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terça-feira, junho 30, 2026
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BBB 19: Noite de domingo contou com eliminação e novo paredão

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A noite de domingo (7) foi bem agitada na casa do BBB 19. Como faltam poucos dias para o término do programa, aconteceu uma eliminação já nesse domingo, após a berlinda ser formada no sábado.

Em paredão duplo, Gabriela enfrentou Rízia e foi eliminada do programa. A sister recebeu cerca de 60% dos votos e se tornou a 11ª participante a deixar o reality.

Na sequência, uma nova prova do líder foi realizada e quem foi o vencedor foi Alan. O brother já teve a obrigação de indicar alguém para a berlinda e a escolhida foi Paula. Posteriormente, Rízia recebeu três votos dos outros participantes e está novamente no paredão.

Alunos do Ensino Médio de São Miguel do Guaporé conhecem instalações da Justiça do Trabalho e tem primeiro contato com juiz

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Cerca de 51 alunos acompanhados pelos professores José dos Santos e José Nelson Nunes, foram recepcionados pelo Titular, da Vara do Trabalho de São Miguel do Guaporé, juiz Wlader  Ferreira e pelo diretor de Secretaria, João Eldes Pereira, que acompanharam os visitantes pelos setores da unidade, oportunidade que conheceram o funcionamento de uma vara do trabalho e os trâmites processuais.
Na sala de audiências, houve uma roda de conversas entre o juiz e os jovens estudantes, momento em que  magistrado explanou sobre as atribuições do cargo e levou uma mensagem de  incentivo à futura carreira profissional e a necessidade de levar a sério os compromissos de cidadania.
Foram distribuídas Cartilha “Guia do Jovem Aprendiz” e gibizinho da Turma da Mônica sobre “Trabalho Infantil, nem de brincadeira!”.
Participaram também da Ação de cidadania Justiça de Trabalho de Portas Abertas, os servidores Sandra Paulino, Raquel de Azevedo Oliveira de Souza, Joceni Ostrowski Zaneti e o estagiário Bruno Maycon Ribeiro

Funcionários do transporte coletivo de Porto Velho entram em greve nesta sexta, 5

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Os funcionários do transporte coletivo de Porto Velho paralisaram as atividades nesta sexta-feira (5). A informação foi confirmada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo (Sitetuperon).

Segundo a categoria, a greve seguirá por tempo indeterminado devido péssimas condições de trabalho, atrasos dos salários e a demissão recente de diversos trabalhadores.

A última greve do transporte coletivo da capital terminou há dois meses. Na época os funcionários reclamavam de atraso de salários e corte de benefícios.

Interior de ônibus durante a terceira greve do transporte coletivo em Porto Velho em 2019.  — Foto: Pedro Bentes/G1Interior de ônibus durante a terceira greve do transporte coletivo em Porto Velho em 2019.  — Foto: Pedro Bentes/G1

Interior de ônibus durante a terceira greve do transporte coletivo em Porto Velho em 2019. — Foto: Pedro Bentes/G1

A Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran), informou ao G1 que nesta sexta-feira (5) houve uma audiência de conciliação na tentativa de criar um acordo entre os funcionários do transporte coletivo e a empresa Rovema, responsável pelo transporte público de Porto Velho.

Nessa audiência foram discutidas questões referentes ao pagamento de rescisões. Como não houve acordo entre ambas as partes, os trabalhadores estacionaram os ônibus na avenida Sete de Setembro, onde começou o protesto.

Terceira greve do transporte coletivo em Porto Velho em 2019.  — Foto: Pedro Bentes/G1Terceira greve do transporte coletivo em Porto Velho em 2019.  — Foto: Pedro Bentes/G1

Terceira greve do transporte coletivo em Porto Velho em 2019. — Foto: Pedro Bentes/G1

O secretário da Semtran, Nilton Kisner, lembra que no dia 6 de maio a comissão de licitação receberá na prefeitura de Porto Velho as propostas dos interessados em assumir o transporte público da capital.

G1 tenta contato com o grupo Rovema.

Guedes volta a criticar direcionamento de recursos ao Sistema S

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a criticar na manhã desta sexta-feira, 5, o direcionamento de recursos ao Sistema S. Ele ressaltou que não há mais “recursos para fazer por vias indiretas”, anda que tenha reconhecido a importância do sistema para a melhora educacional brasileira.

“Você destrói milhões de emprego e faz afago à sociedade oferecendo treinamento a milhares”, criticou Guedes. “Não pode haver financiamento perverso. O encargo trabalhista é desumano, uma arma de destruição de emprego”, afirmou, arrancando aplausos da plateia de empresários e políticos no 18º Fórum Empresarial Lide.

Elogios ao Governo Lula

Ao comentar sobre políticas sociais, Guedes elogiou os programas de transferência de renda ampliados no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A esquerda mostrou que atender às necessidades de pobres era mais barato”, disse.

Cidades que perderam profissionais do Mais Médicos terão financiamento

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Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (5) no Diário Oficial da União estende para seis meses o prazo de pagamento da verba de custeio às unidades básicas de saúde que perderam profissionais do Programa Mais Médicos em fevereiro. Até então, o repasse era cortado caso a unidade permanecesse sem profissionais por mais de dois meses.

Por meio de nota, a pasta informou que o prazo precisou ser ampliado após mudanças no programa. Desde fevereiro, médicos designados para postos de saúde em locais menos vulneráveis, como grandes cidades, ao completarem três anos no Mais Médicos (prazo previsto em lei), não têm o vínculo renovado.

“Assim, as unidades onde eles atuavam ficariam fora da regra e, portanto, impedidas de receber recursos a partir de meados de abril”, destacou o comunicado.

Com a portaria, mesmo sem o médico, a unidade básica vai conseguir receber a verba de custeio e outros financiamentos federais. A medida, segundo o ministério, foi solicitada por estados e municípios em reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), ocorrida na semana passada.

A pasta vem mantendo a renovação de profissionais no programa apenas em cidades classificadas como mais vulneráveis – em geral, pequenos municípios e distritos sanitários indígenas. Nesses locais, além de pagar o salário dos médicos, cerca de R$ 11,8 mil mensais, a pasta vai repassar às equipes mais R$ 4 mil para custeio.

“As cidades que perderam profissionais do Mais Médicos poderão utilizar os recursos também para contratar seus próprios médicos”, concluiu o ministério.

Cubanos

Na última quarta-feira (27), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que a pasta pretende regularizar a situação de cerca de 2 mil médicos cubanos que permaneceram no Brasil após o rompimento do governo de Cuba com o Mais Médicos. “Estão numa condição de exilados”, destacou.

Em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, Mandetta explicou que a ação integra uma proposta, ainda em elaboração, de reformulação do Mais Médicos. A previsão, segundo ele, é que o pacote seja enviado ao Congresso Nacional em abril.

Bolsonaro indica que ministro da Educação pode ser demitido na segunda-feira

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Brasília(DF), 30/03/2019 - Bolsonaro sai do palacio do alvorada para viagem oficial a Israel - Foto: Michael Melo/Metrópoles

Em café da manhã com jornalistas, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira, 5, que deve tomar uma decisão sobre o Ministério da Educação (MEC) na segunda-feira, 8. “Na segunda, vamos resolver a situação do MEC”, disse. “Está bem claro que não está dando certo, falta gestão. Vamos tirar a aliança da mão esquerda e pôr na direita”, afirmou o presidente.

As declarações indicam que o ministro Ricardo Vélez Rodríguez pode ser demitido. O ministro enfrenta sucessivas crises desde o início do governo e viu um aumento do desgaste nas últimas semanas com uma série de demissões.

Logo após o presidente se manifestar em Brasília, Vélez, que participa do 18º Fórum do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) em Campos do Jordão (SP), rapidamente reagiu. “Não vou entregar o cargo, não fui informado”. E ainda declarou: “Única coisa insustentável é a morte”.

O ministro pediu apoio de empresários e os convocou para “dialogar” com ele e sua equipe no órgão. Ele participa de mesa com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP).

Vigilantes serão contratados de forma gradativa nas escolas estaduais, garante Seduc em resposta ao deputado Anderson Pereira

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Em resposta ao oficio 222/2019 expedido pelo gabinete do deputado estadual Anderson Pereira (Pros), a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), encaminhou informações sobre o retorno dos vigilantes as escolas estaduais em Rondônia.

Através do oficio 5409/2019/SEDUC/DAF, o parlamentar foi informado que o retorno destes profissionais acontecerá de forma gradativa, uma vez que gera grande impacto financeiro no orçamento do Estado. O retorno será neste primeiro momento priorizado nas escolas com auto índice de criminalidade e apenas no período noturno.

Anderson destacou que no Estado, unidades escolares estão sendo monitoradas por circuitos de câmeras e que isso apenas inibe e não combate, como acontecia anteriormente com a presença física de um vigilante.

Instituído em 2013 pelo Governo do Estado para a contenção de despesas, a substituição da vigilância armada pelo monitoramento eletrônico acarretou em inúmeros prejuízos ao patrimônio das escolas, que são diariamente saqueadas e alvos da criminalidade, principalmente em Porto Velho.

Índices Criminais

Um levantamento feito pela Secretaria de Educação referente a roubos e furtos praticados nas escolas, mostra uma série de ocorrências registradas nas delegacias de Rondônia. O pedido foi encaminhado pelo gabinete do deputado Anderson à Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), questionando sobre dados estatísticos para que seja apresentado na Comissão de Segurança Pública da Casa de Leis.

No relatório enviado pela secretaria, foram pontuadas 211 ocorrências policiais registradas em decorrência de crimes praticados contra escolas, sendo que todas foram instauradas inquéritos policiais e encontra-se em tramitação na Delegacia Geral de Polícia Civil em Porto Velho.

O parlamentar ressaltou a importância de ter um vigilante armado em casa escola, garantindo a segurança dos alunos e a tranquilidade dos pais. “Estamos preocupados com nossos estudantes praticamente sem proteção alguma, com essa informação da volta dos vigilantes as escolas estaduais, além de gerar emprego e renda para o Estado, a sensação de segurança também será restabelecida em nossas escolas”, finalizou Anderson Pereira.

Confira:

Escola do Legislativo da ALE terá biblioteca pública

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Na audiência em Brasília com o coordenador de Edições Técnicas do Senado Federal, Aloysio de Britto Vieira, esta semana, o diretor geral da Escola do Legislativo de Rondônia, da Assembleia Legislativa (ALE), Fábio Ribeiro recebeu a informação da liberação de uma biblioteca pública. Também participou da audiência o presidente da Associação Brasileira das Escolas do Legislativo e de Contas (ABEL), Florian Augusto Madruga.

A Escola está entre as prioridades da administração do presidente da ALE, Laerte Gomes (PSDB). “Queremos uma Escola que atenda o maior número de pessoas e que ofereça cursos de qualidade e a liberação da biblioteca enriquece a sua estrutura”, argumenta Laerte.

Além da qualificação dos servidores da ALE e das câmaras de vereadores, segundo Laerte, “a Escola também contribui com a melhoria da mão de obra da população, pois as vagas excedentes nos diversos cursos são abertas à comunidade”.

Uma biblioteca é parte integrante de qualquer esforço pedagógico na melhoria do processo de ensino e aprendizagem. “A biblioteca será aberta ao público, que poderá explorar o seu acervo”, afirma Fábio Ribeiro.

O presidente da ABEL, Florian Madruga sugeriu ao diretor Fábio Ribeiro utilizar os exemplos de outras escolas, que já funcionam com absoluto sucesso em vários estados. O coordenador de Edições Técnicas do Senado, Aloysio Vieira já disponibilizou para a Escola da ALE, 350 títulos, através de doação.

Toffoli retira de pauta do STF ações sobre prisão em 2ª instância

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, decidiu retirar de pauta o julgamento das ações que tratam da prisão após condenação em segunda instância, que estava marcado para o dia 10 de abril. Na ocasião, os ministros poderiam mudar o entendimento atual, que permite a execução antecipada da pena, medida considerada um dos pilares da Operação Lava Jato.

De acordo com a assessoria do STF, o presidente atendeu ao pedido de adiamento feito pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) a ele na Segunda-feira, dia 1º. De acordo com a entidade, que é autora de uma das ações sobre o tema, a nova diretoria do Conselho precisa se “inteirar” do processo. Nele, a OAB é contra a prisão após condenação em segunda instância. Ainda não há informações sobre uma nova data de julgamento.

Após pedidos de advogados, entidades e do próprio relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, Toffoli havia resolvido, em dezembro do ano passado, marcar o julgamento das ações para 10 de abril. De 2016 pra cá, o plenário do Supremo já decidiu em três ocasiões distintas que é possível a prisão após a condenação em segunda instância. O tema também veio à tona no julgamento de um pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato – em abril do ano passado, quando o Supremo negou por 6 a 5 conceder um habeas corpus ao petista.

O adiamento também ocorre na esteira de uma expectativa de que a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgue o recurso do ex-presidente contra a condenação sobre o triplex do Guarujá (SP), que levou à prisão de Lula. Integrantes de ambas as Cortes acreditam que a conclusão do caso do petista no STJ ajudaria a distensionar o clima do julgamento sobre prisão em segunda instância no STF. No plenário, a Corte pode mudar o entendimento atual para permitir a prisão somente após análise do STJ, considerado uma espécie de “terceira instância” na Justiça.

Nos dois tribunais, era esperado que o processo de Lula, que será levado em mesa (sem pauta prévia) pelo relator Felix Fischer, fosse analisado durante o mês de março. No momento, a intenção dos ministros do STJ é de julgar o caso na próxima terça-feira, dia 9 de abril, um dia antes de quando seria a análise das ações sobre prisão em segunda instância pelo Supremo.

Se começar nesta data, o julgamento pode não ser concluído do mesmo dia. Isso porque, o ministro Joel Ilan Paciornik, da Quinta Turma do STJ, se declarou impedido de julgar o recurso do ex-presidente. Se houver algum empate (2 a 2) na sessão, o processo ficaria suspenso para que um membro da Sexta Turma do STJ fosse convocado a participar do julgamento.

Pauta

Desde que o ministro Marco Aurélio liberou, em dezembro de 2017, as ações para serem julgadas, o STF enfrenta pressão de alguns setores contrários a prisão em segunda instância para julgar o caso. A ministra Cármen Lúcia, que antecedeu a Toffoli na presidência do STF, não levou o tema ao plenário, o que foi alvo de críticas por parte de Marco Aurélio.

No fim do ano passado, Marco Aurélio chegou a conceder uma liminar que derrubou a prisão em segundo grau, que foi cassada por Toffoli horas depois.

Na ocasião, Marco Aurélio disse era a decisão do presidente era um ato de “autofagia”. Diante do pedido da OAB para adiar o julgamento do dia 10 de abril, o ministro declarou que, se a solicitação fosse dirigida a ele, “fatalmente não adiaria”.

National Geographic exibe documentário sobre Mauricio de Sousa

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O canal National Geographic estreia no dia 13, às 21h, documentário sobre Mauricio de Sousa, que faz parte da série Bios. Vidas que Marcaram a Sua. A apresentação conta com o humorista Fabio Porchat.

Aos 83 anos, o desenhista é responsável pela criação da Turma da Mônica e é reconhecido internacionalmente.

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