Terapias integrativas são o tema deste episódio do Vida Plena, que apresenta as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, conhecidas como PICS, e mostra como elas podem contribuir para um cuidado mais amplo com corpo, mente e emoções.
Participam do programa Dra. Margareth Kath Lucca, médica anestesiologista e especialista em medicina chinesa do Hospital de Amor; Débora Pagnano Garcia, fisioterapeuta e especialista em acupuntura; e Roberto Gonçalves, especialista em acupuntura. A conversa reúne orientações sobre prevenção, dor crônica, ansiedade, estresse, bem-estar e uso dessas práticas como apoio aos tratamentos convencionais.
Entenda o que são as terapias integrativas e por que o cuidado integral tem ganhado espaço na saúde.
Terapias integrativas fazem parte do cuidado pelo SUS
O primeiro bloco explica que as terapias integrativas fazem parte de uma política pública voltada ao cuidado ampliado. Segundo a apresentação do programa, mais de 9 milhões de pessoas já utilizam as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde de forma gratuita pelo SUS.
A conversa também destaca que o sistema público oferece 29 modalidades para a população. A proposta é olhar o paciente de forma global, considerando sintomas, rotina, emoções, qualidade do sono, estresse, dor, hábitos de vida e prevenção.
Cuidado integral não substitui tratamento convencional
Os especialistas reforçam que as PICS não devem ser vistas como substituição ao tratamento médico tradicional. Elas podem atuar como complemento, dentro de um plano orientado por profissionais capacitados e integrado ao acompanhamento de saúde.
No episódio, práticas como medicina chinesa e acupuntura aparecem como exemplos de abordagens que valorizam escuta, vínculo e avaliação individual. O objetivo é entender a pessoa além da doença, respeitando limites, histórico, sintomas e necessidades reais.
Veja como acupuntura, meditação e outras práticas entram no cuidado com dor, ansiedade e estresse.
Acupuntura é explicada pela tradição e pela ciência
No segundo bloco, os convidados explicam que a acupuntura tem origem milenar, mas também é estudada a partir de respostas fisiológicas observadas pela medicina ocidental. A conversa aborda pontos de acupuntura, estímulos no corpo, sistema nervoso e possíveis efeitos no controle de sintomas.
As terapias integrativas são apresentadas como ferramentas de apoio em casos como dores persistentes, tensão, ansiedade e estresse. O programa evita promessas milagrosas e reforça a importância de avaliação profissional antes de iniciar qualquer prática.
Ansiedade, estresse e rotina também entram na conversa
O episódio mostra que o cuidado integral pode ajudar o paciente a perceber melhor a própria rotina. Técnicas como meditação e mindfulness são citadas como recursos que podem favorecer atenção, respiração, presença e manejo emocional.
Os especialistas lembram que cada pessoa responde de um jeito. Por isso, o melhor caminho depende da condição física, do histórico de saúde, das expectativas e da integração com outros cuidados já indicados por profissionais.
Acompanhe os benefícios relatados pelos especialistas e a importância da continuidade no cuidado.
Benefícios podem aparecer no sono, na dor e no bem-estar
No terceiro bloco, os especialistas comentam benefícios observados em pacientes que recebem acompanhamento com essas práticas. Entre os pontos citados estão melhora da qualidade do sono, redução de estresse emocional, alívio da dor e mais equilíbrio na rotina.
A conversa reforça que as terapias integrativas tendem a funcionar melhor quando fazem parte de um plano contínuo. Em muitos casos, a resposta não depende apenas de uma sessão, mas de adesão, regularidade, orientação profissional e avaliação conforme a evolução de cada pessoa.
Práticas integrativas exigem orientação qualificada
O programa alerta que cuidado integral não significa improviso. As práticas devem ser realizadas por profissionais preparados, com atenção à segurança, às condições de saúde do paciente e aos tratamentos já em andamento.
A mensagem central é que saúde também envolve prevenção, bem-estar, escuta e mudança de hábitos. Ao integrar corpo, mente e emoções, as PICS podem ampliar a participação do paciente no próprio cuidado e fortalecer a qualidade de vida.
Acesso gratuito amplia o alcance do cuidado integral
O episódio destaca que o acesso gratuito pelo SUS ajuda a levar essas práticas a mais pessoas. Quando bem indicadas, elas podem apoiar pacientes que convivem com dor, ansiedade, estresse, alterações do sono e outras condições que afetam o dia a dia.
As terapias integrativas aparecem, portanto, como uma forma de complementar o cuidado tradicional e estimular uma visão mais ampla da saúde. A orientação é procurar serviços de saúde, tirar dúvidas com profissionais capacitados e nunca interromper tratamentos prescritos sem avaliação médica.
Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.


