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segunda-feira, novembro 2, 2026
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O que de mais importante o Senado aprovou na semana

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Tipificação do stalking como contravenção penal e como crime previsto no Código Penal. Fim das penas alternativas para motorista embriagado que matar ou ferir pessoas. Permissão para votação eletrônica em assembleias de condomínio. Incentivo à produção de café de qualidade superior. Esses são alguns dos principais projetos aprovados pelo Senado nesta semana.

Emdur Realiza a Entrega Nesta Segunda-feira Iluminação da Avenida Guaporé

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Por determinação do prefeito Hildon Chaves, a Prefeitura de Porto Velho, através da Empresa de Desenvolvimento Urbano (EMDUR), entrega nesta segunda-feira (19), às 19h, a iluminação pública da Avenida Guaporé, no trecho compreendido entre a BR-364 até a rua Piratininga, numa extensão de 2,2 km.

Visando a segurança e o bem-estar da população, o serviço consistiu na implantação de 48 postes de ferro galvanizado, bem como o lançamento da rede de iluminação pública via aérea, visando evitar possíveis furtos.

O resultado dos serviços trará mais segurança aos transeuntes e moradores da via principal, bem como das proximidades.

Campanha Antirrábica Tem como Meta Vacinar mais de 80% dos Animais Domésticos em Rondônia

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A vacinação antirrábica em cães e gatos está acontecendo desde junho deste ano. A Agencia Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) recebeu a remessa de doses do Ministério da Saúde e logo deu início aos trabalhos de vacinação nas áreas rurais do estado, onde existe grande concentração de morcegos, um dos principais transmissores do vírus da raiva.

Segundo a coordenadora estadual do Grupo de Vigilância em Saúde Ambiental da Agevisa, Ana Nazaré, em 2018 foram vacinados cerca de 355.501 cães e 78.380 gatos, uma porcentagem de 84,25%, ultrapassando a meta vacinal de no mínimo 80%. Este ano, o foco é dar continuidade aos trabalhos, alcançando a meta vacinal da população canina e felina.

“A dificuldade de se vacinar na zona rural é maior do que na zona urbana. As equipes de vacinação vão em cada residência e precisam lidar com a falta de acesso em alguns locais, por isso optamos por vacinar os animais antes do período chuvoso”, afirmou a coordenadora.

Ainda segundo ela, o Ministério da Saúde pretende enviar a segunda remessa da vacina a partir de novembro deste ano, tempo este necessário para que a vacinação nas áreas rurais seja concluída. “Após a entrega dessa segunda remessa, os municípios com a maior população de animais realizarão a campanha de vacinação na área urbana, que deverá acontecer em postos fixos”, destacou a coordenadora.

A raiva é uma infecção viral mortal, transmitida aos seres humanos e animais por meio de mordidas, lambeduras  e arranhaduras de animais infectados. Os animais acabam adquirindo a doença pelo contato da saliva infectada. A raiva não tem cura, mas pode ser prevenida.

Nos animais os sintomas mais comuns são: mudança de comportamento, procura por locais escuros, comportamento agressivo, entre outros. Já os seres humanos apresentam febre, dor de cabeça, salivação excessiva, espasmos musculares e confusão mental. A vacina é a única forma de prevenir a doença.

“Caso o animal apresente mudança de comportamento ou sintomas neurológicos, a recomendação é procurar o setor de controle de zoonoses dos municípios, para evitar a transmissão da doença”, ressaltou a coordenadora.

Servidores Públicos Poderão ter Salário Reduzido com Aval do STF

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A dificuldade enfrentada por diversos estados em suas finanças ainda é pauta levada por governadores ao Supremo Tribunal Federal (STF). E em meio à essa crise no país, os ministros da Corte vão julgar, na próxima quarta-feira, ação que trata da possibilidade de redução de salários de servidores públicos de qualquer ente da federação mediante a diminuição de jornada de trabalho. O tema já foi pautado para ir ao plenário por três vezes, mas não houve julgamento.

Ainda que a Corte libere a medida, isso não está nos planos do governo fluminense, como já declarou à Coluna o secretário de Fazenda do Estado do Rio, Luiz Cláudio Carvalho. “O estado não precisa tomar nenhuma iniciativa dessa natureza”, afirmou ele, em edição publicada no dia 14 de abril.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2238 foi proposta em 2001 pelo PT, PCdoB e PSB e questiona alguns itens da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), como o parágrafo 2º do Artigo 23. O dispositivo possibilita a redução de jornada com a adequação salarial, quando as despesas com a folha de pessoal ultrapassam o limite previsto na LRF, sendo uma medida opcional ao governo, e ao Poder (como Legislativo e Judiciário).

Esse dispositivo foi suspenso por liminar do Supremo, concedida em pedido feito nesta ação. Mas no julgamento de quarta-feira é que o colegiado vai bater o martelo e decidir o mérito.
Ainda que não seja uma medida obrigatória, se for autorizada, municípios, estados e governo federal, além dos Poderes Judiciário e Legislativo poderão lançar mão dessa iniciativa para voltar aos índices determinados pela LRF.

E quando os gastos com pessoal estouram, também são previstas outras ações, como o enxugamento em pelo menos 20% dos gastos com comissionados e cargos de confiança.

Vale lembrar que há uma pressão para o STF dar aval à redução de vencimentos. Em fevereiro, secretários de Fazenda de sete estados enviaram carta ao Supremo para que os ministros restabeleçam o dispositivo. Assinaram o documento os de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Pará, Paraná, Alagoas e Mato Grosso do Sul.

O que diz a lei

A Lei de Responsabilidade Fiscal detalha os limites para gastos com pessoal. Na União, essas despesas não podem ultrapassar 50% da receita corrente líquida (RCL) — que é o somatório das receitas tributárias e contribuições, exceto as provenientes de repasses constitucionais.

Nos estados, os gastos com pessoal não podem ultrapassar 60% da RCL, e o mesmo índice se aplica aos municípios. Em âmbito federal, o limite é 2,5% para o Legislativo (incluído o TCU); 6% para o Judiciário; 40,9% para o Executivo e 0,6% para o Ministério Público da União.

Na esfera estadual, o teto para o Poder Executivo é de 49%, para o Legislativo é de 3%, e para o Judiciário, de 6%.

Rio dentro da lei

No que diz respeito aos gastos com pessoal, o Estado do Rio voltou a respeitar os índices previstos na LRF. Até por isso o secretário de Fazenda descarta a possibilidade de lançar mão da medida, pelo menos, por ora.

“O Estado do Rio não precisa, neste momento, tomar nenhuma medida desta natureza, e não precisaria mesmo que houvesse autorização do Supremo e fosse entendido como possível”, afirmou Carvalho.

Menos verbas aos Poderes

A mesma ação também discute outro artigo da LRF: o que dá possibilidade do governo (federal, estadual ou municipal) reduzir os valores dos repasses orçamentários — os chamados duodécimos — aos Poderes Legislativo e Judiciário e órgãos independentes (Ministério Público, Defensoria e Tribunal de Contas) em períodos de crise. Esse dispositivo também está na LRF e foi suspenso por liminar.

Semagric Mantém Frentes de Trabalho em Comunidades Rurais e Distritos

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O plano de trabalho elaborado pelo prefeito Hildon Chaves e pelo secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luis Cláudio Pereira, visando a revitalização da toda a malha viária rural de Porto Velho, além dos perímetros urbanos nos distritos está, segundo o diretor de Estradas da Semagric, Júlio César Villar, sendo executado dentro dos prazos estabelecidos no cronograma.Durante a semana homens e máquinas da Semagric trabalharam na linha do Mucuim, na Comunidade Jatuarana, fazendo a limpeza, patrolamento e encascalhamento de 22 km de estradas. Na linha Amizade, comunidade Cujubim, o trabalho é a elevação da pista de rolamento num trecho de quatro quilômetros, que fica totalmente coberto pelas águas no período chuvoso.

“Vamos elevar o leito da estrada um metro e meio e acabaremos com o problema”, disse Luiz Cláudio da Agricultura, lembrando que o trecho que está sendo elevado provocava constante interdição da estrada, obrigando ações emergenciais para que a comunidade não ficasse isolada. “Com o trabalho que estamos fazendo agora dificilmente teremos novas interdições no trecho”, diz Júlio Vilar.

Uma terceira frente de trabalho está empenhada na limpeza, patrolamento e encascalhamento de 35 quilômetros de estradas nas linhas 27 e 22, na Comunidade 22. “Estamos fechando a semana cumprindo a programação definida para o período. As chuvas se aproximam e precisamos trabalhar com precisão e qualidade, diminuindo bastante problemas com a manutenção de estradas rurais durante o período das águas”, disse o secretário Luiz Cláudio da Agricultura.

Comdecom

Ministra Firma Contrato Público-privado Garantindo a Produção Sustentável em Floresta Rondoniense

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A concessão florestal é uma parceria entre um ente privado e o público com objetivo de garantir a produção sustentável em florestas públicas. Essa parceria é norteada pela lei 8.666 que trata das gestões de florestas públicas obedecendo todos os critérios licitatórios. Essa parceria se consolida em Rondônia nesta segunda-feira (19), com a Ministra da Agricultura, Teresa Cristina, firmando, na presença do governador Marcos Rocha e outras autoridades, o contrato entre o Serviço Florestal Brasileiro e a Madeflona, empresa vencedora da concessão para exploração de 33 mil hectares, na Florestal Nacional do Jamarí no município de Itapuã do Oeste.

Conhecida como “Flona do Jamarí” essa floresta Nacional com 220 mil hectares vai garantir por 40 anos de produção florestal sustentável, por meio do direito da empresa praticar o manejo de impacto reduzido, explorando entre 3 e 4 árvores por hectare. Essa parceria além de gerar mais de 100 empregos e rendas na região vai proporcionar de acordo com o secretário de Agricultura, Evandro Padovani, o combate a grilagens de terra e exploração predatória, gerando recursos para economia do estado e mantendo a floresta de pé.

As primeiras estimativas são de que de maneira legal e sustentáveis possam ser produzidos por ano 20.000 metros cúbicos de madeira, com uma arrecadação de R$ 2,2 milhões. Jamarí foi à primeira floresta publica federal a ter área concedida para o manejo florestal sustentável em 2008. Dos 220 mil hectares da “Flona” 96 mil são destinados a concessão florestal. As duas áreas sob concessão na Jamarí já arrecadaram mais de R$ 14 milhões.

Autoritarismo a Galope Não vê quem não quer

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No começo foi o autoengano alimentado pelos que votaram nele e também por aqueles dispostos a tolerá-lo como se fosse um mal menor. O pior mal teria sido a volta do PT ao poder depois de um curto período fora dele.
Apostou-se então que Jair Bolsonaro, expulso do Exército por indisciplina, deputado federal do baixo clero por quase 30 anos, uma vez empossado como presidente da República seria uma pessoa distinta da que se elegera.

O candidato misógino, homofóbico, defensor de ideias estúpidas, sem um projeto para o país que não fosse o de destruir tudo o que havia para construir depois se sabia lá o quê, daria lugar a um presidente normal como os outros.
Bolsonaro chegou a falar em mais de uma ocasião que se comportaria como o presidente de todos os brasileiros – os que votaram nele e os que lhe negaram o voto. E os devotos de raiz, e as almas de boa vontade, acreditaram.
Acreditaram também que se não fosse assim, se ele sofresse recaídas, os militares empregados no seu governo dariam um jeito de enquadrá-lo. E que seus filhos acabariam se conformando com um pai diferente do que conheciam.

A 12 dias de completar oito meses no cargo, vê-se que o Bolsonaro de antes é o mesmo de hoje. Se algo mudou foi o país que tenta se adaptar a ele. O risco que se corre é de Bolsonaro normalizar o país a seu gosto e não o contrário como seria o natural.
Nunca na história do Brasil um presidente eleito pelo voto tentou concentrar tantos poderes como o faz o ex-capitão, um ressentido com seus companheiros de farda que o refugaram no passado, e também com a elite do Congresso que nunca lhe deu importância.
Suas iniciativas mais recentes são escandalosas e parecem mais a serviço de um projeto de ditador do que de um governante simplesmente autoritário, o que por si só já estaria para além dos limites estabelecidos pelo ordenamento jurídico do país.

A Polícia Federal é um órgão de Estado, não de governo. Responde às ordens da Justiça. Apenas administrativamente está subordinada ao Ministério da Justiça. E, no entanto, Bolsonaro ocupa-se em domesticá-la para que atenda aos seus desejos.
Ocorre o mesmo com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) e com a Receita Federal. A intenção inicial de Bolsonaro é valer-se da Federal, do COAF e da Receita para proteger seus dois filhos (Flávio e Carlos) metidos em rolos fiscais.
Se for bem-sucedido, o passo seguinte será o de valer-se dos mesmos meios para ameaçar ou perseguir eventuais adversários dos negócios políticos e econômicos da família. A esses meios, se junta a Agência Brasileira de Inteligência que ele já controla.

E em breve deverá juntar-se a Procuradoria Geral da República, onde ele pretende pôr alguém que o obedeça incondicionalmente. Não basta engavetar processos incômodos. Terá de processar quem ele queira. A hierarquia acima de tudo. Como num quartel.
A obra jamais estará completa. Mas avançará com o preenchimento de duas vagas a serem abertas no Supremo Tribunal Federal com a aposentadoria dos ministros Celso de Mello em 2020 e de Marco Aurélio Mello em 2021, ano da próxima eleição presidencial.

Caixa e BB iniciam pagamento de cotas do PIS/Pasep

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Quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 4 de outubro de 1988 começará a receber hoje (19) as cotas do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A Caixa Econômica Federal, que administra o PIS, e o Banco do Brasil (BB), que administra o Pasep, começarão a depositar o dinheiro nas contas dos correntistas das duas instituições.

Os demais cotistas poderão fazer os resgates conforme calendário divulgado pela Caixa e o Banco do Brasil. Segundo a Medida Provisória (MP) 889/2019, os recursos do fundo ficarão disponíveis para todos os cotistas, sem limite de idade. Diferentemente dos saques anteriores, agora não há prazo final para a retirada do dinheiro.

A MP facilita o saque por herdeiros, que passarão a ter acesso simplificado aos recursos. Eles terão apenas de apresentar declaração de consenso entre as partes e a declaração de que não existem outros herdeiros conhecidos.

PIS

Segundo a Caixa, 10,4 milhões de trabalhadores terão direito ao saque das cotas do PIS. O pagamento deve injetar até R$ 18,3 bilhões na economia brasileira. Hoje, o crédito automático será feito apenas para quem tem conta corrente ou poupança no banco. Em 26 de agosto, será a vez de os cotistas a partir de 60 anos poderem sacar. O pagamento aos trabalhadores com até 59 anos começará em 2 de setembro.

O saque de até R$ 3 mil poderá ser feito nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e nos terminais de autoatendimento, utilizando o cartão Cidadão, com senha. Outra opção é nas agências da Caixa. Acima de R$ 3 mil, somente nas agências da Caixa.

O PIS atende aos trabalhadores da iniciativa privada. Para saber se tem direito às cotas do fundo, o correntista deve consultar o endereço www.caixa.gov.br/cotaspis.

Pasep

No caso do Pasep, administrado pelo Banco do Brasil, estão disponíveis para saque R$ 4,5 bilhões pertencentes a 1,522 milhão de cotistas. Cerca de 30 mil participantes receberão automaticamente o dinheiro hoje. O Pasep atende a servidores públicos, militares e trabalhadores de empresas estatais.

Os cotistas clientes de outras instituições financeiras, com saldo de até R$ 5 mil, poderão transferir o saldo da cota por meio de Transferência Eletrônica de Documento (TED), sem nenhum custo, a partir de 20 de agosto. Os demais cotistas, assim como herdeiros e portadores de procuração legal, poderão realizar os saques diretamente nas agências do BB, a partir de 22 de agosto.

A opção de transferência oferecida pelo BB pode ser feita tanto pela internet, no endereço eletrônico www.bb.com.br/pasep, quanto pelos terminais de autoatendimento. O cotista ainda pode obter informações por meio da Central de Atendimento BB, pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800-729-0001 (demais localidades).

Radares nas Rodovias Federais: Perguntas e Respostas

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A fiscalização com radares móveis está suspensa nas rodovias federais do Brasil por determinação do presidente Jair Bolsonaro.

A ordem foi publicada nesta quinta-feira (15) no “Diário Oficial da União“, e foi dada ao Ministério da Justiça, responsável pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Esta não é a primeira medida de Bolsonaro que afeta a fiscalização de velocidade em estradas federais.

Veja perguntas e respostas sobre o assunto:

Que radares estão suspensos? Onde?

Foram suspensos os radares móveis utilizados em rodovias federais em todo o país. A PRF já ordenou o recolhimento de todos os aparelhos “até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade”.

A medida se aplica aos seguintes tipos de radares móveis:

  • Instalados em veículo parado ou sobre suporte (estático)
  • Instalado em veículo em movimento (móvel)
  • Direcionados manualmente para os veículos (portátil)

Por que os radares móveis foram suspensos?

Segundo o governo, a suspensão é para evitar “desvirtuamento do caráter educativo” e “a utilização meramente arrecadatória dos aparelhos”.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou que “a preocupação é salvar vida nas estradas”, mas, segundo ele, “o radar escondido, caça-níquel, isso tem que acabar.”

A medida foi criticada por especialistas em trânsito. Para Celso Mariano, a retirada dos radares móveis pode estimular os motoristas a dirigirem acima do limite de velocidade. “Sabendo que não vai ter fiscalização, a tendência é que corram mais”, afirmou.

Para o professor David Duarte, da Universidade de Brasília e presidente do Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito (IST), mecanismos de controle de velocidade como os radares são “imprescindíveis” para a segurança no trânsito. “O excesso de velocidade está associado ao aumento do risco de acidentes”, disse.

Quantos radares móveis existem?

O G1 perguntou à Polícia Rodoviária Federal quantos radares móveis existem. Até a última atualização desta reportagem, não houve retorno. No caso dos fixos, a PRF mantém um site com a localização dos aparelhos fixos em rodovias federais concedidas à iniciativa privada.

Quantas multas são aplicadas por radares móveis?

A PRF não especifica quantas multas foram aplicadas por radares móveis nas “BRs”, mas informa que, em 2018, 4,8 milhões de motoristas foram multados por rodar acima da velocidade máxima da via.

83% dos motoristas punidos dessa maneira estavam cometendo uma infração média, dirigindo até 20% mais rápido do que é permitido. Nesses casos, a multa é de R$ 130,60.

Outros 15,3% dos motoristas estavam de 20% a 50% mais rápido que a velocidade máxima da pista.

Ainda de acordo com o balanço, pelo menos 78 mil motoristas foram flagrados pela Polícia Federal rodando em velocidade 50% superior ao permitido. Com valor de valor de R$ 880, essa infração é gravíssima, punida com 7 pontos na carteira, suspensão imediata do direito de dirigir e apreensão do documento de habilitação.

Para onde deve ir o dinheiro arrecadado com multas de trânsito?

A destinação do dinheiro arrecadado em multas está no artigo 320 do Código de Trânsito Brasileiro: “a arrecadação das advertências será aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito.”

E os radares fixos?

Radar BR-101, no Espírito Santo — Foto: Ari Melo/TV Gazeta

Radar BR-101, no Espírito Santo — Foto: Ari Melo/TV Gazeta

Em abril, o Ministério da Infraestrutura suspendeu a instalação de radares fixos em estradas administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que não são concedidas, após pedido do presidente.

Na sequência, a Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) disse que iria reavaliar novos radares em rodovias concedidas também.

Em estradas não concedidas, o Dnit se comprometeu a instalar 1.140 aparelhos para monitorar 2.278 faixas nos próximos meses. O acordo na Justiça ocorreu após uma ação popular movida pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES) exigir que o monitoramento continuasse.

No caso das estradas concedidas, nenhuma medida efetiva foi tomada para a retirada dos radares fixos.

Qual a diferença entre radar e faixa monitorada?

Existem dois modos de contar o monitoramento da fiscalização eletrônica nas estradas: pelo número de radares e pelo número de faixas monitoradas. Isso acontece porque cada radar pode fiscalizar mais de uma faixa, geralmente, duas ou três.

Em 2018, as estradas administradas pelo Dnit tinham 4.862 e o número caiu para 444 em abril, quando os últimos números oficiais foram divulgados. Nos próximos meses, 1.140 aparelhos para monitorar 2.278 faixas deverão ser instalados em estradas federais não concedidas.

No caso das estradas concedidas, a ANTT informou que, em abril, haviam 633 radares em funcionamento, sem especificar quantas faixas monitoradas.

Radar pode ajudar a evitar acidentes?

O Insurance Institute for Highway Safety (IIHS), organização independente financiada pelas seguradoras americanas, apontou em 2014 que a instalação de radares levou a uma mudança de longo prazo no comportamento de motoristas e à “redução substancial” de mortes e ferimentos no condado de Montgomery, próximo a Washington, nos Estados Unidos.

A comunidade começou a receber mecanismos de controle de velocidade em 2007. Em 2014, contava com 56 câmeras fixas, 30 câmeras portáteis e 6 vans de controle. Na área residencial, o limite de velocidade permitido era de 35 mph (56 km/h).

Já nos primeiros 6 meses, houve redução da proporção de motoristas que dirigiam a ao menos mais de 10 mph (16 km/h) acima do limite nas ruas onde as câmeras foram instaladas.

No geral, o programa reduz o risco de mortes ou ferimentos incapacitantes no trânsito em 39% nas estradas de área residencial com limites de velocidade de 25 a 35 mph (40 e 56 km/h, respectivamente) – o que, em escala, representaria 21 mil vítimas a menos graças aos radares em todo os Estados Unidos, de acordo com o estudo.

A London School of Economics and Political Science (LSE) obteve resultados parecidos com o do instituto norte-americano. A universidade britânica analisou cerca de 2,5 mil pontos monitorados, baseado em órgãos locais e no Departamento de Transporte (DfT).

Segundo a universidade, de 1992 a 2016, o número de acidentes nesses países caiu em até 39%, enquanto o número de mortes diminuiu até 68% no perímetro de 500 metros dos novos radares de velocidade instalados.

A cerca de 1,5 km das câmeras, os acidentes voltam a ser mais recorrentes. Por isso, o estudo sugere a cobertura de uma área maior pela fiscalização.

Prefeito Anuncia Licitação para Asfalto e Recapeamento de Ruas

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O edital de licitação para as cinco principais obras que serão executadas por meio de recursos de uma emenda coletiva da bancada federal foi lançado na manhã desta sexta-feira (16) pelo prefeito Hildon Chaves. Só nestas obras serão investidos mais de R$ 100 milhões, sendo R$ 85 milhões viabilizados pela bancada federal, mais cerca de R$ 15 milhões de recursos da própria prefeitura, como contrapartida municipal.

As cinco principais obras listadas pelo prefeito são: drenagem, asfaltamento e calçamento nos bairros Lagoa (R$ 25 milhões) e Igarapé (R$ 17 milhões), onde serão feitos dez quilômetros em cada bairro; prolongamento das avenidas Rio de Janeiro, até o residencial Orgulho do Madeira (R$ 7,5 milhões) e Calama, até o residencial Cristal da Calama (R$ 11 milhões) e, por fim, o recapeamento de 62 quilômetros de 34 vias principais da cidade, principalmente por onde trafegam os ônibus do transporte coletivo, no qual serão investidos R$ 37 milhões.

Ao fazer o lançamento do edital nesta manhã, o prefeito destacou ainda o asfaltamento de diversas ruas do conjunto Cohab e Eldorado, cujas obras estão a pleno vapor, além do bairro Caladinho, Flamboyant, Mariana e São Francisco, onde serão mais de vinte quilômetros de ruas

Hildon Chaves citou também o empréstimo de R$ 75 milhões, recentemente aprovado pela Câmara Municipal para a construção de redes de drenagem, calçadas, meio-fio e compra de massa asfáltica.

“Foi uma semana de muito trabalho e de grande produtividade. Finalizamos a semana apresentando à população as cinco grandes obras contempladas por emenda coletiva de nossos deputados federais e senadores. São mais de R$ 100 milhões em obras de asfaltamento e drenagem de ruas da nossa capital. Aguardem que muito mais ainda está por vir”, comemorou o prefeito.

Comdecom

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