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sábado, outubro 31, 2026
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Sancionada lei que garante cartões de crédito em braile

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Foi publicada nesta quarta-feira (5), no Diário Oficial da União, a Lei 13.835/19, que garante às pessoas com deficiência visual o direito de receber cartões de crédito e de movimentações bancárias com caracteres de identificação em braile.

A nova lei permite que as pessoas com deficiência visual solicitem um kit contendo, no mínimo, os seguintes itens: etiqueta de filme transparente com a identificação do tipo do cartão e os seus seis últimos dígitos impressos em braile; identificação do tipo do cartão, indicado pelo primeiro dígito da esquerda para a direita; fita adesiva para fixar a etiqueta em braile no cartão; e porta-cartão com inscrição, em braile, de todas as informações constantes no cartão.

Durante a votação no Senado no final de abril, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, afirmou que o projeto é uma forma de homenagem ao autor, o ex-deputado Rômulo Gouveia — que foi deputado federal e vice-governador da Paraíba, falecido no ano passado aos 53 anos.

A Lei 13.835/19 é oriunda do Projeto de Lei 1679/15, aprovado pela Câmara dos Deputados em maio do ano passado.

Ministério da Agricultura aprova Plano Nacional de Florestas Plantadas para fortalecer o segmento no Brasil

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aprovou o Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PNDF). O plano tem a meta de ampliar a área de produção florestal em dois milhões de hectares até 2030, o que representa aumento de 20% sobre a área atual.

A Portaria Nº 111, que aprova o Plano, foi assinada pela ministra Tereza Cristina e publicada  no Diário Oficial da União desta quarta-feira (5), data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente. De acordo com a portaria, a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Florestas Plantadas do Ministério da Agricultura será responsável por monitorar, avaliar e atualizar o plano.

Com ações previstas para os próximos dez anos, o Plano busca dar segurança jurídica para investimento nas culturas agrícolas de origem florestal, desde o segmento fornecedor de insumos até o consumidor final, além de reconhecer a importância econômica, social e ambiental do setor.

O coordenador-geral de Apoio à Comercialização da Agricultura Familiar, João Fagundes Salomão, destaca que o setor de florestas plantadas está em expansão no Brasil e pode se firmar como uma atividade agrícola que protege os recursos naturais.

“O governo tem interesse em que se plante florestas e quer criar condições de segurança jurídica para que, quem quiser plantar ou aumentar seu plantio, faça da melhor forma possível”, ressaltou.

Ele acrescenta que mais da metade da área de florestas plantadas tem culturas certificadas internacionalmente, que observam a questão do manejo sustentável, da preservação de recursos naturais e adotam boas práticas socioambientais e trabalhistas.

“O setor de florestas plantadas também preserva. 90% de toda a madeira para fins industriais em todo o Brasil vem de florestas plantadas. Isso diminuiu muito a pressão sobre as florestas primárias, é uma forma indireta de preservar”, destacou.

Mercado em expansão

Segundo o Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 10 milhões de hectares de árvores plantadas. Desse total, 6 milhões de hectares são destinados à conservação, somando áreas de restauração, preservação permanente (APP), reserva legal (RL) e Reserva Particular do Patrimônio Natural.

Mapeamento do setor mostra que 35% das áreas de florestas plantadas no Brasil são de propriedade das indústrias de celulose e papel; 13% siderurgia e carvão vegetal; 6% painéis de madeira e pisos laminados; 9% investidores financeiros; 30% produtores independentes; 4% produtos sólidos de madeira; 3% outros.

Por ano, o Brasil produz uma média de 35,7 metros cúbicos por hectare para o plantio de eucalipto e, no caso do pinus, o plantio atinge 30,5 por hectare, média que coloca o país na liderança do ranking global de produtividade florestal, de acordo com balanço da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).

A entidade também calcula que o setor é responsável pelo estoque de aproximadamente 1,7 bilhão de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2eq), além de gerar e manter de reservas de carbono da ordem de 2,48 bilhões de toneladas.

A produção florestal brasileira fica atrás apenas da soja, das carnes e do setor sucroalcooleiro e representa hoje 6,1% da Produção Interna Bruta (PIB) Industrial do país.

Em 2016, o valor bruto da produção florestal alcançou R$ 18,5 bilhões, sendo que a silvicultura respondeu por 76,1% desse total, e o extrativismo vegetal participou com 23,9%. Em 2017, o setor atingiu 5% das exportações brasileiras e 10% das exportações do agronegócio, com um saldo positivo de US$ 10 bilhões na balança comercial.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Brasil tem cerca de 66% das terras cobertas por vegetação nativa, incluindo terras indígenas, unidades de conservação, áreas de reserva legal e proteção em propriedades privadas. As lavouras e florestas plantadas ocupam 9% do território nacional.

A entidade destaca ainda que o Brasil é uma das poucas potências na produção de alimentos, fibras e biocombustíveis que concilia a possibilidade de expandir suas fronteiras agrícolas e preservar os recursos naturais.

Divulgação/Mapa

Dentro da lei

Um dos produtores que seguem a legislação ambiental para produzir eucalipto é Stanley Bianchini, do Espírito Santo. Com uma plantação de 320 hectares de eucalipto, Bianchini está no setor há 15 anos e fornece a matéria-prima para indústrias de papel e celulose da região.

Bianchini conta que a cultura do eucalipto se desenvolveu no estado graças à presença de grandes empresas que fomentam os agricultores e toda a logística da cadeia produtiva, desde o plantio, desenvolvimento de tecnologias de cultivo e colheita até a comercialização.

O rendimento da produção varia de acordo com as condições climáticas. No primeiro ciclo de produção do eucalipto, que dura em média cinco anos, Bianchini conseguiu colher 240 metros cúbicos por hectare. Já no segundo ciclo, a produção caiu devido a uma forte estiagem que perdurou por três anos na região.

Ele ressalta que para ter acesso aos benefícios do fomento conhecido como “Poupança Florestal”, os produtores devem se adequar à legislação ambiental. “A empresa não compra se você não estiver com a documentação em dia”.

Entre as exigências para a prática da silvicultura está a obediência à distância de pelo menos 30 metros entre as plantas e cursos de água, entre outros requisitos, como reflorestar plantas nativas em uma parte da propriedade.

“Nós temos 210 hectares de área reflorestada, pelo menos 150 mil mudas nativas plantadas. Você tem que preservar as nascentes, respeitar o espaçamento, reflorestar os barrancos, não colocar fogo nos resíduos”, explica o produtor.

Mesmo seguindo as regras ambientais, Bianchini se queixa que o setor de florestas plantadas, especialmente o de plantas exóticas como o eucalipto, que é originário da Austrália, ainda não é reconhecido como uma cultura de valor e enfrenta uma imagem ruim na sociedade.

“Você plantando tudo certinho, dentro da lei, no espaçamento certo, obedecendo a legislação, não é esse deserto verde que a sociedade coloca, que vai acabar com tudo”, comenta.

O produtor ressalta que o eucalipto é uma commodity importante para a economia do país e principalmente para o estado do Espírito Santo, onde é o “carro chefe”, depois do minério de ferro”. “Nós não temos aqui a variedade de culturas de outros estados, então, o eucalipto é uma válvula de escape pra você trabalhar”, afirmou.

Bianchini também explica que o setor tem desenvolvido técnicas de melhoramento genético para tornar as plantas mais produtivas e sustentáveis. E destacou que é possível fazer a rotação de culturas para preservar o solo. Em sua propriedade, por exemplo, ele deixou de produzir gado e começou a cultivar café. O antigo pasto hoje é tomado por área verde.

“Você planta eucalipto, daí em dez anos, em dois ciclos, você volta com o café e a terra fica renovada. Vai produzir o dobro do café porque a terra é nova, está descansada”, explica.

Demandas

A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Florestas Plantadas tem trabalhado para aperfeiçoar a legislação e encaminhar as demandas do setor. Entre as principais reivindicações está o aproveitamento da biomassa florestal como fonte de produção de energia.

O Plano Decenal de Energia já prevê a participação do setor florestal como potencial fonte da matriz energética brasileira nos leilões do Ministério de Minas e Energia, mas a inclusão formal deve ser efetivada a partir dos próximos editais.

Setor de Aquicultura e Pesca será contemplado no próximo Plano Safra, diz ministra

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O segmento da aquicultura e pesca deverá ser incluído no Plano Safra 2019/2020. A notícia foi dada nesta terça-feira (4) pela ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), durante o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Pescado, em Brasília.

“Neste novo Plano Safra, teremos essa atividade sendo contemplada. E, se Deus quiser, nos próximos planos, que não serão mais planos, serão uma política para a agricultura, podem ter certeza de que vamos continuar privilegiando essa atividade tão importante”, disse a ministra.

Segundo Tereza Cristina, este é um setor que tem grande potencial de crescimento no país. “Vamos colocar a pesca onde ela merece, vamos tratar dos pescadores artesanais, dos profissionais, da pesca em mar. E também vamos tratar da aquicultura, que é um segmento importantíssimo que tem muito a crescer no Brasil”, ressaltou.

A Frente Parlamentar em Defesa do Pescado será presidida pelo deputado Luiz Nishimori (PL-PR).

BNDES aprova R$ 100 milhões para nova fábrica de medicamentos em MG

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Fábrica produzirá genéricos e similares, medicamentos mais baratos e que já podem ser utilizados no tratamento de 95% das doenças conhecidas
Com investimento, capacidade produtiva deverá ter incremento de 35%

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou o financiamento de R$ 100 milhões para a Cimed Indústria de Medicamentos. Os recursos destinam-se à implementação de uma nova unidade em Pouso Alegre (MG) para produção de medicamentos genéricos e similares.

A fábrica terá cerca de 35 mil m². Após a conclusão das obras, a capacidade de produção de medicamentos sólidos orais da Cimed será ampliada em 35%. Estima-se a criação de mais de 100 novos postos de trabalhos diretos, grande parte composta por empregos de alta qualificação para profissionais como farmacêuticos, engenheiros e químicos.

A implantação do projeto incorporará à linha de fabricação equipamentos que diminuirão a manipulação de materiais e o transbordo de matéria-prima, reduzindo o tempo de produção. Além de ampliar a produtividade da fábrica e  gerar maior segurança ao processo, a implementação de novas tecnologias terá impacto positivo sobre os custos dos produtos.

Os investimentos também contribuirão para redução do impacto ambiental da atividade industrial já que a água utilizada no processo produtivo será reaproveitada nas atividades de apoio. Outras medidas previstas são instalação de sistema de iluminação de baixo consumo, diminuição do uso de água e redução da geração de resíduos da produção.

O investimento na nova planta da Cimed pode gerar efeitos positivos para o setor de saúde já que implicará em aumento da capacidade instalada da indústria brasileira de medicamentos e ampliação da concorrência no mercado de genéricos e similares, com potencial de redução de preços ao consumidor.

Empresa – Fundada há 40 anos, a Cimed é uma empresa nacional conta com duas plantas em Pouso Alegre e produz cerca de 600 itens, englobando medicamentos isentos de prescrição, genéricos, similares e equivalentes, além de vitaminas, produtos de higiene e beleza e de saúde e nutrição. Além do projeto da nova planta, a companhia vem investindo em Pesquisa & Desenvolvimento e lançou em 2017 sete novos produtos.

Mercado – O setor de fármacos brasileiro apresentou vendas de cerca de R$ 75 bilhões em 2018, de acordo com dados do Sindicato das Indústrias do Mercado Farmacêutico. Entre 2015 e 2018, ele apresentou crescimento de 8,55% ao ano, índice bem superior à taxa anual do PIB, que foi de cerca de 3,3%,  o que evidencia a força do setor.

Genéricos e similares – Produzidos a partir do mesmo princípio ativo dos medicamentos de referência, os medicamentos genéricos têm a mesma indicação terapêutica deles. Atualmente, 95% das doenças conhecidas já podem ser tratadas com genéricos. Em 2018, eles foram responsáveis por cerca de 35% do volume de vendas do varejo farmacêutico.

Entra em vigor o Decreto 9.823 que normatiza a transposição de servidores do ex-Território Federal de Rondônia

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Foi publicado nesta quarta-feira (5), o Decreto 9.823, da Presidência da República que regulamenta a opção para inclusão no quadro em extinção da União para trabalhadores oriundos do ex-Território Federal de Rondônia. A expectativa da lei é que sejam alcançados mais de 15 mil servidores.

O documento, que foi assinado no dia anterior pelo presidente da República Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto, contou com a presença do governador de Rondônia, Marcos Rocha, e da bancada Federal, além de representantes de sindicatos estaduais.

O decreto que entra em vigor a partir de hoje (5), contem normas referente à Lei 13.618/2018, nas quais especifica dentre outros temas o período que o servidor pode se enquadrar na transposição ao quadro em extinção da União. O texto afirma que a pessoa que comprovar relação ou vínculo funcional, de caráter efetivo ou não, relação ou vínculo empregatício, estatutário ou de trabalho, com empresa pública ou sociedade de economia mista, constituída pelo ex-Território Federal, mesmo as extintas na referida Lei, têm direito à optar pelo quadro em extinção da União. Porém devem ter sido contratados entre a data da transformação do ex-território em estado até 15 de março de 1987.

O texto assinado também contempla na mesma possibilidade de opção, os aposentados, os reformados, inclusive militares da reserva remunerada, e os pensionistas, civis e militares, vinculados aos regimes próprios de previdência do Estado de Rondônia.

O governador Marcos Rocha afirmou que o ato do presidente Bolsonaro foi o reconhecimento aos servidores do estado de Rondônia para um direito que há décadas deveria ser legitimado. “Para o estado de Rondônia é uma bênção tremenda, vamos montar a equipe rapidamente, para acabar com esta celeuma de tantos anos”, comemorou.

O decreto define como órgão centralizador dos protocolos de requerimento da opção de transposição, a Divisão de Pessoal nos Ex-Territórios Federais do Amapá, Rondônia, e Roraima do Departamento de Centralização de Serviços de Inativos e Pensionistas da Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia. “O nosso presidente disse que é flexível com o prazo de 30 dias e o ministro Onyx Lorenzoni explicou que o governo federal pode até assinar outro decreto estendendo o prazo, mas vamos fazer nossa parte para acelerar”, afirmou o governador.

Aqueles que se enquadrem nas hipóteses do documento assinado e que já tenham optado por serem transpostos ficam dispensados de apresentarem novo requerimento.

Em Vilhena, governo incentiva produção de tomate e promove Dia Especial sobre a Olericultura

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Em mais uma ação voltada para atender os produtores rurais do Cone Sul do Estado, o governo de Rondônia, por intermédio da Secretaria de Agricultura (Seagri), em parceria com a Emater, realiza nesta quinta-feira (6), em Vilhena, um Dia Especial sobre a Olericultura. O evento, que focará na cultura do tomate e no combate à incidência de pragas que atacam às plantações, acontece a partir das 9h, na Chácara Boa Sorte, localizada no KM 10 da BR-174.

De acordo com a gerente local da Emater, Eliane Back, a programação contará com a realização de duas palestras. A primeira, abordará o tema “Nutrição do tomateiro; adubação e salinização do solo, que será ministrada pela engenheira agrônoma da Emater, Poliane Oliveira.

A segunda, que será proferida pelo engenheiro agrônomo da Emater, Maciel Lemos, vai tratar do “Manejo da traça do tomateiro e custo de produção da unidade produtiva”.

Vilhena tem uma área de 18 hectares com uma produção de 792 toneladas, tendo uma produtividade de 44 mil quilos por hectares. Segundo a gerente da Emater, a produção é significativa para o município, porém, nos últimos tempos, a incidência de pragas que atacam as lavouras têm prejudicados os agricultores, registrando, inclusive, o abandono da cultura por alguns produtores. “Neste sentido, estamos levando técnicas adequadas no manejo da cultura do tomate para, num segundo momento, reduzir a incidência de pragas e melhorar a produtividade”, esclareceu a extensionista.

Além dos produtores rurais e técnicos da Emater, o representante do governador Marcos Rocha no Cone Sul, Nilton Gomes Cordeiro, estará presente ao evento, acompanhando as ações que serão desenvolvidas pelos técnicos do governo.

OLERICULTURA

A Olericultura é um dos ramos da horticultura que trata da produção e exploração das hortaliças, a exemplo do alface, cenoura, chuchu, repolho, tomate, couve, beterraba, entre outros.

Crianças e jovens produzirão videodocumentários ambientais em escolas de Rondônia

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Oficinas promovidas pela Gerência de Educação Básica e Diversidade, da Secretaria Estadual de Educação de Rondônia (Seduc) mobilizarão, este mês, alunos de escolas de Ensinos Fundamental e Médio para a Mostra de Videoambiental.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pela gerente Roselane Rivero Abdelnour, durante a solenidade de lançamento da campanha Junho Verde, da  Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), na presença do secretário Elias Rezende e do vice-governador José Jodan, no salão de reuniões da Escola de Governo.

Serão realizadas oficinas em Vilhena (dia 11), Ji-Paraná (14), e Porto Velho (17), com ênfase para o Plano Estadual de Resíduos Sólidos.

A Sedam exibiu vídeos recentemente produzidos para a campanha Junho Verde, todos já veiculados nas redes sociais. O geógrafo Anderson Alves, da Sedam, já gravou um videodocumentário no aterro sanitário (lixão) da Vila Princesa, em Porto Velho.

Secretário Rezende disse no Junho Verde que crianças no lixão merecem tanta atenção quanto à conservação da árvore em pé

Segundo Roselane Rivero, o videoambiental adota abordagem pedagógica de saúde a meio ambiente: “Um depende do outro, se complementam, é a ponte do vai e vem”. A Seduc promoverá intercâmbio entre escolas do Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano, e Médio, do 1º ao 3º.

Caberá às coordenadorias regionais de educação classificar os melhores vídeos. A premiação será por modalidade. Os vencedores receberão notebooks, smartphones e data shows.

Com o mote Rondônia – vamos cuidar sempre!, a Seduc intensificou em 2018 o cuidado com nascentes e neste ano fará uma conferência para examinar seus projetos. O de 2019 tem como tema urbanização e meio ambiente, alcançando os 52 municípios do estado.

Dentro da campanha Junho Verde, a gerência de educação ambiental da Sedam programará pit-stop alertando para a prevenção e combate a queimadas, nas principais ruas e avenidas de Porto Velho.

O titular da Sedam, Elias Rezende falou a respeito da descentralização do licenciamento ambiental “sem infringir a lei” e informou que a “nova Sedam” está de portas abertas para orientar a todos.

“O lixão de Porto Velho nos mostra cenas fortes, e nós trabalharemos com responsabilidade para evitar essa triste realidade”, disse o secretário

 

“O Plano Estadual de Resíduos Sólidos é cobrado há pelo menos oito anos, por isso, não basta pedir a árvore em pé, quando crianças estão com a saúde ameaçada”, alertou Rezende.

 

O secretário manifestou gratidão aos parceiros em compromissos, especialmente ao Batalhão de Polícia Militar Ambiental; secretário de Educação, Suamy Vivecananda Lacerda, Abreu e diretora de educação, Irani Oliveira Lima;  Seagri, Emater, Corpo de Bombeiros, Agência Idaron e à Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa.

“Importante orientar filhos e famílias no sentido da preservação; o filho pode corrigir o pai até mesmo quando ele joga no chão uma simples lata de bebida”, disse o vice-governador José Jodan.

Giselly Salomão lê poesia

O coordenador de educação na Sedam, Fábio França, explicou a simbologia do lacinho verde: “A ideia é trocar o cinza pelo verde, o meio ambiente é a nossa casa”.

Reiterou a importância dada pelo governador, coronel Marcos Rocha, à conservação ambiental, estendendo por um mês inteiro a campanha de conscientização.

“Eu falo com amor desse tema, porque vim de uma região árida (Juazeiro do Norte-CE), onde se anda quilômetros para conseguir água, e aqui em Rondônia vejo igarapés, rios e água em abundância”.

Explicou em seguida a possibilidade de se praticar a queimada legal, desde que ela seja adequada e evite o descontrole do fogo. Mencionou o art. 225 da Constituição Federal: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

A menina Giselly Salomão Fagundes, dez anos, aluna da Escola Marcelo Cândia (Irmãs Marcelinas), na BR-364, recitou E o dia em que o Sol não nascer?, apelando pela conservação ambiental. Um trecho:

E quanto o azul do céu desaparecer?
O solo apodrecer…
E tudo adoecer?

O que você vai fazer?
Para onde você vai correr?
Para Marte, Júpiter, Saturno ou Plutão?

O Planeta Terra é tua única casa, amado ser
E a tua verdadeira mãe (natureza) está a morrer
Pela tua falta de respeito, consciência e compaixão

Porto Velho ultrapassa média nacional de acompanhamento da frequência escolar

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A Coordenação Municipal do Programa Bolsa Família, em Porto Velho, da Secretaria Municipal de Educação (Semed), informou, na manhã desta terça-feira (4/6), que a cidade ficou entre as oito capitais que melhor teve desempenho no acompanhamento da frequência escolar do Bolsa Família.

A Semed é responsável por acompanhar 38 mil alunos, distribuídos em escolas particulares, federais, municipais e estaduais. A capital alcançou 95,10% de acompanhamento da condicionalidade de Educação, enquanto a média nacional é de 93,81%.

Hoje, são 25.222 famílias beneficiárias do Bolsa Família. Essas famílias equivalem, aproximadamente, a 15,44% da população total do município, e inclui 4.243 famílias que, sem o programa, estariam em condição de extrema pobreza. No último mês de abril, foram transferidos mais de R$ 4 milhões às famílias do Programa e o benefício médio repassado foi de R$ 158,70 por família.

Conforme estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), fundação pública federal vinculada ao Ministério do Planejamento, a cada R$ 1,00 transferido às famílias do programa, o Produto Interno Bruto (PIB) municipal tem um acréscimo de R$ 1,78.

A cobertura do programa é de 116,72% em relação à estimativa de famílias pobres no município. Essa estimativa é calculada com base nos dados mais atuais do Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O MEC monitora a frequência escolar dos alunos com idades entre 6 e 17 anos, cujas famílias recebem o benefício. O pagamento está condicionado à presença mínima mensal de 85% nas aulas dos alunos de 6 a 15 anos e de 75% dos adolescentes entre 16 e 17 anos.

O secretário da Semed, Márcio Félix, comemora o alcance da média e registra que a equipe pedagógica da secretaria, juntamente com a coordenação do Bolsa Família, tem conseguido a participação em massa dos gestores para a alimentação dos dados. “O acompanhamento é necessário para que esses alunos não venham a abandonar os estudos. Os dados também são essenciais para o direcionamento de diversas políticas públicas. A condicionalidade da Educação traz os motivos da baixa frequência, situações coletivas e demais registros, como doenças, problemas físicos, falta de transporte, desestrutura familiar, dentre outros”, disse ele.

Além disso, segundo ele, para assegurar a participação no programa, os pais precisam, entre outras exigências, manter os filhos na escola e garantir que recebam cuidados básicos de saúde, como a aplicação de vacinas.

Porto Velho já alcançou a meta de atendimento do programa. O foco da gestão municipal deve ser na manutenção da atualização cadastral dos beneficiários, para evitar que famílias que ainda precisam do benefício tenham o pagamento interrompido.

A qualidade dos dados cadastrais aumenta a possibilidade de que todas as famílias pobres e extremamente pobres do Município sejam beneficiárias do Programa. Periodicamente, o Ministério da Cidadania convoca as famílias beneficiárias do PBF para atualizarem seus cadastros nos processos de Revisão Cadastral e Averiguação Cadastral. Em cada um desses processos, as famílias são organizadas em grupos, com prazos diferenciados para a atualização cadastral.

Saiba como recuperar a senha do Enem para participar do Sisu

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Você participou do Enem e não se lembra da senha para participar do Sisu, o sistema informatizado do MEC para a inscrição em vagas de ensino superior das instituições públicas? É bem fácil recuperá-la. O primeiro passo é acessar a Página do Participante. Lá é possível consultar dados de edições anteriores e redefinir sua senha de acesso.

Responda ao desafio de figuras solicitado no campo. Logo após, insira seu CPF e informe sua senha, mesmo que você não se lembre. No passo seguinte, clique em “recuperar senha”. Ela vai ser enviada para seu e-mail cadastrado ou você pode alterar o e-mail caso não tenha mais acesso a ele. Neste caso, será preciso lembrar o e-mail anterior e responder a perguntas de confirmação. Caso precise informar um novo endereço eletrônico, clique em “alterar e-mail”. Se não, clique em “enviar senha”.

Ao clicar em “enviar senha”, a nova senha será enviada ao e-mail cadastrado. Caso não encontre, aguarde uns minutos ou procure na caixa de spam.

Assim que tiver a nova senha, digite-a no sistema para prosseguir. Qualquer outra dúvida ou dificuldade para acessar a senha pode ser tratada diretamente com a Central de Atendimento por meio do número 0800 616161.

Obesidade infantil traz riscos para a saúde adulta

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No Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil, o Ministério da Saúde faz um alerta: crianças obesas têm chances de virar adultos também obesos. A consequência de obesidade na infância para a vida adulta é o aparecimento de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, que podem matar precocemente no período de grande produtividade na fase adulta.

Para discutir o crescimento da obesidade infantil no mundo, representantes de vários países se reuniram nesta segunda-feira (3/6) na Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em Brasília (DF). Ao participar do II Encontro Regional sobre ações de prevenção da obesidade infantil, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembrou que a transição alimentar que aconteceu nos anos 70 e 80 contribui para a má nutrição das crianças de hoje.

“Os alimentos deixaram de ser manipulados, deixaram de ser colhidos pelos pais, pelas famílias e passaram a ser alimentos processados e ultraprocessados. E nós não tivemos os filtros necessários, e agora estamos colhendo os resultados dessas mudanças tão súbitas dos nossos hábitos alimentares tradicionais”, disse o ministro.

Estudo recente aponta que crianças acima do peso possuem 75% mais chance de serem adolescentes obesos e adolescentes obesos têm 89% de chance de serem adultos obesos. Pesquisas do Ministério da Saúde indicam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas e 18,9% dos adultos estão acima do peso. Por isso, além de centrar ações nos primeiros dias de vida, como o incentivo ao aleitamento materno, o ministro destacou que as políticas de estímulo ao hábito saudável devem aliar ações de alimentação e atividade física.

“Quando a gente dialoga sobre obesidade infantil, a gente dialoga sobre dois pilares: um da alimentação e outro da atividade física. Por isso, temos que combater o tempo de tela das crianças que no mundo inteiro passaram a ficar mais reclusas, muito menos expostas aquelas atividades físicas da infância e da adolescência”, afirmou o ministro.

O ministro da Saúde também defendeu que o incentivo ao hábito saudável envolva outros setores. “Sabemos que é preciso envolver outros agentes, como a economia, a agricultura, a política de educação, a política de esportes. Há uma série de pontes que precisam ser construídas para que a gente possa gradativamente ir reposicionando não só o Brasil, mas o mundo, na adoção de hábitos de vidas saudáveis”, ressaltou Mandetta.

ESTUDO AJUDARÁ A IDENTIFICAR A OBESIDADE INFANTIL

O Ministério da Saúde começou a bater à porta de 15 mil domicílios brasileiros em 123 municípios que abrigam crianças menores de 5 anos. Esses lares foram selecionados para participarem do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI), que busca mapear a situação de saúde e nutrição de crianças em todo o país, com informações detalhadas sobre hábitos alimentares, crescimento e desenvolvimento. Essas informações ajudarão na construção de políticas públicas e estratégicas de promoção da saúde.

Os pesquisadores que estão indo aos lares brasileiros estão identificados com camisas e crachás com o nome e a fotografia, além do logotipo do Ministério da Saúde. Assim que chegar no local, o entrevistador explicará os procedimentos e entregará um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, com detalhes da pesquisa e orientações de como entrar em contato com a coordenação para tirar dúvidas, incluindo a opção gratuita de ligar para o telefone 0800 808 0990. A participação é voluntária e os dados são sigilosos.

Agronegócio de Rondônia em ilustração editorial com entrevista em microfone, lavouras, pecuária, colheita e gráficos de custos.

RuralCast: FAPERON alerta sobre crédito e custos no agro

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RuralCast debate crédito caro, custos, regularização e dados para o agronegócio de Rondônia.
Escavadeira sobre ponte de madeira em estrada rural, em imagem editorial sobre pontes rurais em Porto Velho.

Porto Velho programa recuperação de cinco pontes rurais

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Prefeitura confirma uma ponte recuperada e programa serviços em outras quatro estruturas rurais de Porto Velho.
Capa ilustrativa do RuralCast com pesquisador diante de lavoura, trator, globo ambiental, gráficos, produtos do campo e referências à sustentabilidade.

ESG no agronegócio: pesquisa da UNIR analisa empresas do G20

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No RuralCast, Lucas Bispo explica pesquisa ESG sobre empresas do G20 e desafios do agro em Rondônia.
Composição editorial ilustrativa de ambiente escolar para notícia sobre o Ensino Médio em Rondônia e diretrizes da Seduc.

Seduc disponibiliza diretrizes do Ensino Médio em Rondônia

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A Seduc disponibilizou diretrizes e matrizes do Ensino Médio em Rondônia para consulta no portal oficial do Governo do Estado.
Cacau de Rondônia: ilustração com pesquisadora, frutos abertos, amêndoas e lavoura cacaueira ao fundo.

Cacau de Rondônia: pesquisa mira rastreabilidade e novos mercados

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No RuralCast, mestranda da UNIR discute pesquisa, origem das amêndoas e novos mercados para o cacau.