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sábado, abril 25, 2026
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Porto Velho transforma vidas com entrega de 350 títulos definitivos

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entrega de títulos definitivos em Porto Velho durante ação de regularização fundiária
Moradores recebem títulos definitivos durante ação de regularização fundiária realizada pela Prefeitura de Porto Velho.

Regularização fundiária garante segurança jurídica, dignidade e acesso ao crédito para centenas de famílias na capital.

A Prefeitura de Porto Velho realizou a entrega de títulos definitivos em Porto Velho, garantindo segurança jurídica, dignidade e tranquilidade para centenas de famílias contempladas pela regularização fundiária. A nova etapa do programa permitiu ao município ultrapassar a marca de 2 mil títulos entregues apenas no primeiro ano da atual gestão, um feito histórico para a política habitacional da capital.

A ação integra a Política Municipal de Regularização Fundiária Urbana (Reurb) e foi coordenada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento da Cidade (Semdec). O objetivo é assegurar o direito à moradia, valorizar os imóveis e encerrar décadas de insegurança documental enfrentadas por moradores de diversos bairros.

Segurança jurídica que muda a vida das famílias

moradores recebem títulos definitivos em Porto Velho durante ação de regularização fundiária
Moradores exibem títulos definitivos entregues durante ação de regularização fundiária da Prefeitura de Porto Velho.

Durante a solenidade, famílias receberam os documentos definitivos em clima de emoção e alívio. Para muitos moradores, o título representa o fim de uma longa espera e o início de uma nova fase de estabilidade.

O prefeito Léo Moraes destacou que a regularização fundiária vai além da entrega de documentos. Segundo ele, o impacto é direto na vida das pessoas e no desenvolvimento da cidade.

prefeito Léo Moraes entrega títulos definitivos em Porto Velho e concede entrevista durante ação de regularização fundiária
O prefeito Léo Moraes entrega títulos definitivos a moradores e fala com a imprensa durante ação de regularização fundiária em Porto Velho.

“Isso não é uma entrega momentânea. Esse título garante segurança, dignidade e tranquilidade para esta e para as próximas gerações. Além disso, permite acesso ao crédito e fortalece a economia local”, afirmou.

Com a documentação regularizada, os proprietários podem financiar melhorias, acessar linhas de crédito e investir com segurança, o que movimenta o comércio e os serviços da capital.

Saiba mais: Prefeitura entrega mais de 6 mil títulos definitivos

Tecnologia acelera processos e amplia resultados

Para alcançar o volume recorde de entregas, a Prefeitura de Porto Velho investiu em tecnologia, capacitação das equipes e modernização dos processos internos. A adoção de novos sistemas reduziu prazos e aumentou a eficiência das análises técnicas e cartoriais.

O secretário da Semdec, Raimundo Alencar, explicou que a gestão promoveu uma reorganização administrativa para dar conta da demanda reprimida.

“Criamos um departamento exclusivo para a regularização fundiária. Antes, existia apenas um núcleo. Agora temos equipes técnicas dedicadas, o que permite avançar com mais rapidez e precisão”, explicou.

Atualmente, novas áreas já passam por levantamento técnico, análise cartorial e atualização cadastral, o que deve ampliar ainda mais o número de títulos definitivos entregues nos próximos meses.

Maior entrega de escrituras no primeiro ano de gestão

moradora recebe título definitivo em Porto Velho durante ação de regularização fundiária
Moradora exibe título definitivo de propriedade durante ação de regularização fundiária promovida pela Prefeitura de Porto Velho.

De acordo com a Prefeitura, este já é o maior número de escrituras entregues no primeiro ano de uma gestão municipal em Porto Velho. O resultado é atribuído ao planejamento, à busca ativa nos bairros e ao diálogo direto com a população.

Durante o evento, o prefeito reforçou que a regularização fundiária é uma das prioridades da administração.

“É papel do poder público identificar onde o problema está e resolver. Regularizar a moradia é devolver dignidade, segurança e paz às famílias”, afirmou.

Política pública que fortalece a cidade

A entrega dos títulos contemplou mais de 40 bairros, com destaque para regiões historicamente afetadas pela ausência de regularização fundiária. A iniciativa vai além da formalização documental.

Ao garantir moradia legalizada, a prefeitura fortalece a economia local, amplia a arrecadação futura e promove inclusão social. Cada título entregue representa uma história de espera que se transforma em conquista.

Com mais de 2 mil documentos entregues em apenas um ano, Porto Velho consolida um novo patamar na regularização fundiária e projeta um futuro mais seguro para milhares de famílias.

Brasil tem recorde de 9 milhões de turistas internacionais em 2025

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Turistas celebram recorde de 9 milhões de visitantes internacionais no Brasil em 2025
Brasil alcança marca histórica de 9 milhões de turistas internacionais em 2025

O Brasil alcançou em 2025 um recorde histórico de 9 milhões de turistas internacionais. O número representa um crescimento de 40% em comparação com 2024, quando o país recebeu 6,77 milhões de visitantes estrangeiros.

O resultado confirma a retomada consistente do setor. Além disso, reforça o turismo como uma das principais engrenagens da economia nacional.

Expansão da malha aérea impulsiona resultado

Um dos principais fatores para o crescimento foi a ampliação da malha aérea internacional, que avançou 16% ao longo do ano. Esse aumento facilitou o acesso ao país e ampliou a oferta de voos diretos.

Nesse contexto, a recuperação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, teve papel decisivo. Ao mesmo tempo, novas rotas fortaleceram a conexão do Brasil com mercados estratégicos.

Inteligência de dados orienta ações do setor

Além da infraestrutura, a Embratur investiu em um centro de inteligência de dados. A iniciativa passou a analisar o comportamento dos turistas estrangeiros com mais precisão.

Com isso, tornou-se possível identificar preferências, tempo de permanência e destinos mais procurados. Dessa forma, campanhas de promoção passaram a ser mais eficientes e segmentadas.

Turistas buscam experiências diferentes no Brasil

Os dados mostram que o perfil do visitante varia conforme o país de origem. Turistas argentinos, por exemplo, priorizam sol e praia. Já os norte-americanos demonstram maior interesse pelo afro-turismo.

Enquanto isso, europeus como franceses e alemães valorizam cultura, gastronomia e história. Assim, o Brasil se destaca por oferecer experiências diversas, apoiadas em seus seis biomas e ampla riqueza cultural.

Turismo fortalece economia e gera empregos

O avanço do turismo internacional impacta diretamente a economia. Hotéis, restaurantes, bares e serviços ampliaram contratações ao longo de 2025.

Como resultado, houve geração de emprego e renda em todas as regiões do país. Segundo a Embratur, todos os estados registraram crescimento no fluxo de turistas estrangeiros.

Rio de Janeiro lidera comemorações da marca

A marca de 9 milhões de turistas foi celebrada na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. O evento reuniu atividades culturais e marcou simbolicamente o recorde.

Além disso, a capital fluminense recebeu quase 2 milhões de turistas internacionais até novembro, superando em apenas dez meses todo o fluxo registrado em 2024.

Expectativa é de novo crescimento nos próximos anos

Diante dos resultados, a expectativa é positiva para os próximos anos. A combinação entre promoção internacional, conectividade aérea e diversidade de destinos fortalece o país no cenário global.

Assim, o recorde de 2025 não apenas consolida a retomada do setor, como também confirma o turismo como uma solução estratégica para o desenvolvimento econômico do Brasil.

Fonte: Agência Brasil

SUS receberá 300 mil doses da vacina contra dengue na próxima semana

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Caixa da vacina contra a dengue que será distribuída ao SUS na próxima semana
SUS receberá 300 mil doses da vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan

O Sistema Único de Saúde (SUS) vai receber 300 mil doses da vacina contra a dengue já na próxima semana. A entrega ocorre após a assinatura de contrato entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan. Com isso, o Brasil dá mais um passo concreto no enfrentamento da doença, que afeta milhões de pessoas todos os anos.

Além de representar um avanço imediato, a iniciativa reforça a estratégia nacional de prevenção. Isso porque a vacina, chamada Butantan-DV, é a primeira do mundo em dose única contra a dengue e possui produção totalmente nacional. Segundo o governo federal, a previsão é que 1,3 milhão de doses estejam disponíveis até janeiro de 2026, ampliando gradualmente a oferta no SUS.

Prioridade na distribuição das primeiras doses

Inicialmente, o Ministério da Saúde definiu que as primeiras doses serão destinadas a profissionais do SUS que atuam diretamente no atendimento à população. Dessa forma, a estratégia busca proteger quem está mais exposto ao vírus no dia a dia.

Entre os grupos prioritários estão agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos que realizam visitas domiciliares. Enquanto isso, o ministério organiza a logística para ampliar a vacinação em etapas posteriores.

A previsão, conforme divulgado anteriormente, é que a vacinação desse público comece no fim de janeiro, garantindo maior segurança aos trabalhadores da saúde antes da ampliação para outros grupos.

O que diferencia a vacina Butantan-DV

A vacina Butantan-DV apresenta um diferencial importante em relação a outros imunizantes contra a dengue. Ao contrário de esquemas vacinais mais longos, ela exige apenas uma dose, o que facilita a adesão e acelera a proteção da população.

Além disso, o imunizante protege contra os quatro sorotipos do vírus da dengue, fator considerado essencial para o controle da doença no país. Dados analisados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicam 74,7% de eficácia contra dengue sintomática em pessoas de 12 a 59 anos. Já a proteção contra formas graves chega a 89%, o que reduz significativamente o risco de hospitalizações e mortes.

Por isso, o registro concedido pela Anvisa em 8 de dezembro é visto como um marco para a saúde pública brasileira. Ao mesmo tempo, a assinatura do contrato consolida anos de pesquisa e investimento em ciência nacional.

Investimentos e fortalecimento do SUS

Com o acordo firmado, o governo federal prevê investimento inicial de R$ 368 milhões para o fornecimento de 3,9 milhões de doses à rede pública. Além desse valor, o desenvolvimento da vacina contou com R$ 130 milhões do BNDES, somados a aportes contínuos do Ministério da Saúde.

Enquanto isso, o fortalecimento dos laboratórios públicos segue como prioridade. Atualmente, a pasta investe mais de R$ 10 bilhões por ano nesse setor. Com novas parcerias estratégicas, inclusive internacionais, esse montante pode chegar a R$ 15 bilhões nos próximos anos.

Estratégia-piloto em municípios brasileiros

Paralelamente à distribuição das doses, o Ministério da Saúde vai adotar uma estratégia-piloto para avaliar o impacto da vacinação. Para isso, algumas cidades foram selecionadas como municípios de teste.

Entre elas estão Botucatu, em São Paulo, e Maranguape, no Ceará. Além dessas, Nova Lima, em Minas Gerais, também poderá integrar a iniciativa. Nessas localidades, o público-alvo será formado por adolescentes e adultos entre 15 e 59 anos.

Dessa forma, o governo poderá analisar os resultados da vacinação em larga escala e, posteriormente, ajustar a estratégia nacional. Por fim, a expectativa é que a chegada da vacina em dose única ajude a reduzir significativamente os casos de dengue no Brasil nos próximos anos.

Fonte: SBT News

Mega-Sena pode pagar R$ 62 milhões neste sábado

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Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 62 milhões neste sábado
Mega-Sena acumula e pode pagar prêmio estimado de R$ 62 milhões no sorteio deste sábado

A Mega-Sena pode pagar um prêmio estimado em R$ 62 milhões no sorteio deste sábado (20). O concurso 2.954 acontece às 21h, em São Paulo, e desperta grande expectativa entre os apostadores de todo o país.

Como ninguém acertou as seis dezenas no sorteio de quinta-feira (18), o valor principal acumulou novamente. Por isso, a procura por apostas aumentou nas últimas horas.

Sorteio movimenta apostas em todo o país

O sorteio deste sábado integra o calendário regular da Mega-Sena, que realiza concursos às terças, quintas e sábados. Em geral, prêmios elevados impulsionam filas nas lotéricas e elevam o número de apostas pela internet.

Além disso, a Caixa divulga o resultado logo após o sorteio oficial. Assim, os apostadores acompanham os números quase em tempo real.

Como apostar na Mega-Sena

Os interessados podem registrar apostas até as 20h (horário de Brasília). Atualmente, o jogador escolhe entre duas modalidades:

  • Aposta presencial em qualquer lotérica do país

  • Aposta online pelo site ou aplicativo Loterias Caixa

A aposta simples custa R$ 6 e permite a escolha de seis dezenas. Já os bolões digitais seguem disponíveis até 20h30, exclusivamente nos canais oficiais da Caixa.

Formas de pagamento e regras

Quem aposta pela internet pode pagar via Pix, cartão de crédito ou internet banking, desde que seja correntista da Caixa. Além disso, a legislação autoriza a participação apenas de maiores de 18 anos.

Essas regras garantem mais segurança ao processo e evitam fraudes.

Quais são as chances de ganhar

As probabilidades variam conforme o número de dezenas escolhidas. Segundo dados oficiais da Caixa:

  • Aposta simples (6 números – R$ 6): chance de 1 em 50.063.860

  • Aposta com 20 números (R$ 232.560): chance de 1 em 1.292

Embora as chances sejam reduzidas, muitos apostadores tentam a sorte, principalmente quando o prêmio ultrapassa dezenas de milhões de reais.

Prêmio milionário pode mudar a vida do vencedor

Caso apenas um apostador leve os R$ 62 milhões, o valor permite rendimentos elevados em aplicações financeiras. Ainda assim, especialistas recomendam planejamento financeiro, controle emocional e cautela antes de grandes decisões.

Dessa forma, o prêmio pode garantir estabilidade de longo prazo.

? Serviço

  • Concurso: 2.954

  • Prêmio estimado: R$ 62 milhões

  • Sorteio: sábado (20), às 21h

  • Apostas até: 20h

Fonte: G1

Histórico! Blue Origin leva cadeirante ao espaço pela primeira vez

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Blue Origin leva cadeirante ao espaço pela primeira vez em missão suborbital
Missão histórica da Blue Origin leva engenheira cadeirante ao espaço pela primeira vez

A Blue Origin entra para a história da exploração espacial. Desta vez, a empresa vai levar, pela primeira vez, uma pessoa cadeirante ao espaço. O voo suborbital está programado para este sábado (20).

Nesse contexto, a protagonista será a engenheira aeroespacial alemã Michaela Benthaus, funcionária da Agência Espacial Europeia (ESA). A missão integra o programa de turismo espacial da empresa e será realizada com o foguete reutilizável New Shepard. Assim, o voo marca um avanço tecnológico e social.

Quem é Michaela Benthaus

Michaela Benthaus, que é funcionária da Agência Espacial Europeia (ESA), irá ao espaço com a Blue Origin, tornando-se a primeira pessoa a se mover em cadeira de rodas a conquistar esse feito. Crédito: Reprodução/@blueorigin X

Michaela Benthaus, conhecida como “Michi”, é engenheira aeroespacial e mecatrônica. Em 2018, ela sofreu uma lesão na medula espinhal após um acidente de mountain bike. Como resultado, perdeu os movimentos das pernas.

Ainda assim, Michaela seguiu ativa na carreira científica. Em 2022, participou de voos parabólicos com gravidade zero. Depois disso, em 2024, concluiu uma missão análoga de 15 dias na Polônia, simulando rotinas de astronautas em ambientes controlados.

Agora, ela se torna a primeira pessoa cadeirante a ir ao espaço. Além disso, será a primeira a cruzar a Linha de Kármán, marco considerado o limite do espaço, a 100 quilômetros de altitude.

Detalhes da missão NS-37

A missão NS-37 contará com seis passageiros. De acordo com o cronograma, a decolagem está prevista para 11h15, no horário de Brasília. O voo terá duração aproximada de 11 minutos.

Durante a viagem, os tripulantes experimentarão cerca de quatro minutos de ausência de peso. Nesse período, poderão observar a Terra do alto, experiência que muitos descrevem como transformadora.

Logo após a decolagem, a cápsula se separa do propulsor. Em seguida, cruza a Linha de Kármán. Por fim, o retorno ocorre em queda livre controlada, com pouso auxiliado por paraquedas no deserto do Texas, nos Estados Unidos.

Enquanto isso, a transmissão ao vivo será feita pelo site oficial da Blue Origin, além do YouTube e da rede social X.

Inclusão como novo marco do turismo espacial

Até hoje, mais de 80 pessoas já participaram de voos suborbitais com o New Shepard. No entanto, a presença de Michaela Benthaus representa um novo capítulo desse programa.

Segundo especialistas, o feito amplia o debate sobre acessibilidade no setor espacial. Além disso, reforça a ideia de que limitações físicas não impedem a participação em missões espaciais.

Dessa forma, ao levar uma cadeirante ao espaço pela primeira vez, a Blue Origin combina inovação tecnológica e inclusão social. Assim, o episódio marca um avanço simbólico para o futuro da exploração espacial.

Fonte: Olhar Digital

Preço da carne bovina em 2026 deve voltar a subir

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Preço da carne bovina deve subir em 2026 com menor oferta de gado
Analistas apontam que menor produção e exportações devem pressionar o preço da carne bovina em 2026.

Depois de meses de desaceleração, o preço da carne bovina deve voltar a subir em 2026. Embora a produção recorde tenha ajudado a conter a inflação em parte de 2025, analistas do mercado agropecuário avaliam que esse cenário não deve se repetir. Isso ocorre porque a oferta de animais para abate tende a diminuir, enquanto as exportações seguem em ritmo elevado.

Assim, mesmo com consumo interno mais cauteloso, o equilíbrio entre oferta e demanda volta a pressionar os preços no mercado brasileiro.

Produção recorde segurou os preços em 2025

No primeiro semestre de 2025, os preços da carne bovina avançaram com força. No entanto, a partir do segundo semestre, a inflação perdeu fôlego. De acordo com dados do IBGE, a inflação das carnes chegou a 23,63% no acumulado de 12 meses em junho, mas recuou para cerca de 5% em novembro.

Esse movimento ocorreu, sobretudo, por causa do aumento expressivo da oferta. No terceiro trimestre de 2025, o Brasil abateu 11,2 milhões de cabeças de gado, o maior volume para o período desde 1997. Além disso, pela primeira vez, o abate de fêmeas superou o de machos, ampliando ainda mais a disponibilidade de carne no mercado interno.

Com isso, o país ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o maior produtor global de carne bovina, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Limite no bolso mudou o consumo das famílias

Apesar da produção elevada, o consumo doméstico encontrou um teto. Isso porque, após anos de reajustes consecutivos, a carne bovina passou a pesar mais no orçamento das famílias brasileiras. Como resultado, muitos consumidores reduziram a compra ou migraram para proteínas mais baratas.

Segundo Fernando Iglesias, analista da Safras & Mercado, esse fator foi decisivo para conter novos aumentos. “A carne bovina ficou tão cara que o consumidor não conseguiu absorver novos reajustes. Dessa forma, houve uma priorização de proteínas como frango, ovos e embutidos”, afirma.

Portanto, mesmo com exportações fortes, o mercado interno acabou funcionando como um freio natural para os preços ao longo de 2025.

Por que os preços devem voltar a subir em 2026

Para 2026, contudo, o cenário muda. Após um ano de abates recordes, a tendência é que os pecuaristas passem a reter fêmeas nas fazendas para recomposição do rebanho. Assim, a oferta de bovinos para abate deve encolher.

Ao mesmo tempo, o Brasil deve manter exportações em níveis elevados. Com menos carne disponível internamente e parte da produção destinada ao mercado externo, a pressão sobre os preços aumenta.

Desse modo, a expectativa inicial é de alta. “Para 2026, o consumidor pode esperar preços mais altos da carne bovina”, resume Iglesias.

Papel da China pode alterar o cenário

Além da oferta doméstica, o comportamento da China será decisivo. O país, maior comprador da carne brasileira, estuda a adoção de salvaguardas comerciais para avaliar os impactos das importações sobre sua produção local.

Se a China impor cotas mais rígidas, parte da carne que hoje segue para o exterior pode permanecer no mercado brasileiro. Nesse caso, a pressão sobre os preços diminuiria. Por outro lado, se as restrições forem limitadas, o cenário de menor oferta interna e preços mais altos tende a se consolidar.

Tarifas dos EUA não explicam recuo recente

Enquanto isso, analistas descartam influência relevante das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre o comportamento recente dos preços. Segundo o mercado, a indústria brasileira conseguiu redirecionar as vendas para outros destinos e manteve exportações intensas ao longo do segundo semestre de 2025.

Assim, o principal fator de alívio nos preços foi mesmo o aumento da produção, e não mudanças no comércio com os EUA.

O que esperar do próximo ano

Por fim, a combinação de menor oferta de gado, exportações aquecidas e incertezas no mercado internacional indica um cenário de alta para a carne bovina em 2026. Embora o ritmo desse aumento dependa de fatores externos, especialmente da China, a tendência predominante é de pressão nos preços ao longo do próximo ano.

Fonte: G1

Prefeitura avança contra alagamentos históricos com nova drenagem

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Obra de drenagem urbana da Prefeitura de Porto Velho para combater alagamentos históricos
Prefeitura de Porto Velho executa obra de drenagem urbana para resolver problema histórico de alagamentos.

A Prefeitura de Porto Velho iniciou intervenções para enfrentar um problema histórico de alagamentos em uma região da capital. Na verdade, o problema histórico de alagamentos em Porto Velho afeta moradores há mais de 30 anos. Durante o período chuvoso, a situação se agravava e causava prejuízos frequentes.

Por isso, a gestão municipal passou a executar obras de nova drenagem urbana e substituição de manilhas antigas. A meta é garantir escoamento adequado da água e reduzir os impactos das chuvas intensas e do problema histórico de alagamentos em Porto Velho.

Nova drenagem amplia a vazão da água

Equipes estão atuando na desobstrução das valas e na implantação de uma nova estrutura de drenagem

Atualmente, as equipes atuam na desobstrução das valas e na implantação de uma nova estrutura de drenagem. As antigas manilhas de 60 centímetros já não suportavam o volume de água. Assim, estão sendo substituídas por tubos de ferro mais eficientes.

Em um dos trechos mais críticos, o sistema recebe água de mais de 20 ruas. Nesse ponto, estão sendo instalados três tubos de ferro, com seis metros de comprimento cada. Dessa forma, a capacidade de vazão aumenta e o escoamento se torna mais rápido, enfrentando melhor o problema histórico de alagamentos em Porto Velho.

Além disso, uma nova rede de drenagem está sendo implantada em toda a área. Com isso, o sistema ganha mais durabilidade e eficiência a longo prazo.

Limpeza de bueiros reforça o sistema pluvial

Serviços incluem a substituição de manilhas antigas de 60 centímetros

Outro eixo da obra é a limpeza dos bueiros e canais. Ao longo dos anos, resíduos e entulhos se acumularam no local. Como consequência, o fluxo da água era bloqueado durante as chuvas.

Agora, as equipes removem esse material e restabelecem o caminho natural da água. Assim, o risco de novos alagamentos diminui de forma significativa.

Segundo o secretário municipal de Infraestrutura, Thiago Cantanhede, a intervenção trata o problema de forma estrutural.

“Estamos lidando com uma situação que se arrasta há mais de 30 anos. A nova drenagem, a troca das manilhas e a limpeza dos bueiros fazem parte de um plano para resolver o problema na raiz”, afirmou.

Moradores relatam prejuízos e expectativa de mudança

Morador da região há seis anos, Jeanucir relata as dificuldades enfrentadas. Segundo ele, os alagamentos causavam perdas frequentes devido ao problema histórico de alagamentos em Porto Velho.

“A situação da gente aqui é triste. Da última vez que choveu, a gente perdeu tudo”, contou.

No entanto, com o avanço das obras, a expectativa mudou. Para o morador, as ações já trazem esperança.

“Com a limpeza dos canais, a colocação dos tubos e a melhoria da drenagem, a situação começa a melhorar. Nosso sentimento agora é de alegria”, afirmou.

Infraestrutura e qualidade de vida como prioridade

De acordo com a Prefeitura de Porto Velho, as obras não têm caráter emergencial. Pelo contrário, fazem parte de um investimento em infraestrutura urbana. O objetivo é garantir mais segurança, mobilidade e qualidade de vida.

Além dessa região, outras áreas críticas da capital também recebem intervenções. Dessa forma, a gestão municipal busca reduzir alagamentos e minimizar os impactos das chuvas em diferentes bairros da cidade.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Programa Pão Nosso oferece café da manhã gratuito em Porto Velho

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Pessoa recebe café da manhã gratuito em estabelecimento credenciado do programa Pão Nosso em Porto Velho
Programa estadual Pão Nosso oferece café da manhã gratuito para famílias em situação de vulnerabilidade em Porto Velho.

O governo de Rondônia inicia, na próxima segunda-feira (22), a fase piloto do programa Pão Nosso, que vai oferecer café da manhã gratuito para pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica em Porto Velho. Com isso, o estado amplia a política de segurança alimentar e garante acesso à primeira refeição do dia sem custo para o beneficiário.

O atendimento ocorrerá das 6h às 9h, de segunda a sábado, em 15 estabelecimentos credenciados na capital. Além disso, o cidadão poderá consumir a refeição no local ou levá-la para casa, o que facilita o acesso das famílias ao benefício.

O programa é coordenado pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas) e foi criado em 2024. Desde então, a proposta prioriza o combate direto à pobreza e à insegurança alimentar.

Quem pode receber o benefício

O Pão Nosso atende:

  • Pessoas ou famílias com renda per capita de até meio salário mínimo

  • Aposentados que recebem até um salário mínimo

  • Beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC)

Nesse sentido, o governo estadual custeia integralmente as refeições com recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep). Assim, o beneficiário não arca com nenhum valor.

Programa reforça política de segurança alimentar

De acordo com o governador Marcos Rocha, o programa fortalece a rede de proteção social e atende uma necessidade básica da população vulnerável. Segundo ele, a iniciativa amplia o alcance das políticas públicas voltadas à alimentação.

Além disso, o governador destacou que o Pão Nosso se diferencia de outras ações já existentes. Enquanto o Prato Fácil cobra um valor simbólico pelo almoço, o novo programa garante o café da manhã totalmente gratuito, o que amplia o número de beneficiários.

Importância do café da manhã

A secretária da Seas, Luana Rocha, explicou que o café da manhã desempenha papel fundamental na rotina das pessoas. Após o jejum noturno, o organismo precisa repor energia e nutrientes essenciais.

Por isso, segundo a secretária, a refeição contribui para a melhora do desempenho físico e mental. Como resultado, há reflexos positivos no trabalho, nos estudos e na qualidade de vida dos beneficiários.

Cardápio variado e nutritivo

Durante os dias de atendimento, os beneficiários terão acesso a um cardápio diversificado. Entre as opções estão:

  • Café puro ou com leite

  • Chá ou leite

  • Pão com ovo ou carne bovina

  • Tapioca com carne bovina

  • Cuscuz com ovo ou carne

  • Frutas

Dessa forma, o programa garante refeições equilibradas e com valor nutricional adequado.

Expansão para outros municípios

Assim como ocorreu com o Prato Fácil, o governo de Rondônia pretende expandir gradualmente o Pão Nosso para outros municípios do estado. No entanto, a gestão avaliará primeiro os resultados da fase piloto em Porto Velho.

Enquanto isso, a iniciativa já representa um avanço importante na política de combate à fome e de promoção da dignidade social na capital.

Comissão aprova Orçamento de 2026 com R$ 61 bilhões para emendas

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Plenário do Congresso Nacional durante sessão que aprovou o Orçamento de 2026 com R$ 61 bilhões em emendas parlamentares
Congresso Nacional aprova texto-base do Orçamento de 2026, que reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares.

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou nesta sexta-feira (19) o texto-base do Orçamento da União para 2026. A proposta reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares e, por isso, amplia o peso do Legislativo na destinação de recursos públicos. Agora, o projeto segue para votação em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado.

Além disso, o relatório prevê um superávit primário de R$ 34,5 bilhões nas contas públicas no próximo ano. Esse resultado permanece dentro das regras do novo arcabouço fiscal, aprovado em 2023, que estabelece margens de tolerância para o cumprimento da meta.

Emendas parlamentares concentram parcela expressiva do Orçamento

Do total reservado para emendas, cerca de R$ 49,9 bilhões ficarão sob controle direto de deputados e senadores. Nesse grupo, entram as emendas individuais, de bancada e de comissão. Assim, o Congresso amplia sua influência sobre a execução orçamentária de 2026.

A maior parte desses recursos será destinada às emendas impositivas, que exigem execução obrigatória por parte do governo federal. Em 2026, esse tipo de emenda deve somar aproximadamente R$ 37,8 bilhões, o que reforça o caráter vinculante dessas despesas.

Atualmente, as emendas impositivas se dividem em dois formatos principais:

  • Emendas individuais, direcionadas a cada parlamentar, que totalizam R$ 26,6 bilhões;

  • Emendas de bancada, destinadas às bancadas estaduais, no valor de R$ 11,2 bilhões.

Por outro lado, as emendas de comissão não têm execução obrigatória. Nesses casos, a liberação dos recursos depende de decisão do Poder Executivo. Ainda assim, o Orçamento reserva R$ 12,1 bilhões para essa modalidade.

Calendário de pagamento prioriza áreas sociais

Além de definir os valores, o texto aprovado estabelece um calendário para o pagamento das emendas parlamentares ao longo de 2026. Dessa forma, mais da metade desses recursos deverá ser liberada pelo governo federal até o final do primeiro semestre.

Ao mesmo tempo, o Executivo ficará obrigado a pagar 65% das emendas impositivas destinadas às áreas da saúde e da assistência social. Essas áreas, portanto, concentrarão a maior parte dos recursos indicados por deputados e senadores no próximo ano.

Investimentos públicos terão piso mínimo garantido

O Orçamento de 2026 também fixa um piso mínimo de R$ 83 bilhões para investimentos públicos. Esse valor corresponde a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB), cuja estimativa oficial aponta para R$ 13,8 trilhões no próximo ano.

Esses investimentos integram as chamadas despesas discricionárias. Ou seja, embora não tenham execução obrigatória, precisam constar no Orçamento. Mesmo assim, o governo sinaliza que dará prioridade às obras do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), especialmente aquelas que enfrentam restrições financeiras.

Orçamento total da União chega a R$ 6,5 trilhões

O Orçamento Geral da União para 2026 está estimado em R$ 6,5 trilhões. Desse montante, aproximadamente R$ 1,8 trilhão será destinado ao refinanciamento da dívida pública.

Enquanto isso, o limite de despesas para os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário ficará em R$ 2,3 trilhões. O texto também autoriza um aumento de R$ 12,4 bilhões nas despesas com pessoal. Esse valor inclui reajustes salariais, criação de cargos, funções e gratificações.

Segundo o relatório aprovado, esse crescimento reflete a intenção do governo e dos demais Poderes de fortalecer carreiras e adequar as políticas de cargos e salários às necessidades institucionais.

Texto segue para votação final no Congresso

Com a aprovação na Comissão Mista de Orçamento, o texto do Orçamento de 2026 avança agora para votação em sessão conjunta do Congresso Nacional. Nessa etapa, deputados e senadores ainda poderão apresentar destaques antes da aprovação final da proposta.

Fonte: G1

Comer queijo pode fazer bem ao cérebro, sugere estudo

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Ilustração mostra pedaços de queijo ao lado de um cérebro humano para representar estudo sobre alimentação e saúde cerebral.
Estudo de longo prazo sugere que o consumo de queijos ricos em gordura pode estar associado a menor risco de demência.

Um alimento comum na rotina de milhões de pessoas pode estar ligado a um benefício inesperado para a saúde cerebral. Segundo um estudo de longo prazo realizado na Suécia, o consumo regular de queijo com alto teor de gordura aparece associado a um menor risco de desenvolvimento de demência ao longo da vida.

Por muitos anos, especialistas trataram a gordura como vilã da saúde. No entanto, os novos dados desafiam recomendações tradicionais, especialmente quando o assunto envolve cérebro e envelhecimento.

Estudo acompanhou quase 28 mil adultos por mais de duas décadas

Para chegar aos resultados, os pesquisadores acompanharam 27.670 adultos suecos durante cerca de 25 anos. Ao longo do período, eles compararam hábitos alimentares e diagnósticos clínicos.

Como resultado, pessoas que consumiam 50 gramas ou mais de queijo rico em gordura por dia apresentaram um risco menor de desenvolver demência. Em contrapartida, participantes que ingeriam menos de 15 gramas diários registraram índices mais elevados da doença.

Além disso, após ajustes para idade, sexo, escolaridade e padrão alimentar geral, o grupo com maior consumo apresentou redução de 13% no risco de demência. Em números absolutos, cerca de 10% dessas pessoas desenvolveram a condição, contra aproximadamente 13% entre os consumidores de baixo consumo.

Tipos de queijo analisados na pesquisa

O estudo classificou como queijos ricos em gordura aqueles com mais de 20% de teor lipídico. Entre eles, estão:

  • brie

  • gouda

  • cheddar

  • parmesão

  • gruyère

  • mussarela

Por outro lado, outros produtos lácteos não apresentaram a mesma associação. Leite, iogurte, kefir e queijos com baixo teor de gordura não mostraram efeito semelhante. Já a manteiga apresentou resultados inconsistentes ao longo da análise.

Pesquisa desafia visões antigas sobre gordura e cérebro

De acordo com Emily Sonestedt, epidemiologista nutricional da Universidade de Lund, os resultados ajudam a rever conceitos consolidados. Segundo ela, por décadas, dietas ricas em gordura despertaram desconfiança.

Entretanto, os dados indicam que o impacto da gordura pode variar conforme o alimento, especialmente quando se observa a saúde cerebral de forma isolada. Por isso, o estudo reacende o debate sobre dieta, cognição e envelhecimento saudável.

Demência cresce no mundo e prevenção ganha importância

Atualmente, a demência afeta cerca de 57 milhões de pessoas em todo o mundo. Além disso, projeções internacionais indicam que esse número pode chegar a 153 milhões até 2050.

Diante desse cenário, a comunidade científica tem buscado estratégias preventivas. Assim, ajustes na alimentação e no estilo de vida passaram a receber mais atenção, sobretudo porque ainda existem poucos tratamentos capazes de interromper a progressão da doença.

Especialistas recomendam cautela na interpretação dos dados

Apesar dos resultados promissores, os próprios autores destacam uma limitação importante: o estudo é observacional. Portanto, ele não comprova relação direta de causa e efeito.

Além disso, especialistas independentes reforçam a necessidade de cautela. Para Tara Spires-Jones, do Instituto de Pesquisa em Demência do Reino Unido, a principal limitação está no registro da dieta apenas uma vez, décadas antes do possível diagnóstico.

Segundo ela, há grande chance de mudanças nos hábitos alimentares ao longo do tempo. O estudo foi publicado na revista científica Neurology e, por enquanto, não justifica exageros no consumo de queijo, mas contribui para uma discussão mais equilibrada sobre alimentação e saúde do cérebro.

Fonte: Olhar Digital

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