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quarta-feira, maio 6, 2026

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Passageiros de navio com hantavírus estão sem sintomas, diz Espanha

Navio com hantavírus terá passageiros repatriados após o governo da Espanha anunciar que todos os ocupantes restantes do cruzeiro estão assintomáticos. A operação envolve avaliação médica, quarentena para cidadãos espanhóis e envio dos demais passageiros aos seus países de origem.

A medida, porém, ocorre em meio a um impasse nas Ilhas Canárias. O governo espanhol autorizou a chegada da embarcação a Tenerife, mas o governo local afirmou que se opõe à atracação, alegando falta de critérios técnicos suficientes para tranquilizar a população e garantir segurança.

Painel do caso

O que já foi informado pela Espanha

Os dados divulgados concentram a operação em três pontos: passageiros sem sintomas, quarentena para espanhóis e repatriação dos demais ocupantes.

14
passageiros espanhóis
Serão transferidos a um hospital em Madri para quarentena.
0
sintomas relatados
O governo espanhol afirmou que os passageiros restantes estão assintomáticos.
1
ponto de impasse
Tenerife virou centro da disputa sobre a atracação do cruzeiro.

Navio com hantavírus deve passar por avaliação antes da repatriação

Segundo a ministra espanhola da Saúde, Mónica García, os passageiros que não são espanhóis serão repatriados. Já os 14 cidadãos espanhóis devem ser levados a um hospital em Madri, onde permanecerão em quarentena após a chegada do navio.

Equipe de saúde transfere passageiro em maca durante operação médica ligada a cruzeiro com hantavírus
Equipe de saúde realiza transferência médica de passageiro durante operação relacionada a cruzeiro com suspeita de hantavírus.

O plano informado pelo governo da Espanha prevê que, ao chegar às Ilhas Canárias, passageiros e tripulantes sejam examinados e tratados por equipes médicas. Depois dessa etapa, a transferência aos países de origem deve ser organizada conforme a nacionalidade de cada pessoa.

Como funciona a operação

Da chegada ao destino final dos passageiros

1. Atracação prevista

O MV Hondius tinha previsão de seguir para Tenerife, nas Ilhas Canárias, ponto indicado pelo Ministério da Saúde da Espanha.

2. Exames e atendimento

Passageiros e tripulantes devem ser avaliados por equipes médicas antes da transferência.

3. Quarentena e repatriação

Espanhóis seguem para Madri em quarentena; os demais passageiros serão enviados aos seus países.

O navio com hantavírus se tornou alvo de atenção internacional depois de registros ligados ao surto a bordo. Na matéria original, a informação central do governo espanhol é que os passageiros restantes não apresentam sintomas no momento do anúncio.

Apesar disso, a operação não depende apenas da decisão do governo central. O governo regional de Tenerife afirmou que vai impedir a atracação. O líder do governo canário, Fernando Clavijo, declarou à rádio COPE que a decisão não estaria baseada em critérios técnicos suficientes e disse que pediu reunião urgente com o primeiro-ministro Pedro Sánchez.

Alcance da decisão

Quem está envolvido no impasse

Governo da Espanha

Autorizou a operação e informou que a Espanha tem obrigação moral e legal de ajudar os passageiros.

Governo das Canárias

Questiona a atracação em Tenerife e cobra informações técnicas para garantir segurança pública.

Passageiros e tripulação

Devem passar por exames e encaminhamento antes da quarentena ou repatriação.

Impasse em Tenerife envolve o navio com hantavírus

A embarcação, identificada como MV Hondius, deveria atracar em Tenerife, no arquipélago das Ilhas Canárias, segundo informação atribuída ao Ministério da Saúde da Espanha. A emissora estatal espanhola TVE também noticiou a previsão de chegada do cruzeiro à ilha.

Navio Hondius em águas calmas durante operação relacionada a cruzeiro com hantavírus
Navio Hondius aparece em alto-mar durante acompanhamento de operação sanitária relacionada a possível surto de hantavírus.

O governo espanhol afirmou que Cabo Verde não teria capacidade para realizar a operação necessária. Por isso, as Ilhas Canárias foram indicadas como o local mais próximo com estrutura para receber os passageiros, examiná-los e organizar os próximos deslocamentos.

O caso do navio com hantavírus também chama atenção porque envolve uma doença associada principalmente a roedores infectados. Conforme explicado na matéria original, os hantavírus podem causar problemas respiratórios e cardíacos, além de febres hemorrágicas. O texto, porém, não informa novos casos sintomáticos entre os passageiros restantes no momento do anúncio espanhol.

Leitura fiel da fonte

O ponto central da notícia

Sem sintomas no anúncio

A informação principal é que os passageiros restantes estavam assintomáticos, segundo o governo espanhol.

Operação ainda depende de desembarque

A quarentena, os exames e a repatriação dependem da atracação e da organização das autoridades.

Disputa institucional

O governo regional de Tenerife discorda da chegada do cruzeiro e cobra mais garantias técnicas.

Assim, o navio com hantavírus permanece no centro de uma operação delicada, que combina atendimento de saúde, logística internacional e decisão política. A Espanha sustenta que há obrigação de prestar assistência aos passageiros, enquanto Tenerife afirma que a atracação precisa ser tratada com mais segurança e informação.

Até a atualização da notícia original, o encaminhamento previsto era receber a embarcação, avaliar passageiros e tripulantes, transferir os espanhóis a Madri e repatriar os demais. O desfecho imediato, no entanto, dependia da superação do impasse entre o governo central espanhol e as autoridades locais das Ilhas Canárias.

Com isso, o navio com hantavírus segue como um caso de acompanhamento internacional, não apenas pelo aspecto sanitário, mas também pela disputa sobre onde e como deve ocorrer o desembarque seguro.

Fonte da notícia: G1

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