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quinta-feira, junho 25, 2026
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Pacientes com fissuras ganham nova chance com cirurgias em RO

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Criança atendida em ambiente hospitalar durante ação da Operação Sorriso em Rondônia, que realizou triagem e cirurgias em pacientes com fissuras labiopalatinas.

Operação Sorriso em Rondônia levou cirurgias gratuitas e atendimento especializado a pacientes com fissuras labiopalatinas no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho. A ação reuniu equipes multiprofissionais, ampliou o acesso ao tratamento e reforçou a rede pública de saúde para famílias que enfrentam dificuldades médicas, emocionais e sociais causadas pela condição.

Segundo o governo estadual, foram triados 70 pacientes e 42 passaram por operação cirúrgica durante a mobilização realizada entre os dias 26 e 29 de março. No dia 30, os pacientes atendidos receberam alta hospitalar. Além do procedimento, a iniciativa destacou a importância do acompanhamento posterior e do cuidado contínuo para garantir desenvolvimento, alimentação adequada, fala e autoestima.

A ação em números
Pacientes triados
70
foram avaliados antes da definição dos procedimentos cirúrgicos.
Cirurgias realizadas
42
pacientes passaram por cirurgia no Hospital de Base.
Período da ação
4 dias
de mobilização cirúrgica, com alta hospitalar no dia 30.

Operação Sorriso em Rondônia reforça acesso ao tratamento

A força da iniciativa está no acesso. Em muitos casos, famílias que convivem com fissuras labiopalatinas não conseguem custear um tratamento complexo e prolongado fora da rede pública. Quando a assistência é oferecida dentro do estado, com estrutura hospitalar e equipe especializada, a jornada fica menos pesada e mais viável para quem precisa continuar o cuidado após a cirurgia.

Mulher com criança em atendimento médico.
Foram realizadas a triagem de 70 pacientes e 42 passaram por operação cirúrgica no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro

Durante a triagem, profissionais de várias áreas avaliaram as condições clínicas dos pacientes e definiram quem poderia seguir para o procedimento. Esse filtro é essencial para garantir segurança, reduzir riscos e organizar o atendimento de forma responsável. O trabalho conjunto entre especialistas também ajuda a identificar necessidades futuras, já que alguns pacientes precisam passar por mais de uma intervenção ao longo da vida.

Linha do tempo da ação
Triagem dos pacientes
A equipe avaliou quem atendia aos critérios necessários para seguir ao centro cirúrgico.
Realização das cirurgias
Os procedimentos aconteceram entre os dias 26 e 29 de março no Hospital de Base.
Alta e acompanhamento
Após a alta hospitalar, os pacientes seguem em cuidado multiprofissional especializado.

Casos atendidos mostram impacto social e emocional

O alcance da Operação Sorriso em Rondônia não se limita à sala cirúrgica. O caso do menino Adryan Moreira ilustra esse efeito. Aos 10 anos, ele realizou a segunda cirurgia labiopalatina pelo programa. O pai, Natalino Moreira, relatou alívio ao ver o filho avançar no tratamento, especialmente porque a criança ainda enfrentava dificuldades na escola e sofria com bullying.

Esse tipo de relato reforça a dimensão humana da ação. Ao corrigir ou amenizar limitações provocadas pela fissura, o atendimento ajuda a melhorar funções importantes do dia a dia e reduz impactos emocionais que se acumulam com o tempo. Para muitas famílias, o procedimento representa não apenas melhora clínica, mas também mais confiança, integração social e perspectiva de futuro.

Relato que resume o impacto
“Fico muito feliz em saber que ele pôde realizar essa segunda cirurgia”.
Natalino Moreira, pai de paciente atendido

Atendimento contínuo fortalece a rede de saúde

Depois da etapa hospitalar, os pacientes seguem acompanhados pelo Núcleo de Fissurados de Rondônia, o Nufis. Essa continuidade é decisiva porque o tratamento exige suporte multiprofissional, observação clínica e orientação às famílias. O serviço funciona anexo ao Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho, e atende pessoas de Rondônia e também de regiões vizinhas.

A Operação Sorriso em Rondônia também deixou um legado de capacitação. O programa contribuiu para o aperfeiçoamento de profissionais em áreas como cirurgia plástica, anestesia, enfermagem, fonoaudiologia, odontologia, psicologia, pediatria e genética. Com isso, o estado amplia sua capacidade de resposta e consolida uma rede mais preparada para cuidar de pacientes com necessidades complexas.

Onde buscar atendimento
Unidade de referência
Nufis, anexo ao Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro
Público atendido
Pacientes com fissuras labiopalatinas de Rondônia e regiões vizinhas
Endereço
Avenida Governador Jorge Teixeira, nº 3.766, Bairro Industrial, em Porto Velho

Ao unir cirurgia, acolhimento e acompanhamento especializado, a Operação Sorriso em Rondônia mostra como a saúde pública pode transformar trajetórias. Em Rondônia, a Operação Sorriso em Rondônia reduz barreiras de acesso ao tratamento, fortalece vínculos com a rede de atendimento e devolve dignidade a pacientes e familiares.

Fonte: SESAU

Mercado eleva estimativa da inflação e mantém foco na Selic

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previsão da inflação com preços altos em supermercado e impacto no bolso do consumidor
Etiquetas de preços elevadas e carteira vazia reforçam a sensação de aperto no orçamento em meio à alta da inflação.

A previsão da inflação para 2026 voltou a subir no mercado financeiro e passou de 4,31% para 4,36%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central. O movimento marca a quarta alta consecutiva nas estimativas e reforça o cenário de cautela em torno do comportamento dos preços no país.

Mesmo com a nova elevação, a projeção ainda segue dentro do intervalo de tolerância da meta oficial definida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3%, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ao mesmo tempo, o mercado manteve a previsão de crescimento da economia em 1,85% neste ano, indicando um ambiente de inflação pressionada e expansão moderada.

O cenário em números
Inflação projetada
4,36%
Nova estimativa do mercado para o IPCA em 2026, segundo o Boletim Focus.
Meta oficial
3,0%
Centro da meta perseguida pelo Banco Central para a inflação no país.
Teto da meta
4,5%
Limite máximo do intervalo de tolerância definido para este ano.
PIB estimado
1,85%
Expectativa mantida para o crescimento da economia brasileira em 2026. 

Previsão da inflação segue em alta, mas continua dentro da meta

A nova previsão da inflação surge em meio ao aumento das incertezas externas, especialmente após tensões geopolíticas no Oriente Médio. Esse ambiente elevou a atenção do mercado sobre os próximos índices oficiais, principalmente o IPCA de março, que será divulgado pelo IBGE e pode mostrar os primeiros efeitos mais amplos desse cenário internacional sobre os preços internos.

Em fevereiro, a inflação oficial do mês ficou em 0,7%, acima do 0,33% registrado em janeiro, puxada principalmente pelos grupos de transportes e educação. Ainda assim, o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, ficando abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024. Esse dado ajuda a explicar por que a previsão da inflação preocupa, mas ainda não rompeu o limite superior do sistema de metas.

CAMINHO DA PROJEÇÃO
Quarta alta seguida
O mercado voltou a elevar a estimativa para o IPCA de 2026 no Boletim Focus.
Meta ainda preservada
Mesmo com a alta para 4,36%, a projeção segue abaixo do teto de 4,5% definido pelo CMN.
Próximo teste
A divulgação do IPCA de março deve indicar se a pressão recente ganhou mais força.

Selic continua no centro das decisões

A previsão da inflação também influencia diretamente a condução da taxa básica de juros. Hoje, a Selic está em 14,75% ao ano, após corte de 0,25 ponto percentual decidido pelo Comitê de Política Monetária no mês passado. Antes do agravamento das tensões externas, parte do mercado esperava uma redução maior, de 0,5 ponto.

Com juros altos, o crédito tende a ficar mais caro, o consumo perde fôlego e a pressão sobre os preços pode diminuir. Por outro lado, esse freio também dificulta a atividade econômica. Por isso, a combinação entre inflação, juros e crescimento continua no centro da avaliação de analistas, empresas e consumidores.

Impacto direto
Com a inflação pressionada e a Selic ainda elevada, famílias e empresas seguem em ambiente de crédito caro e crescimento mais moderado.

PIB, dólar e cenário para os próximos anos

Além da previsão da inflação, o Focus manteve em 1,85% a estimativa de crescimento do PIB brasileiro em 2026. Para 2027, a projeção é de 1,8%. Já para 2028 e 2029, o mercado espera expansão de 2% em ambos os anos. O dado mostra uma economia sem expectativa de aceleração forte no curto prazo.

No câmbio, a expectativa é de dólar a R$ 5,40 no fim deste ano e a R$ 5,45 ao final de 2027. Esse conjunto de projeções ajuda a desenhar o cenário que será acompanhado nas próximas reuniões do Copom, especialmente se a previsão da inflação continuar subindo nas semanas seguintes.

Perguntas rápidas
Por que a alta de 4,36% chamou atenção?
Porque foi a quarta elevação consecutiva na estimativa do mercado para o IPCA de 2026.
A meta foi descumprida?
Ainda não. A projeção permanece abaixo do teto de 4,5% do sistema de metas.
O que o mercado espera da economia?
Crescimento de 1,85% em 2026, com juros ainda altos e trajetória de desaceleração moderada.

Nos próximos dias, o comportamento do IPCA e os sinais do Banco Central devem orientar as expectativas do mercado. Enquanto isso, a previsão da inflação segue como um dos principais termômetros para decisões de consumo, investimento e política monetária no país.

 

 

Fonte: Agência Brasil

MEC lança aplicativo gratuito com quase 8 mil livros digitais

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MEC Livros em smartphone com biblioteca digital e estantes de livros ao fundo
Aplicativo MEC Livros reúne milhares de obras gratuitas e transforma o celular em porta de entrada para uma biblioteca digital pública.

MEC Livros é o novo aplicativo gratuito lançado pelo Ministério da Educação para ampliar o acesso da população brasileira à leitura digital. A plataforma foi disponibilizada nesta segunda-feira e reúne quase 8 mil obras literárias para leitura sem custo, funcionando como uma biblioteca pública online.

Segundo o governo federal, a ferramenta chega com a proposta de democratizar o acesso à literatura, incluindo empréstimos de livros autorais, títulos de destaque e também obras em domínio público para download em formato ePub. A iniciativa ainda integra recursos de personalização e acessibilidade para tornar a experiência mais prática ao usuário.

Panorama do lançamento
Acervo inicial
Quase 8 mil obras liberadas para leitura gratuita.
Formato
Biblioteca pública online com leitura digital e arquivos em ePub.
Acesso
Disponível para Android, computadores e com integração ao gov.br.

Como o MEC Livros funciona na prática

O MEC Livros foi estruturado para funcionar como uma estante digital pública. Na prática, o usuário pode acessar livros autorais por meio de empréstimos, consultar lançamentos e obras mais vendidas, além de baixar títulos em domínio público. Entre os autores citados no lançamento estão nomes brasileiros, como Clarice Lispector e Ariano Suassuna, e estrangeiros como José Saramago e Gabriel García Márquez.

Além da leitura em si, a plataforma oferece ajustes de fonte e contraste, notificações automáticas e elementos de jogos aplicados à experiência do leitor. O aplicativo também prevê atendimento a dúvidas com apoio de um agente de inteligência artificial, o que amplia o caráter interativo da ferramenta.

Linha do tempo do pacote digital do MEC
Lançamento agora
Entrada em operação do MEC Livros com acervo literário gratuito.
Próxima etapa
Previsão de lançamento do aplicativo MEC Idiomas.
Expansão do uso
Oferta de leitura, acessibilidade, IA e aprendizagem bilíngue em ambiente digital.

MEC Livros e a estratégia de ampliar acesso à educação

O lançamento do MEC Livros não veio sozinho. Ao anunciar a novidade, o governo também antecipou o futuro aplicativo MEC Idiomas, que deverá oferecer 800 aulas de inglês e espanhol em formato autoinstrutivo. A proposta é permitir que o estudante avance do nível básico ao avançado com apoio tecnológico.

Nesse segundo aplicativo, a inteligência artificial também aparece como peça central. O recurso deverá ser usado em prática de conversação, testes de proficiência, aulas de reforço e notificações. De acordo com o MEC, o investimento anual previsto é de R$ 1,68 milhão, com potencial de alcançar 16 mil estudantes por semestre.

FALA EM DESTAQUE
“Com isso, vamos fortalecer a leitura e levar a literatura a todo o povo brasileiro.”
Luiz Inácio Lula da Silva, durante o anúncio do aplicativo.

A criação do MEC Livros reforça uma estratégia mais ampla de digitalização de serviços educacionais. Ao reunir leitura gratuita, integração com o gov.br e funcionalidades de acessibilidade, o aplicativo mira públicos diversos, desde estudantes até leitores em geral que hoje têm acesso limitado a acervos físicos ou pagos.

Outro ponto relevante é o potencial de difusão cultural. Ao combinar clássicos da literatura brasileira e estrangeira com obras contemporâneas e títulos em domínio público, o MEC Livros pode aumentar o alcance de autores importantes e estimular o hábito da leitura em diferentes regiões do país.

O que muda para o usuário
Acesso gratuito
Leitura sem custo em ambiente digital público.
Mais autonomia
Personalização de fonte, contraste e notificações de uso.
Expansão futura
Conexão com nova frente de ensino de idiomas apoiada por IA.

Com quase 8 mil obras já disponíveis, o MEC Livros surge como uma das principais apostas recentes do governo para aproximar tecnologia, leitura e política pública educacional. O desafio, daqui para frente, será garantir adesão, atualização do acervo e uso contínuo da plataforma em larga escala.

Saúde Capilares: Erros Comuns e Verdades Reveladas

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Saúde capilar vai muito além da aparência e pode revelar sinais importantes sobre o que está acontecendo no corpo.

No RolimCast, Angélica Cristina conversa com a tricologista e terapeuta capilar Flaviane Macedo, que explica por que queda, oleosidade, descamação e outros sintomas não devem ser tratados como algo simples ou apenas estético.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Entenda por que seu cabelo pode estar tentando mostrar algo maior do que um problema de produto ou rotina.

Quem é Flaviane Macedo

Durante a entrevista, Flaviane relembra a trajetória profissional em Rolim de Moura, fala da formação na área da beleza e explica como aprofundou os estudos em terapia capilar e tricologia para oferecer um atendimento mais técnico e acolhedor.

Queda de cabelo nem sempre é sobre shampoo

Um dos pontos centrais do episódio é o alerta de que a queda capilar pode estar ligada a fatores hormonais, emocionais, nutricionais e até à qualidade do sono. A especialista reforça que o cabelo, a pele e as unhas funcionam como marcadores de saúde do corpo.

Os erros mais comuns na rotina

Flaviane também explica que muita gente deixa de lavar o cabelo por medo de piorar a queda, quando o problema pode estar justamente na falta de higienização adequada. Ela destaca ainda os impactos de suor acumulado, piscina, oleosidade e escolhas erradas de produtos.

Cabelo e emocional estão mais ligados do que parece

Outro destaque da conversa é a relação entre estresse, ansiedade, doenças autoimunes e alterações no couro cabeludo. Segundo a especialista, cuidar da saúde capilar exige olhar para o fio, para a raiz e também para a rotina de vida da pessoa.

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Para mais informações oficiais sobre cuidados com o couro cabeludo e a pele, veja também conteúdos da saúde pública brasileira.

Por que a nova adaptação de Harry Potter pode ir além dos filmes

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Nova série de Harry Potter mostra trio em cena com clima mágico e visual cinematográfico
Imagem promocional destaca o trio central da nova série de Harry Potter em cena com atmosfera mágica e apelo visual cinematográfico.

A série de Harry Potter começou a revelar com mais clareza qual será seu tom na televisão, e o primeiro indício veio com Finding Harry: The Craft Behind the Magic, material de bastidores divulgado pela HBO. Em cerca de 26 minutos, o documentário funciona menos como peça promocional convencional e mais como uma declaração de intenções: a nova adaptação quer ampliar o universo criado por J.K. Rowling com mais tempo, mais textura visual e uma construção de mundo baseada em escolhas práticas e detalhistas.

O especial mostra que a produção não pretende apenas refazer o que os filmes já fizeram com grande sucesso. A proposta é dar à série de Harry Potter um espaço mais amplo para explorar relações, ambientes e elementos que, nos cinemas, precisaram ser condensados. Logo de início, o material destaca o trio central formado por Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton, reforçando a ideia de que a força emocional da história seguirá concentrada no vínculo entre Harry, Rony e Hermione.

Resumo visual

Formato

Documentário de bastidores com cerca de 26 minutos.

Estreia

A HBO aponta lançamento em 25 de dezembro, com oito episódios.

Direção criativa

Fantasia mais concreta, artesanal e ancorada em referências reais.

Série de Harry Potter quer um mundo mágico mais concreto

Um dos pontos mais interessantes do documentário é a insistência em mostrar que o universo da produção nasce de uma base física. Cenários, figurinos, arquitetura e objetos partem de referências britânicas e europeias antes de serem transformados em fantasia. Isso aproxima a série de Harry Potter de uma lógica mais naturalista, em que o encanto visual não depende apenas do excesso de computação gráfica, mas também da sensação de que aquele espaço poderia realmente existir.

Série de Harry Potter mostra bastidores da nova adaptação da HBO em cenário inspirado em Hogwarts
Bastidores da nova série de Harry Potter, com clima cinematográfico e foco na grandiosidade da produção da HBO.

Esse cuidado aparece ainda no tratamento dado aos animais e criaturas. O uso de animatrônicos para corujas, ratos e outros elementos recorrentes indica uma tentativa de dar peso real às cenas. Os efeitos digitais continuam presentes, mas o material sugere que eles serão usados como complemento, não como base absoluta. Para uma franquia desse tamanho, esse detalhe pode ser decisivo, porque textura e presença ajudam o espectador a mergulhar com mais facilidade naquele universo.

Linha de construção do projeto

1. Escolha do trio

O documentário apresenta os protagonistas como eixo emocional da adaptação.

2. Mundo físico

Sets, figurinos e objetos ganham destaque como parte essencial da narrativa.

3. Fantasia com textura

A produção busca verossimilhança sem abandonar o encanto e a escala épica.

O documentário vende confiança antes de vender nostalgia

A comparação com produções como Game of Thrones e The Last of Us surge menos pela estética direta e mais pela ambição de criar um mundo que funcione como espaço palpável. A série de Harry Potter parece mirar esse mesmo tipo de solidez, em que o ambiente sustenta a fantasia e ajuda a história a respirar. Isso também explica por que o documentário evita grandes revelações narrativas e prefere concentrar sua energia no processo de produção.

Mesmo personagens como Dumbledore, Snape e McGonagall são citados sem aprofundamento. A estratégia parece clara: antes de discutir mudanças em relação aos filmes, a HBO quer estabelecer confiança. Em vez de alimentar polêmicas ou comparações imediatas, o material tenta convencer o público de que a série de Harry Potter está sendo construída com atenção rara aos detalhes e com entendimento do peso cultural da franquia.

Visão editorial
“O especial não entrega grandes revelações, mas cumpre um papel importante: organiza uma visão clara de uma adaptação que quer ser maior, mais fiel e mais sólida que a experiência dos filmes.”
Leitura crítica baseada no documentário de bastidores divulgado pela HBO

O que pode diferenciar a nova adaptação dos filmes

O maior trunfo da série de Harry Potter talvez esteja justamente no tempo. Com oito episódios logo na primeira leva, a televisão oferece espaço para desenvolver nuances que o cinema precisou acelerar. O documentário deixa a impressão de que a produção sabe disso e tenta responder ao tamanho da franquia não apenas com orçamento, mas com método, coerência visual e fidelidade de construção.

Isso não garante, por si só, que o resultado final será definitivo. Ainda será preciso ver como atuações, ritmo e roteiro funcionarão na tela. Ainda assim, Finding Harry cumpre bem a missão de abrir caminho para uma recepção mais otimista. Se o que aparece nos bastidores se confirmar nos episódios, a série de Harry Potter poderá encontrar uma identidade própria, menos dependente da memória dos filmes e mais sustentada pela riqueza do material original.

O que já sinaliza diferença

Nos filmes

Narrativa condensada, ritmo acelerado e menos espaço para detalhes de ambientação.

Na nova série

Mais tempo dramático, produção prática e foco em expandir o universo com textura e coerência.
Fonte: Omelete

Carteira Azul amplia acolhimento a condutores com TEA em Rondônia

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Carteira Azul do Detran RO para atendimento inclusivo a condutores com TEA em Rondônia
Carteira Azul do Detran-RO reforça a identificação de motoristas com TEA e amplia o atendimento inclusivo no trânsito de Rondônia.

Carteira Azul passou a reforçar o atendimento inclusivo aos condutores diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista em Rondônia. Distribuído gratuitamente pelo Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia, o porta-documentos foi criado para facilitar a comunicação entre motoristas e agentes de segurança, além de tornar o contato no trânsito mais acolhedor, humano e seguro.

A iniciativa atende à Lei Estadual nº 5.754/2024 e já alcançou mais de 70 condutores em todo o estado desde o lançamento, em outubro de 2025. O material permite guardar a Carteira Nacional de Habilitação e outros registros pessoais importantes, como contato de familiar e telefone para emergência, o que pode agilizar o suporte em abordagens e situações de necessidade.

Panorama
70+
condutores já receberam o porta-documentos desde outubro de 2025
Base legal
Lei 5.754
norma estadual que sustenta a medida de acolhimento no trânsito
Objetivo
Acolhimento e segurança
identificação mais clara para melhorar o atendimento aos motoristas

Como a Carteira Azul funciona no atendimento

Segundo o governo de Rondônia, o documento foi pensado para reduzir barreiras de comunicação e oferecer mais previsibilidade durante abordagens de trânsito. Na prática, a identificação ajuda o agente a compreender mais rapidamente a condição do condutor e a conduzir o atendimento com respeito, empatia e sensibilidade, especialmente em momentos de maior tensão.

Carteira Azul do Detran-RO com símbolo do autismo para condutores com TEA em Rondônia
Carteira Azul distribuída pelo Detran-RO identifica condutores com TEA e reforça o atendimento inclusivo no trânsito de Rondônia.

Além da CNH, o porta-documentos também pode reunir informações pessoais úteis para eventual suporte, como contato familiar e referência emergencial. Esse detalhe amplia a utilidade da medida, porque transforma a Carteira Azul em um recurso de apoio tanto para o motorista quanto para os profissionais que atuam na linha de frente do atendimento.

Etapas para obter
1. Comparecer presencialmente a uma unidade do Detran-RO
2. Apresentar documento oficial com foto e CNH válida
3. Levar laudo médico que ateste o diagnóstico de TEA
4. Entregar comprovante de residência emitido há até 90 dias

Quem pode solicitar e quais documentos são exigidos

O Detran-RO informou que a emissão é gratuita e está disponível em todas as unidades da autarquia. Para solicitar, o interessado deve apresentar documento oficial com foto, CNH válida, laudo médico emitido por profissional habilitado e comprovante de residência atualizado, com emissão de até 90 dias. A medida também contempla condutores com Permissão para Dirigir, a chamada PPD.

Depois da solicitação, a entrega é feita ao próprio condutor identificado ou ao responsável legal. O prazo médio informado pelo órgão é de até 15 dias úteis, podendo variar conforme a localidade e a demanda da unidade de atendimento. Com isso, a Carteira Azul se consolida como uma política pública de fácil acesso e aplicação direta no cotidiano.

Visão institucional
“A distribuição do porta-documentos aos condutores com TEA visa estabelecer melhor atendimento, com respeito e empatia ao neurodivergente.”
Sandro Rocha — diretor-geral do Detran-RO

Medida reforça inclusão e segurança no trânsito

Ao associar identificação, acolhimento e informação de apoio, a Carteira Azul amplia a capacidade de resposta do serviço público e fortalece a construção de um trânsito mais inclusivo em Rondônia. A ação também sinaliza uma mudança importante na forma como políticas de mobilidade podem dialogar com direitos, cidadania e respeito às pessoas neurodivergentes.

Condutora em veículo mostra identificação de autista a bordo e sinalização de deficiência oculta
Motorista exibe sinalizações de autista a bordo e deficiência oculta, recurso que amplia a identificação e o acolhimento no trânsito.

Além do porta-documentos, o Detran-RO disponibilizou um manual de orientação voltado ao condutor com TEA, o que ajuda a complementar o atendimento com informação prática. Dessa forma, a iniciativa vai além da entrega física de um item e cria uma rede mínima de suporte que pode reduzir constrangimentos e melhorar a experiência de quem dirige no estado.

Impacto direto
Facilita a abordagem e reduz ruídos de comunicação em situações de fiscalização ou apoio.
Valor público
Reforça o compromisso do estado com atendimento humanizado, inclusivo e mais seguro.

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Fonte: Detran

Exame inovador pode levar detecção precoce do câncer de mama ao SUS

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Exame de sangue para câncer de mama representa avanço brasileiro no diagnóstico precoce da doença
Tecnologia brasileira para detecção precoce do câncer de mama reforça a esperança de ampliar o acesso ao diagnóstico no país.

Exame de sangue para câncer de mama é o nome que resume uma inovação brasileira que começa a ganhar espaço na área da saúde e pode ampliar o diagnóstico precoce da doença no país. Desenvolvido por cientistas brasileiros, o teste identifica sinais moleculares associados ao câncer de mama em estágio inicial a partir de uma simples coleta sanguínea, com a proposta de complementar os métodos já usados na rotina clínica.

Batizado de RosalindTest®, o exame surgiu após uma década de estudos e nasceu de uma parceria entre a Faculdade de Medicina do ABC e a biotech brasileira LiqSci. Neste momento, ele já vem sendo aplicado em mutirões promovidos por empresas privadas, dentro das regras da Anvisa, enquanto os responsáveis pelo projeto trabalham para viabilizar a futura inclusão da tecnologia no Sistema Único de Saúde.

Precisão informada
95%
na detecção de casos em estágios iniciais, segundo os estudos citados
Base clínica
1,2 mil
mulheres avaliadas ao longo da validação clínica do teste
Abrangência
600
participantes de áreas rurais de São Paulo e Ceará incluídas na etapa clínica
Cenário nacional
78 mil
casos anuais de câncer de mama estimados no Brasil, segundo dado citado do Inca

Como funciona o exame de sangue para câncer de mama

De acordo com os pesquisadores, a tecnologia foi construída a partir do estudo do metabolismo das células cancerosas. A equipe observou que alterações metabólicas poderiam ser percebidas precocemente por meio de biomarcadores, o que abriu caminho para transformar esse rastreamento em um exame de sangue para câncer de mama com potencial de uso mais amplo.

Coleta de sangue usada em exame de sangue para câncer de mama desenvolvido no Brasil
Imagem mostra coleta de sangue em procedimento que representa o avanço de exames voltados à detecção precoce do câncer de mama.

O grande diferencial está justamente na simplicidade logística. Enquanto outros exames exigem estrutura maior, o RosalindTest® depende de coleta sanguínea e pode ser levado a regiões com menor infraestrutura médica. Isso significa que o exame de sangue para câncer de mama pode, no futuro, ajudar a diminuir desigualdades de acesso ao diagnóstico, especialmente em áreas afastadas dos grandes centros.

Linha do tempo do teste brasileiro
1. Dez anos de pesquisa
O projeto foi desenvolvido ao longo de uma década de estudos dedicados à detecção precoce da doença.
2. Parceria científica e tecnológica
A iniciativa reuniu a Faculdade de Medicina do ABC e a biotech brasileira LiqSci dentro do ecossistema Sthorm.
3. Estudos clínicos ampliados
Após os experimentos iniciais, o teste foi validado em estudos que totalizaram cerca de 1,2 mil mulheres.
4. Aplicação em mutirões
O teste começou a ser usado em ações práticas promovidas por empresas privadas, seguindo as regras da Anvisa.
5. Meta de inclusão no SUS
Os responsáveis afirmam que a missão agora é viabilizar o acesso da tecnologia à população por meio do sistema público.

O que os estudos mostraram até agora

Os experimentos iniciais foram feitos com 150 mulheres, sendo 125 com câncer de mama e 25 sem a doença. Nesse grupo, os cientistas identificaram diferença importante na detecção dos biomarcadores GLUT entre as pacientes com diagnóstico positivo e as demais participantes. Depois dessa fase, o projeto avançou para estudos clínicos mais amplos.

Segundo as informações divulgadas, o teste foi validado em mais duas etapas, totalizando cerca de 1,2 mil mulheres. Entre elas estavam 600 participantes de áreas rurais de São Paulo e Ceará. A partir desse conjunto, os pesquisadores afirmam que o exame de sangue para câncer de mama demonstrou 95% de precisão na detecção da doença em estágios iniciais, dado que ajuda a explicar o interesse em ampliar sua aplicação.

Citação da pesquisa
“Em nossos estudos, percebemos que, se detectássemos essa mudança celular no sangue periférico, poderíamos detectar a doença de maneira precoce.”
Fernando Luiz Affonso Fonseca, cientista-chefe e cofundador da LiqSci.

O exame substitui a mamografia?

Não. O próprio material deixa claro que o RosalindTest® é uma ferramenta complementar à mamografia. Isso significa que o exame de sangue para câncer de mama não foi apresentado como substituto direto do rastreamento convencional, mas como recurso adicional que pode fortalecer a prevenção e aumentar as chances de diagnóstico precoce.

Exame de mamografia em paciente durante avaliação para diagnóstico precoce do câncer de mama
Paciente realiza exame de imagem em ambiente clínico, reforçando a importância da mamografia no rastreamento do câncer de mama.

O teste é recomendado principalmente a partir dos 40 anos, embora possa ser realizado por mulheres de qualquer idade com foco preventivo. O argumento central dos pesquisadores é conhecido na oncologia: quando a doença é descoberta no começo, as chances de tratamento bem-sucedido aumentam. Por isso, a combinação entre rastreamento tradicional e novas tecnologias pode se tornar estratégica nos próximos anos.

Essa discussão ganha ainda mais peso diante do cenário brasileiro. O texto cita estimativa do Instituto Nacional do Câncer segundo a qual o país deverá registrar 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028. Dentro desse universo, o câncer de mama aparece com cerca de 78 mil casos anuais, o equivalente a 30% do total citado para mulheres, o que ajuda a dimensionar a relevância de avanços em detecção precoce.

O que já se sabe sobre a nova tecnologia
O que faz
Detecta sinais moleculares associados ao câncer de mama em estágio inicial por meio de coleta de sangue.
O que não faz
Não substitui a mamografia e foi apresentado como ferramenta complementar ao rastreamento convencional.
Onde pode fazer diferença
Na ampliação do acesso ao diagnóstico, sobretudo em locais com menor infraestrutura médica.

Por que a chegada ao SUS pode ser decisiva

Hoje, o exame ainda não é ofertado diretamente ao consumidor final, mas a meta declarada pelos responsáveis é levá-lo ao SUS. Se isso acontecer, o exame de sangue para câncer de mama poderá sair do campo da inovação promissora e entrar na rotina de acesso público, com potencial de alcançar uma parcela muito maior da população brasileira.

O avanço também tem valor simbólico. Além de nascer no Brasil, o teste recebeu o nome de Rosalind Franklin, cientista britânica que ajudou a compreender a estrutura do DNA. A homenagem conecta ciência básica, pesquisa aplicada e impacto social. Em um país que ainda enfrenta desigualdades regionais no acesso à saúde, a possibilidade de usar uma coleta simples como aliada no diagnóstico precoce pode representar um passo importante para o cuidado com a saúde da mulher.

Lucas Torres fala sobre mandato, Buritis, agro, PL e reeleição

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Lucas Torres fala sobre mandato, segurança pública, agro e reeleição neste episódio do BuritisNoticias, em uma conversa voltada ao presente e ao futuro político de Rondônia.

Na entrevista com o jornalista Isaías Sena, o deputado estadual relembra a trajetória na Polícia Civil, a ligação com Buritis, a atuação no Vale do Jamari, a filiação ao PL e os investimentos que diz ter articulado para a região.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Entenda o que Lucas Torres diz sobre segurança, produtor rural, Buritis, mandato e próximos passos políticos.

Quem é Lucas Torres

Durante a conversa, o deputado relembra a origem familiar, a mudança para Rondônia ainda criança, a formação em Direito e os 12 anos de atuação como delegado de Polícia Civil em Buritis antes de chegar à Assembleia Legislativa.

Mandato e investimentos no Vale do Jamari

O episódio entra na prestação de contas do mandato, com foco em Buritis, Montenegro, Campo Novo, distritos da região e outras cidades do Vale do Jamari. Lucas Torres afirma que buscou diversificar investimentos em áreas como infraestrutura, saúde, agricultura e segurança pública.

Agro, produtor rural e regularização

Outro eixo central da entrevista é a defesa do produtor rural. O deputado fala sobre estradas vicinais, implementos agrícolas, apoio ao café e ao cacau, além de críticas à forma como áreas de reserva e regularização fundiária vêm sendo tratadas no estado.

PL, reeleição e projeto político

Lucas Torres também explica a filiação ao PL, diz que a escolha passa por afinidade ideológica e trata a possível reeleição como um teste de credibilidade do mandato. A entrevista reúne política, prestação de contas e projeção para 2026.

Leia também

Para mais informações oficiais sobre atividade legislativa em Rondônia, veja também conteúdos da Assembleia Legislativa de Rondônia.

Eleições 2026 entram na reta final para emissão e regularização do título

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Regularizar título de eleitor para as eleições de 2026
Prazo para emissão, regularização e transferência do título eleitoral segue aberto até 6 de maio para as eleições de 2026.

Regularizar título de eleitor virou uma urgência para milhões de brasileiros que pretendem participar das eleições de 2026. O prazo dado pela Justiça Eleitoral termina em 6 de maio e vale tanto para quem vai tirar o primeiro documento quanto para eleitores com pendências cadastrais ou que precisam transferir o domicílio eleitoral. É fundamental regularizar título de eleitor para garantir o direito ao voto.

A atualização do cadastro ocorre no período em que a Justiça Eleitoral fecha a base de eleitores para organizar a votação. Segundo o texto-base, o procedimento é necessário para definir com precisão o número de cidadãos aptos a votar no pleito deste ano, que vai escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Além disso, é importante estar ciente de que muitos cidadãos ainda precisam regularizar título de eleitor, especialmente aqueles que mudaram de endereço ou não atualizaram seus dados.

Prazo final
6 de maio
Data limite para emissão, regularização e transferência do título.
Eleitorado apto
155,38 milhões
Número de brasileiros aptos a participar das eleições de 2026.
Turnos
4 e 25 de outubro
Datas do primeiro e do segundo turno informadas no texto-base. 

Regularizar título de eleitor inclui três situações principais

O prazo aberto pela Justiça Eleitoral não alcança apenas quem ainda não possui o documento. De acordo com as informações do material de origem, a regra vale também para moradores que estão com pendências e precisam atualizar a situação do cadastro, além daqueles que mudaram de cidade e dependem da transferência do domicílio eleitoral para votar corretamente no novo município.

Regularizar título de eleitor é essencial e deve ser feito com atenção, pois o não cumprimento desse prazo pode resultar na impossibilidade de participar das eleições.

Na prática, isso significa que o eleitor deve observar com atenção se está em uma dessas três hipóteses: primeiro alistamento, regularização de inconsistências ou mudança do local de votação por alteração de residência. Como o cadastro é fechado em ano eleitoral, perder esse prazo pode comprometer a participação no pleito.

Portanto, se você precisa regularizar título de eleitor, não deixe para a última hora e comece já o processo de atualização.

Linha do processo
1
Verificar a necessidade
Emitir o primeiro título, regularizar pendências ou transferir o domicílio eleitoral.
2
Fazer o pedido
Solicitação pelo Portal do TSE ou presencialmente nos cartórios e postos da Justiça Eleitoral.
3
Concluir o atendimento
Nos pedidos virtuais, a biometria precisa ser coletada presencialmente para finalizar o processo.

Quais documentos são exigidos para tirar o primeiro título

Para o primeiro título, o texto informa que o pedido pode ser feito no Portal do Tribunal Superior Eleitoral ou nos cartórios e postos de atendimento da Justiça Eleitoral. Entre os documentos exigidos estão um documento oficial com foto, comprovante de residência recente e comprovante de quitação do serviço militar para homens que completam 19 anos no ano do alistamento.

Entre os exemplos de documento oficial com foto citados estão carteira de identidade, carteira de trabalho e passaporte. A exigência reforça que o eleitor precisa reunir a documentação com antecedência, especialmente neste último mês de prazo, quando a procura tende a aumentar.

Comparativo rápido
Portal do TSE ou atendimento presencial
Online
Facilita o requerimento inicial, mas exige comparecimento posterior para coleta biométrica.
Presencial
Permite resolver o atendimento diretamente nos cartórios ou postos da Justiça Eleitoral. 

Biometria e débitos exigem atenção na reta final

Um dos pontos mais importantes destacados no texto-base é que, no atendimento virtual, a biometria não é concluída pela internet. A coleta precisa ser feita presencialmente. Por isso, a recomendação registrada na reportagem foi antecipar o requerimento online até 6 de abril, garantindo tempo hábil para comparecer ao cartório e finalizar a solicitação antes do fechamento do cadastro.

Outro alerta envolve a situação do documento. Quem quiser consultar a condição atual do título pode preencher o formulário disponível no Portal do TSE ou usar o aplicativo e-Título. Caso existam débitos relacionados a eleições anteriores, o eleitor deverá quitar essas pendências antes de protocolar novos pedidos junto à Justiça Eleitoral.

Os eleitores devem ficar atentos, pois é necessário regularizar título de eleitor antes de qualquer solicitação de votação futura.

Alerta
“A recomendação é fazer o requerimento pela internet até 6 de abril, para garantir tempo suficiente para comparecer ao cartório e concluir o atendimento.”

Quem é obrigado a votar e o que está em jogo em 2026

Segundo o conteúdo usado como base, a Constituição Federal determina que o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros a partir de 18 anos. Já para jovens entre 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos, o voto é facultativo.

As eleições de 2026 vão definir os ocupantes de cargos centrais da estrutura política nacional e estadual. O eleitorado será chamado às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, enquanto o segundo turno, aplicável apenas para presidente e governadores, ocorrerá em 25 de outubro.

Com mais de 155,38 milhões de brasileiros aptos a participar do pleito, a etapa atual do cadastro eleitoral ganha peso decisivo. Quem precisa regularizar título de eleitor deve agir antes do encerramento do prazo, seja para emitir o documento pela primeira vez, corrigir pendências ou atualizar a cidade de votação. A reta final concentra demanda e, por isso, a orientação é não deixar o procedimento para os últimos dias.

Ainda há tempo para regularizar título de eleitor, então é recomendável que todos verifiquem a situação de seus documentos.

FAQ rápido
Até quando vai o prazo?
Até 6 de maio, conforme o texto-base.
Quem pode consultar a situação?
Qualquer eleitor, pelo Portal do TSE ou pelo aplicativo e-Título.
O pedido online resolve tudo?
Não necessariamente. A biometria deve ser coletada presencialmente.
Quais cargos serão escolhidos?
Presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.

O fechamento do cadastro eleitoral ocorre justamente para que a Justiça Eleitoral organize a votação com base no total de cidadãos habilitados. A legislação mencionada no material informa ainda que os requerimentos de emissão e de transferência devem ser entregues até 150 dias antes do primeiro turno. Dentro desse cenário, a regularização prévia reduz riscos e evita que o eleitor descubra problemas apenas às vésperas da votação.

Não perca a chance de regularizar título de eleitor e garantir sua participação nas eleições de 2026.

Com a proximidade das eleições, é ainda mais importante regularizar título de eleitor o quanto antes.

Todos os eleitores devem se mobilizar para regularizar título de eleitor e garantir seu direito de voto.

 

Fonte: SBT News

Doenças antes sem saída começam a ganhar novas apostas com IA

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IA na descoberta de medicamentos em laboratório de alta tecnologia
Cientista observa estrutura molecular em laboratório de alta tecnologia, em imagem que representa o avanço da IA na pesquisa de novos tratamentos.

IA na descoberta de medicamentos está mudando a forma como cientistas procuram tratamentos para doenças que, por décadas, pareceram sem saída. A IA na descoberta de medicamentos já ajuda pesquisadores a identificar compostos inéditos contra bactérias resistentes, propor moléculas promissoras para o Parkinson e redirecionar remédios antigos para doenças raras, reduzindo tempo e custo em uma etapa decisiva da pesquisa médica.

O avanço ocorre em um cenário de urgência. A resistência bacteriana continua crescendo, enquanto o desenvolvimento de novos antibióticos segue lento, caro e arriscado. Ao mesmo tempo, enfermidades como Parkinson, fibrose pulmonar idiopática e síndromes raras ainda enfrentam escassez de terapias eficazes. Nesse contexto, a inteligência artificial passou a atuar como ferramenta de triagem, modelagem e previsão, encurtando caminhos que antes consumiam anos de trabalho.

Resistência bacteriana
1,1 mi
de mortes por ano são associadas a infecções antes tratáveis.
Busca ampliada
45 mi
de estruturas químicas foram analisadas em uma das pesquisas citadas.
Parkinson
10 mi+
de pessoas vivem com a doença no mundo, segundo a reportagem.

Como a IA na descoberta de medicamentos mira as superbactérias

Uma das frentes mais urgentes da IA na descoberta de medicamentos envolve as chamadas superbactérias. Pesquisadores do MIT, liderados por James Collins, usaram modelos de IA para reconhecer padrões químicos de antibióticos conhecidos e, a partir disso, examinar dezenas de milhões de estruturas diferentes. O objetivo era encontrar compostos capazes de combater a Neisseria gonorrhoeae, causadora da gonorreia, e a Staphylococcus aureus resistente à meticilina, a SARM.

O diferencial está no ganho de escala. Em vez de depender apenas de métodos laboratoriais mais lentos, a IA passou a filtrar candidatos com muito mais rapidez. Segundo a pesquisa relatada, a equipe projetou 36 milhões de compostos com potencial de ação e selecionou 24 para síntese em laboratório. Sete demonstraram atividade antimicrobiana e dois se destacaram por matar linhagens altamente resistentes.

Linha do avanço
Triagem química — o modelo aprende padrões de antibióticos já conhecidos.
Varredura em massa — milhões de estruturas são examinadas em busca de ação bactericida.
Seleção laboratorial — apenas os candidatos mais promissores seguem para síntese e testes.
Nova classe possível — compostos com mecanismos diferentes aumentam a chance de driblar resistências atuais.

O ponto mais promissor é que esses compostos parecem atacar as bactérias de forma diferente dos antibióticos já existentes. Por isso, cresce a expectativa de que a IA na descoberta de medicamentos ajude a abrir uma nova classe terapêutica, algo especialmente relevante num momento em que poucas drogas novas chegam ao mercado.

Parkinson entra no radar com moléculas sugeridas por aprendizado de máquina

mãos com tremores segurando bengala em imagem que representa sintomas do Parkinson
Imagem mostra mãos com tremores acima de uma bengala, em representação visual dos sintomas motores associados à doença de Parkinson.

A mesma lógica da IA na descoberta de medicamentos vem sendo aplicada a doenças neurodegenerativas. No caso do Parkinson, o desafio é ainda maior porque não existe, até hoje, tratamento capaz de frear a progressão da doença. O professor Michele Vendruscolo, da Universidade de Cambridge, relatou o uso de aprendizado de máquina para buscar compostos capazes de agir sobre grupos de proteínas mal dobradas no cérebro, associados aos chamados corpos de Lewy.

Hoje, a levodopa continua sendo o tratamento mais eficaz para aliviar sintomas, mas não interrompe a evolução da enfermidade. A proposta dos pesquisadores é outra: usar a IA na descoberta de medicamentos para encontrar pequenas moléculas capazes de se ligar às proteínas envolvidas nos estágios iniciais da neurodegeneração.

Citação do especialista
“Se pudermos estabilizar as proteínas nesta forma, evitaremos o Parkinson, o que é melhor que sua cura.”
Michele Vendruscolo — professora de biofísica e pesquisador da Universidade de Cambridge

De acordo com o relato, os métodos tradicionais conseguem selecionar cerca de um milhão de moléculas em seis meses, a um custo de milhões de dólares. Com IA, esse trabalho pode ser feito em poucos dias, com seleção de bilhões de moléculas e custo muito menor. O grupo identificou cinco compostos promissores com mais rapidez do que as técnicas convencionais.

Remédios antigos ganham novos usos com ajuda da IA

Outra frente relevante da IA na descoberta de medicamentos não cria moléculas do zero. Em vez disso, procura novos usos para remédios já aprovados. O médico David Fajgenbaum, da Universidade da Pensilvânia, se tornou um dos nomes mais conhecidos dessa estratégia após encontrar, no sirolimo, um tratamento que ajudou a controlar sua própria doença rara, a doença de Castleman.

Depois dessa experiência, ele criou a organização Every Cure, que usa aprendizado de máquina para comparar milhares de medicamentos com milhares de doenças. Os pares mais promissores seguem para testes laboratoriais ou avaliação clínica. Em Harvard, outro modelo citado pela reportagem encontrou cerca de 8 mil substâncias aprovadas que poderiam ser redirecionadas para tratar 17 mil doenças diferentes.

Criar do zero
Busca moléculas inéditas, identifica alvos terapêuticos e tenta abrir novas classes de tratamento, como nos antibióticos contra bactérias resistentes.
Reposicionar remédios
Aproveita drogas já conhecidas e seguras para testar aplicação em outras doenças, caminho que pode encurtar etapas e reduzir custos.

Essa estratégia tem ganhado destaque sobretudo nas doenças raras, que muitas vezes recebem menos investimento da indústria. A reportagem cita também avanços para fibrose pulmonar idiopática, sarcoidose, síndrome de Pitt-Hopkins e até tumor de Wilms. Em alguns casos, a IA modela a evolução da doença em células virtuais para testar o efeito de substâncias sem depender, de início, de processos mais caros.

Avanço é real, mas ainda encontra limites

Apesar do otimismo, os próprios pesquisadores alertam que a revolução ainda é parcial. Muitos conjuntos de dados continuam fechados dentro de empresas farmacêuticas e de biotecnologia, o que limita o treinamento dos sistemas. Além disso, a IA na descoberta de medicamentos é mais útil hoje na seleção inicial de alvos e moléculas. Depois disso, o caminho até um tratamento aprovado continua longo, caro e cheio de etapas clínicas.

Mesmo assim, o impacto já é concreto. A tecnologia está acelerando hipóteses, reduzindo custos e ampliando o número de possibilidades analisadas. Para doenças resistentes, degenerativas ou ignoradas por falta de retorno financeiro, esse ganho de velocidade pode representar o início de uma mudança importante na medicina.

O que observar agora
Testes clínicos: compostos promissores ainda precisam provar segurança e eficácia em humanos.
Acesso a dados: bases fechadas ainda limitam parte do potencial dos modelos.
Doenças negligenciadas: áreas com pouco investimento podem ser as maiores beneficiadas pela triagem acelerada.

Na prática, o que a IA oferece hoje não é uma cura instantânea, mas uma nova velocidade para a ciência. E, em campos nos quais o tempo costuma significar sofrimento, progressão da doença e morte, acelerar a descoberta pode ser o primeiro passo para mudar o destino de milhares de pacientes.

Fonte: BBC Brasil
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