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domingo, novembro 1, 2026
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Moro não reconhece diálogos vazados

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O ministro da Justiça, Sergio Moro, não reconheceu a autenticidade dos diálogos com procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato. Moro participa de audiência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara para esclarecer as mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil. As  mensagens, segundo o Intercept, indicam que Moro orientou o trabalho do Ministério Público Federal.

Na declaração inicial, Moro defendeu o trabalho da Lava Jato. Afirmou nunca ter agido de forma ilegal. Segundo ele, o ataque a celulares de autoridades é criminoso e busca prejudicar o resultado das investigações.

Ainda de acordo com o ministro, “alguém com muitos recursos” está por trás dos ataques de hackers aos celulares de procuradores que deram origem aos áudios do Intercept Brasil. Ele disse acompanhar as investigações da Polícia Federal como “vítima”.

“Alguém com recursos porque não é a tentativa de ataque de um celular, mas a tentativa de ataque de vários, em alguns casos, talvez, com sucesso, o que não parece corresponder a atividade de um adolescente com espinha na frente de um computador”, afirmou Moro.

Um dos autores do requerimento de convite, o deputado Darcisio Perondi (MDB-RS) saiu em defesa do ministro e exaltou o Parlamento. “Vinda do ministro reflete o saudável exercício da democracia, pois permite a explicação dos vazamentos criminosos”, disse o vice-líder do governo.

Nesta audiência, o clima é de animosidade, bem diferente da reunião realizada no Senado em 19 de junho. Na ocasião, Moro negou conluio com procuradores, mas foi tratado com mais cordialidade pelos senadores, inclusive os oposicionistas.

A deputada Érika Kokay (PT-DF) definiu a Lava Jato como uma farsa. Reclamou da mensagem em que o então juiz federal aconselhou o Ministério Público a não investigar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Disse que as delações premiadas foram escolhidas seletivamente, o que desmoraliza o combate à corrupção. “O país está vivendo uma farsa no Palácio do Planalto”, encerrou.

Final de campeonato

Antes do início da audiência, o clima era de final de campeonato. No lado de fora, manifestantes se dividiam entre palavras de apoio ao ministro e atos em desagravo.

Dentro da Comissão de Constituição e Justiça, petistas e governistas trocavam provocações. Presidente do colegiado, o deputado Fernando Francischini (PSL-PR) anunciava o sumiço dos óculos de Perpétua Almeida (PCdoB): “Pessoal, a deputada Perpétua perdeu seus óculos”.

Os pedidas aproveitaram para ironizar o ministro: “Manda um telegram para o Moro, Perpétua”. O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), reagiu na hora: “Manda um telegram para o Lula. Se querem provocar, então vamos provocar”. O ex-presidente Lula está preso em Curitiba, após condenação no âmbito da Operação Lava Jato.

Moro comparece à Câmara para falar sobre vazamento de diálogos com procuradores da Operação Lava Jato divulgados pelo site Intercept. Mensagens reveladas pelo veículo indicam troca de colaboração entre Moro, então juiz federal, e Deltan Dallagnol, procurador e coordenador da força-tarefa da Lava Jato. Segundo a lei, o juiz não pode auxiliar ou aconselhar nenhuma das partes do processo.

O Escolhido: Crítica da 1ª temporada

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O cenário de O Escolhido, nova série brasileira produzida pela Netflix, possibilita diversas leituras ao espectador: há o embate entre fé e ciência, personagens que passam a conhecer e vivenciar de perto outro tipo de crença (o que, de fato, os fazem entrar numa nova realidade), e também existe uma aura de mistério que paira do início ao fim devido ao dom do personagem principal. Há inúmeras camadas interessantes dentro da série e, por mais que todas não sejam devidamente desenvolvidas a fundo ao longo dos seis episódios deste primeiro ano, ela consegue abordar alguns destes temas introdutórios para que conheçamos pelo menos uma parcela este universo peculiar e propositalmente isolado.

A premissa, que gira em torno da chegada de três médicos – Lúcia (Paloma Bernardi), Enzo (Gutto Szuster) e Damião (Pedro Caetano) – a um vilarejo a fim de vacinar a população contra uma nova mutação do vírus da Zika, é realmente um resumo muito inicial. Se no primeiro episódio existe a instauração do conflito dos profissionais com os habitantes fiéis a uma pessoa intitulada como “O Escolhido”, nos capítulos seguintes há uma aproximação muito íntima para com aquele aquele local tido como sagrado e intocável. Por não poupar questões que chamam a atenção (como quando o personagem-título chegou à sua posição de curador, ou por que somente aquele povoado é digno de cura), a série ganha fôlego, mas falha no sentido de deixar algumas pontas soltas que poderiam ser trabalhadas de modo mais amplo caso não houvesse uma abordagem muito centrada no grupo que segue o misterioso homem.

No entanto, o ritmo e a divisão dos episódios são muito bem executados, de modo que conseguem traçar pontualmente até onde o ceticismo do trio de médicos vai, até chegar o momento em que todos passam a enxergar que os feitos d’O Escolhido não são cercados por mentiras. Por mais que falte maiores explicações sobre sua atuação como curandeiro e figura santa, é possível se aproximar facilmente da rotina do homem e seus fiéis muito pela ambientação da produção, que explora diversos cantos do Pantanal a fim de entregar cenários exóticos e muito bem detalhados – seja com objetos, o acampamento isolado e totalmente preparado, a igreja em que alguns rituais acontecem e, em suma, toda a cidade, que fora preparada com afinco (incluindo com a participação dos próprios moradores) para dar mais identidade à narrativa. A direção de arte faz um excelente trabalho para tornar todo este universo crível, assim como é possível ver em 3%.

A fluidez do roteiro é um dos pontos que mais se destacam em O Escolhido, pois a dinâmica entre dois grupos distintos é o que move toda a trama. Por vezes, elementos enigmáticos são apresentados com bastante regularidade (especialmente nos três primeiros episódios), mas acabam por ser substituídos pelas sub-tramas entre personagens. Lucia e O Escolhido (Renan Tenca) são os protagonistas de cada lado, expondo bem o ceticismo e a fé, mas Lucia perde um pouco de sua força a partir do momento em que passa a ficar mais próxima do líder daquele local. Sua ambição admirável de querer levar a medicina para todos dá espaço para uma certa ingenuidade com relação aos moradores locais, especialmente quando ela repentinamente se vê como elemento essencial para os planos dali. A ligação de Lucia com a civilização de Aguazul é digna e faz sentido no aspecto geral, mas algumas escolhas da personagem soam questionáveis e rápidas demais devido ao número reduzido de episódios e uma maior atenção a conflitos particulares.

Com uma construção que abre portas para uma interpretação que vai muito além do embate “ciência vs fé” (tema tão atual no cenário brasileiro) mas acaba apenas introduzindo tal chance, O Escolhido não aproveita todo o potencial que tem, especialmente por entregar uma mitologia tão original e tão rica que explora um pouco de nosso país. Questionamentos sobre a ignorância da religião são levemente trabalhados, mas ainda assim a sensação de que algo está faltando persiste, por mais que toda a construção de personagens e ambientes sejam o suficiente para prender a atenção e fazer valer a maratona. O trabalho de Carolina Munhóz e Raphael Draccon no texto da série é realmente minucioso, mas por sermos inseridos tão rapidamente àquela realidade oculta alguns diálogos acabam sendo muito expositivos – ou pouco naturais, também.

O Escolhido possui uma chance de ouro em mãos caso for renovada para uma nova temporada: o gancho que a cena final traz é firme, mas só poderá ser eficiente caso a série realmente mergulhe mais a fundo nas matas do Pantanal e nas motivações do personagem principal – assim como num maior aproveitamento do que é proposto ao público inicialmente. No mais, a produção tem capacidade de sobra para garantir mais profundidade no futuro, pois a tensão já está completamente instaurada e a motivação de cada personagem está tão clara quanto as águas que cercam Aguazul.

MPF recomenda que Unir verifique autenticidade de autodeclarações de candidatos às vagas de cotas raciais

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A Universidade Federal de Rondônia (Unir) recebeu uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF) para que estabeleça no edital do vestibular como serão verificados os requisitos das pessoas que disputam as vagas reservadas nas cotas raciais. O MPF tem recebido reclamações de diversos estudantes informando que pessoas brancas estão ocupando as vagas reservadas para estudantes negros e pardos.

Caso a Unir opte por utilizar uma banca verificadora, a orientação do MPF é que se priorize o contato presencial com a pessoa interessada na vaga reservada na cota racial. Além disso, o MPF sugere que a banca seja composta por avaliadores de diferentes gêneros, naturalidade, idade, origem étnico-racial e com representantes de professores, alunos e funcionários da Unir. Também foi orientado à Unir que a autodeclaração somente seja rejeitada por unanimidade dos membros da comissão.

Em todas as situações, a Unir deve assegurar o respeito aos princípios da dignidade da pessoa humana, do contraditório e ampla defesa, da igualdade de tratamento entre os candidatos, da publicidade e do devido processo legal. A Universidade tem prazo de 15 dias para responder se vai acatar ou não a recomendação e apresentar documentos que comprovem o seu cumprimento.

Cotas raciais – A Lei 12.711/2012 determina que as universidades reservem, em cada vestibular, por curso e turno, no mínimo 50% de suas vagas para estudantes de escolas públicas. As universidades devem preencher parte desses 50% por estudantes autodeclarados pretos, pardos ouindígenas e por pessoas com deficiência. O cálculo do número de vagas para cada grupo é proporcional ao percentual de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência presente em cada estado, conforme dados do último censo do IBGE.

O procurador da República Raphael Bevilaqua argumenta que a reserva de vagas se justifica na medida em que a desigualdade racial no Brasil tem raízes históricas e vem resistindo à passagem do tempo, inclusive ao processo de modernização das instituições nacionais. “A população afrodescendente ainda é a maior atingida pela violência, pelo desemprego e falta de representatividade política. No Brasil, predomina o preconceito racial de marca, no qual os indivíduos são preteridos ou excluídos não em virtude de sua origem ou ascendência, mas por portarem os traços ou marcas fenotípicas do grupo étnico-racial a que pertencem, como cor da pele, traços faciais e textura dos cabelos”, expõe.

Bevilaqua aponta que o Supremo Tribunal Federal já se pronunciou sobre a legalidade do sistema misto de identificação racial no caso das vagas reservadas em universidades federais, podendo haver tanto a autodeclaração quanto a banca de verificação.

Com questionário definido, conheça as perguntas que serão feitas no Censo 2020

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Após definir os temas e o tamanho dos questionários do Censo 2020, o IBGE divulgou hoje (1) as perguntas que serão respondidas pela população no ano que vem. O questionário básico, aplicado em todos os domicílios do país, terá 26 perguntas,  sendo que a última, já prevista, não havia sido computada anteriormente, pois não exige uma resposta do informante. Já o da amostra, com 76 questões, será respondido por 10% dos lares brasileiros.

Os questionários serão testados durante o Censo Experimental, previsto para acontecer entre setembro e novembro deste ano, no município de Poços de Caldas (MG). Essa etapa será um ensaio geral para avaliar e aperfeiçoar a logística da operação censitária.

O Censo vai coletar informações em todos os 5.570 municípios brasileiros. Cerca de 180 mil recenseadores estarão nas ruas entre os meses de agosto e outubro de 2020 para contar uma população estimada em 213 milhões de habitantes.

BNDES apresenta novas linhas de financiamento para empresários de Manaus

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Palestra “BNDES em Manaus” acontece nesta terça-feira, 2, às 17h, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas – FIEAM.

Na ocasião, serão apresentadas as formas de apoio do BNDES, com destaque para dois novos produtos voltados ao médio empresário: o BNDES Crédito Direto Médias Empresas e o BNDES Direto 10.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), promoverá a palestra “BNDES em Manaus” nesta terça-feira, dia 2 de julho, às 17h, para divulgar as novas linhas de financiamento para as médias empresas. O evento é voltado para os empresários de Manaus e arredores, que também poderão esclarecer dúvidas com a equipe de atendimento do BNDES.

Além dos já conhecidos produtos para as médias empresas – como o BNDES Finem e o BNDES Finame Direto – o “BNDES em Manaus” vai apresentar novidades. O BNDES Crédito Direto Médias Empresas tem como foco financiamentos acima de R$ 10 milhões, com possibilidade de apoio a todos os itens financiáveis e a até 40% do valor total na forma de capital de giro. Já o BNDES Direto 10 permite financiamentos entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões para setores de alta complexidade tecnológica e intensivos em conhecimento (atividades como tecnologia da informação, educação, economia criativa, eficiência energética, complexo industrial da saúde, autopeças, bens de capital e defesa).

Desempenho do BNDES – De janeiro a março de 2019, foram aprovados R$ 91 milhões em operações para o Estado do Amazonas, a maioria para setores de infraestrutura (75% do total), via BNDES Finame (93%). Os desembolsos neste mesmo período foram de R$ 57 milhões. No ano de 2018, as aprovações e os desembolsos para o Amazonas foram de R$ 328 milhões (dos quais 18% para médias empresas) e R$ 279 milhões (dos quais 28% para médias empresas) respectivamente.

Palestra “BNDES em Manaus – Conheça as novas linhas para médias empresas”
Quando: Terça-feira, 2 de julho de 2019
Horário: 17h
Local: Auditório da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas – FIEAM (Avenida Joaquim Nabuco, 1919, Centro, Manaus/AM)
Evento gratuito 
Inscrições: denoc@bndes.gov.br

Resultado da 2ª chamada do ProUni já está disponível para consulta

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Quem estava aguardando o resultado da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni), referente ao segundo semestre, já pode conferi-lo no site do programa a partir desta terça-feira, 2 de julho. Os candidatos também podem verificar a lista diretamente com a instituição de ensino superior para a qual se inscreveu.

Os pré-selecionados têm até terça-feira, 8 de julho, para apresentar às instituições os documentos que comprovem as informações fornecidas no momento da inscrição. É de responsabilidade do aluno checar a hora e o local de comparecimento.

Se o candidato não tiver sido chamado nas duas etapas, poderá tentar mais uma chance por meio da lista de espera. Para isso, precisa acessar o site do programa, nos dias 15 e 16 de julho, e manifestar o interesse. O resultado sairá em 18 de julho. Nesse caso, quem for contemplado terá entre 19 e 22 de julho para entregar a documentação junto à instituição.

ProUni – O programa é destinado a estudantes que ainda não têm diploma de nível superior, que tenham feito o ensino médio na rede pública, ou tenham estudado na rede particular com bolsas integrais. Pessoas com deficiência ou professores atuantes na rede pública também podem concorrer aos financiamentos.

Para concorrer às bolsas integrais (100%), o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Já para as parciais, no valor de 50%, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Cobra sucuri de quase 10 metros é capturada em açude do interior do Acre

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Uma cobra sucuri de quase 10 metros foi encontrada na Zona Rural do município de Plácido de Castro na manhã desta terça-feira (2).

O animal estava em um açude de uma fazenda e foi capturado por vários homens que estavam no local.

O animal estava em um açude de uma fazenda e foi capturado por vários homens que estavam no local.

 

Parque Natural de Porto Velho tem novos atrativos

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Trabalhar para melhorar cada vez mais as condições dos espaços públicos de Porto Velho, essa é a determinação do Prefeito, Hildon Chaves, que orientou a Subsecretaria Municipal de Meio Ambiente para que pequenas reformas sejam realizadas no Parque Natural, localizado no final da avenida Rio Madeira, sentido zona Norte da cidade.

Uma das primeiras mudanças apresentadas pela Sema foi a instalação de 500 metros quadrados de grama sintética no Playground. A oferta de internet wi-fi grátis para os visitantes e a instalação de uma usina de energia fotovoltaica para tornar o parque auto suficiente também estão nos planos da subsecretaria. A entrega das novidades deve ocorrer em até 60 dias.

O Parque Natural tem área superior a 390 hectares e conta ainda com centro de visitação ambiental, brinquedos para crianças, pista de acesso para idosos e cadeirantes e uma pista de passeio em madeira, medindo 750 metros, no interior da floresta. Mas o destaque entre os atrativos é a trilha, com 2,5 quilômetros.

A logística na Ponta do Abunã beneficiará a região norte de Rondônia, assim como o estado do Acre

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O término da ponte sobre o rio Madeira, na Ponta do Abunã, a curto-prazo se tornará uma logística importante para o desenvolvimento no estado do Acre, que dispõe de indústrias para beneficiamento de peixe, suíno, aves e bovinos, mas que, no entanto, carece da produção de milho, insumo básico para alimentação, animal, adquirido pelas indústrias acreanas no sul de Rondônia e Oeste de Mato Grosso, inflacionando os valores finais aos consumidores é o que afirma, Evandro Padovani, secretário de Estado da Agricultura.

Defendendo a tese de que é necessário diversificar a produção, aproveitando a oportunidade para Rondônia produzir grãos na região norte, Evandro Padovani, observa com bons olhos a instalação de secadores de milho, soja e arroz pelos  que começam adquirir e arrendar áreas com objetivo de produzir em larga escala. Do ponto de vista econômico, o crescimento do agronegócio na área norte de Rondônia e sul do Acre apresenta expectativas positivas para os dois lados.

O Peru tem uma excelente produção de leite necessita de farelo de milho e soja, assim como os Países Andinos, principalmente a Bolívia que adquire insumos e equipamentos agrícolas em Rondônia. À sensibilidade dos governadores, Marcos Rocha Rondônia e Gladson Camelli Acre, tem facilitado aproximação das duas unidades federativas, pelas ações dos secretários de agricultura Evandro Padovani (RO) e Paulo Wadt (AC).

Quando surge a produção de milho e farelo de soja, vem o confinamento de bovinos, bem como já existe a engorda do boi só com o milho em grãos, como a logística é boa, só é necessário iniciar o plantio. Afinal de contas são mais de 127 mil hectares de solos férteis, no território da Ponta do Abunã, com um rebanho bovino criado em regime extensivo superiores a 267 mil cabeças. Padovani lembra que o município de Nova Mamoré, vizinho da Ponta do Abunã, ali a iniciativa privada está implantando secadores de grãos impulsionando o desenvolvimento da região, tornando aquele município no maior produtor de leite no Estado, gerando emprego e rendas.

Veículos vão gastar menos tempo, sem a necessidade de permanecer aguardando a travessia na balsa

O Governo do Estado vem implementando e priorizando o desenvolvimento do agronegócio. A região norte pelo seu potencial, tendo Nova Mamoré e Ponta do Abunã, como suporte para futuros e bons negócios com os vizinhos originalmente consumidores, terá apoio oficial reconhece o secretário.

REDUZIRÁ CUSTOS 

No ponto de vista de Evandro Padovani, a vai reduzir custos com o transporte de insumos e fertilizantes, uma vez que os veículos vão gastar menos tempo sem a necessidade de permanecer aguardando a travessia na balsa, em média uma hora na ida ou vinda. “Vai melhorar a qualidade de vida dos habitantes daquela região, refletindo nos preços da bovinocultura e nos valores das culturas de grãos”, aduziu o secretário.

Trabalhando integrado para o fortalecimento das cadeias produtivas, potencializando a agroindustrialização, diversificando com o café, o peixe, o leite, o milho, a soja, arroz e feijão, pequenos animais, é só uma questão de tempo para o agronegócio explodir de maneira positiva na Ponta do Abunã.

Hospital de Base é credenciado pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia

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O Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro em Porto Velho foi credenciando pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, unidade conveniada da Associação Médica Brasileira (AMB), responsável por congregar os especialistas em Ortopedia e Traumatologia, tem também a responsabilidade na formação de especialistas, além de prover condições para atualização permanente, sob forma de ensino, pesquisa, educação continuada, desenvolvimento cultural e defesa profissional.

Esse credenciamento deixa o Hospital de Base como referência em todo Brasil em residência médica. Cerca de quatro médicos da SBOT, avaliam os seguintes critérios para poder emitir o certificado, que são: Estrutura do Hospital; a quantidade de especialistas, sub especialistas; membros da ortopedia que possuem títulos de especialistas em ortopedia e traumatologia, números de cirurgias realizadas, e tendo que atingir um alto patamar de efetividade. “É muito difícil credenciar um serviço de ortopedia, temos que ter especialistas altamente qualificados, além de uma boa estrutura hospitalar, é um privilegio e uma forma de reconhecimento pelos anos de estudo, fazer parte desse momento é muito gratificante, essa chancela não foi fácil de conseguir, e também não será fácil manter, por isso temos que trabalhar arduamente diariamente”. Disse o Chefe da Residência médica do HB, Antônio Brant.

O Hospital de Base têm hoje sete residentes na ortopedia, o único Hospital de excelência credenciado no estado de Rondônia a formar residentes, onde sairão com certificado que garante segurança, e principalmente credibilidade de ter sido um residente da SBOT, que poderão atuar em qualquer unidade hospitalar do País. “Esse certificado é um ganho não só para nós ortopedistas, mas principalmente para o estado de Rondônia e para o HB, isso nos coloca entre os melhores hospitais de residência médica do Brasil, podendo receber estudantes de outros estados”. Destacou o Ortopedista Antônio Brant.

Agronegócio de Rondônia em ilustração editorial com entrevista em microfone, lavouras, pecuária, colheita e gráficos de custos.

RuralCast: FAPERON alerta sobre crédito e custos no agro

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RuralCast debate crédito caro, custos, regularização e dados para o agronegócio de Rondônia.
Escavadeira sobre ponte de madeira em estrada rural, em imagem editorial sobre pontes rurais em Porto Velho.

Porto Velho programa recuperação de cinco pontes rurais

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Prefeitura confirma uma ponte recuperada e programa serviços em outras quatro estruturas rurais de Porto Velho.
Capa ilustrativa do RuralCast com pesquisador diante de lavoura, trator, globo ambiental, gráficos, produtos do campo e referências à sustentabilidade.

ESG no agronegócio: pesquisa da UNIR analisa empresas do G20

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No RuralCast, Lucas Bispo explica pesquisa ESG sobre empresas do G20 e desafios do agro em Rondônia.
Composição editorial ilustrativa de ambiente escolar para notícia sobre o Ensino Médio em Rondônia e diretrizes da Seduc.

Seduc disponibiliza diretrizes do Ensino Médio em Rondônia

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A Seduc disponibilizou diretrizes e matrizes do Ensino Médio em Rondônia para consulta no portal oficial do Governo do Estado.
Cacau de Rondônia: ilustração com pesquisadora, frutos abertos, amêndoas e lavoura cacaueira ao fundo.

Cacau de Rondônia: pesquisa mira rastreabilidade e novos mercados

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No RuralCast, mestranda da UNIR discute pesquisa, origem das amêndoas e novos mercados para o cacau.