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terça-feira, abril 28, 2026
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Apagão na nuvem da Amazon derruba apps e expõe fragilidade digital

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Apagão na nuvem da Amazon provoca pane global e afeta centenas de serviços digitais
Falha na infraestrutura da AWS derrubou mais de 500 empresas e expôs a dependência global de serviços de nuvem.

A Amazon Web Services (AWS), principal serviço de nuvem da Amazon, enfrentou uma pane global na manhã desta segunda-feira (20).
O problema derrubou aplicativos e plataformas digitais em vários países, inclusive no Brasil.

Entre os atingidos estão Snapchat, Alexa, PayPal, Zoom, Duolingo, Fortnite e Roblox.
Muitos usuários relataram falhas de conexão, lentidão e dificuldade de acesso.
De acordo com a agência Reuters, mais de 500 empresas foram prejudicadas pela falha.

Serviços essenciais ficaram fora do ar

A AWS é responsável por armazenar dados e oferecer hospedagem digital para empresas e governos.
Por isso, quando há uma interrupção, grande parte da internet sofre impactos imediatos.
Além disso, diversos sistemas corporativos dependem integralmente da estrutura da Amazon para operar.

Por volta das 8h (horário de Brasília), a companhia afirmou que já observava sinais de recuperação.
Segundo o comunicado, as equipes seguem trabalhando intensamente para restaurar totalmente os serviços afetados.

“Continuamos observando a recuperação na maioria das plataformas e manteremos atualizações constantes”, informou a empresa.

Dependência digital aumenta o risco de colapsos

Esse é o maior apagão desde o incidente da CrowdStrike, em julho de 2024, que paralisou hospitais, bancos e aeroportos em várias partes do mundo.
Com o avanço da digitalização, cada vez mais sistemas dependem de provedores de nuvem.
Como resultado, qualquer falha técnica pode provocar efeitos em cadeia, derrubando centenas de plataformas simultaneamente.

Especialistas alertam que a concentração de dados em poucos provedores torna a internet mais vulnerável.
Por isso, empresas devem diversificar seus servidores e criar planos de contingência para reduzir danos futuros.

Instabilidade se espalhou rapidamente

Logo após o início da falha, usuários de diferentes continentes relataram problemas de acesso.
Aplicativos de comunicação, jogos e serviços de pagamento ficaram inoperantes durante várias horas.
Consequentemente, a hashtag #AmazonDown passou a liderar os assuntos mais comentados nas redes sociais.

Além disso, plataformas de ensino e streaming também registraram quedas de conexão e perda temporária de dados.
A instabilidade reforçou a dependência mundial de grandes provedores de tecnologia.

Amazon tenta conter danos

Atualmente, a AWS lidera o mercado global de computação em nuvem ao lado de Google Cloud e Microsoft Azure.
Diante do novo apagão, a pressão sobre a Amazon aumentou significativamente.
Agora, a companhia precisa demonstrar que é capaz de garantir estabilidade e segurança a seus clientes.

Ao mesmo tempo, o episódio reacende o debate sobre a importância da descentralização da infraestrutura digital, especialmente em um mundo cada vez mais conectado e dependente da nuvem.

O colapso digital expõe a fragilidade da era da nuvem

O apagão na nuvem da Amazon revelou o quanto a conectividade mundial depende de poucos provedores.
Embora os sistemas estejam sendo restabelecidos, o episódio reforça a urgência de infraestruturas mais seguras e descentralizadas.
No fim das contas, quando a nuvem falha, o planeta inteiro sente o impacto.

O apagão na nuvem da Amazon expôs, mais uma vez, a fragilidade das bases tecnológicas globais.
Embora a recuperação esteja em andamento, o incidente deixa um alerta claro: a economia digital precisa se preparar melhor para o imprevisível.

No fim das contas, quando a nuvem apaga, o mundo inteiro sente os efeitos.

Fonte: G1

Carreta da Saúde da Mulher oferece exames gratuitos em Porto Velho

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Carreta da Saúde da Mulher em frente à Maternidade Mãe Esperança oferece atendimentos ginecológicos gratuitos em Porto Velho
Unidade móvel da saúde feminina realiza exames e consultas gratuitas em frente à Maternidade Mãe Esperança, com foco em prevenção e diagnóstico precoce.

A Carreta da Saúde da Mulher já está atendendo em frente à Maternidade Municipal Mãe Esperança, em Porto Velho. A unidade móvel realiza consultas e exames ginecológicos gratuitos, ampliando o acesso das mulheres aos serviços de saúde.

O projeto é resultado de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). Dessa forma, o principal objetivo é diagnosticar precocemente doenças como o câncer de mama e de colo do útero, além de reforçar a importância da prevenção e do cuidado contínuo.

Serviços disponíveis

Na carreta, as pacientes podem realizar mamografias, ultrassonografias transvaginais, exames de colo e mama, biópsias e consultas ginecológicas. Além disso, a equipe de atendimento está preparada para orientar sobre prevenção e acompanhamento médico.

Segundo a Semusa, o serviço funcionará por cerca de 30 dias, com média de 60 atendimentos diários. Assim, mais mulheres poderão atualizar seus exames e receber o acompanhamento necessário sem precisar se deslocar para outras unidades.

Como agendar o atendimento

Para ser atendida, a mulher precisa buscar um encaminhamento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Nesses locais, é possível confirmar o agendamento e verificar horários disponíveis. Além disso, o atendimento é prioritário para moradoras de Porto Velho que desejam realizar exames preventivos.

O processo é simples e rápido. Portanto, basta apresentar o encaminhamento e documento de identificação para garantir o atendimento gratuito.

Saúde preventiva como prioridade

A ação reforça a importância do autocuidado e da detecção precoce de doenças ginecológicas. Quando o diagnóstico é feito no início, as chances de cura aumentam significativamente. Por isso, a Prefeitura incentiva que todas as mulheres mantenham seus exames em dia.

Com essa iniciativa, o município demonstra comprometimento com a saúde pública e com o bem-estar feminino. Além disso, o projeto fortalece a rede de atenção à saúde da mulher e garante mais dignidade no acesso aos serviços especializados.

Fonte: G1 Rondônia

Cocaína rosa se espalha em festas e acende alerta de saúde

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Pó rosa sobre espelho com taça tombada e cartão dourado, simbolizando o contraste entre o luxo e os riscos da cocaína rosa.
Arte retrata o perigo da cocaína rosa, droga sintética associada ao falso glamour das festas e a graves riscos à saúde.

O que é a “cocaína rosa”

Conhecida também como “2C-B”, a cocaína rosa é uma droga sintética com efeito alucinógeno e estimulante. Ela tem se popularizado em festas de alto padrão e eventos eletrônicos.
Apesar do nome, não possui relação direta com a cocaína tradicional, pois é composta por substâncias químicas diferentes, derivadas da feniletilamina — a mesma base do ecstasy e do LSD.

Além disso, a coloração rosa e a aparência refinada são estratégias que conferem uma imagem de exclusividade e status, o que tem atraído especialmente o público jovem. Assim, o que parece inofensivo se transforma em uma ameaça real à saúde.

Efeitos e riscos à saúde

Comprimidos de MDMA, popularmente conhecidos como ecstasy, têm composição variável e alto risco de contaminação com outras drogas sintéticas. Imagem: Michiel Vaartjes / Shutterstock

Os efeitos da cocaína rosa surgem em poucos minutos. Entre eles estão aumento de energia, euforia, desinibição e alucinações visuais e auditivas.
No entanto, logo depois da euforia, aparecem reações adversas perigosas:

  • Aceleração cardíaca e hipertensão;

  • Ansiedade e crises de pânico;

  • Delírios e comportamento agressivo;

  • Risco de overdose e parada cardíaca.

Por consequência, especialistas alertam que o consumo, mesmo em pequenas doses, pode causar danos cerebrais irreversíveis.
Além disso, a mistura com álcool e outras substâncias potencializa os efeitos tóxicos, o que torna o uso ainda mais arriscado.

O falso glamour da droga

O apelo visual e o marketing ilegal em torno da cocaína rosa criam uma falsa sensação de luxo.
Entretanto, médicos e autoridades reforçam que não existe consumo seguro.
Em muitos casos, o produto vendido como “pink cocaine” contém misturas imprevisíveis de anfetaminas e anestésicos veterinários, o que aumenta o risco de intoxicação severa.

Por outro lado, o psiquiatra Dr. Carlos Pires, especialista em dependência química, destaca o impacto psicológico dessa droga:

“A cor e a estética da droga enganam. O usuário acredita estar em controle, mas a substância é altamente neurotóxica e pode causar danos permanentes no cérebro.”

Assim, a combinação de beleza, exclusividade e perigo cria um cenário de alerta para a saúde pública.

A expansão nas festas e apreensões no Brasil

A cocaína é a segunda droga mais consumida no mundo, segundo a ONU/Shutterstock
Foto PeopleImages.com – Yuri A

Nos últimos anos, a Polícia Federal e as polícias civis de diversos estados registraram aumento expressivo nas apreensões da droga.
Essas remessas vêm principalmente da Europa e da Colômbia, chegando ao Brasil por rotas ligadas ao tráfico internacional.

Enquanto isso, o Departamento de Polícia Federal alertou, em relatórios recentes, que a substância vem sendo distribuída em eventos fechados e festas privadas, especialmente nas regiões Sudeste e Sul do país.
Além disso, as redes sociais têm sido utilizadas para promover o produto com promessas de experiências “sensorialmente intensas”, mascarando o real perigo que ele representa.

Alerta final: o glamour que esconde o perigo

A cocaína rosa representa, portanto, um novo desafio de saúde pública, unindo aparência sofisticada e alto poder destrutivo.
Apesar do tom de luxo que cerca seu consumo, trata-se de uma droga sintética perigosa, sem controle de composição e com efeitos potencialmente fatais.

Dessa forma, o combate ao seu uso depende de informação, prevenção e diálogo aberto.

A busca por prazer imediato não pode custar a vida.

Fonte: Olhar Digital

Polícia Militar de Rondônia forma novos oficiais

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Oficiais formados pela Polícia Militar de Rondônia posam em formação durante cerimônia no Quartel do Comando-Geral, simbolizando o reforço à segurança pública.
Governo de Rondônia investe R$ 2,9 milhões na formação de novos oficiais e fortalece a liderança da Polícia Militar.

A Polícia Militar de Rondônia (PMRO) ganhou um importante reforço com a formatura de 24 novos oficiais do III Curso de Formação de Oficiais (CFO 2024/2025). A cerimônia, realizada no Quartel do Comando-Geral da PM, em Porto Velho, marcou o fim de dois anos de capacitação e o início de uma nova fase na corporação. Além disso, o Governo de Rondônia investiu R$ 2,9 milhões em estrutura, bolsas e formação técnica.

A turma recebeu o nome de “Coronel Marcos Rocha”, em homenagem ao governador, que participou da solenidade e recebeu uma placa de reconhecimento pela dedicação à corporação.

Formação de alto nível e foco técnico

Durante o curso, os cadetes tiveram 3.600 horas-aula em regime semi-internato, com 88 disciplinas voltadas à gestão pública, ao direito, à estratégia e ao treinamento operacional. Pela primeira vez, a PMRO exigiu que os candidatos fossem bacharéis em Direito, o que elevou o padrão técnico e jurídico da formação.

O oficial PM Campanha, primeiro colocado com média 97,97, representou a turma e destacou o compromisso dos formandos.

“Foram quase dois anos de aprendizado e superação. Cada ensinamento nos preparou para aplicar a lei com justiça e humanidade”, afirmou.

Investimento que valoriza e fortalece

O governador Marcos Rocha ressaltou que o investimento reforça o compromisso do Estado com a segurança.

“Destinamos mais de R$ 2,9 milhões para o curso, desde a infraestrutura até a remuneração dos instrutores. Essa ação garante líderes éticos, justos e preparados para proteger Rondônia”, disse.

Por outro lado, o comandante-geral da PMRO, coronel Régis Braguin, afirmou que o curso é um marco na história da instituição.

“Esses novos oficiais ampliam a capacidade de comando e gestão da PM. É o resultado de uma política de valorização contínua iniciada em 2019”, destacou.

Dessa forma, o evento marcou mais um passo na consolidação de uma polícia moderna e preparada para enfrentar os desafios da segurança pública.

Gestão moderna e integração entre forças

O secretário de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Felipe Vital, destacou que o avanço da segurança pública é fruto de integração, inteligência e investimento constante.

“A formação desses novos oficiais reflete o trabalho que o Governo de Rondônia vem fazendo desde 2019. Eles chegam para somar ao efetivo que atua nas ruas, com mais preparo e eficiência”, ressaltou.

Com isso, os formandos passam à condição de aspirantes a oficial, etapa anterior à promoção de segundo-tenente. Assim, essa nova geração de líderes representa o compromisso do governo estadual com uma Polícia Militar moderna, humana e preparada para proteger a população.

Fonte: Governo de Rondônia

Vacina contra HPV reduz casos de câncer de colo de útero em 58% no Brasil

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Mulher jovem sorrindo sobre fundo azul e lilás com ícones de DNA e vacina, representando a redução de 58% nos casos de câncer de colo de útero com a imunização no Brasil.
Estudo confirma: a vacina contra o HPV reduziu em 58% os casos de câncer de colo de útero no Brasil, reforçando a importância da imunização.

A vacina contra o HPV (Papilomavírus Humano) está mudando o cenário da saúde feminina no Brasil. De acordo com um estudo recente, os casos de câncer de colo de útero caíram 58% nas regiões com maior cobertura vacinal. O resultado comprova que a imunização é uma das ferramentas mais eficazes de prevenção e representa um avanço expressivo na saúde pública.

O impacto da vacinação no país

Ao longo de mais de uma década, pesquisadores analisaram dados de várias regiões brasileiras. Como resultado, observaram uma redução contínua na incidência da doença, especialmente entre jovens vacinadas entre 9 e 14 anos.

Além disso, o estudo destacou que o HPV é responsável por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo. Dessa forma, a vacina atua diretamente contra os tipos mais perigosos do vírus, prevenindo o desenvolvimento da doença antes mesmo que ela apareça.

Ciência e prevenção salvando vidas

Segundo especialistas, os números reforçam o impacto positivo da imunização. De fato, a vacinação em massa tem salvado milhares de vidas. “Essa é uma vitória da ciência e da prevenção. Quanto mais pessoas forem vacinadas, menor será o risco de novas gerações enfrentarem o câncer de colo de útero”, afirmam os pesquisadores.

Portanto, o avanço deve servir de estímulo para fortalecer as campanhas nacionais. Ainda assim, o país enfrenta desafios importantes, como a desinformação e a baixa adesão entre adolescentes. Em várias regiões, a cobertura vacinal segue abaixo do esperado, o que reforça a necessidade de mais informação e incentivo.

Desafios e próximos passos

Diante dos resultados, o Ministério da Saúde planeja intensificar as ações nas escolas e ampliar o público-alvo. Além das meninas, meninos também devem ser vacinados, já que são transmissores do vírus e podem desenvolver outros tipos de câncer relacionados ao HPV.

Com esse avanço, o Brasil se aproxima da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS), que pretende eliminar o câncer de colo do útero como problema de saúde pública até 2030. Para alcançar esse objetivo, é essencial manter campanhas contínuas e uma comunicação clara com a população.

Um alerta para a conscientização

Atualmente, a vacinação gratuita está disponível pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Além disso, o exame preventivo (Papanicolau) continua sendo um complemento essencial. Juntos, vacina e prevenção formam o duplo escudo contra o câncer de colo do útero.

Por isso, especialistas reforçam: vacinar é um ato de amor, proteção e responsabilidade com o futuro.

Fonte: Só Notícia Boa

Mega-Sena pode pagar R$ 48 milhões neste sábado

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Capa ilustrativa da TVdoPOVO.com destaca o prêmio de R$ 48 milhões que a Mega-Sena pode pagar neste sábado (18).
Cartela da Mega-Sena em destaque com prêmio de R$ 48 milhões neste sábado

O concurso 2.929 da Mega-Sena promete movimentar o país neste sábado (18). O sorteio acontece às 20h (horário de Brasília), em São Paulo, e pode premiar quem acertar as seis dezenas com R$ 48 milhões.

Na quinta-feira (16), nenhum apostador ganhou o prêmio principal, o que fez o valor acumular e aumentar o interesse dos jogadores.

Como apostar na Mega-Sena

Quem quiser tentar a sorte pode fazer as apostas até as 19h em qualquer lotérica do país. Outra opção é apostar online pelo site ou aplicativo das Loterias Caixa, disponíveis em computadores e celulares.

O valor mínimo para jogar é de R$ 6 em uma aposta simples com seis dezenas. Além disso, o jogador deve ter 18 anos ou mais. O pagamento pode ser feito com PIX, cartão de crédito ou débito.

A Mega-Sena realiza sorteios três vezes por semana — às terças, quintas e sábados — o que mantém o interesse do público constante.

Probabilidade de ganhar

As chances de acertar variam conforme o número de dezenas escolhidas:

  • Aposta simples (6 dezenas): 1 em 50.063.860.

  • Aposta máxima (20 dezenas): 1 em 1.292, com custo de R$ 232.560,00.

Esses números mostram como o prêmio é desafiador, mas ainda assim atraente para milhões de apostadores. Os dados são da Caixa Econômica Federal, responsável pela administração das loterias.

Acompanhe o sorteio ao vivo

Os resultados podem ser acompanhados ao vivo no canal oficial da Caixa no YouTube ou em transmissões de veículos de comunicação. Logo após o sorteio, o site das Loterias Caixa divulga as dezenas sorteadas e o número de ganhadores.

Tradição e expectativa

A Mega-Sena continua sendo a loteria mais popular do Brasil. A cada concurso, milhões de pessoas se reúnem em bolões, fazem apostas de última hora e renovam a esperança de mudar de vida.

Com o prêmio estimado em R$ 48 milhões, o clima deste sábado é de expectativa e sonho — afinal, uma aposta simples pode transformar um jogador em milionário da noite para o dia.

Fonte: G1

Augusto Pellucio e Chirlany Mendanha tomam posse no Conselho Estadual de Educação de Rondônia

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Professores Augusto Pellucio e Chirlany Mendanha durante posse no Conselho Estadual de Educação de Rondônia
A posse de Augusto Pellucio e Chirlany Mendanha reforça o compromisso do Estado com a qualidade e o desenvolvimento da educação em Rondônia.

Posse consolida liderança e experiência no CEE/RO

Os professores Augusto Pellucio e Chirlany Mendanha tomaram posse nesta sexta-feira (17) como novos membros do Conselho Estadual de Educação de Rondônia (CEE/RO). A cerimônia simboliza o reconhecimento da trajetória de ambos e o compromisso com o fortalecimento das políticas públicas de ensino no Estado.

A nomeação foi oficializada pelo governador de Rondônia, por meio do Decreto nº 30.745, publicado no Diário Oficial nº 195. O ato reafirma a confiança na competência dos novos conselheiros e na contribuição que trarão para o desenvolvimento educacional de Rondônia.

Conselho tem papel estratégico na educação do Estado

O Conselho Estadual de Educação de Rondônia é responsável por regular e normatizar o Sistema Estadual de Ensino. O órgão tem função essencial na definição de políticas e diretrizes que impactam diretamente escolas públicas e privadas.

A solenidade foi conduzida pelo presidente do CEE/RO, professor Horácio Guedes, com acompanhamento da secretária professora Emília Silva. Ambos destacaram a importância da integração entre instituições e redes para promover uma educação mais conectada e moderna.

Augusto Pellucio representa tradição e inovação

Durante a posse, Augusto Pellucio ressaltou o orgulho de contribuir novamente com a educação do Estado.

“É um privilégio e uma honra voltar a servir ao Conselho, contribuindo para o desenvolvimento da educação em Rondônia. Acredito que a integração entre o setor público e o privado é essencial para promover avanços reais no sistema educacional”, afirmou.

O professor esteve acompanhado do pai, empresário Milton Pellucio, fundador do Grupo Sapiens e referência pioneira na educação rondoniense. O grupo completa 45 anos de história em 2025, celebrando milhares de profissionais formados e uma trajetória marcada pela inovação no ensino.

Chirlany Mendanha fortalece a educação técnica e superior

A professora Chirlany Mendanha, mestre em Desenvolvimento Regional e diretora acadêmica da UniSapiens, também retorna ao colegiado. A instituição sob sua gestão reúne mais de 3 mil alunos e 20 cursos de graduação.

“O Conselho tem um papel essencial na qualidade e no futuro da educação em nosso Estado. É uma honra retornar a esse espaço e contribuir com políticas que valorizem a prática e a formação para o trabalho”, destacou.

Chirlany assumirá também funções na Câmara de Educação Profissional, com foco em aproximar a formação técnica e superior das demandas do mercado.

CEE/RO reforça compromisso com uma educação plural

A nova composição do Conselho Estadual de Educação de Rondônia reafirma o compromisso com uma educação plural, colaborativa e voltada para o futuro. A posse de Augusto Pellucio e Chirlany Mendanha fortalece o diálogo entre o setor público, privado e acadêmico, criando pontes para o desenvolvimento humano e social do Estado.

China usa domínio sobre terras raras e pressiona Trump na guerra comercial

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Xi Jinping e Donald Trump frente a frente com explosão metálica ao centro, simbolizando disputa pelas terras raras na guerra comercial
Arte da TVdoPOVO.com mostra o confronto simbólico entre China e Estados Unidos após restrição chinesa às exportações de minerais estratégicos.

A recente decisão da China de restringir exportações de terras raras reacendeu a disputa comercial com os Estados Unidos e revelou um ponto sensível na estratégia econômica do governo Trump. O anúncio, feito pelo Ministério do Comércio chinês no Anúncio nº 62 de 2025, surpreendeu investidores e interrompeu a breve trégua tarifária entre as duas maiores potências do planeta.

A medida amplia o controle de Pequim sobre um setor essencial para a indústria global de tecnologia e defesa. As terras raras — grupo de 17 elementos químicos, como neodímio, lantânio e ítrio — são fundamentais na produção de smartphones, painéis solares, carros elétricos e caças militares. Um F-35, por exemplo, utiliza mais de 400 quilos desses minerais em seus motores, radares e revestimentos furtivos.

Dependência global e poder estratégico

Com quase o monopólio da extração e do refino, a China domina o fornecimento mundial desses materiais. Segundo a consultoria Newland Global Group, o país responde por cerca de 70% da produção global, o que o torna praticamente insubstituível no curto prazo.

De acordo com o professor Naoise McDonagh, da Universidade Edith Cowan, “essas restrições abalam o sistema ao atingir vulnerabilidades das cadeias de suprimento americanas”. Além disso, a pesquisadora Marina Zhang, da Universidade de Tecnologia de Sydney, destacou que a China está “anos à frente dos concorrentes” em pesquisa e desenvolvimento, o que reforça seu poder estratégico.

Em resposta, o presidente americano Donald Trump ameaçou impor tarifas adicionais de até 100% sobre produtos chineses, intensificando novamente o clima de tensão diplomática.

Impacto e reação internacional

As novas regras obrigam empresas estrangeiras a obter autorização do governo chinês para exportar produtos que contenham terras raras, mesmo em pequenas quantidades. Por isso, a medida é vista como uma arma de negociação, capaz de alterar o equilíbrio comercial entre Washington e Pequim.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, reagiu duramente:

“Eles apontaram uma bazuca para as cadeias de suprimentos e a base industrial do mundo livre. Não vamos permitir isso.”

Apesar do tom de confronto, Bessent afirmou que ainda existe espaço para diálogo. Em contrapartida, o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, reforçou que “ambos os lados devem manter comunicação efetiva e resolver divergências com responsabilidade”.

Brasil e o papel nas reservas globais

O Brasil também aparece nesse tabuleiro estratégico. O relatório U.S. Mineral Commodity Summaries indica que o país possui 23% das reservas conhecidas de terras raras no planeta. Entretanto, o país ainda responde por menos de 1% da produção mundial, o que demonstra o potencial inexplorado.

Segundo o professor Sidney Ribeiro, da Unesp, a exploração de novas reservas precisa ser equilibrada com a preservação ambiental, já que boa parte desses minérios está localizada na Amazônia. Além disso, ele destaca que a extração de terras raras é cara e envolve riscos radioativos, o que exige investimentos em tecnologia limpa.

O peso simbólico das terras raras

Embora as terras raras representem menos de 0,1% do PIB chinês, o impacto geopolítico é gigantesco. Conforme a pesquisadora Sophia Kalantzakos, da Universidade de Nova York, “o valor estratégico desses minerais dá à China um poder de pressão inigualável nas negociações com os EUA”.

Dessa forma, ao restringir o acesso a esses elementos, Pequim encontrou seu instrumento mais eficaz de curto prazo para pressionar Washington e consolidar uma vantagem em uma guerra comercial cada vez mais tecnológica. Ainda que os Estados Unidos tentem diversificar suas fontes de fornecimento, a China continua ditando o ritmo da disputa global.

Fonte: G1

Aulão Acelero Enem prepara jovens de Rondônia para o Enem 2025

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Aulão Acelero Enem reúne 600 estudantes na Assembleia Legislativa de Rondônia em evento gratuito que celebra os 42 anos da Alero e prepara jovens para o Enem 2025.
Acelero Enem acontece neste domingo (19) na Alero e reúne centenas de estudantes em preparação para o Enem 2025.

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) realiza neste domingo (19) o Acelero Enem, um grande aulão gratuito que deve reunir 600 estudantes no auditório da Casa, em Porto Velho. O evento integra as comemorações pelos 42 anos da Alero e busca intensificar a preparação dos jovens para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O encontro acontecerá das 8h às 13h, com revisões dinâmicas e conteúdos focados nas áreas cobradas pelo exame. Durante o aulão, professores experientes apresentarão dicas práticas, resolução de questões e estratégias para aprimorar o desempenho nas provas objetivas e na redação. Dessa forma, os estudantes terão a oportunidade de consolidar o aprendizado e aumentar a confiança antes do exame.

Educação que transforma vidas

A ação, desenvolvida pela Alero em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), reforça o compromisso da instituição com a democratização do conhecimento. Além de promover a igualdade de oportunidades, o projeto incentiva o protagonismo juvenil e amplia o acesso a uma educação pública de qualidade.

Como o evento é totalmente gratuito e acessível em Libras, pessoas com deficiência auditiva também poderão participar. Além disso, as inscrições estão disponíveis no site da Escola do Legislativo de Rondônia (Elero), de maneira simples e rápida.

Aulão reúne conteúdo, interação e incentivo

Durante o aulão, os participantes terão acesso a revisões de Biologia, Física, Química, Matemática, História e Redação, todas conduzidas por professores especializados. Ao longo das atividades, eles vão destacar os temas mais recorrentes do Enem, apresentar exemplos práticos e compartilhar estratégias para otimizar o tempo de prova.

Com isso, o projeto Acelero Enem cria um ambiente de aprendizado motivador, que une conhecimento, inclusão e incentivo emocional. Além disso, o evento reforça a importância de políticas públicas que valorizam o estudante e acreditam no poder transformador da educação.

Investimento no futuro dos jovens

De acordo com a direção da Assembleia, o Acelero Enem representa muito mais que uma revisão de conteúdos. Ele simboliza a confiança da Alero no potencial da juventude e reafirma o papel da instituição no incentivo ao crescimento intelectual e social de Rondônia.

“Nosso papel é oferecer ferramentas que ajudem esses estudantes a conquistarem o sonho da universidade. Educação é a base da transformação social”, afirmou a equipe da Escola do Legislativo.

Fonte: Alero

1,7 milhão de brasileiros têm nos aplicativos sua principal fonte de renda

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Motorista e entregador simbolizam os 1,7 milhão de brasileiros que têm nos aplicativos sua principal fonte de renda, segundo o IBGE.
O levantamento do IBGE mostra o avanço do trabalho digital e o crescimento da informalidade no Brasil.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que 1,7 milhão de brasileiros têm nos aplicativos sua principal fonte de renda. A pesquisa inédita mostra o avanço expressivo das plataformas digitais na economia do país, especialmente entre motoristas de transporte individual e entregadores de comida.

O levantamento, feito pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), indica que o trabalho mediado por aplicativos tornou-se uma alternativa de sobrevivência e, ao mesmo tempo, um símbolo da nova informalidade urbana.

Motoristas e entregadores dominam o trabalho digital

Dos 1,7 milhão de trabalhadores que dependem de aplicativos, 58,3% atuam no transporte de passageiros, enquanto 41,7% realizam entregas. A pesquisa mostra que esses profissionais estão presentes em todas as regiões do país, com maior concentração nos centros urbanos.

O IBGE destacou que o trabalho por aplicativo oferece flexibilidade, mas também impõe desafios, como a ausência de garantias trabalhistas e previdenciárias. Apesar disso, muitos brasileiros veem nesse modelo uma oportunidade de autonomia financeira em meio à escassez de empregos formais.

Perfil socioeconômico e desigualdade persistente

A maioria dos trabalhadores de aplicativos é composta por homens jovens, com ensino médio completo e inseridos em faixas de renda de até dois salários mínimos.
O estudo também revela diferenças regionais: Nordeste e Sudeste concentram o maior número de trabalhadores, refletindo desigualdades estruturais no mercado de trabalho brasileiro.

Para o IBGE, o fenômeno evidencia a transformação do emprego tradicional e a expansão de novas formas de trabalho autônomo, impulsionadas pela tecnologia e pela conectividade móvel.

Economia digital cresce, mas proteção social não acompanha

O crescimento do trabalho digital evidencia uma contradição: enquanto a economia se digitaliza, as leis trabalhistas permanecem defasadas.
Especialistas apontam que a falta de regulamentação específica para profissionais de aplicativos aumenta a vulnerabilidade social e amplia a dependência econômica desses trabalhadores.

O IBGE ressalta que, apesar do dinamismo do setor, mais da metade dos trabalhadores não contribui para a Previdência Social, o que os deixa desprotegidos em casos de acidentes ou doença.

Um retrato do novo Brasil do trabalho

O relatório do IBGE é mais do que um retrato estatístico: é um espelho do novo Brasil do trabalho, em que milhões de pessoas encontram na tecnologia uma ponte entre desemprego e sobrevivência.
A expansão dos aplicativos redefine o conceito de ocupação, mas também traz à tona o debate sobre dignidade, direitos e futuro do trabalho.

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