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segunda-feira, abril 20, 2026

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Transplante de membrana no SUS avança no tratamento de feridas

Transplante de membrana no SUS passa a integrar o atendimento público para casos de diabetes e alterações oculares, ampliando o uso de uma tecnologia regenerativa já aplicada em outras situações clínicas. A confirmação foi divulgada em material que aponta a incorporação da membrana amniótica para o tratamento de feridas crônicas, pé diabético e lesões em estruturas dos olhos.

A expectativa informada é de beneficiar mais de 860 mil pacientes por ano. O tecido, coletado durante o parto e usado na medicina regenerativa, tem ação anti-inflamatória e cicatrizante. Com isso, a medida amplia o alcance terapêutico do SUS em quadros que exigem recuperação delicada, acompanhamento prolongado e menor risco de complicações.

Resumo rápido

O que muda

Nova tecnologia no SUS

A rede pública amplia o uso da membrana amniótica em tratamentos regenerativos.

Público estimado

860 mil pacientes por ano

Número citado no material para pessoas com feridas crônicas e alterações oculares.

Principais usos

Pé diabético e olhos

A aplicação envolve cicatrização em feridas persistentes e danos oculares complexos.

Potencial clínico

Recuperação acelerada

No pé diabético, o material aponta cicatrização até duas vezes mais rápida.

Como funciona o transplante de membrana no SUS

O transplante de membrana no SUS amplia a oferta de um recurso já conhecido na medicina regenerativa. A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e aproveitado em procedimentos médicos por suas propriedades cicatrizantes e anti-inflamatórias. Na prática, isso permite que a rede pública utilize um material biológico com potencial de reduzir complicações em feridas difíceis de fechar.

Tratamento de ferida em braço
Profissional de saúde faz curativo em ferida na mão de paciente, em imagem que representa avanço no tratamento regenerativo oferecido pelo SUS.

No caso do pé diabético, o avanço é especialmente relevante. Esse tipo de lesão costuma exigir cuidados contínuos, pode piorar com rapidez e representa um dos grandes desafios no acompanhamento de pessoas com diabetes. Segundo o material-base, o uso da membrana possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida do que a observada com curativos já existentes no mercado.

Impacto direto

Feridas crônicas: a tecnologia reforça a resposta do SUS em quadros persistentes, que exigem tratamento prolongado.

Pé diabético: o foco está em acelerar a cicatrização e reduzir o risco de agravamento clínico.

Olhos: o uso inclui queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea.

Rede pública: a medida amplia o acesso a tratamento regenerativo sem depender apenas da rede privada.

Aplicação também alcança alterações oculares

O transplante de membrana no SUS não se limita ao tratamento relacionado ao diabetes. O material informa que a tecnologia também será indicada em alterações oculares que envolvem pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, além de casos mais graves que afetam diretamente a córnea. Nesses quadros, a membrana ajuda na cicatrização e pode ainda contribuir para a redução da dor.

Modelo anatômico sendo explicado a paciente.
Profissional de saúde explica estrutura do olho durante consulta, em imagem que representa o uso terapêutico da membrana amniótica em casos oculares no SUS.

Entre as situações citadas estão glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea. O texto-base destaca que o curativo biológico também ajuda a reduzir o risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sobretudo quando os tratamentos convencionais não apresentam boa resposta. Esse ponto reforça o peso da medida no atendimento especializado.

Uso regenerativo já presente no SUS desde 2025 em queimaduras extensas

O que a incorporação sinaliza

Ao ampliar o transplante de membrana no SUS, o sistema público passa a oferecer uma resposta mais robusta para pacientes com lesões de difícil recuperação.

Além disso, a medida fortalece o atendimento em duas frentes sensíveis: o cuidado com complicações do diabetes e o tratamento de danos oculares que exigem intervenção especializada.

Outro dado importante é que a membrana amniótica já vinha sendo utilizada pelo SUS no tratamento de queimaduras extensas desde 2025. Agora, com a ampliação das indicações, a expectativa é consolidar esse recurso em novas linhas de cuidado. Isso dá ao sistema público uma ferramenta adicional para enfrentar casos complexos com maior possibilidade de recuperação funcional.

Com isso, o transplante de membrana no SUS se firma como uma novidade de forte impacto assistencial. A medida amplia o acesso da população a uma tecnologia regenerativa já reconhecida na prática clínica e reforça a capacidade do sistema público de atender pacientes com lesões crônicas, dor persistente e alto risco de agravamento.

Onde a tecnologia pode fazer diferença

Diabetes

Feridas persistentes

O uso da membrana reforça o cuidado com lesões que demoram a fechar e exigem acompanhamento contínuo.

Oftalmologia

Lesões complexas

A indicação inclui queimaduras, inflamações, perfurações e úlceras da córnea em casos delicados.

Recuperação

Menos complicações

O material destaca potencial de cicatrização acelerada e apoio na redução do risco de novas lesões. 

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

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