back to top
sábado, outubro 31, 2026
Início Site Página 119

Empresa dos EUA compra única mina de terras-raras do Brasil

0
Mina de terras-raras do Brasil
Vista aérea da planta da Serra Verde, em Goiás, alvo de aquisição bilionária no setor de terras-raras.

A mina de terras-raras do Brasil entrou no centro do noticiário econômico e geopolítico depois que a empresa norte-americana USA Rare Earth anunciou a compra de 100% do Grupo Serra Verde, em Goiás, por US$ 2,8 bilhões. O negócio envolve a operação de Pela Ema, apontada pela companhia como um ativo estratégico fora da Ásia.

A operação reforça o peso internacional da mina de terras-raras do Brasil num momento em que governos e indústrias disputam fornecedores de minerais essenciais para veículos elétricos, turbinas eólicas, eletrônicos e tecnologias de defesa. Segundo o material divulgado, a conclusão depende de aprovações regulatórias e deve ocorrer no 3º trimestre de 2026.

Valor do negócio
US$ 2,8 bi
Aquisição bilionária anunciada pela USA Rare Earth para assumir a operação em Goiás.
Ativo comprado
Serra Verde
Grupo que explora terras-raras em Goiás e opera a mina Pela Ema.
Fechamento previsto
3º tri 2026
Conclusão depende de aprovações regulatórias habituais.
Produção estimada
6.400 t/ano
Meta anual de TREO, segundo estimativas apresentadas pela empresa.

Por que a mina de terras-raras do Brasil ganhou peso global

De acordo com a USA Rare Earth, a mina de terras-raras do Brasil é tratada como um ativo singular porque seria a única produtora fora da Ásia com capacidade de fornecer em escala os quatro elementos magnéticos de terras-raras, além de outros materiais relevantes, como o ítrio. Esse argumento ajuda a explicar a dimensão estratégica do acordo.

O comunicado também afirma que a Serra Verde já mantém um contrato de fornecimento de 15 anos para 100% da produção da fase 1 de neodímio, praseodímio, disprósio e térbio. Para a compradora, a ideia é transformar a operação numa base integrada de fornecimento global de terras-raras, metais, óxidos e ímãs.

Linha do negócio
1
Produção iniciada
A operação entrou em produção em 2024 após investimento superior a US$ 1,1 bilhão.
2
Financiamento externo
A Serra Verde recebeu US$ 565 milhões da DFC, ligada ao governo dos EUA.
3
Compra anunciada
Em 20 de abril de 2026, a USA Rare Earth anunciou o acordo para comprar 100% do grupo.
4
Próxima etapa
A expectativa é concluir a aquisição no 3º trimestre, após o aval regulatório.

O que a operação revela sobre mercado e geopolítica

A nova fase da mina de terras-raras do Brasil não se limita à mineração em si. A empresa projeta produção anual de 6.400 toneladas métricas de TREO e um EBITDA anualizado entre US$ 550 milhões e US$ 650 milhões até o fim de 2027. Ainda segundo a nota, a Serra Verde poderá responder por mais de 50% do fornecimento de elementos pesados fora da China até 2027.

Esse dado ganha relevância porque o texto lembra que 70% das terras-raras usadas hoje vêm de minas chinesas. Nesse cenário, a mina de terras-raras do Brasil passa a ser lida como peça importante na tentativa ocidental de diversificar cadeias de suprimento consideradas críticas para a economia e para a defesa.

Eixo industrial
Cadeia de suprimento

A compradora quer integrar extração, óxidos, metais e ímãs para reduzir dependência externa em setores de alta tecnologia.

Eixo diplomático
Pressão por minerais

O debate sobre terras-raras também envolve pressão dos EUA, resistência brasileira e discussão sobre soberania mineral.

Eixo político
Terrabras no radar

O governo Lula avalia a criação de uma estatal para exploração desses minerais, o que amplia a dimensão estratégica do tema.

Por que a mina de terras-raras do Brasil interessa a vários setores

O interesse em torno da mina de terras-raras do Brasil cresce porque esses 17 elementos químicos têm presença discreta, mas decisiva, em produtos e sistemas modernos. Eles aparecem em smartphones, câmeras digitais e LEDs, mas o uso mais estratégico está na fabricação de ímãs permanentes de alta potência.

Esses materiais também são considerados essenciais para veículos elétricos, turbinas eólicas, aviões de caça, submarinos e telêmetros a laser. Por isso, a mina de terras-raras do Brasil passa a ter valor não apenas econômico, mas também industrial, energético e estratégico.

Onde esses minerais entram
Eletrônicos
Componentes de celulares, câmeras e sistemas que exigem miniaturização com alto desempenho.
Energia
Ímãs permanentes ajudam a viabilizar turbinas eólicas e motores ligados à transição energética.
Defesa
Aplicações em sistemas militares tornam o fornecimento desses minerais tema sensível para governos.

No curto prazo, o anúncio marca uma virada empresarial relevante para a mina de terras-raras do Brasil. No médio prazo, o movimento pode influenciar debates sobre investimento estrangeiro, política mineral, agregação de valor e soberania sobre recursos estratégicos no país.

Com isso, a mina de terras-raras do Brasil deixa de ser apenas uma operação mineral em Goiás e passa a ocupar espaço central numa disputa que mistura indústria, diplomacia, energia e segurança econômica global.

Fonte da notícia: Poder360

Motta acelera processo e CCJ deve votar PEC da escala 6×1 na quarta

0
pec da escala 6x1
Arte de capa mostra a pressão pelo fim da escala 6x1 e o avanço da PEC na Câmara dos Deputados

PEC da escala 6×1 entra em uma nova etapa na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (22), quando a Comissão de Constituição e Justiça deve analisar a admissibilidade da proposta. A decisão foi marcada pelo presidente da Casa, Hugo Motta, em meio à pressão política em torno da discussão sobre a jornada de trabalho no país.

Na semana passada, a votação havia sido adiada após um pedido de vista. Agora, com o retorno do tema à pauta, a expectativa é que a comissão avalie se os textos podem seguir tramitando. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), já apresentou parecer favorável à continuidade da análise, ao afirmar que não há impedimento constitucional para o andamento das propostas.

O que estará em análise na quarta

Data
Quarta-feira (22)
A reunião da CCJ recoloca a PEC da escala 6×1 no centro da pauta legislativa.
Análise
Admissibilidade
Nesta fase, os deputados verificam se os textos podem tramitar constitucionalmente.
Relator
Paulo Azi
O parecer já foi apresentado e recomenda a continuidade das propostas.
Se passar
Vai para nova fase
A PEC da escala 6×1 segue para comissão especial antes de chegar ao plenário.

PEC da escala 6×1 volta à pauta da CCJ após adiamento

A retomada da votação ocorre depois de um freio na semana anterior, quando um pedido de vista suspendeu a deliberação. Com isso, o debate sobre a PEC da escala 6×1 ganhou mais visibilidade e passou a concentrar atenção de parlamentares, trabalhadores e setores econômicos que acompanham a possível mudança nas regras da jornada semanal.

O relatório de Paulo Azi considera que não existe obstáculo constitucional para a tramitação. Esse ponto é decisivo porque a CCJ não discute ainda o mérito final da proposta, mas define se ela pode avançar dentro do rito legislativo. Na prática, a votação desta quarta pode destravar formalmente a PEC da escala 6×1 e abrir uma nova frente de discussão na Câmara.

Linha do tempo da tramitação
1. Pedido de vista adia votação
A análise na CCJ foi suspensa na última semana e o texto não foi votado na ocasião.
2. Relator apresenta parecer
Paulo Azi vota pela admissibilidade e afirma que não há impedimento constitucional.
3. CCJ marca nova deliberação
Com a sessão desta quarta, a PEC da escala 6×1 pode seguir para comissão especial.

No relatório, Azi analisou duas propostas. A primeira é da deputada Erika Hilton, que prevê redução da jornada para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor. A segunda é do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que estabelece jornada de 36 horas semanais com transição de 10 anos.

Esse desenho mostra que a PEC da escala 6×1 se transformou em um guarda-chuva para diferentes caminhos de redução da jornada. Embora os textos tenham formatos distintos, ambos dialogam com o debate sobre reorganização do tempo de trabalho, impacto sobre a vida do trabalhador e necessidade de adaptação das empresas a um eventual novo modelo.

Proposta 1

Erika Hilton

Prevê redução da jornada para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para a nova regra entrar em vigor.

Proposta 2

Reginaldo Lopes

Reduz a jornada para 36 horas semanais e prevê uma transição mais longa, com implementação em 10 anos.

Se a comissão aprovar a admissibilidade, os textos seguem para uma comissão especial, onde o mérito será discutido com mais profundidade. Depois dessa etapa, a proposta ainda precisará passar pelo Plenário da Câmara. Por isso, a votação desta semana não encerra o debate, mas tem peso decisivo no avanço da PEC da escala 6×1.

Ao colocar o tema novamente em pauta, Motta acelera um processo que vinha sendo acompanhado com expectativa. O resultado na CCJ mostrará se a PEC da escala 6×1 terá força para atravessar as próximas etapas formais e se o Congresso transformará a discussão sobre jornada semanal em uma agenda legislativa concreta nos próximos meses.

Próximos passos se a CCJ aprovar

Etapa 1
CCJ
Define a admissibilidade.
→
Etapa 2
Comissão especial
Analisa o mérito do texto.
→
Etapa 3
Plenário
Decide o avanço político da proposta.

Fonte da notícia: Band News

Transplante de membrana no SUS avança no tratamento de feridas

0
transplante de membrana no sus
Imagem ilustra atendimento hospitalar com coleta de glicemia, em contexto de avanço no tratamento de feridas em pacientes com diabetes no SUS.

Transplante de membrana no SUS passa a integrar o atendimento público para casos de diabetes e alterações oculares, ampliando o uso de uma tecnologia regenerativa já aplicada em outras situações clínicas. A confirmação foi divulgada em material que aponta a incorporação da membrana amniótica para o tratamento de feridas crônicas, pé diabético e lesões em estruturas dos olhos.

A expectativa informada é de beneficiar mais de 860 mil pacientes por ano. O tecido, coletado durante o parto e usado na medicina regenerativa, tem ação anti-inflamatória e cicatrizante. Com isso, a medida amplia o alcance terapêutico do SUS em quadros que exigem recuperação delicada, acompanhamento prolongado e menor risco de complicações.

Resumo rápido

O que muda

Nova tecnologia no SUS

A rede pública amplia o uso da membrana amniótica em tratamentos regenerativos.

Público estimado

860 mil pacientes por ano

Número citado no material para pessoas com feridas crônicas e alterações oculares.

Principais usos

Pé diabético e olhos

A aplicação envolve cicatrização em feridas persistentes e danos oculares complexos.

Potencial clínico

Recuperação acelerada

No pé diabético, o material aponta cicatrização até duas vezes mais rápida.

Como funciona o transplante de membrana no SUS

O transplante de membrana no SUS amplia a oferta de um recurso já conhecido na medicina regenerativa. A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e aproveitado em procedimentos médicos por suas propriedades cicatrizantes e anti-inflamatórias. Na prática, isso permite que a rede pública utilize um material biológico com potencial de reduzir complicações em feridas difíceis de fechar.

Tratamento de ferida em braço
Profissional de saúde faz curativo em ferida na mão de paciente, em imagem que representa avanço no tratamento regenerativo oferecido pelo SUS.

No caso do pé diabético, o avanço é especialmente relevante. Esse tipo de lesão costuma exigir cuidados contínuos, pode piorar com rapidez e representa um dos grandes desafios no acompanhamento de pessoas com diabetes. Segundo o material-base, o uso da membrana possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida do que a observada com curativos já existentes no mercado.

Impacto direto

Feridas crônicas: a tecnologia reforça a resposta do SUS em quadros persistentes, que exigem tratamento prolongado.

Pé diabético: o foco está em acelerar a cicatrização e reduzir o risco de agravamento clínico.

Olhos: o uso inclui queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea.

Rede pública: a medida amplia o acesso a tratamento regenerativo sem depender apenas da rede privada.

Aplicação também alcança alterações oculares

O transplante de membrana no SUS não se limita ao tratamento relacionado ao diabetes. O material informa que a tecnologia também será indicada em alterações oculares que envolvem pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, além de casos mais graves que afetam diretamente a córnea. Nesses quadros, a membrana ajuda na cicatrização e pode ainda contribuir para a redução da dor.

Modelo anatômico sendo explicado a paciente.
Profissional de saúde explica estrutura do olho durante consulta, em imagem que representa o uso terapêutico da membrana amniótica em casos oculares no SUS.

Entre as situações citadas estão glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea. O texto-base destaca que o curativo biológico também ajuda a reduzir o risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sobretudo quando os tratamentos convencionais não apresentam boa resposta. Esse ponto reforça o peso da medida no atendimento especializado.

Uso regenerativo já presente no SUS desde 2025 em queimaduras extensas

O que a incorporação sinaliza

Ao ampliar o transplante de membrana no SUS, o sistema público passa a oferecer uma resposta mais robusta para pacientes com lesões de difícil recuperação.

Além disso, a medida fortalece o atendimento em duas frentes sensíveis: o cuidado com complicações do diabetes e o tratamento de danos oculares que exigem intervenção especializada.

Outro dado importante é que a membrana amniótica já vinha sendo utilizada pelo SUS no tratamento de queimaduras extensas desde 2025. Agora, com a ampliação das indicações, a expectativa é consolidar esse recurso em novas linhas de cuidado. Isso dá ao sistema público uma ferramenta adicional para enfrentar casos complexos com maior possibilidade de recuperação funcional.

Com isso, o transplante de membrana no SUS se firma como uma novidade de forte impacto assistencial. A medida amplia o acesso da população a uma tecnologia regenerativa já reconhecida na prática clínica e reforça a capacidade do sistema público de atender pacientes com lesões crônicas, dor persistente e alto risco de agravamento.

Onde a tecnologia pode fazer diferença

Diabetes

Feridas persistentes

O uso da membrana reforça o cuidado com lesões que demoram a fechar e exigem acompanhamento contínuo.

Oftalmologia

Lesões complexas

A indicação inclui queimaduras, inflamações, perfurações e úlceras da córnea em casos delicados.

Recuperação

Menos complicações

O material destaca potencial de cicatrização acelerada e apoio na redução do risco de novas lesões. 

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

Governo mira 700 aberturas de mercado para o agro até o fim do ano

0
mercados abertos para o agro
Operação portuária com navio cargueiro, sacas e contêineres reforça o avanço das exportações do agronegócio brasileiro.

Mercados abertos para o agro podem chegar a 700 até o fim do ano, segundo a meta confirmada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. A estratégia do governo concentra esforços em negociações com países da Ásia, da África e da América Central, num movimento que busca ampliar a presença dos produtos brasileiros no comércio internacional.

O ritmo recente reforça essa projeção. Só na primeira quinzena de abril, o Brasil avançou em acordos para fornecer 29 produtos agropecuários a nove países: Arábia Saudita, Etiópia, Vietnã, El Salvador, Azerbaijão, Jordânia, Angola, Peru e Filipinas. Com isso, o total acumulado chegou a 594 mercados abertos desde 2023, número que o governo quer elevar para a marca de 700 até o fim de 2026.

Resumo rápido

Meta final
700
Objetivo declarado para as aberturas de mercado até o fim do ano.
Acumulado
594
Total de mercados abertos para o agronegócio brasileiro desde 2023.
Abril
29 produtos
Produtos com avanço nas negociações apenas na primeira quinzena do mês.
Novos destinos
9 países
Lista inclui mercados estratégicos para proteína, frutas e castanhas.

Meta de mercados abertos para o agro ganha força com novos acordos

O governo sustenta a projeção com base no desempenho recente das negociações. Desde o início do ano, o Brasil já fechou acordos com 59 novos parceiros. Segundo a pasta, o ritmo atual é quase três vezes superior ao registrado entre 2019 e 2022, quando foram conquistados 239 acessos em quatro anos. Agora, a leitura oficial é que há espaço para acelerar ainda mais esse processo.

Navio cargueiro recebe sacas suspensas por guindaste durante operação portuária de exportação agropecuária
Ilustração editorial mostra sacas sendo embarcadas em navio de carga, em cena que simboliza a expansão das exportações do agro brasileiro.
Países e frentes abertas
Expansão recente mira proteína, frutas e castanhas
Vietnã
Filipinas
Etiópia
El Salvador
Arábia Saudita
Angola

A ofensiva comercial inclui abertura de espaço para carnes bovina, suína e de aves, além da ampliação do acesso para frutas e da expectativa de novos avanços para castanhas. A lógica do governo é diversificar destinos e aproveitar nichos com demanda crescente por produtos brasileiros.

Entre os casos mais relevantes está o Vietnã, que liberou a entrada de miúdos bovinos e suínos, como coração, fígado e rins. O governo considera essa autorização uma das vitórias mais importantes do período por envolver um mercado com capacidade de absorção e um tipo de produto de menor consumo no Brasil, mas com valor comercial no exterior.

As Filipinas também concentraram avanços importantes. O país autorizou a exportação de carne bovina resfriada, concluiu a reabertura do mercado para carne com osso e ainda reduziu em mais da metade a tarifa sobre a gordura bovina brasileira. Na prática, o pacote mistura abertura de segmento, regularização documental e ganho de competitividade tributária.

Ritmo da estratégia
Desde 2023
O país chegou a 594 mercados abertos para o agro, consolidando uma agenda contínua de acesso comercial.
Último ano e meio
Foram 346 novas aberturas, salto expressivo em relação ao estoque existente quando a atual equipe assumiu.
Próximos passos
A agenda internacional mantém reuniões sanitárias e comerciais para sustentar a meta de 700.

O eixo asiático aparece como peça central dessa estratégia. Além da demanda por proteína, a região oferece espaço para itens que nem sempre têm forte saída no mercado interno. Isso explica por que o governo vem tratando negociações sanitárias e tarifárias como prioridade, sobretudo em mercados que podem ampliar rapidamente o volume comprado.

Ao mesmo tempo, a meta de mercados abertos para o agro não depende apenas de anunciar novos destinos. Ela exige consolidação de acessos já conquistados, solução de pendências técnicas e presença diplomática constante. Por isso, a próxima agenda internacional da equipe inclui participação em feira de pescados em Barcelona e reuniões em Paris com organismos multilaterais e países parceiros.

Leitura de cenário
O que impulsiona a meta

Demanda externa por proteína animal, abertura para produtos de maior valor agregado e diversificação geográfica sustentam a ofensiva brasileira.

O que o governo busca agora

Transformar o bom momento em resultado contínuo, ampliando a presença do Brasil em mercados estratégicos e aproximando o número de 700 mercados abertos para o agro.

Se o ritmo de negociações for mantido, o governo deve encerrar o ano com novo patamar de inserção internacional para o agronegócio brasileiro. Mais do que um número simbólico, a meta funciona como indicador de competitividade, diversificação e capacidade de reação do país em mercados disputados.

Fonte da notícia: CNN Brasil

O que muda no corpo ao ficar 6 semanas sem açúcar

0
parar de consumir açúcar
Capa mostra a transição entre alimentos com açúcar e opções naturais em composição visual sobre mudança de hábito alimentar.

Parar de consumir açúcar por seis semanas mudou a relação de uma jornalista com os doces e revelou efeitos práticos no corpo, no paladar e na rotina alimentar. O relato foi publicado pela BBC News Brasil e reúne observações pessoais com explicações de especialistas sobre desejo por açúcar, energia, glicose e comportamento alimentar.

Ao longo do experimento, ela retirou da dieta alimentos com açúcar refinado adicionado, além de mel e sucos, mas manteve frutas inteiras e carboidratos complexos. Nos primeiros dias, sentiu falta dos doces e percebeu como o açúcar aparece em alimentos inesperados. Depois, relatou menos queda de energia, redução do impulso por beliscar e uma nova percepção do sabor dos alimentos.

Período
6 semanas
Tempo do experimento sem produtos com açúcar refinado adicionado.
Mudança inicial
Mais energia
A queda típica após o almoço deixou de acontecer, segundo o relato.
Paladar
Recalibrado
Frutas e alimentos menos doces passaram a parecer mais intensos.
Resultado final
Menos desejo
Ao fim do período, os doces perderam parte do apelo de antes.

Por que parar de consumir açúcar é tão difícil no começo

Um dos pontos centrais do relato é que parar de consumir açúcar exige atenção redobrada porque ele está espalhado por muitos produtos industrializados. A reportagem cita exemplos de pão, cereais, molhos e refeições prontas com adição de açúcar, o que ajuda a explicar por que reduzir esse consumo vai além de simplesmente abandonar sobremesas.

Especialistas ouvidos pela BBC explicam que o cérebro responde ao açúcar por meio do sistema de recompensa. Esse mecanismo envolve a liberação de dopamina, associada à sensação de prazer. Por isso, o desejo por doces pode crescer com a repetição do hábito, especialmente em dietas marcadas por ultraprocessados e picos rápidos de glicose no sangue.

Frutas e vegetais sobre mesa de madeira.
Comer alimentos saudáveis ​​reduz a vontade de comer doces ao longo do tempo
Onde o açúcar aparece
Pães e sanduíches — produtos salgados também podem trazer açúcar adicionado.
Molhos e pratos prontos — itens práticos do dia a dia frequentemente escondem açúcar na fórmula.
Cereais matinais — vendidos como rotina rápida, podem ter teor relevante de açúcar.
Sucos, xaropes e mel — entram no grupo dos açúcares livres por não estarem presos à estrutura original do alimento.

O que o excesso de açúcar pode causar no corpo

Segundo o texto-base, dietas ricas em açúcar estão associadas a cáries, inflamação, obesidade, resistência à insulina e maior risco de diabetes tipo 2. Também há menções a estudos que relacionam o excesso a sofrimento psicológico, incluindo sintomas de ansiedade e depressão, além do impacto metabólico dos alimentos ultraprocessados.

Deliciosos macarons com framboesas
Os doces contêm açúcar refinado e aditivos

O relato também destaca que o consumo frequente de produtos muito doces pode manter um ciclo de fome e recompensa. Em vez de saciedade estável, a pessoa tende a oscilar entre picos de energia e quedas posteriores, o que aumenta a vontade de repetir o consumo. Nesse cenário, parar de consumir açúcar não age como solução milagrosa, mas pode reduzir estímulos que reforçam o hábito.

Glicose
Alimentos muito açucarados elevam rapidamente a glicose no sangue.
Insulina
Quando isso se repete demais, o risco de resistência à insulina aumenta.
Recompensa
O sistema de prazer do cérebro reforça o desejo por repetir o consumo.

O que mudou depois de algumas semanas

Após os primeiros dias, o experimento passou a mostrar outra fase. A jornalista relata que, por volta da terceira semana, os desejos frequentes por doces diminuíram. Frutas passaram a parecer mais doces, e lanches como oleaginosas, azeitonas e opções menos processadas ganharam espaço no dia a dia. Isso sugere que parar de consumir açúcar também altera o paladar e a percepção de recompensa.

Ao final das seis semanas, ela reintroduziu um biscoito de triplo chocolate e disse ter percebido um sabor doce exagerado, além de uma queda de energia depois do consumo. Em vez de retomar o antigo padrão, decidiu restringir os doces aos fins de semana. O relato indica que parar de consumir açúcar por um período não elimina todos os desafios, mas pode enfraquecer o impulso diário e ajudar a reorganizar hábitos.

Virada do experimento
Menos vontade de beliscar, percepção maior da doçura natural dos alimentos, redução do apelo emocional dos doces e decisão de limitar o consumo no futuro.

Em resumo, parar de consumir açúcar exigiu adaptação, trouxe desconforto inicial e mostrou como o açúcar está presente em produtos comuns. Ao mesmo tempo, o experimento reforçou que pequenas mudanças na rotina podem repercutir em energia, fome, paladar e comportamento alimentar. Mais do que uma proibição absoluta, o caso aponta para uma relação mais consciente com o que se come.

Fonte da notícia: BBC News Brasil

Dois cientistas do Brasil brilham em ranking da Time

0
ranking da revista time
Mariângela Hungria e Luciano Moreira em composição editorial que representa o reconhecimento internacional da ciência brasileira

O ranking da revista Time colocou dois cientistas brasileiros entre os nomes mais influentes do mundo em 2026 e levou a ciência nacional ao centro de uma vitrine global. O reconhecimento alcança Mariângela Hungria, da Embrapa, e Luciano Moreira, da Fiocruz, pesquisadores ligados a soluções com efeitos concretos na produção agrícola e na saúde pública.

Mais do que prestígio simbólico, o ranking da revista Time destaca duas trajetórias associadas a tecnologias já aplicadas na prática. De um lado, microrganismos que ajudam plantas a absorver nitrogênio e reduzem a dependência de fertilizantes sintéticos. Do outro, o método Wolbachia, que usa mosquitos com bactéria capaz de reduzir a transmissão da dengue.

Resumo rápido

Reconhecimento
Lista global da Time
Dois pesquisadores brasileiros passaram a integrar o grupo dos mais influentes de 2026.
Instituições
Embrapa e Fiocruz
O destaque internacional alcança duas referências públicas da ciência brasileira.
Impacto
Campo e saúde
As pesquisas reconhecidas têm efeito direto na produção agrícola e no combate à dengue.
Por que importa
Efeito prático
O ranking da revista Time valorizou pesquisas que saíram do laboratório e chegaram ao cotidiano.

No caso de Mariângela Hungria, o destaque veio de uma carreira dedicada à microbiologia e à agronomia. A pesquisadora recebeu o World Food Prize, conhecido como “Nobel da Agricultura”, e ganhou projeção por desenvolver microrganismos que ajudam plantas a absorver nitrogênio. Segundo a Time, a tecnologia já impacta o agronegócio brasileiro e ajuda produtores em outros países a ampliar a produtividade com menor dependência de insumos que poluem o ambiente.

Mariângela Hungria
Pesquisa aplicada ao agronegócio

A atuação da cientista está ligada ao uso de microrganismos que elevam a produtividade e ajudam a reduzir o uso de fertilizantes sintéticos.

Luciano Moreira
Estratégia voltada à saúde pública

O pesquisador da Fiocruz se destacou pelo avanço do método Wolbachia, usado para reduzir a transmissibilidade da dengue.

A revista afirmou que 85% da soja brasileira já é cultivada com esses microrganismos em vez de fertilizantes sintéticos. Também apontou que as inovações associadas à pesquisadora ajudaram agricultores do país a economizar cerca de US$ 25 bilhões por ano e a evitar a emissão de 230 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono. Esses dados ajudam a explicar o peso do ranking da revista Time nesta pauta.

Já Luciano Moreira foi citado pela expansão do programa de controle da dengue. O trabalho dele está associado à criação de uma fábrica em Curitiba para produzir mosquitos Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia. Esses insetos competem com os mosquitos na natureza e diminuem a capacidade de transmissão da doença quando são infectados.

Soja com microrganismos
85%
Percentual citado pela Time ao tratar do alcance da tecnologia ligada à Embrapa.
Economia anual
US$ 25 bi
Valor associado ao efeito das inovações sobre a atividade agrícola brasileira.
Emissões evitadas
230 mi
Toneladas métricas de CO₂ que deixaram de ser emitidas, segundo a revista.

O ranking da revista Time e o destaque global da ciência brasileira

O ranking da revista Time chama atenção porque valoriza pesquisas que dialogam com desafios concretos do país. Na produção agrícola, o reconhecimento ajuda a mostrar que produtividade e redução de impacto ambiental podem caminhar juntas. Na saúde pública, reforça a relevância de estratégias capazes de enfrentar doenças recorrentes em território nacional.

Além disso, o ranking da revista Time projeta para o exterior o papel de instituições públicas brasileiras na produção de conhecimento com alcance internacional. Em vez de um prêmio restrito ao meio acadêmico, o reconhecimento se conecta com resultados que já afetam o cotidiano de produtores, gestores e comunidades expostas à dengue.

Por que esse reconhecimento importa

Visibilidade internacional
O destaque amplia a presença da ciência brasileira em um dos rankings mais conhecidos do mundo.
Impacto mensurável
As pesquisas citadas pela revista já produzem efeitos verificáveis no campo e na prevenção de doenças.
Valorização institucional
O caso reforça a importância de centros públicos de pesquisa em pautas estratégicas para o país.

A inclusão inédita de dois brasileiros na lista da publicação também reforça um ponto importante: quando a produção científica recebe investimento e continuidade, ela pode ganhar escala, gerar impacto econômico, melhorar indicadores ambientais e contribuir para respostas de saúde pública. Nesse cenário, o ranking da revista Time funciona como selo de visibilidade para soluções que nasceram no país.

Fonte da notícia:
Só Notícia Boa

Povos indígenas de Rondônia se destacam na produção agrícola de café

0
produção agrícola de café
Produção de café indígena em Rondônia une tradição, sustentabilidade e qualidade reconhecida em concursos nacionais

A produção agrícola de café tem colocado povos indígenas de Rondônia em posição de destaque no campo, com resultados que unem tradição, produção orgânica e reconhecimento em concursos nacionais. Na terra indígena Rio Branco, em Alta Floresta d’Oeste, a família Aruá se tornou um dos símbolos desse avanço.

O caso de Tawã Aruá resume bem esse movimento. Em 2024, o agricultor familiar alcançou 100 pontos na avaliação dos baristas durante a prova sensorial do café robusta e ficou em primeiro lugar no concurso Tribus, promovido por uma das maiores torrefadoras do país. O resultado reforça como a produção agrícola de café vem ganhando força entre comunidades indígenas do estado.

Quem se destaca
Etnia Aruá
Famílias da aldeia São Luiz vêm acumulando reconhecimento pela qualidade do café orgânico.
Onde
Alta Floresta d’Oeste (RO)

A produção ocorre na Terra Indígena Rio Branco, localizada no município.

Por que importa
Renda e tradição
A produção agrícola de café fortalece a autonomia produtiva e ajuda a preservar práticas culturais.

Produção agrícola de café une tradição e reconhecimento

A trajetória recente da família Aruá mostra que a produção agrícola de café não se resume ao aumento da produtividade. O cultivo também carrega identidade cultural e um modo de produção ligado ao manejo orgânico. Desde 2020, a etnia já aparece em premiações de qualidade, quando Valdir Aruá, um dos patriarcas, conquistou o terceiro lugar em um concurso com orientação de extensionistas da Emater-RO.

Jovens indígenas da etnia Aruá exibem café orgânico produzido em Rondônia com destaque para cultura e sustentabilidade
A etnia Aruá é notável pelo uso e práticas culturais específicas, em destaque a produção de café orgânico, que vem sendo premiada desde o ano de 2020

Esse histórico ajuda a explicar por que a produção agrícola de café passou a ser vista como um dos exemplos mais consistentes de integração entre saber tradicional e inserção em mercados mais exigentes. No caso da etnia Aruá, o café orgânico virou vitrine de qualidade e também instrumento de valorização da vida no território.

Apoio técnico no campo

A Emater-RO presta assistência técnica e extensão rural a etnias como Paiter Suruí, Aruá, Arara e Gavião, além de outros povos na região Madeira-Mamoré. O trabalho inclui orientação para culturas comerciais, como café e castanha-do-brasil, mas também preserva a cultura originária e incentiva o manejo agroecológico, sem uso de insumos químicos.

Linha do tempo da valorização do café indígena

2020
Valdir Aruá conquista terceiro lugar em concurso de qualidade com apoio técnico.
2024
Tawã Aruá obtém 100 pontos na avaliação dos baristas e vence o concurso Tribus.
Atualidade
A produção agrícola de café se consolida como fonte de renda, segurança alimentar e projeção para os povos indígenas de Rondônia.

Além do reconhecimento externo, a produção agrícola de café tem peso direto na segurança alimentar e na autonomia das comunidades. Segundo a Emater-RO, a agricultura indígena no estado combina práticas tradicionais de subsistência com produção comercial, criando uma base mais estável para geração de renda sem romper com a cultura originária.

Essa lógica amplia o valor do produto na hora da venda e fortalece o papel do agricultor indígena dentro da cadeia produtiva. Assim, a produção agrícola de café avança não apenas como atividade econômica, mas como estratégia de permanência no território e de fortalecimento social.

O que esse avanço representa

Valor agregado
O manejo orgânico e o processamento mínimo ajudam a elevar a qualidade final do café.
Autonomia produtiva
A venda da produção fortalece a renda e a inserção econômica das comunidades.
Preservação cultural
O trabalho no campo segue conectado às práticas tradicionais e à identidade originária.

Na avaliação do diretor-presidente da Emater-RO, Hermes José Dias Filho, a assistência técnica também busca garantir produtos saudáveis e maior retorno comercial aos produtores. Por isso, a produção agrícola de café entre povos indígenas ganha relevância estratégica para Rondônia ao reunir qualidade, sustentabilidade e fortalecimento comunitário.

Com premiações, apoio técnico e valorização do cultivo orgânico, o café produzido nas aldeias mostra que tradição e mercado podem caminhar juntos. Em vez de apagar a cultura, esse processo ajuda a projetar o conhecimento indígena e amplia a visibilidade de um modelo de desenvolvimento que nasce do próprio território.

Irã volta a fechar o Estreito de Ormuz após EUA manterem bloqueio naval

0
irã fecha o estreito de ormuz
Navios petroleiros avançam por corredor marítimo estratégico em meio à tensão geopolítica no Estreito de Ormuz.

Irã fecha o Estreito de Ormuz novamente neste sábado (18) e recoloca uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta no centro da crise entre Teerã e Washington. A decisão foi anunciada depois de os Estados Unidos manterem o bloqueio naval ligado aos portos iranianos, segundo o material-base publicado pelo g1.

A nova medida amplia a tensão no Oriente Médio e reforça o temor de impacto sobre o mercado global de energia. Quando Irã fecha o Estreito de Ormuz, governos, operadores do comércio marítimo e agentes do setor de petróleo voltam a acompanhar de perto uma passagem considerada vital para o fluxo internacional de combustíveis.

Resumo rápido

Situação atual
Passagem fechada
O governo iraniano voltou a restringir a navegação na rota após recuar da reabertura.
Motivo
Bloqueio mantido
Teerã diz que continuará o controle enquanto o bloqueio naval americano estiver em vigor.
Peso mundial
20% do consumo
O estreito concentra cerca de um quinto do petróleo e do gás consumidos no mundo.

Irã fecha o Estreito de Ormuz após manter pressão sobre os EUA

Segundo o texto-base, a comunicação inicial partiu de um porta-voz militar à agência estatal iraniana Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária. Em seguida, embarcações mercantes foram avisadas pela marinha iraniana, via rádio, de que nenhum navio estava autorizado a atravessar a passagem.

O porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbia afirmou que o estreito segue sob controle rigoroso das Forças Armadas iranianas. Na prática, Irã fecha o Estreito de Ormuz enquanto considerar que o bloqueio americano aos portos iranianos continua ativo, mantendo o impasse militar e diplomático em um dos pontos mais sensíveis do mapa global.

Linha da crise

Segunda-feira (13): os EUA mantêm o bloqueio naval ligado ao acesso aos portos iranianos.

Sexta-feira (17): o Irã já havia avisado que poderia voltar a restringir a rota.

Sábado (18): o governo confirma que retomou o fechamento da passagem marítima.

Por que o Estreito de Ormuz voltou ao centro da crise

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em publicação na Truth Social que só retirará tropas da rota depois que as negociações com o Irã estiverem “100% concluídas”. Ao mesmo tempo, sustentou que o estreito estaria aberto para negócios e livre tráfego. A reação iraniana mostrou que esse entendimento não foi aceito por Teerã.

Na prática, quando Irã fecha o Estreito de Ormuz, o episódio deixa de ser apenas uma resposta militar e ganha dimensão econômica global. A rota é uma das principais vias do comércio de petróleo, e qualquer restrição no local aumenta o risco de alta de preços, encarece o frete marítimo e amplia a instabilidade para países dependentes da circulação normal de energia.

Contexto estratégico

Uma passagem decisiva

O estreito fica entre Omã e Irã, tem trechos estreitos e permite forte controle militar, o que eleva sua importância em momentos de confronto.

Fluxo energético: cerca de 20% do petróleo e do gás consumidos no mundo passam pela área.

Largura: em alguns pontos, a passagem não supera 35 quilômetros.

Efeito imediato: qualquer interrupção aumenta a pressão internacional sobre energia, navios e cadeias de abastecimento.

Dados de monitoramento marítimo citados no material-base mostravam que a circulação havia sido retomada mais cedo, com três petroleiros iranianos deixando o Golfo do Irã carregando milhões de barris de petróleo bruto. O novo anúncio de que Irã fecha o Estreito de Ormuz novamente anulou a percepção de alívio e devolveu incerteza ao cenário.

Desde o início da atual guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro, o estreito vem operando sob pressão constante. O Irã havia fechado a passagem, ameaçado embarcações que cruzassem a área e intensificado o controle militar sobre uma faixa considerada essencial para o comércio marítimo global.

Próximos efeitos

O risco continua elevado

O novo fechamento mostra que a disputa permanece aberta. Enquanto não houver recuo concreto de um dos lados, a navegação seguirá vulnerável e o mercado continuará sensível.

Por isso, o fato de que Irã fecha o Estreito de Ormuz mais uma vez reforça o peso geopolítico da rota e o potencial de novos desdobramentos rápidos no conflito.

Ao restabelecer a restrição, Teerã deixa claro que não pretende aliviar a pressão enquanto considerar que segue sob cerco naval dos Estados Unidos. O novo capítulo confirma que, sempre que Irã fecha o Estreito de Ormuz, a crise ultrapassa a escala regional e passa a afetar diretamente o ambiente político e econômico internacional.

Fonte da notícia:
g1

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 60 milhões neste sábado (18)

0
Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões
Bilhetes da Mega-Sena e caneta sobre a mesa ilustram a expectativa para o sorteio do prêmio acumulado de R$ 60 milhões neste sábado

Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões será o centro das atenções neste sábado (18), quando a Caixa realizará o concurso 2.998 da loteria mais popular do país. O sorteio está marcado para as 21h, no Espaço da Sorte, em São Paulo, e deve mobilizar apostadores em todo o Brasil.

Até lá, os interessados ainda podem registrar seus jogos até as 20h, tanto nas casas lotéricas credenciadas quanto pelos canais digitais das Loterias Caixa. O valor acumulado reforça a expectativa em torno de um concurso que costuma atrair grande procura quando o prêmio principal alcança cifras milionárias.

Painel inicial
O que o leitor precisa saber agora
Prêmio
R$ 60 milhões
Valor acumulado colocado em disputa no concurso 2.998.
Horário
21h
As seis dezenas serão anunciadas à noite, em São Paulo.
Apostas
Até 20h
Os jogos podem ser feitos em lotéricas, site e aplicativo.

Como participar da Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões

Para disputar a Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões, o apostador pode escolher de seis a vinte dezenas. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6. Já a aposta com sete dezenas sobe para R$ 42, ampliando o número de combinações possíveis.

O modelo é o mesmo já conhecido do público, mas o valor elevado do concurso tende a aumentar a procura ao longo do dia. Além das apostas individuais, muitos jogadores recorrem a bolões, principalmente em concursos acumulados, para tentar ampliar as chances sem assumir sozinhos o custo total de combinações mais caras.

Entenda os valores das apostas
Aposta simples
R$ 6
Inclui seis dezenas e representa a porta de entrada para quem quer participar do sorteio.
Sete números
R$ 42
Aumenta as combinações possíveis, mas também eleva de forma significativa o valor pago.

A Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões também terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa Econômica Federal no YouTube. Com isso, quem não estiver acompanhando o sorteio presencialmente poderá conferir o resultado em tempo real, sem depender apenas da divulgação posterior nos canais oficiais.

O concurso mantém a lógica tradicional da loteria: leva o prêmio máximo quem acertar as seis dezenas sorteadas. Além disso, há faixas de premiação para quem acerta quatro ou cinco números, o que mantém o interesse de uma parcela ampla de jogadores, mesmo quando o prêmio principal não é alcançado.

Probabilidade
As chances variam muito conforme a quantidade de dezenas escolhidas

Na aposta simples de seis dezenas, a chance de acertar o prêmio principal é de mais de uma em 50 milhões.

Na aposta com 20 dezenas, o cenário melhora para cerca de uma em pouco mais de 1,2 mil, mas o custo supera R$ 232 mil, o que restringe esse formato a um grupo muito menor de jogadores.

Por que a Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões chama tanta atenção

Concursos acumulados costumam mudar o ritmo das lotéricas e aumentar o fluxo nas plataformas digitais. No caso da Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões, o valor em disputa funciona como gatilho de interesse imediato, especialmente porque se trata de uma quantia capaz de gerar forte repercussão popular e grande circulação nas redes sociais.

Outro ponto que ajuda a explicar a mobilização é a facilidade de acesso. Hoje, além do atendimento presencial, o apostador pode registrar o jogo online, o que acelera a participação e mantém o sorteio em evidência durante todo o dia. Esse conjunto de fatores transforma o concurso em um tema de serviço, economia popular e interesse massivo.

Antes do sorteio
O que ainda dá tempo de fazer

Quem pretende entrar na disputa pela Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões precisa concluir a aposta até as 20h. Depois desse horário, os jogos deixam de valer para o concurso deste sábado.

Com o fechamento do prazo e a proximidade da extração oficial, a expectativa se desloca para o anúncio das dezenas e para a confirmação de quantos acertadores, se houver, dividirão o valor acumulado.

A Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões encerra o dia como um dos principais assuntos de serviço ao consumidor, reunindo informação prática, expectativa financeira e alto apelo popular. Para quem vai apostar, a recomendação central é conferir o horário limite e utilizar apenas os canais oficiais da Caixa.

Depois das 21h, o foco passa a ser o resultado do concurso 2.998, que definirá se o prêmio acumulado sairá neste sábado ou se continuará crescendo para a próxima rodada.

Fonte da notícia:
SBT News

PREVCAST #4 explica os cuidados que podem prevenir câncer de pele

0

Câncer de pele exige prevenção diária, atenção aos sinais e acompanhamento regular, porque muitas lesões começam discretas e podem passar despercebidas por muito tempo.

Especialistas do Prevcast falam sobre câncer de pele e prevenção com detalhe da pele em destaque
Especialistas do Hospital de Amor explicam cuidados diários, sinais de alerta e prevenção do câncer de pele.

No Prevcast #4, o Dr. Júlio Possati conversa com o cirurgião oncológico Dr. Vinícius de Lima Vazquez e com o dermatologista Dr. Bruno Augusto Álvares sobre os principais cuidados contra o câncer de pele, os fatores de risco mais comuns, os sinais que merecem avaliação e a importância do diagnóstico precoce para evitar tratamentos mais agressivos.

▶️ Ative o som e assista ao programa completo

O episódio mostra como a prevenção do câncer de pele começa na rotina, no olhar atento e na proteção diária.

1. Câncer de pele pode começar com sinais discretos

Um dos pontos centrais do programa é que o câncer de pele muitas vezes não chama atenção no começo. Uma ferida que não cicatriza, uma pinta que muda de cor, um sinal que cresce ou uma lesão que sangra facilmente podem parecer pequenos problemas, mas precisam ser observados com seriedade.

Os especialistas reforçam que a pele é um órgão visível, mas isso não significa que o diagnóstico precoce aconteça automaticamente. Muita gente vê a alteração todos os dias, mas não interpreta aquilo como um alerta real. É justamente nesse atraso entre perceber e agir que mora parte do problema.

▶️ Assista ao trecho sobre o alerta inicial e a importância de observar a pele

2. Exposição solar acumulada aumenta o risco de câncer de pele

Outro tema forte do episódio é o efeito cumulativo da radiação solar. O câncer de pele não aparece apenas por uma exposição pontual no lazer. Em muitos casos, ele está ligado ao acúmulo de anos de sol no trabalho, no deslocamento diário e em atividades repetidas ao ar livre.

Isso ajuda a explicar por que a doença aparece com maior frequência em pessoas acima dos 40 anos e em idosos. A exposição vai deixando marcas ao longo do tempo, sobretudo em quem trabalhou sob sol forte durante décadas, como trabalhadores rurais, pessoas da construção civil, caminhoneiros e profissionais expostos à radiação em horários críticos.

O programa mostra ainda que a prevenção precisa ir além do verão e da praia. Quem caminha até o ponto de ônibus, volta para casa no almoço, anda de bicicleta ou trabalha ao ar livre também está se expondo todos os dias.

▶️ Assista ao trecho sobre exposição ao sol, trabalho e risco acumulado

3. Quem precisa redobrar a atenção

Os especialistas explicam que pessoas de pele clara, olhos claros, cabelos claros e histórico de queimaduras solares têm risco maior de desenvolver câncer de pele ao longo da vida. Isso está ligado ao chamado fototipo, que representa a forma como a pele reage à radiação solar.

Mesmo assim, o programa deixa claro que o problema não se limita a um único perfil. Pessoas de pele mais escura também podem ter câncer de pele. A diferença é que a incidência pode ser menor, mas a necessidade de atenção continua existindo.

Além da cor da pele, entram nessa conta fatores como tempo de exposição, queimaduras repetidas, histórico familiar e presença de muitas pintas no corpo.

▶️ Assista ao trecho sobre pele clara, fototipo e fatores de risco

4. Câncer de pele não é tudo igual

Um trecho muito importante do Prevcast esclarece que câncer de pele não é uma doença única. Existem tipos diferentes, com comportamentos diferentes. Entre os mais comuns, os especialistas destacam o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

O carcinoma basocelular costuma crescer localmente e, em geral, é menos agressivo. Muitas vezes aparece como uma lesão pequena, brilhante ou um machucado persistente. Já o carcinoma espinocelular pode formar feridas e apresentar comportamento mais agressivo em alguns casos.

O melanoma merece atenção especial porque, quando não é diagnosticado cedo, pode se espalhar para outros órgãos. Em muitos casos, ele surge como uma pinta nova ou como uma pinta antiga que muda de aspecto, ganha mais de uma cor, cresce, sangra ou fica claramente diferente das demais.

▶️ Assista ao trecho sobre os tipos mais comuns de câncer de pele

5. Diagnóstico precoce muda completamente o tratamento

O programa deixa claro que o diagnóstico precoce do câncer de pele pode ser a diferença entre um procedimento simples e um tratamento muito mais complexo. Lesões iniciais muitas vezes são resolvidas com cirurgia pequena, anestesia local e retorno rápido à rotina.

Quando o diagnóstico chega tarde, a realidade pode ser bem diferente. O paciente pode precisar de cirurgias maiores, enfrentar sequelas estéticas ou funcionais e, no caso do melanoma, até de tratamentos sistêmicos como imunoterapia.

Essa diferença também pesa financeiramente e emocionalmente. O episódio destaca que prevenir e identificar cedo custa muito menos do que tratar doença avançada, tanto para o sistema de saúde quanto para as famílias.

▶️ Assista ao trecho sobre diagnóstico precoce e impacto no tratamento

6. Onde ainda falhamos na saúde pública

Ao tratar do cenário brasileiro, os especialistas apontam que os diagnósticos tardios não se explicam por um único motivo. Falta informação, falta acesso, falta treinamento em algumas áreas e ainda existe dificuldade da população em reconhecer que uma lesão persistente pode representar câncer de pele.

O episódio defende que a atenção primária, os profissionais da ponta e até trabalhadores de áreas como estética, maquiagem, tatuagem e cabelo podem ajudar nessa triagem, desde que recebam capacitação adequada.

Essa lógica amplia a promoção de saúde e cria mais pontos de alerta antes que o problema se agrave.

▶️ Assista ao trecho sobre acesso, saúde pública e formação de profissionais

7. Inteligência artificial pode ajudar na triagem

Um dos temas mais atuais do episódio é o uso de imagem, fotografia e inteligência artificial para ajudar na triagem do câncer de pele. Os convidados explicam que a tecnologia não substitui consulta, exame clínico ou biópsia, mas pode funcionar como um gatilho importante para acelerar a busca por ajuda.

Em regiões onde o acesso ao especialista é mais difícil, uma ferramenta que sinalize alto risco em uma lesão suspeita pode reduzir o tempo de espera e ajudar a priorizar casos que precisam de avaliação mais rápida.

O próprio Hospital de Amor trabalha com treinamento, prevenção e ampliação da capacidade de triagem, reforçando o papel da educação em saúde junto da tecnologia.

▶️ Assista ao trecho sobre fotografia, imagem e inteligência artificial

8. Protetor solar é importante, mas não é a única barreira

Na parte final, os especialistas reforçam que a proteção contra o câncer de pele não depende apenas do filtro solar. Chapéu, roupas, mangas longas, sombra, barreiras físicas e redução da exposição em determinados horários também fazem diferença.

O programa ainda destaca que há alternativas para diferentes rotinas e bolsos. Quando o protetor não é bem aceito, especialmente entre homens que resistem mais ao uso diário, as barreiras físicas aparecem como caminho prático e acessível.

O mais importante é abandonar a ideia de que proteção é algo ocasional. Na prática, ela precisa virar hábito.

9. Consulta anual ao dermatologista pode evitar problemas maiores

Entre as orientações finais, o Prevcast recomenda que toda pessoa faça avaliação dermatológica pelo menos uma vez por ano. Quem tem pele clara, muitas pintas, histórico de lesão suspeita ou câncer prévio pode precisar de acompanhamento mais frequente.

Além disso, qualquer ferida que não cicatriza, pinta que muda ou lesão que sangra deve antecipar a procura por avaliação. O episódio reforça que o diagnóstico precoce do câncer de pele depende muito desse passo simples: não adiar a consulta.

▶️ Assista ao trecho final sobre prevenção contínua e consulta anual

Leia também

Para mais informações oficiais sobre prevenção e cuidados com a pele, veja também o portal do Hospital de Amor.

Agronegócio de Rondônia em ilustração editorial com entrevista em microfone, lavouras, pecuária, colheita e gráficos de custos.

RuralCast: FAPERON alerta sobre crédito e custos no agro

0
RuralCast debate crédito caro, custos, regularização e dados para o agronegócio de Rondônia.
Escavadeira sobre ponte de madeira em estrada rural, em imagem editorial sobre pontes rurais em Porto Velho.

Porto Velho programa recuperação de cinco pontes rurais

0
Prefeitura confirma uma ponte recuperada e programa serviços em outras quatro estruturas rurais de Porto Velho.
Capa ilustrativa do RuralCast com pesquisador diante de lavoura, trator, globo ambiental, gráficos, produtos do campo e referências à sustentabilidade.

ESG no agronegócio: pesquisa da UNIR analisa empresas do G20

0
No RuralCast, Lucas Bispo explica pesquisa ESG sobre empresas do G20 e desafios do agro em Rondônia.
Composição editorial ilustrativa de ambiente escolar para notícia sobre o Ensino Médio em Rondônia e diretrizes da Seduc.

Seduc disponibiliza diretrizes do Ensino Médio em Rondônia

0
A Seduc disponibilizou diretrizes e matrizes do Ensino Médio em Rondônia para consulta no portal oficial do Governo do Estado.
Cacau de Rondônia: ilustração com pesquisadora, frutos abertos, amêndoas e lavoura cacaueira ao fundo.

Cacau de Rondônia: pesquisa mira rastreabilidade e novos mercados

0
No RuralCast, mestranda da UNIR discute pesquisa, origem das amêndoas e novos mercados para o cacau.