back to top
terça-feira, maio 19, 2026
Início Site Página 1885

Casos suspeitos de Covid-19 são os que mais ocupam espaço em hospitais de RO, diz Sesau

0

Os casos suspeitos do novo coronavírus em Rondônia são os que mais ocupam espaço nos hospitais do estado, conforme o secretário estadual de Saúde (Sesau), Fernando Máximo. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (27).

Máximo informou que subiu para 393 o número de casos confirmados da doença na região.

“Nossas enfermarias no Cemetron, por exemplo, tem quatro leitos. Quando temos quatro pacientes como a Covid-19, podemos colocá-los na mesma enfermaria. Entretanto, se tivermos quatro pacientes suspeitos é necessário deixar um em cada enfermaria para que ele não contraia a doença”, explicou.

De acordo com o secretário, há 88 servidores do Hospital e Pronto Socorro João Paulo II, em Porto Velho, infectados com o novo coronavírus. Ao todo, 100 funcionários fizeram o exame e o resultado deu negativo. Dois estão curados e já retornaram ao trabalho.

Já no Hospital de Base Ary Pinheiro, segundo Máximo, também há 14 servidores aguardando o resultado do exame.

Pacientes em hospitais particulares

Fernando Máximo declarou que os dados informados durante a coletiva da tarde desta segunda tratam-se dos pacientes que estão internados na rede pública. Quanto aos que estão na rede privada, ele explicou que é preciso uma rede de informações alinhada para que passa divulgá-los de forma assertiva.

“Temos alguns dados dos pacientes que estão na rede pública, mas de forma fidedigna teremos a partir desta terça-feira (28) as informações para podermos divulgá-las”.

Quanto ao contrato com um hospital particular da capital (Prontocordis), Fernando revelou que ainda não foi assinado, e que estão sendo analisados os itens para verificar se o local está apto para receber os pacientes com a Covid-19.

Após ser questionado sobre a montagem de um Hospital de Campanha, o secretário destacou que “nada está sendo descartado diante de uma pandemia. Estamos andando três semanas a frente do nosso tempo. Temos outros planos para depois do Cemetron, depois do Prontocordis e está tudo bem planejado”.

Avanço do novo coronavírus

As 393 confirmações do novo coronavírus em Rondônia estão divididas nos seguintes municípios:

  • 285 em Porto Velho;
  • 62 em Ariquemes;
  • 27 em Ji-Paraná;
  • 7 em Ouro Preto do Oeste;
  • 4 em Rolim de Moura;
  • 1 em Alto Paraíso;
  • 1 em Buritis;
  • 1 em Candeias do Jamari
  • 1 em Itapuã do Oeste;
  • 1 em Jaru;
  • 1 em Pimenta Bueno;
  • 1 em Urupá;
  • 1 em Vilhena.

Os novos casos de Covid-19 são: 25 em Porto Velho, 2 em Ariquemes, 1 em Ji-Paraná e 1 em Itapuã do Oeste.

A Secretaria Estadual de Saúde ainda divulgou que:

  • 69 pacientes estão internados com novo coronavírus;
  • 36 casos suspeitos;
  • 33 casos confirmados;
  • 1.378 casos descartados;
  • 56 casos estão aguardando resultado no Lacen.

Até esta segunda-feira (27), foram registradas mais de 4,5 mil mortes provocadas pela Covid-19 e quase 70 mil casos confirmados da doença no Brasil.

Os dados fazem parte de um levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de Saúde, realizado desde o início da pandemia no Brasil, em março. Esses dados também alimentam o Mapa do Coronavírus, plataforma exclusiva que permite acompanhar a curva de mortes e casos de Covid-19 de todos os municípios do país.

Já são 88 os servidores infectados por Coronavírus no João Paulo II; estado ainda não divulgou dados da rede privada

0

Subiu para 88 o número de profissionais da saúde infectados com Coronavírus e que atuam no Pronto Socorro João Paulo II, segundo o secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, durante coletiva realizada na tarde desta segunda-feira (27).

Um boletim parcial divulgado pela Sesau, informou que os casos confirmados de Covid-19 em Rondônia chegaram a 393. Em Porto Velho, foram registradas 65 internações e uma em Cacoal. Dos internados, 44 apresentaram resultados positivo para a doença e 21 são suspeitos. Outros 81 pacientes estão aguardando o resultado do exame para Coronavírus e 10 óbitos foram confirmados no Estado.

De acordo com a Sesau, 100 servidores do Hospital João Paulo II que realizaram o exame para Covid-19, apresentaram resultado negativo e já retornaram aos postos de trabalho. Dois servidores que foram infectados com a doença, foram curados e retornaram as suas atividades. Aproximadamente 260 exames já foram realizados.

No Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, 14 servidores aguardam o resultado do exame para Coronavírus.

O secretário ressaltou que os casos suspeitos são os que mais lotam os hospitais. “Se a gente tem quatro pacientes com Covid-19, podemos colocar todos em uma única enfermaria, mas se for suspeito, nós temos que deixar um em cada enfermaria, separados, até que saia o resultado do exame”.

Fernando Máximo informou que a Sesau está trabalhando para coletar dados sobre casos de Coronavírus confirmados ou suspeitos na rede privada do Estado. “Os dados de pacientes internados na rede privada, nós teremos provavelmente de forma fidedigna a partir de terça-feira (28). Nós ficamos com receio de divulgar errado por isso estamos trabalhando para coletar da melhor forma possível esses dados. No boletim de amanhã, esperamos que já saia com os dados da rede privada”, explicou Fernando Máximo.

Sobre a contratação de leitos clínicos e UTI no Hospital do Coração de Rondônia, o Prontocordis, por três meses, o secretário disse que ainda não foi firmado o contrato. “Nós temos uma equipe de fiscalização dentro do hospital analisando para ver se realmente está apto para receber os pacientes. Deve ser firmado muito em breve esse contrato. Lembrando que tudo foi feito as claras”, disse Fernando Máximo.

Durante a coletiva, Fernando Máximo foi questionado sobre a dificuldade que algumas pessoas estão tendo para realizar o exame para Coronavírus. Ele garantiu que não há falta de exame no Estado. “Alguns municípios estão com dificuldade de coletar as amostras para que seja feito o exame. A parte de análise do material, é de responsabilidade do Lacen e nós estamos fazendo”, finalizou o secretário.

O procurador do Estado, Maxwel Mota, esclareceu que se houver um aumento significativo de casos confirmado e de morte por Coronavírus, o Estado pode voltar atrás e mandar fechar o comércio. “Se houver um aumento substancial, a gente pode retroceder e isso depende muito da forma que a população vai se comportar referente as dicas de proteção”, finalizou o procurador.

“Nosso Estado é forte”: Jucer estimula empreendedores para consolidar negócios depois que a pandemia passar

0

No primeiro trimestre de 2019, a Junta Comercial de Rondônia (Jucer) contabilizava 5.028 aberturas de empresas no estado. Em igual período, neste ano, elas totalizaram 5.448.

Desde 20 de março, quando começou a pandemia da Covid-19, até o dia 17 de abril, 139 empresas aqui se estabeleceram, entre elas, filiais de grupos de outros estados.

Ao apresentar na segunda-feira (27) os números de abertura e baixas  em comparação com igual período no ano passado, o presidente da Jucer, José Alberto Anísio, destacou as facilidades dos programas adotados pelo órgão.

 “A Junta sem papel, sem burocracia fez tramitar pela internet diversos tipos de operações, especialmente, baixas e abertura de negócios”, assinalou.

Durante a pandemia, nenhuma empresa arquivou pedido de falência, informou o presidente Alberto Anísio.“Eu   acredito que nem vai ter, porque às vezes eles (comerciantes) fecham provisoriamente, deixam de gerar despesas, concedem férias coletivas ou algum tipo de recesso para os colaboradores”, afirmou.

O presidente acredita que eventuais demissões sejam cobertas pelo reaquecimento dos negócios, após a quarentena. Ao elogiar as providências de saúde tomadas pelo governo estadual, recomendou o isolamento social:

“Ninguém recupera nada doente, é preciso estar sadio para trabalhar e ter lazer. Organização Mundial de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e secretarias municipais prezam por isso”, alerta o presidente.

Lembrou que o governador Marcos Rocha tomou todas as providências necessárias à continuidade das atividades comércio, que logo voltará a funcionar regularmente, fazendo circular mercadorias que movem a economia.

EMPRESA FÁCIL

O programa Empresa Fácil* impulsionou empreendedores de diversos segmentos e colocou a Jucer entre as melhores Juntas Comerciais do País.

Em janeiro do ano passado foram constituídas 1.634 novas empresas em Rondônia, e 1.816 este ano, nesse mesmo mês. Em fevereiro, respectivamente, 1.700 e 1.945. Em março foram constituídas 1.687 novas empresas, enquanto nesse mesmo período no ano passado elas somavam 1.694.

“Mesmo nesse período, os empresários estão fazendo a parte deles, porque entendem que essa fase terminará, e justamente quando as pessoas estão paradas em casa, eles ativam a parte operacional da formação da empresa, para logo atender os consumidores, quando eles voltarem a circular”, disse Alberto Anísio.

Comparando-se janeiro de 2019 com janeiro de 2020, a Jucer registrou 714 baixas naquele ano e 719 neste. Em fevereiro daquele ano, 723 baixas, em fevereiro deste ano, 736. Em março de 2019 houve 694 baixas, e no mesmo período este ano, 576. Na soma geral,nota-se o equilíbrio: 2.131 no ano passado, e 2031 este ano.

“No período em que começou esse cerceamento causado pela pandemia, nós tivemos 97 baixas, de 20 de março até o dia 17 de abril”, informou.

No entanto, conforme ele observa, para encerrar as atividades de uma empresa em 2019, a baixa tinha um custo, mas desde 19 de setembro, não tem mais. Isso se refletiu sobre aqueles que estavam há tempos com a empresa inativa por determinado período e obtiveram a isenção de pagamento pela Lei da Liberdade Econômica.

Depois disso, esses comerciantes apresentam à Jucer a documentação de baixa para ser devidamente arquivada.

A Lei Federal nº 13.874/2020 institui a Declaração de Direitos da Liberdade Econômica, estabeleceu garantias de livre mercado que, entre dentre outras medidas, facilita a abertura de empresas e negócios, inclusive com dispensa de atos públicos de liberação de atividades classificadas como de baixo risco.

“NÃO DESISTAM NUNCA”

A Jucer manifesta preocupação com os pequenos e suas empresas embrionárias, nascidas do ano passado para cá. Alberto Anísio reconhece que, em consequência da Covid-19, a situação mundial provoca estagnação nos negócios, porém, aconselha a todos a não esmorecer.

“Nosso estado é economicamente  forte, o governo não deixou a peteca cair e se organiza para que esse impacto seja menor”, disse o presidente da Jucer.

“Você que está tentando empreender, acredite em você, não desista nunca, aguarde um pouco, porque essa fase passa, e o Estado precisa de você, assim como você precisa do Estado”, ele apelou.

 BAIXO, MÉDIO E ALTO RISCO

Alberto Anísio lembrou que a prefeitura de Porto Velho disciplinou a emissão do Alvará da Licença de Funcionamento e a classificação de risco das atividades, editando o Decreto nº 16.482, de 23 de Dezembro ­de 2019.

A medida possibilitou o início imediato das atividades de empresas de baixo e médio risco. As de baixo risco estão dispensadas do licenciamento municipal, mas se obrigam a obter inscrição municipal e fazer adesão a NFS-e [Nota Fiscal de Serviços eletrônica].

As de médio risco podem iniciar de imediato as atividades, após o registro na Jucer, por meio de Alvará Provisório. Ao mesmo tempo, têm que obter inscrição municipal, aderir a NFS-e, e ainda cumprir exigências após iniciar as atividades, a fim de obter o alvará definitivo.

As de alto risco têm licenciamento regular com vistoria prévia no estabelecimento, tendo que aderir à NFS-e e também cumprir exigências.

______

* Empresa Fácil RO permite um fluxo mais rápido no registro e legalização das atividades econômicas, facilitando o relacionamento entre os órgãos licenciadores e aqueles que exercem suas atividades econômicas no Município. Trata-se de uma ferramenta que facilita a interação entre órgãos públicos e o empresário, proporcionando-lhes um ambiente mais ágil e simplificado para o cadastro de empresas e para a autorização do funcionamento de atividades.

A Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz) de Porto Velho explica as vantagens do programa:

Emissão online de Alvará: Alvarás da Licença de Localização e Funcionamento são expedidos no ambiente da plataforma Empresa Fácil RO, sem a necessidade de atendimento presencial para obtenção do documento, inclusive para obtenção das taxas pertinentes.

Licenciamento MEI: não será mais necessária a abertura de processo físico, uma vez que o MEI passa a fazer parte da plataforma de integração Empresa Fácil RO, com o mesmo fluxo das demais empresas, negócios e atividades.

A Semfaz manterá a Sala do Empreendedor em funcionamento, que é o espaço exclusivo para atendimento especial de MEI, oferecendo orientação e ajuda ao empreendedor.

Mourão sobre gastos: é preciso cuidado para não terminar pior que Dilma

0

 

Em webinar da consultoria Arko, vice-presidente também criticou a forma com que Sergio Moro pediu demissão: SÓ UMA CARTA JÁ TRARIA PROBLEMAS AO GOVERNO

O vice-presidente, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira, 27, que o governo federal está preocupado com a recessão econômica e o desemprego a longo prazo após a crise do novo coronavírus, mas alertou para a necessidade de se impor limites financeiros durante a pandemia.

Segundo ele, é importante que o Estado incentive a retomada por meio obras públicas, como está sendo proposto no programa Pró-Brasil desenvolvido pela Casa Civil e com pouca participação da equipe de Paulo Guedes, do Ministério da Economia, que teme a alta descontrolada dos gastos públicos.

No entanto, ele diz que se deve respeitar a sustentabilidade financeira dos cofres públicos. “Precisamos nos manter dentro do limite das nossas capacidades se não terminaremos pior que o governo Dilma”, afirmou em um webinar produzido pela consultoria Arko Advice.

O programa é sustentado na retomada de obras públicas com recursos do Tesouro Nacional, como forma de evitar uma escalada do desemprego. A principal frente de atuação está sendo desenvolvida pelo Ministério da Infraestrutura.

A equipe do ministro Tarcísio Freitas indicou 70 obras, na área de transportes, com projetos de engenharia e licenciamento ambiental em fase adiantada. O plano prevê aportes estatais de R$ 30 bilhões até 2022 e, segundo estimativas da pasta, poderia gerar de 500 mil a 1 milhão de empregos nesse período.

Ele sustentou, ainda, que o auxílio emergencial de 600 reais pode ter que continuar por mais alguns meses após a pandemia passar e disse que essa é uma forma de manter longe “uma ameaça à perturbação social”, como foram os protestos de 2013 ou a revolta popular no Chile.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro comentou que, no momento, não está prevista a ampliação do pagamento destinado aos informais que perderam renda com a crise provocada pelo novo coronavírus.

“São três parcelas de R$ 600. Não está prevista ampliação, até porque cada parcela está na casa um pouco acima de R$ 30 bilhões”, disse o presidente.

Saída de Moro

O vice-presidente criticou ainda a forma com que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro pediu demissão na última sexta-feira, 25.

“Dentro da minha cultura, a forma como Moro saiu não é a mais apropriada. Ele poderia ter solicitado sua demissão e só isso já seria um problema para o governo”, disse.

Ele fez referência ao fato do ex-juiz ter feito um pronunciamento de mais de 40 minutos para anunciar sua demissão em que disparou uma série de acusações contra o presidente Jair Bolsonaro sobre tentativas de interferência política na Polícia Federal.

Para o vice-presidente, Moro faz parte de um “papel da mitologia nacional temporária que se vive no Brasil” e, por isso, sua saída seria reverberada por si só. “Mas, vida que segue”, acrescentou.

Questionado sobre as tratativas do presidente em se aproximar do Centrão, apesar de todos os pronunciamentos anti-establishment e críticas à “velha política”, o vice-presidente avaliou que a atitude tem sido necessária.

“O final do ano passado e a situação do coronavírus obrigaram uma atitude mais ‘cerrada’ junto aos partidos políticos para que ele construa uma base e lhe dê certa estabilidade para aprovar aquilo que nós julgamos necessário”.

Desgaste com a China

Após episódios de desgaste entre Brasil e China, o vice-presidente disse que a relação entre os dois países é “inevitável”. Mourão defendeu aprofundar a parceria estratégica em áreas como agronegócio e aviação. O vice-presidente considera que a alternativa para a Embraer, que acaba de sair de um acordo frustrado com a Boeing, pode estar na China.

“Há males que vêm para o bem. Com a Embraer permanecendo no Brasil, o governo com a sua golden share, a Embraer tem uma tecnologia, tem um know-how nessa aviação de porte interna. E a China é o país que no presente momento está expandindo esse tipo de aviação”, disse.

“É o momento em que a Embraer poderá se aproximar, nós já temos penetração no mercado local com a Embraer, e isso poderá ser aprofundado. Mais uma vez esse casamento (com China) tem que avançar, porque é um casamento inevitável. Nós temos o produto e eles têm a necessidade”, avaliou o vice-presidente.

Ele destacou, no entanto, que a Embraer “seguiu todos os passos daquilo que era o acordo” com a Boeing, que alegou ter rompido o contrato porque a fabricante brasileira não teria cumprido todas as suas obrigações para executar a separação da sua linha de aviões regionais. A Embraer, por sua vez, acusa a Boeing de ter rescindido o contrato indevidamente e exige compensação dos americanos.

Sobre a relação com a China, Mourão disse, ainda, que “não resta a mínima dúvida” de que o Brasil tem que “aproveitar o momento e estar nesse casamento com a China”. “É algo que aconteceu, não foi provocado. É algo que veio naturalmente. Eu vejo dessa forma”, disse sobre a relação entre os países.

Para o vice-presidente, a China tem uma visão pragmática de suas necessidades e é a grande compradora da nossa produção agrícola. “Não adianta querer ver de outra maneira”, frisou.

Com 1,4 bilhão de habitantes, Mourão destacou que o país asiático “não pode se dar ao luxo de ter insegurança social”, o que inclui ter comida suficiente para toda a população. “E quem pode colocar comida na mesa dos chineses? É o Brasil”, afirmou Mourão.

Coronavírus: 393 – Casos Confirmados em Rondônia (Ontem 364)

0
Coronavírus: 393 - Casos Confirmados em Rondônia (Ontem 364)

Até a tarde de segunda-feira (27) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Casos confirmados  – 393

Pacientes curados – 100

Óbitos – 10

Pacientes internados – 69

  • Casos confirmados – 33
  • Casos suspeitos – 36

Descartados – 1.378

Aguardando resultados do Lacen – 56

CONFIRMADOS POR MUNICÍPIOS

Os 393 casos confirmados para Covid-19 são nas seguintes localidades:

285 em Porto Velho;

62 em Ariquemes;

27 em Ji-Paraná;

07 em Ouro Preto do Oeste;

04 em Rolim de Moura;

01 em Alto Paraíso;

01 em Buritis;

01 em Candeias do Jamari

01 em Itapuã do Oeste

01 em Jaru;

01 em Pimenta Bueno

01 em Urupá;

01 em Vilhena.

Nesta segunda-feira foram confirmados 29 novos casos de Covid-19, sendo 25 em Porto Velho, 2 em Ariquemes, um em Ji-Paraná e um em Itapuã do Oeste.

INTERNADOS POR MUNICÍPIOS

Dos 33 pacientes internados confirmados, 24 são em Porto Velho, sendo 21 no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), oito na Unidade de Assistência Médica Intensiva (AMI) e três no Hospital de Base Doutor Ary Pinheiro; há, também, um paciente internado em Cacoal, no Hospital Regional de Cacoal (HRC).

Dos 36 pacientes internados com suspeita de Covid-19, 33 são em Porto Velho: 21 no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), 11 no Hospital de Base Doutor Ary Pinheiro e uma criança no Hospital Infantil Cosme e Damião (HICD); há, também, um paciente suspeito internado no Hospital Regional de São Francisco do Guaporé, um no Hospital Regional de Cacoal e um no Hospital Regional de Exrema.

Em Rondônia há 24 pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI); nove suspeitos de Covid-19 e 15 confirmados.

A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Ministério da Saúde, por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios.

‘Pandemia de coronavírus está longe de acabar’, repete diretor da OMS

0

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, reiterou nesta segunda-feira, dia 27, que a pandemia de covid-19 está “longe de acabar” e disse que, para controlar o novo vírus, será necessário o desenvolvimento de uma vacina. Segundo a entidade, atualmente, existem cerca de 100 estudos diferentes para imunização – sete deles já em fase de testes em humanos.

“O desenvolvimento de uma vacina está sendo acelerado por causa dos trabalhos anteriores que OMS e parceiros realizaram ao longo de vários anos para vacinas para outros coronavírus, incluindo Sars e Mers”, disse o dirigente durante entrevista coletiva, em Genebra, na Suíça.

Tedros também agradeceu China, Portugal e Vietnã por contribuições ao Plano de Resposta e Preparação Estratégica da entidade. “Estamos gratos também aos mais de 280 mil indivíduos, empresas e fundações que contribuíram para o fundo, que já arrecadou mais de US$ 200 milhões”, destacou.

Responsável por coordenar a resposta da Organização à pandemia, Maria Kerkhove ressaltou que ainda não há evidências de que pessoas curadas da covid-19 estejam totalmente imunes a uma nova infecção, mas disse que estudos estão sendo realizado nesse sentido.

Ministro do STF deve autorizar análise de inquérito contra Bolsonaro

0

Após as acusações feitas pelo ex-ministro Sergio Moro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello deve autorizar nas próximas horas a abertura de um inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), conforme divulgado pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

Segundo a colunista, a decisão será divulgada nesta segunda-feira (27), no fim do dia ou, no mais tardar, na manhã da próxima terça-feira (28).

A análise do pedido feito pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, será feita pelo ministro da Suprema Corte, que também deve verificar se Bolsonaro pode ser investigado enquanto ocupa o cargo de presidente.

O artigo 86 da Constituição, em seu parágrafo 4o, diz que o presidente da República, na vigência de seu mandato, “não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”.

Moro acusou Bolsonaro de querer interferir na Polícia Federal e de ter acesso a relatórios da entidade sobre investigações, crimes que estão diretamente ligados ao exercício do mandato.

Entre os apontamentos que constam no pedido ao STF, Aras indicou os crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça e corrupção passiva privilegiada, nos atos apontados por Moro. Por outro lado, o procurador também apontou denunciação caluniosa e crime contra a honra, caso as acusações de Moro sejam falsas.

No pedido, Aras primeiramente pediu que Moro seja ouvido para confirmar as alegações feitas na última semana, quando anunciou a saída do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

É #FAKE que diretor da OMS fez alerta em coletiva sobre máscaras importadas da China e da Índia infectadas pelo novo coronavírus

0

Circula nas redes sociais um vídeo de um trecho de uma entrevista do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus. A legenda diz que ele fala sobre máscaras fabricadas na Índia e na China contaminadas com o novo coronavírus. É #FAKE.

É #FAKE que diretor da OMS fez alerta em coletiva sobre máscaras importadas da China e da Índia infectadas pelo novo coronavírus

O vídeo original, de quase uma hora e meia de duração, é de uma coletiva de imprensa do diretor da OMS datada do último dia 20 de abril. Na ocasião, Tedros Ghebreyesus tratou de diversos assuntos relativos ao novo coronavírus, como o panorama atual da pandemia do mundo, o esforço da OMS para distribuir máscaras cirúrgicas e outros equipamentos de proteção para profissionais de 120 países que estão com maior dificuldade de adquiri-los, a flexilibização do isolamento em alguns países e a realização de testes em pacientes internados em hospitais espalhados pelo mundo.

No trecho destacado na mensagem falsa, que pode ser conferido no intervalo entre 54’51” e 55’53” no vídeo original, o diretor, ao falar da importância de se olhar para além dos números de vítimas da Covid-19, pensando nas vidas perdidas individualmente, afirma: “Vamos evitar essa tragédia. É um vírus que muita gente ainda não entende. Muitos países bem desenvolvidos chegaram a conclusões erradas sobre ele, por não conhecê-lo, e tiveram problemas. E a gente alertou que ele poderia surpreender mesmo países ricos. A gente disse e aconteceu”. Segundos à frente, ele lamenta “centenas de milhares de mortes” e conclui que “cada vida é preciosa”.

O diretor alerta ainda que “o pior ainda está por vir” e diz que, para estancar a pandemia, é preciso que os países tenham forte unidade nacional, e também que exista “solidariedade global”, com o mundo inteiro lutando contra um inimigo comum, que é o novo vírus.

Já a tradução falsa diz que “máscaras vindas da Índia e da China estão apresentando um alto grau de contaminação por coronavírus”, que os equipamentos são produzidos “às pressas, em lugares impróprios, e sem nenhum controle de higiene” e que “a recomendação crucial da OMS é que todos usem máscaras esterilizadas”.

Em nenhum momento da fala, o diretor do organismo das Nações Unidas, que deu entrevista acompanhando de Michael Ryan e Maria Van Kerkhove, ambos do Programa de Emergências em Saúde da OMS, lança suspeição sobre máscaras ou fala de uma possível contaminação.

Além disso, há outros detalhes que denotam a falsidade do vídeo. Apesar de utilizar um trecho que foi ao ar na GloboNews, é possível ver que o narrador não é o oficial do canal e que as legendas também não seguem o padrão da emissora. Além disso, há uma montagem com imagens no meio da fala que não foram exibidas no dia.

Sobre o uso de máscaras pela população no contexto da Covid-19, a OMS, no dia 6, divulgou um guia com orientações a tomadores de decisão mundo afora. No documento, reforça que as máscaras cirúrgicas e N95 devem ser destinadas prioritariamente a profissionais de saúde, que governos locais devem avaliar a vulnerabilidade dos grupos populacionais ao tomar decisões a este respeito e que o uso requer cuidados, para não aumentar o risco de contaminação.

A equipe do Fato ou fake já desmentiu a informação falsa que vem sendo compartilhada no Brasil e no mundo desde o início da pandemia de que objetos vindos da China podem chegar com coronavírus. Os boatos mais recentes, também desmentidos, se referem às máscaras chinesas compradas neste mês pelo Ministério da Saúde para profissionais de saúde brasileiros e também a uma apreensão de máscaras feitas em New Jersey pelo FBI em março. Elas não estão sendo distribuídas contaminadas, ao contrário do que foi propagado.

O Ministério da Saúde afirma não haver qualquer evidência de que produtos enviados da China para o Brasil tragam o novo vírus. Por sua vez, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos informa que não houve apreensão de máscaras por contaminação, e sim por venda irregular de produtos.

Especialistas da Sociedade Brasileira de Infectologia, da UFRJ, da Escola Nacional de Saúde Pública (Fiorcruz) e da Sociedade Brasileira de Pediatria entrevistados também são categóricos: não há condições biológicas para que o vírus resista ativo nas máscaras durante o processo de fabricação, embalagem e todo o traslado Ásia-Brasil. O mesmo vale para o trajeto Ásia-EUA.

Brasil tem 4.543 mortes e 66.501 casos de coronavírus, diz ministério

0

O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (27) o mais recente balanço dos casos de coronavírus no Brasil. Os principais dados são:

  • 4.543 mortes, no domingo (27) eram 4.205. Foram 338 mortes a mais.
  • 66.501 casos confirmados, no domingo (27) eram 61.888. Foram 4.613 casos a mais.
  • Em 7 dias foram mais 1.802 mortes.
  • São Paulo tem 21.696 casos e 1.825 mortes. (Veja dados dos outros Estados abaixo)

Brasil registra 4.543 mortes — Foto: Guilherme Pinheiro / G1

Brasil confirma 66.501 casos — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

AM registra 3.928 casos confirmados do novo coronavírus; quase metade está em isolamento social ou domiciliar

0

O Amazonas registrou mais 95 casos do novo coronavírus, nesta segunda-feira (27), atingindo um total de 3.928 casos confirmados, segundo boletim epidemiológico divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM). O boletim aponta que mais 16 óbitos por Covid-19 foram confirmados, chegando, agora, ao total de 320 mortes. O aumento de mortes, em Manaus, já ocasiona um colapso funerário e atingiu, neste domingo (26), recorde de registro de enterros desde o início da pandemia.

Do total de casos confirmados, 2.091 pessoas estão em isolamento social ou domiciliar. De domingo (26) para segunda, mais 52 pessoas se recuperaram da doença e estão fora do período de transmissão do vírus, totalizando 1.272 recuperados.

Dos 3.928 casos confirmados no Amazonas até esta segunda-feira, 2.738 são de Manaus (69,7%) e 1.190 do interior do estado (30,3%). Manacapuru continua com o maior número de casos no interior, registrando 278 pessoas infectadas.

Outros 46 municípios já têm casos confirmados: Iranduba (98); Itacoatiara (84); Parintins (80); Tabatinga (73); Carauari (66); Santo Antônio do Içá (61); Maués (56); Coari (36); Presidente Figueiredo (34); São Paulo de Olivença e Careiro Castanho com 30 casos cada; Autazes (26); Tefé (22); Amaturá e Benjamin Constant com 19 casos cada; Anori, Lábrea e Tonantins com 18 casos cada; Rio Preto da Eva (17); Tapauá (16); Manaquiri (11); Maraã (8); Beruri e Urucará com 7 casos cada; Silves (6); Careiro da Várzea e Novo Aripuanã com 5 casos cada.

Os municípios de Boca do Acre, Nova Olinda do Norte e Santa Isabel do Rio Negro têm 4 casos cada; Borba, Itapiranga, Jutaí e Manicoré têm 3 casos cada; e Barcelos, Canutama, Codajás, Humaitá, Novo Airão e Urucurituba têm 2 casos cada. Os municípios com apenas um caso confirmado são: Anamã, Caapiranga, Juruá, Nhamundá, São Gabriel da Cachoeira e São Sebastião do Uatumã.

Cresce número de mortes por Covid-19 no AM

Do total de 320 mortes ocasionadas pelo novo coronavírus no Amazonas, 256 foram registradas em Manaus. Outros 19 municípios do interior contabilizam 64 óbitos confirmados para Covid-19, com o maior número em Manacapuru, que registra 19 óbitos.

Neste domingo (26), Manaus teve o maior registro de enterros feitos desde o início da pandemia do novo coronavírus. Em 24 horas, foram 140 sepultamentos e duas cremações registrados só na capital, segundo a prefeitura. O número supera o recorde de 136, registrado no início da última semana.

Por conta desse aumento, Manaus fez uma parceria com um crematório local, e já foram realizadas cremações no último fim de semana. As empresas privadas informaram que só possuem estoque de urnas funerárias para os próximos dez dias, caso a quantidade de enterros permaneça alta.

A maioria dos sepultamentos é feita no cemitério Nossa Senhora Aparecida, bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus, que recebeu a instalação de contêineres frigoríficos para armazenar corpos. Foi lá também que a prefeitura abriu valas comuns para conseguir suprir a demanda de enterros.

Prefeitura de Manaus faz valas comuns em cemitério para enterrar vítimas da Covid-19

Prefeitura de Manaus faz valas comuns em cemitério para enterrar vítimas da Covid-19

Sistema de saúde público em colapso no AM

O boletim da FVS-AM, divulgado nesta segunda-feira (27), aponta que entre os mais de 3,9 mil casos confirmados de Covid-19, há 245 pacientes internados, sendo 115 em leitos clínicos (36 na rede privada e 79 na rede pública) e 130 em UTI (53 na rede privada e 77 na rede pública).

Há ainda outros 938 pacientes internados considerados suspeitos e que aguardam a confirmação do diagnóstico. Desses, 747 estão em leitos clínicos (140 na rede privada e 607 na rede pública) e 191 estão em UTI (81 na rede privada e 110 na rede pública).

A taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública de saúde do Amazonas chegou a 96%, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam). O estado tem 222 leitos de UTI para atendimento de pacientes com o novo coronavírus.

Contêineres frigoríficos foram instalados em unidades hospitalares de Manaus para comportar corpos, por conta do aumento de mortes. A medida foi tomada após a repercussão de um vídeo que mostra corpos com suspeita de Covid-19 posicionados ao lado de pacientes internados no Hospital João Lúcio.

O Governo do Amazonas informou, neste domingo (26), que encaminhou diversos ofícios solicitando apoio em recursos humanos, estrutura, logística, entre outros, do Ministério da Saúde e das Forças Armadas para combate ao coronavírus no Estado. Também neste domingo, mais de 600 novos profissionais de saúde foram convocados pela Secretaria de Estado de Saúde (Susam).

Profissionais da saúde protestam para pedir EPIs em hospital de Manaus — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Profissionais da saúde protestam para pedir EPIs em hospital de Manaus — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Dezenas de funcionários da saúde que atuam no Hospital de 28 Agosto, em Manaus, protestaram em frente à unidade de saúde na manhã desta segunda-feira (27), relatando falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para todos as equipes, sobrecarga de trabalho e cobram, ainda, auxílio insalubridade e melhorias na alimentação.

A Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM) pediu a intervenção direta do Ministério da Defesa nas ações de combate ao coronavírus no estado. Em carta aberta, a casa reafirmou a necessidade de intervenção federal na saúde do Amazonas e divulgou pedido de fiscalização das ações ao Ministério da Saúde neste domingo (26).

INSS no WhatsApp alerta beneficiários sobre prova de vida em canais oficiais

INSS passa a avisar pelo WhatsApp quem precisa regularizar prova de vida

0
Mensagem oficial vale só para quem não teve dados recentes encontrados nos sistemas automáticos do governo.
Profissional de saúde prepara dose na central de vacinas em Porto Velho com pacientes aguardando atendimento especial

Central de vacinas em Porto Velho já aplicou 614 doses especiais

0
Atendimento especial facilita acesso a imunizantes para públicos prioritários com laudo médico na capital.
Surto de hantavírus em cruzeiro leva navio à Holanda com quarentena e controle sanitário

Navio com surto de hantavírus chega à Holanda após 3 mortes

0
A mudança de rota expôs a dimensão da operação, com retirada de viajantes nas Canárias e chegada controlada à Holanda.
Carlo Ancelotti em coletiva antes da convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2026

Brasil conhece nesta segunda a lista final para buscar o hexa

0
A expectativa agora se concentra nos 26 nomes que vão definir o caminho do Brasil até a estreia no Mundial.
Prato Fácil em Rondônia com refeição popular servida em restaurante credenciado

Prato Fácil completa 5 anos com refeição a R$ 2 em Rondônia

0
Iniciativa amplia o acesso à alimentação de baixo custo e reforça a rede social de atendimento no estado.