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Greve da educação é aprovada para dia 12 em Porto Velho

Profissionais da rede municipal de Porto Velho aprovaram a greve da educação, com início previsto para quarta-feira, 12 de agosto de 2026. A decisão foi tomada em assembleia realizada no dia 6.

A aprovação da greve da educação não significa que as escolas já estejam paralisadas. Até o momento considerado nesta matéria, não havia relação geral de unidades sem aula nem percentual confirmado de adesão dos profissionais em cada escola.

Entenda a decisão
Neste artigo, você vai ver
Quando a paralisação está prevista para começar.
Quais reivindicações foram apresentadas pelas entidades.
O que a administração municipal informou sobre o movimento.
O que famílias devem conferir antes de mandar os estudantes para a escola no dia 12.

Greve da educação ainda não começou

A assembleia estabeleceu 12 de agosto como data prevista para o início da greve da educação. Segundo o Sintero, o intervalo anterior à paralisação será utilizado para cumprir os procedimentos de comunicação e notificação previstos pelo movimento.

Isso significa que as atividades escolares não devem ser consideradas automaticamente suspensas antes da data. Mesmo no dia 12, o funcionamento poderá variar conforme a adesão de cada unidade e eventuais orientações posteriores.

O que já está definido
Assembleia: realizada em 6 de agosto.
Entidades: Sintero, Sinprof e Sindeprof participaram da mobilização.
Data prevista: 12 de agosto de 2026.
Situação: a paralisação ainda não havia começado no fechamento desta matéria.

Impacto nas escolas depende da adesão

Para pais, responsáveis e estudantes, o principal ponto de atenção é que a aprovação da greve da educação não permite concluir que todas as unidades municipais ficarão sem aula.

Ainda será necessário acompanhar o nível de adesão, os comunicados das escolas e as orientações da Secretaria Municipal de Educação. Uma mesma mobilização pode produzir efeitos diferentes entre unidades da rede.

Profissionais da educação municipal conversam em escola de Porto Velho antes da paralisação prevista.
Funcionamento das escolas e adesão dos profissionais ainda dependem de definições antes da data prevista.

Famílias não devem antecipar a ausência dos estudantes apenas com base na aprovação da paralisação. A confirmação mais segura deve vir da própria unidade de ensino ou dos canais oficiais da rede municipal.

O cenário também pode mudar antes do dia 12 em caso de negociação, nova deliberação das entidades, medida administrativa ou decisão judicial.

Serviço às famílias
O que conferir antes do dia 12
✓ Confira mensagens e avisos enviados pela escola.
✓ Acompanhe os canais oficiais da Semed e da Prefeitura.
✓ Verifique se houve acordo, decisão judicial ou mudança na mobilização.
✓ Não presuma suspensão geral das aulas sem confirmação específica.

Greve da educação reúne reivindicações salariais

Segundo as entidades, a pauta da greve da educação inclui o pagamento do piso dentro da carreira do magistério e a definição de cronograma relacionado a valores retroativos.

Também aparecem entre as reivindicações reajuste para técnicos administrativos no mesmo percentual aplicado ao piso, aumento da gratificação de docência de 11% para 20%, revisão do auxílio-alimentação e pagamento de resíduos de horas extras.

Principais pontos apresentados pelas entidades

Piso do magistério: aplicação dentro da carreira e discussão dos retroativos.

Técnicos: reajuste no mesmo percentual defendido para o piso.

Docência: reivindicação para elevar a gratificação de 11% para 20%.

Outros pontos: auxílio-alimentação e resíduos de horas extras.

Os valores e percentuais apresentados fazem parte da pauta sindical. Eles não devem ser interpretados como concessões já confirmadas ou pagamentos automaticamente reconhecidos pelo município.

No fim de julho, a legislação municipal já havia estabelecido nova tabela para professores e especialistas da Educação com efeitos previstos para outubro. A existência dessa atualização não encerra, por si só, os demais pontos apresentados pelas entidades.

Administração municipal informou que pretende recorrer à Justiça

Após a aprovação da greve da educação, a administração municipal declarou publicamente que pretende questionar o movimento na Justiça e defendeu a continuidade das aulas.

A declaração sobre eventual judicialização não deve ser confundida com uma decisão judicial já existente. Enquanto não houver determinação formal ou novo acordo, famílias e profissionais precisam acompanhar as atualizações dos canais envolvidos.

Cenário até o dia 12
O que ainda pode mudar
Negociação entre a administração municipal e as entidades.
Nova deliberação dos profissionais da educação.
Eventual medida ou decisão judicial relacionada ao movimento.
Orientações específicas da Semed sobre o funcionamento das unidades.

Famílias precisam acompanhar os próximos comunicados

A decisão tomada em assembleia abriu um calendário de mobilização, mas o efeito concreto da greve da educação sobre cada escola municipal ainda depende das próximas etapas.

Para estudantes e responsáveis, a recomendação prática é confirmar o funcionamento diretamente com a escola, especialmente na véspera e na manhã do dia previsto para o início da paralisação.

Também é importante diferenciar a aprovação da greve de uma paralisação já em andamento. Até que a data chegue, as unidades continuam sujeitas ao calendário e às orientações oficiais vigentes.

Qualquer negociação, decisão judicial ou mudança de orientação poderá alterar o cenário da greve da educação antes de 12 de agosto.

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