Rio Madeira passa dos 15 metros e levou a Prefeitura de Porto Velho a decretar Situação de Emergência nas comunidades atingidas pela cheia nesta segunda-feira, 27 de abril. Segundo a administração municipal, o nível chegou a 15,10 metros, acima da calha de referência de 15 metros monitorada pela Defesa Civil.
A medida foi publicada no Diário Oficial após análise técnica da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil. O decreto autoriza a mobilização dos órgãos municipais para ações de resposta ao desastre, com foco nas famílias ribeirinhas afetadas pelo avanço das águas.
Rio Madeira passa dos 15 metros e atinge comunidades
Com a cheia, comunidades do Baixo, Médio e Alto Madeira já enfrentam problemas provocados pelo avanço do rio. A lista incluída no decreto reúne localidades como Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco, Bom Jardim, Mutuns, Maravilha I, Maravilha II, Terra Firme, Ilha Nova, Ressaca, Lago do Cuniã e Fortaleza do Abunã.

Segundo a Prefeitura, Rio Madeira passa dos 15 metros em um cenário que exige atenção não apenas ao nível da água, mas também ao número de pessoas atingidas. A análise técnica considera prejuízos em plantações, vulnerabilidade social, escassez de água potável, falta de medicamentos e outros impactos diretos nas comunidades.
Comunidades citadas no decreto
A emergência alcança áreas ribeirinhas distribuídas ao longo do Madeira, com presença de famílias que dependem do rio, da produção local e do acesso por rotas vulneráveis.
Entre as localidades: Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco, Bom Jardim, Ramal da Alegria, Mutuns, Ramal São Miguel, Niterói, Maravilha I e II, Terra Firme, Ilha Nova, Ressaca, Conceição da Galera, Bom Fim, Santa Catarina, Pombal, Firmeza, Papagaios, Ilha de Assunção, Tira Fogo, São José da Praia, Boa Vitória, Lago do Cuniã e Fortaleza do Abunã.
O decreto permite que a Prefeitura acione equipes e estruturas municipais sob coordenação da SMPDC. Na prática, isso facilita a organização de ações emergenciais, levantamento de danos, apoio às famílias e resposta mais rápida nas áreas onde a cheia já compromete a rotina dos moradores.
O prefeito Léo Moraes afirmou que a medida busca assegurar assistência às comunidades afetadas. Segundo ele, o decreto ampara as equipes municipais para cuidar melhor das pessoas que precisam da presença do poder público durante o período de cheia.
Defesa Civil acompanha evolução da cheia
A Prefeitura informou que outras áreas poderão ser incluídas na Situação de Emergência conforme novos levantamentos da Defesa Civil Municipal. Esse acompanhamento é essencial porque o comportamento do rio pode alterar rapidamente o nível de risco nas comunidades ribeirinhas.
O alerta ocorre em um período de maior atenção para famílias que vivem próximas ao Madeira. Quando o Rio Madeira passa dos 15 metros, os efeitos costumam atingir não apenas moradias, mas também deslocamento, abastecimento, produção agrícola e acesso a serviços básicos.
O que fica em observação agora
Nível do rio: novas medições podem ampliar o alcance da emergência.
Famílias atingidas: levantamentos definem prioridades de atendimento.
Serviços essenciais: água, medicamentos e acesso às áreas seguem no radar.
Com a publicação do decreto, a gestão municipal reforça que a prioridade é garantir presença institucional nas áreas afetadas. Como o Rio Madeira passa dos 15 metros, a orientação é manter o monitoramento permanente e ampliar a resposta conforme a necessidade de cada comunidade.
Fonte da notícia: Prefeitura de Porto Velho

