governos fizeram a adesão. Em Rondônia, a parceria está sendo implementada pelo Governo do Estado por meio da Superintendência Estadual de Turismo (Setur), com medidas de fomento não só ao turismo interno, mas com o intuito de trazer turistas de outros estados para conhecerem o que Rondônia tem de melhor.

Uma das ações do Programa Conheça o Brasil inclui a linha de crédito “Realiza”, oferecida por uma instituição financeira, com condições facilitadas para compra de serviços turísticos e passagens aéreas, com juros e forma de parcelamento especiais. O programa também beneficia os prestadores de serviços cadastrados no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), que podem divulgar seus produtos, aumentando suas vendas e serviços.

REALIZA

De acordo com o superintendente da Setur, Gilvan Pereira, ao Estado coube o papel de divulgar a novidade e as atrações turísticas de Rondônia, que podem ser acessadas na Plataforma Rondônia tem tudo. “Temos belezas naturais e excelentes opções para todos os tipos de turismo. Aqui é possível encontrar uma diversidade de ambientes para quem busca momentos únicos com a família e amigos”, ressaltou.

CONHEÇA RONDÔNIA

Para ajudar na decisão sobre o melhor destino, basta acessar as cartilhas das Rotas turísticas, definidas por regiões: Madeira Mamoré, rios de Rondon e Rota das Águas, que concentram os principais atrativos turísticos.

Para o governador Marcos Rocha, a adesão ao programa vai trazer uma série de benefícios para Rondônia. “Todos terão a oportunidade de conhecer as belezas naturais e culturais do Estado, fortalecendo o sentimento de pertencimento e valorização da identidade nacional”, destacou.

POTENCIAL TURÍSTICO

O turismo é uma atividade econômica potencial, capaz de impulsionar o desenvolvimento regional, além de valorizar a cultura local e promover a preservação do patrimônio natural. O aumento no número de turistas que visitam Rondônia contribui para a geração de negócios aos prestadores de serviços turísticos e à competitividade no setor. Com o aumento da demanda é dinamizada a economia local, gerando emprego e renda às comunidades que recebem visitantes.

Mais de 500 mil pessoas têm isenção aceita no concurso unificado

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Candidatos que solicitaram isenção da taxa de inscrição no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) já podem conferir se os pedidos foram aceitos. A consulta ao resultado deve ser feita no próprio site de inscrições do concurso.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que foram aceitos, ao todo, 517.468 pedidos. Têm direito à isenção pessoas que estão no CadÚnico, fazem ou fizeram ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) ou Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), além de doadores de medula óssea.

A pasta recebeu, até a última sexta-feira (26), 662.018 pedidos de isenção da taxa de inscrição, o que leva a um índice de 78,17% dos pedidos aceitos. Os demais candidatos que tiveram o pedido inicial negado têm até esta terça-feira (30) para recorrer. A análise dos recursos será feita até o dia 5 de fevereiro. O resultado final será publicado em 6 de fevereiro.

Os candidatos cujos recursos forem negados terão até 9 de fevereiro, último dia de inscrição no certame, para efetuar o pagamento da inscrição e concorrer a uma das 6.640 vagas ofertadas pelos 21 órgãos que aderiram ao concurso.

Arte Enem dos Concursos. Blocos Temáticos. Foto: Arte/EBC

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