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quarta-feira, abril 22, 2026

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Preço dos ovos começa a cair e alivia o bolso do consumidor

O preço dos ovos começou a cair em abril depois de ter subido mais de 20% em março, em um movimento que já aparece em mercados de várias regiões do país e traz alívio para o orçamento das famílias. A mudança indica uma virada importante para um alimento básico, muito presente na rotina do consumidor brasileiro.

De acordo com o texto-base, a queda acontece principalmente por dois fatores: a redução da procura após a quaresma e o aumento da oferta nas prateleiras. Com menos pressão do consumo e maior disponibilidade do produto, o preço dos ovos entrou em trajetória de recuo, sobretudo nos principais polos produtores.

Painel de cenário
Mercado começa a devolver parte da alta de março
A combinação entre maior oferta e procura mais fraca abriu espaço para a queda dos valores. O movimento já aparece em centros produtores e tende a impactar a compra da semana.
Alta anterior
+20%
Foi a elevação observada em março antes do recuo registrado em abril.
Oferta
Mais produto
Granjas mantiveram produção elevada, ampliando a disponibilidade nas prateleiras.
Demanda
Menos pressão
Após a quaresma, o ritmo de compra perdeu força e ajudou a derrubar os preços.
Reflexo
Mais alívio
O recuo beneficia o orçamento de quem depende de proteínas de menor custo.
Tendência
Queda gradual
Se a oferta continuar acima da procura, os valores podem seguir mais baixos.

Por que o preço dos ovos começou a cair

A principal explicação para o recuo é o fim da quaresma, período em que muita gente substitui outras carnes por ovos, elevando a demanda. Quando essa fase termina, o consumo volta ao padrão mais normal. Neste ano, segundo o conteúdo do artigo-base, essa desaceleração foi até mais forte do que o esperado, deixando o mercado com menor capacidade de absorver a produção.

O outro fator decisivo está na oferta. Em 2025, o Brasil produziu 4,95 bilhões de dúzias, volume 5,7% maior do que o registrado no ano anterior. Com mais produto disponível e menos correria do consumidor, o preço dos ovos passou a recuar de forma mais perceptível.

Dinâmica da queda
1. Procura perde força
Com o fim da quaresma, caiu a pressão de compra que antes sustentava valores mais altos nos supermercados.
2. Produção segue elevada
A cadeia produtiva entregou mais ovos ao mercado, aumentando a oferta justamente no momento de menor demanda.
3. Ajuste de preços
Com mais oferta do que a demanda consegue absorver, o preço dos ovos entra em fase de acomodação.

Onde o recuo já apareceu com mais força

As baixas mais claras surgem justamente nas regiões que concentram a produção. Em São Paulo, a caixa com 30 ovos brancos ficou até 8,8% mais barata, enquanto os ovos vermelhos caíram 7,5%. Em Bastos, município reconhecido pela força do setor, a queda chegou perto de 10%.

Minas Gerais também segue a mesma tendência. Os ovos brancos registraram queda de 7%, enquanto os vermelhos passaram de 8%. Em outras regiões, o recuo ainda aparece de forma mais leve, muitas vezes abaixo de 1%, mas o movimento confirma que o preço dos ovos já começou a ceder no país.

Retrato regional
Os maiores polos puxam a tendência de queda
São Paulo
-8,8%
Queda nos ovos brancos. Os vermelhos recuaram 7,5% e Bastos se aproximou de 10%.
Minas Gerais
-7% a -8%
Ovos brancos e vermelhos seguiram o mesmo movimento de alívio observado em São Paulo.
Outras regiões
Abaixo de 1%
Recuo ainda discreto, mas suficiente para mostrar um ajuste mais amplo no mercado.

O que pode acontecer com o preço dos ovos

A tendência, segundo a avaliação citada no texto-base, é de continuidade da queda enquanto a oferta seguir acima da demanda. O Brasil registra consumo médio de 288 ovos por pessoa ao ano, um patamar elevado, mas que pode não acompanhar o ritmo da produção atual. Nesse cenário, o preço dos ovos tende a permanecer em nível mais confortável para o consumidor.

Na prática, isso ajuda a manter o ovo como uma das proteínas mais acessíveis do mercado. A diferença já aparece na hora de montar a compra semanal, principalmente onde o recuo foi mais forte. Ainda assim, o cenário pode mudar se a procura voltar a subir ou se a produção perder ritmo. Por ora, o sinal mais claro é de que o preço dos ovos entrou em fase mais favorável para o bolso.

Sinal para o consumidor
Proteína básica tende a seguir mais acessível
Com valores mais baixos, o produto ganha força na economia doméstica e ajuda no planejamento alimentar das famílias.
Se a oferta continuar alta
O recuo pode avançar nos próximos meses e consolidar um período mais estável.
Se a demanda voltar a crescer
O movimento de queda pode perder força e até interromper a trajetória mais favorável.

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

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