Surto de hantavírus em cruzeiro levou o navio de expedição MV Hondius a atracar em Roterdã, na Holanda, nesta segunda-feira, 18 de maio de 2026, após uma viagem iniciada na Argentina terminar marcada por mortes, infecções confirmadas e quarentena.
A embarcação chegou ao maior porto da Europa com apenas 27 pessoas a bordo, entre tripulantes e profissionais de saúde. Segundo a publicação original, o episódio deixou 3 mortos e infectou ao menos 10 pessoas.
Os dados centrais do episódio
O caso reúne mortes, infecções, quarentena, retirada de passageiros e mudança de rota durante uma viagem internacional.
mortes
Óbitos registrados durante o episódio.
infectados
Pessoas atingidas pelo surto informado.
a bordo
Ocupantes que chegaram a Roterdã.
retirados
Passageiros e tripulantes já haviam deixado o navio.
Surto de hantavírus em cruzeiro levou à quarentena
Após a chegada à Holanda, o navio iniciou um processo de desinfecção completa. Parte dos ocupantes desembarcou usando equipamentos de proteção individual, enquanto os demais continuam sob monitoramento médico.

De acordo com a Oceanwide Expeditions, empresa responsável pela embarcação, todos os que permanecem no navio estão sem sintomas. As pessoas que seguirão em isolamento ficarão hospedadas em unidades temporárias próximas ao porto e passarão por novos exames.
Como ficou a operação em Roterdã
A resposta foi organizada em etapas para reduzir riscos e acompanhar os ocupantes.
Rota foi alterada antes da chegada à Holanda
O cruzeiro havia partido de Ushuaia, no sul da Argentina, em direção a Cabo Verde, após passar por ilhas remotas do Atlântico Sul. Com o avanço do surto, o navio mudou a rota para Tenerife, nas Ilhas Canárias.

Foi nas Canárias que autoridades organizaram a retirada de passageiros e a repatriação de viajantes. Dois pacientes, um britânico e um holandês, foram hospitalizados em território holandês e permanecem estáveis.
O caminho do MV Hondius
A viagem passou por diferentes pontos até o desfecho sanitário em Roterdã.
Cepa Andes elevou a atenção sobre o caso
O hantavírus costuma ser transmitido pelo contato com secreções de roedores infectados. No MV Hondius, as infecções envolvem a cepa Andes, descrita na fonte como a única forma conhecida do vírus capaz de transmissão entre humanos.
A Organização Mundial da Saúde afirmou que o risco internacional relacionado ao caso permanece baixo e destacou que a situação não se compara à pandemia de covid-19.
Além da questão sanitária, houve impasse diplomático. Cabo Verde não autorizou a atracação do navio, e autoridades espanholas negociaram a entrada da embarcação nas Canárias.
O que o caso concentra
O surto de hantavírus em cruzeiro reuniu risco sanitário, quarentena, mudança de rota e resposta internacional.
Isolamento, exames e limpeza completa do navio.
Argentina, Atlântico Sul, Canárias e Holanda.
A OMS afastou comparação com a covid-19.
Com a chegada a Roterdã, o foco passa a ser o acompanhamento das pessoas em isolamento, a conclusão da desinfecção e a continuidade dos exames. Dentro dos dados divulgados, o surto de hantavírus em cruzeiro ficou concentrado no contexto do MV Hondius, mas exigiu uma operação coordenada até o desembarque final.
Fonte da notícia: Poder360





