A vacina contra covid no PNI passará a integrar o Programa Nacional de Imunizações, ampliando a incorporação do imunizante à rotina oficial de vacinação no país. A medida reforça a estratégia do Ministério da Saúde de manter a proteção contra formas graves da doença, especialmente entre crianças pequenas e públicos mais vulneráveis.
Pela orientação do governo federal, estados e municípios devem priorizar crianças de 6 meses a menores de 5 anos e grupos com maior risco de agravamento da covid-19, como idosos, imunocomprometidos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde e pessoas com comorbidades.

Mudança leva vacina ao calendário oficial
Segundo o Ministério da Saúde, a principal mudança é que a vacina deixa de funcionar em um modelo paralelo criado durante a pandemia e passa a ser incorporada ao calendário oficial do PNI. Para as crianças nessa faixa etária, a imunização entra como parte da rotina vacinal.
A estratégia também prevê dose anual para grupos prioritários, em linha com a recomendação mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS). A ideia é concentrar esforços na redução de gravidade, hospitalizações e óbitos.
Grupos prioritários seguem no foco da campanha
Além das crianças pequenas, o Ministério da Saúde recomenda prioridade para idosos, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, pessoas com deficiência permanente, pessoas privadas de liberdade, pessoas em situação de rua e outros públicos com maior exposição ou risco de evolução grave da doença.
A pasta também informou que, caso haja sobra de doses depois do atendimento aos públicos prioritários, a vacinação poderá ser ampliada para os demais grupos, como acontece em outras campanhas nacionais.
Ministério também acompanha covid longa
Outra frente anunciada foi a realização de um estudo nacional com cerca de 33 mil pessoas para mapear a covid longa e ajudar na formulação de políticas públicas. O levantamento foi citado como uma das preocupações do ministério para os próximos passos no enfrentamento da doença.
Ao mesmo tempo, o governo reconhece que o país continua registrando oscilações no número de casos, o que mantém a vacinação como uma das principais estratégias de proteção coletiva e individual.











