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sexta-feira, junho 19, 2026
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Fim de semana terá alerta de chuva no Norte e instabilidade no país

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Chuva no Norte com nuvens carregadas sobre área urbana às margens de rio durante alerta de fim de semana
Previsão indica chuva forte em áreas do extremo Norte, com atenção para Roraima, Amapá e norte do Amazonas.

Chuva no Norte deve concentrar o principal alerta da previsão para o fim de semana no Brasil. O extremo norte do país segue com risco de volumes elevados, especialmente em Roraima, no Amapá e em áreas do norte do Amazonas.

Segundo previsão citada pelo g1, a instabilidade também aparece em outras regiões, mas o cenário mais sensível está no Norte. Em Boa Vista, a sequência de dias chuvosos já vem provocando transtornos, enquanto Roraima pode registrar acumulado expressivo entre sexta e segunda-feira.

Painel do alerta

Onde a chuva no Norte exige atenção

RoraimaMaior risco

Previsão indica chuva intensa e acumulado elevado entre sexta e segunda-feira.

AmapáVolumes fortes

Estado segue entre as áreas com precipitações mais intensas no extremo Norte.

Norte do AmazonasChuva persistente

A região volta a aparecer na previsão de instabilidade para o domingo.

Chuva no Norte pode ter acumulado alto em Roraima

A chuva no Norte preocupa principalmente em Roraima. A previsão aponta possibilidade de até 200 milímetros de volume acumulado no estado entre sexta e segunda-feira, o que reforça o peso do alerta para o fim de semana.

No domingo, a chuva continua concentrada no extremo norte do país, atingindo novamente áreas de Roraima, norte do Amazonas e Amapá. Portanto, mesmo com variações ao longo dos dias, a instabilidade segue persistente nessa faixa.

O alerta ganha relevância porque não se trata apenas de pancadas isoladas. A previsão indica continuidade da chuva em áreas que já vinham registrando transtornos, o que aumenta a atenção sobre os acumulados no período.

Como entender

Por que o alerta se concentra no Norte

Chuva recorrente
Boa Vista já enfrenta transtornos após sequência de dias chuvosos.
Acumulado expressivo
Roraima aparece como o ponto mais sensível da previsão.
Extremo norte
Amapá e norte do Amazonas seguem dentro da área de instabilidade.

Outras regiões também terão chuva

Embora o foco seja a chuva no Norte, a previsão também indica instabilidade no Sul, em parte do Sudeste e no litoral leste do Nordeste. No Sul, a mudança no tempo começa nesta sexta-feira e ganha força no sábado.

A chuva deve atingir áreas do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. No Sudeste, há previsão para trechos do centro-sul de Minas Gerais, interior de São Paulo e estado do Rio de Janeiro.

No litoral leste do Nordeste e em áreas do Recôncavo Baiano, a previsão também cita pancadas rápidas, que podem ocorrer com forte intensidade em alguns momentos.

Distribuição nacional

Como fica o tempo no país

Norte

Maior alerta, com chuva forte em Roraima, Amapá e norte do Amazonas.

Nordeste

Litoral leste e Recôncavo Baiano podem ter pancadas rápidas e fortes.

Centro-Sul

Sul e parte do Sudeste terão instabilidade, mas o domingo tende a ser mais firme.

Fim de semana não deve ter calor forte

Além da chuva no Norte, a previsão indica temperaturas mais amenas em parte do país. Não há expectativa de calor forte no Sul e no Sudeste nos próximos dias.

Segundo os meteorologistas citados na reportagem, uma massa de ar mais frio ainda influencia o Brasil e impede a formação de ondas de calor neste momento. No Centro-Norte, porém, as temperaturas podem passar dos 30°C, algo comum para o período.

Impacto prático

Resumo do cenário

Norte em alerta

Roraima concentra o ponto mais sensível da previsão.

Chuva irregular

Outras regiões terão pancadas, mas sem o mesmo peso do extremo Norte.

Sem onda de calor

Sul e Sudeste seguem com temperaturas mais amenas.

Com isso, a chuva no Norte se torna o eixo principal da previsão nacional para o fim de semana. O alerta é maior no extremo norte, enquanto parte do Centro-Sul deve ter melhora no domingo e temperaturas sem calor forte.

Fonte da notícia: G1

Cachorrinha resgatada vira heroína horas depois de ganhar nova casa

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Cachorra salva tutor ao acordá-lo durante incêndio em casa na Nova Zelândia
Hazel, cachorrinha recém-adotada, acordou o tutor com mordidinhas durante um incêndio na casa.

Cachorra salva tutor de incêndio no primeiro dia após ser adotada, em uma história que emocionou milhares de pessoas na Nova Zelândia. Hazel, uma cachorrinha de apenas 9 meses, percebeu o fogo durante a noite e acordou o novo dono com pequenas mordidas, antes que a situação terminasse em tragédia.

A história aconteceu em Whakatāne. Segundo o relato publicado pelo Só Notícia Boa, Hazel tinha acabado de deixar o abrigo e ganhar uma nova família. A casa acabou destruída pelas chamas, mas o tutor conseguiu sair a tempo e ninguém ficou ferido.

Retrato do caso

Hazel em três dados essenciais

9 mesesidade da cachorrinhaAinda filhote, Hazel já carregava uma história de recomeços.
2 vezesabandono anteriorEla havia sido deixada para trás antes de chegar à ONG.
1º diaato heroicoO alerta aconteceu logo na primeira noite no novo lar.

Cachorra salva tutor após perceber fumaça na casa

Durante a noite, enquanto o homem dormia profundamente, um incêndio começou dentro da residência. As chamas se espalharam rapidamente, e a fumaça tomou conta do imóvel. Foi nesse momento que Hazel reagiu.

Cachorra salva tutor de incêndio após perceber fogo durante a noite
Hazel percebeu o incêndio durante a noite e ajudou o tutor a escapar a tempo.

De acordo com o relato, a cachorrinha começou a dar mordidinhas no tutor para acordá-lo. Quando abriu os olhos, ele percebeu que a casa já estava cheia de fumaça. O alerta permitiu que os dois saíssem antes que o fogo provocasse uma tragédia maior. Por isso, a frase cachorra salva tutor resume com precisão o que aconteceu naquela noite.

Sequência do alerta

Como a cachorra salva tutor durante a noite

1. Incêndio começou
O tutor dormia quando o fogo teve início dentro da casa.
2. Fumaça se espalhou
Hazel percebeu o perigo antes que o homem acordasse sozinho.
3. Mordidinhas deram o alerta
A reação da cachorrinha deu tempo para a saída.

Hazel tinha sido abandonada antes da adoção

A força da história está também no passado de Hazel. Antes de ser adotada, ela vivia sob os cuidados da ONG JDC Rescue. A cachorrinha já havia sido abandonada duas vezes, mas, segundo os voluntários, continuava dócil, amorosa e cheia de carinho para oferecer.

Dias antes da adoção, a ONG havia publicado que Hazel era um “verdadeiro tesouro” e precisava de alguém que nunca mais desistisse dela. Pouco depois, veio a notícia de que ela finalmente havia encontrado uma família. O nome do novo tutor não foi divulgado. No mesmo dia dessa nova chance, cachorra salva tutor virou o desfecho inesperado da adoção.

Antes e depois

Da rejeição ao novo lar

PASSADO
Duas rejeiçõesHazel foi abandonada antes de ser acolhida pela JDC Rescue.
REENCONTRO
Nova famíliaA adoção deu à cachorrinha uma chance de recomeçar.
Virada da históriaNo mesmo dia em que ganhou um lar, cachorra salva tutor de um incêndio e emociona os voluntários.

Casa foi destruída, mas ninguém ficou ferido

Com o aviso de Hazel, o tutor conseguiu escapar. A casa foi destruída pelo fogo, porém ninguém se feriu. A administradora da propriedade, Christina Eichler, disse ao portal Stuff que, se a cachorra não estivesse ali, o homem talvez não estivesse vivo.

Para a JDC Rescue, o caso teve um significado ainda mais especial. O tutor havia decidido acolher uma cachorrinha que já tinha sido rejeitada, e Hazel respondeu com um gesto imediato de proteção. A própria ONG resumiu o sentimento ao destacar que esses momentos mostram cães encontrando suas famílias. Nesse contexto, cachorra salva tutor também reforça a força do vínculo criado após a adoção.

Por que importa

O impacto da história de Hazel

Vida preservada
O tutor saiu a tempo após ser acordado pela cachorrinha.
Casa destruída
O imóvel foi consumido pelo fogo, mas não houve feridos.
Vínculo imediato
Cachorra salva tutor logo após a adoção e mostra reação de proteção.

A história de Hazel mostra como a adoção pode transformar vidas em dois sentidos. A cachorrinha ganhou um lar depois de rejeições, enquanto o tutor recebeu, já na primeira noite, um alerta que mudou o desfecho do incêndio.

Por isso, o caso ganhou grande repercussão. Cachorra salva tutor não é apenas uma frase de impacto: no caso de Hazel, foi exatamente o que aconteceu quando ela percebeu o perigo e insistiu até acordar quem precisava sair da casa.

Ao mesmo tempo, a história mantém um final de alívio. O incêndio causou destruição material, mas Hazel e o tutor escaparam. Assim, cachorra salva tutor se tornou uma história de adoção, cuidado e recomeço no mesmo dia.

Petrobras reajusta gasolina, mas desconto reduz impacto nas bombas

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Bicos de combustível em posto ilustram reajuste da gasolina Petrobras
Petrobras anunciou reajuste da gasolina para distribuidoras com desconto temporário para reduzir o impacto.

Reajuste da gasolina Petrobras foi anunciado nesta quinta-feira (28) com aumento de R$ 0,48 por litro no preço da gasolina A vendida às distribuidoras, mas a estatal informou que aplicará desconto de R$ 0,44 por litro.

Com isso, o impacto efetivo informado pela empresa será de R$ 0,04 por litro. A medida ocorre após decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na segunda-feira (25), que estabeleceu subsídio temporário para reduzir o efeito da alta dos combustíveis.

Painel do reajuste

Os números centrais da mudança

O reajuste da gasolina Petrobras combina alta formal, desconto temporário e impacto líquido menor.

R$ 0,48
Aumento

Alta da gasolina A para distribuidoras.

R$ 0,44
Desconto

Abatimento ligado ao decreto federal.

R$ 0,04
Impacto

Diferença efetiva esperada por litro.

Efeito menor

A alta cheia não deve chegar integralmente.

Reajuste da gasolina Petrobras atinge a gasolina A

A gasolina A é o combustível puro vendido pelas refinarias às distribuidoras. Depois, ela recebe a mistura obrigatória de etanol anidro e se transforma na gasolina C, que chega aos postos.

Segundo a Petrobras, a gasolina C vendida nos postos é formada por 70% de gasolina A e 30% de etanol anidro. Por isso, no cálculo da estatal, a parcela da empresa no preço final passará de R$ 1,80 para R$ 1,83 por litro.

Na prática, o reajuste da gasolina Petrobras terá aumento residual de, no máximo, R$ 0,03 a cada litro de gasolina C vendido nas bombas, conforme informou a companhia.

Como funciona

Como o reajuste chega ao posto

A diferença entre gasolina A e gasolina C explica por que o impacto final pode ser menor.

Gasolina A

Produto vendido às distribuidoras.

Mistura

Recebe etanol anidro.

Gasolina C

É vendida nos postos.

Preço final

Depende da composição da gasolina C.

Desconto terá duração de dois meses

O desconto oferecido pela Petrobras ocorre dentro do decreto que definiu subsídio de R$ 0,44 por litro de gasolina. Segundo a reportagem original, o governo bancará parte do preço do combustível.

A medida terá duração de dois meses e busca conter os efeitos da alta provocada pelo avanço do petróleo no mercado internacional. O subsídio será pago diretamente a produtores e importadores por meio da ANP.

O reajuste da gasolina Petrobras já era esperado. No fim de abril, a presidente da estatal, Magda Chambriard, havia sinalizado que a empresa poderia elevar os preços nas refinarias caso o governo concedesse desconto a produtores e importadores.

Distribuição do efeito

Onde a mudança aparece

O reajuste da gasolina Petrobras afeta a refinaria, passa pelas distribuidoras e entra no cálculo da gasolina C.

Distribuidoras

Recebem a gasolina A reajustada.

Importadores

Recebem o subsídio pela ANP.

Consumidor

Impacto residual menor na bomba.

Prazo

Desconto previsto por dois meses.

Alta do petróleo ajuda a explicar o reajuste da gasolina Petrobras

A reportagem relaciona a decisão ao cenário internacional. A alta nos preços do petróleo é apontada como reflexo da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, com impacto sobre a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz.

Segundo o texto original, mais de 20% do comércio global de petróleo passa por esse canal. Com a restrição de oferta, o petróleo Brent subiu de US$ 72,48 para US$ 94,29 por barril, alta de 30%.

Contexto externo

Pressão veio do mercado internacional

A fonte aponta o conflito no Oriente Médio como fator de pressão sobre os combustíveis.

20%+
Ormuz

Parcela global do petróleo.

30%
Alta

Variação citada do Brent.

US$ 94,29
Barril

Valor citado na quarta-feira.

28/02
Base

Data usada na comparação.

Impacto final deve ser menor, diz Petrobras

A Petrobras informou que a parcela da empresa no preço final ao consumidor será de R$ 1,83 por litro. A estatal também afirmou que a combinação entre reajuste e desconto reduz o impacto direto do aumento.

Assim, o reajuste da gasolina Petrobras reúne três pontos principais: alta formal de R$ 0,48, desconto de R$ 0,44 e impacto efetivo menor no litro. Para o consumidor, a referência divulgada pela companhia é o aumento residual na composição da gasolina C.

Leitura final

O que fica claro na medida

O reajuste da gasolina Petrobras foi anunciado para distribuidoras, mas acompanhado de desconto temporário.

Alta existe

Gasolina A foi reajustada.

Desconto reduz

Abatimento diminui o efeito.

Composição

Gasolina dos postos tem etanol.

Repasse menor

Efeito final tende a ser limitado.

Fonte da notícia: G1 Economia

SUS amplia vacina contra doença pneumocócica a partir de junho

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Profissional de saúde prepara dose da vacina pneumocócica no SUS em unidade de vacinação infantil
Nova vacina pneumocócica 20-valente vai substituir a VPC10 e ampliar a proteção no calendário do SUS.

A vacina pneumocócica no SUS terá proteção ampliada a partir de junho, com a chegada da vacina pneumocócica conjugada 20-valente, conhecida como VPC20 ou Pneumo 20. O novo imunizante vai substituir a atual VPC10 e dobrar a quantidade de sorotipos prevenidos.

A mudança foi orientada pelo Ministério da Saúde, que publicou um guia técnico preliminar para profissionais de saúde. Segundo a Agência Brasil, os municípios poderão começar a aplicação assim que receberem as doses da nova vacina.

Painel da mudança

O que muda com a nova vacina

20sorotiposA VPC20 amplia a vacina pneumocócica no SUS.
Junhoinício previstoAplicação começa após chegada das doses.
2 e 4mesesIdades previstas para as duas doses.
12mesesMomento previsto para o reforço.

Vacina pneumocócica no SUS amplia resposta contra doença grave

A doença pneumocócica é causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae, também chamada de pneumococo. Ela pode provocar quadros leves, como inflamação no ouvido e sinusite, mas também formas graves, como pneumonia bacteriana, meningite e sepse.

De acordo com a reportagem, o pneumococo é responsável por até 50% dos casos de meningite bacteriana em crianças. A mortalidade nesses casos é estimada em cerca de 30%. Crianças pequenas, idosos e pessoas com comorbidades ou imunossupressão estão entre os grupos mais vulneráveis.

Como funciona

A troca da VPC10 pela VPC20

1. Queda inicial
A VPC10 reduziu casos desde 2010.
2. Novos tipos
Sorotipos fora da VPC10 avançaram.
3. Cobertura maior
A VPC20 inclui tipos adicionais.
4. Troca gradual
A aplicação depende das remessas.

A vacinação com a VPC10 entrou no calendário básico infantil em 2010. Desde então, houve redução de 60% dos casos de doença meningocócica causada por sorotipos combatidos pela vacina em crianças de até dois anos. Os casos de meningite pneumocócica na mesma faixa etária também caíram 65%.

Mesmo com esse avanço, os registros voltaram a crescer nos últimos anos. De 2013 a 2019, o Brasil teve média de 164 casos anuais de meningite pneumocócica em crianças de até 5 anos. Entre 2022 e 2024, a média anual subiu para 211,3 casos.

Por que a vacina pneumocócica no SUS entra em nova fase

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Flávia Bravo, explicou à Agência Brasil que o cenário reflete uma mudança epidemiológica decorrente da própria efetividade da vacinação. Quando os tipos cobertos pela vacina anterior são controlados, outros podem passar a circular com mais força.

Dados da vigilância do Ministério da Saúde mostram que quase 40% dos casos graves com amostra coletada entre 2018 e 2023 foram causados por apenas dois tipos da bactéria não prevenidos pela VPC10, mas incluídos na VPC20. Por isso, a vacina pneumocócica no SUS passa a mirar parte dos sorotipos que ganharam importância no cenário recente.

Alcance da proteção

Públicos mais sensíveis

Crianças pequenas
Centro do calendário infantil.
Idosos
Mais vulneráveis a formas graves.
Imunossuprimidos
Grupo citado como vulnerável.
Comorbidades
Também elevam o risco.

O Programa Nacional de Imunizações já oferece vacinas pneumocócicas mais abrangentes, como a VPC13 e a VPP23, mas apenas para públicos específicos. Esses imunizantes também serão substituídos pela VPC20 após o fim dos estoques, reforçando a transição da vacina pneumocócica no SUS.

Entre os grupos de alto risco citados estão pessoas vivendo com HIV/aids, pacientes oncológicos, transplantados, imunodeficientes, pessoas com doenças crônicas, asmáticos graves, diabéticos, pessoas com síndrome de Down e prematuros.

Vacina pneumocócica no SUS terá transição entre doses

O calendário básico prevê duas doses da vacina pneumocócica, aos 2 meses e aos 4 meses, além de reforço aos 12 meses. Na prática, a vacina pneumocócica no SUS terá regras de transição para crianças que já iniciaram o esquema anterior.

Durante a transição, crianças receberão a vacina 20-valente na primeira dose e no reforço, e a 10-valente na segunda dose. Quem já recebeu a primeira dose da VPC10 será vacinado com a 20-valente na segunda dose e no reforço.

Impacto no calendário

Como fica a orientação divulgada

Primeira doseVPC20Conforme chegada das doses.
Segunda doseAjusteDepende do histórico da criança.
Reforço12 mesesEtapa mantida no calendário.
AtrasadosAtualizaçãoMenores de 5 anos devem regularizar.

A orientação organiza a chegada da vacina pneumocócica no SUS sem interromper o calendário infantil.

A vacina só é contraindicada para pessoas com alergia grave a algum componente da fórmula ou reação alérgica severa em doses anteriores. A recomendação também é que pessoas com febre esperem melhorar antes de se imunizar.

Com a mudança, a vacina pneumocócica no SUS passa a oferecer cobertura mais ampla no calendário público. A medida busca reforçar a prevenção contra formas graves da doença pneumocócica, especialmente em crianças pequenas e grupos mais vulneráveis.

Fonte da notícia: Agência Brasil

Fenômeno raro no céu marca o fim de semana com a chamada Lua Azul

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Lua Azul ilumina o céu noturno durante fenômeno astronômico raro
Fenômeno raro poderá ser visto a olho nu neste domingo, se o céu estiver limpo.

Lua Azul poderá ser observada neste domingo, 31, em um fenômeno astronômico considerado raro pela Nasa. Apesar do nome curioso, a Lua não deve ficar azul no céu. A expressão está ligada ao calendário lunar e costuma ser usada quando ocorre uma Lua Cheia extra dentro de um mesmo período.

Segundo as informações publicadas pelo Só Notícia Boa, o fenômeno acontece a cada dois ou três anos e poderá ser visto sem telescópio ou binóculos. Para acompanhar melhor a Lua Azul, o ideal é procurar um local escuro, distante da poluição luminosa das grandes cidades, desde que o céu esteja sem nuvens ou chuva.

Painel do fenômeno

O que torna a Lua Azul rara

31
Domingo

Data prevista para o fenômeno.

2 a 3
Anos

Intervalo médio citado para a ocorrência.

0
Equipamento

Pode ser vista sem telescópio.

Por que o fenômeno recebe o nome de Lua Azul

A Lua Azul recebe esse nome por causa de uma particularidade do calendário lunar. A explicação citada na fonte informa que, quando duas Luas Cheias ocorrem no mesmo mês, a segunda Lua Cheia passa a ser chamada de Lua Azul.

O termo também aparece associado à expressão “Lua Azul sazonal”. Embora o nome desperte a ideia de uma mudança de cor, a informação principal é outra: o fenômeno está ligado à contagem das fases lunares e não a uma transformação visual permanente no satélite natural da Terra.

Como funciona

A lógica por trás do nome

Calendário lunar
A Lua Cheia pode aparecer mais de uma vez dentro de um mesmo mês.
Segunda Lua Cheia
Quando isso ocorre, a segunda Lua Cheia ganha o nome popular de Lua Azul.
Sem mudança visual obrigatória
O nome não significa que a Lua ficará azul neste domingo.

Termo antigo aparece em registro de 1528

De acordo com a publicação, a Nasa aponta que o primeiro registro do termo foi encontrado em um panfleto de 1528, com uma expressão em inglês arcaico. A palavra usada na época teria relação com a ideia de “traidor”, porque a Lua Cheia extra poderia alterar a organização de datas religiosas.

Essa explicação ajuda a entender por que a Lua Azul permaneceu como uma expressão curiosa ao longo dos séculos. O fenômeno carrega um nome chamativo, mas sua origem está menos na aparência do céu e mais na forma como as pessoas organizaram calendários, fases lunares e datas importantes.

Alcance histórico

Quando a Lua já pareceu azul

1883
Krakatoa

Cinzas do vulcão deram impressão de tom azulado.

1951
Incêndios no Canadá

Fumaça espalhada pela América do Norte gerou efeito parecido.

Nesses casos, a aparência foi causada por partículas na atmosfera, não pela regra do calendário lunar.

Como observar a Lua Azul neste domingo

Para observar a Lua Azul, a orientação destacada na fonte é simples: escolher um ponto mais escuro e longe da poluição luminosa. Quanto menos luz artificial ao redor, melhor tende a ser a visualização dos detalhes da Lua Cheia.

Outro fator importante é o tempo. Se o céu estiver nublado ou chuvoso, a observação pode ser prejudicada. Por isso, mesmo sendo um fenômeno visível sem equipamentos, a experiência depende das condições do céu no momento da observação.

Fenômeno une curiosidade e simplicidade

A Lua Azul chama atenção justamente por unir um nome marcante, uma explicação histórica e uma observação simples. Não é preciso esperar uma coloração diferente no céu, mas sim compreender que a raridade está na ocorrência de uma Lua Cheia extra dentro do calendário.

Para quem gosta de astronomia ou apenas quer acompanhar um evento diferente, o domingo pode render um bom momento de observação. Basta procurar um ambiente com menos luz artificial, olhar para o céu e torcer para que o tempo ajude.

Impacto prático

O que o leitor deve guardar

Não é sobre cor
O nome vem do calendário lunar.
É raro e acessível
A observação pode ser feita a olho nu.
O clima manda
Céu limpo melhora a visualização.

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

Casos graves de gripe avançam e reacendem alerta sobre uso do Tamiflu

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Caixa de Tamiflu em destaque com cápsulas, termômetro e pessoa gripada ao fundo, representando alerta sobre influenza
Antiviral é citado por especialistas como opção importante quando indicado precocemente em casos de influenza.

Tamiflu contra influenza voltou ao centro da atenção após o aumento dos casos graves de gripe no Brasil. Segundo dados citados pelo Ministério da Saúde ao g1, o país registrou 6.760 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave associados à influenza entre janeiro e abril de 2026.

No mesmo período de 2025, foram 3.374 casos. A alta, de 100,4%, foi relacionada à antecipação da circulação do vírus. Em meio ao avanço da doença, infectologistas reforçam que o antiviral tem melhor resposta quando iniciado nas primeiras 48 horas dos sintomas.

Mulher com sintomas de gripe usando lenço em quarto claro, imagem ilustrativa sobre influenza e cuidados com a saúde
Imagem ilustrativa mostra pessoa com sintomas respiratórios em ambiente doméstico, reforçando o alerta sobre influenza.
Painel da alta
Casos graves de influenza dobraram no país
6.760
casos em 2026
Registros de SRAG associados à influenza entre janeiro e abril.
100,4%
de aumento
Comparação com o mesmo período de 2025.
O uso do Tamiflu contra influenza ganha relevância principalmente quando há risco de agravamento.

Tamiflu contra influenza deve ser iniciado cedo

O oseltamivir, conhecido comercialmente como Tamiflu, é indicado para pacientes com diagnóstico de influenza. Segundo especialistas ouvidos pelo g1, o medicamento pode reduzir o tempo de doença, diminuir complicações e evitar internações e mortes, especialmente em grupos de risco.

O Ministério da Saúde informou que o Tamiflu contra influenza é recomendado para pessoas com risco de agravamento e para casos de SRAG, mesmo sem confirmação laboratorial. A orientação também inclui crianças pequenas, principalmente menores de 2 anos.

Como funciona
O tempo de início muda o resultado
Primeiras 48 horas
O benefício tende a ser maior quando o tratamento começa cedo.
Avaliação clínica
Em muitos casos, a conduta pode ser definida mesmo sem teste disponível.
O efeito do Tamiflu contra influenza tende a ser menor quando o quadro já evoluiu para pneumonia ou outras complicações.

Quem deve ter mais atenção

O protocolo citado na reportagem prioriza o Tamiflu contra influenza em pessoas com maior risco de complicações. A lista inclui idosos, gestantes, imunossuprimidos e pacientes com doenças crônicas, como cardiopatias e hipertensão.

Apesar dessa prioridade, especialistas explicam que a indicação formal do antiviral vale para qualquer pessoa com diagnóstico de influenza. Porém, o benefício mais importante aparece nos grupos vulneráveis e nos quadros graves.

Estratégia de cuidado
Vacina, teste e antiviral têm funções diferentes
Vacinação
Segue como principal prevenção contra casos graves, internações e mortes.
Testagem
Pode ser limitada em emergências por custo, cobertura e disponibilidade.
Antiviral
O Tamiflu contra influenza pode ser usado em grupos de risco e casos de SRAG mesmo sem confirmação laboratorial.

O que os dados indicam

Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento pode reduzir em até 38% o risco de morte. A reportagem também cita estudos com redução de cerca de um dia na duração dos sintomas, queda de complicações leves e menor risco de hospitalização.

Entre os percentuais mencionados estão redução de 40% a 50% nas complicações leves em adultos, queda de 28% nas complicações em grupos de alto risco, redução de 52% nas hospitalizações e diminuição de 18% na mortalidade entre idosos. Esses dados reforçam o papel do Tamiflu contra influenza quando há indicação médica.

Sinais de alerta
Quando procurar atendimento
Respiração
Falta de ar, respiração acelerada ou dor no peito exigem atenção.
Febre e piora
Febre persistente, retorno da febre, confusão mental ou sonolência também são alertas.
Em crianças, a reportagem cita dificuldade respiratória, recusa alimentar e gemência como sinais de atenção.

Vacina segue como principal prevenção

Mesmo com a atenção sobre o Tamiflu contra influenza, o Ministério da Saúde reforça que a vacina continua sendo a principal forma de prevenir casos graves, internações e mortes. A pasta informou que mais de 26,4 milhões de doses já foram aplicadas, sendo 16,9 milhões no público prioritário.

Os especialistas também alertam que nem sempre é possível diferenciar influenza, resfriado, Covid-19 ou VSR apenas pelos sintomas. Por isso, a avaliação médica e os fatores de risco ajudam a definir a necessidade de tratamento.

Na prática, o Tamiflu contra influenza não substitui a vacinação. Ele atua como recurso terapêutico quando há indicação, principalmente nos casos com maior risco de agravamento.

Fonte da notícia: G1

PEC do fim da escala 6×1 passa na Câmara e vai ao Senado

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Parlamentares celebram no plenário da Câmara dos Deputados após aprovação da PEC do fim da escala 6x1
Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos a PEC que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho.

O fim da escala 6×1 avançou na Câmara dos Deputados após a aprovação, em dois turnos, da Proposta de Emenda à Constituição 221/19, que altera a jornada de trabalho no país. A votação ocorreu na noite desta quarta-feira (27), com 461 votos favoráveis e 19 contrários no segundo turno.

Com a aprovação na Câmara, o texto segue agora para o Senado, onde ainda precisará ser analisado antes de uma eventual promulgação. A proposta do fim da escala 6×1 prevê redução da jornada semanal, manutenção dos salários e regras de transição para a mudança no regime de trabalho.

Painel da votação

O que a Câmara aprovou

461votos favoráveisResultado registrado no segundo turno.
19votos contráriosDeputados rejeitaram a mudança.
Senadopróxima etapaA PEC ainda não virou regra definitiva.

Fim da escala 6×1 prevê jornada menor

A PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem perda salarial. O texto também garante duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. As mudanças entram em vigor 60 dias após a promulgação, caso a proposta também seja aprovada pelo Senado.

O texto aprovado foi apresentado pelo relator Leo Prates, do Republicanos da Bahia. Ele reuniu pontos de duas propostas que já tramitavam na Câmara: a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes, e a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton. Na prática, o fim da escala 6×1 passou a tramitar com um texto de consenso votado pelo plenário.

Como fica a regra

A lógica central da proposta

40 horas semanais: a jornada passa a ter novo limite após a transição prevista no texto.

Duas folgas: a proposta garante dois dias de descanso por semana.

Salário mantido: a redução da jornada não prevê perda salarial para os trabalhadores.

O fim da escala 6×1 depende da continuidade da tramitação no Congresso.

Após o primeiro turno de votação, o presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a Casa deu um passo importante para uma mudança considerada fundamental para trabalhadores desde a Constituição de 1988. Segundo ele, três pontos foram tratados como inegociáveis: redução da jornada, dois dias de descanso e manutenção dos salários.

Transição para o fim da escala 6×1 terá etapas

O texto aprovado estabelece uma fase de adaptação. Após 60 dias, a jornada será reduzida de 44 para 42 horas semanais. Depois, em até 14 meses, a duração do trabalho chegará a 40 horas semanais, com limite de 8 horas diárias.

Linha de transição

Etapas previstas no texto

Após 60 dias

Escala passa a prever 5 dias de trabalho e 2 de descanso.

Primeira redução

Jornada cai de 44 para 42 horas semanais.

Em 14 meses

Carga chega a 40 horas semanais, mantida a escala 5×2.

A transição foi incluída após acordo entre o governo e a presidência da Câmara. Durante esse período, o texto permite ampliação da duração diária do trabalho normal, desde que isso ocorra por meio de convenção ou acordo coletivo de trabalho. Esse ponto integra a tentativa de tornar o fim da escala 6×1 aplicável de forma gradual.

Antes de chegar ao plenário, a PEC passou por uma comissão especial. Nessa etapa, 34 parlamentares votaram a favor e 4 foram contra. Em seguida, o texto foi incluído na Ordem do Dia e levado à votação no plenário da Câmara.

Debate sobre o fim da escala 6×1 dividiu governistas e oposição

A aprovação foi comemorada por parlamentares da base governista e criticada por deputados da oposição. A deputada Dandara, que trabalhou como caixa de loja de departamento em escala 6×1, relatou a rotina desgastante de trabalhadores submetidos a longas jornadas e defendeu que a mudança dará mais tempo para viver.

A deputada Alice Portugal afirmou que a proposta representa uma pauta histórica das centrais sindicais. Já parlamentares contrários criticaram a medida. O deputado Kim Kataguiri afirmou que a PEC não vai melhorar a vida do trabalhador, enquanto Sérgio Turra classificou a proposta como eleitoreira.

Impacto institucional

O que muda se a PEC avançar

Trabalhadores

Passam a ter previsão constitucional de jornada menor e duas folgas semanais.

Empresas

Terão período de transição antes da jornada definitiva de 40 horas.

Próximo passo

O Senado ainda precisa votar o texto antes de qualquer mudança valer.

O texto também prevê que lei ordinária trate da jornada e do descanso em regimes diferenciados, como os de trabalhadores com seis horas diárias. A nova regra não se aplica a quem já possui jornada igual ou inferior a 40 horas semanais, nem a empregados com nível superior e remuneração mensal igual ou superior a R$ 8.475,55.

Outra previsão é que lei complementar poderá adotar medidas de transição para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. Assim, o fim da escala 6×1 ainda depende da análise dos senadores e da conclusão da tramitação constitucional.

Enquanto a proposta não passa pelo Senado, o fim da escala 6×1 permanece como uma mudança aprovada apenas na Câmara. Caso avance, o texto poderá alterar a organização semanal do trabalho, mantendo a regra de transição prevista na PEC.

Fonte da notícia: Agência Brasil 

Hildon Chaves mira Governo e diz que Rondônia precisa de gestão eficiente

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Hildon Chaves mira Governo de Rondônia e defende gestão eficiente em entrevista no PodRondônia
Hildon Chaves participou do PodRondônia e defendeu gestão eficiente para enfrentar desafios do estado.

Hildon Chaves mira Governo de Rondônia com um discurso centrado em gestão pública, eficiência administrativa e combate à corrupção. Ex-prefeito de Porto Velho por dois mandatos e apresentado como pré-candidato ao Governo do Estado, ele participou do PodRondônia e defendeu que o estado precisa de uma administração técnica para enfrentar problemas estruturais.

Durante entrevista conduzida pelo jornalista Isaías Sena, na programação ligada à Rondônia Rural Show Internacional 2026, Hildon Chaves citou resultados de suas gestões na capital, falou sobre infraestrutura, iluminação pública, rodoviária, saúde estadual, gestão financeira e afirmou que Rondônia precisa de uma mudança baseada em responsabilidade administrativa.

Hildon Chaves mira Governo de Rondônia e fala sobre gestão pública no PodRondônia
Ex-prefeito de Porto Velho falou sobre gestão pública, infraestrutura e pré-candidatura ao Governo de Rondônia.

Hildon Chaves mira Governo com discurso de gestão eficiente

Ao comentar as visitas pelo interior, Hildon Chaves afirmou que sua pré-campanha “criou vida própria” e disse perceber receptividade em diferentes regiões do estado. Segundo ele, o nome passou a circular com mais força por causa da visibilidade das duas gestões na Prefeitura de Porto Velho.

O ex-prefeito afirmou que a capital influencia todo o estado porque moradores de diferentes municípios, em algum momento, precisam passar por Porto Velho ou têm ligação com a cidade. Para ele, a transformação da capital durante seus mandatos serviu como vitrine política para apresentar uma proposta estadual.

Hildon Chaves fala sobre a receptividade da pré-campanha

O trecho mostra Hildon Chaves comentando a circulação do nome pelo estado e a reação de lideranças e moradores.

Pontos centrais da entrevista
A conversa reuniu pré-campanha, obras em Porto Velho, gestão pública, combate à corrupção e críticas à situação da saúde estadual.

820 km
de asfalto foram citados por Hildon Chaves como marca da gestão em Porto Velho

100 mil
pontos de LED foram mencionados na fala sobre iluminação pública

Gestão eficiente
foi a tese usada para resumir a proposta defendida pelo ex-prefeito

Ex-prefeito cita asfalto, LED e nova rodoviária

Na entrevista, Hildon Chaves afirmou que encontrou Porto Velho em situação crítica quando assumiu a prefeitura. Ele citou viadutos inacabados, cidade escura e muitos buracos para descrever o cenário inicial da capital.

Como resultados de gestão, o ex-prefeito mencionou a execução de 820 quilômetros de asfalto, a ampliação da iluminação pública com LED e a entrega da nova rodoviária de Porto Velho. Segundo ele, esses resultados seriam exemplos de uma administração com planejamento, controle financeiro e capacidade de execução.

Obras em Porto Velho são usadas como exemplo de gestão

O trecho reúne falas sobre o cenário encontrado na capital, iluminação pública, asfalto e a nova rodoviária.

Combate à corrupção aparece como eixo do discurso

Outro ponto forte da entrevista foi a defesa de uma gestão baseada em compromisso com a população e combate à corrupção. Hildon afirmou que, em sua visão, a corrupção compromete toda a cadeia administrativa quando começa no alto comando de um órgão público.

O ex-prefeito disse que dois fatores são decisivos para a boa administração: combate à corrupção e qualidade da gestão. Segundo ele, sem esses dois pilares, não há “milagre” capaz de fazer uma prefeitura ou governo funcionar de forma eficiente.

Hildon fala sobre gestão e combate à corrupção

Texto sobre escala 6×1 avança na Câmara com transição de até 14 meses

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Trabalhadora observa votação na Câmara sobre o fim da escala 6x1
PEC que reduz a jornada semanal e amplia folgas avança após aprovação em comissão da Câmara.

Fim da escala 6×1 avançou na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27), após a comissão especial aprovar o texto-base da PEC que reduz a jornada semanal de trabalho e amplia as folgas. O parecer do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) foi aprovado por 34 votos a 4.

A proposta ainda não está em vigor. O texto sobre o fim da escala 6×1 segue agora para o plenário da Câmara, onde precisa de pelo menos 308 votos em dois turnos antes de ir ao Senado. Se passar por todas as etapas, a jornada normal cairá de 44 para 40 horas semanais.

Painel da PEC

Os principais números da votação

34
votos a favor

Resultado na comissão especial.

4
votos contra

Parlamentares rejeitaram o parecer.

308
apoios exigidos

Mínimo por turno no plenário.

Fim da escala 6×1 depende de nova votação

Mesmo com a aprovação na comissão, o fim da escala 6×1 ainda depende do plenário da Câmara e depois do Senado Federal. Como se trata de uma Proposta de Emenda à Constituição, a tramitação exige votação em dois turnos nas duas Casas do Congresso.

O texto aprovado estabelece jornada de até oito horas por dia e 40 horas por semana. Também prevê duas folgas remuneradas por semana, sendo uma delas preferencialmente aos domingos.

Transição

Como a redução seria aplicada

60 dias
— início da regra das duas folgas semanais.
2 horas
— primeira redução em até dois meses.
14 meses
— prazo máximo para completar a transição.

As PECs analisadas originalmente previam jornada de 36 horas, mas o acordo final ficou em 40 horas semanais. O período de transição do fim da escala 6×1 foi um dos principais pontos de debate, principalmente por causa da adaptação de empresas, sindicatos e acordos coletivos.

Durante a reunião, deputados ainda discutiam um destaque do PL para tornar o fim da escala 6×1 imediato, sem esperar os 60 dias previstos no relatório. Esse ponto fazia parte da disputa sobre o ritmo de aplicação da mudança.

Texto do fim da escala 6×1 prevê exceção para alta renda

A regra não alcançaria todos os trabalhadores. Pelo texto do fim da escala 6×1, profissionais com diploma de nível superior e remuneração a partir de duas vezes e meia o teto do INSS, cerca de R$ 21,1 mil, ficariam fora das novas regras de jornada e controle de ponto.

Alcance

O que o texto organiza

Jornada
Limite de 40 horas semanais.
Folgas
Duas por semana, uma preferencialmente aos domingos.
Exceção
Alta renda com nível superior ficaria fora.

O relator também incluiu uma regra para acordos e convenções coletivas. Após 60 dias da promulgação, normas incompatíveis com a nova jornada perderiam validade automaticamente. A ideia é forçar nova negociação entre empresas e sindicatos.

A tramitação do fim da escala 6×1 ganhou velocidade com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). A Casa realizou sessões extras para cumprir prazos regimentais e permitir a votação do relatório na comissão.

Próximos passos

O caminho antes de valer

  1. Plenário da Câmara: votação em dois turnos.
  2. Senado Federal: nova análise da PEC.
  3. Promulgação: só depois disso a mudança pode produzir efeitos.

O fim da escala 6×1 entrou em uma etapa decisiva, mas ainda depende de articulação política. Se a PEC avançar, a mudança afetará diretamente a organização da jornada semanal e o modelo de folgas previsto na Constituição.

Até a conclusão da votação, o texto sobre o fim da escala 6×1 segue como uma das principais discussões trabalhistas no Congresso. A comissão já aprovou o parecer, mas a palavra final ainda dependerá do plenário da Câmara e do Senado.

Fonte da notícia: G1
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