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segunda-feira, abril 27, 2026
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Candidatas ao Miss Universo deixam o palco após bronca na Miss México

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Miss México deixa o palco em protesto após bronca pública durante o Miss Universo 2025 na Tailândia.
Fatima Bosch, Miss México, recebeu apoio de outras candidatas após ser repreendida publicamente por um diretor do concurso, durante evento na Tailândia.

Durante uma cerimônia preparatória do Miss Universo 2025, realizada na Tailândia, diversas candidatas decidiram abandonar o palco em protesto. O motivo foi o comportamento do diretor local do concurso, Nawat Itsaragrisil, que repreendeu publicamente a Miss México, Fatima Bosch, durante um evento transmitido ao vivo. A atitude gerou revolta imediata e transformou o episódio em um ato coletivo de solidariedade feminina.

O incidente aconteceu na terça-feira (4) e viralizou rapidamente nas redes sociais. Ao ser cobrada por não divulgar conteúdos promocionais, Bosch tentou se defender. Entretanto, o organizador elevou o tom de voz, exigiu silêncio e chamou seguranças.
Como resultado, outras concorrentes se levantaram e deixaram o salão, apoiando a colega. Poucos minutos depois, os vídeos começaram a circular na internet e despertaram a atenção da imprensa internacional.

Organização do Miss Universo condena a conduta do diretor

Fatima Bosch, Miss México, sorri no palco do Miss Universo 2025, usando vestido azul brilhante durante o desfile de gala.
Fatima Bosch, representante do México, participa do desfile de gala do Miss Universo 2025 na Tailândia, antes do protesto que marcou o evento.

Após a repercussão negativa, a Organização Miss Universo condenou o comportamento do dirigente tailandês e prometeu medidas legais. O presidente da instituição, Raul Rocha, afirmou que Itsaragrisil “humilhou uma mulher indefesa” e “esqueceu o verdadeiro significado de ser anfitrião”.

“O Miss Universo é uma plataforma de empoderamento feminino. As vozes das mulheres precisam ser ouvidas”, declarou Rocha.
“A presença do organizador tailandês será reduzida ao mínimo ou encerrada completamente”, completou.

Com esse posicionamento, o concurso reforçou seu compromisso com respeito, inclusão e igualdade. Além disso, a nota oficial serviu como alerta para que eventos internacionais de beleza adotem práticas mais éticas em relação às participantes.

Miss México reage e inspira apoio internacional

Logo após o ocorrido, Fatima Bosch se pronunciou à imprensa e reafirmou sua postura:

“Quero que meu país saiba que não tenho medo de fazer minha voz ser ouvida. Estou mais forte do que nunca.”

Em seguida, a candidata destacou que os concursos precisam refletir os valores atuais da sociedade:

“Estamos no século 21. Não sou uma boneca. Vim aqui para representar mulheres e meninas que lutam por respeito e igualdade.”

As declarações de Bosch receberam apoio em diversos países. Ex-candidatas, jornalistas e ativistas elogiaram sua coragem. Segundo especialistas em comportamento, a reação da mexicana marca um ponto de virada no discurso sobre o papel das mulheres nos concursos de beleza, tradicionalmente vistos como ambientes de submissão e aparência.

Desculpas e continuidade do evento

Pressionado pela repercussão internacional, Itsaragrisil pediu desculpas públicas e afirmou que suas palavras foram mal interpretadas. Apesar disso, a Organização decidiu restringir sua participação nas próximas etapas.

Mesmo com o clima tenso, o evento seguiu normalmente em Bangkok, com um encontro de boas-vindas no dia seguinte. A grande final do Miss Universo 2025 está programada para 21 de novembro.

Entre as que também deixaram o palco estava a atual Miss Universo, Victoria Kjaer Theilvig, da Dinamarca.

“Trata-se de direitos das mulheres. Humilhar outra competidora é o cúmulo da falta de respeito”, afirmou a dinamarquesa.

O episódio acabou transformando um momento de constrangimento em símbolo de resistência. Dessa forma, as candidatas mostraram que o empoderamento feminino não é apenas discurso, mas atitude, principalmente em espaços onde o respeito precisa ser reafirmado constantemente.

Fonte: BBC Brasil

Mais de 4,3 mil novas moradias do Minha Casa, Minha Vida iniciam construção

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Família sorri em frente a casa nova do Minha Casa Minha Vida, simbolizando o início das obras de 4,3 mil moradias em todo o Brasil.
Arte mostra família feliz em frente a novas moradias populares do programa Minha Casa Minha Vida, que beneficiará cerca de 17 mil pessoas em várias regiões do país.

O programa Minha Casa, Minha Vida iniciou a construção de 4.324 novas unidades habitacionais entre 27 de outubro e 3 de novembro. Essas obras representam um novo impulso na política nacional de habitação e devem beneficiar 17 mil brasileiros em áreas urbanas e rurais. Além disso, fortalecem o setor da construção civil e estimulam a geração de empregos em várias regiões.

Construções se espalham pelo país

De acordo com o Ministério das Cidades, 54 novos empreendimentos foram iniciados.
Desse total, 32 estão na modalidade Rural, o que equivale a 993 novas moradias voltadas a famílias do campo.
Além disso, duas obras integram a modalidade Entidades (FDS), somando 131 unidades habitacionais.
Por fim, 20 empreendimentos urbanos, realizados por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), garantirão 3.200 moradias para famílias da Faixa 1, com renda mensal de até R$ 2.850.

Imagem mostra fileira de casas populares recém-construídas pelo programa Minha Casa Minha Vida, com paredes claras e céu azul.
Foto registra novas unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida, que farão parte das mais de 4,3 mil moradias em construção no país.

Com isso, o programa amplia o alcance das políticas habitacionais e reafirma o compromisso do governo com a redução do déficit de moradia.

Nordeste dá exemplo de avanço

No Piauí, o município de Campo Maior iniciou três conjuntos habitacionais:
Residencial João Alves Filho I, II e III, totalizando 271 moradias.
Esses projetos, portanto, representam um importante passo para famílias de baixa renda. Além disso, geram empregos e movimentam a economia local.

Centro-Oeste amplia o acesso à casa própria

No Distrito Federal, as obras começaram em dois empreendimentos:
o Residencial Joaquim Roriz e o Residencial Regina Célia, ambos localizados em Brasília.
Cada um contará com 192 moradias, o que reforça o compromisso com o acesso à habitação popular na capital do país.
Dessa forma, o programa também se consolida como uma das principais políticas sociais do governo federal.

Sudeste lidera o número de novas obras

O estado de Minas Gerais concentra o maior volume de construções.
Em Belo Horizonte, sete empreendimentos estão em andamento:
Carlos Maciel, Clóvis Salgado, Comendador Wigg II, Conceição Augsten, Djalma Cassimiro de Araújo, Jordelino e Viotti.
Juntos, eles somam centenas de novas moradias populares destinadas a famílias que mais precisam.

Além disso, outras cidades mineiras também foram contempladas.
Em Bom Despacho, o Residencial Liberdade I terá 144 unidades, enquanto Santa Luzia iniciou o conjunto Curumim, com 200 casas.
Por outro lado, no estado de São Paulo, novas construções começaram em Mogi das Cruzes, com os condomínios Vitória I e II, e em Santo André, com o Caminho dos Vianas III, que contará com 200 moradias.

Região Sul também é contemplada

No Paraná, o Loteamento Menino Deus II, em Ampére, prevê 33 novas casas.
Enquanto isso, o Conjunto Habitacional de Mandaguari terá duas frentes de obras, com 41 e 47 unidades, respectivamente.
Esses empreendimentos reforçam o alcance nacional do programa e demonstram que o investimento está chegando a diferentes comunidades.

Moradia como direito e inclusão social

O Ministério das Cidades destaca que a retomada das obras do Minha Casa, Minha Vida é fundamental para reduzir o déficit habitacional e garantir dignidade às famílias brasileiras.
Com isso, o governo federal busca promover inclusão social, estimular a economia e ampliar o acesso à moradia segura.
Além disso, o foco do programa está em famílias de baixa renda e regiões com maior vulnerabilidade, reforçando o compromisso com o desenvolvimento social e urbano do país.

Fonte: Governo Federal

Aquecimento global no Pantanal expõe bioma mais afetado pelas mudanças climáticas

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Fotomontagem mostra o Pantanal seco com tons alaranjados, destacando o aumento da temperatura e o impacto climático no Brasil
Imagem editorial representa o Pantanal sob efeito do aquecimento global, com solo rachado e tons quentes que simbolizam o avanço das mudanças climáticas no país.

O Pantanal é hoje o bioma mais impactado pelo aquecimento global no Brasil. Em quatro décadas, a região registrou um aumento médio de 1,9°C, conforme dados divulgados pelo MapBiomas. Já a Amazônia teve uma elevação de 1,2°C no mesmo período. As informações integram a nova plataforma MapBiomas Atmosfera, lançada nesta quarta-feira (5), com o objetivo de monitorar as mudanças climáticas no país.

Em média, a temperatura nacional subiu 0,29°C por década, totalizando 1,2°C entre 1985 e 2024. Contudo, o ritmo de aquecimento varia entre os biomas. O Pantanal, localizado no coração do continente, foi o que apresentou a maior vulnerabilidade às transformações climáticas.

Temperaturas recordes e seca sem precedentes

Segundo a professora Luciana Rizzo, da USP e integrante do MapBiomas Atmosfera, o recorde de calor ocorreu em 2024. Naquele ano, a média do Pantanal chegou a 26,2°C, ou seja, 1,8°C acima da série histórica. Essa elevação intensificou secas e queimadas, ampliando os danos à biodiversidade local.

Além disso, a falta de chuva agravou a situação. A Bacia do Alto Paraguai, que alimenta o Pantanal, registrou um déficit de 314 milímetros de precipitação em 2024. Foram 205 dias sem chuvas. Com isso, o solo ficou mais seco e o ecossistema passou a sofrer uma transformação acelerada, com perda de áreas úmidas e vegetação nativa.

Desmatamento agrava o aquecimento

De acordo com o coordenador do projeto, Tasso Azevedo, o desmatamento é um dos principais fatores da elevação das temperaturas. Desde 1985, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de floresta nativa, o equivalente a 13% da cobertura original. Essa perda altera o regime de chuvas e provoca reflexos diretos no Pantanal.

Um estudo publicado na Nature Geoscience mostra que o desmatamento responde por 74% da redução das chuvas e 16% do aumento da temperatura na Amazônia durante a estação seca. Como consequência, o Pantanal também sente os efeitos desse desequilíbrio, já que depende da umidade amazônica para se regenerar após o período seco.

Dados reforçam necessidade de políticas públicas

O físico Paulo Artaxo, também da USP, lembra que os últimos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) já apontavam esse cenário. Segundo ele, o Brasil precisa agir com base em evidências científicas, usando dados concretos para formular políticas de mitigação.

“A nova plataforma do MapBiomas permite que o país desenvolva políticas públicas ambientais baseadas em dados experimentais, indicando as regiões mais afetadas pelas mudanças do clima e do uso da terra”, explicou.

A expectativa dos pesquisadores é que o MapBiomas Atmosfera ajude o poder público e a sociedade a planejar estratégias de adaptação e reduzir os impactos do aquecimento global, sobretudo nos biomas mais sensíveis.

Fonte: Agência Brasil

Abacate escuro nunca mais com truque simples e natural

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abacate cortado ao meio com limões ao fundo, representando truque natural com limão que mantém a fruta fresca
Gotas de limão ajudam a conservar o abacate verde, fresco e saboroso por mais tempo

O abacate se tornou indispensável nas dietas saudáveis porque oferece gorduras boas, fibras e antioxidantes. No entanto, logo após o corte, a polpa tende a escurecer. Essa reação acontece por causa da oxidação, quando o oxigênio entra em contato com as enzimas da fruta.

Mesmo sem alterar o sabor, o tom escuro costuma afastar quem quer guardar o restante. Por isso, aprender a preservar a cor e o frescor é essencial para aproveitar o abacate até o último pedaço.

O limão é o melhor aliado contra o escurecimento

A forma mais eficaz de conservar o abacate é aplicar gotas de limão sobre a polpa cortada. O ácido cítrico presente na fruta atua como antioxidante natural e desacelera a oxidação.
Depois de espalhar o suco com uma colher, tampe bem o recipiente e guarde-o na geladeira. Dessa forma, o abacate mantém o verde intenso, o sabor fresco e a textura cremosa por até dois dias. Além disso, o aroma cítrico combina perfeitamente com o gosto suave da fruta.

Guarde com o caroço e proteja o frescor

Outra estratégia prática é deixar o caroço na metade que sobrou. Ele reduz o contato com o ar e ajuda a preservar a aparência clara por mais tempo.
Para reforçar o resultado, envolva a polpa com filme plástico aderido à superfície antes de fechar o recipiente. Essa proteção impede a oxidação e prolonga a durabilidade, garantindo um abacate sempre apetitoso.

Armazenamento inteligente e desperdício zero

Quem prefere praticidade pode amassar o abacate com limão e guardá-lo em pote hermético. Essa solução é ideal para preparar vitaminas, guacamoles e torradas rápidas.
Além disso, é possível congelar a polpa batida com limão em pequenas porções. Assim, o sabor se mantém, e a textura continua perfeita para smoothies e sobremesas leves. Dessa maneira, você aproveita cada parte da fruta sem desperdício.

Frescor, praticidade e sabor

Com alguns cuidados simples, o abacate permanece fresco e nutritivo por mais tempo. O segredo está em proteger a polpa do ar e usar o poder antioxidante do limão. Assim, você evita o escurecimento, economiza e mantém uma rotina alimentar saudável e saborosa.

Fonte: Metrópoles

Isenção do IR até R$ 5 mil será votada pelo Senado nesta quarta-feira

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Senado vota isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil, proposta confirmada por Davi Alcolumbre.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, conduz sessão que votará a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

O Senado Federal deve votar, nesta quarta-feira (5), a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês. A confirmação veio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que anunciou a inclusão do tema como primeiro item da pauta.
A proposta é vista como um avanço importante, já que pretende reduzir a carga tributária de trabalhadores e servidores de renda média.

Senado acelera a análise da proposta

Durante a manhã, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou o projeto em votação simbólica e autorizou a tramitação em regime de urgência. Com isso, o texto pode ser analisado e votado pelo plenário ainda hoje.

Segundo Alcolumbre, o Senado atua para modernizar o sistema tributário nacional e garantir mais justiça fiscal.

“O tema é prioritário. Ele representa um compromisso com o trabalhador e com o equilíbrio das contas públicas”, afirmou o presidente.

Além disso, a proposta conta com o apoio de parlamentares de diferentes partidos, o que deve facilitar sua aprovação.

O que muda para o contribuinte

O texto propõe isenção total para quem recebe até R$ 5 mil mensais e isenção parcial para rendas de até R$ 7.350.
Acima desse valor, as regras atuais permanecem válidas, sem alteração na tabela progressiva.

Por outro lado, para equilibrar as contas, o projeto cria uma tributação mínima de 10% sobre rendas anuais acima de R$ 600 mil, o equivalente a cerca de R$ 50 mil mensais.
Essa cobrança incidirá apenas sobre o valor que ultrapassar o limite, o que evita impacto direto sobre a classe média.

Dessa forma, o Senado tenta reduzir a desigualdade tributária sem comprometer a arrecadação nacional.

Taxação de lucros e dividendos

Além da isenção salarial, o texto também prevê tributação de 10% sobre lucros e dividendos enviados ao exterior.
Essa medida busca compensar a queda na arrecadação federal.

De acordo com o projeto, empresas poderão distribuir os lucros referentes ao ano de 2025 até 2028, garantindo tempo para adaptação.
No entanto, os resultados apurados até 2024 e aprovados para distribuição até 31 de dezembro continuarão isentos de Imposto de Renda na fonte.

Com isso, o Senado pretende alinhar o Brasil às boas práticas internacionais de tributação e reforçar o equilíbrio fiscal.

Expectativa de aprovação ampla

A votação deve ocorrer ainda nesta quarta-feira, e a expectativa é de aprovação quase unânime.
Se o texto passar no Senado, seguirá para sanção presidencial e poderá entrar em vigor já em 2026.

Segundo economistas, a medida deve gerar impacto positivo no consumo interno, pois amplia o poder de compra da população e alivia o orçamento familiar.
Além disso, especialistas afirmam que o projeto corrige uma defasagem histórica de mais de 150% na tabela do IR, acumulada nas últimas décadas.

Por que a mudança é relevante

A ampliação da isenção do IR até R$ 5 mil representa um passo importante na busca por justiça tributária.
Atualmente, milhões de brasileiros pagam mais imposto do que deveriam, justamente porque a tabela não acompanhou a inflação.

Com a nova faixa, o Senado tenta corrigir esse desequilíbrio e promover maior equidade fiscal.
Consequentemente, o trabalhador médio deve sentir alívio real no bolso e estímulo ao consumo interno.

O que representa essa decisão para o país

A votação da isenção do IR até R$ 5 mil marca um momento decisivo para a política fiscal do país.
O projeto mostra que o Congresso tenta equilibrar responsabilidade fiscal e sensibilidade social, ao mesmo tempo em que busca simplificar a tributação.

Se for aprovado, o texto trará alívio imediato aos contribuintes e consolidará o Senado como protagonista na reforma tributária de 2025.

Fonte: CNN Brasil

Câmara aprova projeto que cria impostos para streamings no Brasil

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Capa mostra o título “Câmara aprova projeto que cria impostos para streamings no Brasil” com ícones da Netflix, Disney+, Prime Video, Globoplay e HBO Max em tela de celular.
Câmara dos Deputados aprova projeto de lei que cria impostos e cotas de conteúdo nacional para serviços de streaming no Brasil.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 8.889/2017, que estabelece um marco regulatório para os serviços de streaming no Brasil. A proposta cria um imposto progressivo sobre o faturamento de plataformas como Netflix, Disney+, Prime Video, Globoplay e YouTube. Além disso, o texto define cotas obrigatórias de conteúdo nacional e amplia o poder de fiscalização da Agência Nacional do Cinema (Ancine).

O projeto ainda depende da aprovação do Senado. As alíquotas variam entre 0,1% e 4%, conforme o porte de cada empresa. Já os recursos arrecadados devem fortalecer o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por financiar a produção cultural brasileira.

Medida busca fortalecer a produção nacional

De acordo com o governo, a medida pretende corrigir desigualdades na concorrência entre grandes empresas estrangeiras e produtoras independentes. Com isso, o país ganha uma base de financiamento mais estável e capaz de estimular o mercado audiovisual interno.

Segundo o texto aprovado, cada plataforma deverá destinar pelo menos 10% do catálogo a produções brasileiras, sendo metade desse total de produtoras independentes. Além disso, a Ancine passará a fiscalizar o cumprimento das cotas e a destinação correta das contribuições.

Assim, o governo espera impulsionar o conteúdo nacional, fortalecer o setor cultural e valorizar a identidade brasileira diante da forte presença de empresas internacionais.

Decisão divide o setor audiovisual

A decisão da Câmara provocou opiniões divergentes. Enquanto parte do setor comemorou o avanço, outros profissionais demonstraram preocupação com os impactos econômicos. Para muitos produtores, a medida representa um passo importante na proteção do mercado nacional e na promoção da diversidade cultural.

Por outro lado, representantes de plataformas de streaming afirmam que a nova tributação pode elevar os custos operacionais e, consequentemente, encarecer as assinaturas para os consumidores.

Além disso, roteiristas e cineastas pedem transparência na aplicação dos recursos. Eles defendem que a tributação precisa vir acompanhada de políticas claras para o incentivo ao conteúdo independente, garantindo equilíbrio e credibilidade no uso do dinheiro público.

Próximos passos no Senado

Com a aprovação na Câmara, o projeto segue agora para o Senado Federal, onde poderá sofrer ajustes antes da sanção presidencial. Caso o texto avance sem vetos significativos, o novo modelo deve entrar em vigor até o fim de 2025.

Segundo especialistas, a criação dessa política tributária representa um marco para o setor audiovisual brasileiro. Afinal, o país poderá reduzir a dependência de estúdios estrangeiros, estimular novas produções e ampliar a representatividade nas telas.

Fonte: Olhar Digital

Licença paternidade de 20 dias é aprovada na Câmara dos Deputados

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Pai segura o bebê em casa, representando a aprovação da licença paternidade de 20 dias na Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que amplia a licença paternidade de cinco para vinte dias, com aumento gradual até 2029.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que amplia a licença paternidade de cinco para vinte dias. A proposta estabelece um aumento gradual e começará a valer em 1º de janeiro de 2027. Depois disso, o texto seguirá para o Senado Federal e, por fim, para sanção presidencial.

O deputado Pedro Campos (PSB-PE) conduziu as negociações e garantiu apoio de diferentes partidos. O acordo obteve ampla aprovação, pois fortalece o papel do pai na família e incentiva a divisão equilibrada dos cuidados com os filhos.

Ampliação ocorrerá em três etapas

O projeto define um cronograma de implantação simples.
Em 2027, a licença aumentará para 10 dias.
Em 2028, subirá para 15 dias.
A partir de 2029, os pais terão direito a 20 dias.

Além disso, as empresas do Programa Empresa Cidadã concederão 15 dias adicionais, totalizando 35 dias de licença. Dessa forma, os trabalhadores poderão participar mais ativamente da rotina familiar e apoiar melhor as mães durante o pós-parto.

Pais de crianças com deficiência terão tempo extra

O texto garante um terço a mais de licença para pais de crianças com deficiência. Essa ampliação ajuda no processo de adaptação e reforça o compromisso do Congresso com a inclusão. Além disso, o benefício representa um passo importante na valorização da paternidade ativa.

Direitos trabalhistas seguem preservados

Durante o período de afastamento, o trabalhador manterá o salário integral, respeitando o teto da Previdência Social. A legislação também impedirá a demissão sem justa causa por 30 dias após o retorno ao trabalho.

O benefício poderá ser dividido em duas etapas. A primeira corresponderá a metade do total, e a segunda poderá ser usada em até seis meses após o parto ou adoção. Assim, o pai terá flexibilidade para acompanhar fases diferentes do desenvolvimento da criança.

Impacto financeiro e próximos passos

O impacto estimado é de R$ 5 bilhões por ano, mas o relator considera o custo viável. Segundo ele, o retorno social será expressivo, já que a medida melhora a qualidade de vida das famílias e reduz o estresse laboral. Além disso, o projeto incentiva a participação masculina nas responsabilidades domésticas.

Agora, o texto segue para análise do Senado Federal. Caso os senadores aprovem, o presidente sancionará a nova lei, e a ampliação da licença começará a valer em 2027.

Fonte: G1

STF retoma julgamento sobre reajustes etários em planos de saúde

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STF julgamento planos de saúde decide se reajustes por idade ferem o Estatuto do Idoso
O Supremo Tribunal Federal analisa se reajustes por idade em contratos antigos de planos de saúde violam o Estatuto do Idoso.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta-feira (5) o julgamento que vai definir se é constitucional reajustar o valor de planos de saúde de beneficiários com mais de 60 anos em contratos assinados antes da criação do Estatuto do Idoso. A decisão tem impacto direto em milhões de usuários e no equilíbrio financeiro do setor de saúde suplementar.

Entenda o que está em jogo

O debate envolve a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) nº 90, que questiona se as regras do Estatuto da Pessoa Idosa valem para contratos firmados antes de 2003.

O ministro Dias Toffoli votou para que o Estatuto não seja aplicado a contratos anteriores à sua vigência. Os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes concordaram com essa posição. Já o ministro Flávio Dino pediu vista e apresentará seu voto nesta quarta-feira (5).

Portanto, o resultado final ainda depende da conclusão desse voto e da proclamação do presidente do STF, ministro Edson Fachin.

O que o setor teme

As operadoras de planos de saúde classificaram o julgamento como um divisor de águas. Em manifesto recente, elas alertaram que uma decisão contrária pode provocar falências de pequenas e médias empresas e aumento de custos para os consumidores.

Além disso, argumentam que a aplicação retroativa do Estatuto traria insegurança jurídica e desequilíbrio econômico no sistema.

Por outro lado, entidades de defesa do consumidor defendem que o reajuste por idade viola o princípio da dignidade da pessoa idosa. Para essas organizações, o aumento aplicado após os 60 anos é injusto e discriminatório, especialmente em contratos mantidos por décadas.

Decisões anteriores do STF

Em outubro, o Supremo decidiu por maioria de 7 a 2 que a regra que impede o aumento de mensalidades para quem completa 60 anos também se aplica a contratos antigos. Essa decisão ocorreu no julgamento do Recurso Extraordinário (RE nº 630852), com repercussão geral reconhecida (Tema 381).

Contudo, o resultado ainda não foi oficializado, pois o ministro Edson Fachin aguardou o desfecho da ADC 90 para proclamar a decisão conjunta.

Assim, o julgamento atual servirá para definir um entendimento único sobre o tema e encerrar anos de disputas judiciais entre operadoras e beneficiários.

Impacto para o consumidor

A decisão do STF vai estabelecer o marco jurídico sobre reajustes por faixa etária. Caso o tribunal decida pela aplicação do Estatuto do Idoso em todos os contratos, milhares de usuários poderão pedir revisão de valores e reembolso de cobranças indevidas.

Em contrapartida, se o entendimento for favorável às operadoras, os reajustes por idade continuarão válidos nos contratos firmados antes de 2003.

De qualquer forma, o julgamento definirá o futuro das relações entre empresas e consumidores no mercado de planos de saúde.

Expectativa para o desfecho no Supremo

O julgamento do STF é acompanhado de perto por consumidores, juristas e operadoras. A decisão final deve equilibrar a proteção dos direitos dos idosos e a sustentabilidade financeira do setor.

Além disso, o resultado pode influenciar outros processos judiciais em andamento e estabelecer um precedente duradouro para o sistema de saúde suplementar no Brasil.

Fonte: Metropoles

Governo já proibiu seis marcas de café em 2025

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Imagem editorial mostra sacos de café e embalagens de seis marcas proibidas pela Anvisa em 2025, com selo vermelho “PROIBIDO” e fundo com o logotipo da Anvisa.
Seis marcas de café foram retiradas do mercado em 2025 após inspeções da Anvisa e do Ministério da Agricultura por irregularidades sanitárias.

O governo federal decidiu proibir seis marcas de café e “bebidas sabor café” em 2025. Essa proibição de marcas de café pela Anvisa veio após fiscalizações da Anvisa com o Ministério da Agricultura e autoridades estaduais.
Durante as inspeções, os fiscais constataram substâncias tóxicas, selos falsificados e falhas graves nas fábricas. Como resultado, algumas marcas foram classificadas como “café fake”, pois não continham grãos de café de verdade.

Além disso, as interdições mostraram um aumento no rigor da fiscalização de produtos alimentícios, o que reforça o cuidado com a segurança alimentar no país.

As marcas vetadas pela Anvisa

Cafés ou ‘bebidas sabor café’ proibidos pelo governo federal em 2025 — Foto: Reprodução

Em 2025, as seguintes marcas foram proibidas:

  • Melissa – pó para preparo de bebida sabor café (junho/2025);

  • Pingo Preto – pó para preparo de bebida sabor café (junho/2025);

  • Oficial do Brasil – bebida sabor café (junho/2025);

  • Café Câmara – (setembro/2025);

  • Fellow Criativo (Cafellow) – pó para preparo de café (outubro/2025);

  • Vibe Coffee – todos os produtos da marca (novembro/2025).

Essas empresas enfrentam sanções administrativas e proibição de comercialização, enquanto novas análises laboratoriais seguem em andamento.

Principais irregularidades encontradas

Segundo a Anvisa, os produtos Melissa, Pingo Preto e Oficial continham ocratoxina A, uma toxina perigosa para o consumo humano.
Além disso, os rótulos indicavam ingredientes inexistentes, como “polpa de café”. Na prática, porém, eram feitos com resíduos e grãos crus.
Por essa razão, o Ministério da Agricultura classificou os produtos como “lixo da lavoura” e determinou sua retirada imediata do mercado.

O caso do Café Câmara foi ainda mais grave. As análises revelaram fragmentos semelhantes a vidro e o uso indevido do selo de pureza da Abic, o que caracteriza falsificação.
Logo depois, a Cafellow, responsável pelo produto Fellow Criativo, também entrou na lista de proibições. O café continha extrato de cogumelo Agaricus Bisporus, ingrediente sem aprovação para uso em alimentos.
Além disso, a empresa fazia promessas de controle de insulina e redução do colesterol, o que viola a legislação sanitária.

Por fim, a Vibe Coffee, sediada no Espírito Santo, foi suspensa por falta de licença sanitária, ausência de registro dos produtos, falhas nas boas práticas de fabricação e condições precárias de higiene.
Dessa forma, o governo determinou o cancelamento temporário da produção até que as adequações sejam concluídas.

O que disseram as empresas envolvidas

A Cafellow confirmou que interrompeu as vendas e informou estar regularizando o produto na Anvisa.
A Vibe Coffee alegou que ela mesma solicitou a inspeção, com o objetivo de obter o alvará sanitário.
Após a vistoria, a marca afirmou ter suspenso voluntariamente as atividades para reformar e adequar as instalações.

Enquanto isso, a Duas Marias, fabricante da Melissa, explicou que o produto é uma mistura alternativa legalmente permitida, e que não se apresenta como café puro.
Por outro lado, as marcas Pingo Preto e Oficial não responderam aos questionamentos. O Café Câmara também não foi localizado.

Como reconhecer o café verdadeiro

De acordo com a legislação brasileira, o café legítimo deve conter somente grãos de café torrado e moído.
Embora a lei permita até 1% de impurezas naturais, como galhos ou cascas, ela proíbe qualquer adição de outros grãos, como milho, trigo ou cevada.
Do mesmo modo, é ilegal o uso de corantes, açúcar, caramelo ou borra reaproveitada.

Portanto, o consumidor deve verificar o selo de pureza da Abic, ler os rótulos com atenção e evitar produtos que usem expressões vagas, como “sabor café” ou “mistura especial”.
Esses cuidados ajudam a garantir segurança e autenticidade no consumo diário.

Reflexos da decisão

As interdições reforçam a importância da fiscalização sanitária no Brasil.
Com medidas como essa, o governo protege o consumidor, estimula a transparência e mantém o padrão de qualidade do café brasileiro.
Além disso, a ação serve como alerta para empresas do setor, que devem seguir rigorosamente as normas da Anvisa para continuar no mercado.

Fonte: G1

Tem Superlua nesta quarta, a penúltima do ano

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Superlua de novembro aparece gigante e mais brilhante no céu brasileiro, com silhuetas de árvores em primeiro plano
A penúltima Superlua do ano promete encantar observadores em todo o Brasil com 30% mais brilho nesta quarta-feira, 5 de novembro.

A Superlua de novembro poderá ser observada nesta quarta-feira, dia 5, em todas as regiões do Brasil. O fenômeno deixará o satélite 30% mais brilhante e 14% maior que a Lua cheia comum. Trata-se da penúltima Superlua do ano, um espetáculo natural que deve emocionar quem gosta de olhar para o céu. Conclusivamente, quem presencia a Superlua de novembro certamente se encantará.

Esse brilho intenso ocorre porque a Lua estará no perigeu, ponto em que sua órbita fica mais próxima da Terra. Por causa dessa posição, o reflexo solar se torna mais forte e a luminosidade ganha destaque especial no céu noturno.

Melhor horário para observar

De acordo com o Observatório Nacional, o melhor momento para ver a Superlua será no início da noite.
Em São Paulo, ela deve surgir por volta das 18h45. Já em Belém, o fenômeno começa às 18h14. Por fim, em Recife, a Lua aparecerá às 17h28. Estejam atentos para essa Superlua de novembro resplandecer no céu.

Além disso, não é preciso nenhum equipamento especial para assistir ao espetáculo. Basta encontrar um local aberto, sem nuvens e com pouca iluminação artificial. Assim, o brilho será ainda mais nítido e a experiência, inesquecível.

Origem do termo “Superlua”

O termo “Superlua” foi criado pelo astrólogo Richard Nolle, em 1979. Desde então, a palavra ganhou o mundo e se popularizou entre astrônomos e curiosos. Por isso, milhões de pessoas aguardam ansiosamente cada edição do fenômeno para registrar fotos e vídeos do evento.

A última Superlua do ano

Segundo o calendário astronômico, após o evento desta quarta-feira, ainda haverá mais uma Superlua em 2025 — marcada para 4 de dezembro, uma quinta-feira. Essa será a última do ano e fechará um ciclo repleto de espetáculos celestes, como chuvas de meteoros e eclipses lunares.

Um convite à contemplação

Observar a Superlua é mais do que presenciar um fenômeno astronômico. É um convite à contemplação, à reconexão com a natureza e à admiração pelo universo. Por isso, a noite da Superlua de novembro proporciona mais do que um espetáculo; ela brinda uma experiência de introspecção. Além disso, o evento desperta a curiosidade científica e reforça a importância de preservar o equilíbrio do planeta e de valorizar os pequenos grandes momentos que a Terra oferece.

Fonte: Só Notícia Boa

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