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Lucas Braathen ganha ouro e faz história na Olimpíada de Inverno

Lucas Pinheiro Braathen conquista ouro no slalom gigante na Olimpíada de Inverno 2026
Lucas Braathen garante a primeira medalha do Brasil na história dos Jogos Olímpicos de Inverno.

O esquiador Lucas Pinheiro Braathen ganha ouro e faz história com a 1ª medalha do Brasil na Olimpíada de Inverno, neste sábado (14), ao vencer a prova do slalom gigante em Milano-Cortina 2026. Com a conquista, o atleta se torna o primeiro brasileiro a subir ao lugar mais alto do pódio em uma edição dos Jogos de Inverno.

Além disso, o feito representa um marco para o esporte nacional, já que nenhum país sul-americano havia conquistado medalha olímpica de inverno até então.

Ouro no slalom gigante consolida momento histórico

Braathen fez o melhor tempo já na primeira descida: 1min13s92, abrindo mais de um segundo de vantagem sobre o segundo colocado. Na segunda volta, decisiva, ele desceu por último e, mesmo sob pressão, manteve a liderança.

O slalom gigante exige técnica refinada, estratégia e controle absoluto nas curvas amplas e nos portais mais espaçados. Por isso, a vitória reforça a maturidade competitiva do atleta, que voltou ao circuito representando o Brasil após competir pela Noruega.

Consequentemente, o ouro confirma a aposta ousada feita pelo esquiador ao decidir defender o país de origem de sua mãe.

Da aposentadoria à glória olímpica

Em 2023, Braathen anunciou aposentadoria precoce aos 23 anos, mesmo sendo campeão mundial de slalom. Na época, enfrentava conflitos com a federação norueguesa sobre direitos de imagem e patrocinadores.

No entanto, após meses no Brasil, ele decidiu retomar a carreira, mas sob novas condições. Assim, montou equipe própria e oficializou sua decisão de competir pelo Brasil.

Desde então, o atleta passou a construir trajetória inédita para o país no esqui alpino. Em 2025, já havia subido ao pódio da Copa do Mundo de Esqui Alpino, sinalizando que a medalha olímpica poderia se tornar realidade.

Pressão de representar 200 milhões de brasileiros

Antes da competição, Braathen destacou o peso histórico da missão. Ele afirmou que carregar o nome do Brasil nos Jogos de Inverno representa responsabilidade enorme, mas também privilégio.

Segundo ele, a pressão funciona como combustível para alcançar o máximo desempenho. De fato, o resultado confirmou a força mental do atleta.

Além disso, Braathen foi porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura de Milano-Cortina 2026, reforçando seu protagonismo dentro e fora das pistas.

Um atleta em busca de identidade

Nascido em Oslo, filho de pai norueguês e mãe brasileira, Braathen cresceu na Noruega. Entretanto, sempre viveu dilemas ligados à identidade cultural.

O documentário Do Meu Jeito, disponível na Globoplay, retrata a virada na carreira do atleta e sua decisão de representar o Brasil. No longa, ele relata inseguranças da juventude e conflitos internos que quase o afastaram definitivamente do esporte.

Todavia, ao assumir suas raízes brasileiras, encontrou novo propósito. Hoje, ele simboliza não apenas conquista esportiva, mas também reconexão cultural.

Marco para o esporte brasileiro

A medalha de ouro muda o patamar dos esportes de inverno no Brasil. Até então, o país participava dos Jogos com delegações reduzidas e foco em experiência competitiva.

Agora, com o ouro olímpico, abre-se novo capítulo para investimentos, formação de atletas e maior visibilidade internacional.

Além disso, o Comitê Olímpico Brasileiro já reconhece que os Jogos de Inverno nunca tiveram tanta repercussão no país como nesta edição.

Impacto internacional

O feito também projeta o Brasil no cenário global do esqui alpino. Tradicionalmente dominado por nações europeias e norte-americanas, o esporte ganha novo protagonista fora do eixo histórico.

Assim, a vitória de Braathen redefine expectativas e amplia a presença sul-americana no esporte de inverno.

Ouro que muda a história do esporte brasileiro

Ao conquistar o ouro no slalom gigante, Lucas Pinheiro Braathen ganha ouro e faz história com a 1ª medalha do Brasil na Olimpíada de Inverno, estabelecendo marco definitivo no esporte nacional.

Mais do que medalha, a conquista simboliza identidade, coragem e transformação. E, a partir de agora, o Brasil deixa de ser coadjuvante nos Jogos de Inverno para se tornar parte da história olímpica.

Mega-Sena pode pagar R$ 62 milhões neste sábado

Volantes da Mega-Sena com destaque para prêmio de R$ 62 milhões neste sábado
Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 62 milhões no sorteio deste sábado.

A Mega-Sena pode pagar R$ 62 milhões neste sábado (14) para quem acertar as seis dezenas do concurso 2.973. O sorteio ocorre às 21h, em São Paulo. Como nenhuma aposta acertou os números no concurso anterior, o prêmio acumulou. Por isso, a expectativa entre os jogadores aumentou em todo o Brasil.

Além disso, o valor elevado costuma impulsionar o volume de apostas nas horas que antecedem o sorteio. Dessa forma, a procura cresce tanto nas casas lotéricas quanto nas plataformas digitais.

Como apostar na Mega-Sena

Os interessados podem fazer suas apostas até as 20h (horário de Brasília). As apostas podem ser registradas em qualquer lotérica do país. No entanto, também é possível jogar pelo site oficial das Loterias Caixa ou pelo aplicativo disponível para celular e computador.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6. Por outro lado, quem deseja aumentar as chances pode marcar mais números no volante, embora o valor da aposta suba proporcionalmente.

Além disso, o pagamento online pode ser feito via PIX, cartão de crédito ou internet banking para correntistas da Caixa. Para participar, entretanto, é obrigatório ter 18 anos ou mais.

Sorteios acontecem três vezes por semana

A Mega-Sena realiza sorteios às terças, quintas e sábados. Portanto, quando o prêmio acumula, como ocorreu nesta semana, o valor pode crescer rapidamente. Consequentemente, a loteria passa a atrair ainda mais apostadores.

Enquanto isso, os jogadores acompanham a expectativa de que o prêmio continue subindo caso ninguém acerte as seis dezenas novamente.

Probabilidades variam conforme a aposta

A probabilidade de ganhar depende da quantidade de dezenas escolhidas. Em um jogo simples, com seis números, a chance de acertar as seis dezenas é de 1 em 50.063.860.

Por outro lado, na aposta máxima, com 20 dezenas — que custa R$ 232.560 — a probabilidade aumenta para 1 em 1.292. Ainda assim, trata-se de um investimento elevado, o que leva a maioria dos apostadores a optar pela aposta mínima.

Prêmio milionário movimenta o país

Com R$ 62 milhões em jogo, a Mega-Sena deste sábado promete forte movimentação. Além do sonho de se tornar milionário da noite para o dia, muitos apostadores veem na loteria uma oportunidade de transformar a própria realidade financeira.

Assim, o concurso 2.973 chega cercado de expectativa. Agora, resta aguardar o sorteio para saber se alguém acertará as seis dezenas ou se o prêmio continuará acumulando.

Fonte: G1

Após Toffoli deixar relatoria, caso Master no STF pode mudar com Mendonça

Investigação do Banco Master no STF com Toffoli à esquerda, André Mendonça à direita e estátua do Supremo ao centro
Mudança na relatoria pode alterar rumos da investigação do Banco Master no STF.

A investigação do Banco Master no STF entra em nova fase após Toffoli deixar a relatoria do caso. Com o sorteio do ministro André Mendonça, o processo pode sofrer mudanças importantes, inclusive na análise do sigilo das provas e na definição sobre qual instância deve conduzir o julgamento.

O Banco Master teve liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em novembro de 2025. Desde então, a Polícia Federal apura um suposto esquema de fraudes financeiras que envolvem executivos e empresários ligados à instituição.

O que pode mudar com Mendonça na relatoria

Com a redistribuição, Mendonça passa a ter poder para revisar decisões tomadas por Toffoli. Embora o STF tenha rejeitado pedido de suspeição contra o ministro, o novo relator pode reavaliar medidas consideradas controversas.

Entre os pontos que podem ser revistos estão:

  • Permanência da investigação no STF

  • Sigilo imposto ao processo

  • Restrição ao acesso às provas

  • Eventual envio do caso à primeira instância

Em janeiro, Toffoli determinou que todo o material apreendido pela Polícia Federal fosse lacrado e armazenado na sede do Supremo. A PF havia recolhido carros de luxo, relógios, dinheiro em espécie e bloqueado bens estimados em R$ 5,7 bilhões.

Agora, Mendonça poderá manter, modificar ou revogar essas decisões.

Por que Toffoli deixou o caso

A saída ocorreu após relatório da Polícia Federal mencionar o ministro no âmbito das investigações. Reportagens apontaram mensagens que fariam referência à empresa Maridt, da qual Toffoli é sócio, em diálogos envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Apesar disso, os dez ministros do STF afirmaram que não havia fundamento jurídico para acolher a arguição de suspeição. Ainda assim, Toffoli solicitou a redistribuição “considerando os altos interesses institucionais”.

Em nota, o ministro negou qualquer recebimento de valores e afirmou não manter relação de amizade com o investigado.

Prisões, bloqueio bilionário e operação da PF

A Operação Compliance Zero levou à prisão de Daniel Vorcaro e de Fabiano Zettel. Atualmente, Vorcaro cumpre prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

Além disso, a Polícia Federal bloqueou cerca de R$ 5,7 bilhões em bens e ativos. A defesa sustenta que o empresário colabora integralmente com as autoridades.

Pressão política aumenta tensão no STF

Paralelamente, senadores protocolaram pedido de impeachment contra Toffoli. Trata-se do quarto pedido desde sua indicação ao Supremo, em 2009.

Embora o STF tenha reafirmado a validade dos atos praticados pelo ministro, a redistribuição reforça o ambiente de tensão institucional em torno da investigação do Banco Master no STF.

O que está em jogo agora

A decisão de Mendonça poderá influenciar o futuro do processo. Caso envie a investigação à primeira instância, o ritmo e a condução poderão mudar significativamente. Por outro lado, se mantiver as decisões anteriores, o caso seguirá sob supervisão direta do Supremo.

Portanto, a troca de relator não é apenas formal. Ela pode redefinir o rumo de um dos casos mais sensíveis envolvendo o setor bancário e o STF nos últimos anos.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese

Nefrologista revela as frutas que mais beneficiam a saúde dos rins

Cuidar da saúde renal exige atenção diária. O nefrologista revela as frutas que mais beneficiam a saúde dos rins e reforça que não existe solução milagrosa, mas sim escolhas alimentares inteligentes. Segundo o médico Elber Rocha, uma alimentação equilibrada reduz riscos cardiovasculares e ajuda a preservar a função renal ao longo do tempo.

Rins exercem funções essenciais no organismo

De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), os rins desempenham quatro funções fundamentais. Eles filtram toxinas do sangue, regulam a formação do sangue, fortalecem os ossos e equilibram a pressão arterial. Além disso, controlam o balanço químico e o volume de líquidos no corpo.

Todos os anos, cerca de 21 mil brasileiros iniciam tratamento por hemodiálise ou diálise peritoneal. Portanto, a prevenção se torna indispensável. Embora alguns pacientes recuperem parte da função renal, a maioria depende de tratamento contínuo. Em alguns casos, o transplante renal surge como alternativa.

Não existe “fruta milagrosa”, alerta especialista

O nefrologista revela as frutas que mais beneficiam a saúde dos rins, mas faz um alerta importante: nenhuma fruta age sozinha. Segundo Elber Rocha, proteger os rins exige um padrão alimentar com mais plantas, menos ultraprocessados e baixo teor de sódio.

Além disso, o controle da pressão arterial e da glicemia também desempenha papel decisivo. Quando esses fatores estão equilibrados, o risco de danos renais diminui significativamente.

“Algumas frutas se destacam porque atuam em mecanismos que reduzem o risco cardiovascular e de cálculos renais. Esses são dois grandes inimigos dos rins”, explica o especialista.

Frutas vermelhas se destacam na proteção renal

Com base em referências científicas, incluindo artigos da Revista Clínica da Sociedade Americana de Nefrologia, as frutas vermelhas apresentam benefícios relevantes. Morango, mirtilo e amora concentram polifenóis e antocianinas, compostos com ação antioxidante e anti-inflamatória.

Essas substâncias contribuem para a saúde vascular. Como consequência, ajudam no controle da pressão arterial, um dos principais pilares da proteção renal.

Estudos clínicos e meta-análises indicam que as antocianinas podem promover melhora modesta na pressão arterial em determinados contextos. Embora os resultados variem entre pesquisas, manter a pressão controlada reduz o desgaste dos rins ao longo do tempo.

Como incluir essas frutas na rotina

O especialista recomenda consumir uma porção diária das frutas vermelhas, preferencialmente in natura e sem adição de açúcar. Por exemplo, iogurte natural com morangos ou um mix de frutas pode ser uma opção prática e acessível.

No entanto, a recomendação deve sempre considerar o histórico individual do paciente. Pessoas com doença renal avançada, por exemplo, precisam de orientação específica quanto ao consumo de potássio.

Alimentação equilibrada é a base da prevenção

Em resumo, o nefrologista revela as frutas que mais beneficiam a saúde dos rins, mas reforça que a base da prevenção está no conjunto da dieta. Reduzir sal, evitar ultraprocessados e controlar doenças crônicas fazem diferença real na preservação da função renal.

Portanto, mais do que buscar uma fruta específica, o caminho mais seguro envolve hábitos consistentes. Alimentação balanceada, controle da pressão e acompanhamento médico formam o tripé essencial para proteger os rins ao longo da vida.

Caso Master: suspeito joga mala com dinheiro pela janela em operação da PF

Dinheiro espalhado no chão durante investigação do Banco Master
PF recupera dinheiro arremessado durante investigação do Banco Master

A investigação do Banco Master ganhou novo desdobramento nesta quarta-feira (11), quando um suspeito jogou uma mala com dinheiro pela janela ao perceber a chegada da Polícia Federal. A ação integra a terceira fase da Operação Barco de Papel, que apura possíveis irregularidades envolvendo investimentos do Rioprevidência na instituição financeira.

PF age rapidamente e recupera dinheiro arremessado

Logo no início da operação, agentes cumpriram mandados em Balneário Camboriú e Itapema, em Santa Catarina. Durante a abordagem em um dos imóveis, um dos ocupantes lançou uma mala com dinheiro em espécie pela janela. No entanto, os policiais agiram imediatamente e recuperaram o montante.

Além disso, a equipe apreendeu dois veículos de luxo e dois celulares. A 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro autorizou as buscas após surgirem indícios de obstrução das investigações.

Investigação mira possível retirada de bens antes da operação

Segundo a Polícia Federal, surgiram informações de que aliados do investigado retiraram objetos do apartamento em Botafogo antes da última ação policial. Por isso, a nova fase buscou localizar bens e materiais que possam esclarecer o destino de recursos públicos.

Dessa forma, a PF tenta impedir qualquer tentativa de ocultação de provas. Ao mesmo tempo, os investigadores analisam documentos e dispositivos eletrônicos apreendidos para aprofundar as apurações.

Aplicações milionárias estão no centro do Caso Master

A Operação Barco de Papel investiga possíveis crimes contra o sistema financeiro ligados a investimentos do Rioprevidência em letras financeiras emitidas pelo Banco Master. Posteriormente, o Banco Central liquidou a instituição.

Entre novembro de 2023 e julho de 2024, o fundo previdenciário estadual aplicou cerca de R$ 970 milhões no banco. Agora, os investigadores querem esclarecer se houve irregularidades na gestão desses recursos.

Pressão política aumenta após episódio da mala com dinheiro

Com o episódio da mala arremessada pela janela, o Caso Master ganhou ainda mais repercussão nacional. Além do impacto jurídico, o caso também amplia o debate sobre a administração de recursos públicos.

Enquanto isso, a Polícia Federal continua a analisar o material apreendido. A depender dos resultados, novas medidas judiciais poderão ocorrer nos próximos dias.

Fonte: SBT news

Decreto inclui o Ligue 180 no Pacto Nacional contra o Feminicídio

Arte destaca o Ligue 180 integrado ao Pacto contra o Feminicídio com silhueta feminina e número 180 em evidência.
Decreto inclui o Ligue 180 no Pacto Nacional contra o Feminicídio e reforça a rede de proteção às mulheres.

O governo federal publicou o decreto que inclui o Ligue 180 no Pacto Nacional contra o Feminicídio, fortalecendo a articulação entre União, estados e municípios no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas. A medida reforça o papel estratégico da Central de Atendimento à Mulher como ferramenta de acolhimento, proteção e prevenção.

A norma foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes, e já está em vigor.

O que muda com a inclusão do Ligue 180

Com o novo decreto, o Ligue 180 passa a integrar formalmente o eixo estruturante de prevenção secundária do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. Dessa forma, o serviço assume posição central na articulação de denúncias, encaminhamentos e produção de dados sobre violência de gênero.

Além disso, o texto atualiza normas que regulamentam o funcionamento da central. O governo, portanto, moderniza fluxos, amplia a integração institucional e fortalece a capacidade de resposta às denúncias.

Segundo o decreto, após registrar uma denúncia, o Ligue 180 deverá:

  • Direcionar a mulher à Rede de Atendimento em situação de violência

  • Encaminhar possíveis infrações penais às autoridades competentes

  • Produzir base estatística para subsidiar políticas públicas

Atendimento 24 horas por dia

O decreto determina que o número 180 permaneça disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive fins de semana e feriados. O atendimento pode ocorrer por:

  • Ligações locais ou de longa distância

  • Telefones fixos ou móveis

  • Aplicativos de mensagens

  • Canais digitais do Ministério das Mulheres

Além disso, estados e municípios poderão aderir formalmente ao sistema por meio de acordos de cooperação técnica. Esses acordos devem garantir interoperabilidade de dados e respeito à Lei Geral de Proteção de Dados.

Atualização após 20 anos de funcionamento

Criado há duas décadas, o Ligue 180 consolidou-se como serviço público essencial no enfrentamento à violência contra a mulher. Ao longo desse período, a central ampliou a cobertura para brasileiras no exterior e integrou canais digitais ao atendimento.

Agora, com a inclusão no Pacto Nacional contra o Feminicídio, o serviço passa a atuar de forma ainda mais estratégica e articulada.

Atualmente, o Ligue 180 também integra o Programa Mulher Viver sem Violência e a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.

Dados revelam urgência no combate ao feminicídio

Os números do sistema de Justiça reforçam a dimensão do problema. Em 2025, a Justiça brasileira julgou, em média, 42 casos de feminicídio por dia, totalizando 15.453 julgamentos — aumento de 17% em relação ao ano anterior.

No mesmo período, foram concedidas 621.202 medidas protetivas, o equivalente a 70 por hora.

Além disso, o Ligue 180 registrou, em média, 425 denúncias por dia em 2025.

Diante desse cenário, o governo federal defende uma atuação coordenada entre Executivo, Legislativo e Judiciário para prevenir a violência letal contra mulheres e meninas.

Pacto Nacional reforça prioridade do tema

Ao integrar oficialmente o Ligue 180 ao Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, o decreto consolida uma política pública de caráter permanente. O objetivo é acelerar medidas protetivas, fortalecer redes de enfrentamento e ampliar ações educativas.

Portanto, o governo busca tratar a violência de gênero como crise estrutural que exige resposta contínua e integrada.

A medida também prevê ampla divulgação do número 180 em meios de comunicação, estabelecimentos públicos e privados.

Treinar a velocidade do cérebro pode reduzir o risco de Alzheimer

Idoso com cérebro iluminado simbolizando treinamento cognitivo para reduzir risco de Alzheimer
Estudo indica que treinamento de velocidade cerebral pode reduzir risco de Alzheimer em idosos

Treinar a velocidade do cérebro pode reduzir o risco de Alzheimer, segundo um estudo de longo prazo realizado nos Estados Unidos. A pesquisa acompanhou mais de 2.800 idosos com idade média de 74 anos. Ao longo de 20 anos, os cientistas identificaram uma redução de 25% nos diagnósticos de demência entre participantes que realizaram um tipo específico de treinamento cognitivo.

No entanto, nem todos os exercícios apresentaram o mesmo efeito.

Jogo de atenção dividida apresentou melhor resultado

Inicialmente, os pesquisadores testaram três modalidades dentro do estudo ACTIVE (Advanced Cognitive Training for Independent and Vital Elderly). O projeto começou em 1998 e avaliou diferentes formas de estimulação cognitiva.

Primeiramente, um grupo treinou memória com técnicas para memorizar listas e histórias. Em seguida, outro grupo trabalhou raciocínio lógico e identificação de padrões. Por fim, o terceiro grupo participou de um jogo computadorizado focado em velocidade de processamento e atenção dividida.

Surpreendentemente, apenas o terceiro modelo apresentou impacto significativo no risco de demência.

Nesse treinamento, os participantes identificavam imagens centrais enquanto detectavam estímulos periféricos que surgiam cada vez mais rápido. À medida que o desempenho melhorava, o nível de dificuldade aumentava automaticamente. Portanto, o cérebro era constantemente desafiado.

Redução de 25% foi observada após 20 anos

Posteriormente, os pesquisadores cruzaram os dados dos voluntários com registros de saúde do Medicare. Como resultado, identificaram 25% menos diagnósticos de demência no grupo que completou o treinamento de velocidade.

Entretanto, o benefício apareceu apenas entre aqueles que também participaram das sessões de reforço ao longo dos anos. Ou seja, a prática contínua foi determinante.

No total, os participantes realizaram cerca de 22,5 horas de treinamento estruturado. Ainda assim, o impacto se manteve duas décadas depois.

Por que a velocidade pode proteger o cérebro

Segundo os autores, o treinamento de velocidade ativa áreas cerebrais ligadas à aprendizagem implícita. Esse tipo de aprendizado ocorre automaticamente, sem estratégia consciente. Além disso, envolve circuitos neurais diferentes dos utilizados em exercícios tradicionais de memória.

Dessa forma, o cérebro pode aumentar sua conectividade e fortalecer a chamada reserva cognitiva. Em outras palavras, ele ganha maior capacidade de manter o funcionamento normal mesmo diante de alterações associadas ao envelhecimento.

Além disso, estudos recentes indicam que esse treinamento pode preservar a acetilcolina, neurotransmissor essencial para foco, atenção e memória. Portanto, o efeito pode ir além da simples melhora de desempenho em jogos.

Treinamento não substitui hábitos saudáveis

Apesar dos resultados positivos, especialistas alertam que o Alzheimer é uma doença complexa. Assim, nenhuma intervenção isolada garante proteção total.

Por isso, médicos recomendam um conjunto de estratégias. Entre elas estão:

  • Alimentação equilibrada

  • Exercícios físicos regulares

  • Controle da pressão arterial

  • Sono de qualidade

  • Redução do estresse

  • Vida social ativa

Portanto, o treinamento cognitivo deve ser visto como parte de um plano mais amplo de saúde cerebral.

O que o estudo indica para o futuro

Embora mais pesquisas sejam necessárias para comprovar os mecanismos biológicos envolvidos, os dados são promissores. Afinal, intervenções simples e acessíveis podem gerar impacto significativo na prevenção da demência.

Diante do envelhecimento acelerado da população, estratégias baseadas em evidências científicas ganham ainda mais relevância. Assim, treinar a velocidade do cérebro pode se tornar ferramenta complementar importante na promoção da saúde mental ao longo da vida.

Exploração infantil online pode virar crime de organização criminosa

Exploração infantil online pode virar crime de organização criminosa no Brasil
Projeto aprovado na Câmara amplia combate à exploração infantil no ambiente digital

A exploração infantil online pode passar a ser enquadrada como crime de organização criminosa no Brasil. A mudança está prevista em um projeto de lei aprovado nesta terça-feira (10) pela Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. A proposta amplia o alcance da Lei das Organizações Criminosas e fortalece o combate a crimes cometidos no ambiente digital.

A iniciativa ganhou força após a identificação de esquemas estruturados de exploração infantil em plataformas online. Segundo parlamentares, esses crimes não ocorrem de forma isolada. Pelo contrário, envolvem redes organizadas, com divisão de tarefas e atuação contínua.

Endurecimento da legislação contra crimes digitais

O texto reconhece que crimes digitais podem ter estrutura semelhante à de organizações criminosas tradicionais. Por isso, quando houver atuação coordenada, a legislação passa a permitir punições mais severas.

Além disso, o enquadramento amplia os instrumentos de investigação. Assim, autoridades poderão atuar com mais eficiência no enfrentamento desse tipo de crime.

Infiltração policial em ambientes virtuais

Um dos principais pontos do projeto autoriza a infiltração de policiais em ambientes físicos e virtuais. Isso inclui fóruns, grupos fechados e plataformas de comunicação online.

Com essa medida, investigadores poderão agir de forma encoberta. Desse modo, será possível identificar líderes, intermediários e outros integrantes dessas redes criminosas.

Caso a infiltração represente risco ao agente ou à família, o juiz poderá autorizar medidas especiais de proteção. Assim, a segurança dos envolvidos na investigação será preservada.

Medidas de proteção previstas no projeto

O texto prevê a adoção de mecanismos já usados em investigações complexas. Entre eles estão:

  • inclusão em programas de proteção a testemunhas;

  • mudança de identidade;

  • alteração de residência;

  • escolta policial especializada;

  • restrição de informações pessoais.

Essas medidas passam a valer também para crimes digitais relacionados à exploração infantil. Com isso, o Estado amplia sua capacidade de resposta.

Tramitação e próximos passos

Após a aprovação na Comissão de Segurança Pública, o projeto segue para análise nas comissões de Assistência Social e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Em seguida, poderá ser encaminhado ao plenário da Câmara.

Enquanto isso, o tema segue no centro do debate público. Especialistas avaliam que a proposta representa um avanço importante. Afinal, reconhece que a exploração infantil online é praticada por redes organizadas.

Impacto no combate à exploração infantil

Caso seja aprovado em definitivo, o projeto deve aumentar o rigor das penas. Além disso, facilitará a responsabilização dos envolvidos.

Desse modo, o endurecimento da lei tende a fortalecer o combate à exploração infantil no ambiente digital. Ao mesmo tempo, amplia a proteção de crianças e adolescentes diante do avanço do crime online.

Fonte: Metrópoles

Brasil registrou mais de 10 milhões de multas em rodovias federais em 2025

Rodovia federal com tráfego intenso usada para ilustrar recorde de multas em 2025
Brasil registrou mais de 10 milhões de multas em rodovias federais ao longo de 2025

O Brasil registrou, em 2025, um novo recorde no número de infrações de trânsito em rodovias federais. Ao longo do ano, foram aplicadas 10.277.088 multas, o maior volume desde o início da série histórica, em 2007, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Além disso, o total impressiona pela escala: são, em média, 27.397 infrações por dia, 1.141 por hora e cerca de 19 multas por minuto. Dessa forma, o resultado supera, inclusive, os números registrados em 2024, que já haviam estabelecido um patamar elevado.

Excesso de velocidade segue como principal infração

Entre os diferentes tipos de infração, o excesso de velocidade aparece novamente no topo do ranking nacional. Segundo a PRF, 6.170.111 autuações foram aplicadas a motoristas flagrados trafegando até 20% acima do limite permitido.

Em seguida, surgem as infrações relacionadas a velocidades ainda mais elevadas. Nesse caso, os registros de motoristas que ultrapassaram o limite em mais de 20% até 50% somaram 985.967 ocorrências ao longo de 2025.

Além dessas condutas, também foram frequentes:

  • veículos sem licenciamento;

  • ultrapassagens em locais proibidos;

  • desobediência às ordens de agentes de trânsito;

  • problemas de conservação e ausência de equipamentos obrigatórios.

Assim, o conjunto de infrações revela padrões recorrentes de desrespeito às normas básicas de segurança.

BR-101 lidera ranking de multas no país

Quando se observa a distribuição das infrações por rodovia, a BR-101 aparece como a mais autuada do Brasil em 2025. Ao todo, foram 2.740.305 multas, ao longo do trecho que liga o Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul.

Logo depois, aparecem:

  • BR-116 (Presidente Dutra), com 2.519.257 infrações;

  • BR-381 (Fernão Dias), com 577.619 autuações.

Por fim, completam a lista das dez rodovias federais com mais registros as BRs 153, 163, 364, 040, 277, 376 e 386, espalhadas por diferentes regiões do país. Dessa maneira, o levantamento mostra que o problema não está concentrado em apenas um estado.

Trechos mais autuados se concentram em SP e RJ

Ao analisar os pontos específicos com maior número de autuações, o destaque fica para a BR-381, na altura do km 70, em São Paulo, que liderou o ranking nacional com 131.949 infrações.

Na sequência, surgem dois trechos da BR-101, no Rio de Janeiro:

  • km 329, com 117.909 multas;

  • km 415, com 104.652 autuações.

Assim, os dados indicam que regiões de maior fluxo de veículos concentram volumes expressivos de infrações.

Fiscalização foi intensificada ao longo do ano

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o aumento no número de multas está diretamente ligado à intensificação das ações de fiscalização e prevenção em 2025. Durante o período, mais de 4,6 milhões de veículos e 5,4 milhões de pessoas foram fiscalizados.

Além disso, no combate à alcoolemia ao volante, os agentes realizaram mais de 3,5 milhões de testes, o que resultou em 51 mil infrações e na detenção de 3.643 motoristas por embriaguez.

Nesse contexto, o diretor-geral da PRF, Fernando Oliveira, reforçou que o foco das operações é a preservação da vida.
Nenhuma morte no trânsito é aceitável. Por isso, além da fiscalização, é fundamental que todos compreendam que o desrespeito às normas mata”, afirmou.

Recorde reforça alerta sobre segurança viária

Apesar do reforço na fiscalização, os números registrados em 2025 reforçam um alerta importante. Afinal, o excesso de velocidade, principal infração identificada, segue como um dos principais fatores de risco para acidentes graves e mortes no trânsito.

Portanto, especialistas destacam que, além da presença policial, educação, conscientização e respeito às leis continuam sendo essenciais para reduzir infrações e tornar as rodovias federais mais seguras. Por fim, a combinação entre fiscalização eficiente e mudança de comportamento é apontada como o caminho mais eficaz para reverter esse cenário.

Fonte: CNN Brasil

Justiça Federal manda compensar danos a povos indígenas em Rondônia

Justiça determina compensação por danos ambientais a povos indígenas em Rondônia
Decisão judicial obriga compensação ambiental por impactos causados a comunidades indígenas em Rondônia.

A compensação por danos a povos indígenas foi determinada pela Justiça Federal, que obrigou a Funai e a Santo Antônio Energia a adotar medidas para reparar impactos ambientais e sociais causados em comunidades indígenas de Rondônia, relacionados à operação da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no rio Madeira.

Com isso, a sentença estabelece obrigações objetivas, prazos definidos e fiscalização contínua das ações.

Justiça determina atualização do plano ambiental indígena

Primeiramente, a decisão obriga a atualização do Plano Básico Ambiental do Componente Indígena. O documento deverá reunir todas as ações de mitigação previstas para as comunidades afetadas.

Além disso, o plano precisará apresentar cronograma detalhado, identificação dos responsáveis e soluções para pendências registradas nas aldeias Rio Candeias e Joari.

Funai terá de consultar comunidades indígenas

Em seguida, a Justiça determinou que a Funai realize consultas diretas com as comunidades indígenas impactadas. Essas reuniões poderão ocorrer de forma presencial ou por videoconferência.

Segundo a decisão, essas consultas servirão para embasar a atualização do plano ambiental. Dessa forma, as medidas propostas deverão refletir as necessidades reais dos povos indígenas.

Santo Antônio Energia deverá reavaliar impactos ambientais

Outro ponto central da sentença trata da reavaliação dos impactos ambientais da usina. A Justiça ordenou que a Santo Antônio Energia realize novos estudos, em articulação com o Ibama.

Esses estudos deverão verificar se houve subdimensionamento dos danos causados pela alteração do curso do rio Madeira. Caso os técnicos identifiquem impactos adicionais, a empresa terá seis meses para propor medidas compensatórias.

Posteriormente, essas ações deverão ser executadas em até 12 meses.

Decisão inclui medidas para povos indígenas isolados

Além das medidas gerais, a sentença determinou ações específicas voltadas à proteção de povos indígenas isolados. Para isso, a Funai deverá incluir estratégias próprias no plano ambiental.

O objetivo é reduzir riscos, fortalecer a proteção territorial e evitar novos impactos sobre esses grupos.

MPF recorre e pede indenização por danos morais coletivos

Apesar das obrigações impostas, o Ministério Público Federal recorreu da decisão. O órgão pede que a Justiça também condene a Funai e a Santo Antônio Energia ao pagamento de indenização por danos morais coletivos.

De acordo com o MPF, a reparação financeira deve considerar o período prolongado de impactos sofridos pelas comunidades indígenas.

Processo continua em tramitação

O processo segue em análise no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Enquanto isso, permanecem válidas as determinações relacionadas à compensação ambiental e social.

A ação tramita sob o número 1001655-48.2017.4.01.4100.

Fonte: MPF

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