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segunda-feira, junho 29, 2026
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Semusa inicia vacinação para gestantes contra bronquiolite em Porto Velho

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Gestante recebendo vacina contra VSR em unidade de saúde de Porto Velho
Semusa inicia vacinação de gestantes contra bronquiolite em todas as unidades de saúde de Porto Velho.

Vacinação começa com 800 doses distribuídas

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) iniciou, nesta segunda-feira (8), a aplicação da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal responsável pela bronquiolite em bebês. O município recebeu 800 doses para o começo da campanha. Assim, todas as unidades de saúde já estão abastecidas e preparadas para atender as gestantes.

Quem pode receber a vacina

A imunização está disponível para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. A orientação é de dose única por gestação, o que garante proteção imediata ao bebê após o nascimento. Além disso, o VSR permanece como uma das principais causas de internação infantil, especialmente nos primeiros meses de vida.

Autoridades reforçam importância da proteção

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, afirma que a estratégia amplia o cuidado com a primeira infância. Ele destaca que a vacina contra o VSR reduz casos graves e internações. Por isso, a participação das gestantes é fundamental para fortalecer a prevenção.

A coordenadora da Divisão de Imunização, Elizeth Gomes, explica que a proteção do bebê começa ainda na gestação. A transferência de anticorpos ocorre de forma natural e oferece segurança no período mais crítico. Dessa maneira, a vacina se torna um cuidado simples e essencial.

Como receber a imunização

A Semusa orienta que as gestantes procurem a unidade de saúde mais próxima. Para isso, é necessário apresentar documento com foto, cartão do SUS e cartão de pré-natal. O atendimento ocorre no horário regular das unidades.

Além disso, manter o calendário vacinal atualizado garante um início de vida mais seguro para os recém-nascidos e fortalece a proteção familiar.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Microplásticos podem desencadear Alzheimer e agravar lesões no cérebro, aponta estudo

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Microplásticos flutuando ao redor de um cérebro humano iluminado, representando riscos neurológicos.
Estudo internacional identifica como microplásticos podem atravessar barreiras e agravar doenças como Alzheimer e Parkinson.

A presença de microplásticos no organismo humano preocupa pesquisadores de vários países. Embora essas partículas sejam invisíveis a olho nu, elas se acumulam no ambiente e, além disso, entram no corpo por múltiplas rotas. Por causa disso, cientistas alertam para um risco crescente: os microplásticos podem atingir o cérebro e desencadear processos inflamatórios associados a Alzheimer e Parkinson, duas das doenças neurodegenerativas mais comuns da atualidade.

O estudo, publicado na revista Molecular and Cellular Biochemistry, reuniu especialistas da Universidade de Tecnologia de Sydney e da Universidade de Auburn. Segundo os autores, os microplásticos prejudicam neurônios por diversos caminhos e, consequentemente, agravam quadros já existentes. Além disso, os dados reforçam a urgência de compreender o impacto desse poluente em expansão global.

A quantidade ingerida impressiona

Os cientistas estimam que um adulto possa ingerir cerca de 250 gramas de microplásticos por ano. Esse volume chega ao organismo por meio de alimentos processados, frutos do mar, água engarrafada, sal, roupas sintéticas e poeira acumulada em ambientes internos. Além disso, estudos recentes mostram que muitas dessas partículas não são eliminadas com facilidade e, portanto, podem se alojar em tecidos profundos, incluindo o cérebro.

Como os microplásticos danificam o cérebro

A pesquisa identificou cinco vias principais de agressão. Dessa forma, os pesquisadores explicam como essas partículas interferem na saúde neural:

1. Ativação exagerada do sistema imune

Os microplásticos são identificados como corpos estranhos e, por isso, ativam células de defesa de forma contínua. Essa resposta prolongada provoca inflamação e destruição de tecidos cerebrais.

2. Estresse oxidativo intenso

As partículas aumentam a produção de moléculas tóxicas e enfraquecem os sistemas antioxidantes. Como resultado, ocorre um desgaste celular acelerado, o que favorece processos de degeneração neural.

3. Ruptura da barreira hematoencefálica

A barreira que protege o cérebro de agentes tóxicos perde eficiência. Consequentemente, substâncias nocivas conseguem atravessar regiões sensíveis do sistema nervoso.

4. Prejuízo às mitocôndrias

As mitocôndrias, responsáveis pela produção de energia celular, sofrem queda de desempenho. Com isso, os neurônios tornam-se menos eficientes e mais vulneráveis à morte celular.

5. Danos diretos aos neurônios

A combinação desses fatores provoca destruição progressiva de células nervosas, o que contribui para lesões que podem se intensificar com o tempo.

Relação com Alzheimer e Parkinson

Os pesquisadores descobriram que os microplásticos estimulam o acúmulo de proteínas associadas a doenças neurodegenerativas. Entre elas estão beta-amiloide, tau e α-sinucleína, compostos diretamente ligados ao avanço de Alzheimer e Parkinson. Embora ainda não exista prova conclusiva de que os microplásticos iniciem essas doenças, há evidências de que eles aceleram e intensificam quadros já instalados. Além disso, o estudo sugere que a exposição contínua agrava sintomas e dificulta a regeneração neural.

Pesquisas avançam sobre novas rotas de exposição

Enquanto uma parte da equipe estuda o efeito direto no cérebro, outros pesquisadores investigam a inalação de microplásticos. Essa rota preocupa porque fibras suspensas no ar podem ser respiradas diariamente. Além disso, depois de se alojarem nos pulmões, elas podem migrar para outras regiões do corpo, ampliando riscos à saúde.

Como reduzir a exposição no dia a dia

Os autores recomendam práticas simples que diminuem o contato com microplásticos. Assim, orientam:

  • evitar tábuas e recipientes de plástico

  • reduzir o consumo de alimentos processados

  • optar por roupas de fibras naturais

  • evitar o uso de secadora de roupas

  • escolher embalagens de vidro ou metal

Além disso, os pesquisadores ressaltam que a redução do plástico descartável precisa ser incorporada aos hábitos domésticos e às políticas ambientais.

Impacto em políticas públicas

As conclusões do estudo podem orientar novas ações governamentais. Além disso, pressionam a indústria a rever práticas de produção e descarte. Entre as medidas sugeridas estão:

  • redução da produção de plástico

  • gestão mais eficiente de resíduos

  • regulamentação de microplásticos em alimentos e embalagens

  • fortalecimento de estratégias de proteção à saúde pública

Para os autores, compreender o impacto dessas partículas é fundamental para proteger as futuras gerações e, ao mesmo tempo, desenvolver políticas ambientais mais rígidas.

Fonte: G1

Novas regras para tirar a CNH começam a valer nesta semana, diz ministro

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Arte de capa sobre as novas regras para tirar a CNH, com título em destaque e ilustração de smartphone exibindo etapas do processo digital.
Arte de capa destaca as mudanças no processo para tirar a CNH, incluindo curso teórico gratuito e novo aplicativo do governo.

O governo federal inicia nesta semana uma reformulação ampla no processo para obter a CNH. Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, as novas regras entram em vigor imediatamente após a publicação no Diário Oficial da União. Assim, candidatos e motoristas passam a seguir um modelo mais digital, flexível e acessível.

O lançamento do novo aplicativo CNH do Brasil, que atualiza a Carteira Digital de Trânsito, reúne todas as etapas da habilitação em um só ambiente. Dessa forma, o candidato acompanha cada fase pelo celular, acessa certificados e consulta informações oficiais. Além disso, a proposta moderniza o sistema e reduz burocracias.

Curso teórico gratuito, novas opções de aprendizagem e menos burocracia

O governo passa a oferecer o curso teórico gratuito, disponível diretamente no aplicativo. O conteúdo também permanece acessível presencialmente, embora não exija mais carga horária mínima. Por isso, o candidato consegue organizar o estudo conforme seu ritmo, sem depender de horários fixos.

Outra mudança estrutural encerra a obrigatoriedade de frequentar autoescolas. A partir de agora, o candidato escolhe entre aprender em uma autoescola tradicional, contratar um instrutor autônomo credenciado ou estudar em instituições autorizadas. Consequentemente, o processo se adapta a diferentes realidades de tempo e orçamento.

As aulas práticas obrigatórias também passam por alterações relevantes. O mínimo exigido cai de 20 para 2 horas, o que representa uma redução significativa. Além disso, o aluno pode utilizar o próprio veículo, desde que o automóvel esteja dentro das normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Como resultado, o processo se torna mais rápido, acessível e eficiente.

Redução de custos e mais tempo para concluir a CNH

O governo estima que o novo modelo reduza em até 80% o custo total da CNH, o que amplia o acesso à regularização para milhões de brasileiros. Além disso, essa economia deve beneficiar quem já dirige informalmente e não conseguia arcar com os valores cobrados anteriormente.

Outra mudança importante elimina o prazo de um ano para finalizar o processo. A partir disso, o candidato avança conforme sua disponibilidade, sem perder etapas concluídas. Portanto, quem trabalha em horários irregulares ou mora longe dos postos do Detran ganha mais estabilidade e flexibilidade.

Renovação automática da CNH e selo de bom condutor

As novas regras também impactam motoristas já habilitados. O governo cria o selo de bom condutor, voltado a motoristas que não registraram pontos no ano anterior. Com esse selo, o motorista passa a ter direito à renovação automática da CNH, sem custos adicionais. Dessa maneira, o sistema reduz filas, diminui burocracias e incentiva comportamentos responsáveis no trânsito.

Provas padronizadas, simulados oficiais e fiscalização ampliada

O Brasil adota agora provas teóricas e práticas padronizadas nacionalmente, o que unifica critérios e garante avaliações mais equilibradas. Além disso, o aplicativo disponibiliza simulados oficiais que seguem o mesmo padrão das questões cobradas. Assim, o candidato se prepara melhor para a avaliação final. Caso não seja aprovado na prova prática, ele recebe uma segunda tentativa gratuita, o que torna o processo mais justo.

A atuação dos instrutores autônomos também passa a ser monitorada com mais rigor. Eles precisam cumprir requisitos de formação e experiência. Além disso, todas as aulas ficam registradas no sistema digital, permitindo fiscalização em tempo real. Os veículos utilizados no treinamento devem atender às normas de segurança, equipamentos obrigatórios e limites de idade previstos no CTB. Como consequência, o processo se torna mais transparente.

Modernização melhora o acesso e atualiza o sistema de habilitação

Para Renan Filho, a reformulação coloca o aprendizado prático e o desempenho nas provas no centro do processo. O ministro afirma que a qualidade da formação depende do conhecimento adquirido e não da quantidade de horas em sala de aula. Por isso, o novo modelo prioriza tecnologia, autonomia, simplicidade, economia e acessibilidade.

Fonte: Olhar Digital

6ª Corrida do MPRO distribuirá mais de R$ 70 mil em prêmios

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Corredores em silhueta avançando em pista iluminada em vermelho com o título 6ª Corrida do MPRO e destaque de R$ 70 mil em prêmios.
Arte oficial destaca a 6ª Corrida do MPRO, que premiará atletas com mais de R$ 70 mil em percursos de 5 km e 10 km.

O Ministério Público de Rondônia abriu, nesta terça e quarta-feira (9 e 10), as inscrições para a 6ª Corrida do MPRO. Além disso, a prova será realizada em 25 de janeiro de 2026, com largada às 6h30, em frente ao edifício-sede da instituição, em Porto Velho. Com isso, a nova edição deve reunir centenas de atletas e distribuir mais de R$ 70 mil em prêmios.

Ao todo, a competição premiará os cinco primeiros colocados em todas as categorias. Nas provas de 10 km — geral e MPRO — os vencedores receberão R$ 1.500. Já nas provas de 5 km, os valores variam de R$ 200 a R$ 800, conforme a categoria e a colocação. Assim, a soma das modalidades ultrapassa o montante destinado à premiação da Corrida do MPRO.

As inscrições estão disponíveis na plataforma Sympla e seguem até o preenchimento do limite de vagas estabelecido. No total, serão 80 vagas para pessoas com deficiência, 250 para o público geral, 250 para membros e servidores e 20 para atletas com 60 anos ou mais. Pessoas com deficiência têm inscrição gratuita; atletas externos pagam R$ 60; enquanto isso, membros e servidores do MPRO pagam R$ 50.

Além do aspecto esportivo, toda a arrecadação da empresa organizadora será revertida para a compra de materiais escolares, que serão distribuídos em escolas da região ribeirinha do Baixo Madeira e na zona rural de Ponta do Abunã. Dessa forma, o evento reforça seu caráter social e amplia o impacto da Corrida do MPRO.

Categorias e percursos

A prova contará com percursos de 5 km e 10 km, ambos com largada no mesmo ponto. No caso do trajeto de 5 km, haverá categorias para:

  • público geral

  • integrantes do MPRO

  • atletas com 60 anos ou mais

  • quatro modalidades específicas para pessoas com deficiência

Por outro lado, o percurso de 10 km terá categorias destinadas ao público geral e a servidores do MPRO, também separadas por gênero.

Retirada dos kits

Os atletas poderão retirar os kits oficiais no dia 23 de janeiro de 2026, das 13h às 19h, na Escola Superior do MPRO. Cada kit inclui camiseta, número de peito e chip de cronometragem. Para isso, é necessário apresentar documento com foto e o comprovante de inscrição.

Por fim, a organização destaca que todas as orientações completas estão disponíveis na plataforma de inscrição.

Fonte: MPRO

6ª Corrida do MPRO distribuirá mais de R$ 70 mil em prêmios

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O Ministério Público de Rondônia abrirá, nesta terça e quarta-feira (9 e 10), as inscrições para a 6ª Corrida do MPRO, evento esportivo que distribuirá mais de R$ 70 mil em prêmios. A competição será realizada no dia 25 de janeiro de 2026, com largada às 6h30, em frente ao edifício-sede da instituição em Porto Velho.

Serão distribuídos valores em dinheiro para os cinco primeiros colocados de todas as categorias. Nas provas de 10 km geral e MPRO, os primeiros colocados receberão R$ 1.500. Nas provas de 5 km, as categorias terão premiação a partir de R$ 200, chegando a R$ 800 para os primeiros lugares. Com todas as modalidades somadas, o evento ultrapassa R$ 70 mil em prêmios.

As inscrições serão feitas pela plataforma Sympla e estarão disponíveis até que se atinja o limite de vagas estabelecido pelo regulamento: 80 para pessoas com deficiência, 250 para a categoria geral, 250 para membros e servidores e 20 para atletas com 60 anos ou mais. Pessoas com deficiência terão inscrição gratuita. Atletas externos pagarão R$ 60, enquanto membros e servidores do MPRO pagarão R$ 50.

Os valores arrecadados pela empresa responsável serão destinados à compra de material escolar a ser distribuído em escolas da região ribeirinha do Baixo Madeira e da zona rural de Ponta do Abunã.

Categorias
A corrida terá percursos de 5 km e 10 km, com largadas no mesmo ponto. No trajeto de 5 km, haverá categorias para atletas geral, integrantes do MPRO, pessoas com 60 anos ou mais e quatro categorias específicas para pessoas com deficiência. O percurso de 10 km também terá categorias destinadas ao geral e servidores do MPRO, também nos dois gêneros.

Kits
A retirada dos kits ocorrerá no dia 23 de janeiro de 2026, das 13h às 19h, na Escola Superior do MPRO. Cada kit conterá camiseta, número de peito e chip de cronometragem. Será necessária a apresentação do comprovante de inscrição e documento com foto.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Rondônia se destaca no VII Concurso Nacional de Cacau com agenda fortalecida pela Seagri

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Capa do artigo sobre o destaque de Rondônia no VII Concurso Nacional de Cacau realizado em Cacoal.
Rondônia ganha destaque nacional no cacau especial durante o VII Concurso de Qualidade realizado em Cacoal.

Rondônia voltou a assumir posição de destaque no setor cacaueiro ao sediar o VII Concurso Nacional de Qualidade do Cacau, realizado no Cacoal Selva Park. O encontro reuniu produtores do Pará, Bahia, Espírito Santo e Rondônia, e, além disso, confirmou a força da cadeia produtiva estadual em um ambiente técnico e competitivo.

Durante o evento, o secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo, enfatizou que esta edição simboliza um marco histórico para o estado. Ele avaliou que Rondônia avançou porque adotou políticas públicas constantes, ampliou a assistência técnica e incentivou a profissionalização dos agricultores. Dessa forma, o setor ganhou eficiência, aumentou o padrão de qualidade e se consolidou entre os mais promissores do país.

Avanços que consolidam Rondônia no circuito do cacau especial

O secretário explicou que os resultados surgem porque o estado investiu em múltiplas frentes. A distribuição de mais de 300 mil mudas, o acesso ampliado a insumos e a oferta de mecanização impulsionaram os produtores. Além disso, parcerias com Emater, Senar, Idaron e IFRO fortaleceram o uso de boas práticas, o que elevou a competitividade do cacau rondoniense.

Hoje, Rondônia reúne cerca de 7 mil produtores, que ampliam sua capacidade de produção ano após ano. Por isso, o estado se tornou o segundo maior produtor da região Norte, um feito que reforça sua posição estratégica no mercado.

Buritis conquista o 1º lugar na Categoria Varietal

Entre os momentos mais comemorados da noite, o produtor Mauro Celso Tauffer, de Buritis, garantiu o 1º lugar na Categoria Varietal (BN34). A revelação no telão emocionou o público, sobretudo porque o produtor já vinha se destacando em edições anteriores.

Mauro agradeceu à família e à equipe, afirmando que a conquista representa o trabalho de todos. Além disso, ele destacou que Buritis se coloca, definitivamente, no mapa nacional do cacau especial.

Cacoal sobe ao pódio com a variedade CEPEC 2022

O produtor Luiz Anastácio da Silva, de Cacoal, também celebrou sua conquista ao alcançar o 3º lugar na Categoria Varietal com a variedade CEPEC 2022. Mesmo antes do anúncio, ele já considerava a participação no concurso uma vitória, contudo o pódio reforçou que a produção local avança rapidamente.

Segundo Luiz Anastácio, os resultados aparecem porque os produtores adotam boas práticas e trabalham com responsabilidade, o que fortalece a credibilidade da região.

Instituições fortalecem a cadeia e incentivam boas práticas

A edição de 2025 demonstrou que o sucesso do evento depende diretamente da união institucional. Entidades como SENAR, SEBRAE, Seagri-RO, Emater e parceiros nacionais ampliaram o suporte técnico, orientaram sobre pós-colheita e incentivaram métodos sustentáveis. Assim, os produtores receberam informações atualizadas e ferramentas que contribuem para melhorar a qualidade das amêndoas.

Durante sua fala, Luiz Paulo reforçou que essa colaboração contínua é fundamental. Além disso, ele orientou os agricultores a permanecerem confiantes, já que o estado possui solo fértil, clima favorável e políticas públicas efetivas.

Rondônia reafirma posição estratégica no mercado nacional

Com Buritis no topo do pódio e Cacoal entre os finalistas, Rondônia reafirma sua força na cadeia do cacau especial. A competição mostrou que o estado cresce porque alia trabalho técnico, produção qualificada e dedicação das famílias agricultoras. Como resultado, Rondônia avança em reconhecimento e atrai novos investimentos.

O VII Concurso Nacional comprovou que o estado reúne condições ideais para seguir expandindo a cadeia produtiva, consolidando o cacau como uma das atividades agrícolas mais promissoras da próxima década.

Fonte: Cacoal Notícias

Manifestantes vão às ruas contra o feminicídio em diversas cidades do país

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Manifestantes seguram cartazes durante protesto nacional contra o feminicídio no Brasil
Ato nacional reúne milhares de pessoas em defesa da vida das mulheres em várias capitais.

Manifestações contra o feminicídio reuniram milhares de pessoas em várias cidades do país neste domingo (7). Protestos contra o feminicídio foram organizados por movimentos sociais, coletivos feministas e familiares de vítimas, que organizaram atos nacionais para denunciar o aumento da violência e exigir respostas imediatas do poder público. Como consequência direta dos crimes recentes, a mobilização ganhou força e impulsionou um debate mais intenso sobre a proteção das mulheres.

Com cartazes, faixas e palavras de ordem, participantes pediram justiça e reafirmaram que a sociedade não tolera mais a impunidade. Além disso, manifestantes destacaram que o feminicídio representa uma violação contínua dos direitos humanos e que, por isso, o Brasil precisa intensificar políticas de prevenção.

Ato nacional ocorre em capitais e cidades estratégicas

As manifestações se espalharam rapidamente por diferentes regiões. Em São Paulo, o ato começou no Masp e avançou pela Avenida Paulista, enquanto no Rio de Janeiro a mobilização ocupou o Posto 5, em Copacabana. Em Brasília, manifestantes se reuniram na Feira da Torre de TV e promoveram uma caminhada silenciosa em memória das vítimas.

Além disso, protestos ocorreram em:
– Curitiba (PR): Praça João Cândido
– Campo Grande (MS): Avenida Afonso Pena
– Manaus (AM): Largo São Sebastião
– Belo Horizonte (MG): Praça Raul Soares
– São Luís (MA): Praça da Igreja do Carmo
– Teresina (PI): Praça Pedro II

Organizadoras afirmam que a expansão dos atos reflete a preocupação crescente com a violência de gênero, especialmente porque números recentes mostram um aumento consistente dos ataques.

Casos recentes intensificam clima de indignação

A mobilização ganhou impulso após uma sequência de crimes que chocou o país. Em Brasília, a cabo do Exército Maria de Lourdes Freire Matos, 25 anos, morreu após sofrer agressões violentas. O soldado Kelvin Barros da Silva, 21 anos, confessou o assassinato e segue detido no Batalhão da Polícia do Exército.

Em São Paulo, outro caso provocou grande comoção: Tainara Souza Santos teve as pernas mutiladas depois de ser atropelada e arrastada por cerca de um quilômetro na marginal Tietê. O motorista, Douglas Alves da Silva, acabou preso por tentativa de feminicídio.

No Rio de Janeiro, duas funcionárias do Cefet-RJ perderam a vida após um colega armado invadir o local e disparar contra elas. Ele se matou logo em seguida. Esses episódios, somados às denúncias diárias, aumentaram a pressão sobre autoridades e fortaleceram a pauta dos atos.

Dados reforçam urgência por políticas estruturais

Segundo o Mapa Nacional da Violência de Gênero, 3,7 milhões de mulheres sofreram ao menos um episódio de violência doméstica nos últimos 12 meses. Em 2024, o Brasil registrou 1.459 feminicídios, o que representa uma média de quatro mulheres mortas por dia.

Em 2025, o índice continua alto: mais de 1.180 feminicídios já foram contabilizados. Além disso, o Ligue 180 recebe quase 3 mil atendimentos diários, o que demonstra a dimensão do problema. Diante desse cenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu um esforço conjunto da sociedade e defendeu a criação de um grande movimento nacional contra a violência de gênero.

Mobilização pressiona por mudanças e amplia debate público

Os atos reforçam que a população exige investigações rápidas, punições firmes e políticas que atuem tanto na prevenção quanto na proteção das mulheres. Embora o país tenha avançado na criação de leis, manifestantes afirmam que a aplicação das medidas ainda oscila, o que contribui para a continuidade dos ataques.

Com isso, as manifestações se consolidam como um mecanismo importante de pressão social. Elas ampliam o debate, fortalecem redes de apoio e lembram que cada vida perdida representa uma falha coletiva. Enquanto os números permanecem altos, mobilizações como a deste domingo continuam essenciais para alertar autoridades e estimular mudanças profundas.

Fonte: SBT News

Comissão da Câmara aprova crime de gerontocídio com pena de até 40 anos

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Arte de capa sobre gerontocídio aprovado em comissão da Câmara, destacando pena de até 40 anos.
Arte destaca aprovação do crime de gerontocídio em comissão da Câmara, que prevê pena de até 40 anos.

Nova tipificação penal avançou na Comissão de Defesa da Pessoa Idosa

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou a criação do crime de gerontocídio, que passa a punir homicídios motivados pela idade da vítima com penas entre 20 e 40 anos. A medida altera o Código Penal e, além disso, reforça agravantes para crimes cometidos contra pessoas com mais de 60 anos.

Esse avanço ocorre em meio ao aumento das denúncias envolvendo violência contra idosos no país, o que intensifica discussões sobre políticas públicas de proteção.

Relator destaca que nomear o crime torna o problema visível

O deputado Luciano Alves (PSD-PR), relator do projeto, explicou que muitos casos de agressões contra idosos têm motivação etária. Por isso, segundo ele, dar nome ao crime fortalece o enfrentamento. Ele afirmou que, “assim como o feminicídio tornou visível a violência contra mulheres, o gerontocídio dará nome e peso à violência contra pessoas idosas”.

O relator reforçou que a mudança não apenas enquadra melhor os crimes, mas também cria um entendimento social mais claro sobre esse tipo de violência.

Denúncias crescem e motivam resposta rápida do Parlamento

O autor da proposta, deputado Castro Neto (PSD-PI), apresentou números que impulsionaram o projeto. Em 2024, o Disque 100 registrou 657,2 mil denúncias de violações de direitos humanos. Já no primeiro semestre de 2025, mais de 72 mil denúncias e 149 mil violações envolveram pessoas idosas, segundo a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.

Esses dados, portanto, evidenciam um crescimento contínuo de violência contra idosos e justificam a adoção de medidas urgentes. Além disso, o parlamentar lembrou que o Brasil já possui mais idosos do que jovens, de acordo com o IBGE. Essa mudança demográfica amplia a vulnerabilidade desse público e exige novas proteções legais.

Projeto segue agora para análise da CCJ

Após a aprovação na comissão temática, o texto segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Se receber parecer favorável, avançará para votação no plenário da Câmara dos Deputados e, posteriormente, para o Senado Federal.

Assim, o projeto inicia uma fase decisiva de tramitação, que pode resultar na inclusão formal do gerontocídio no Código Penal.

Fonte: CNN Brasil

Rondônia tem um dos governos mais responsáveis do Brasil nas finanças

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Prédio do Governo de Rondônia representando destaque nacional em responsabilidade fiscal e liquidez financeira.
Palácio Rio Madeira, sede do governo de Rondônia, em destaque após resultado nacional de liquidez.

Rondônia avança na responsabilidade fiscal e ganha destaque nacional

Rondônia consolidou-se, ao longo dos últimos anos, como uma das administrações públicas mais responsáveis do país. Além disso, o estado passou a ocupar a 4ª posição no ranking nacional de liquidez, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado demonstra não apenas organização, mas também estabilidade financeira e capacidade de planejamento refletindo um governo responsável nas finanças.

Segundo o estudo, Rondônia mantém recursos suficientes para pagar salários, fornecedores e todas as obrigações de curto prazo. Dessa forma, o estado preserva segurança fiscal e garante condições para ampliar investimentos em obras e melhorias prioritárias para a população, provando que o governo é responsável nas finanças.

O governador Marcos Rocha afirma que o desempenho confirma um modelo de gestão baseado em controle, responsabilidade e transparência. “É um sinal de que o dinheiro público está sendo bem administrado, com destinação correta para melhorar a qualidade de vida da população. Além disso, o governo consegue pagar as contas e há recursos para obras de infraestrutura e serviços essenciais”, destacou, evidenciando o governo responsável nas finanças em Rondônia.

Índice de Liquidez reforça estabilidade e confiança na administração pública

O Índice de Liquidez mede a relação entre o dinheiro disponível e as dívidas imediatas. Ou seja, quando o saldo é positivo, significa que o estado possui mais recursos do que obrigações financeiras no curto prazo. Em consequência, há maior previsibilidade para salários, contratos e investimento público, o que comprova a responsabilidade do governo nas finanças em Rondônia.

Rondônia aparece entre os poucos estados brasileiros que apresentam resultado favorável. Por isso, o desempenho fortalece a imagem de gestão organizada e preparada para avançar mesmo em cenários econômicos desafiadores. Além disso, o indicador amplia a confiança de empresas, trabalhadores e instituições financeiras, que passam a enxergar o estado como ambiente seguro para novos projetos, evidenciando o governo responsável nas finanças.

Com mais equilíbrio fiscal, o governo mantém regularidade em pagamentos, evita instabilidade e, consequentemente, garante que políticas públicas continuem evoluindo. Esta prática de um governo responsável nas finanças assegura estabilidade.

Comparação nacional evidencia vantagem competitiva de Rondônia

O saldo de Rondônia é um dos mais positivos do Brasil devido a responsabilidade do governo de Rondônia

Quando comparados aos demais estados, os números mostram que Rondônia está à frente de grande parte do país. Muitos governos estaduais, por exemplo, ainda enfrentam dificuldades para cumprir compromissos básicos ou equilibrar dívidas de curto prazo. Rondônia, ao contrário, mantém resultados positivos e consistentes, provando ser um governo responsável nas finanças.

Assim, o estado passa a conquistar vantagem competitiva na atração de investimentos, na execução de obras de grande porte e na ampliação de serviços essenciais. Além disso, o desempenho fiscal cria melhores condições para enfrentar oscilações econômicas e reduzir impactos sobre a população. Este fato ressalta que o governo de Rondônia é responsável nas finanças.

Perspectivas ampliadas para desenvolvimento e crescimento regional

Com liquidez elevada, Rondônia fortalece sua capacidade de planejar o futuro. Dessa maneira, o estado já direciona recursos para infraestrutura, inovação tecnológica, logística, educação e programas sociais. Como consequência, há maior potencial para acelerar o desenvolvimento regional e estimular setores estratégicos, como o agronegócio e a indústria, o que demonstra a responsabilidade do governo nas finanças.

O ranking do CLP confirma que Rondônia não apenas equilibrou suas contas, mas também alcançou um patamar de estabilidade que sustenta novas conquistas. Portanto, o estado segue apto a ampliar investimentos e reforçar políticas públicas que impactam positivamente a vida da população, confirmando mais uma vez que Rondônia tem um governo responsável nas finanças.

Dispositivo acelera reabilitação de pacientes com AVC com estímulos elétricos na língua

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Dispositivo PoNS usado para acelerar a reabilitação de pacientes com AVC por estímulos elétricos na língua.
O PoNS estimula o sistema nervoso e acelera avanços na reabilitação pós-AVC.

Inovação que transforma a recuperação pós-AVC

Um dispositivo acelera reabilitação de AVC ao usar tecnologia criada para estimular o cérebro por meio de impulsos elétricos aplicados na língua. O dispositivo, conhecido como PoNS, atua diretamente em regiões cerebrais essenciais para o movimento e a coordenação. Por isso, especialistas acreditam que ele pode mudar o ritmo de recuperação de milhares de pessoas.

O aparelho funciona como um reforço às terapias convencionais. Assim, ele amplia os resultados obtidos em fisioterapia e fonoaudiologia, especialmente em pacientes que apresentam dificuldades persistentes de fala, equilíbrio ou marcha.

Como o aparelho funciona

Desenvolvido pela Helius Medical Technology, o PoNS combina uma peça posicionada na língua com um colar que controla os estímulos. Cada impulso elétrico percorre vias nervosas ligadas ao sistema nervoso central, o que favorece a reorganização das conexões comprometidas pelo AVC.

Ao usar o dispositivo junto de exercícios motores e de fala, o paciente recebe estímulos adicionais que reforçam o treino. Dessa forma, a prática diária se torna mais eficiente e pode acelerar a evolução clínica.

Resultados comprovados em estudo clínico

Um ensaio de fase 3, supervisionado pela FDA nos Estados Unidos, avaliou mais de 100 voluntários em um estudo duplo-cego. Os resultados mostraram que pacientes que utilizaram o PoNS apresentaram melhora mais rápida no equilíbrio e na marcha quando comparados aos que fizeram apenas tratamentos tradicionais.

Além disso, relatos de centros de reabilitação no Canadá reforçam essa tendência. Um eletricista de Ontario, por exemplo, passou por uma cirurgia de emergência após complicações relacionadas a um cavernoma. Ele perdeu boa parte dos avanços conquistados e precisou reiniciar toda a recuperação. No entanto, após seis meses utilizando o PoNS, ele recuperou funções que não haviam avançado ao longo de quatro anos de terapia convencional. O paciente voltou a falar com mais clareza, ganhou estabilidade ao caminhar e retomou a confiança para realizar atividades cotidianas.

Esses resultados chamam atenção porque mostram que o dispositivo pode acelerar a recuperação mesmo em casos longos ou complexos.

Potencial para transformar a reabilitação

À medida que novos relatos surgem, profissionais de saúde observam um padrão: o PoNS reforça o trabalho terapêutico e amplia a capacidade de resposta do cérebro. Assim, ele se apresenta como uma ferramenta capaz de melhorar a autonomia do paciente e reduzir o tempo necessário para recuperar movimentos básicos.

Especialistas afirmam que o dispositivo não substitui a reabilitação tradicional. Mesmo assim, ele oferece um impulso adicional que pode fazer diferença significativa durante o processo.

Disponibilidade e acesso

Nos Estados Unidos, o dispositivo já integra a cobertura de grandes seguradoras. A CignaHealth, por exemplo, se tornou recentemente a quinta operadora a incluir o PoNS em seu catálogo. Fora da rede credenciada, o aparelho custa cerca de 19 mil dólares, embora o valor diminua para usuários de planos que autorizam o procedimento.

Além disso, pesquisadores estudam versões do tratamento para outras condições neurológicas, como zumbido crônico. Por isso, a tendência é que tecnologias desse tipo ganhem espaço e diversifiquem as opções para pacientes nos próximos anos.

Conclusão

Com evidências crescentes e relatos consistentes, o PoNS surge como um aliado promissor na reabilitação de pacientes que enfrentam sequelas de AVC. Ele reforça o trabalho das equipes de fisioterapia e fonoaudiologia, acelera o aprendizado motor e devolve autonomia a pessoas que buscam retomar suas rotinas após um episódio neurológico.

Fonte: Só Notícia Boa

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