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segunda-feira, junho 22, 2026

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13 morrem afogados ao tentar escapar do calor extremo na França

A onda de calor na Europa provocou mortes na França e acendeu novos alertas de segurança em diferentes países. Segundo informações da Reuters publicadas pelo SBT News, 13 banhistas morreram afogados ao tentar escapar das altas temperaturas.

Além dos afogamentos, três idosos morreram em consequência de problemas de saúde causados pelo calor extremo na região de Bordeaux. A onda de calor na Europa também levou ao fechamento ou à alteração de horários em milhares de escolas francesas.

Alerta climático
França registra mortes em meio ao calor
13
banhistas morreram afogados
3
idosos morreram pelo calor
49
regiões em alerta vermelho

Onda de calor na Europa aumenta risco em rios e praias

Autoridades francesas reforçaram o pedido para que a população nade apenas em locais supervisionados. O alerta foi feito após os afogamentos registrados entre domingo e esta segunda-feira, período em que muitas pessoas buscaram água para aliviar o calor.

O Serviço de Segurança Civil da França informou que mortes desse tipo já haviam aumentado no ano passado, quando banhistas tentavam se refrescar durante períodos de temperatura elevada. A atual onda de calor na Europa amplia a preocupação com esse comportamento de risco.

Na França, o calor também afetou a rotina escolar. Milhares de unidades fecharam ou mudaram horários nesta segunda-feira, enquanto meteorologistas alertavam para temperaturas extremas nos próximos dias.

Como se proteger
Risco aumenta quando a busca por alívio é improvisada
Água: nadar apenas em locais supervisionados.
Calor: evitar exposição nos horários mais críticos.
Idosos: atenção maior a hidratação e sinais de mal-estar.

Europa enfrenta temperaturas acima da média histórica

A agência meteorológica Meteo France informou que 49 regiões administrativas estão sob alerta vermelho de calor. Já no Reino Unido, o Met Office previu que uma onda de quatro dias poderia levar as temperaturas acima de 39°C em alguns locais.

A onda de calor na Europa também atingiu Espanha e Itália. No norte espanhol, a agência Aemet emitiu alerta vermelho para o País Basco, com previsão de 40°C em San Sebastián, cidade normalmente mais fria.

Na Itália, alertas vermelhos foram emitidos para 12 cidades, incluindo Milão, Turim, Veneza, Bolonha, Florença e Roma. Em Milão, a Cruz Vermelha abriu centro de refrigeração para idosos e pessoas com problemas de saúde.

O que muda
Calor extremo altera serviços e rotina urbana
✓ Escolas
Unidades francesas fecharam ou alteraram horários.
✓ Energia
Redes podem ficar sobrecarregadas em cidades afetadas.
✓ Saúde
Idosos e pessoas vulneráveis exigem atenção especial.

Bloqueio Omega ajuda a explicar calor intenso

Especialistas associam a onda de calor na Europa a um padrão atmosférico conhecido como “bloqueio Omega”. Esse fenômeno prende uma massa de ar quente no meio, com ar mais frio nas laterais, o que dificulta a renovação do ar e reduz o alívio pelo vento.

Pesquisadores explicaram que o sistema está atraindo ar quente do Norte da África e do Saara. Como se move lentamente, a sensação de abafamento se mantém por vários dias, elevando riscos à saúde, ao transporte, à energia e à rotina urbana.

Um relatório da Organização Meteorológica Mundial apontou que a Europa está se aquecendo em ritmo mais de duas vezes superior à média global. Nesta segunda-feira, o Reuters Climate Monitor indicava o continente 4,1°C acima do padrão histórico de 1961 a 1990.

Atenção ao calor
Sinais de risco exigem resposta rápida
Tontura
Desidratação
Confusão mental
Cansaço extremo
Em dias de calor intenso, a busca por água deve priorizar locais seguros e supervisionados.

Os impactos também chegaram à fauna. Na Bélgica, um centro de reabilitação recebeu dezenas de aves afetadas por temperaturas muito altas em telhados, onde ninhos podem atingir marcas extremas durante períodos de calor prolongado.

Com a onda de calor na Europa, autoridades reforçam alertas para os próximos dias. O cenário combina risco de afogamentos, problemas de saúde, sobrecarga de serviços e necessidade de cuidados extras com pessoas vulneráveis.

Fonte da notícia:
Reuters Via: SBT News

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