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sexta-feira, julho 3, 2026
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Arara-azul nasce no Zoológico de Curitiba

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Uma arara-azul nasceu no Zoológico de Curitiba. De acordo com a prefeitura, esse é o 4º filhote de arara-azul que nasce no local.

Trata-se de uma arara-azul-grande, considerada vulnerável na escala de risco de extinção.

Equipes do zoo notaram que o casal de arara-azul estava passando mais tempo no ninho e, então, descobriram o filhote. Eles estimam que o nascimento tenha acontecido há cerca de quatro meses.

Quatro filhotes de arara-azul já nasceram no Zoológico de Curitiba — Foto: Luiz Costa/SMCS

Quatro filhotes de arara-azul já nasceram no Zoológico de Curitiba — Foto: Luiz Costa/SMCS

O filhote está sob os cuidados dos pais e fica em um recinto fora de exposição. Ele é irmão do Blu, que também é morador do zoológico. Ao todo, cinco aves dessa espécie – contando com o filhote – são habitantes do local.

A arara-azul é uma espécie que vive nas regiões do Pantanal e da Amazônia.

Arara-azul é uma espécie ameaçada de extinção — Foto: Luiz Costa/SMCS

Arara-azul é uma espécie ameaçada de extinção — Foto: Luiz Costa/SMCS

Espécies de arara-azul — Foto: Roberta Jaworski / G1

Espécies de arara-azul — Foto: Roberta Jaworski / G1

Governador do Amazonas, Wilson Lima se reúne com Bolsonaro e ministro do Meio Ambiente e define acordo para avançar no licenciamento da BR-319

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O governador do Amazonas, Wilson Lima, esteve reunido, nesta terça-feira (9/7), em Brasília, com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Na pauta, a recuperação da BR-319 (que liga Manaus a Porto Velho). O presidente Jair Bolsonaro mostrou interesse em participar da caravana pela rodovia programada para acontecer ainda este ano.

Durante a reunião ficou acertado a assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre Ministério do Meio Ambiente, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) para agilizar o processo de licenciamento ambiental, hoje o principal entrave para o recapeamento da rodovia.

De acordo com o governador Wilson Lima, a reunião foi extremamente produtiva, uma vez que as demandas do Estado foram encaminhadas pelo Governo Federal de forma célere. “Nós tivemos uma primeira reunião em Parintins, durante o Festival Folclórico, e essa aqui foi resultado desse alinhamento. O ministro está muito disposto a nos ouvir e a discutir as soluções em conjunto, sobretudo, no que se refere a BR-319, que é hoje uma das nossas prioridades”, destacou Wilson Lima.

“Para a nossa surpresa o presidente passou pelo Ministério do Meio Ambiente no momento em que estávamos reunidos e entrou e participou da nossa reunião. Aproveitamos para voltar a tocar nas demandas do Amazonas, falamos da ideia de percorrermos a BR-319 e ele se interessou em entrar na caravana, esperamos que essa intenção que ele demonstrou amadureça. Para nós vai ser um prazer”, declarou o governador.

“O principal foco do acordo de cooperação técnica é a gente criar um elo participativo da atuação do Governo do Amazonas nessa questão do destravamento das licenças ambientais necessárias para o avanço da BR-319. O ACT é um instrumento administrativo favorável para que o Estado esteja mais presente nas decisões que competem ao Governo Federal. Hoje quem faz a obra é o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte) e quem licencia é o Ibama, o Governo do Estado ficava na expectativa das ações”, explicou o diretor-presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Juliano Valente.

ZEE do Purus – Outra demanda do Amazonas encaminhada pelo ministro do Meio Ambiente, diz respeito à aprovação do Zoneamento Ecológico Econômico da Calha do Purus. O ministro Ricardo Salles garantiu que ainda nesta terça-feira iria encaminhar o projeto para apreciação da Casa Civil.

“O Zoneamento Ecológico Econômico da Calha do Purus ordena a questão produtiva e ambiental numa área muito sensível do Estado do Amazonas e vai ser um golaço para destravar o desenvolvimento daquela região, além de apontar mecanismos e modelos para os próximos, em especial a área do Madeira, do Baixo Amazonas e também da Região Metropolitana de Manaus”, explicou o secretário da Sema, Eduardo Taveira.

Experiência no Acre servirá de base para criação de unidade de atendimento a queimados na região Norte

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A explosão do barco que fez várias vítimas em Cruzeiro do Sul, no dia 7 de junho, serviu de alerta para a necessidade de criação de um centro de atendimento especializado para vítimas de queimaduras na região Norte. Já está sendo articulada a criação de uma unidade no Acre, que deverá servir de base para a instalação de um centro de alta complexidade destinado a atender queimados de todo o Norte do país.

A informação é do chefe da Unidade de Atendimento a Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), em Brasília (DF), cirurgião plástico José Adorno, que também é presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ). Adorno estava no centro das articulações de socorro às vítimas da explosão do barco no Acre, que foram enviados para tratamento em Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG) e Brasília, numa operação que envolveu os governos estaduais e federal e uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB).

Em entrevista exclusiva à Agência de Notícias do Acre, José Adorno, que atua há cerca de 26 anos no setor de queimados do HRAN, faz um balanço sobre o acidente no Acre, as necessidades evidenciadas e aponta soluções para esse tipo de problema, além de avaliar a situação das vítimas e os cuidados que ainda precisarão ter – dos quatro pacientes encaminhados a Brasília, três deles já receberam alta médica e o terceiro poderá ser liberado ainda esta semana.

Como o senhor tomou conhecimento e qual o seu envolvimento com o socorro às vítimas da explosão do barco em Cruzeiro do Sul, no Acre?

Soube no sábado, dia seguinte ao acidente, por meio de grupos de redes sociais, mobilizado como presidente da SBQ. Fiz contatos com hospitais profissionais locais e com a secretária de saúde, Mônica Feres, que relatou as situação que estavam recebendo os pacientes e que era grave. Como o Acre não tem estrutura específica para atendimento a queimados, pela urgência e como é um tratamento longo, decidiu-se pela remoção desses pacientes.

Como isso foi feito?
Foi acionado o sistema de regulação do SUS (Sistema Único de Saúde), que regula a disponibilidade de leitos e UTIs. Foram disponibilizadas seis vagas em Belo Horizonte (MG) e uma Goiânia (GO), que contam com estrutura para receber os pacientes mais graves, além de quatro vagas para Brasília, que é referência no tratamento de queimados. O sistema de regulação do SUS, que é o maior sistema público de saúde da América Latina e precisa ser melhor conhecido, permitiu que o Acre pudesse oferecer e se responsabilizar financeiramente pelo tratamento dos pacientes.

Foi uma operação ampla, que envolveu governos locais e federal, incluindo o Ministério da Defesa e a Força Aérea Brasileira, a FAB…
A preocupação era transporte. Os pacientes estáveis poderiam ser transportados de avião comum, mas outros estavam mais graves, entubados, precisando de ventilação mecânica, o que exigia UTI aérea. Era uma estratégia de guerra. Fizemos articulações, o governo do Acre (via Representação em Brasília) acionou a Presidência da República e o Ministério da Defesa, pois quem tinha essa estrutura era a FAB. Em cerca de 24 horas saiu a ordem para transportar os pacientes e tudo funcionou como um relógio suíço.

Como o senhor avalia a gravidade do acidente no Acre?
O protocolo é de catástrofe. Aqui no HRAN, por exemplo, se eu recebo até cinco, seis pacientes numa tarde, entra no protocolo comum. Se são mais do que cinco até dez, é catástrofe média e tenho que mobilizar outros recursos. Se tiver mais de 10 ou 15, é catástrofe grande. Lá foram 18 pacientes. E em Cruzeiro do Sul, à margem do rio Juruá. Então precisou montar uma operação militar, de guerra, para conseguir atender e transportar as vítimas.

Qual a diferença entre atendimento de vítimas de queimaduras e de outros traumas?
O trauma é completamente diferente e exige treinamento específico. Quando a pessoa se queima, ele já perde um dos principais sistemas de proteção, que é pele e que controla nossa temperatura, nosso meio interno, as infecções…Quando a pessoa perde a pele, começa a perder líquido rapidamente, entra em insuficiência renal e, se for um grande queimado, é sujeito a infecção muito precocemente e morre fácil de sepse, infecção. Por isso precisa de um centro especializado, com equipe treinada para atendimento imediato.

Então o acidente no Acre foi um alerta para a necessidade dessa estrutura no Estado?
O acidente no Acre exigiu uma operação gigante, com transferência de vítimas numa distância de mais de três mil quilômetros, e mostrou a necessidade de treinamento e estrutura especializada para atendimento às vítimas de queimaduras naquela região. É isso que estamos articulando, junto com o governo do Acre por meio da Secretaria de Saúde.

Como isso será feito?
A SBQ tem curso específico nessa área. Inicialmente vamos treinar as equipes locais e discutir uma política de atendimento para esse tipo de vítima na Região Norte, que não conta com essa assistência. Isso está sendo tratado com a secretária de Saúde do Acre, Dra. Mônica Feres. Já tivemos reunião via Skype com equipes locais do Samu e da área de regulação do SUS. O curso presencial ocorrerá entre os meses de julho e agosto.

A ideia, então, é que seja estruturado esse tipo de atendimento no Acre e expandir essa experiência para a Região Norte?
A ideia é que o Acre seja um caso piloto para que, a partir dele, se possa criar um centro de referência de alta complexidade no Norte do país, para atender às vítimas de queimaduras de toda essa região, que tem distâncias difíceis de serem vencidas. Quanto mais cedo esses pacientes chegam a um centro de referência e recebem um atendimento especializado, mais se reduz a mortalidade e a morbidade, que são as complicações desse trauma.

O que é preciso para o funcionamento de um centro desse?
Estrutura e equipe. Um centro de alta complexidade tem capacidade para atender os casos mais graves. Precisa de centro cirúrgico especializado, áreas para fazer curativo, materiais especiais e, essencialmente, equipes bem treinadas para tratamento de queimados. Montar estrutura é fácil, é construção e equipamento, embora dependa de decisão política. Difícil e demorado é montar uma equipe multidisciplinar nessa área.

Quanto às vítimas da explosão do barco em Cruzeiro do Sul encaminhados para tratamento em Brasília, qual a avaliação?
Três deles já tiveram alta médica: Francisco Rodrigues de Oliveira, José Francisco do Nascimento Neto e Francisco Rodrigues da Rocha. O outro, João Oliveira da Silva, depende de avaliação da ferida nesta sexta-feira. Eles tiveram queimaduras superficiais, porém extensas, entre 30% a 40% do corpo. Passaram por alguns procedimentos sob sedação para limpeza das feridas, utilização correta de curativos e coberturas especiais, além de atendimento psicológico, nutricional e até do serviço social.
Brasília é referência no atendimento a queimados e há o atendimento de uma equipe multidisciplinar e interdisciplinar, com reuniões semanais para avaliar a situação integral de cada paciente, porque isso implica no tratamento e no impacto da volta deles para seu lugar de origem.

Depois de liberados, eles precisam continuar o tratamento?
Sim, de forma ambulatorial. Fazemos a contra-referência (reencaminhamento) desses pacientes para as equipes do Acre, informando o tratamento recebido e sugerindo os tratamentos ambulatoriais que precisarão seguir. Vão precisar de fisioterapia, malha compressiva e os cuidados com a pele que devem fazer.

Por quanto tempo eles precisarão de atendimento ambulatorial?
Varia muito, porque a resolução cicatricial é individual e também depende da adesão deles ao tratamento, se eles vai vão comparecer às consultas marcadas e cumprir as orientações médicas. São pacientes crônicos, pois ficarão com as cicatrizes que devem ser tratadas ao longo do tempo e precisam de dedicação ao tratamento.

Qual a lição que fica da tragédia no Acre?
Primeiro, é preciso melhorar a prevenção a esse tipo de acidente por meio da fiscalização dos barcos. Segundo, é preciso melhorar o atendimento às vítimas de queimaduras, como estamos articulando no Acre com o treinamento de equipes e abrindo a possibilidade de estruturação de centro especializado de atendimento às vítimas de queimaduras na região. Também é preciso que haja, no País, campanhas de prevenção de queimaduras, inclusive nas escolas, para as crianças, como ocorre nos países desenvolvidos.

Capacidade de produção da piscicultura em Rondônia cresceu 8,63%, segundo dados da Sedam

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Nos últimos três anos segundo dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) a área total destinada a piscicultura no estado de Rondônia cresceu 8,63%, saindo dos 14.544 hectares de espelho-d’água em 2016 para 15.800 em 2018. “Mesmo que não tenha crescido a passos largos em termos de número de empreendimentos, as áreas alagadas onde são produzidos os pescados tem aumentado sucessivamente, explica Maria Mirtes Pinheiro gerente de aquicultura e pesca da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri).

Para explicar o crescimento, Mirtes especifica que os empreendimentos piscicultores no Estado de Rondônia estão concentrados em duas regiões produtoras: uma na região central e a outra no Vale do Jamari. “O território do Vale do Jamari concentra os grandes empreendimentos e a região central se caracteriza pelos piscicultores familiares,” esclarece Mirtes.

Além disso, ela destaca que ocorreu crescimento da piscicultura em Rondônia nos últimos anos, principalmente pela entrada de médios e grandes empreendimentos que estão localizados no território do Vale do Jamari e a adoção de novas tecnologias na produção, que em pouco tempo permite ao produtor aumentar a densidade de peixes nos tanques. “Historicamente a piscicultura no Estado se desenvolveu pela agricultura familiar. E nos últimos anos percebemos o crescimento dos médios e grandes empreendedores aquícolas”, lembra Mirtes.

O Estado possui 4.308 empreendimentos cadastrados e licenciados exclusivamente para comercialização e produção, ocupando uma área de 15.810,26 hectares de espelho d’água, com uma projeção de produção de 95.534,37 toneladas ao ano.

EXPORTAÇÃO 

As exportações de peixe do estado de Rondônia tiveram início em 2017 com destino ao Vietnã, segundo os dados do Comex Stat – o sistema para consultas e extração de dados do comércio exterior brasileiro – do Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Midic). Em 2019, de janeiro a junho já foram exportados mais de 259 toneladas de peixe para o Peru, Bolívia e Estados

Guia eletrônica de transporte animal em smartphones facilita cada vez mais a rotina de trabalho de pecuaristas e piscicultores em Rondônia

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Está cada vez melhor, eficaz e procurada, a emissão eletrônica da guia de trânsito animal (GTA) pela Agência Idaron. O aplicativo resultou em 10,3 mil emissões de guias, de 1º de janeiro a 30 de junho deste ano.

Em qualquer lugar com acesso à internet, pecuaristas e piscicultores de Rondônia podem emitir, 24 horas, com segurança GTAs por celulares,  notebook, smartphone e tablets.

O serviço online criado pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia começou em 30 de junho de 2016. Desde 14 de julho de 2017 está incluída a produção pesqueira.

Além da emissão da GTA, o aplicativo oferece a emissão de declaração para fins de imposto de renda; empréstimo bancário (declaração cadastral); e consulta de saldo das propriedades.

“O trânsito animal em todo o estado é rigorosamente fiscalizado e os produtores agora usam o celular, escolhem o banco de sua preferência e evitam ter que ir à agência”, explica o presidente da agência, Júlio César Rocha Peres.

As GTAs atendem a proprietários de bovinos, bubalinos ou peixes, tanto para abate, engorda ou reprodução. “Basta que seja impressa a guia”, diz a coordenadora de T.I. Lays Pinheiro. Rondônia tem um rebanho bovino estimado em 14 milhões de cabeças.

AUMENTO

A quantidade de guias emitidas foi aumentando gradativamente. Segundo Lays Pinheiro, em 2016 a agência emitiu 1.067 documentos para bovinos destinados ao abate em frigoríficos; em 2017 o número de emissões subiu para 2.636, incluindo as GTAs para peixes; e em 2018 alcançou 7.027, com bovinos peixes nos itens abate, engorda e reprodução.

A plataforma integrada abrange módulos de recursos humanos, desempenho e produtividade, avaliação funcional de progressão de servidores e módulos de diárias.

A coordenadora informou que a oferta de opções de serviços eletrônicos da Idaron aumentará. “O objetivo, ela assinalou, é chegar à ULSAV Virtual, na qual o produtor terá à sua disposição as mais diversas facilidades de maneira rápida, eficiente e segura”.

COMO FAZER

O produtor deve procurar a unidade mais próxima da Agência Idaron, para se cadastrar e obter senha. Para acessar o cadastro online, ele visitará a página da Agência Idaron: www.idaron.ro.gov.br

► Em seguida clicar sobre o ícone GTA Online, inserir CPF, senha para emissão da guia, escolher a propriedade e preencher com os dados solicitados, de origem e destino.

► A agência informa que não é cobrada taxa sobre movimentações entre o mesmo CPF ou CNPJ. A transação é imediata.

► Já para movimentações que envolvam CPF e CNPJ distintos, a emissão da GTA se vincula ao pagamento da DARE, e sua compensação bancária fica sob a responsabilidade da Secretaria de Finanças do Estado.

No próprio site está disponível o manual para orientações quanto a possíveis dúvidas, e da mesma forma, os telefones do suporte. Técnicos e analistas trabalham para garantir a integridade nas transações e operações feitas no aplicativo.

Prefeitura lança Projeto de Desenvolvimento da Cultura da Mandioca

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O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Município, Luis Cláudio Pereira, vereadores, produtores rurais e líderes classistas estarão, nesta próxima sexta-feira (12/7), às 10h, no Reassentamento São Domingos, no ramal de mesmo nome, para o lançamento do ‘Projeto de Desenvolvimento da Cultura da Mandioca’.

A iniciativa é um plano do prefeito Hildon Chaves e do secretário Luis Cláudio para melhorar a cadeia produtiva e agroindustrial da mandioca em Porto Velho. A solenidade de lançamento do projeto acontecerá na sede da Associação dos Produtores de São Domingos.

Luis Cláudio informou que um dos principais propósitos do Programa é aumentar a produtividade, que hoje é de aproximadamente 10 toneladas por hectare. “Nós pretendemos elevar a produção para alguma coisa entre 25 e 30 toneladas por hectare, com correção do solo, escolha adequada da variedade e assistência técnica. Por isso, teremos uma parceria fundamental com a Emater e a Embrapa”, diz ele, acrescentando que o aumento da produção garante abastecimento das agroindústrias de farinha (farinheiras) em funcionamento e melhora a qualidade da ‘macaxeira’, nome típico da mandioca comercializada para consumo.

Segundo o assessor técnico da Semagric e coordenador do projeto, engenheiro agrônomo Luis Carlos Menezes, a programação começa as 9h, com apresentação resumida do que é o programa, pronunciamento das autoridades e, em seguida, visita a uma área adquirida em sistema de associativismo de 22 produtores rurais e destinada para o plantio da mandioca.

A Prefeitura de Porto Velho, através da Semagric, vai apoiar os produtores com disponibilização de equipamentos para mecanização da área, transporte da produção e correção do solo, além de somar forças com a Embrapa e com a Emater, na questão da assistência técnica, principalmente na seleção de variedades precoces e de maior produtividade.

Pecuaristas de Nova Mamoré, RO, investem em tecnologia para alavancar produção de leite

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Com uma produção média de 124 mil litros de leite por dia, Nova Mamoré (RO), distante a pouco mais de 300 quilômetros de Porto Velho, é o maior produtor de leite do estado, segundo dados da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO). Na região, diversos pecuaristas estão investindo em tecnologia para melhorar a produção.

Nova Mamoré é considerada a bacia leiteira do estado há pouco mais de dois anos. O município tem aproximadamente 30 mil habitantes e a principal atividade econômica é o agronegócio.

Atualmente, 1,5 mil produtores estão cadastrados na Emater. Programas de melhoramento genético, nutrição e manejo reprodutivo foram fatores essenciais para o aumento da produção de leite.

Esse é o caso de Marlen Ângelo, que trabalha no ramo há 35 anos e atualmente é possui 180 cabeças de gado. A propriedade dele chega a produzir 500 litros de leite por dia, e isso é consequência de investimentos em tecnologia para o melhoramento genético do rebanho.

“Tenho pouco mais de 20 novilhas para implantar embrião de gado leiteiro vindo de Minas Gerais, e com isso espero que a produção aumente e seja mais rápido. O gado daqui demora a dar leite, geralmente leva de 4 a 5 anos”, conta.

Acre realiza 17 transplantes de rim, fígado e córnea em 2019

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Este ano já foram realizados 17 transplantes na Fundação Hospital do Estado do Acre (Fundhacre), sendo dois de fígado, dois rins e 13 de córneas. No Acre, cerca de 70 pessoas estão na fila de espera por um transplante.

A doação de órgãos ainda é um desafio no estado, mas o número de transplantes poderia ser maior. A recusa familiar, que é mais de 60%, e também a logística em relação a outros estados, dificultam a doação e o número de transplantes.

O Acre em algumas ocasiões deixa de fazer novos transplantes, pois a Central Nacional de Transplantes regula para o estado mais próximo considerando a vida útil do órgão. Por isso, a doação local é de fundamental importância para o aumento de transplantes.

“A divulgação e conscientização sobre doação é importante. Temos muitos pacientes em hemodiálise, que aguardam por uma doação”, explica médica nefrologista Jarine Nasserala, coordenadora do Serviço de Transplante Renal da Fundhacre.

“Há um ano e três meses o Estado não realizava transplante de rim. Estava parado por falta de insumos e de equipe cirúrgica, mas a Sesacre regularizou essa situação”, conta Jarine Nasserala. “Temos que agradecer todo empenho da Sesacre e direção da Fundhacre, além da equipe cirúrgica local, formada pelos médicos Etori Andrade, Thadeu Moura e Yotaro Suzuki”.

No último sábado, 6, foram realizados dois transplantes de rins, graças a uma doação local. A família de uma pessoa do sexo masculino, vítima de Acidente Vascular Cerebral (AVC) decidiu realizar a doação que veio a beneficiar um homem de 44 anos, inscrito há um ano e um mês na fila de transplante e também uma mulher de 51 anos, que aguardava pela doação há mais de dois anos. Os dois sofriam com insuficiência renal crônica e faziam hemodiálise,  procedimento que limpa e filtra o sangue por meio de equipamento específico.

Doação de Goiânia

Na manhã desta segunda-feira, 8, um avião da Força Área Brasileira pousou em Rio Branco, com um fígado vindo de um doador de Goiânia (GO). A doação garantiu que um senhor de 60 anos, inscrito há 40 dias na fila de espera, realizasse o transplante.

“É importante destacar que os transplantes não são feitos por tempo de espera, mas por compatibilidade, entre o doador e receptor. Para ser doador não precisar deixar nada por escrito, basta informar à família, pois, a doação é consentida, ou seja, precisa da autorização da família”, explica Regiane Ferrari, gerente da Central de Transplantes.

As cirurgias de fígado estavam paralisadas desde outubro de 2018, devido a dívidas deixadas pela gestão anterior. O empenho do governador Gladson Cameli em garantir o retorno dos transplantes viabilizou o seguimento dos transplantes de fígado na Fundhacre.

Trabalho em equipe

Os transplantes de rins e córneas são coordenados e executados por equipes de Rio Branco. Já o transplante de fígado é coordenador pelo médico hepatologista Tércio Genzini que atua com apoio da equipe local.

Durante um transplante, aproximadamente 10 pessoas participam da cirurgia. Os pacientes transplantados recebem acompanhamento antes, durante e depois da cirurgia, pois a recuperação é considerada de fundamental importância para o sucesso do transplante.

Embora haja surto no restante do País, Rondônia segue sem confirmações de Febre Amarela

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“Prevenir é sempre o melhor remédio”.  O ditado popular nunca esteve tão próximo da realidade do Governo do Estado, e tudo isso graças aos investimentos em prevenção que estão trazendo grandes resultados. Entre eles a diminuição de casos de febre amarela notificados em Rondônia.

Desde 2016 a febre amarela tem ocupado as principais manchetes. De acordo com dados do Ministério da Saúde, de 2017 a 2018 o Brasil viveu um dos maiores surtos da doença, com mais de 7.500 casos notificados, 1.370 casos confirmados, e 483 mortes.

A maior quantidade de registros ocorreram nos estados de São Paulo, Minas gerais, Rio de Janeiro e Espirito Santo. E embora Rondônia esteja dentro da Amazônia, ficou distante desse cenário, com apenas 38 notificações, e um caso confirmado em 2018.

Segundos dados da Agencia Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa/Ro), em 2019, até o momento, foram notificados nove casos da doença, sem nenhuma confirmação. Resultado de um trabalho com foco na prevenção e educação. “Além da prevenção, também atuamos com a conscientização, por meio de ações educativas, e a vigilância passiva, onde a comunidade participa. O resultado desse trabalho é mais de 90% de cobertura da vacina no estado”, destacou o gerente estadual de vigilância em saúde ambiental da Agevisa/Ro, Cesarino Lima.

Segundo ele, o único caso confirmado no estado em 2018 ocorreu devido a vítima ter vindo de outra cidade e por não ter sido vacinada. A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por picadas de mosquito, e não por macacos, ao contrário do que muitos pensam.

A população deve ficar atenta aos primeiros sintomas da doença, como febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular e vômito por cerca de três dias. “Nós orientamos sempre a população a buscar a vacina em qualquer posto. E caso encontrem animais silvestres mortos, evite o contato, comunique imediatamente aos órgãos responsáveis”, alertou o gerente estadual.

IBGE abre 400 vagas temporárias de analista censitário em todos estados

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Estão abertas até o dia 23 de julho as inscrições para 400 vagas temporárias de analista de nível superior do Censo 2020. As oportunidades estão distribuídas em 20 áreas de conhecimento e em todas as unidades da federação, sendo a maior parcela para o Rio de Janeiro, sede do IBGE. O edital completo foi publicado hoje (8) no Diário Oficial da União.

A aplicação das provas está prevista para 1º de setembro e os aprovados devem ser convocados a partir do dia 27 do mesmo mês. A remuneração mensal é de R$ 4.200 para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, sendo 8 horas diárias. Os contratados terão direito aos auxílios alimentação, transporte e pré-escolar, assim como a férias e 13º salário proporcionais, de acordo com a legislação vigente.

O período máximo da contratação é de 12 meses e os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por igual período, de acordo com a necessidade do trabalho e/ou disponibilidade de recursos orçamentários. O desempenho dos contratados será avaliado mensalmente.

As inscrições somente serão validadas após a confirmação do pagamento da taxa de R$ 64. Pretos ou pardos terão direito a 20% das vagas e pessoas com deficiência ao mínimo de 5%, de acordo com a legislação em vigor.

Serão 60 questões objetivas em língua portuguesa, conhecimentos específicos e raciocínio lógico, conforme descrito no edital. As provas dos candidatos da área de conhecimento de métodos quantitativos não terão questões de raciocínio lógico.

FunçãoÁrea de ConhecimentoRetribuição MensalTaxa de InscriçãoNº de Vagas
Analista Censitário (AC)Análise de Sistemas – Desen. AplicaçõesR$4.200,00R$64,0017
Análise de Sistemas – Desenv. Aplicações Web Mobile2
Análise de Sistemas – Suporte a Comunicações e Rede5
Análise de Sistemas – Suporte à Produção4
Análise de Sistemas – Suporte Operacional e de Tecnologia4
Análise Socioeconômica36
Biblioteconomia e Documentação4
Ciências Contábeis30
Ciências Sociais12
Desenho Instrucional2
Geoprocessamento24
Gestão e Infraestrutura142
Jornalismo35
Letras1
Logística5
Métodos Quantitativos57
Planejamento e Gestão1
Produção Gráfica/Editorial2
Programação Visual/Web design10
Recursos Humanos7
TOTAL400
Economia de Rondônia em podcast com entrevistador e especialista comentando dados do IBGE

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Jorge Elarrat, do IBGE, participa do PodRondônia Economia e explica como dados ajudam a entender agro, população, saúde e planejamento.
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Serviço do Detran-RO permite enviar documentos, gerar taxas e acompanhar etapas do primeiro emplacamento pela internet.