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Piloto preso por pedofilia pagava mães e avós para abusar de meninas

Piloto é preso dentro de avião em Congonhas suspeito de liderar rede de exploração sexual infantil
Piloto foi preso dentro de aeronave no Aeroporto de Congonhas durante operação da Polícia Civil.

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na manhã desta segunda-feira (9), um piloto de avião comercial no Aeroporto de Congonhas, sob a acusação de liderar uma rede de exploração sexual de menores . Inicialmente, as autoridades apontam que o suspeito aliciava as vítimas ao pagar diretamente a mães e avós para obter acesso às crianças e adolescentes .

A ação policial integra a Operação Apertem os Cintos . Para capturar o piloto, que reside em Guararema, na Grande São Paulo, a equipe de investigação solicitou a escala de voo à companhia aérea . Dessa forma, os agentes efetuaram a detenção dentro da aeronave, antes da decolagem, estratégia que impediu qualquer tentativa de fuga do criminoso .

Família participava ativamente dos crimes

Além disso, o inquérito revelou a participação direta de familiares das vítimas . Juntamente com o piloto, a polícia deteve duas mulheres :

  • Uma avó: A polícia a acusa de “vender” o acesso a três netas para o piloto .

  • Uma mãe: Ela cedeu a própria filha e, inclusive, auxiliava o homem ao enviar fotos e vídeos da menor .

Conforme apurado, o piloto utilizava uma abordagem calculada. Ele contatava as responsáveis e afirmava gostar de crianças, entretanto, ele também se relacionava com as mulheres adultas como um meio de chegar até as menores .

Pagamentos irrisórios e violência extrema

Em contrapartida ao abuso e ao material pornográfico, o acusado pagava valores baixos, que variavam entre R$ 30, R$ 50 e R$ 100 às responsáveis . Ademais, ele fornecia “agrados”, visto que comprava medicamentos, pagava aluguéis e até mesmo presenteou uma das famílias com um aparelho de TV .

A delegada Ivalda Aleixo relatou a brutalidade dos encontros. “Quando ele tinha contato físico com essas crianças, ele as estuprava“, afirmou a autoridade . Recentemente, o homem espancou uma das vítimas dentro de um motel .

Perfil do suspeito e vítimas

Por outro lado, o piloto afirmou em depoimento ser casado e ter filhos . A atual esposa, uma psicóloga, compareceu à delegacia e se mostrou horrorizada, pois, segundo a polícia, ela desconhecia os crimes do marido .

Atualmente, a operação já identificou dez vítimas, com idades entre 12 e 13 anos . No entanto, a análise preliminar do celular do piloto indica a existência de dezenas de outras crianças em fotos e vídeos armazenados . Portanto, a Polícia Civil continua as investigações para localizar e amparar as outras vítimas .

Fonte: Agência Brasil

Governo anuncia vacinação nacional contra dengue a partir desta segunda (9)

Vacinação nacional contra a dengue começa pelo SUS com vacina do Instituto Butantan
Governo federal inicia vacinação nacional contra a dengue com vacina brasileira em dose única

O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (9), o início da vacinação nacional contra a dengue. A campanha começa pelos profissionais da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS). Com isso, a estratégia protege quem atua na linha de frente e, ao mesmo tempo, organiza a ampliação gradual da imunização em todo o país.

O anúncio ocorreu durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Instituto Butantan, em São Paulo. Na ocasião, o governo confirmou a incorporação da vacina Butantan-DV ao calendário público. Assim, o Brasil passa a contar com um imunizante inédito no enfrentamento da doença.

Profissionais do SUS recebem as primeiras doses

Nesta fase inicial, o Ministério da Saúde direciona a vacinação nacional contra a dengue aos profissionais cadastrados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Dessa forma, o governo prioriza quem mantém contato direto com pacientes e, além disso, reduz riscos operacionais no início da campanha.

A vacina já integra oficialmente o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Para isso, a Anvisa aprovou o imunizante em novembro de 2025, após análise dos dados de segurança e eficácia. Desde então, o Ministério da Saúde estruturou a logística nacional de distribuição.

Até agora, o Instituto Butantan entregou 1,3 milhão de doses ao PNI. Ao todo, o governo federal adquiriu 3,9 milhões de doses, que seguirão para estados e municípios de forma escalonada.

Vacina em dose única acelera a proteção da população

A Butantan-DV é a primeira vacina do mundo em dose única capaz de proteger contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. Por esse motivo, o imunizante simplifica a aplicação em massa e, consequentemente, reduz gargalos logísticos no SUS.

Antes da adoção nacional, equipes técnicas testaram a vacina em cidades como Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Esses estudos, portanto, confirmaram a segurança e a eficácia do imunizante em diferentes realidades regionais.

Governo amplia investimentos na produção de vacinas

Além do início da vacinação nacional contra a dengue, o governo federal anunciou um pacote de R$ 1,8 bilhão para ampliar e modernizar a produção nacional de vacinas e soros. Desse total, R$ 1 bilhão vem do Novo PAC, enquanto cerca de R$ 400 milhões correspondem a aportes da Fundação Butantan.

Os recursos serão aplicados, principalmente, em quatro frentes:

  • construção de fábrica para produção de vacinas contra HPV

  • modernização de unidade para vacinas com tecnologia mRNA

  • ampliação da produção da vacina tríplice bacteriana (DTPa)

  • aumento da capacidade anual de produção de soros

Com isso, o país reduz a dependência externa de insumos biológicos e, ao mesmo tempo, fortalece a soberania sanitária.

Quem pode receber a vacina contra a dengue

A vacina Butantan-DV é indicada para pessoas de 12 a 59 anos. No entanto, o Ministério da Saúde poderá ampliar o público-alvo conforme a disponibilidade de doses e o avanço da produção nacional.

Segundo o Instituto Butantan, a expectativa é alcançar até 25 milhões de doses produzidas até o fim do ano. Assim, o governo pretende ampliar a cobertura da vacinação nacional contra a dengue de forma progressiva e organizada.

Avanço histórico no combate à dengue

Com produção nacional, aplicação em dose única e distribuição gratuita pelo SUS, a vacinação nacional contra a dengue representa um avanço histórico na saúde pública brasileira. Além disso, a iniciativa consolida o Instituto Butantan como referência internacional em imunização.

Dessa maneira, o início da campanha marca uma nova etapa no enfrentamento da dengue e reforça o compromisso do Brasil com a proteção da população.

Fonte: CNN Brasil

Socialista Antônio Seguro é eleito presidente de Portugal

Antônio Seguro discursa após ser eleito presidente de Portugal
Antônio Seguro discursa após vencer o segundo turno das eleições presidenciais em Portugal

O socialista Antônio José Seguro venceu neste domingo (8) as eleições presidenciais e foi eleito presidente de Portugal. Ele ultrapassou a marca de 3 milhões de votos e superou o candidato da extrema direita, André Ventura, no segundo turno.

Até as 21h30 no horário local, Seguro somava cerca de 3,3 milhões de votos. Enquanto isso, Ventura havia obtido aproximadamente 1,6 milhão. Já a taxa de abstenção ficou próxima de 50%, segundo dados oficiais das autoridades eleitorais.

Vitória amplia legitimidade política

Com esse resultado, Antônio Seguro entra para um grupo restrito de presidentes portugueses que ultrapassaram a marca de 3 milhões de votos desde a redemocratização do país, em 1976. Além disso, o desempenho reforça sua legitimidade política logo no início do mandato.

Ao mesmo tempo, a votação expressiva sinaliza uma resposta do eleitorado à polarização política. Nos últimos anos, o país enfrentou o avanço de discursos extremistas, sobretudo no campo conservador.

Contexto eleitoral e cenário europeu

Portugal conta atualmente com mais de 11 milhões de eleitores aptos. Durante a campanha, Antônio Seguro defendeu o fortalecimento das instituições democráticas, a proteção social e o respeito às liberdades civis.

Além disso, o socialista destacou a importância do diálogo político e do compromisso com a União Europeia. Por outro lado, seu adversário apostou em um discurso mais radical, o que ampliou o contraste entre os projetos apresentados ao eleitorado.

Transição presidencial em 2026

Antônio Seguro assumirá oficialmente a Presidência da República em março de 2026. Ele substituirá Marcelo Rebelo de Sousa, que encerra seu segundo mandato consecutivo no cargo.

Desde 1976, Portugal teve como presidentes António Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio, Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa. Agora, com a eleição de Seguro, o país inicia um novo ciclo político.

Novo ciclo político em Portugal

A posse do novo presidente ocorre em um momento decisivo para Portugal. Entre os principais desafios estão a economia, a política social e o posicionamento do país no cenário internacional.

Dessa forma, a expectativa gira em torno da capacidade de Antônio Seguro de promover estabilidade institucional e responder às demandas da população portuguesa nos próximos anos.

Fonte: Agência Brasil

Sonhava em me tornar uma estrela do K-pop, mas fui vítima de um golpe

Jovem em silhueta com microfone simboliza vítimas de golpe no K-pop em academias privadas na Coreia do Sul
Imagem representa o sonho de jovens estrangeiras no K-pop que terminou em denúncias de golpe e falsas promessas

O crescimento global do K-pop transformou a Coreia do Sul em um destino disputado por jovens de vários países que sonham em se tornar idols. No entanto, por trás do brilho dos palcos, surgem relatos de promessas não cumpridas, contratos frágeis e um possível golpe aplicado por academias privadas de treinamento.

A experiência de uma adolescente estrangeira, identificada como Miyu para preservar sua identidade, ilustra esse cenário. Ela afirma que pagou quase R$ 100 mil por um programa de seis meses em Seul. O curso prometia aulas profissionais e acesso a audições com grandes agências do K-pop. Apesar disso, segundo a jovem, essas oportunidades nunca se concretizaram.

Promessas que ficaram no papel

A Coreia do Sul se tornou um destino para jovens do mundo todo que desejam entrar no mundo do K-pop

Miyu decidiu viajar à Coreia do Sul inspirada por idols estrangeiras que alcançaram fama mundial. Inicialmente, a academia apresentou um plano de treinamento intensivo em canto e dança. Na prática, porém, as aulas ocorreram com pouca frequência e apresentaram um nível abaixo do esperado.

Além disso, outras duas jovens estrangeiras que frequentaram a mesma academia relataram experiências semelhantes. Em comum, todas afirmam que a empresa prometeu audições regulares, mas nenhuma delas participou desses processos.

A empresa responsável nega as acusações e afirma que cerca de 200 alunas estrangeiras já passaram pelos programas desde a inauguração.

Relatos de assédio e vigilância constante

A empresa afirma que as câmeras de segurança foram instaladas após incidentes de segurança ocorridos no passado, para ‘proteger a segurança das trainees’

Além das falhas no treinamento, as ex-trainees relatam episódios ainda mais graves. Duas delas acusam um membro sênior da equipe de assédio sexual, incluindo toques indevidos, convites para encontros a sós e abordagens consideradas intimidatórias.

Além disso, as jovens denunciam a instalação de câmeras de segurança em áreas sensíveis, como dormitórios femininos. Segundo os relatos, os equipamentos funcionavam de forma contínua, com captação de áudio, sem consentimento formal. Com isso, elas afirmam que passaram a se sentir observadas durante os treinos e constrangidas por comentários inadequados sobre seus corpos.

A empresa nega todas as acusações. Em resposta, afirma que instalou as câmeras apenas em áreas comuns, exclusivamente por motivos de segurança.

Falhas na fiscalização do setor

O caso expõe fragilidades estruturais da indústria do K-pop. Muitas academias se registram como agências de entretenimento, e não como instituições educacionais. Por esse motivo, elas escapam da fiscalização direta do sistema de ensino sul-coreano.

Como resultado, programas de treinamento não passam por inspeções regulares. Consequentemente, jovens estrangeiros enfrentam maior vulnerabilidade, sobretudo adolescentes que lidam com barreiras linguísticas, restrições de visto e pouco conhecimento do sistema jurídico local.

Medo, silêncio e dificuldades para denunciar

A história de Miyu lança luz sobre uma indústria não regulamentada, mas em crescimento

As jovens afirmam que demoraram a procurar ajuda. De um lado, temiam prejudicar qualquer chance futura na indústria musical. De outro, enfrentaram dificuldades para relatar os fatos às próprias famílias, que haviam feito grandes sacrifícios financeiros.

Em um dos casos, a polícia arquivou a denúncia por falta de provas. Mesmo assim, uma das ex-trainees ingressou com ações judiciais contra a empresa por quebra de contrato e danos morais relacionados ao suposto golpe.

Um sonho que ainda persiste

Apesar da experiência traumática, Miyu afirma que ainda deseja seguir carreira no K-pop. Segundo ela, a música continuou sendo uma forma de apoio emocional mesmo após os episódios vividos.

Especialistas alertam que o sucesso internacional do K-pop ampliou a responsabilidade das empresas do setor. Enquanto isso, histórias como a de Miyu mostram que, longe dos holofotes, o caminho até o estrelato pode esconder riscos graves para jovens que buscam realizar um sonho.

Fonte: BBC Brasil

Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% em 2026

Notas de real simbolizam a queda da previsão da inflação para 2026, segundo o mercado financeiro
Mercado financeiro revisa para baixo a projeção da inflação em 2026

A previsão do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a cair e passou de 3,99% para 3,97%, conforme mostra o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central. Com isso, o indicador registra a quinta redução consecutiva, permanecendo dentro do intervalo da meta oficial de inflação.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve como referência oficial da inflação no país, tem meta central de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite máximo permitido é de 4,5%, patamar ainda distante da projeção atual.

Inflação mantém trajetória de desaceleração

Além da queda na estimativa para 2026, o mercado financeiro manteve as projeções de inflação em 3,8% para 2027 e 3,5% para 2028 e 2029. Dessa forma, os dados reforçam a percepção de que os preços seguem em desaceleração gradual.

Apesar disso, alguns setores ainda exercem pressão pontual sobre o índice. Em dezembro do ano passado, por exemplo, o aumento das tarifas de transporte por aplicativo e das passagens aéreas elevou a inflação mensal. Ainda assim, o IPCA acumulou alta de 4,26% em 2025, resultado considerado controlado pelos analistas.

Enquanto isso, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará nesta terça-feira o primeiro resultado oficial do IPCA de 2026, referente ao mês de janeiro.

Juros seguem altos, mas cortes ganham força no radar

Para manter a inflação sob controle, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, o maior nível desde 2006. O Comitê de Política Monetária (Copom), inclusive, decidiu não alterar os juros pela quinta reunião consecutiva.

No entanto, o próprio Banco Central sinalizou que pode iniciar um ciclo de cortes a partir de março, desde que o cenário econômico continue favorável. Nesse sentido, o mercado financeiro projeta que a Selic encerre 2026 em 12,25% ao ano.

Além disso, as estimativas apontam novas reduções nos anos seguintes. Para 2027, a taxa deve cair para 10,5%, enquanto para 2028 a projeção indica 10% ao ano. Já em 2029, os juros básicos podem chegar a 9,5%.

PIB cresce de forma moderada

Ao mesmo tempo, o boletim Focus manteve a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,8% para 2026. A mesma projeção também vale para 2027. Por outro lado, para 2028 e 2029, o mercado espera uma expansão um pouco maior, de 2% ao ano.

No terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, resultado considerado estabilidade pelo IBGE. Segundo o instituto, a indústria e a agropecuária puxaram esse desempenho.

Já em 2024, o país registrou crescimento econômico de 3,4%, marcando o quarto ano consecutivo de alta do PIB e a maior expansão desde 2021.

Dólar permanece estável nas projeções

Por fim, a previsão para o câmbio permaneceu inalterada. O mercado financeiro estima que o dólar encerre 2026 cotado a R$ 5,50, mesmo patamar esperado para o fim de 2027. Com isso, a estabilidade cambial tende a contribuir para o controle dos preços, especialmente de produtos importados.

Fonte: Agência Brasil

Cármen Lúcia discutirá código de ética nesta terça-feira

Cármen Lúcia discute código de ética com tribunais eleitorais
Cármen Lúcia durante reunião no TSE sobre regras de conduta para magistrados

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, vai se reunir nesta terça-feira (10) com os presidentes dos tribunais regionais eleitorais. O encontro, portanto, terá como foco a discussão de um código de ética para magistrados.

Durante a reunião, a ministra pretende apresentar dez recomendações de conduta. Segundo a proposta, as diretrizes devem servir como base para a criação do código e fortalecer a transparência institucional.

Entre os pontos previstos estão a transparência em reuniões e audiências, além do cuidado com declarações públicas. Além disso, o texto orienta a recusa de presentes ou vantagens por magistrados.

A proposta também recomenda o afastamento de processos que tenham vínculo profissional ou pessoal. Dessa forma, o TSE busca evitar conflitos de interesse e preservar a imparcialidade das decisões.

A criação de um código de ética para integrantes da Corte eleitoral não é recente. Ainda assim, o tema ganhou força após o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), colocá-lo como prioridade de gestão.

Nesse contexto, a iniciativa ocorre em um momento de maior cobrança por credibilidade e confiança pública no Judiciário. Regras claras, segundo integrantes da Corte, ajudam a reforçar a imagem institucional.

Após a reunião, a expectativa é que o texto avance para novas etapas de debate interno. Por fim, o TSE deve definir prazos e o formato final antes de uma eventual adoção oficial.

Fonte: Band News

Contas de luz vão subir até o triplo do IPCA em 2026

Contas de luz vão disparar em 2026 com reajustes acima da inflação
Projeções indicam alta expressiva nas contas de luz em 2026, acima da inflação

As contas de luz vão subir em 2026 e devem pesar mais no bolso dos brasileiros. De acordo com projeções do setor elétrico, o reajuste médio das tarifas pode chegar a 7,64%, valor que representa quase o dobro da inflação estimada para o período. Em alguns casos, no entanto, o aumento pode alcançar ou até ultrapassar o triplo do IPCA, ampliando a pressão sobre o custo de vida.

O levantamento foi elaborado pela consultoria Thymos Energia. Segundo a análise, o impacto não será uniforme em todo o país. Enquanto algumas distribuidoras devem aplicar aumentos expressivos, outras podem registrar reajustes menores ou até reduções pontuais.

Distribuidoras com maiores reajustes previstos

Entre as concessionárias com as maiores altas projetadas estão a Neoenergia Pernambuco, com reajuste estimado de 13,12%, a CPFL Paulista, com 12,50%, e a Enel Ceará, que pode aplicar aumento de 10,66%. Dessa forma, esses percentuais ficam bem acima da inflação prevista para 2026.

Conforme o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, o mercado financeiro projeta um IPCA de 3,99% para o próximo ano. Assim, em diversas regiões, a conta de luz tende a subir mais que o dobro da inflação oficial.

Onde a conta pode ficar mais barata

Por outro lado, algumas distribuidoras devem registrar os menores reajustes do país. É o caso da Neoenergia Brasília, que pode ter redução de 3,73%, da Amazonas Energia, com queda estimada de 1,72%, e da Equatorial Piauí, com recuo de 0,83%.

Mesmo assim, esses casos não alteram a tendência geral do setor. No conjunto, o cenário aponta para pressão crescente sobre as tarifas de energia elétrica.

Por que a energia elétrica vai ficar mais cara

Segundo a Thymos Energia, três fatores principais explicam o avanço das contas de luz. Em primeiro lugar, há o aumento dos custos de geração de energia elétrica, especialmente em períodos de maior demanda. Além disso, o setor convive com altos índices de perdas, que incluem furto de energia e falhas operacionais. Por fim, a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), responsável por financiar subsídios do setor, continua subindo e é rateada entre todos os consumidores.

Além desses fatores, o sistema elétrico brasileiro enfrenta desafios estruturais relacionados à rápida expansão das fontes renováveis.

Cortes de geração acendem alerta no setor elétrico

Um dos pontos de maior preocupação é o crescimento dos cortes de geração, conhecidos no setor como curtailment. Esse fenômeno ocorre quando a produção supera a demanda ou quando faltam linhas de transmissão suficientes para escoar a energia elétrica gerada.

Em 2025, a micro e minigeração distribuída, principalmente por meio de painéis solares instalados em residências e comércios, atingiu 44 mil megawatts. Com isso, passou a representar cerca de 17% da potência instalada do país.

Como consequência, os cortes de energia renovável alcançaram níveis recordes. A média anual chegou a 24,3% na geração solar e a 18,7% na eólica, resultando em desperdício de energia limpa e impactos financeiros relevantes.

Efeitos diretos no bolso do consumidor

Diante desse cenário, especialistas alertam que o consumidor deve sentir os efeitos do reajuste já a partir de 2026. Isso porque a combinação entre custos mais altos, desafios operacionais e aumento de encargos setoriais tende a manter a energia elétrica como um dos principais vetores de pressão inflacionária.

Portanto, para as famílias, o resultado será uma conta de luz mais pesada no fim do mês. Ao mesmo tempo, para o setor produtivo, o aumento das tarifas pode elevar custos, reduzir competitividade e influenciar decisões de investimento, ampliando os impactos econômicos do reajuste.

Fonte: CNN Brasil

Seis anos depois, Covid ainda não desapareceu, alerta diretora da OMS

Diretora da OMS, Maria Van Kerkhove, durante coletiva ao alertar que a Covid ainda não desapareceu no mundo.
Maria Van Kerkhove afirma que, seis anos após o início da pandemia, a Covid continua em circulação global.

Seis anos após o início da pandemia, a Covid-19 continua em circulação e ainda exige atenção das autoridades de saúde. O alerta foi feito pela diretora técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, que avaliou os avanços e desafios enfrentados desde 2020.

Apesar da queda expressiva de casos graves e mortes, a epidemiologista reforça que o vírus não foi eliminado. Pelo contrário, ele segue circulando globalmente, com capacidade de sofrer mutações, causar reinfecções e provocar quadros graves, inclusive a chamada Covid longa.

Emergência global deu lugar à vigilância permanente

Em janeiro de 2020, a OMS declarou Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, o mais alto nível de alerta sanitário. Naquele momento, o coronavírus já apresentava transmissão entre humanos em vários países, incluindo China, Alemanha, Japão e Estados Unidos.

Desde então, o mundo enfrentou lockdowns, fechamento de fronteiras e sobrecarga dos sistemas de saúde. No entanto, ao mesmo tempo, o desenvolvimento rápido de vacinas e tratamentos permitiu a reabertura das economias e a redução significativa da mortalidade.

Segundo Maria Van Kerkhove, os anos de 2020 e 2021 foram marcados pela resposta emergencial. Em seguida, 2022 e 2023 representaram um período de transição. Já 2024 e 2025 consolidaram a fase de vigilância e preparação. Para 2026, a OMS reforça: não é hora de relaxar.

OMS responde a críticas e promove mudanças

Durante a pandemia, a OMS enfrentou críticas sobre a velocidade das decisões. No entanto, a diretora técnica explica que as medidas sempre se basearam nas informações disponíveis em cada momento.

Como resultado desse processo, a organização revisou protocolos, fortaleceu o Regulamento Sanitário Internacional e avançou na construção do Acordo de Pandemia. Segundo ela, o aprendizado coletivo permitiu corrigir falhas e aprimorar os sistemas de resposta global.

“Os sistemas evoluem porque aprendemos com os erros”, destacou.

Desigualdade e desinformação agravaram a crise

Além dos impactos sanitários, a Covid-19 escancarou desigualdades entre países ricos e pobres. Nações de baixa renda, por exemplo, dependeram do consórcio internacional Covax Facility para garantir acesso às vacinas.

Ao mesmo tempo, a disseminação de desinformação enfraqueceu a confiança da população em governos e instituições. Por isso, a OMS defende o fortalecimento da comunicação científica e o compartilhamento de dados entre países.

Covid ainda tem impacto relevante no Brasil

No Brasil, a Covid-19 segue entre os principais vírus respiratórios. Dados recentes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam que, nas últimas semanas, o coronavírus respondeu por 22,3% dos casos respiratórios e por 45% das mortes associadas a essas doenças.

Entretanto, a redução na testagem preocupa especialistas. Segundo a OMS, menos exames e notificações criam lacunas de dados, o que dificulta a identificação precoce de novos surtos ou variantes.

Recomendações para os próximos anos

Diante desse cenário, Maria Van Kerkhove reforça quatro prioridades globais:

  • Proteger populações mais vulneráveis

  • Manter vigilância epidemiológica ativa

  • Investir em pesquisas sobre Covid longa

  • Fortalecer a preparação antes da próxima crise

Por fim, a diretora da OMS resume o momento atual com clareza: a Covid não pertence ao passado. Portanto, a preparação contínua continua sendo essencial para salvar vidas.

Fonte: Metrópoles

Pix novas regras aceleram devoluções e dificultam a vida de golpistas

Pix mostra novas regras que aceleram devoluções e dificultam golpes financeiros
Novas regras do Pix ampliam o rastreamento de valores e aceleram devoluções em casos de fraude.

Entraram em vigor novas regras de segurança do Pix que aceleram a devolução de valores transferidos indevidamente e, ao mesmo tempo, dificultam a atuação de golpistas. As medidas, definidas pelo Banco Central, atualizam o Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado para atuar em casos de fraude ou falha operacional.

Com isso, o sistema passa a oferecer mais eficiência no rastreamento do dinheiro, além de reduzir o tempo necessário para bloqueios e reembolsos.

Rastreio do dinheiro passa a ser mais amplo

A principal mudança envolve o alcance do rastreamento. Antes, o MED se concentrava apenas na conta que recebeu o Pix inicialmente. Agora, o sistema consegue acompanhar o trajeto do dinheiro mesmo após transferências sucessivas para contas intermediárias.

Esse tipo de pulverização costuma ser usado em golpes para dificultar o bloqueio. No entanto, com as novas regras, as instituições financeiras seguem o fluxo do recurso e conseguem agir com mais rapidez, mesmo depois de novas movimentações.

Segundo o setor financeiro, essa ampliação pode reduzir em até 40% os golpes considerados bem-sucedidos.

Bloqueio preventivo reduz tempo de uso indevido

Além disso, as regras passaram a permitir o bloqueio automático de contas envolvidas em transações suspeitas. Dessa forma, o congelamento pode ocorrer antes mesmo da conclusão da análise completa do caso.

Na prática, essa ação impede saques e novas transferências, reduzindo o tempo em que o dinheiro fica disponível para uso indevido. Ainda assim, o Banco Central esclarece que o bloqueio só acontece quando existem indícios claros de irregularidade, sempre com base em critérios técnicos.

Prazo para devolução fica menor

Outra mudança importante diz respeito ao prazo de devolução dos valores. Agora, o dinheiro pode retornar à conta de origem em até 11 dias após a contestação, período menor do que o praticado anteriormente.

Além disso, o reforço no compartilhamento de informações entre bancos e instituições de pagamento facilita a identificação das contas envolvidas. Como resultado, o processo se torna mais uniforme e ágil em todo o sistema financeiro.

Contestação continua simples para o usuário

Para quem utiliza o Pix no dia a dia, o procedimento de contestação permanece o mesmo. O pedido deve ser feito diretamente pelo aplicativo do banco, em autoatendimento.

Desde outubro do ano passado, todas as instituições já disponibilizam um botão específico para acionar o MED. Assim, as novas regras entraram em vigor sem exigir mudanças no comportamento do usuário.

Situações em que o MED não se aplica

Apesar das melhorias, o mecanismo não vale para casos de erro de digitação do próprio usuário, como o envio do Pix para a pessoa errada. Nessas situações, a devolução depende exclusivamente da concordância de quem recebeu o valor.

Mais segurança e confiança no uso do Pix

Com as novas regras, o Pix passa a oferecer mais previsibilidade, segurança e controle. Dessa forma, quem recebe pagamentos, paga contas ou movimenta renda mensal encontra um sistema mais protegido contra fraudes.

Por fim, a expectativa do Banco Central é clara: reduzir a vantagem financeira dos golpistas e fortalecer ainda mais a confiança dos brasileiros no meio de pagamento instantâneo mais utilizado do país.

Fonte: Só Notícia Boa

Milhares de pacotes de M&M’s são recolhidos por risco à saúde

Pacotes de M&M’s coloridos ilustram recolhimento do chocolate por risco à saúde nos Estados Unidos
Pacotes de M&M’s foram retirados do mercado nos Estados Unidos após erro em rótulos que omitiram alertas sobre alérgenos.

Milhares de pacotes de M&M’s começaram a sair de circulação nos Estados Unidos após o recolhimento de pacotes de M&M’s motivado por falhas graves nos rótulos, que podem colocar em risco pessoas com alergias alimentares. Ao todo, a medida envolve mais de 6 mil unidades do produto.

O problema surgiu depois que os chocolates passaram por um processo de reembalagem promocional. Durante essa etapa, a empresa Beacon Promotions Inc. deixou de incluir avisos obrigatórios sobre a presença de ingredientes alergênicos.

Falha nos rótulos gerou alerta de saúde

Os produtos recolhidos pertencem às versões clássica e Peanut do M&M’s. Ambas contêm leite, soja e amendoim, ingredientes capazes de provocar reações alérgicas graves.

No entanto, os rótulos dos pacotes promocionais não informavam esses componentes de forma adequada. Por isso, órgãos de fiscalização classificaram o caso como um risco potencial à saúde pública, especialmente para pessoas com alergias conhecidas.

Chocolates circularam em mais de 20 estados

Além disso, os pacotes afetados circularam em mais de 20 estados norte-americanos. A distribuição ocorreu principalmente por meio de ações promocionais e brindes corporativos.

O recolhimento começou no fim de janeiro, logo após a identificação da falha. Os produtos podem ser reconhecidos pela frase “Make your mark” ou pelo número de lote M1823200, usado como referência oficial.

Orientação é não consumir o produto

As autoridades recomendam que consumidores que possuam pacotes desse lote não consumam o chocolate. Em vez disso, devem seguir as orientações de devolução ou descarte indicadas pelos canais oficiais.

Até o momento, nenhum caso grave foi confirmado. Ainda assim, o alerta permanece ativo, sobretudo para pessoas com histórico de alergias alimentares.

Fonte: Metrópoles

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