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segunda-feira, abril 27, 2026

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Nível do Madeira ultrapassa 15 metros e acende alerta

Rio Madeira passa dos 15 metros e levou a Prefeitura de Porto Velho a decretar Situação de Emergência nas comunidades atingidas pela cheia nesta segunda-feira, 27 de abril. Segundo a administração municipal, o nível chegou a 15,10 metros, acima da calha de referência de 15 metros monitorada pela Defesa Civil.

A medida foi publicada no Diário Oficial após análise técnica da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil. O decreto autoriza a mobilização dos órgãos municipais para ações de resposta ao desastre, com foco nas famílias ribeirinhas afetadas pelo avanço das águas.

Painel da cheia

Nível do Madeira entrou em faixa crítica

Marca registrada

15,10 m

Nível informado pela Defesa Civil Municipal.

Referência técnica

15 m

Calha usada como parâmetro para alerta.

Resposta pública

Emergência

Órgãos municipais podem atuar de forma integrada.

Rio Madeira passa dos 15 metros e atinge comunidades

Com a cheia, comunidades do Baixo, Médio e Alto Madeira já enfrentam problemas provocados pelo avanço do rio. A lista incluída no decreto reúne localidades como Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco, Bom Jardim, Mutuns, Maravilha I, Maravilha II, Terra Firme, Ilha Nova, Ressaca, Lago do Cuniã e Fortaleza do Abunã.

Comunidade ribeirinha em Porto Velho afetada pela cheia do Rio Madeira, com barco próximo às casas
Cheia do Rio Madeira avança sobre área ribeirinha em Porto Velho e afeta moradores das comunidades atingidas

Segundo a Prefeitura, Rio Madeira passa dos 15 metros em um cenário que exige atenção não apenas ao nível da água, mas também ao número de pessoas atingidas. A análise técnica considera prejuízos em plantações, vulnerabilidade social, escassez de água potável, falta de medicamentos e outros impactos diretos nas comunidades.

Comunidades citadas no decreto

A emergência alcança áreas ribeirinhas distribuídas ao longo do Madeira, com presença de famílias que dependem do rio, da produção local e do acesso por rotas vulneráveis.

Entre as localidades: Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco, Bom Jardim, Ramal da Alegria, Mutuns, Ramal São Miguel, Niterói, Maravilha I e II, Terra Firme, Ilha Nova, Ressaca, Conceição da Galera, Bom Fim, Santa Catarina, Pombal, Firmeza, Papagaios, Ilha de Assunção, Tira Fogo, São José da Praia, Boa Vitória, Lago do Cuniã e Fortaleza do Abunã.

O decreto permite que a Prefeitura acione equipes e estruturas municipais sob coordenação da SMPDC. Na prática, isso facilita a organização de ações emergenciais, levantamento de danos, apoio às famílias e resposta mais rápida nas áreas onde a cheia já compromete a rotina dos moradores.

O prefeito Léo Moraes afirmou que a medida busca assegurar assistência às comunidades afetadas. Segundo ele, o decreto ampara as equipes municipais para cuidar melhor das pessoas que precisam da presença do poder público durante o período de cheia.

Efeito do decreto

Mobilização municipal ganha base legal

Rio Madeira passa dos 15 metros e a resposta deixa de ser apenas preventiva. Com a emergência, os órgãos municipais ficam autorizados a atuar de forma coordenada nas ações de resposta ao desastre.

A prioridade é reduzir riscos, organizar atendimento e acompanhar novas comunidades que possam ser incluídas conforme a evolução da cheia.

Defesa Civil acompanha evolução da cheia

A Prefeitura informou que outras áreas poderão ser incluídas na Situação de Emergência conforme novos levantamentos da Defesa Civil Municipal. Esse acompanhamento é essencial porque o comportamento do rio pode alterar rapidamente o nível de risco nas comunidades ribeirinhas.

O alerta ocorre em um período de maior atenção para famílias que vivem próximas ao Madeira. Quando o Rio Madeira passa dos 15 metros, os efeitos costumam atingir não apenas moradias, mas também deslocamento, abastecimento, produção agrícola e acesso a serviços básicos.

O que fica em observação agora

Nível do rio: novas medições podem ampliar o alcance da emergência.

Famílias atingidas: levantamentos definem prioridades de atendimento.

Serviços essenciais: água, medicamentos e acesso às áreas seguem no radar.

Com a publicação do decreto, a gestão municipal reforça que a prioridade é garantir presença institucional nas áreas afetadas. Como o Rio Madeira passa dos 15 metros, a orientação é manter o monitoramento permanente e ampliar a resposta conforme a necessidade de cada comunidade.

Fonte da notícia: Prefeitura de Porto Velho

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