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segunda-feira, outubro 26, 2026
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SAMU registra 1.687 atendimentos ligados a motos em Porto Velho

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Sinistros com motos em Porto Velho em reportagem sobre atendimentos do SAMU
Ocorrências envolvendo motocicletas representaram 43,8% dos atendimentos do SAMU no primeiro semestre.

O SAMU registrou 1.687 atendimentos relacionados a sinistros com motos em Porto Velho no primeiro semestre de 2026. O volume corresponde a 43,8% de todas as ocorrências atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência no período.

A média chegou a 9,3 atendimentos por dia. Em 2024, foram 2.255 registros envolvendo motocicletas, com média diária de 6,18; em 2025, 2.251 ocorrências, com média de 6,16 por dia. O recorte mais recente mostra aumento na demanda diária sem permitir transformar cada atendimento em vítima única, internação ou morte.

DADOS DO SAMU
Neste artigo, você vai ver
  • quais colisões aparecem com maior frequência;
  • em quais dias e horários os chamados se concentram;
  • qual perfil aparece mais nos registros;
  • como acionar corretamente o SAMU pelo 192.

Colisões entre carros e motocicletas lideram os registros

Entre os sinistros com motos analisados, as colisões entre carros e motocicletas representam 60% dos atendimentos. As quedas aparecem em seguida, com 18% dos casos.

Colisões entre motos ou contra objetos fixos correspondem a 16,5%, enquanto ocorrências envolvendo motocicletas e bicicletas somam 5,5%. Os percentuais mostram como os chamados se distribuem, mas não permitem concluir automaticamente quantas pessoas ficaram feridas, foram internadas ou tiveram alta.

Primeiro semestre de 2026
Atendimentos: 1.687 registros relacionados a motocicletas.
Participação: 43,8% das ocorrências atendidas pelo SAMU.
Média: 9,3 atendimentos por dia.

O levantamento dos sinistros com motos foi elaborado com dados dos sistemas VELP e SAMU 360. A comparação inclui os anos de 2024 e 2025 e o primeiro semestre de 2026, permitindo observar mudanças no volume diário de acionamentos.

Sinistros com motos em Porto Velho durante circulação no período noturno
Período entre 18h e 23h59 concentrou 35,2% dos atendimentos analisados pelo SAMU.

Domingos e período noturno concentram mais chamados

Os sinistros com motos tiveram maior concentração nos fins de semana. O domingo respondeu por 24,4% dos acionamentos, seguido pelo sábado, com 22,1%, e pela sexta-feira, com 15,4%. Juntos, esses três dias concentram 61,9% dos registros analisados.

Nos sinistros com motos, o período entre 18h e 23h59 reuniu 35,2% dos atendimentos. A faixa entre 17h e 19h59, sozinha, concentrou mais de 22% do volume diário. A madrugada teve menos chamados, mas o levantamento aponta maior incidência de politraumatismos graves e necessidade de Unidade de Suporte Avançado.

Quando a atenção deve ser redobrada

Domingo: 24,4% dos acionamentos.

Sábado: 22,1%.

Sexta-feira: 15,4%.

Noite: 35,2% dos atendimentos.

Homens de 20 a 40 anos aparecem com maior frequência

Nos registros de sinistros com motos, os homens representam 67,72% das pessoas atendidas e as mulheres, 32,28%. A faixa etária entre 20 e 40 anos concentra 52,46% dos atendimentos.

Quando idade e sexo são analisados em conjunto, homens de 20 a 40 anos representam 35,34% do total. O perfil ajuda a direcionar prevenção e planejamento, mas não autoriza conclusões sobre culpa, habilitação, profissão ou finalidade de uso da motocicleta em cada ocorrência.

Equipe do SAMU durante atendimento relacionado a motocicleta em Porto Velho
Registros ajudam a identificar horários, tipos de ocorrência e grupos mais presentes nos atendimentos.

Como acionar o SAMU 192 em uma emergência

Em caso de acidente com vítima, a prioridade é evitar novos riscos, sinalizar o local com segurança e pedir atendimento especializado. O SAMU pode ser acionado gratuitamente pelo número 192, com funcionamento 24 horas.

SAMU 192
O que informar na ligação
✓ Explique com calma o que aconteceu.
✓ Informe endereço e pontos de referência.
✓ Diga se a vítima está consciente e respirando.
✓ Siga as orientações da central de regulação.

A prevenção dos sinistros com motos depende de atenção compartilhada. Motociclistas devem usar corretamente o capacete, respeitar a sinalização e evitar ultrapassagens de risco. Motoristas precisam verificar a presença de motos antes de mudar de faixa ou fazer conversões.

Para reduzir sinistros com motos, distância segura, velocidade compatível com a via e sinalização antecipada ajudam a diminuir conflitos. Nenhum condutor deve dirigir depois de consumir bebida alcoólica. Orientações sobre o serviço podem ser consultadas no Ministério da Saúde.

Os dados dos sinistros com motos em Porto Velho foram divulgados pela Agência de Notícias da Prefeitura de Porto Velho e permitem dimensionar a pressão desse tipo de ocorrência sobre o atendimento móvel de urgência.

Crianças de 3 a 5 anos aprendem trânsito seguro em Porto Velho

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Educação para o trânsito com demonstração de travessia segura para crianças
Orientações reforçaram a importância de observar os dois sentidos da via e utilizar locais seguros para atravessar.

A educação para o trânsito chegou a crianças de 3 a 5 anos da Escola Municipal Jornalista Fernando Escariz, no bairro Marcos Freire, em Porto Velho. A atividade ocorreu na quarta-feira, 12 de agosto, nos turnos da manhã e da tarde, com turmas de creche, Pré I e Pré II.

A programação trabalhou travessia segura, uso da faixa de pedestres, respeito à sinalização e atenção ao circular pelas vias. Em linguagem adequada à educação infantil, os estudantes também receberam a orientação de observar os dois sentidos antes de atravessar e permanecer acompanhados por um adulto.

SEGURANÇA NA INFÂNCIA
Neste artigo, você vai ver
  • quem participou da atividade;
  • quais cuidados foram apresentados às crianças;
  • como os personagens ajudaram no aprendizado;
  • o que adultos podem reforçar nos trajetos diários.

Ação levou educação para o trânsito à rotina escolar

A educação para o trânsito foi apresentada por meio de situações simples do cotidiano. Em vez de concentrar o conteúdo em uma palestra longa, a Escola Pública de Trânsito, vinculada ao Detran-RO, utilizou brincadeiras, exemplos e demonstrações para aproximar as regras da faixa etária atendida.

As crianças foram orientadas a observar a sinalização, procurar locais seguros para atravessar e evitar movimentos repentinos perto da rua. A faixa de pedestres é uma referência importante, mas a travessia continua exigindo atenção ao fluxo dos veículos e acompanhamento responsável.

Cuidados trabalhados com as crianças
Travessia: observar os dois sentidos antes de atravessar.
Faixa: utilizar o local adequado quando estiver disponível.
Acompanhamento: crianças pequenas devem permanecer com um adulto.

Na educação para o trânsito, ensinar a criança não significa transferir para ela a responsabilidade pela segurança. Motoristas, motociclistas, ciclistas e demais adultos continuam responsáveis por respeitar limites de velocidade, sinalização e prioridade dos pedestres.

Educação para o trânsito com demonstração de travessia segura para crianças
Orientações reforçaram a importância de observar os dois sentidos da via e utilizar locais seguros para atravessar.

Personagens ajudaram a explicar regras básicas

Na atividade de educação para o trânsito, o boneco Mimi, interpretado pela bonequeira Vavá de Castro, e o palhaço Amarelão, conduzido pela interlocutora Rosinha, apresentaram situações do dia a dia. Brincadeiras e perguntas ajudaram a transformar orientações abstratas em exemplos mais fáceis de compreender.

O formato foi adaptado a estudantes de creche, Pré I e Pré II. O material recebido não informa o número total de crianças presentes, por isso a quantidade de participantes não deve ser estimada nem preenchida a partir de outras ações do Detran-RO.

Quem participou

Idade: crianças de 3 a 5 anos.

Turmas: creche, Pré I e Pré II.

Turnos: manhã e tarde.

Orientação pode continuar no trajeto com a família

A educação para o trânsito também pode continuar nos deslocamentos com pais e responsáveis. Segurar a mão de um adulto, aguardar na calçada, olhar para os dois sentidos da via e evitar distrações durante a travessia são comportamentos que podem ser reforçados diariamente.

Ao final da atividade, os estudantes participaram de um compromisso simbólico para lembrar os cuidados apresentados. O recurso tem caráter educativo e não substitui a supervisão adulta nos deslocamentos próximos a ruas, estacionamentos ou entradas e saídas de escolas.

PARA REFORÇAR EM FAMÍLIA
Cuidados simples no trajeto
✓ Segurar a mão de um adulto antes de atravessar.
✓ Olhar para os dois lados, mesmo na faixa.
✓ Evitar correr, brincar ou usar telas durante a travessia.

Educação para o trânsito reforça cuidado compartilhado

A atividade integra a campanha “Sua Vida Vale Mais”, que trabalha em 2026 a mensagem “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”. Na Escola Jornalista Fernando Escariz, o conteúdo foi adaptado às situações que fazem parte da rotina das crianças.

Ao aproximar a educação para o trânsito da rotina escolar, a ação ajuda os estudantes a reconhecer sinais e compreender riscos. O aprendizado infantil, entretanto, funciona como complemento à responsabilidade dos adultos que organizam e utilizam as vias.

A educação para o trânsito ganha força quando o exemplo acompanha a orientação. Reduzir a velocidade perto de escolas, respeitar a faixa e aguardar o momento seguro para atravessar são atitudes que mostram, na prática, o cuidado apresentado em sala.

UBS Pedacinho de Chão atende até 18h em prédio de 747 m²

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UBS Pedacinho de Chão em Porto Velho com ambiente de atendimento da atenção básica
UBS Pedacinho de Chão funciona no bairro Embratel, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h.

A UBS Pedacinho de Chão funciona em um prédio reconstruído de 747 m² no bairro Embratel, em Porto Velho. A unidade atende de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, e integra a Atenção Primária à Saúde do município.

A estrutura reúne oito consultórios médicos, dois odontológicos, laboratório, farmácia, sala de observação, inalação, brinquedoteca, fraldário e espaço para pequenos procedimentos. A recepção tem capacidade informada para 91 pessoas sentadas.

ATENÇÃO BÁSICA
Neste artigo, você vai ver
  • quais ambientes estão disponíveis na unidade;
  • como a estrutura mudou após a reconstrução;
  • onde fica a UBS e qual é o horário de funcionamento;
  • o que o morador deve considerar antes de procurar atendimento.

UBS Pedacinho de Chão reúne serviços no mesmo prédio

Quem procura a UBS Pedacinho de Chão encontra espaços destinados a consultas médicas e odontológicas, exames laboratoriais, dispensação de medicamentos, observação, inalação, triagem e pequenos procedimentos. A organização de cada atendimento depende da avaliação da equipe e do fluxo previsto para o serviço.

A brinquedoteca e o fraldário foram incorporados à estrutura para atender famílias com crianças. A existência dos ambientes, porém, não significa que todos os serviços estejam disponíveis de forma irrestrita em qualquer horário. Consultas, exames e procedimentos podem depender de agendamento, encaminhamento ou avaliação profissional.

Estrutura em números
Área construída: 747 m².
Consultórios: oito médicos e dois odontológicos.
Recepção: capacidade informada para 91 pessoas sentadas.

A Prefeitura informou que a UBS Pedacinho de Chão passou de uma área de cerca de 360 m² para 747 m². O número de consultórios médicos aumentou de cinco para oito e foram acrescentados dois consultórios odontológicos.

Recepção e circulação interna da UBS Pedacinho de Chão em Porto Velho
Imagem ilustrativa representa áreas de recepção e circulação de uma unidade básica de saúde.

Reconstrução ampliou área e consultórios

A reconstrução alterou principalmente a estrutura física da UBS Pedacinho de Chão. O investimento final divulgado pela Prefeitura foi de R$ 2.856.235,36, sendo R$ 1,9 milhão provenientes de emenda parlamentar federal e R$ 956.235,36 de recursos próprios do município.

Esses são os valores informados para a obra concluída. Números preliminares apresentados em etapas anteriores do projeto não devem ser misturados ao balanço final. Da mesma forma, uma área física maior não significa automaticamente que o número de pacientes atendidos tenha dobrado, porque a capacidade depende de equipes, escalas, insumos e demanda.

Serviços e ambientes confirmados

Atendimento: consultórios médicos e odontológicos.

Apoio: laboratório e farmácia.

Assistência: observação, inalação, triagem e pequenos procedimentos.

Endereço e horário da UBS Pedacinho de Chão

A UBS Pedacinho de Chão fica na Avenida Tiradentes, nº 3420, esquina com a Rua Nicarágua, no bairro Embratel. O funcionamento informado pela Prefeitura é de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h.

A unidade faz parte da Atenção Primária, porta de entrada regular do SUS para acompanhamento, avaliação inicial e organização do cuidado. O morador pode consultar as informações da estrutura no portal oficial da Prefeitura de Porto Velho.

ANTES DE IR
Informações para o atendimento
✓ Endereço: Avenida Tiradentes, nº 3420, bairro Embratel.
✓ Dias: segunda a sexta-feira.
✓ Horário informado: das 7h às 18h.
✓ Consultas e procedimentos seguem avaliação e organização da equipe.

A UBS Pedacinho de Chão foi entregue em 2 de julho de 2026 e já estava funcionando antes da publicação do TCE-RO de 12 de agosto. A data do acompanhamento do Tribunal não deve ser tratada como uma nova inauguração da unidade.

A publicação do Tribunal de Contas de Rondônia reforçou o acompanhamento da Atenção Básica no município. Para esta matéria, porém, a referência temporal da entrega permanece a publicação municipal de julho, evitando transformar uma ação posterior de acompanhamento em novo marco de inauguração.

Para quem utiliza a rede municipal, a UBS Pedacinho de Chão concentra diferentes ambientes assistenciais em uma estrutura maior. O acesso efetivo a cada serviço continua sujeito às rotinas da unidade e às regras da rede de saúde.

Lei Seca em Rondônia aborda 1.243 condutores em seis cidades

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Lei Seca em Rondônia durante fiscalização noturna de condutores em via urbana
Fiscalizações da Operação Lei Seca ocorreram em seis municípios de Rondônia nos dias 7 e 8 de agosto.

A Lei Seca em Rondônia abordou 1.243 condutores durante fiscalizações realizadas nos dias 7 e 8 de agosto em seis municípios. As ações ocorreram em Porto Velho, Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena.

O balanço informa ainda 128 pessoas identificadas em situação de embriaguez, 303 autuações e 40 condutores sem habilitação. Outras 57 pessoas foram conduzidas à Central de Flagrantes da Polícia Civil pelo crime de embriaguez ao volante, segundo o material do Detran-RO.

FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO
Neste artigo, você vai ver
  • onde ocorreram as ações;
  • quais números foram divulgados;
  • como interpretar os dados sem somá-los;
  • qual é o foco preventivo da operação.

Lei Seca em Rondônia passou por seis municípios

A Lei Seca em Rondônia foi realizada em diferentes regiões do estado. As equipes estiveram em Porto Velho, Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena, com abordagens de condutores, verificação de documentos e fiscalização de irregularidades ligadas à segurança viária.

Os dados foram divulgados de forma consolidada. O material não apresenta a divisão dos resultados por município e também não detalha como as 57 pessoas conduzidas à Central de Flagrantes se relacionam com as 128 pessoas identificadas em situação de embriaguez. Por isso, os indicadores devem permanecer separados.

Balanço dos dias 7 e 8 de agosto
Abordagens: 1.243 condutores.
Situação de embriaguez: 128 pessoas.
Autuações: 303 registros.
Sem habilitação: 40 condutores.
Central de Flagrantes: 57 pessoas conduzidas.

Na Lei Seca em Rondônia, esses números representam ocorrências e procedimentos diferentes. Não é correto somá-los para chegar a um total de infratores nem presumir que todos os conduzidos à delegacia estejam incluídos de uma forma específica dentro do grupo de 128 registros de embriaguez.

Equipe da Lei Seca em Rondônia durante fiscalização noturna em ponto de abordagem
Imagem ilustrativa representa a estrutura de fiscalização da Operação Lei Seca em Rondônia.

A distribuição em seis cidades mostra que a fiscalização não ficou concentrada apenas na capital. Ao alcançar municípios das regiões Central, Cone Sul e Vale do Jamari, a operação reuniu um retrato estadual, embora o balanço disponível não permita dizer quantas abordagens, autuações ou conduções ocorreram em cada localidade.

Essa limitação é importante para evitar rankings entre municípios ou conclusões sobre onde houve maior incidência de irregularidades. Na Lei Seca em Rondônia, o conjunto divulgado deve ser tratado como resultado consolidado dos dois dias de ações.

Embriaguez e falta de habilitação aparecem no balanço

Entre os dados divulgados, 128 pessoas foram identificadas em situação de embriaguez e 40 condutores estavam sem habilitação. A Lei Seca em Rondônia também resultou em 303 autuações por diferentes irregularidades encontradas durante os dois dias de fiscalização.

O Detran-RO orienta que dirigir depois de consumir bebida alcoólica compromete atenção e reflexos e amplia o risco para motoristas, passageiros, motociclistas, ciclistas e pedestres. A operação combina fiscalização com ações de prevenção e educação no trânsito.

Como ler os dados

128: pessoas identificadas em situação de embriaguez.

57: pessoas conduzidas à Central de Flagrantes.

Atenção: o material não apresenta abertura técnica que autorize tratar os dois números como equivalentes.

Fiscalização também tem caráter preventivo

A Lei Seca em Rondônia busca coibir a combinação de álcool e direção, mas o trabalho não se limita à aplicação de penalidades. A atuação também procura reduzir comportamentos de risco e orientar os condutores sobre escolhas mais seguras antes de assumir o volante.

Quem consumir bebida alcoólica deve escolher outra forma de deslocamento, como transporte por aplicativo, táxi, transporte coletivo ou um condutor que não tenha bebido. Informações institucionais sobre a operação podem ser consultadas no portal oficial do Governo de Rondônia.

ATENÇÃO
Segurança começa antes de dirigir
✓ Se beber, não assuma a direção.
✓ Planeje a volta antes de consumir álcool.
✓ Mantenha habilitação e documentos regulares.

Os resultados da Lei Seca em Rondônia mostram o alcance da fiscalização em seis municípios e reúnem diferentes tipos de ocorrência. A leitura correta do balanço depende de manter cada indicador em sua própria categoria e evitar interpretações que o material oficial não sustenta.

Ao mesmo tempo, a operação reforça uma orientação permanente de segurança viária: o consumo de álcool e a direção não devem ser combinados. A prevenção começa antes do deslocamento e reduz riscos para todos que compartilham as vias.

Vilhena registra 400 resgates e mantém 500 animais acolhidos

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Proteção animal em Vilhena com cuidadora acompanhando cães em abrigo municipal
Balanço municipal registra mais de 400 resgates e cerca de 500 cães e gatos acolhidos em Vilhena.

A proteção animal em Vilhena registrou mais de 400 resgates e mais de 1,3 mil atendimentos veterinários em 2026, segundo balanço divulgado pela Prefeitura e pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma). O abrigo municipal mantém atualmente cerca de 500 cães e gatos acolhidos.

Os números representam etapas diferentes do serviço e não devem ser somados como se fossem um único total de animais. Atendimento veterinário, resgate, acolhimento, castração e adoção possuem registros próprios; a mesma publicação informa mais de 250 adoções e aproximadamente 470 animais do abrigo já castrados.

PROTEÇÃO ANIMAL
Neste artigo, você vai ver
  • como interpretar os números de resgates e atendimentos;
  • quantos animais permanecem acolhidos no abrigo;
  • por que as castrações aparecem em grupos diferentes;
  • como adoções e ações educativas entram no balanço.

Abrigo mantém cerca de 500 cães e gatos

No balanço da proteção animal em Vilhena, cerca de 500 animais permanecem acolhidos. Aproximadamente 470 já passaram por castração, enquanto os demais aguardam a idade adequada para o procedimento, conforme a informação divulgada pelo município.

Esse total não significa que os 500 animais tenham chegado ao abrigo neste ano nem que os mais de 400 resgates correspondam exatamente aos cães e gatos atualmente acolhidos. A publicação oficial de 12 de agosto apresenta os indicadores separadamente.

Proteção animal em números
Atendimentos veterinários: mais de 1.300 em 2026.
Resgates: mais de 400 no ano.
Acolhidos: cerca de 500 cães e gatos.
Adoções: mais de 250 em 2026.

A Semma também informa média de 250 consultas e procedimentos por mês. Na proteção animal em Vilhena, esse indicador mede o volume de serviços, e não necessariamente a quantidade de animais diferentes, porque um mesmo cão ou gato pode ter consulta, procedimento e retorno.

Atendimento, resgate e adoção medem coisas diferentes

A leitura do balanço da proteção animal em Vilhena exige separar cada etapa. Atendimento veterinário registra um serviço prestado; resgate envolve intervenção diante de uma situação de vulnerabilidade; castração é um procedimento específico; e adoção representa o encaminhamento do animal para um novo responsável.

Não misture os indicadores

Atendimento: pode incluir consulta, retorno ou procedimento veterinário.

Resgate: registra uma intervenção relacionada a um animal que precisa de assistência.

Castração: possui contagem própria.

Adoção: registra o encaminhamento responsável para um novo lar.

Também não há base para afirmar que todos os mais de 400 animais resgatados tenham sido vítimas de maus-tratos. O balanço se refere a situações de vulnerabilidade que exigiram intervenção, sem detalhar todos os casos individualmente.

Outro cuidado na proteção animal em Vilhena é não somar as aproximadamente 470 castrações dos animais acolhidos com cerca de 2 mil procedimentos realizados por projetos parceiros em animais que possuem tutores. São frentes diferentes citadas pela Prefeitura.

Proteção animal em Vilhena com cães e gatos acolhidos em abrigo municipal
Abrigo municipal mantém cerca de 500 cães e gatos acolhidos, segundo balanço divulgado pela Prefeitura de Vilhena.

Dados de julho e agosto não permitem calcular crescimento

As publicações municipais de julho e agosto utilizam indicadores diferentes. Em julho, a Prefeitura mencionou cerca de 900 “animais atendidos” e média de 120 atendimentos mensais. Em agosto, passou a informar “atendimentos veterinários” e média de 250 consultas e procedimentos por mês.

Sem uma metodologia que mostre se as bases são equivalentes, não é seguro calcular crescimento percentual. A proteção animal em Vilhena deve ser apresentada com os números exatamente no contexto em que foram divulgados, evitando transformar diferenças de medição em aumento comprovado de atividade.

Proteção animal em Vilhena: adoções e educação completam o balanço

Na proteção animal em Vilhena, mais de 250 adoções foram contabilizadas em 2026. O encaminhamento ocorre depois das etapas de acolhimento e cuidado e não significa que todos os animais atualmente abrigados serão adotados no mesmo período.

ATENÇÃO AOS DADOS
Como ler o balanço sem duplicar números
✓ Não some atendimentos, resgates, castrações e adoções.
✓ Não trate atendimentos como quantidade de animais únicos.
✓ Separe castrações do abrigo das realizadas por projetos parceiros.
✓ Não calcule crescimento entre meses sem metodologia comparável.

O município informou ainda que cerca de 500 estudantes participaram de visitas educativas ao abrigo em julho. A atividade envolve orientação sobre cuidados e guarda responsável, mas não altera os totais de resgates, atendimentos ou adoções.

O balanço da proteção animal em Vilhena funciona, portanto, como registro administrativo das diferentes frentes divulgadas pela Semma. A interpretação mais precisa é manter cada indicador em sua categoria e evitar somas ou comparações que a fonte oficial não sustenta.

STF retoma caso Cinta Larga sobre mineração nesta quinta

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Supremo Tribunal Federal em Brasília em matéria sobre Cinta Larga no STF e mineração em terras indígenas
MI 7.516 volta à pauta do Plenário do STF nesta quinta-feira, 13 de agosto de 2026.

O caso Cinta Larga no STF volta à pauta do Plenário presencial nesta quinta-feira, 13 de agosto de 2026. O Mandado de Injunção 7.516 discute a falta de uma lei federal específica para regulamentar a pesquisa e a lavra de recursos minerais em terras indígenas.

A inclusão na pauta não significa que o julgamento já terminou nem que exista uma autorização geral para mineração. O que está em análise é o referendo de uma decisão do relator, ministro Flávio Dino, enquanto a regulamentação permanente continua dependendo do Congresso Nacional.

JULGAMENTO NO STF
Neste artigo, você vai ver
  • o que o MI 7.516 pede ao Supremo;
  • o que já foi decidido pelo relator;
  • por que Rondônia aparece diretamente no caso;
  • a diferença entre regulamentação mineral e garimpo ilegal.

Cinta Larga no STF: o que o Plenário vai analisar

No processo Cinta Larga no STF, o MI 7.516 foi apresentado pela Coordenação das Organizações Indígenas do Povo Cinta Larga, a PATJAMAAJ, contra a União e o Congresso Nacional. A ação aponta omissão legislativa na regulamentação do artigo 231, parágrafo 3º, da Constituição, que trata do aproveitamento de recursos minerais em terras indígenas.

Em fevereiro, o relator reconheceu a omissão e fixou prazo de 24 meses para que o Congresso edite a legislação. A decisão também estabeleceu parâmetros provisórios para situações eventualmente autorizadas enquanto não houver uma norma federal específica. O histórico pode ser consultado na comunicação oficial do STF.

O que está em julgamento
Processo: Mandado de Injunção 7.516.
Relator: ministro Flávio Dino.
Tema: omissão legislativa sobre mineração em terras indígenas.
Situação: referendo pautado para o Plenário presencial de 13 de agosto.

O Cinta Larga no STF já esteve em pauta anteriormente, mas o julgamento não foi concluído. Agora, a sessão presencial pode confirmar, modificar ou substituir os parâmetros definidos na decisão submetida ao colegiado. Até que haja publicação oficial de resultado, a formulação segura é dizer que o processo está pautado ou tem julgamento previsto.

Rondônia e a Terra Indígena Roosevelt entram diretamente no caso

Os territórios do povo Cinta Larga alcançam áreas de Rondônia e Mato Grosso. Em Rondônia, a Terra Indígena Roosevelt tem relação direta com o histórico de exploração mineral e com operações contra a retirada clandestina de recursos em áreas protegidas. No recorte regional, o Cinta Larga no STF conecta a discussão constitucional à proteção do território e ao combate à exploração ilegal.

Pontos que já constam do processo

Fevereiro: o relator reconheceu a omissão legislativa e fixou prazo de 24 meses ao Congresso.

Junho: foi determinada à União a elaboração de plano para retirada do garimpo ilegal no território Cinta Larga.

No debate sobre Cinta Larga no STF, a medida relacionada ao garimpo ilegal é um ponto importante para não misturar assuntos diferentes. Em junho, Dino determinou que a União elaborasse um plano de desintrusão das atividades clandestinas no território Cinta Larga, conforme informou o Supremo Tribunal Federal.

Vista panorâmica do STF em matéria sobre Cinta Larga no STF e o MI 7.516
MI 7.516 está pautado para análise do Plenário presencial do STF em 13 de agosto de 2026.

Julgamento não representa liberação automática da mineração

O Cinta Larga no STF não pode ser resumido como uma autorização geral para mineração em terras indígenas. Mesmo que o Plenário confirme a decisão submetida a referendo, a legislação permanente continua sendo uma atribuição do Congresso e qualquer atividade deve respeitar as condições jurídicas e ambientais aplicáveis.

Ao acompanhar o caso Cinta Larga no STF, também não é correto atribuir uma posição única a todo o povo Cinta Larga. A ação foi proposta por uma organização indígena, mas isso não permite concluir que todas as comunidades ou organizações tenham exatamente o mesmo entendimento sobre exploração mineral, território ou modelo de regulamentação.

ATENÇÃO
O que a pauta de hoje não permite afirmar
✓ Não há resultado antecipado do julgamento.
✓ A decisão do relator não deve ser tratada como decisão definitiva do Plenário.
✓ Garimpo ilegal não se torna mineração regular por causa do julgamento.
✓ A regulamentação permanente continua vinculada ao Congresso Nacional.

Para Rondônia, o Cinta Larga no STF reúne direitos indígenas, proteção territorial, combate à exploração clandestina e definição de responsabilidades entre Judiciário e Legislativo. Por isso, qualquer atualização sobre o julgamento precisa ser conferida diretamente nos canais oficiais antes de substituir a linguagem de pauta por uma conclusão sobre o mérito.

Adote uma Praça: propostas terão análise e prazos em Porto Velho

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Adote uma Praça com profissionais avaliando espaço público para proposta em Porto Velho
Propostas passam por análise antes da formalização de qualquer termo de adoção de espaço público.

O Adote uma Praça passou a ter regras detalhadas para apresentação, análise e formalização de propostas em Porto Velho. O Decreto nº 22.318/2026 regulamenta o programa que já havia sido instituído pela Lei nº 3.419, de 17 de abril de 2026.

A regulamentação define a participação da Emdur, os prazos de análise, a duração dos termos e as responsabilidades de quem pretende conservar uma praça ou outra área abrangida. Apresentar uma proposta, porém, não significa conseguir automaticamente a adoção do espaço.

ESPAÇOS PÚBLICOS
Neste artigo, você vai ver
  • como deve começar uma proposta de adoção;
  • quais são os prazos de manifestação e análise;
  • quanto tempo pode durar o termo;
  • quais limites preservam o uso público da área.

Adote uma Praça passa por proposta e análise da Emdur

O Decreto nº 22.318/2026 estabelece que os interessados apresentem a proposta conforme o fluxo do PVH+, acompanhada da documentação e das informações necessárias sobre a área e os serviços pretendidos.

A Emdur participa do recebimento, tramitação, análise técnica e fiscalização do termo. Quando a proposta incluir intervenções físicas, o procedimento também pode exigir anteprojeto, memorial descritivo e as autorizações correspondentes.

Como a proposta avança
Apresentação: proposta e documentação conforme o procedimento regulamentado.
Emdur: recebe e conduz a tramitação administrativa.
Projeto: intervenções podem exigir descrição técnica, anteprojeto ou memorial.
Resultado: protocolo não significa adoção automaticamente aprovada.

Quando a Emdur receber uma proposta do Adote uma Praça, deverá ser publicado comunicado para permitir que outros interessados na mesma área se manifestem. O prazo previsto para essa etapa é de até dez dias.

Se houver mais de uma proposta, a comissão deverá avaliar critérios ligados ao interesse público, qualidade técnica, benefícios coletivos e viabilidade. A análise do procedimento tem prazo de até 30 dias, e uma proposta rejeitada pode ser apresentada novamente.

Prazos mudam conforme o tamanho da área

Prazos e vigência

Mesmo espaço: até 10 dias para manifestação de outros interessados.

Análise: até 30 dias no procedimento.

Área de até 300 m²: termo de 12 meses, prorrogável por igual período.

Área acima de 300 m²: vigência pode chegar a cinco anos, mediante licitação prévia.

Quem formalizar a parceria assume as atividades previstas no termo do Adote uma Praça, incluindo a conservação correspondente ao projeto aprovado. Benfeitorias realizadas não geram direito a indenização e passam a integrar o patrimônio público.

Obras, alterações de paisagismo, instalação de mobiliário ou outros elementos não ficam automaticamente liberados pela assinatura. Cada intervenção continua sujeita às exigências técnicas e autorizações aplicáveis.

Adote uma Praça com conservação e paisagismo em espaço público de Porto Velho
Conservação e paisagismo podem integrar o termo de adoção, mas o espaço permanece público.

Adote uma Praça não permite privatizar o espaço

A formalização da adoção não transfere propriedade ou posse da praça. O espaço continua público, sem exclusividade para o adotante e sem autorização para impedir ou limitar a circulação de moradores.

O termo também não concede exploração comercial automática. A publicidade relacionada à parceria precisa obedecer aos formatos, dimensões e locais autorizados, sem transformar o logradouro em área particular de divulgação.

LIMITES DA PARCERIA
O que a adoção não autoriza
✓ Privatizar a praça ou impedir o uso coletivo.
✓ Explorar comercialmente o espaço apenas por ter assinado o termo.
✓ Instalar publicidade fora dos padrões estabelecidos.
✓ Fazer propaganda político-partidária ou promoção pessoal de autoridades e servidores.

Regra publicada não significa inscrição já aberta no PVH+

A regulamentação prevê o PVH+ dentro do procedimento, mas a publicação do decreto, por si só, não comprova que o formulário ou serviço digital do Adote uma Praça já esteja operacional para envio imediato de propostas.

Por isso, é importante diferenciar a existência da regra da disponibilidade prática do canal. A adoção somente se consolida depois da tramitação, da oportunidade para outros interessados, da análise e da formalização do termo pela Emdur.

A base legal do programa está na Lei nº 3.419/2026. O decreto posterior detalhou o funcionamento administrativo sem alterar o princípio de que praças, jardins, áreas verdes e demais espaços alcançados continuam destinados ao uso público.

Casa Aurora segue em implantação antes de abrir em Porto Velho

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Casa Aurora com profissionais preparando unidade de acolhimento em Porto Velho
Unidade ainda está em preparação e não teve abertura oficial anunciada.

A Casa Aurora segue em implantação em Porto Velho e ainda não foi inaugurada. A nova unidade municipal de acolhimento institucional para crianças e adolescentes está na fase de preparação das equipes que deverão atuar no serviço, antes de qualquer anúncio de início do atendimento.

A estrutura será vinculada ao Departamento de Proteção Social Especial, o DPSE, da Semias. A preparação envolve profissionais de áreas como assistência social, saúde, segurança pública e Justiça, com foco no alinhamento dos fluxos que serão utilizados quando a unidade entrar em operação.

UNIDADE EM PREPARAÇÃO
Neste artigo, você vai ver
  • qual é o estágio atual da implantação;
  • como ocorre a preparação das equipes;
  • o que representa o crédito suplementar de R$ 250 mil;
  • quais informações ainda não foram divulgadas.

Casa Aurora ainda está em fase de implantação

A publicação da Prefeitura de Porto Velho confirma que a Casa Aurora está em implantação e que servidores que deverão atuar na unidade passam por capacitação. O trabalho reúne diferentes setores da rede de proteção para organizar responsabilidades e procedimentos antes da abertura.

Esse estágio não deve ser confundido com inauguração. Até agora, não há confirmação oficial de que crianças ou adolescentes já estejam sendo recebidos na unidade, nem foi divulgado atendimento aberto ao público ou algum tipo de cadastro para famílias e responsáveis.

O que já está confirmado
Finalidade: acolhimento institucional de crianças e adolescentes.
Vínculo: Departamento de Proteção Social Especial da Semias.
Fase atual: implantação e preparação das equipes.
Articulação: participação de áreas da assistência social, saúde, segurança e Justiça.

Também não foram divulgados endereço, capacidade de acolhimento, rotina de funcionamento, faixa etária detalhada ou data oficial de abertura. Essas ausências precisam ser preservadas para evitar que a fase de preparação seja apresentada como serviço já disponível.

A Casa Aurora integra a rede de proteção, mas os encaminhamentos continuam sujeitos aos fluxos dos órgãos responsáveis. Não há, nesta etapa, informação que autorize tratar a unidade como serviço de livre procura.

Casa Aurora com profissionais preparando procedimentos antes da abertura da unidade
Implantação inclui capacitação e organização dos fluxos da rede antes do início do atendimento.

Crédito de R$ 250 mil é uma etapa orçamentária

O Decreto municipal nº 22.266, de 24 de julho de 2026, abriu crédito adicional suplementar de R$ 250 mil. O ato relaciona recursos a material de consumo para subsidiar a criação da Casa Aurora e à locação de imóvel.

A abertura desse crédito não comprova que o valor já tenha sido gasto, pago ou integralmente executado. O documento registra uma providência orçamentária da implantação e não deve ser usado para afirmar que determinada compra, contrato ou pagamento já foi realizado.

Como interpretar o crédito

Ato: Decreto nº 22.266/2026.

Valor: R$ 250 mil em crédito adicional suplementar.

Finalidade indicada: material de consumo relacionado à criação da unidade e locação de imóvel.

O que não significa: não comprova pagamento ou execução integral da despesa.

O acolhimento institucional é uma medida de proteção prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente. A legislação o trata como provisório e excepcional, dentro da rede de garantia de direitos e sujeito à avaliação individual de cada situação.

Por isso, acolhimento não deve ser confundido com adoção, internação ou guarda definitiva. A implantação da Casa Aurora acrescenta uma estrutura à rede socioassistencial, mas não altera as responsabilidades legais dos órgãos que acompanham cada caso.

Abertura da Casa Aurora ainda não tem data divulgada

A informação disponível nesta quarta-feira, 12 de agosto, confirma a preparação das equipes e a etapa orçamentária, mas não estabelece uma data para abertura. Também não foram informados endereço, capacidade, horário de funcionamento ou canal específico de atendimento.

Enquanto esses dados não forem publicados oficialmente, a unidade deve ser apresentada como estrutura em implantação. Esse cuidado também evita orientar famílias a procurar um local ou serviço que ainda não foi anunciado como disponível.

AINDA SEM CONFIRMAÇÃO
O que ainda precisa ser divulgado
✓ Data oficial de abertura.
✓ Endereço e rotina de funcionamento.
✓ Capacidade da unidade.
✓ Perfil etário detalhado do público acolhido.
✓ Fluxos específicos após o início da operação.

A proteção das crianças e adolescentes exige ainda cuidado redobrado com nomes, imagens, histórias pessoais, prontuários, localização e qualquer informação que possa identificá-los. A cobertura deve permanecer voltada ao funcionamento da política pública, sem expor pessoas acolhidas.

Quando novas etapas forem oficialmente divulgadas, será possível informar abertura, funcionamento e fluxos de encaminhamento. Até lá, a Casa Aurora deve ser tratada como unidade em preparação, com capacitação das equipes e providências administrativas em andamento.

Fies 2026: lista de espera segue com convocações até setembro

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Fies 2026 com estudante acompanhando lista de espera do financiamento estudantil
Pré-seleções podem ocorrer até 24 de setembro e devem ser acompanhadas individualmente pelo estudante.

As convocações da lista de espera do Fies 2026 estão em andamento e podem ocorrer até 24 de setembro. O processo não funciona como uma única segunda chamada: novas pré-seleções podem aparecer ao longo do período, conforme as regras da seleção e a existência de vagas que não tenham sido ocupadas.

Quem participou da chamada única e não foi pré-selecionado entrou automaticamente na lista de espera, sem precisar realizar uma nova inscrição. A partir daí, cabe ao estudante acompanhar a situação individual e observar os próximos prazos caso apareça como pré-selecionado.

LISTA DE ESPERA
Neste artigo, você vai ver
  • até quando podem ocorrer as pré-seleções;
  • como acompanhar a situação no sistema;
  • quais prazos começam depois da pré-seleção;
  • como interpretar os números divulgados para Rondônia.

Fies 2026 mantém pré-seleções até 24 de setembro

A lista de espera é dinâmica. Segundo o Ministério da Educação, as convocações começaram em 7 de agosto e seguem até 24 de setembro. Por isso, não existe uma única data que concentre todos os resultados.

O candidato deve consultar diretamente o Fies Seleção. Participar da lista de espera do Fies 2026 não garante o financiamento, e uma eventual pré-seleção ainda abre uma sequência de etapas obrigatórias.

Calendário da lista de espera
7 de agosto: início das convocações.
Até 24 de setembro: período previsto para novas pré-seleções.
Durante todo o período: acompanhamento individual pelo Fies Seleção.

Pré-seleção no Fies 2026 inicia novos prazos

Se aparecer como pré-selecionado, o estudante terá até três dias úteis para complementar as informações da inscrição. É importante conferir a situação assim que houver mudança no sistema, porque perder esse prazo pode impedir a continuidade do processo.

A complementação ainda não representa contratação do financiamento. Depois dela, as informações precisam passar pela Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento, a CPSA, da instituição de ensino.

Fies 2026 com estudante conferindo pré-seleção e prazos da lista de espera
Candidato deve consultar o sistema durante todo o período porque a pré-seleção pode ocorrer em datas diferentes.

O que acontece depois da pré-seleção

Até 3 dias úteis: candidato complementa as informações da inscrição.

Até 5 dias úteis: CPSA valida as informações a partir do dia seguinte à complementação.

Depois: o processo pode seguir para o agente financeiro, desde que as etapas anteriores tenham sido cumpridas.

A CPSA pode solicitar documentos que comprovem as informações apresentadas. Somente depois dessa validação o processo segue para a etapa com o agente financeiro. Portanto, aparecer como pré-selecionado no Fies 2026 não significa contrato assinado ou financiamento já concluído.

As regras completas da seleção estão no Edital nº 52/2026, que deve ser consultado pelo candidato em caso de dúvida sobre etapas e documentação.

Rondônia teve 1.019 vagas ofertadas no semestre

Rondônia teve 1.019 vagas originalmente ofertadas no segundo semestre. Esse total pertence à oferta inicial da seleção e não deve ser apresentado como quantidade de vagas atualmente disponíveis na lista de espera nem como número de futuras convocações.

O estado também registrou 2.176 inscritos. O número mostra a procura pelo Fies 2026, mas não significa que todos esses estudantes estejam aguardando na lista, porque os participantes podem estar em diferentes situações dentro do processo seletivo.

ATENÇÃO AOS NÚMEROS
Dados de Rondônia
✓ 1.019 vagas foram ofertadas originalmente no segundo semestre.
✓ 2.176 candidatos de Rondônia se inscreveram na seleção.
✓ Nenhum dos números representa quantidade garantida de futuras convocações.

Candidato deve acompanhar o Fies 2026 durante todo o período

Para quem permanece na lista de espera, a principal orientação é consultar o sistema com frequência. A ausência de uma pré-seleção nos primeiros dias não significa que a possibilidade terminou, já que novas chamadas podem ocorrer até 24 de setembro.

Se houver mudança na situação, o estudante deve anotar os prazos imediatamente e cumprir cada etapa. No Fies 2026, a pré-seleção é apenas o começo de um processo que ainda envolve complementação, validação pela instituição e procedimentos junto ao agente financeiro.

Teleconsultas de ortopedia já atendem pacientes agendados em Ji-Paraná

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Teleconsultas de ortopedia com paciente agendado preparando videochamada em Ji-Paraná
Atendimento por videochamada é destinado a pacientes que já estavam agendados pela rede municipal.

As teleconsultas de ortopedia já estão funcionando em Ji-Paraná para pacientes previamente agendados pela rede municipal. O atendimento começou em 10 de agosto de 2026 e é realizado por videochamada dentro do fluxo organizado pela saúde municipal.

O serviço não funciona como porta de entrada por livre demanda. Quem ainda aguarda consulta deve continuar acompanhando o encaminhamento e a regulação normalmente, enquanto os pacientes já chamados precisam observar o período informado e manter o celular disponível.

SAÚDE DIGITAL
Neste artigo, você vai ver
  • quem recebe a videochamada de ortopedia;
  • o que deixar preparado antes do atendimento;
  • quando exames e laudos podem ser enviados;
  • o que fazer caso o médico solicite novos exames.

Teleconsultas de ortopedia atendem apenas quem já está agendado

Segundo as informações divulgadas pela Prefeitura de Ji-Paraná, as chamadas são direcionadas aos pacientes que já estavam inseridos no fluxo municipal. Não há orientação para buscar a especialidade espontaneamente por WhatsApp ou outro canal de mensagens.

No período agendado, o paciente deve acompanhar o telefone e estar disponível para atender a chamada. A expectativa informada para as teleconsultas de ortopedia é de uma média de 25 atendimentos por dia, mas esse número não representa quantidade fixa ou garantia diária.

Prepare a videochamada
Celular: deixe carregado e próximo durante o período informado.
Internet: procure uma conexão estável sempre que possível.
Ambiente: escolha um local tranquilo e bem iluminado.
Documentos: deixe identificação, exames, laudos e registros relacionados ao atendimento por perto.

Ter os documentos organizados ajuda durante a conversa com o profissional. Eles podem ser consultados ou mostrados durante a videochamada, conforme a necessidade identificada no atendimento.

O funcionamento remoto pode evitar alguns deslocamentos, mas não significa que toda avaliação ortopédica será concluída à distância. Quando houver necessidade clínica, o atendimento presencial ou outras etapas da rede continuam fazendo parte do cuidado.

Teleconsultas de ortopedia com paciente preparando exames e documentos antes da videochamada
Documentos, exames e laudos devem ficar disponíveis durante a consulta; envio prévio só ocorre quando houver orientação da unidade.

Não envie exames por WhatsApp sem orientação

Durante o fluxo das teleconsultas de ortopedia, a unidade pode solicitar previamente fotos de exames ou laudos. Isso não significa autorização geral para encaminhar documentos médicos espontaneamente a qualquer número de WhatsApp.

O envio deve ocorrer somente quando houver orientação específica da unidade responsável. Além de manter o atendimento organizado, esse cuidado evita a circulação desnecessária de documentos que podem conter informações pessoais e de saúde.

Quando encaminhar exames e laudos

Com orientação: siga exatamente o canal e a instrução informados pela unidade.

Sem solicitação: mantenha os documentos disponíveis para a consulta, sem envio espontâneo.

Durante a chamada: o profissional poderá orientar os próximos passos conforme a necessidade do atendimento.

Novo pedido de exame ainda precisa passar pela UBS

Se o profissional solicitar um novo exame durante as teleconsultas de ortopedia, a guia deve ser apresentada à Unidade Básica de Saúde para cadastramento e demais providências previstas no fluxo municipal.

Receber a solicitação não significa que o exame esteja automaticamente marcado. A etapa seguinte depende dos procedimentos da rede, da regulação e da organização do atendimento correspondente.

DEPOIS DA VIDEOCHAMADA
O que o paciente precisa observar
✓ Siga as orientações repassadas durante o atendimento.
✓ Se houver pedido de exame, leve a guia à UBS.
✓ Aguarde o fluxo de cadastramento ou regulação indicado pela rede.
✓ Compareça presencialmente quando essa etapa for indicada.

Atendimento remoto complementa o cuidado especializado

As teleconsultas de ortopedia acrescentam uma modalidade de atendimento para pacientes que já passaram pelo fluxo de encaminhamento e regulação em Ji-Paraná. O formato pode facilitar algumas etapas, principalmente quando não há necessidade imediata de presença física.

Quem ainda está aguardando atendimento deve continuar seguindo o fluxo regular da rede municipal. As teleconsultas de ortopedia não devem ser procuradas como alternativa de livre demanda nem consideradas substitutas automáticas de uma avaliação presencial quando ela for necessária.

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