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domingo, abril 26, 2026

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Médicos cobram abertura de Hospital de Campanha em RR

Cerca de 30 médicos de Roraima fizeram um protesto em frente ao Hospital de Campanha, em Boa Vista, para cobrar do governo do estado a abertura da unidade, na manhã desta segunda-feira (15).

No ato, o Sindicato dos médicos (Simed-RR) apresentou à Operação Acolhida, uma lista com mais de 120 médicos aptos a atuarem na Área de Proteção e Cuidados do Hospital.

A presidenta do Conselho Regional de Medicina (CRM), Rosa Leal, criticou o governo do estado pela falta de uma data para abertura. O hospital de campanha já teve a inauguração adiada cinco vezes por falta de médicos e equipamentos que deveriam ser fornecidos pelo governo.

“Viemos para frente deste Hospital para mostrarmos à população que não é a falta de profissionais que está impedindo este local de abrir. Há médicos. Não há necessidade do governador tentar esconder uma gestão incompetente, acusando o CRM de travar a abertura do Hospital porque isso não é verdade”, afirmou Leal.

O governo de Roraima não se manifestou sobre a situação até a publicação desta matéria.

A contratação direta de médicos, incluindo estrangeiros sem registro no CRM ou revalidação do diploma, estava prevista no acordo firmado entre o governo, a Defensoria Pública e o Ministério Público de Roraima.

No entanto, o Sindicato dos Médicos entrou com ação na Justiça afirmando que a população estaria em risco caso houvesse o emprego de profissionais sem os requisitos legais. O pedido foi acatado.

Em 10 de junho, a Justiça revogou a decisão que impedia contratação de médicos formados no exterior sem revalidação do diploma ou registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) para atuar no hospital de campanha durante a pandemia de coronavírus.

No entanto, as contratações devem ser excepcionais e só poderiam ocorrer caso o Sindicato dos Médicos de Roraima não apresentasse uma lista com 94 médicos habilitados para atuar na Área de Proteção e Cuidados no prazo até 11 de junho.

Carga horária

Em manifestação, médicos alegam não faltar profissionais para o hospital de campanha de RR

O presidente do Simed, Antônio Delmiro informou que há uma exigência, por parte do comandante do Hospital de Campanha, para que os médicos cumpram uma escala fixa de trabalho de 12h a 36h.

Delmiro explicou que esse tipo de escala militar não se aplica à medicina, já que os médicos que vão trabalhar no HC também trabalham em outras unidades de saúde do estado. Caso haja flexibilidade dessa escala, será fechado um regime de plantão para que o Hospital funcione tranquilamente.

Procurada pelo G1, a Operação Acolhida optou por não se manifestar.

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