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segunda-feira, julho 27, 2026
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Programa de Prestação Voluntária de Serviços Administrativos abre inscrições com 282 vagas para Segurança Pública de Rondônia

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Com o objetivo de melhorar o atendimento da Segurança Pública do Estado, o Governo de Rondônia iniciou na quinta-feira (5), as inscrições para o Programa de Prestação Voluntária de Serviços Administrativos (PVSA) da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), com previsão de 282 vagas para atuação nas áreas administrativas das Forças de Segurança Pública Estadual, como Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. As  inscrições seguem até o dia 17 de janeiro pelo site do Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade).

O valor da taxa de inscrição é de R$ 60, e as provas vão acontecer em Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena, Guajará-Mirim, Jaru, Rolim de Moura e São Miguel do Guaporé. Os requisitos para a inscrição são: ter mais de 18 anos, possuir o ensino médio completo, estar quite com a justiça eleitoral; e se for homem, estar quite com o serviço militar, bem como outros requisitos que podem ser conferidos no Edital de abertura.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o programa promove o desenvolvimento profissional dos jovens rondonienses, “buscamos  não apenas criar novas oportunidades de emprego, mas proporcionar crescimento profissional aos nossos jovens,  que vão contribuir para melhorar a segurança pública, promovendo um horizonte de desenvolvimento e sucesso”, ressaltou.

Segundo o secretário da Sesdec, Felipe Bernardo Vital, o Programa de Prestação Voluntária não atende apenas às demandas, como também gera oportunidades de emprego, e contribui significativamente para a Segurança Pública do Estado.

O prestador voluntário terá direito ao auxílio mensal de natureza indenizatória, bem como direito a auxílio-transporte, auxílio-saúde e auxílio-fardamento, na forma da legislação em vigor.

ATIVIDADES DO PRESTADOR VOLUNTÁRIO DE SERVIÇO ADMINISTRATIVO

O Programa de Prestação Voluntária de Serviços Administrativos, de natureza profissionalizante, tem por finalidade a execução de atividades administrativas internas, tais como:

  • Recepção de unidades;
  • Atendimento ao público mediante o auxílio, suporte no processo de atendimento, levantamento, identificação, esclarecimento de dúvidas, recebimento e direcionamento do público; assim como a realização, análise e atualização dos cadastros do público, além de relacionamento interpessoal por meio do contato com o público interno e externo;
  • Serviço de protocolo de unidades e de seleções, executando tarefas inerentes à recepção, classificação, organização, expedição, distribuição e arquivo de documentos e correspondências diversas;
  • Telefonista;
  • Videomonitoramento;
  • Assessoria aos chefes de seleções com as questões práticas da rotina de trabalho, como preparar documentos e prestar informações ao público;
  • Auxílio nos serviços administrativos, mediante a digitação e elaboração de documentos;
  • Auxílio em reuniões e eventos; e
  • Apoio na manutenção e atualização de equipamentos de informática, e assistir os utilizadores na operação destes.

Fica estabelecido o conceito de atividade administrativa interna, como todas as ações de apoio necessárias à execução das atividades afins, em especial:

  • Auxiliar administrativo;
  • Serviços gerais;
  • Atendimento ao público; e
  • Serviços de Tecnologia da Informação.

Mais impostos: como Lula vai bancar R$ 19 bi para carro ‘verde’ brasileiro

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O Brasil está prestes a dar um passo em direção a um futuro mais sustentável e tecnológico no setor automotivo com o lançamento do Mover (Programa Mobilidade Verde e Inovação).

A iniciativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca incentivar a produção e o desenvolvimento local de veículos “verdes” (elétricos e híbridos, menos poluentes), por meio de benefícios fiscais que totalizam R$ 19,3 bilhões até 2028.

A solução encontrada para custear esses benefícios para a indústria automotiva é polêmica: mais impostos.

Foi o que deixou claro, no dia 31 de dezembro, o vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin. De acordo com ele, o benefício tributário para produzir aqui os veículos “verdes” será financiado, em parte, pela retomada da cobrança do imposto de importação dos carros elétricos e híbridos – anunciada em novembro e que começou a valer, de forma gradual, em 1º de janeiro de 2024.

“Os veículos [híbridos e elétricos importados] terão aumento gradual para que produzam no Brasil, fabriquem no Brasil. Nós queremos fábrica aqui e não virarmos importadores de produtos. Então instalem a fábrica aqui”, disse Alckmin, em entrevista.

Como será o Mover

Substituto do Rota 2030 como plano de estímulo à indústria automotiva nacional, o Mover foi instituído por meio de medida provisória publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União em 31 de dezembro e começa a valer imediatamente – contudo, o programa terá de ser aprovado pelo Congresso para ser convertido em lei ordinária.

Além disso, o pacote de medidas ainda precisa passar por regulamentação, ou seja, um detalhamento de como será instituído.

Dentre as metas do Mover, destacam-se a melhoria contínua da eficiência energética e da segurança veicular, o estímulo à produção de novas tecnologias, a promoção do uso de biocombustíveis e outras energias alternativas, a capacitação da mão-de-obra e o alinhamento a uma economia de baixo carbono.

Um dos aspectos mais chamativos do programa é a criação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) Verde, uma medida que estabelece incentivos fiscais para veículos mais sustentáveis, totalizando R$ 3,5 bilhões já em 2024 e alcançando a marca de R$ 19,3 bilhões até 2028. Esses incentivos serão concedidos através de um sistema de “bônus e malus”, considerando critérios como fonte de energia para propulsão, consumo energético, potência do motor e facilidade de reciclagem de veículos e dos seus componentes.

Outra inovação proposta é o sistema de medição de emissões de carbono “do poço à roda” e, a partir de 2027, “do berço ao túmulo”.

Este método leva em conta todas as etapas da produção do combustível utilizado no veículo, desde a colheita, no caso do etanol, até a composição das baterias, no caso dos veículos elétricos. Na segunda etapa, leva também em consideração reciclagem e o descarte do veículo. Essa abordagem, segundo Erwin Franieck, presidente do Instituto de Pesquisa SAE4Mobility, permitirá uma análise mais precisa do impacto ambiental dos veículos.

O presidente do SAE4Mobility ressalta que o Mover traz novas exigências sobre os produtos a serem comercializados no país, criando um ambiente propício para o investimento em pesquisa e desenvolvimento por parte das montadoras e dos sistemistas, as empresas que fornecem Às montadoras componentes para a fabricação de veículos.

“O Mover segue os pilares de incentivo à pesquisa e desenvolvimento da rota 2030, mas aumentou o bônus para quem investe no país e também está cobrando um retorno maior. O que é muito bom, pois isso implica em empregos qualificados, área de engenharia, laboratórios, tudo aqui, no Brasil. Mas seu êxito depende da tabela de benefícios para os fabricantes, que ainda vai ser regulamentada. Se for tais exigências e suas compensações à indústria forem adequadas, a iniciativa será muito positiva para o país”, analisa o especialista.

Carros ficarão mais caros no Brasil?

O impacto prático do programa Mover na futura frota de carros brasileiros será grande, segundo Franiek.

Mesmo sem ainda ter sido regulamentada, a medida provisória deixa claro que tipo de produto será incentivado nos próximos anos.

A produção de mais carros eletrificados, principalmente, de híbridos flex ou híbridos a etanol, terá alíquota de IPI diferenciada. As emissões também serão reduzidas, pois os incentivos fiscais estarão atrelados à eficiência energética dos veículos de cada montadora.

Outros pontos também serão levados em consideração, como a existência de tecnologias assistivas à direção (assistentes de condução semiautônomas), capacidade de reciclagem e o percentual de peças produzidas no país.

Todos esses incentivos demandam investimentos das montadoras, por isso, é provável que o preço dos carros aumentem também, mas nada assustador como na Rota 2030, avalia Erwin Franieck.

“O salto com o Rota 2030 foi muito grande, principalmente em segurança. O valor agregado do veículo aumentou muito. Mas, daqui pra frente, o que vai acontecer é em relação à eficiência e consumo. O que virá de novidade será em relação ao veículo autônomo, o resto já está aí. O Mover vai trazer uma base de nacionalização do que a gente já viu no Rota 2030. Agora, com investimento em pesquisa e desenvolvimento, vamos nacionalizar tudo isso a toque de caixa”, opina.

O que diz a indústria

A Anfavea, associação das montadoras que produzem no país, afirma que o Mover dá continuidade a dois programas de incentivos federais instituídos anteriormente – o InovarAuto, em 2012, e o Rota 2030, em 2018.

“Graças à continuidade das políticas públicas, os veículos produzidos hoje no Brasil estão entre os mais econômicos e seguros do mundo”, diz a associação, por meio de nota enviada a esta coluna.

A Anfavea esclareceu que, nos próximos meses, por meio de decretos e portarias, o Poder Executivo deverá publicar a regulamentação detalhada do novo programa, quando será possível ter uma noção mais clara das novas exigências sobre os produtos a serem comercializados no país.

Campanha Janeiro Roxo alerta sobre a importância do diagnóstico precoce da hanseníase

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O mês de janeiro é dedicado à conscientização sobre a hanseníase, doença infecciosa, contagiosa, que afeta os nervos e a pele e é causada por um bacilo chamado Mycobacterium leprae. Com o tema “Hanseníase: Precisamos falar e agir”, a Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), alerta sobre a importância do diagnóstico precoce.

SERVIÇOS

Um paciente com sintoma ou sinais da doença, pode procurar uma unidade básica de saúde mais próxima de sua casa para realizar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

“A Hanseníase tem cura, então quanto mais rápido as pessoas procurarem o atendimento médico, maior a chance de prevenir as deformidades e incapacidades físicas que a doença costuma apresentar durante a evolução, caso o diagnóstico seja tardio. Muita gente pensa que essa doença não tem cura, mas ela tem, o que nós recomendamos é que a pessoa conheça seu corpo e saiba identificar os sintomas e sinais”, explica o médico especialista em hanseníase, Thiago Barnabé, da Semusa.

O tratamento da hanseníase, ofertado gratuitamente, é realizado por meio de medicamentos que são distribuídos nas Unidades Básicas de Saúde do município. O método é via oral, e é denominado Poliquimioterapia Única (PQT-U), padronizado em todo o Brasil.

O paciente que inicia o tratamento não transmite a doença, porém todas as pessoas que conviveram com ele nos últimos cinco anos, antes do diagnóstico da doença, devem ser examinadas.

Segundo a coordenadora do Núcleo de Vigilância da Hanseníase da Semusa, Sheila Arruda, a atenção primária é a porta de entrada para o tratamento dessa enfermidade.

Pacientes com suspeita da doença são atendidos pela equipe do SUS

“Nas unidades de saúde, o paciente com suspeita da doença é atendido pela equipe médica do SUS, que rapidamente realiza o procedimento necessário, como acolhimento dessa pessoa, exame físico, palpação dos nervos periféricos (de braços e pernas) e acompanhamento médico”, destaca a coordenadora.

Além disso, quando houver necessidade de um atendimento mais específico, o município também conta com a unidade referência em tratamento de hanseníase, que é a Policlínica Rafael Vaz e Silva, mas a demanda na localidade só funciona através de encaminhamento feito pelas unidades básicas de saúde.

Todos esses atendimentos são possíveis através dos serviços que a Prefeitura realiza durante todo o ano, como capacitação dos profissionais sobre prevenção e reabilitação em hanseníase, busca ativa de pacientes com suspeita da doença no município e investimentos necessários para o tratamento.

AÇÕES DO MÊS

A Campanha Janeiro Roxo, do Ministério da Saúde, acontece em todo o país. Em Porto Velho, a Semusa realiza a abertura da estratégia no dia 8 deste mês na Unidade de Saúde da Família Socialista, na zona leste.

Além disso, a Semusa promove no dia 11 de janeiro uma capacitação com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para atualização da política de tratamento e prevenção à hanseníase.

No dia 31 do mesmo mês, uma outra capacitação, dessa vez com as equipes multidisciplinares de estratégia de saúde da família, marca o encerramento da Campanha Janeiro Roxo.

“Mas é importante destacar que o serviços da Semusa no combate à hanseníase estão disponíveis o ano todo nas unidades de saúde do município. Então a recomendação é que, se o paciente percebeu a presença de algum dos sinais ou sintomas, procure o atendimento médico o mais rápido possível. A hanseníase tem cura e precisa da sua colaboração”, enfatiza Sheila.

TRANSMISSÃO

A transmissão da hanseníase ocorre quando a pessoa, na forma infectante da doença, sem tratamento, elimina o bacilo para o meio exterior, infectando outras pessoas suscetíveis, ou seja, com maior probabilidade de adoecer. Essa doença é transmitida através das vias aéreas (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro) de pacientes sem tratamento.

SINTOMAS

Os sinais e sintomas mais frequentes de hanseníase são:

– Comprometimento do (s) nervo (s) periférico (s) – geralmente espessamento (engrossamento) –, associado a alterações sensitivas e motoras e autonômicas;
– Manchas (brancas, avermelhadas, acastanhadas ou amarronzadas) e área (s) da pele com alteração da sensibilidade térmica (ao calor e frio) e dolorosa (à dor) e tátil (ao tato);
– Áreas com diminuição dos pelos e do suor;
– Sensação de formigamento e/ou fisgadas, principalmente em mãos e pés;
– Diminuição ou ausência da sensibilidade e/ou da força muscular na face, e/ou nas mãos e/ou nos pés;
– Caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.

NÚMEROS

Em Porto Velho, os dados parciais do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) apontam 53 novos casos da doença em 2023. Já em 2022, o número era maior, com 75 registros durante todo o ano.

Carros com 13 anos ou mais lideram vendas no Brasil em 2023

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A venda de carros seminovos e usados cresceu 8,6% no Brasil em 2023. Segundo dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), 14,4 milhões de unidades foram comercializadas no país no ano passado, uma média de 57.794 por dia útil, ante 13,2 milhões em 2022. A expectativa do setor para 2024 é ainda mais positiva.

Os carros com 13 anos ou mais de uso foram os mais vendidos ao longo do ano (veja na tabela abaixo). Foram mais de 5 milhões, o que representa um aumento de 13,5% em comparação com 2022.

Em Minas Gerais, segundo maior mercado de seminovos e usados do país, atrás apenas de São Paulo, as vendas cresceram 10,9% em 2023. Foram 1,8 milhão de carros vendidos, enquanto, no ano anterior, o número chegou a 1,6 milhão.

Para o presidente da Associação dos Revendedores de Veículos no Estado de Minas Gerais (Assovemg), Glenio Junior, a vantagem do preço dos seminovos e usados em relação aos veículos novos e a queda da taxa de juros contribuíram para os resultados de 2023.

“Quem tem um score [de crédito] bom acabou conseguindo excelentes taxas de juros no financiamento. O preço do seminovo também caiu, houve uma depreciação da tabela Fipe”, afirmou.

Segundo Glenio Junior, o programa de descontos para carros populares novos do governo federal também impactou de forma positiva a venda de seminovos e usados.

“Quando o programa acabou, o consumidor voltou a fazer opção pelo seminovo. A procura voltou com muita força”, disse.

De acordo com o presidente da Assovemg, a expectativa para 2024 é ainda melhor, devido ao aumento do salário mínimo e à projeção de crescimento da economia e de queda da taxa básica de juros, dos atuais 11,75% ao ano para 9%.

Ele espera que a elevação do imposto de importação sobre veículos elétricos também favoreça as vendas.

“Grande parte dos consumidores compra carro financiado, então, a queda da taxa de juros contribui muito para as vendas. A inflação mais controlada também ajuda bastante”, afirmou Glenio Junior.

Carros novos

A venda de carros novos também cresceu no Brasil em 2023. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a alta foi de 11,3% em comparação com 2022.

Ao todo, foram emplacados 2,1 milhões de automóveis e veículos comerciais leves no ano passado. É a primeira vez, desde 2019, que esse número supera os 2 milhões.

Escola de Governo abre calendário de cursos para janeiro de 2024

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Com o objetivo de proporcionar formação continuada, garantindo a qualificação e gestão de pessoas para melhor entendimento das políticas públicas, a Escola de Governo, vinculada à Secretaria de Estado do Planejamento Orçamento e Gestão (Sepog), disponibiliza o calendário de cursos para a segunda quinzena de janeiro de 2024, com a oferta de quatro cursos: Treinamento Sistema Eletrônico de Informações (SEI) – do Zero ao Avançado, de 16 a 19; Dispensa e Inexigibilidade de Acordo com a Nova Lei de Licitação e Contratos (NLLC), dias 18 e 19; Execução Orçamentária com foco na Lei Orçamentária Anual (LOA)/2024 de 22 a  25, e Redação Oficial, dias 30 e 31. 

As capacitações serão realizadas no auditório e laboratório da instituição, na modalidade presencial, com carga horária de 20 horas para o curso Treinamento SEI – do Zero ao Avançado; 8 horas para o curso de Redação Oficial; 6 horas para o curso Dispensa e Inexigibilidade de Licitação de Acordo com a NLLC, e 8 horas para o curso de Execução Orçamentária.  As inscrições podem ser feitas através do portal da Escola de Governo pelo endereço www.escoladegoverno.ro.gov.br, e as vagas serão limitadas.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, é necessário capacitar as pessoas que atuam na gestão de documentos para utilizar o Sei, e usufruir dos benefícios no dia a dia de trabalho. “É importante aprimorar a gestão documental e facilitar o acesso de servidores e cidadãos às informações institucionais, propiciando celeridade, segurança e economicidade no serviço público”, salientou.

De acordo com  secretária da Sepog, Beatriz Basílio, a Escola de Governo realiza várias capacitações técnicas, além de incentivar as atividades intelectuais dos participantes.

Articulação entre órgãos de trânsito reduz mortes nas rodovias federais

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O Brasil teve uma redução de 25% no número de mortes entre os dias 29 de dezembro de 2023 e 1º de janeiro de 2024, em comparação com o mesmo período de 2022/2023, nas rodovias federais. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma das parceiras do programa Rodovida, que é coordenado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

“A Senatran, no Governo Lula, entrou ativamente na articulação entre os diversos órgãos, com reuniões e trabalhos conjuntos. Temos certeza de que até o fim do programa, em fevereiro, os resultados serão ainda mais positivos”, afirmou a diretora do Departamento de Segurança no Trânsito da Senatran, Maria Alice Nascimento Souza.

Tornar os caminhos mais seguros e, assim, reduzir acidentes e mortes nas estradas brasileiras durante os feriados de fim de ano, férias escolares e Carnaval são as diretrizes do Rodovida, que conta com a participação de diversos órgãos ligados ao Sistema Nacional de Trânsito – federais, municipais, estaduais e privados.

Obras

Outro ponto crucial para o aumento da segurança nas estradas é a manutenção. Em 2023, o Ministério dos Transportes recuperou, pavimentou e duplicou cerca de 4,6 mil quilômetros de rodovias federais. É o equivalente a percorrer em linha reta a distância que separa Monte Camburaí (RR) e Arroio Chuí (RS), os dois pontos extremos norte-sul do Brasil.

Já o Índice de Condição da Manutenção (ICM) de 66,6% das rodovias era considerado bom em novembro de 2023, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

Ednaldo Rodrigues volta à presidência da CBF por decisão de Gilmar Mendes

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu os efeitos das decisões da Justiça do Rio de Janeiro que levaram ao afastamento de Ednaldo Rodrigues da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Com isso, Rodrigues volta ao comando da entidade máxima do futebol. A decisão é cautelar (provisória) e deverá ser analisada pelo plenário do Supremo. Ainda não há data para isso ocorrer.

Grandes obras e mais asfalto em Porto Velho marcam gestão municipal em 2023

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Mais de 700 quilômetros de asfalto foram feitos pela Prefeitura de Porto Velho desde o início da gestão. Um número além da meta estimada no início, mas que não impediu que a marca fosse atingida.

Grandes desafios foram realizados pela Secretaria Municipal de Obras (Semob), que através de recurso próprio e emendas parlamentares, entregou praças, um dos maiores bairros da capital praticamente todo pavimentado, além da abertura de avenidas que marcarão historicamente a cidade com a melhoria no tráfego ligando bairros das zonas Norte e Leste ao Centro de Porto Velho, através do Espaço Alternativo.

INFRAESTRUTURA

Só em 2023, foram mais de 140 quilômetros de asfalto feitos com mão de obra própria da Prefeitura de Porto Velho, através da Semob. Entre os bairros com maior número de ruas que receberam o asfalto neste ano estão o Floresta, São Francisco, Mariana, Igarapé, Lagoa, Rosalina de Carvalho e o Nova Esperança, que superou as expectativas iniciais de planejamento com mais de 80 ruas pavimentadas e R$ 30 milhões investidos.

Construção das avenidas Santos Dumont e Décio Bueno melhorou o fluxo de trânsito

O projeto para um dos maiores bairros da capital, o Nova Esperança, foi anunciado aos moradores em junho deste ano, e trouxe uma novidade importante: a abertura das avenidas Décio Bueno e Santos Dumont que ligariam o bairro ao Espaço Alternativo.

A av. Décio, com cerca de 800 metros, é a que deságua o trânsito coletado através das saídas do bairro Nova Esperança, que seguem pela Santos Dumont, concluída com 1,1 quilômetro. A inauguração aconteceu no mês de outubro, com a Festa das Crianças, quando em uma união de secretarias foi realizada uma das maiores e mais bonitas comemorações da gestão.

Com a finalização do Nova Esperança, mais três bairros foram anunciados para receber o pavimento: Maringá, Escola de Polícia e Pantanal, que teve as obras iniciadas. “A obra deve contemplar mais de 40 ruas nestes bairros, o que terminará com aproximadamente 20 quilômetros de asfalto executados. Essa era uma obra prevista para o mês de maio de 2024, mas nós sabemos que os moradores daqui têm pressa, então decidimos antecipar tudo o que for possível neste final de 2023”, explicou o prefeito Hildon Chaves, em visita à rua Anita Malfatti.

VISTA ALEGRE DO ABUNÃ

O asfalto também chegou aos distritos, e Vista Alegre do Abunã recebeu a obra em quatro avenidas

Uma novidade anunciada em meados de 2023 também foi o início da pavimentação de distritos, com trabalho iniciado por Vista Alegre do Abunã, onde mais de R$ 4 milhões foram investidos. O asfalto foi feito nas avenidas Olavo Bilac, João Leandro Barbosa, Jorge Teixeira e Rua da Beira. Dos R$ 4 milhões investidos, mais de R$ 1,5 milhão foi de massa asfáltica.

Mas não foram executadas apenas obras de capa nova. Uma das obras de recapeamento mais aguardadas por moradores dos bairros Aponiã, Igarapé e adjacências era o recapeamento da avenida Calama, entre a Guaporé e a Mamoré, que se tornou um dos centros comerciais daquela região. O trabalho foi iniciado com a limpeza de bocas de lobo, seguido da colocação de mais de 800 metros de manilhas para otimizar a drenagem da região, seguido de cerca de 2 quilômetros de recapeamento entre os trechos.

“Este trabalho foi iniciado muito antes, em 2022, com a construção de uma galeria pluvial na avenida Calama, que seguiu pela avenida Guaporé. Foi a primeira etapa desta obra importante, já que os moradores desta região sofriam com os alagamentos no período chuvoso. Vale destacar que uma grande quantidade de lixo também foi retirada das bocas de lobo que ficam nas esquinas com as ruas Andreia e Daniela, o que traz o nosso pedido à população de cuidado com o que é descartado indevidamente, para que nosso trabalho seja concluído e permaneça sempre com muita qualidade”, explicou o secretário municipal de Obras, Diego Lage.
Além da avenida, mais de 20 bairros receberam o serviço de recapeamento, totalizando mais de 70 quilômetros de uma nova camada de asfalto.

OBRAS TERCEIRIZADAS

Investimentos também foram aplicados para a construção de praças públicas

Mais de R$ 230 milhões foram aplicados em obras executadas através de licitação, em diversos segmentos, com investimentos feitos através de emendas parlamentares e contrapartida da Prefeitura.

Entre os contratos estão a construção de mais de 300 quilômetros de meio-fio e sarjeta em todas as áreas de Porto Velho. Um investimento de mais de R$ 35 milhões, um dos maiores da gestão no segmento. Está em execução também o serviço de revitalização de arquibancadas, banheiros e vestiários do Campo do 13.

Foram executadas também obras no bairro Igarapé, Estrada dos Periquitos, ruas Itatiaia e Farrapos, pavimentação no bairro Cidade do Lobo, construção das praças do Alphaville e do Flamboyant, nas zonas Norte e Leste da capital. Ainda sobre praças, a Prefeitura entregou a Praça das Camélias, Praça da Juventude, Praça do Cohab e Praça do Conjunto 22 de Dezembro.

NOVA RODOVIÁRIA

Uma das principais obras da gestão, investimentos na rodoviária ultrapassam os R$44 milhões

Uma das obras mais esperadas pelos porto-velhenses era a construção da nova rodoviária, que se tornará um cartão-postal da capital. O investimento é de mais de R$ 44 milhões, sendo R$ 22 milhões oriundos de emenda parlamentar da ex-deputada federal Mariana Carvalho, e outros R$ 22 milhões de recursos da Prefeitura.

No local estão sendo construídos 13 plataformas de embarque e desembarque, 26 boxes e agências para empresas, saguão de espera, sala vip, praça de alimentação com oito lanchonetes e um restaurante, 11 lojas, banheiros, fraldário e áreas administrativas.

O novo terminal ocupará o espaço de todo o terreno, com 8.457,59 metros quadrados de área construída. A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Resolução Estratégica de Convênios e Contratos (Semesc), investiu em um projeto arquitetônico funcional que busca criar um espaço moderno e sustentável, com estética regional e desempenho térmico adequado.

No mês de dezembro, o prefeito esteve no local com a ex-deputada federal Mariana Carvalho, vistoriando a obra que está com 40% do projeto executado, e pode ser entregue antes do prazo de 18 meses previsto em contrato. “A obra está avançada, todo o planejamento foi para que neste período ela já estivesse coberta, com toda a parte de vidraria já sendo preparada. Desta maneira, durante os meses de chuva, todos os trabalhos ocorrerão internamente, sem nenhuma interferência do período chuvoso, para que em 2024, no verão, o trabalho volte para a parte externa, que é a de pátio, estacionamento, etc”, explica o prefeito.

METAS PARA 2024

Finalização e entrega de grandes obras estão previstas para 2024

Para o início de 2024 estão previstas as entregas das obras do Campo do 13, das 269 unidades habitacionais do Residencial Pró-Moradia Leste, que passou a ser executada diretamente pela Secretaria Municipal de Obras após a finalização do contrato com a empresa que estava responsável. Continuarão em execução também as obras de meio-fio e sarjeta, além da pavimentação, drenagem e manutenção de serviço de tapa-buracos.

“No início de todos os anos repensamos nossas prioridades de acordo com as necessidades da população e, claro, da nossa gestão. Serviços como drenagem, tapa-buracos, recapeamento e claro, o asfalto, estão na nossa agenda de prioridades porque entendemos a ligação entre uma rua pavimentada, sem alagamentos, e a qualidade de vida da população de Porto Velho”, resume Diego Lage.

Senadores analisam fim dos ‘saidões’ dos presos, já aprovado na Câmara

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Os feriados, em geral, são as datas preferidas pelos juízes para concederem o “saidão” temporário, direito previsto em lei aos presidiários em regime semiaberto. No entanto, as notícias de evasão e de crimes no período retomam a discussão sobre a permanência desse mecanismo de ressocialização. Após o Natal de 2023, o governo de São Paulo informou que 398 dos beneficiados foram recapturados por novos delitos. Também em dezembro, um criminoso que usufruía do saidão confessou às autoridades que matou a cozinheira Renata Teles em um hotel em Campinas (SP). Para acabar com as saídas temporárias, a Câmara dos Deputados aprovou, em agosto de 2022, o Projeto de Lei (PL) 2.253/2022, que tramita na Comissão de Segurança Pública (CSP) do Senado.

Apesar do número de deputados favoráveis ao projeto ser três vezes maior que os contrários, o fim do benefício está longe do consenso. É o que informou o Conselho Nacional dos Secretários de Estado da Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (Consej) ao presidente da CSP, senador Sérgio Petecão (PSD-AC). Em visita ao parlamentar no dia 13 de dezembro, o presidente do Consej, Marcus Castelo Branco Rito, pediu mais tempo para que o conselho elabore uma nota técnica sobre o projeto com maior aceitação de seus membros.

O representante do Conselho de Polícia Criminal e Penitenciária do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Alexander Barroso, também participou da reunião e defendeu incluir mais órgãos públicos nos debates.

— Colocar todos à mesa, todos os órgãos de execução penal, o Ministério Público, o Poder Judiciário, a Defensoria Pública… O Senado Federal pode ser protagonista nesse assunto — afirmou Alexander.

Com apenas uma audiência pública realizada na CSP em setembro de 2023, Petecão já sinalizou que atenderá o pedido do Consej.

“Me apresentaram relatórios técnicos sobre os impactos do projeto de lei. Como presidente da CSP, estou atento às políticas públicas de segurança. Coloquei-me à disposição das instituições para discutirmos melhor o projeto, dada à sua complexidade, e, posteriormente, construir um consenso sobre a matéria”, disse o senador à Agência Senado.

Divergências

Favorável ao projeto, o relatório do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à CSP afirma que a superlotação e a precariedade das instalações do sistema carcerário prejudicam a ressocialização adequada dos presos e, por isso, traz mais perigo no retorno dos presidiários às ruas.

“Ao se permitir que presos ainda não reintegrados ao convívio social se beneficiem da saída temporária, o poder público coloca toda a população em risco”, diz o senador.

Mas, para o senador Jorge Kajuru (PSB-GO), a saída temporária como meio de reinserção social é importante para os outros presos, para não reincidirem em novos crimes.

“[O projeto] elimina um mecanismo que contribui para a paulatina reinserção social do apenado e confere o mesmo tratamento ao condenado primário, e de bom comportamento, e ao reincidente, que comete faltas graves”, diz em sua proposta de emenda substitutiva, rejeitada no relatório de Flávio Bolsonaro.

As discordâncias não param apenas na eficácia das saídas temporárias como meio de ressocialização, mas também residem no impacto na segurança pública durante as datas comemorativas. Na audiência pública na CSP, o secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Teixeira, divulgou números registrados pelo órgão paranaense para defender o fim do direito. Segundo ele, a média de presos que não retornaram dos “saidões” entre 2022 e 2023 é de aproximadamente 10,5%.

— [O período de final de ano, em que há maior liberação, tem] em torno de 32% das pessoas que não retornaram e que se envolveram em ocorrências criminais. E aí são os crimes que eles cometem: tráfico de drogas, porte de arma, homicídio, situação de violência doméstica. Então, são vários crimes, que foram identificados, em que a pessoa foi identificada e foi levada à responsabilidade — disse, destacando que pode haver crimes que não foram identificados pela polícia.

Mas, para o diretor da ONG Conectas Direitos Humanos, Gabriel Sampaio, as informações são insuficientes para concluir que a liberação dos presidiários aumenta a insegurança.

—A pessoa está apta a ir trabalhar e voltar para dormir no presídio [modelo permitido no regime semiaberto]. Por que a saída temporária vai aumentar o risco em relação àquele da ida ao trabalho? Não aumenta! Não há dados que digam que aumenta, até porque é contraintuitivo mesmo — ponderou Gabriel Sampaio no debate na CSP.

No sistema federativo brasileiro, as polícias civis e militares são administradas por cada estado. A descentralização dificulta a geração e o processamento de dados estatísticos que poderiam embasar decisões políticas como essa. Nesse sentido, tramita no Senado o PL 5.179/2020, do senador Fabiano Contarato (PT-ES), que obriga os estados a publicarem, anualmente, dados estatísticos sobre as investigações de homicídios dolosos.

Tema recorrente

Se o PL 2.253/2022 for aprovado, a Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984) será alterada para aumentar as hipóteses do uso da tornozeleira eletrônica, prever casos de exame criminológico (feito por psicólogos e outros profissionais, atualmente facultativo) e extinguir a saída temporária. Com as regras atuais, o condenado entre quatro e oito anos de prisão tem o direito de pleitear cinco saídas por ano, de até sete dias cada, para visitar familiares, realizar cursos ou outras atividades sociais. Mas para isso, o detento precisa comprovar “comportamento adequado”, ter autorização do juiz e cumprir outros requisitos. O período ocorre sem obrigação de vigilância.

A proposta de extinguir as saídas temporárias se originou com o Projeto de Lei do Senado (PLS) 7/2012, da então senadora Ana Amélia (RS), que previa apenas a redução do benefício para uma vez por ano ao preso com uma única condenação. Na Câmara dos Deputados, foi modificado no relatório do deputado Capitão Derrite (PL-SP) e tramitou junto com outros 46 projetos com o mesmo assunto, apresentados desde 2013, para concentrar as discussões.

No Senado, outras propostas sobre a saída temporária também estão sob análise dos parlamentares. O PLS 31/2018, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), desarquivado em 2023, também espera revogar os saidões. Já o PL 476/2023, da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), busca agravar a pena quando o crime é cometido durante saída temporária ou outros casos fora da prisão. Na semana de Natal, ela pediu em suas redes sociais o apoio de seus seguidores a seu projeto. Para Damares, “existe uma considerável parcela que não retorna” aos presídios.

Como funciona

Para usufruir do “saidão”, o preso não pode ter cometido crime hediondo com morte nem infração disciplinar no presídio, comprovada, por exemplo, por meio de certidão expedida pelo diretor do presídio, como ocorre no Distrito Federal. Ainda precisa ter cumprido no mínimo 16,6% da pena, se for sua primeira condenação, ou 25% da condenação, se reincidente. É o mesmo requisito para autorização de trabalho externo durante o dia. Mas o desemprego não é impedimento para que o detento usufrua da saída temporária. A autorização para sair é feita pelo juiz de execução penal, ouvidos o Ministério Público e a administração penitenciária.

Nos casos de crimes sexuais ou de penas altas, como ocorre em homicídios, há necessidade de outras análises. O juiz pode solicitar, por exemplo, exame criminológico. Assim, os presos têm que cumprir o que o psicólogo ou psiquiatra recomendarem no laudo, como participação em cursos ou tratamentos médicos.

Cada Vara de Execução Penal edita portaria no início do ano com as regras e datas dos “saidões”. Normalmente, são escolhidas datas de comemorações familiares, pois o objetivo é o estreitamento dos laços com a família e a volta ao convívio social. Mas datas como carnaval e Ano Novo, são evitadas por algumas varas, em razão da agitação social comum do período. No entanto, não é obrigatório realizar todas as saídas de maneira conjunta, nem nas mesmas datas. Segundo informou à CSP o secretário Nacional de Políticas Penais do Ministério da Justiça, Rafael Velasco, há casos em Minas Gerais e no Maranhão em que as datas são pulverizadas, de modo que não há um pico de saídas temporárias. Nesses casos, os presos são liberados, por exemplo, no dia do aniversário da mãe.

Todos os beneficiados precisam informar o endereço de residência ou de familiar, onde deverão permanecer durante a noite. Eles são proibidos de frequentar bares, casas noturnas e estabelecimentos do gênero. Apesar de a lei não prever a vigilância durante o período de liberdade, o juiz pode exigir que determinados detentos utilizem a monitoração eletrônica, além de outras formas de fiscalização. No Distrito Federal, por exemplo, a Secretaria de Administração Penitenciária pode visitar o endereço fornecido pelos presos.

 

Medidas de desenvolvimento agropecuário avançam na assistência técnica às famílias rurais

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Avançar com ações de sustentabilidade e tecnologia, refletindo diretamente na agricultura familiar de Rondônia, tornando-a mais competitiva no mercado nacional, é um dos objetivos da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado Rondônia (Emater/RO) para este ano, dando um novo direcionamento às medidas de desenvolvimento agropecuário, e consolidar ainda mais, o agronegócio familiar, considerada a atividade que mais vem crescendo nos últimos anos.

Os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) têm por princípio levar educação por meio das mais diversas tecnologias às famílias rurais, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento e concretizar o potencial empreendedor de quem trabalha a terra. A cada ano que se inicia, afinadas com as políticas públicas de governo, a Emater/RO traça ações e metas específicas com a finalidade de desenvolver atividades que venham ao encontro das necessidades dos agricultores, suas famílias e organizações, condensado no Programa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Proater).

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os serviços de assistência técnica e de extensão rural são fundamentais para o desenvolvimento da agricultura familiar e fortalecimento da economia local. “As ações desenvolvidas durante o ano de 2023 focaram em um atendimento de Ater inovador, com inserção de ferramentas tecnológicas, como: novos computadores, drones, tablet, softwares atualizados e aplicativos, que deram mais agilidade aos serviços e possibilitaram orientações técnicas eficientes, sempre levando a campo conhecimentos técnicos e políticas públicas de desenvolvimento nas três esferas governamentais (municipal, estadual e federal),”ressaltou.

Esse fortalecimento nos serviços de Ater permitiram maior eficácia no cumprimento das metas preestabelecidas dentro do orçamento previsto, superando as expectativas e levando para um resultado acima do esperado, com injeção de mais de 1,2 bilhão de reais em renda bruta no Estado.

Além da assistência, o Governo tem garantido ainda, a distribuição de mudas de qualidade, como o café e cacau clonal, e viabilizado o transporte de calcário para melhor atender o setor produtivo. Para o ano de 2024, o foco dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural estarão voltados ao desenvolvimento rural com sustentabilidade, tecnologia e incentivo ao agronegócio familiar, que nos últimos anos tem sido o carro-chefe da economia nos estados brasileiros. Para isso serão desenvolvidas ações de fortalecimento à família rural, proporcionando aumento de renda, dignidade e melhoria da qualidade de vida no campo.

Segundo o presidente da Emater/RO, Luciano Brandão o Proater é o programa que consolida as ações que serão levadas ao público beneficiário, seja ele de base familiar, não familiar, quilombolas, indígenas, assentados de reforma agrária, populações tradicionais, pescadores artesanais e extrativistas; por meio das 85 unidades operacionais distribuídas nos 52 municípios de Rondônia. “São ações apresentadas pelo Governo para que a assistência técnica seja desenvolvida de forma eficaz para os agricultores familiares”, destacou.

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