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sábado, julho 25, 2026
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Procon explica o que fazer para a troca de presentes do Natal

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O Natal passou, mas ficaram aqueles presentes que as pessoas ganham muitas vezes na cor errada, fora do gosto ou do tamanho. O Procon lembra, no entanto, que nenhuma loja é obrigada a trocar o produto se esse não apresenta nenhum tipo de defeito de qualidade ou quantidade. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o cliente só tem direito à troca do produto se não for possível a substituição das partes defeituosas ou se o vício não for sanado no prazo máximo de 30 dias. Nesse caso, o consumidor poderá escolher entre a substituição do produto por outro em perfeitas condições, receber o dinheiro de volta ou, ainda, obter o abatimento proporcional do preço.

Entretanto, apesar de saber que não há obrigatoriedade na realização de trocas apenas por gosto ou tamanho, muitas lojas, para não gerar decepção e fidelizar o cliente, oferecem esse benefício em sua política de troca, que precisa, porém, estar exposta ao consumidor de forma clara, com todas as condições necessárias para utilização desse benefício.

Nota fiscal

O Procon adverte que mesmo nas compras de presentes, a nota fiscal deve ser entregue ao comprador, porque constitui o documento oficial que comprova a data, o local e o objeto da compra. Caso o produto apresente qualquer problema, ela é a garantia do consumidor. A nota fiscal de compra pode ser eletrônica ou impressa. De qualquer forma, ela deve ser entregue ao consumidor obrigatoriamente, inclusive nas compras feitas pela internet. Muitas lojas que oferecem troca de presentes entregam também um comprovante, sem o preço da mercadoria, que poderá ser usado pelo presenteado, caso o produto não agrade. Por isso, esse documento deve ser colocado junto ao pacote.

Compras online

Nas compras online, o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor define que caso o comprador se arrependa da compra efetuada por qualquer motivo, ele poderá cancelá-la em até 7 dias, contados a partir do recebimento do produto ou da assinatura do contrato. Desse modo, ele terá a devolução integral dos valores pagos, inclusive frete, se for o caso. O Procon destaca, entretanto, que essa operação não constitui troca mas, sim, arrependimento. A troca de produtos nas lojas virtuais segue as mesmas regras das lojas físicas.

Caso o cliente queira fazer uma reclamação, o Procon disponibiliza seus canais de atendimento online no site do órgão de seu estado. 

Prefeitura apresenta trabalhos realizados pela SMTI em 2023

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Grande responsável pela celeridade dos serviços ofertados aos munícipes pela Prefeitura de Porto Velho, gerando economia de tempo e recursos para os contribuintes, a Superintendência Municipal de Tecnologia da Informação e Pesquisa (SMTI) é quem gerencia todos os projetos de TI e também elabora projetos de expansão de rede e aquisição de equipamentos, entre outras atribuições.

SMTI visa melhorar a eficiência dos processos e sistemas

“Nosso objetivo é proporcionar mais transparência, celeridade, segurança e qualidade ao serviço público municipal, auxiliando as unidades que compõem a estrutura da Prefeitura de Porto Velho”, afirmou o superintendente Saulo Nascimento.

Subordinada diretamente à Secretaria Geral de Governo (SGG), a SMTI mais uma vez teve importante atuação no contexto da gestão pública municipal e alcançou relevantes conquistas em 2023, a exemplo de anos anteriores.

COMPARATIVO

Em 2022, a SMTI atendeu 12.307 chamados em todas as secretarias e demais órgãos da Prefeitura de Porto Velho. Também foram executados 24 projetos, desenvolvidos oito novos sistemas e realizadas manutenções constantes em 67 sistemas. No ano de 2023, foram cerca de 7.600 chamados de todos os órgãos municipais, foram atendidos e realizadas manutenções constantes em 74 sistemas, além de diversas outras ações.

“O termômetro é esse: trabalhamos com muita dedicação para reduzir cada vez mais a quantidade de chamados, na medida em que proporcionamos mais segurança e melhorias em toda estrutura de TI que atende a gestão municipal”, destacou o superintendente da SMTI.

O superintendete, Saulo Nascimento, afirma que o objetivo é proporcionar mais transparência

Já em 2021, os chamados atendidos somaram 10.682, fora as manutenções em mais de 100 servidores virtuais de internet e dez servidores físicos.

QUALIDADE DE GOVERNANÇA

No âmbito da organização interna, o Departamento de Qualidade e Governança de TI (DQG) e a Divisão de Análises de Processo (DIAP) trabalharam intensamente na gestão de documentos, realizando a coleta, classificação e tratamento de toda documentação relacionada às atividades da SMTI como um todo.

“A qualidade do trabalho dessas equipes pode ter um impacto significativo na operação diária de uma instituição”, ressaltou Saulo Nascimento, que destacou a dedicação das equipes. No total, foram coletados e classificados 870 documentos de todos os departamentos da SMTI.

SUPORTE TÉCNICO

Como o próprio nome já diz, por meio do Departamento de Suporte Técnico e Atendimento (DSTA), foram realizados acompanhamentos aos demais setores da gestão municipal, garantindo o funcionamento de todo aparato tecnológico em benefício do serviço público e, mais ainda, da população.

Foram atendidos 12.307 chamados em todos órgãos da Prefeitura de Porto Velho

Entre os trabalhos realizados estão: treinamento e capacitação da equipe de TI para atuar no projeto Tenda Família Cidadã (Semasf), além de participação e contribuição para com o projeto; estudo técnico para aquisição de materiais, equipamentos, peças de reposição e periféricos de informática, atender demandas de aprimoramento técnico nas escolas municipais, Semur, Semusa (unidades de saúde), Semdestur e Ipam, entre outros.

No total foram 64 despachos de processos de análises técnica de especificações de equipamentos e sistemas, 90 equipamentos substituídos junto aos fornecedores (estavam na garantia), 372 padronização de equipamentos novos e manutenções.

De janeiro a outubro de 2023, foram realizados 7.301 chamados para atendimento técnico, desse total, 4.018 foram para o DSTA.

GESTÃO DE REDES

O Departamento de Gestão de Redes (DGR) é o responsável pela infraestrutura tecnológica da Prefeitura. É ele quem define o tipo de tecnologia utilizada pela gestão municipal e sua manutenção. Ele gerencia toda infraestrutura de rede e de dados utilizados por toda administração do município.

No total, foram coletados e classificados 870 documentos de todos os departamentos da SMTI

Entre as principais atribuições de 2023, o DGR elaborou projetos para aquisição de servidor para atender a Secretaria Municipal de Educação (Semed), equipamento este que já está em operação; projeto já concluído para aumentar a capacidade de transmissão de 1 gigabyte (GB) para 10 GB; conclusão do projeto que disponibiliza acesso a todos os sistemas de saúde, de educação e arrecadação, além de implementar serviços de segurança de rede e hospedagem, entre outros.

Estão em andamento projetos que atendem a Semed, Semesc, PGM, Semad, Semur, Sempog e Semfaz (já licitados), para armazenamento de imagens de drone, georreferenciamento e digitalização de processos; projeto de cabeamento estruturado de todos os órgãos da Prefeitura; aquisição de servidor de hiperconvergência para garantir melhor desempenho, mais estabilidade e celeridade na troca de informações entre os órgãos municipais.

“Atualmente possuímos uma infraestrutura (cluster) com 12 nós de Nutanix, onde são hospedados todos os serviços da Prefeitura e do Ipam, e temos previsão da adição de mais um que é o Nó para atender o Departamento de Geo da Sempog. Então, nosso cluster terá 13 nós”, completou, acrescentando que o Nó é um dispositivo com opções de configurações para todos os casos de uso de uma infraestrutura hiperconvergente e que simplificam as operações de TI do início ao fim.

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

Incumbido de analisar, desenvolver e implantar soluções de TI para atender necessidades específicas da Prefeitura de Porto Velho, o Departamento de Desenvolvimento de Sistemas (DESIS) da SMTI também teve muito trabalho em 2023.

O Farmapub foi criado para consulta e localização de medicamentos nas unidades da capital

“As responsabilidades transcenderam a SMTI, sendo coordenadas conforme as orientações do diretor do departamento e do superintendente, visando fortalecer as iniciativas da própria SMTI, melhorar a eficiência dos processos e sistemas, além de assegurar conformidade e transparência perante os órgãos de controle”, comentou Saulo Nascimento.

Além de reuniões nas secretarias para alinhamento das demandas e soluções de TI a serem implementadas, o DESIS, por exemplo, fez todo acompanhamento do módulo RH e pessoal do sistema e-Cidade da Semad para agilizar a análise e fechamento da folha de pagamento, novas funcionalidades do projeto e-Ponto (ponto eletrônico), melhorias no Portal da Transparência, dentro dos critérios de avaliação de Transparência Internacional, na gestão de controle dos processos, geração de arquivos de dados e planilha do piso nacional da enfermagem, entre outras ações.

MELHORIAS NO SISTEMA

Quanto à manutenção e implementações de melhorias nos sistemas, a SMTI já está desenvolvendo soluções para aprimorar eficiência, segurança e usabilidade do Sistema de Petição Pública, implantação do sistema BKO na Superintendência de Gastos Públicos (SGP), o que garante a integração adequada dos processos.

Foi implantado o sistema e-Cidade nos três Centros de Artes e Cultura (antigas escolas de música), para gestão de matrículas, transferências, aulas e cadastros de alunos e instrutores, entre outras ações; suporte e melhorias no Sistema e-PMPV e TCDF, que otimizam o desempenho e reduz inconsistências.

On-line, também é possível acompanhar os atendimentos nas UPAs da cidade

A equipe também atuou na criação do sistema que gerencia alunos em aulas do projeto Viva Bem, da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semes); no e-Saúde, o sistema de pronto atendimento para as UPAS e Prontos Socorros, já implantado na UPA Leste e em fase de produção nas demais unidades.

Destaque ainda para o sistema que gerencia os dados e a própria Carteira Municipal de Identificação do Autista (CMIA); o SIAPet-Online, que é o sistema de controle de zoonoses, em fase de desenvolvimento; sistema que gerencia óbitos e sepultamentos nos cemitérios públicos (Central de óbitos); Sine On-line; controle e retenção de impostos e sistema de módulo de licenciamento para a Vigilância Sanitária Municipal (em produção).

Saulo Nascimento também mencionou o sistema da Faculdade da Prefeitura, licenciamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), vistoria fundiária, Farmapub (para consultar e localizar medicamentos), portais das secretarias, gerenciamento das UPAS, controle de ponto dos servidores, notificação de resultado de exames e o vacinômetro, além das ações do Departamento Administrativo (DA), dentre outros.

Hoje é noite de Lua Fria; o que isso significa?

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Conforme divulgado no calendário das fases da Lua de dezembro pelo Olhar Digital, nesta terça-feira (26), às 21h33, o astro inicia a fase cheia. Particularmente desta vez, ela é chamada de Lua Fria. (Todos os horários mencionados têm como referência o fuso de Brasília).

O que você vai saber aqui:

  • Astronomicamente falando, a Lua se torna “cheia” no momento exato em que atinge a oposição ao Sol no céu;
  • Para os observadores, no entanto, o disco lunar já aparece completo e brilhante um dia antes e um dia depois dessa data;
  • Esta é a primeira lua cheia após o solstício de verão;
  • Neste mesmo dia, horas antes, a Lua terá atingido o afélio (ponto mais distante do Sol em sua órbita atual).

Mas, por que “Lua Fria”? De acordo com o Old Farmer’s Almanac (Almanaque do Velho Fazendeiro), uma das publicações mais tradicionais dos EUA voltadas à vida no campo, a lua cheia de cada mês do ano tem seu próprio nome.

Luas cheias de 2023:

  • 6 de janeiro: Wolf Moon (Lua do Lobo)
  • 5 de fevereiro: Snow Moon (Lua de Neve)
  • 6 de março: Worm Moon (Lua de Minhoca)
  • 6 de abril: Pink Moon (Lua Rosa)
  • 5 de maio: Flower Moon (Lua das Flores)
  • 4 de junho: Strawberry Moon (Lua de Morango)
  • 3 de julho: Buck Moon (Lua dos Cervos)
  • 1 de agosto: Sturgeon Moon (Lua do Esturjão)
  • 30 de agosto: Blue Moon (Lua Azul)
  • 29 de setembro: Harvest Moon (Lua da Colheita)
  • 28 de outubro: Hunter’s Moon (Lua do Caçador)
  • 27 de novembro: Beaver Moon (Lua do Castor)
  • 26 de dezembro: Cold Moon (Lua Fria)

Lua do Natal e afélio lunar

Com origem na cultura nativa americana Mohawk, o nome Lua Fria está relacionado ao fato de que as temperaturas caem consideravelmente nessa época nos EUA. 

No Hemisfério Norte, a Lua cheia de dezembro é a mais próxima do solstício de inverno, que marca a noite mais longa do ano. Por causa disso, outro nome popular para ela é Lua da Noite Longa. 

Por ser próxima à celebração do nascimento de Jesus, para as comunidades cristãs ao redor do mundo ela também é conhecida como Lua do Natal. No entanto, a lua cheia só coincide com essa data exata (25 de dezembro) a cada 19 anos, segundo o site Starwalk Space – a última foi em 2015, e a próxima será em 2034.

Conforme citado acima, também nesta terça, a Lua alcançará o afélio, que é o ponto de sua órbita mais longe do Sol. Segundo o guia de observação astronômica InTheSky, isso acontece às 16h55, quando ela estará a 0,9861 unidades astronômicas (UA) da nossa estrela hospedeira –  algo em torno de 148 milhões de km. Nesse momento, a Terra estará entre a Lua e o Sol, a uma distância de 0,9835 UA do astro rei (aproximadamente 147,6 milhões de km).

Esterco de vaca pode virar combustível para foguete; entenda

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A indústria espacial do Japão teve um teste bem-sucedido de um protótipo de motor de foguete movido por biometano líquido. O que chama atenção é de onde esse biometano líquido veio: esterco de vaca.

Para quem tem pressa:

  • Teste bem-sucedido: A indústria espacial do Japão realizou um teste bem-sucedido de um protótipo de motor de foguete movido a biometano líquido, derivado de esterco de vaca;
  • Os trabalhos: O experimento, que emitiu uma chama azul e laranja por cerca de dez segundos, foi realizado pela Interstellar Technologies em parceria com a Air Water e fazendeiros locais, convertendo esterco de vaca em biogás e depois em biometano para uso em foguetes;
  • Resposta estratégica: Este avanço reflete a busca do Japão por autossuficiência e segurança energética, explorando produção de energia neutra em carbono domesticamente;
  • Inovação e desafios no Japão: Apesar de desafios recentes em missões espaciais e lançamentos de foguetes, o Japão continua a investir em inovações, como o uso de biometano em foguetes, para fortalecer seu programa espacial e independência energética.

O experimento, realizado em Taiki, cidade na ilha de Hokkaido, demonstrou o potencial do biometano como uma fonte de combustível econômica e de alta performance. Ele emitiu uma chama azul e laranja por cerca de dez segundos, conforme divulgou a empresa Interstellar Technologies.

Esterco em foguetes

Chama saindo de Motor de foguete movido a esterco de vaca

A Interstellar Technologies, em parceria com a Air Water e fazendeiros locais, está na vanguarda deste desenvolvimento, convertendo esterco de vaca em biogás e posteriormente em combustível para foguetes. 

Simpi/Datafolha: maioria das micro e pequenas indústrias desconhece cartão de crédito do BNDES

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No segmento das micro e pequenas indústrias, um dos que mais encontram dificuldades para acessar financiamentos, apenas 5% das pequenas empresas e 1% das micro utilizam o Cartão BNDES, canal criado pelo governo federal para emprestar recursos ao segmento. É o que mostra a 10ª edição da pesquisa “Panorama da Micro e Pequena Indústria” encomendada ao Datafolha pelo Simpi, entidade que reúne as empresas deste dois portes.

“A baixa adesão ao Cartão BNDES ressalta a necessidade urgente de medidas que incentivem seu uso, considerando os potenciais benefícios para o crescimento e desenvolvimento das micro e pequenas indústrias em todo o país”, pontua o presidente do Simpi, Joseph Couri.

Os resultados da pesquisa, de acordo com Couri, apontam para uma lacuna significativa no entendimento e utilização do Cartão BNDES. Apenas 16% dos entrevistados afirmaram conhecer bem o produto, enquanto 48% disseram ter conhecimento, porém, de forma superficial.

“A penetração do cartão nas micro e pequenas indústrias é alarmantemente baixa, com apenas 1% de utilização efetiva”, lamenta o executivo.

Para Couri, os dados revelam uma clara desconexão entre o potencial do Cartão BNDES e sua efetiva adoção pelas micro e pequenas indústrias. “É crucial que as instituições promovam uma divulgação mais eficaz e esclarecedora sobre os benefícios desse instrumento para o setor”, sugere o presidente do Simpi.

Ainda, segundo a pesquisa, 98% das empresas que conhecem o Cartão BNDES não o utilizam atualmente. Na região Nordeste, nenhuma empresa utiliza o Cartão, enquanto na região Centro-Oeste/Norte, apenas 3% o utilizam.

“Observa-se uma diferença significativa entre pequenas e micro indústrias, sendo 5% de utilização entre as pequenas em comparação com 1% entre as micro indústrias. Uma ampla maioria de 87% das empresas nunca utilizou o Cartão BNDES no passado”, afirma o presidente do Simpi.

O Datafolha mostra ainda que, independente do acesso ao cartão, 26% avaliam que as condições de crédito oferecidas são muito adequadas, enquanto 29% consideram ser um pouco adequadas.

Na região Nordeste, destaca-se um porcentual mais elevado, com 38% das empresas que consideram as condições muito adequadas, contrastando com a região Sul, onde 15% avaliam como inadequadas.

“A avaliação positiva das condições de crédito mostra que, uma vez superadas as barreiras iniciais, as empresas reconhecem o potencial benéfico do Cartão BNDES para impulsionar seus negócios”, diz Couri.

Mais da metade das empresas, 51%, consideram as condições de crédito do Cartão BNDES melhores do que as oferecidas por outros bancos.

Joseph Couri destaca que “é encorajador ver que uma parcela significativa enxerga o Cartão BNDES como uma opção de crédito mais vantajosa em comparação com outras instituições financeiras”. “Este é um sinal claro de que a promoção dos benefícios do cartão pode resultar em uma adoção mais ampla”, reitera o executivo.

Couri diz ainda que o Simpi reforça seu compromisso em trabalhar em conjunto com instituições financeiras e órgãos governamentais para promover iniciativas que possam superar as barreiras identificadas nesta pesquisa e incentivar uma maior participação das micro e pequenas indústrias no acesso ao Cartão BNDES.

Astro de reality que casou com 4 mulheres desabafa: ‘Não aconselho’

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O astro do reality show “4 mulheres e 1 marido” não quer mais viver um relacionamento poligâmico. O norte-americano Kody Brown, 54, disse à revista People que viveu “fracassos” nos casamentos e não recomenda a tentativa.

Fracassos. “Não aconselho as pessoas a se casarem e terem três esposas. Não sou um defensor do casamento plural, mas tive minha própria experiência e fracassos. Por causa disso, eu penso, você tem que ser muito, muito sábio sobre isso (…). Para ser justo, se você conhece as pessoas muito, muito, muito bem, talvez funcione. Mas há aqueles casamentos em que pessoas que se conhecem muito, muito, muito bem e ainda assim não funcionam.”

Mudança na visão sobre poligamia. “Eu não tenho as respostas. Quando eu tinha 25 anos, não tinha experiência e todas as respostas. Agora tenho 55 anos, tenho toda a experiência e nenhuma resposta.”

Quem é Kody

Kody foi casado anteriormente com Christine, Janelle, Meri e Robyn Brown. No entanto, ele foi se separando das esposas uma a uma. Christine foi a primeira a deixar a família, em novembro de 2021. Depois, foi a vez de Janelle. Enfim, partiu Meri.

Ele continua casado apenas com Robyn. Em um episódio recente do reality show, ele disse que não está interessando em encontrar outra mulher. “Eu teria que dizer à nova mulher que nunca amarei ela tanto quanto amo Robyn.”

Ao longo dos casamentos, Kody teve 18 filhos. E agora tem seis netos.

Megaporto em construção no Peru pode ser porta do Brasil para Pacífico

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Um novo acesso do Brasil ao Pacífico

Megaprojeto bilionário deve encurtar em um terço tempo médio que produção brasileira leva para chegar ao Oriente
Megaprojeto bilionário deve encurtar em um terço tempo médio que produção brasileira leva para chegar ao Oriente
  • Matheus Gouvea
  • Role,De Lima para a BBC News Brasil

Um novo porto que a China constrói no Peru pode ser uma porta do Brasil para o Pacífico, com um potencial de gerar ganhos significativos para as exportações nacionais.

Por ali, devem ser escoados rumo à Ásia desde materiais para a transição energética, como o lítio, a alimentos e produtos industrializados.

Ao mesmo tempo, o megaprojeto bilionário deve encurtar em um terço o tempo médio que a produção brasileira leva para chegar ao Oriente.

A empresa chinesa à frente da obra também diz que a iniciativa tem despertado o interesse de empresários brasileiros porque tem o potencial de gerar novos negócios — mas, para tirar proveito disso, o Brasil teria que investir em melhorar sua infraestrutura, dizem analistas.

Com inauguração prevista para o próximo ano, o porto conta com um investimento da China na América Latina de natureza e porte inéditos da China.

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Também é uma das principais iniciativas do ambicioso plano de investimentos de Pequim conhecido como One Belt, One Road (Um Cinturão, uma Rota, em tradução livre), ou “Nova Rota da Seda”, que busca transformar a geografia econômica global, como apontam especialistas.

Ao mesmo tempo, a construção do porto de águas profundas, que criará uma nova conexão que vem sendo apelidada de “Xangai-Chancay”, é vista com preocupação pelo governo dos Estados Unidos.

O receio é que isso amplie ainda mais a influência e fortaleça os laços comerciais (e oficiais) de Pequim com países da América do Sul e contribua para que a China controle o fornecimento de materiais críticos na região.

Novo centro de conexão com a Ásia

Novo porto deve ser inaugurado no próximo ano

Localizado a cerca de 60 quilômetros da capital peruana, Lima, Chancay é o primeiro porto com maioria de capital chinês na América Latina.

O investimento é de cerca de US$ 3,6 bilhões (R$ 17,8 bilhões). A empresa chinesa COSCO Shipping detém uma participação de 60% no porto e a Volcan do Peru, 40%.

A pretensão é que este porto seja um novo centro de conexão da região com a Ásia que poderá trazer vantagens para uma série de países sul-americanos.

Chancay pode facilitar a exportação de materiais críticos para indústrias como a de veículos elétricos, que necessitam, por exemplo, de cobre e lítio, metais em que a América do Sul é líder em reservas.

O projeto representa também uma consolidação dos investimentos da China no Peru.

Nos últimos anos, cerca de US$ 15 bilhões (R$ 74,5 bilhões) foram destinados pela China à mineração no país sul-americano, de acordo com o governo peruano.

A presidente peruana, Dina Boluarte, se reuniu com o líder chinês, Xi Jinping, durante a reunião anual da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec), realizada em São Francisco em meados de novembro.

Na ocasião, Boluarte reforçou um convite para que ele participe da cúpula do próximo ano, que será em Lima, e quando se espera que seja inaugurada a primeira fase do projeto.

“Os líderes discutiram a iniciativa chinesa de construir infraestrutura para o comércio internacional, algo em que Boluarte mostrou interesse em ter a participação do Peru”, disse o governo peruano em um comunicado sobre o encontro.

O megaporto de Chancay está sendo construído pela China

Segundo Omar Narrea, pesquisador do Centro de Estudos da China e Ásia-Pacífico da Universidade do Pacífico em Lima, Chancay faz parte da “Nova Rota Marítima da Seda” da China, que visa alcançar um maior número de continentes.

“Há uma transformação da geografia econômica global”, afirma ele à BBC News Brasil.

Para Narrea, o projeto serve ainda como uma rota alternativa, especialmente em um cenário no qual outros corredores marítimos ao redor do mundo sofrem uma série de riscos.

Nas últimas semanas, por exemplo, uma seca que afeta o Canal do Panamá impede a passagem de centenas de navios e torna os fretes mais longos e caros.

“Chancay surge neste cenário como uma opção interessante e resiliente às mudanças climáticas”, avalia.

Chancay também pode beneficiar a exportação de países vizinhos, incluindo Brasil, Equador, Colômbia, Bolívia e Chile.

Os últimos dois compõem o chamado Triângulo do Lítio junto com a Argentina, e são detentores das maiores reservas mundiais deste metal.

Como a Bolívia não tem acesso ao mar e boa parte da exploração chilena fica no norte do país, a alguma distância dos principais portos, especialistas apontam Chancay como uma potencial porta de saída para esta matéria-prima.

Ao mesmo tempo, o Peru busca consolidar-se como um hub regional em termos marítimos, explica o pesquisador.

Nos últimos anos, foram realizados investimentos estrangeiros de US$ 6 bilhões (R$ 29,8 bilhões) nos portos do país, com uma série de parceiros, segundo Narrea.

Porto de Chancay fica a 60 km da capital, Lima

Especialistas, empresários e os envolvidos na construção concordam que o porto de Chancay é uma oportunidade do Brasil se aproximar de mercados asiáticos, especialmente para os Estados brasileiros mais afastados do Atlântico.

Com a nova rota, há expectativa de o tempo médio de entrega de alguns fretes possa cair em um terço, chegando ao seu destino em 15 dias a menos do que o normal.

“Hoje, as viagens duram em média 45 dias até a China. Essa redução significa queda nos custos e aumento de competitividade”, diz Sueme Mori, diretora de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil.

Uma série de reuniões foram realizadas nos últimos meses com mais de cem empresários e governadores brasileiros com o objetivo de familiarizá-los com o porto e explorar Chancay como rota estratégica para a Ásia, diz Mario De Las Casas Vizquerra, gerente de assuntos públicos da COSCO Shipping.

Segundo ele, o interesse vem particularmente do Acre, Rondônia e Mato Grosso. “Empresários brasileiros encontram em Chancay um atraente centro de interesse focado em busca de vantagens derivadas da redução de custos logísticos”, afirma.

Vizquerra calcula que, ao longo dos anos, as exportações brasileiras pelo porto podem atingir a soma de até US$ 30 bilhões (R$ 148,9 bilhões).

Em 2022, o Brasil exportou US$ 335 bilhões (R$ 1,66 trilhão) em produtos, sendo US$ 91,3 bilhões (R$ 453,1 bilhões) para a China, que lidera o ranking de compradores, segundo o governo brasileiro.

Entre produtos que podem ser impulsionadas pelo novo porto, estão os tradicionais envios à Ásia: soja em grãos e farelo, carne bovina, celulose e milho.

Sueme Mori avalia que algumas exportações com tempo de vida útil reduzido, como frutas, também podem ganhar mercado com a menor duração das viagens.

“Sabemos que há demanda na Ásia, mas há a questão do ‘tempo de prateleira’ reduzido”, diz.

Vizquerra destaca a Índia como um potencial parceiro importante e acredita que a abertura do porto pode abrir caminho para aprofundar a relação comercial do Brasil com o país.

Mas não é só o agro brasileiro que pode se beneficiar de uma nova saída para o Pacífico.

A obra também é vista como um potencial canal para negócios de maior valor agregado, como os produtos fabricados na Zona Franca de Manaus.

Ao mesmo tempo em que a China é a maior fornecedora de insumos para o polo industrial, conforme o governo do Amazonas, o porto pode ser usado para escoar produtos industrializados feitos no Brasil.

“O comércio é uma via de mão dupla. A China deve mandar insumos e levar produtos acabados e commodities”, disse o governo do Amazonas em nota à BBC News Brasil.

Narrea avalia que Chancay é “perfeito” para exportar a produção da Zona Franca de Manaus”.

“O Brasil tem know-how para muitas produções, e, com o porto, será mais fácil, porque ajudará na logística, aumentando a competitividade.”

Vizquerra destaca ainda que a ascensão da indústria tecnológica na Coreia do Sul e o desenvolvimento contínuo da sua indústria naval cria oportunidades para diversificar os países para onde o Brasil exporta.

Em 2022, os envios do Brasil para este parceiro asiático somaram US$ 5,02 bilhões (R$ 24,9 bilhões), com destaque para o envio de commodities.

Foram construídos tubos para impedir inundações com o aumento do nível da água
Foram construídos tubos para impedir inundações com o aumento do nível da água

Brasil precisará investir em infraestrutura

Mas também é consenso entre especialistas que o Brasil precisará fazer investimentos em infraestrutura para levar produtos do país à costa do Peru.

Jorge Luis Castillo Hurtado, professor da Universidad Nacional Amazónica Madre de Díos, pesquisa a integração entre Brasil e Peru e lembra que, inicialmente, houve um projeto de criar três eixos interoceânicos entre Brasil e Peru, ao norte, centro e sul do território brasileiro.

“Mas o único que foi concluído foi o sul, em 2010”, diz Hurtado.

‘Na época, as obras faziam parte de uma iniciativa de integração sul-americana promovida pelo governo brasileiro. Uma das intenções era ajudar a conectar Estados como Mato Grosso e Acre aos portos do Pacífico.”

Atualmente, há um fluxo turístico que percorre as rotas até o Peru, mas a infraestrutura não está totalmente preparada para intercâmbios comerciais, afirma Hurtado.

“Para ser mais funcional, as condições atuais teriam de ser melhoradas, talvez necessitando de uma linha ferroviária”, avalia.

Vizquerra destaca que as estimativas mais otimistas dependem “substancialmente da implementação de esforços no transporte interno bimodal e da construção de uma ferrovia que ligue os portos peruanos às regiões produtivas do Brasil”.

Além de aspectos mais técnicos, envolvendo inclusive o relevo dos Andes, essas obras enfrentam também desafios de possíveis impactos ambientais e um histórico recente delicado nos investimentos envolvendo os dois países.

Hurtado avalia ainda que existem dificuldades na aprovação de determinados projetos nesta área devido aos possíveis prejuízos à biodiversidade e aos povos indígenas.

“Estas infraestruturas são sempre objeto de observação, mas creio que já foram desenvolvidos parte dos projetos necessários, o que provavelmente não acarretaria maiores prejuízos”, afirma.

Narrea destaca que os acordos entre Brasil e China buscam evitar produtos que promovam o desmatamento.

“Atualmente, há uma grande preocupação com as questões ambientais. A ideia é tornar as cadeias de abastecimento sustentáveis e não apenas retirar matérias-primas”, afirma.

Além disso, o Peru enfrenta um grave problema de desconfiança gerado pelas denúncias de corrupção envolvendo grandes obras no país, segundo o Ministério Público peruano.

Entre os envolvidos, segundo as denúncias, estariam a empreiteira brasileira Novonor, antiga Odebrecht, e o ex-presidente peruano Alejandro Toledo.

O antigo mandatário sempre negou as acusações, enquanto a empresa aceitou um processo de colaboração com a Justiça peruana devido às suas atividades no país.

“É possível que o passado de corrupção, incluindo não só a Odebrecht, mas também as empresas peruanas, crie barreiras para novas obras”, afirma Castillo Hurtado.

“Para que os projetos sejam aprovados, seriam necessárias todas as garantias devido ao desconforto que esses casos causaram na população peruana.”

Ou seja, antigas barreiras ainda podem seguir bloqueando o acesso brasileiro ao Pacífico.

Avanço da China preocupa EUA

Porto é simbólico do avanço da China na América do Sul
Porto é simbólico do avanço da China na América do Sul

Outro fator relevante neste contexto é que o avanço da China na América do Sul simbolizado pela construção do porto de Chancay preocupa os Estados Unidos.

O governo de Joe Biden já fez uma série de sinalizações sobre os temores de que a China domine o fornecimento de materiais críticos, inclusive minerais, na América do Sul.

Em outubro, a Casa Branca enviou um pedido de orçamento suplementar ao Congresso que inclui verbas para “fornecer alternativas ao financiamento coercitivo da China nos países em desenvolvimento”.

O documento fala em “maior apoio aos aliados e parceiros na competição estratégica com a China”.

Por sua vez, até o momento, o governo peruano tem evitado tomar partido nas disputas.

Na mesma reunião da Apec em que se reuniu com Xi, Boluarte conversou com Biden, a quem já havia visitado algumas semanas antes.

Para Narrea, o governo peruano basicamente disse: “Sim, há muito investimento chinês, mas deixem os americanos virem também. As portas ainda estão abertas para eles”.

O pesquisador lembra que há uma série de investimentos do país no Peru, especialmente em minas de cobre, o que é o caso também de outros aliados de Washington, como o Reino Unido.

Líderes militares americanos se disseram profundamente preocupados com o aumento nos portos de propriedade chinesa na América Latina que “poderia beneficiar as suas Forças Armadas”, de acordo com um relatório da Comissão EUA-China (USCC).

“Por que a China precisaria construir bases navais ao redor do mundo?”, disse o senador Marco Rubio, republicano da Flórida, membro do Comitê de Inteligência do Senado, de acordo com o relatório.

“Eles terão direitos de visita para basicamente nacionalizar e operacionalizar qualquer porto que controlem no mundo em tempos de conflito, se necessário, e não haverá nada que possamos fazer a respeito.”

Por sua vez, Narrea rechaça a ideia, e reforça os fins comerciais do investimento, e lembra seu caráter privado da obra.

“É um modelo de negócios, não existem apenas fins políticos, já que há um investimento forte.”

Governo de Rondônia entrega novos veículos para reforço da segurança no sistema prisional

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Com o objetivo de prover o desenvolvimento do Sistema Penitenciário, garantindo mais segurança no Estado e melhores condições de trabalho para os servidores, o Governo de Rondônia entregou na manhã da sexta-feira (22), 43 veículos para a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).

O investimento total foi de R$ 4.325.714,00 (quatro milhões, trezentos e vinte cinco mil e setecentos e quatorze reais), sendo 35 veículos no valor de R$ 2.552.874,00 (dois milhões, quinhentos e cinquenta e dois mil e oitocentos e setenta e quatro reais), oriundos do Governo de Rondônia, e 8 no valor de R$ 1.772.840,00 (um milhão, setecentos e setenta e dois mil e oitocentos e quarenta reais), oriundos da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).

Os veículos serão distribuídos por todo o Estado, para unidades prisionais e setores como Escola Estadual de Serviços Penais (Esep), Agência de Inteligência Penitenciária (Aipen), Central Integrada de Alternativas Penais, entre outros, aprimorando o fluxo administrativo e operacional da Sejus e fomentando a execução das demandas que englobam o sistema prisional e as atividades de ressocialização.

O governador do Estado, Marcos Rocha relembrou o tempo em que esteve à frente da gestão da Sejus, como secretário, destacando os avanços que a secretaria obteve ao longo dos anos. “Foram anos de trabalho e os resultados aos poucos começaram a surgir; veio a regulamentação da Polícia Penal, armamento, viaturas operacionais, veículos administrativos, caminhão, ônibus para a Polícia Penal, investimentos na estrutura das unidades prisionais, sempre com o objetivo de  garantir mais segurança para a sociedade e melhores condições de trabalho aos servidores. Neste ano, o Governo de Rondônia reforçou a valorização dos servidores, realizando o tão esperado realinhamento salarial das forças de segurança, onde até 2026, a Polícia Penal terá um aumento salarial”, evidenciou.

O secretário da Sejus, Marcus Rito destacou que, os veículos irão proporcionar fluidez na área administrativa e operacional, sendo mais uma passo ao aprimoramento e modernização do sistema prisional, e acrescentou, “atuei 14 anos no Governo Federal e conheço a Execução Penal de Rondônia desde 2006, inclusive acompanhei a época em que o Governador era secretário da Sejus,  e pude assistir evolução do  Estado e da Polícia Penal, sendo em estrutura, equipamentos e capacitação”, ressaltou.

HOMENAGEM

No Dia da Polícia Penal, comemorado no dia 4 de dezembro, e celebrado pela Sejus no dia 9, foram realizadas homenagens a personagens que se fizeram essenciais na contribuição para o avanço do sistema prisional. Na ocasião, o governador do Estado foi homenageado, e por questões de agenda não pode estar presente, o troféu foi entregue nesta sexta-feira. O governador agradeceu, dedicando o troféu a todos os servidores da Sejus.

Estiveram presentes no dispositivo, o Secretário de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Felipe Bernardo Vital; presidente do Sindicato dos Policiais Penais e Agentes de Segurança Socioeducativos do Estado de Rondônia, Clebes Dias e o diretor-geral da Polícia Penal, Célio Luiz de Lima.

Mega da Virada 2023: até quando posso jogar?

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A Mega da Virada 2023 deve pagar R$ 570 milhões, o maior prêmio da história do concurso especial, para quem acertar as seis dezenas.

As apostas estão abertas desde o dia 13 de novembro, e poderão ser feitas até as 17h do dia 31 de dezembro. O sorteio será realizado também no dia 31, às 20h.

Os jogos podem ser feitos pelo aplicativo Loterias Caixa, pelo portal Loterias Caixa ou usando volante específico da Mega da Virada em qualquer lotérica do país. Clientes do banco também podem fazer suas apostas pelo internet banking.

Para jogar, basta marcar

Quem aposta também pode escolher participar do concurso por meio de bolões, preenchendo o campo específico no volante.

Além disso, o jogador pode adquirir cotas de bolões organizados pelas unidades lotéricas. Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota.

Ainda tem dúvidas? Veja abaixo perguntas e respostas sobre a Mega da Virada:

  1. Qual o valor das apostas?
  2. Quais as chances de levar a bolada?
  3. Quais são as faixas de premiação?
  4. Como o valor do prêmio é estipulado?
  5. Onde conferir o resultado?
  6. Como resgatar o prêmio?
  7. Quais as maiores cifras já pagas pela Mega da Virada?

Qual o valor das apostas?

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5 — e é a mais barata do concurso. Já os jogadores que querem aumentar as chances de ganhar podem marcar mais números no volante do concurso.

Quanto mais dezenas escolhidas, entretanto, mais cara a aposta. O jogo com 20 números marcados, por exemplo, custa R$ 193.800,00 (veja tabela mais abaixo).

Quais as chances de levar a bolada?

Depende da quantidade de números jogados. Com uma aposta de seis números, por exemplo, a probabilidade de ganhar o prêmio máximo é de uma em mais de 50 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal. Com 20 números, as chances saltam para uma em cada 1.292.

Confira na tabela abaixo:

de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis nos volantes ou deixar que o sistema escolha as dezenas, por meio da Surpresinha.

Quais são as faixas de premiação?

Diferentemente da Mega-Sena e de outros concursos, a Mega da Virada não acumula. Isso significa que o prêmio é pago mesmo que nenhum apostador acerte as seis dezenas.

Na prática, portanto, casa não haja um ganhador na primeira faixa (seis dezenas), o valor passa para os ganhadores da segunda — e assim por diante. Dessa forma:

  • Primeira faixa – seis acertos (sena). Não existindo apostas premiadas com seis números, o prêmio será rateado entre os acertadores de cinco números;
  • Segunda faixa – cinco acertos (quina). Não existindo apostas premiadas com seis e cinco números, o prêmio será rateado entre os acertadores de quatro números;
  • Terceira faixa – quatro acertos (quadra). Não existindo apostas premiadas em quaisquer faixas de premiação, os valores acumulam para o concurso seguinte, nas respectivas faixas.​​​

Como o valor do prêmio é estipulado?

De acordo com a Caixa Econômica Federal, a maior parte do prêmio vem da arrecadação com as vendas de bilhetes do próprio sorteio.

Também incrementam a cifra da Mega da Virada os valores acumulados dos prêmios regulares da Caixa ao longo do ano.

Onde conferir o resultado?

Os sorteios das Loterias Caixa são realizados em São Paulo. Os apostadores da Mega da Virada podem acompanhar a transmissão ao vivo pelas páginas da instituição no YouTube e no Facebook.

Os números sorteados e o rateio do prêmio também ficam disponibilizados no site da Caixa após a realização do concurso.

Como resgatar o prêmio?

O sortudo poderá receber o prêmio nas agências da Caixa. Valores iguais ou acima de R$ 10 mil são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis após o ganhador se apresentar em uma agência.

Os documentos necessários são o bilhete premiado ou o comprovante da aposta, além de documento pessoal com foto e CPF.

A Caixa lembra que, se o bilhete foi emitido na lotérica, é importante que o ganhador se identifique no verso do bilhete premiado antes mesmo de sair de casa.

As informações necessárias são: nome completo, número do documento de identificação e CPF. Dessa forma, diz a instituição, o apostador garante que ninguém mais retire o prêmio.

O ganhador tem até 90 dias corridos, a partir da data do sorteio, para receber. Passado esse período, o prêmio prescreve e o valor é repassado ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).

No caso de prêmios de até R$ 2.112,00, como em outros concursos, os valores podem ser recebidos nas casas lotéricas.

Veja os dez maiores prêmios da Mega da Virada até agora

  1. 2022: R$ 541,9 milhões
  2. 2021: R$ 378,1 milhões
  3. 2020: R$ 325,2 milhões
  4. 2017: R$ 306,7 milhões
  5. 2019: R$ 304,2 milhões
  6. 2018: R$ 302,5 milhões
  7. 2014: R$ 263,2 milhões
  8. 2015: R$ 246,5 milhões
  9. 2012: R$ 244,7 milhões
  10. 2013: R$ 224,6 milhões

Coral de Libras da Semusa se apresenta no feriado (25), no Parque da Cidade

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Na próxima segunda-feira (25), feriado natalino, às 19h, o Coral de Libras da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) realiza a sua tradicional apresentação no Parque da Cidade, como parte da programação do Natal Porto Luz. Este é o segundo ano consecutivo que o grupo exibe a cantata em sinais para inclusão da população surda.

Cerca de 15 servidores da saúde da rede municipal de Porto Velho participam do Coral de Libras da Semusa, que tem intensificado os ensaios para que a apresentação seja bem sincronizada e emocione quem estiver prestigiando o espetáculo.

A entrada no Parque da Cidade é gratuita e, além do Coral de Libras, a programação natalina conta com atividades variadas.

LIBRAS

O curso de Libras é uma atividade constante na Semusa e é realizado desde 2021. A Semusa, através da Divisão Gestora de Educação Permanente (DGEP), investe em diversas capacitações com foco no aperfeiçoamento dos profissionais da rede municipal de saúde.

Até o momento, mais de 208 servidores realizaram a formação de Noções Básicas em Libras e já atuam na facilitação do diálogo com a comunidade surda nas unidades de saúde de atenção básica, média e alta complexidade de Porto Velho.

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