back to top
sexta-feira, junho 26, 2026
Início Site Página 59

PF desmonta grupo após ataque hacker ao Pix desviar R$ 710 milhões

0
ataque hacker Pix investigado pela Polícia Federal após desvio de 710 milhões
Investigação aponta que grupo invadiu sistema que conecta instituições financeiras ao Pix.

Operação Cofre Digital mira organização criminosa que invadiu sistema ligado ao Pix e lavou dinheiro com criptomoedas.

Um ataque hacker Pix levou a Polícia Federal e o Ministério Público de São Paulo a deflagrarem uma operação contra um grupo suspeito de desviar cerca de R$ 710 milhões do sistema financeiro brasileiro.

A ação, chamada Operação Cofre Digital, investiga uma organização criminosa especializada em invasões cibernéticas e lavagem de dinheiro. Segundo os investigadores, os criminosos exploraram vulnerabilidades em sistemas que conectam instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Instantâneos, responsável pelas transferências realizadas pelo Pix.

ataque hacker Pix no sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central
Sistema de pagamentos Pix se tornou alvo de investigação após ataque hacker que desviou milhões do sistema financeiro.

Com isso, o grupo teria conseguido movimentar valores milionários em operações digitais, afetando bancos, fintechs e outras instituições participantes do sistema financeiro. O caso é considerado um dos maiores episódios recentes de fraude envolvendo tecnologia financeira no país.

Autoridades apontam que o crescimento das transações digitais e a expansão das plataformas de pagamento instantâneo também aumentaram o interesse de organizações criminosas em explorar brechas tecnológicas para aplicar golpes em grande escala.

Dados da operação

  • Nome da ação: Operação Cofre Digital
  • Prejuízo estimado: R$ 710 milhões
  • Mandados de prisão: 3
  • Mandados de busca e apreensão: 5
  • Estados alvo da operação: São Paulo e Paraná

Investigadores afirmam que o ataque hacker Pix representa um dos episódios mais sofisticados de fraude digital já identificados no sistema financeiro brasileiro. A dimensão do prejuízo reforça a preocupação das autoridades com crimes cibernéticos de grande escala.

Como funcionava o ataque hacker Pix

As investigações apontam que o ataque ocorreu em agosto de 2025. Os criminosos invadiram o sistema de uma empresa de tecnologia responsável por interligar instituições financeiras ao ambiente operacional do Pix.

Essa infraestrutura tecnológica permite que transferências entre bancos sejam concluídas em segundos. Ao explorar uma brecha nesse sistema, o grupo conseguiu acessar operações financeiras e movimentar valores de forma irregular.

Depois da invasão inicial, o dinheiro era transferido rapidamente para diversas contas e empresas criadas especificamente para dificultar o rastreamento pelas autoridades. A estratégia permitia que os recursos circulassem por várias camadas financeiras antes de chegar ao destino final.

Segundo especialistas em segurança digital, ataques desse tipo costumam envolver planejamento detalhado e conhecimento avançado de sistemas bancários e de tecnologia financeira.

Entenda o sistema Pix

O Pix é o sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central do Brasil. Ele permite transferências financeiras em tempo real entre instituições participantes, funcionando 24 horas por dia, todos os dias da semana.

A rapidez das operações trouxe facilidade para usuários e empresas, mas também exige monitoramento constante para evitar fraudes e ataques cibernéticos.

Lavagem de dinheiro com criptomoedas

Após o desvio dos valores, os investigados utilizavam empresas de fachada para dar aparência legal às movimentações financeiras.

Parte do dinheiro era convertida em criptomoedas, estratégia utilizada para dificultar o rastreamento da origem dos recursos e fragmentar as transações digitais.

Esse tipo de operação é considerado comum em crimes financeiros digitais, pois permite ocultar o caminho do dinheiro e dificultar a identificação dos responsáveis.

De acordo com investigadores, as criptomoedas eram usadas como etapa intermediária da lavagem de dinheiro, permitindo que os valores fossem redistribuídos posteriormente em contas aparentemente legítimas.

Estrutura do esquema investigado

  • Invasão a sistema tecnológico ligado ao Pix
  • Transferências ilegais em grande volume
  • Uso de empresas de fachada
  • Conversão de valores em criptomoedas
  • Dificuldade de rastreamento financeiro

Bloqueio de bens e valores

Durante a operação, a Justiça determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros de investigados e empresas ligadas ao esquema.

Segundo as autoridades, quatro pessoas físicas e 28 empresas tiveram até R$ 28 milhões em bens bloqueados.

As decisões foram expedidas pela Vara Criminal Especializada em Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de São Paulo.

O bloqueio de recursos é uma medida comum em investigações desse tipo, pois impede que valores possivelmente obtidos de forma ilegal sejam transferidos ou ocultados durante o andamento do processo.

Alerta das autoridades

Especialistas em segurança digital afirmam que o crescimento dos pagamentos instantâneos exige investimentos constantes em tecnologia e monitoramento para evitar ataques cibernéticos e fraudes financeiras.

Instituições financeiras têm ampliado sistemas de proteção e inteligência digital para detectar movimentações suspeitas em tempo real.

Investigação continua

As autoridades afirmam que a investigação segue em andamento para identificar outros integrantes da organização criminosa e possíveis ramificações do esquema em diferentes estados.

Os investigadores também buscam rastrear o destino final do dinheiro desviado e verificar se outras instituições financeiras foram afetadas pelo ataque hacker Pix.

O caso reforça o alerta sobre o crescimento dos crimes cibernéticos no sistema financeiro e a necessidade de ampliar medidas de segurança digital para proteger operações realizadas diariamente por milhões de brasileiros.

Com a evolução das tecnologias financeiras e o aumento das transações digitais, especialistas avaliam que o combate a fraudes online se tornou um dos principais desafios das autoridades e das instituições financeiras em todo o mundo.

Para especialistas em segurança digital, o caso mostra como um ataque hacker Pix pode gerar impactos bilionários quando criminosos exploram vulnerabilidades tecnológicas em sistemas que conectam instituições financeiras.

 

Fonte: CNN Brasil

Câmara aprova spray de pimenta para mulheres a partir de 16 anos

0
spray de pimenta para mulheres usado para defesa pessoal em rua urbana à noite
Projeto aprovado na Câmara autoriza spray de pimenta para mulheres como forma de defesa pessoal.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que autoriza a venda de spray de pimenta para mulheres a partir dos 16 anos como instrumento de defesa pessoal. A proposta busca ampliar mecanismos de proteção feminina em situações de risco e agora segue para análise do Senado Federal.

O texto aprovado permite que mulheres adquiram o produto sem necessidade de autorização especial, desde que respeitem regras de comercialização e uso responsável. A medida foi defendida por parlamentares como uma alternativa de segurança imediata diante do aumento de casos de violência contra mulheres no país.

Cenário atual

Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registra milhares de casos de violência contra mulheres todos os anos. Especialistas apontam que ferramentas de defesa pessoal, quando regulamentadas, podem ajudar vítimas a ganhar tempo para escapar de uma agressão.

Quem poderá comprar spray de pimenta para mulheres

De acordo com o texto aprovado, o spray de pimenta para mulheres poderá ser adquirido por mulheres a partir de 16 anos. O objetivo do projeto é ampliar o acesso a instrumentos de autodefesa que possam ser usados em situações de ameaça ou tentativa de agressão.

A proposta estabelece que o produto deve ser utilizado exclusivamente para defesa pessoal. O uso indevido poderá gerar responsabilização legal, especialmente em situações que não configurem legítima defesa.

O que mostram as pesquisas

Estudos sobre segurança urbana indicam que dispositivos de defesa não letais, como o spray de pimenta, podem reduzir a vulnerabilidade em ataques de curta duração. Pesquisas internacionais mostram que esses dispositivos funcionam principalmente como ferramenta de dissuasão, permitindo que a vítima se afaste rapidamente do agressor.

Projeto busca ampliar proteção feminina

Parlamentares que defendem a medida afirmam que o acesso ao spray de pimenta para mulheres pode aumentar a sensação de segurança e oferecer uma alternativa de reação em situações de risco imediato.

Segundo informações disponíveis no portal oficial da Câmara dos Deputados, a proposta foi discutida dentro de um contexto mais amplo de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres.

O que diz a relatora do projeto

A relatora do projeto, deputada Gisela Simona, afirmou que a proposta busca oferecer às mulheres um instrumento de proteção imediata. Segundo ela, a intenção é disponibilizar um recurso que permita à vítima ganhar tempo suficiente para escapar de uma agressão.

Projeto ainda precisa passar pelo Senado

Apesar da aprovação na Câmara dos Deputados, o projeto que libera o spray de pimenta para mulheres ainda não entrou em vigor. O texto seguirá agora para análise do Senado Federal, onde poderá ser aprovado, modificado ou rejeitado.

Caso os senadores confirmem o texto aprovado pelos deputados, a proposta seguirá para sanção presidencial. Somente após essa etapa a nova legislação poderá passar a valer em todo o território nacional.

O debate sobre o uso de instrumentos de defesa pessoal continua dividindo opiniões entre especialistas em segurança pública, juristas e organizações da sociedade civil. Enquanto alguns defendem a ampliação do acesso como forma de proteção imediata, outros alertam para a necessidade de regulamentação clara e campanhas de orientação sobre uso responsável.

Informação adicional

Especialistas em segurança recomendam que dispositivos de defesa pessoal sejam acompanhados de treinamento básico e orientação sobre uso adequado. O objetivo é garantir que a ferramenta cumpra sua função de proteção sem gerar riscos adicionais.

Enquanto o Senado avalia a proposta, o tema continua gerando debate nacional sobre segurança feminina, direito à autodefesa e políticas públicas de prevenção à violência contra mulheres.

Leia também

O debate sobre segurança feminina e mecanismos de proteção tem ganhado força no Brasil. Em paralelo às discussões sobre o spray de pimenta para mulheres, especialistas também alertam para novos riscos digitais e formas de proteção de dados pessoais.

➡️ Veja como proteger dados pessoais na era da inteligência artificial

 

Fonte: Só Notícia Boa

Jaqueline Cassol RolimCast 5 ideias sobre inovação agro e futuro de Rondônia

0

Jaqueline Cassol RolimCast foi o destaque de um episódio especial do podcast que debate inovação, empreendedorismo, agro e desenvolvimento regional em Rondônia. Durante a entrevista, a ex-deputada federal falou sobre editais de inovação, eventos tecnológicos no estado e as oportunidades que surgem para quem deseja empreender e investir na região.

Neste episódio do RolimCast você vai ver:

  • Quem é Jaqueline Cassol e sua trajetória em Rondônia
  • Como funciona o edital Centelha de inovação
  • O evento Rondônia Startup Connect
  • A força do agro aliado à tecnologia
  • O futuro político e econômico de Rondônia

Jaqueline Cassol RolimCast explica oportunidades de inovação em Rondônia

No episódio do Jaqueline Cassol RolimCast, a convidada destacou que o estado vive um momento de expansão econômica e tecnológica. Segundo ela, Rondônia possui uma base produtiva forte no agronegócio e começa a incorporar cada vez mais inovação, pesquisa científica e tecnologia em suas cadeias produtivas.

Durante a entrevista, Jaqueline também explicou que voltou a estudar após o mandato de deputada federal e hoje atua na área de inovação e propriedade intelectual. Segundo ela, entender o universo da pesquisa abriu novas perspectivas sobre como o estado pode crescer e se posicionar no cenário nacional.

Dado de contexto científico Estudos sobre desenvolvimento regional mostram que estados que investem em inovação, pesquisa e empreendedorismo tecnológico conseguem aumentar produtividade e gerar novos modelos de negócios. Esse processo é conhecido como economia baseada em conhecimento, cada vez mais presente em regiões com forte produção agrícola.

Edital Centelha incentiva projetos inovadores

Um dos temas centrais do Jaqueline Cassol RolimCast foi o edital Centelha, um programa nacional voltado para estimular ideias inovadoras e transformar projetos em novos negócios.

Segundo Jaqueline Cassol, o programa permite que empreendedores, startups, pesquisadores e até pessoas físicas apresentem ideias inovadoras e recebam recursos para desenvolver protótipos ou iniciar novos projetos.

Ela explicou que muitas vezes existem recursos disponíveis, mas os empreendedores deixam de participar por falta de informação. Por isso, a divulgação de iniciativas como essa é fundamental para estimular novos projetos no estado.

Rondônia Startup Connect reúne tecnologia e empreendedorismo

Outro destaque da entrevista foi o evento Rondônia Startup Connect, que reúne startups, empreendedores, estudantes e pesquisadores para apresentar ideias inovadoras e discutir soluções tecnológicas aplicadas ao desenvolvimento regional.

O evento promove palestras, exposições de projetos e competições de ideias entre jovens empreendedores. Segundo Jaqueline Cassol, esse tipo de iniciativa ajuda a conectar inovação, tecnologia e agronegócio, criando oportunidades para novas empresas e startups.

No Jaqueline Cassol RolimCast, ela ressaltou que o evento também demonstra como o estado vem incorporando ferramentas tecnológicas no campo, incluindo drones, automação e soluções digitais voltadas à produção agrícola.

Dado informativoEventos de inovação como o Startup Connect são considerados ambientes de desenvolvimento do ecossistema empreendedor. Nesses encontros surgem conexões entre investidores, universidades, startups e empresas que podem gerar novos negócios e soluções tecnológicas.

Agro, pesquisa e tecnologia impulsionam Rondônia

Durante o Jaqueline Cassol RolimCast, a convidada também destacou que Rondônia vem ganhando reconhecimento nacional e internacional por sua produção agrícola.

Entre os produtos que têm ganhado destaque estão:

  • café rondoniense premiado internacionalmente
  • cacau produzido na região de Jaru
  • tambaqui exportado para diversos países
  • mel e produtos da bioeconomia amazônica

Segundo Jaqueline, esses avanços são resultado de investimento em pesquisa, tecnologia e incentivo à produção rural.

Citação de especialista“Rondônia é um estado rico em oportunidades, em pessoas que querem fazer acontecer e em conhecimento que pode transformar a economia.” — Jaqueline Cassol durante entrevista ao RolimCast.

Jaqueline Cassol fala sobre política e futuro do estado

Além de inovação e empreendedorismo, o episódio do Jaqueline Cassol RolimCast também abordou política e participação cidadã.

Na entrevista, Jaqueline comentou que pretende voltar à vida eleitoral e que poderá disputar novamente um cargo político. Ela destacou a importância da participação da sociedade na política e defendeu maior representatividade feminina nos espaços de decisão.

Segundo ela, investimentos públicos são fundamentais para áreas como saúde, educação, inovação e infraestrutura.

Dado de contexto políticoMulheres representam mais da metade do eleitorado brasileiro, porém ainda ocupam menos de um quinto das cadeiras no Congresso Nacional. A ampliação da participação feminina na política tem sido debatida em diversos países como forma de fortalecer a democracia e ampliar a representatividade.

Rondônia aparece como estado cheio de oportunidades

No encerramento do Jaqueline Cassol RolimCast, a convidada destacou que Rondônia possui grande potencial de crescimento nos próximos anos. Segundo ela, a combinação entre produção agrícola, inovação tecnológica e abertura de novos mercados pode transformar o estado em um polo ainda mais relevante no Brasil.

Para quem acompanha o desenvolvimento regional, a entrevista mostra que Rondônia vem se consolidando como um território de oportunidades para empreendedores, investidores e pesquisadores.

Fonte de informação
Mais detalhes sobre programas de inovação podem ser consultados no site da
FAPERO – Fundação de Amparo à Pesquisa de Rondônia.

Governo zera imposto do diesel e cria taxa sobre petróleo

0
Caminhão sendo abastecido com diesel em posto de combustível no Brasil
Caminhão é abastecido com diesel em posto de combustível; medida do governo tenta reduzir impacto do preço do combustível no transporte.

Diante da escalada das tensões no Oriente Médio e da alta internacional do petróleo, o governo federal anunciou nesta quinta-feira (12) um pacote de medidas para reduzir o impacto do diesel na economia brasileira. A decisão ocorre em um momento de forte instabilidade no mercado global de energia. Por isso, a equipe econômica decidiu agir para evitar reflexos mais intensos sobre o transporte, a produção e o custo de vida no país.

O que muda com o pacote do diesel

  • Zeragem de PIS e Cofins sobre o diesel.
  • Redução estimada de até R$ 0,64 por litro.
  • Criação de taxa de 12% sobre exportação de petróleo.
  • Fiscalização contra aumento abusivo nos combustíveis.

Segundo o governo, a medida mais imediata é a zeragem das alíquotas de PIS e Cofins sobre a importação e comercialização do diesel. Dessa forma, o combustível deve ter redução inicial de cerca de R$ 0,32 por litro em tributos. Além disso, outros R$ 0,32 poderão vir de subvenções destinadas ao setor. Assim, o impacto total estimado chega a aproximadamente R$ 0,64 por litro.

Dado econômico

PIS, Pasep e Cofins representam aproximadamente 10,5% do preço do diesel comercializado, segundo estimativas citadas no anúncio do governo.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, explicou que o diesel é hoje o principal ponto de preocupação da equipe econômica. Isso ocorre porque o combustível influencia diretamente diversas cadeias produtivas. Além disso, ele é essencial para o transporte de cargas e para o escoamento da produção agrícola. Portanto, qualquer aumento expressivo tende a pressionar a inflação e os custos logísticos do país.

O que disse o ministro da Fazenda

“A maior pressão vem do diesel, e não da gasolina. O diesel afeta diretamente as cadeias produtivas e o escoamento da safra.”

Fernando Haddad, ministro da Fazenda

Taxação de petróleo busca compensar perda de arrecadação

Ao mesmo tempo em que reduz tributos sobre o diesel, o governo decidiu aumentar o imposto sobre a exportação de petróleo. A nova cobrança passou de 0% para 12%. Com isso, a equipe econômica pretende compensar a perda de arrecadação provocada pelas medidas de incentivo ao diesel.

Segundo Haddad, a expectativa é arrecadar cerca de R$ 30 bilhões com a nova taxa. Por outro lado, o governo estima deixar de arrecadar cerca de R$ 20 bilhões com a zeragem de PIS e Cofins e outros R$ 10 bilhões com subvenções ao setor. Dessa maneira, o impacto fiscal das medidas tende a se equilibrar ao longo do ano.

Guerra no Oriente Médio pressiona mercado global

O pacote anunciado pelo governo não ocorreu por acaso. Na verdade, ele é uma resposta direta às tensões geopolíticas que têm afetado o mercado internacional de energia. Nos últimos dias, conflitos envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã elevaram o risco de interrupção no fluxo global de petróleo.

Por que o Estreito de Ormuz preocupa o mundo

Cerca de 25% do petróleo mundial passa pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta. Portanto, qualquer ameaça à região costuma gerar alta no preço internacional do petróleo.

Diante desse cenário, governos e mercados passaram a acompanhar com atenção os desdobramentos da crise. Caso a tensão se prolongue, o preço internacional do petróleo pode continuar pressionado. Consequentemente, combustíveis como diesel e gasolina podem sofrer novos reajustes.

Por que o diesel preocupa tanto no Brasil

O diesel ocupa posição central na economia brasileira. Isso acontece porque o país depende fortemente do transporte rodoviário para distribuir mercadorias, abastecer cidades e escoar a produção agropecuária. Assim, qualquer alta mais forte nesse combustível tende a se espalhar rapidamente por vários setores.

Além do frete, o diesel interfere no custo de alimentos, insumos e produtos industriais. Por esse motivo, o governo decidiu antecipar medidas de contenção. Ao mesmo tempo, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis deve ampliar a fiscalização para coibir práticas abusivas no mercado.

Leia também

A escalada do conflito no Oriente Médio tem ampliado a tensão no mercado global de energia e pressionado o preço do petróleo.
Entenda as condições que o Irã apresentou para encerrar a guerra com Estados Unidos e Israel e como isso pode influenciar a economia mundial.

Irã apresenta condições para encerrar guerra com EUA e Israel

O que pode acontecer nos próximos meses

O efeito real do pacote dependerá de vários fatores. Entre eles estão a duração do conflito internacional, o comportamento do mercado global de energia e o repasse efetivo da redução aos postos de combustíveis. Ainda assim, o objetivo do governo é reduzir a pressão imediata sobre a economia brasileira.

Se a crise internacional persistir, novas oscilações poderão ocorrer. No entanto, caso o repasse chegue ao consumidor e a fiscalização funcione, a medida poderá aliviar parte da pressão sobre transporte, produção e inflação. Portanto, os próximos meses serão decisivos para medir o alcance do pacote anunciado pelo

Planalto.

 

Fonte: G1

Serviços gratuitos chegam ao distrito de Rio Pardo com Rondônia Cidadã

0
Programa Rondônia Cidadã realiza atendimento gratuito à população no distrito de Rio Pardo em Porto Velho
Moradores participam de atendimentos gratuitos do programa Rondônia Cidadã no distrito de Rio Pardo, em Porto Velho.

O distrito de Rio Pardo, em Porto Velho, receberá neste fim de semana mais uma edição do programa Rondônia Cidadã. A iniciativa vai oferecer serviços gratuitos à população nos dias 14 e 15 de março. Além disso, a ação reunirá atendimentos de cidadania, saúde, assistência social e orientações diversas em um único espaço.

Dessa forma, os moradores poderão resolver várias demandas no mesmo local. Assim, o programa reduz deslocamentos e facilita o acesso a serviços públicos essenciais.

Onde acontecerá o atendimento

A ação ocorrerá na EEEFM Fernando de Souza Gomes, localizada na Avenida Tiradentes, na zona rural de Rio Pardo.

Sábado (14): das 8h às 16h

Domingo (15): das 8h às 12h

Serviços que a população poderá acessar

Durante o evento, os moradores poderão acessar diversos atendimentos gratuitos. Entre eles estão serviços de emissão de documentos, orientações jurídicas, assistência social e atendimentos de saúde.

Além disso, equipes do governo prestarão orientações sobre diferentes programas públicos. Portanto, a população poderá esclarecer dúvidas e buscar encaminhamentos para outras políticas sociais.

Atendimentos disponíveis

  • Emissão de documentos
  • Orientações jurídicas
  • Atendimentos de assistência social
  • Serviços básicos de saúde
  • Orientações sobre programas públicos

Programa aproxima serviços públicos da população

O governo de Rondônia coordena o programa por meio da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas). A iniciativa busca ampliar o acesso da população a serviços públicos, principalmente em regiões mais afastadas.

Segundo a secretária da Seas, Luana Rocha, o objetivo é aproximar o poder público da população. Além disso, a ação facilita o acesso a atendimentos essenciais e fortalece a cidadania em diferentes regiões do estado.

Da mesma forma, o governador Marcos Rocha destacou a importância do programa. Para ele, a iniciativa reúne vários serviços em um único local e, assim, simplifica o acesso da população aos atendimentos públicos.

Leia também

Além das ações presenciais como o programa Rondônia Cidadã, o governo do estado também vem ampliando o acesso digital a serviços públicos. Uma das iniciativas recentes é o assistente virtual do Portal do Cidadão, criado para facilitar a busca por informações e orientações sobre atendimentos, documentos e serviços disponíveis à população.

Assistente virtual do Portal do Cidadão facilita acesso a serviços públicos em Rondônia

Edição recente registrou grande procura

Recentemente, o programa realizou uma edição no município de Jaru. Na ocasião, a ação registrou 2.043 atendimentos. Portanto, o número mostra a grande procura da população pelos serviços oferecidos.

Por esse motivo, o governo tem ampliado as edições do Rondônia Cidadã em diferentes municípios e distritos. Dessa maneira, mais moradores conseguem acessar serviços públicos essenciais.

Dado que mostra o impacto do programa

2.043 atendimentos foram registrados na última edição do Rondônia Cidadã realizada em Jaru, demonstrando a alta demanda pelos serviços gratuitos.

Serviços gratuitos chegam a Rio Pardo neste fim de semana

Com a nova edição do programa, moradores de Rio Pardo terão a oportunidade de resolver diversas demandas em um único lugar. Além disso, o atendimento gratuito facilita o acesso a direitos básicos e amplia a presença do poder público na região.

Assim, a expectativa é que a ação atraia grande participação da população durante o fim de semana.

Serviço

Evento: Programa Rondônia Cidadã

Local: EEEFM Fernando de Souza Gomes

Endereço: Avenida Tiradentes, distrito de Rio Pardo

Datas: 14 e 15 de março

Sábado: 8h às 16h

Domingo: 8h às 12h

 

Fonte: Governo de Rondônia

WhatsApp cria contas supervisionadas para crianças e amplia controle dos pais

0
Pai observa criança usando celular enquanto WhatsApp anuncia contas supervisionadas para menores
Novo recurso do WhatsApp permitirá que pais supervisionem contas de crianças e controlem contatos, grupos e privacidade.

O WhatsApp anunciou a criação de contas supervisionadas para crianças menores de 13 anos. Com a novidade, os pais poderão acompanhar e limitar interações dentro do aplicativo, além de definir quem pode conversar com a criança e quais grupos ela pode participar.

Resumo da mudança

O WhatsApp passará a oferecer contas supervisionadas para menores. Assim, pais poderão controlar contatos, grupos e configurações de privacidade.

A mudança ocorre em meio à crescente pressão sobre plataformas digitais para reforçar a proteção de crianças na internet. Além disso, a atualização acontece pouco antes da entrada em vigor da Lei 15.211/2025, conhecida como Lei Felca ou ECA Digital, que exige padrões mais rígidos de segurança para menores em ambientes digitais.

Como vão funcionar as contas supervisionadas

Para ativar o recurso, os pais precisarão usar o próprio celular e também acessar o aparelho da criança para vincular as contas. Depois disso, será possível aprovar ou bloquear contatos, revisar pedidos de mensagens de desconhecidos e controlar a participação em grupos.

Outra mudança envolve mensagens de visualização única. Nesse modo supervisionado, menores não poderão enviar nem receber esse tipo de conteúdo. Além disso, todas as configurações parentais ficarão protegidas por um PIN, garantindo que apenas os responsáveis possam alterar os controles.

O que os pais poderão controlar

Com as contas supervisionadas, os responsáveis terão acesso a ferramentas para acompanhar e limitar o uso do aplicativo por crianças.

Entre as funções previstas estão a possibilidade de definir quem pode conversar com o menor, aprovar ou bloquear a entrada em grupos e revisar solicitações de mensagens de contatos desconhecidos.

Os pais também poderão ajustar configurações de privacidade da conta, além de impedir o uso de alguns recursos, como mensagens de visualização única. Todas as alterações serão protegidas por PIN, garantindo que apenas os responsáveis possam modificar essas regras.

Lei Felca aumenta pressão sobre plataformas

A atualização do WhatsApp também reflete mudanças no ambiente regulatório brasileiro. Com a Lei 15.211/2025, plataformas digitais passaram a ter novas responsabilidades para proteger crianças e adolescentes online.

Com isso, ferramentas de controle parental deixam de ser apenas recursos opcionais e passam a ganhar importância estratégica. A legislação busca reduzir riscos de exposição a conteúdos nocivos e interações inadequadas na internet.

O que diz a nova lei digital

A Lei 15.211/2025, conhecida como Lei Felca ou ECA Digital, estabelece regras mais rígidas para proteger crianças e adolescentes na internet.

A norma exige verificação de idade mais segura, configurações de privacidade restritas para menores e maior responsabilidade das plataformas na prevenção de conteúdos nocivos.

Nesse contexto, ferramentas como as contas supervisionadas do WhatsApp surgem para reforçar o controle parental e ampliar a proteção digital de crianças.

Acesso infantil à internet cresce rapidamente

O avanço do acesso infantil à internet também ajuda a explicar a importância dessas medidas. Segundo dados da Núcleo Ciência Pela Infância, o uso digital entre crianças cresceu rapidamente no Brasil.

Em 2015, apenas 23% das crianças entre 3 e 5 anos utilizavam internet. Já em 2024, esse número chegou a 71%, evidenciando o ritmo acelerado da digitalização da infância no país.

Uso da internet entre crianças cresce no Brasil

O acesso à internet entre crianças de 3 a 5 anos no Brasil passou de 23% em 2015 para 71% em 2024.

Pressão pública ampliou debate sobre segurança digital

Nos últimos anos, a proteção infantil nas redes sociais ganhou forte visibilidade. Denúncias envolvendo exploração da imagem de crianças ampliaram o debate e aumentaram a cobrança sobre empresas de tecnologia.

Como resultado, plataformas passaram a revisar políticas de segurança digital. Além disso, governos e autoridades intensificaram discussões sobre responsabilidade digital e proteção de menores online.

Declaração da plataforma

Segundo o WhatsApp, o recurso foi criado após relatos de pais que pediam adaptações para o uso do aplicativo por menores.

O que muda a partir de agora

Para muitas famílias, o novo recurso pode representar maior segurança digital. Isso acontece porque os pais passam a acompanhar interações dentro do aplicativo e conseguem limitar contatos desconhecidos.

No entanto, especialistas em educação digital defendem que tecnologia sozinha não resolve o problema. Por isso, diálogo familiar e orientação continuam sendo fundamentais para o uso seguro da internet.

Leia também

Com o aumento do uso de tecnologia no cotidiano, cresce também a preocupação com segurança digital e proteção de dados pessoais.


Como proteger seus dados pessoais na era da inteligência artificial
 

Nova tendência entre grandes plataformas digitais

O movimento do WhatsApp não ocorre isoladamente. Nos últimos anos, diversas plataformas adotaram restrições para contas de menores e criaram ambientes digitais mais controlados para adolescentes.

Assim, o lançamento das contas supervisionadas segue uma tendência global de reforço da segurança digital e proteção de crianças no ambiente online.

 

Fonte: Exame

Irã impõe condições para encerrar guerra com EUA e Israel

0
Presidente do Irã em destaque diante de cenário de guerra no Oriente Médio envolvendo EUA e Israel
Declaração do presidente iraniano ocorre em meio à escalada do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que o fim da guerra no Oriente Médio depende do cumprimento de três condições impostas por Teerã. A declaração marca a primeira vez em que uma autoridade iraniana menciona publicamente a possibilidade de encerrar o conflito, em meio à escalada militar entre Irã, Estados Unidos e Israel.

Panorama do conflito

Primeira sinalização pública: o Irã falou pela primeira vez em encerrar a guerra atual.

Três exigências centrais: reconhecimento dos direitos legítimos do país, reparações pelos ataques e garantias contra novas agressões.

Impacto global: o Golfo Pérsico responde por cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo.

Quais são as condições do Irã para encerrar a guerra

Segundo Pezeshkian, Teerã só admite interromper os ataques se houver reconhecimento dos “direitos legítimos” do Irã, pagamento de reparações pelas destruições provocadas por ações dos Estados Unidos e de Israel e, além disso, garantias internacionais firmes que impeçam novas agressões.

Resumo das exigências

  • Reconhecimento dos direitos legítimos do Irã
  • Pagamento de reparações pelos danos causados
  • Garantias internacionais contra futuras agressões

Em mensagem divulgada nas redes sociais, o presidente iraniano afirmou que essas medidas representam o único caminho para encerrar a guerra com Israel e os Estados Unidos. Ao mesmo tempo, ele disse ter reafirmado o compromisso do Irã com a paz regional em conversas com líderes da Rússia e do Paquistão.

Fala da autoridade

“A única maneira de pôr fim a esta guerra é reconhecer os direitos legítimos do Irã, pagar reparações e oferecer firmes garantias internacionais contra futuras agressões.”

— Masoud Pezeshkian, presidente do Irã

Como o conflito chegou a esse ponto

O atual confronto no Oriente Médio começou após ataques dos Estados Unidos e de Israel contra alvos estratégicos em território iraniano no fim de fevereiro. Esses bombardeios, segundo o conteúdo analisado, resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei e de parte da cúpula militar iraniana, o que desencadeou uma nova onda de retaliações e ampliou a tensão regional.

Como a guerra começou

A escalada começou após ataques a alvos estratégicos no Irã no fim de fevereiro.

Depois disso, Teerã respondeu com ações contra bases americanas e posições israelenses.

Israel afirmou que manterá as operações enquanto considerar necessário.

Desde então, Teerã tem reagido com ataques a bases americanas e posições israelenses. Além disso, o governo iraniano elevou ameaças a embarcações ligadas aos dois países no Golfo Pérsico, uma das áreas mais sensíveis para a segurança energética global.

Por que o Golfo Pérsico preocupa o mundo

A tensão na região não afeta apenas os países diretamente envolvidos. O Golfo Pérsico é uma rota estratégica para o transporte de petróleo e, por isso, qualquer agravamento do conflito pode pressionar o mercado internacional de energia, elevar custos logísticos e aumentar a volatilidade econômica.

Importância estratégica do Golfo Pérsico

Cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo passa pelo Golfo Pérsico, o que transforma a região em um ponto crítico para a economia internacional.

Trump e Israel mantêm discurso de pressão

Enquanto o Irã apresenta شروط para um possível encerramento da guerra, os Estados Unidos e Israel mantêm o discurso de força. O presidente americano Donald Trump declarou que a guerra estaria praticamente encerrada, embora os confrontos e as tensões sigam em curso.

Do lado israelense, a sinalização continua dura. O governo declarou que suas operações prosseguirão enquanto for necessário, e o ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que a ofensiva só será interrompida após o cumprimento dos objetivos militares estabelecidos.

Posições em disputa

Irã: aceita discutir o fim da guerra, mas condiciona qualquer recuo a três exigências.

EUA: mantêm discurso de superioridade e indicam que o conflito estaria controlado.

Israel: promete continuar a ofensiva até alcançar todos os objetivos militares.

O que a nova fala do Irã muda no cenário

A declaração de Pezeshkian abre uma nova frente diplomática porque introduz, de forma explícita, a hipótese de um fim negociado. No entanto, as exigências impostas por Teerã mostram que uma trégua ainda depende de concessões difíceis, sobretudo porque o tom dos adversários continua marcado por pressão militar e desconfiança mútua.

Leia também

🔎 Operação mira rede de armas feitas em impressoras 3D no Brasil

Investigação policial apura a produção e a venda de peças de armas com impressoras 3D, além da circulação de arquivos digitais que ensinam a montagem de armamentos sem rastreamento.

⚖️ Delegada Amanda Souza relembra tragédia após caso semelhante em Itumbiara

Após um crime semelhante em Itumbiara, a delegada revive a dor da perda dos filhos e faz um alerta público sobre ameaças, violência psicológica e a cultura de culpabilização das vítimas.

🚨 Estudante de medicina é alvo da PF por vender canetas emagrecedoras

A investigação aponta venda irregular de medicamentos de uso controlado pela internet, com alerta da Polícia Federal para riscos graves à saúde e pena que pode chegar a 15 anos de prisão.

Na prática, a fala do presidente iraniano reposiciona o debate internacional. Por um lado, sinaliza disposição política para discutir o encerramento do conflito. Por outro, deixa claro que o Irã não pretende recuar sem reparação, reconhecimento e garantias de segurança.

Leitura estratégica

A sinalização iraniana não representa um cessar-fogo imediato. Ela funciona, antes de tudo, como uma proposta pública de saída condicionada, em meio à continuidade da escalada militar.

Assim, o cenário continua instável. A abertura diplomática existe, porém ainda convive com bombardeios, ameaças cruzadas e disputa por narrativa. Para o mercado internacional e para a segurança regional, o peso dessa declaração está menos em uma paz próxima e mais no fato de que, pela primeira vez, o Irã colocou publicamente na mesa os termos para encerrar a guerra.

 

Fonte: G1

Operação mira rede de armas feitas em impressoras 3D no Brasil

0
Arma produzida em impressora 3D ao lado de equipamento de impressão durante investigação policial
Impressora 3D produz peça de arma enquanto investigadores analisam armamento fabricado com tecnologia digital.

Uma operação policial colocou no centro do debate um novo desafio para a segurança pública brasileira: a produção e a venda de armas feitas em impressoras 3D. Atualmente, autoridades investigam uma rede suspeita de fabricar e comercializar peças de armamentos utilizando tecnologia digital, ampliando o risco de circulação de armas sem rastreamento.

Dados da operação

As investigações apontam que suspeitos produziam peças e componentes de armas utilizando impressoras 3D e divulgavam arquivos digitais com instruções detalhadas de montagem.

Além disso, autoridades identificaram circulação interestadual dos materiais e possível comercialização por meio de plataformas digitais.

De acordo com investigadores, o grupo utilizava impressoras 3D para produzir partes estruturais das armas, enquanto outras peças eram adquiridas separadamente. Dessa forma, os suspeitos conseguiam montar armamentos completos sem passar pelos mecanismos tradicionais de controle e registro.

Armas e peças produzidas em impressoras 3D apreendidas em operação policial contra fabricação clandestina de armamentos.
Autoridades apreenderam armas, peças produzidas em impressoras 3D, carregadores e munições durante investigação sobre fabricação clandestina de armamentos.

Paralelamente à produção física, a investigação revelou a existência de manuais técnicos e arquivos digitais compartilhados em ambientes online. Esses documentos ensinariam interessados a imprimir, montar e ajustar os armamentos, ampliando significativamente o alcance da atividade ilegal.

Como funcionava o esquema investigado

Segundo a apuração policial, o grupo possuía funções bem definidas dentro da rede investigada. Enquanto alguns integrantes atuavam na produção das peças em impressoras 3D, outros seriam responsáveis pela divulgação dos projetos digitais e pelo contato com possíveis compradores.

Além da produção, investigadores apontam que pagamentos poderiam ocorrer por meios digitais que dificultam o rastreamento financeiro. Assim, a rede conseguiria distribuir peças e acessórios para diferentes regiões do país sem exposição direta dos envolvidos.

Como funciona a fabricação de armas em impressoras 3D

A impressão 3D permite fabricar objetos a partir de arquivos digitais utilizando materiais plásticos ou resinas.

Por isso, especialistas alertam que a tecnologia pode ser usada tanto para inovação industrial quanto para a fabricação clandestina de componentes de armas.

O principal desafio para as autoridades está na rastreabilidade dessas armas. Diferentemente das armas produzidas pela indústria tradicional, muitas peças fabricadas em impressoras 3D não possuem número de série. Como consequência, identificar a origem do armamento torna-se muito mais difícil durante investigações criminais.

Outro fator que preocupa especialistas é a disseminação de arquivos digitais na internet. Com isso, torna-se possível reproduzir essas armas em diferentes locais, inclusive utilizando equipamentos domésticos.

Por que armas impressas em 3D preocupam autoridades

A fabricação de armas impressas em 3D passou a chamar atenção de autoridades em vários países. Isso ocorre porque a tecnologia permite produzir partes importantes do armamento sem depender de fábricas especializadas.

Além disso, o compartilhamento de arquivos digitais facilita a reprodução dessas armas. Portanto, especialistas afirmam que a combinação entre tecnologia acessível e redes online cria um cenário complexo para a segurança pública.

Dados científicos

  • Pesquisas internacionais registraram crescimento de casos envolvendo armas produzidas por impressão 3D nos últimos anos.
  • Estudos apontam que equipamentos domésticos já conseguem fabricar peças estruturais de armamentos.
  • Muitos desses armamentos são classificados como “armas fantasmas”, pois não possuem número de série.

Diante desse cenário, autoridades brasileiras e estrangeiras passaram a acompanhar com mais atenção casos envolvendo fabricação digital de armamentos. Ao mesmo tempo, investigações buscam identificar redes que compartilham projetos técnicos e instruções de montagem.

Especialistas apontam novo desafio para segurança pública

“A combinação entre tecnologia digital e redes online amplia o desafio das autoridades. Por isso, operações integradas e investigação especializada são fundamentais para conter a disseminação dessas armas.”

Especialistas em segurança pública ressaltam que os sistemas tradicionais de controle de armas não foram projetados para lidar com esse tipo de tecnologia. Por esse motivo, diversos países passaram a discutir novas formas de monitoramento e regulamentação.

Enquanto isso, operações policiais buscam identificar grupos que exploram essas tecnologias para produzir armamentos clandestinos. Dessa maneira, o combate ao crime armado passa a envolver também inteligência digital e monitoramento online.

Nos próximos desdobramentos, autoridades devem aprofundar a investigação para identificar outros envolvidos e possíveis compradores dos materiais. Ao mesmo tempo, o avanço das tecnologias de impressão 3D reforça a necessidade de cooperação entre diferentes órgãos de segurança.

 

Fonte: G1

Toffoli se declara suspeito e deixa relatoria da CPI do Banco Master

0
Ministro Dias Toffoli do STF deixa relatoria de ação sobre CPI do Banco Master
Ministro Dias Toffoli se declara suspeito e deixa relatoria de ação no STF sobre a CPI do Banco Master

O ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu se declarar suspeito para analisar a ação que pede à Corte que determine à Câmara dos Deputados a instalação da CPI do Banco Master. Com isso, o processo deixa o gabinete do ministro e segue para redistribuição entre os demais integrantes do Supremo Tribunal Federal.

Atualização do processo no STF

O ministro Dias Toffoli informou ao STF que não participará da análise da ação sobre a CPI do Banco Master. Assim, o sistema do Supremo redistribuirá o processo para outro ministro da Corte.

A ação questiona a demora da Câmara dos Deputados em instalar a comissão parlamentar destinada a investigar o caso Banco Master. Inicialmente, Dias Toffoli havia sido sorteado relator do processo. No entanto, após declarar suspeição, o ministro deixou a condução do caso.

Agora, o STF designará outro ministro para relatar o processo. A partir disso, o novo relator analisará o pedido que busca obrigar a Câmara a instalar a CPI do Banco Master.

Entenda o pedido levado ao STF

A ação apresentada ao STF tenta obrigar a Câmara dos Deputados a instalar a CPI do Banco Master. Segundo os autores da iniciativa, a abertura da comissão representa um instrumento constitucional de fiscalização do Congresso.

Além disso, parlamentares afirmam que a investigação parlamentar pode esclarecer fatos relacionados ao caso Banco Master. Por isso, recorreram ao Supremo para questionar a demora na análise do pedido dentro da Câmara.

O que está em discussão no STF

  • ação pede a instalação da CPI do Banco Master
  • processo tramita no STF
  • Dias Toffoli havia sido sorteado relator
  • ministro decidiu se declarar suspeito
  • Supremo redistribuirá o processo a outro ministro

Pressão política para investigação

A discussão sobre a criação da CPI do Banco Master ganhou espaço no debate político em Brasília. Parlamentares que apoiam a investigação defendem que o Congresso avance na apuração do caso.

Enquanto isso, a ação no STF acompanha o impasse político sobre a instalação da comissão. Dessa forma, a decisão do Supremo poderá influenciar o andamento da investigação parlamentar.

Trecho do processo apresentado ao STF

“O presidente da Câmara está a impedir que o parlamento desempenhe um de seus mais relevantes misteres, que é o de investigar e fiscalizar.”

— Deputado Rodrigo Rollemberg, autor da ação sobre a CPI do Banco Master

Contexto do caso

O caso Banco Master ganhou repercussão política após parlamentares defenderem a criação de uma comissão parlamentar para investigar o tema. Desde então, o debate envolve tanto o Congresso quanto o STF.

Assim, a ação apresentada ao Supremo questiona a demora da Câmara dos Deputados em instalar a CPI do Banco Master. Os autores do pedido afirmam que a investigação parlamentar precisa avançar.

Próximos passos do processo

Agora, o STF redistribuirá o processo entre os ministros da Corte. Depois disso, o novo relator decidirá os próximos passos da ação relacionada à CPI do Banco Master.

Enquanto isso, o debate político sobre o caso Banco Master continua no Congresso Nacional e segue sob acompanhamento do STF.

 

Fonte: CNN Brasil

Irã diz que não disputará a Copa do Mundo e cria crise para a Fifa

0
Jogador da seleção do Irã em frente ao troféu da Copa do Mundo em meio a crise política internacional
Declaração do governo iraniano levanta dúvidas sobre a participação da seleção do Irã na Copa do Mundo

O governo do Irã afirmou nesta quarta-feira que a seleção nacional não participará da Copa do Mundo de 2026. A declaração, feita pelo ministro do Esporte, Ahmad Donyamali, elevou a tensão em torno do torneio e colocou a Fifa diante de um cenário político e esportivo delicado.

Entenda o caso

O Irã sinalizou que pode abrir mão da vaga no Mundial de 2026 em meio à guerra com forte envolvimento dos Estados Unidos, um dos países-sede da competição.

A fala do ministro ocorre em meio ao agravamento da crise regional e após acusações diretas contra os Estados Unidos. Segundo a declaração oficial, o país não vê condições políticas, institucionais e de segurança para manter sua presença em uma competição que terá partidas em território americano.

Além disso, o caso ganhou repercussão imediata porque o Irã já está classificado para o torneio e havia sido sorteado no Grupo G. Com isso, a possibilidade de desistência passa a ter impacto direto sobre a tabela, a logística da competição e a própria condução da Fifa diante de um conflito internacional em curso.

Declaração do ministro aumenta incerteza sobre o Mundial

A manifestação de Ahmad Donyamali foi dura e trouxe um tom de rompimento. Na prática, o governo iraniano indicou que a participação da equipe está inviabilizada pelas recentes ações militares e pelo ambiente de instabilidade que se formou no país.

Esse posicionamento amplia a incerteza porque não se trata apenas de uma dificuldade operacional. Trata-se, sobretudo, de uma decisão com peso geopolítico, já que a Copa de 2026 será sediada por Estados Unidos, México e Canadá. Portanto, a crise ultrapassa o futebol e passa a atingir a organização de um dos maiores eventos esportivos do planeta.

Por que isso importa

  • Envolve uma seleção já classificada para a Copa do Mundo
  • Afeta jogos previstos em solo dos Estados Unidos
  • Cria pressão imediata sobre a Fifa
  • Une esporte, diplomacia e segurança internacional

Grupo do Irã e jogos nos Estados Unidos pesam na decisão

O sorteio da Copa do Mundo colocou o Irã no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. As três partidas da equipe estavam programadas para acontecer nos Estados Unidos, com dois jogos em Los Angeles e um em Seattle.

Esse detalhe ajuda a explicar a gravidade do impasse. Como os confrontos da fase de grupos ocorreriam justamente em território americano, a fala do ministro ganha um peso ainda maior. Dessa forma, a eventual retirada da seleção deixaria uma vaga em aberto e exigiria resposta rápida da Fifa.

Além disso, o Irã foi o único país ausente de uma recente cúpula de planejamento da Fifa com as seleções classificadas. A ausência já havia aumentado as dúvidas sobre a permanência da equipe no torneio. Agora, com a declaração pública do governo, a indefinição se tornou ainda mais séria.

Fifa tenta manter discurso de inclusão em meio à crise

Mesmo com a tensão crescente, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou mais cedo que tratou do tema com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo ele, houve sinalização de que a equipe iraniana seria bem-vinda para disputar a competição.

No entanto, o gesto político não foi suficiente para conter a escalada da crise. Isso porque a posição do governo iraniano está diretamente ligada ao conflito em andamento e à percepção de insegurança dentro do país. Assim, o futebol passou a refletir de forma direta o desgaste diplomático entre Teerã e Washington.

Declaração que mudou o cenário

O governo iraniano indicou que a seleção não participará do Mundial em nenhuma circunstância, o que transformou uma tensão diplomática em crise esportiva global.

O que pode acontecer se o Irã desistir da Copa

Se a desistência for oficializada, a Fifa precisará decidir como preencher a vaga deixada pela seleção iraniana. Esse é o ponto mais sensível da discussão no momento. Embora o regulamento permita atuação da entidade, a forma de substituição tende a gerar debate e pressão internacional.

Por outro lado, o caso também pode abrir uma discussão sobre sanções esportivas, multas e impactos futuros para a federação iraniana. Ainda assim, a tendência é que qualquer definição leve em conta não apenas a regra esportiva, mas também o ambiente político que cerca a competição.

Leia também
Camisa reserva da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 vaza e gera debate entre torcedores.

👉 Acesse a reportagem completa 

Além do aspecto técnico, a crise ameaça afetar o próprio clima de preparação para a Copa. Um torneio pensado para reunir seleções de todos os continentes agora passa a conviver com o risco de ausência de um país classificado em razão de guerra, tensão diplomática e insegurança regional.

Os fatos principais do caso

País: Irã

Competição: Copa do Mundo de 2026

Países-sede: Estados Unidos, México e Canadá

Grupo do Irã: Grupo G

Adversários: Bélgica, Egito e Nova Zelândia

Jogos previstos: Los Angeles e Seattle, nos Estados Unidos

Autor da declaração: Ahmad Donyamali, ministro do Esporte do Irã

Situação: participação da seleção iraniana está sob forte risco

Crise entre geopolítica e futebol pode ganhar novos capítulos

O caso do Irã mostra como a Copa do Mundo de 2026 já começa a ser impactada por fatores muito além das quatro linhas. A fala do ministro transforma uma preocupação diplomática em um problema concreto para a organização do torneio.

Agora, a expectativa se volta para um eventual posicionamento formal da Fifa e para a confirmação, ou não, da retirada iraniana. Até lá, a crise seguirá no centro do debate internacional, unindo guerra, diplomacia e futebol em uma mesma pauta de alcance global.

 

Fonte: G1

Doadores de sangue participam de campanha solidária em Porto Velho durante o Junho Vermelho.

Doadores de sangue reforçam campanha solidária em Porto Velho

0
Campanha reuniu servidores, familiares e público externo para reforçar os estoques da hemorrede.
Inscrições CRESS-RO terminam em 30 de junho para concurso com vagas de níveis médio e superior.

Inscrições CRESS-RO terminam dia 30; veja cargos e salários

0
Concurso tem vagas para níveis médio e superior, salários de até R$ 3 mil e provas em duas cidades.
Corrida em Rondônia reúne atletas e famílias em prova de rua com inscrições abertas.

Corrida em Rondônia abre inscrições para atletas e famílias

0
Prova reúne corrida, caminhada e programação voltada à saúde, convivência e cidadania.
Ponte RO-495 com tráfego liberado sobre o Rio Pimenta Bueno no Cone Sul de Rondônia.

Ponte liberada no Cone Sul melhora acesso pela RO-495

0
Travessia sobre o Rio Pimenta Bueno já recebe veículos e deve facilitar a rotina na região.
Servidora de Rondônia tem direito reconhecido em portaria federal sobre aposentadoria integral.

Servidora de Rondônia tem direito reconhecido pelo governo federal

0
Aposentadoria integral foi formalizada em portaria ligada ao antigo Território Federal de Rondônia.