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quinta-feira, maio 14, 2026

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Doria e Mandetta se unem em frente antibolsonarista em 2022

Em uma reação aos movimentos do presidente Jair Bolsonaro antecipando sua candidatura à reeleição em 2022, o governador João Doria (PSDB) se reuniu no mês de setembro, em um jantar na sua residência na capital, com o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, para discutir a formação de uma “frente ampla” contra o Palácio do Planalto na eleição presidencial. No encontro, que foi revelado pela Folha de S.Paulo e confirmado pelo Estadão, os dois concordaram com a tese de construir desde já um polo de centro para fazer frente ao “extremismo” de direita representado por Bolsonaro.

Potencial candidato do PSDB à Presidência da República, Doria adotou um tom mais moderado no discurso e agora prega o diálogo com a esquerda e a direita para isolar os extremos. Depois do encontro, Moro se reuniu em Curitiba com o apresentador Luciano Huck, que também se movimenta para disputar a Presidência da República.

João Doria e o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante coletiva do governo de São Paulo em março de 2020
João Doria e o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante coletiva do governo de São Paulo em março de 2020

Foto: Governo de São Paulo / Divulgação / Estadão Conteúdo

A reportagem apurou que Doria e Huck também têm mantido contato frequente pelo WhatsApp, e o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) também têm participado de conversas sobre 2022. O debate em torno do nome que encabeçaria a chapa de centro está sendo deixado para 2021. O objetivo nesse momento é sinalizar para o mundo político e para o mercado que o bolsonarismo caminha para o isolamento.

Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Maia e Huck almoçaram nesta segunda-feira e também trataram de 2022. O presidente da Câmara também tem defendido a tese de formar um bloco de centro nas eleições presidenciais. “A gente está conversando. Está todo mundo conversando, como o Lula e o Ciro. O País vive uma polarização, é normal que os que não estejam polarizado no lado A ou B converse”, disse Mandetta ao Estadão.

Ainda segundo o ex-ministro, os líderes precisam buscar uma convergência de ideias ante de nomes. “Não há uma candidatura natural”, afirmou.

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