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domingo, maio 17, 2026
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Moraes Moreira fez cordel sobre a quarentena em seu último post no Instagram; leia

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No dia 17 de março, Moraes Moreira escreveu seu último post no Instagram, com um cordel sobre a quarentena.

Ele morreu aos 72 anos, nesta segunda-feira (13), no Rio. A causa da morte foi um infarto, na marugada desta segunda-feira (13).

Leia abaixo:

“Oi pessoal estou aqui na Gávea entre minha casa e escritório que ficam próximos,cumprindo minha quarentena,tocando e escrevendo sem parar. Este Cordel nasceu na madrugada do dia 17, envio para apreciação de vocês .Boa sorte

Quarentena (Moraes Moreira)

Eu temo o coronavirus

E zelo por minha vida

Mas tenho medo de tiros

Também de bala perdida,

A nossa fé é vacina

O professor que me ensina

Será minha própria lida

Assombra-me a pandemia

Que agora domina o mundo

Mas tenho uma garantia

Não sou nenhum vagabundo,

Porque todo cidadão

Merece mas atenção

O sentimento é profundo

Eu não queria essa praga

Que não é mais do Egito

Não quero que ela traga

O mal que sempre eu evito,

Os males não são eternos

Pois os recursos modernos

Estão aí, acredito

De quem será esse lucro

Ou mesmo a teoria?

Detesto falar de estrupo

Eu gosto é de poesia,

Mas creio na consciência

E digo não a todo dia

Eu tenho medo do excesso

Que seja em qualquer sentido

Mas também do retrocesso

Que por aí escondido,

As vezes é o que notamos

Passar o que já passamos

Jamais será esquecido

Até aceito a polícia

Mas quando muda de letra

E se transforma em milícia

Odeio essa mutreta,

Pra combater o que alarma

Só tenho mesmo uma arma

Que é a minha caneta

Com tanta coisa inda cismo….

Estão na ordem do dia

Eu digo não ao machismo

Também a misoginia,

Tem outros que eu não aceito

É o tal do preconceito

E as sombras da hipocrisia

As coisas já forem postas

Mas prevalecem os relés

Queremos sim ter respostas

Sobre as nossas Marielles,

Em meio a um mundo efêmero

Não é só questão de gênero

Nem de homens ou mulheres

O que vale é o ser humano

E sua dignidade

Vivemos num mundo insano

Queremos mais liberdade,

Pra que tudo isso mude

Certeza, ninguém se ilude

Não tem tempo, nem idade”

Última postagem de Moraes Moreira no instagram.  — Foto: Reprodução / Redes Sociais

OMS reforça lista de critérios que países devem analisar antes de suspender isolamento contra Covid-19

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) reforçou, nesta segunda-feira (13), os critérios que países devem analisar antes de suspender o isolamento como forma de combate à Covid-19:

  1. a transmissão da Covid-19 deve estar controlada;
  2. o sistema de saúde deve ser capaz de detectar, testar, isolar e tratar todos os casos, além de traçar todos os contatos;
  3. os riscos de surtos devem estar minimizados em condições especiais, como instalações de saúde e casas de repouso;
  4. medidas preventivas devem ser adotadas em locais de trabalho, escolas e outros lugares aonde seja essencial as pessoas irem;
  5. os riscos de importação devem ser administrados;
  6. as comunidades devem estar completamente educadas, engajadas e empoderadas para se ajustarem à nova norma.

O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que a organização publicará, na terça (14), um estudo completo com as novas recomendações estratégicas.

Outros dois especialistas da organização alertaram, ainda, para a forma que a suspensão do isolamento deve acontecer. O diretor do programa de emergências da OMS, Michael Ryan, afirmou que não se pode substituir a quarentena por “nada”, ressaltando que outras medidas de saúde pública – como lavar as mãos com frequência e manter o distanciamento social – precisariam ser mantidas pelo “futuro previsível”.

Michael Ryan, diretor-executivo do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS) — Foto: Christopher Black/OMS

“Existem coisas que precisam ser feitas. Você não pode substituir a quarentena por nada. Você precisa substituir a quarentena por uma comunidade muito profundamente educada, comprometida, engajada e empoderada. Nós precisaremos mudar nosso comportamento pelo futuro previsível”, alertou.

“Teremos que ter esses comportamentos adaptados – em termos de higiene pessoal, distanciamento físico, sermos cuidadosos – por um longo tempo”, completou.

Ryan lembrou, também, que as máscaras não são uma alternativa à quarentena.

“Máscaras não são uma alternativa à quarentena. E nós dissemos isso publicamente várias vezes: a OMS vai apoiar países que querem implementar uma estratégia mais ampla de usar máscaras ou de cobrir o rosto, desde que seja parte de uma estratégia mais abrangente”, alertou.

O uso de máscaras deve ser, lembrou Ryan, incorporado a estratégias de testagem, isolamento e tratamento de casos, higiene das mãos e educação de comunidades.

Suspensão do isolamento europeu

Maria van Kerkhove, líder técnica do programa de emergências da OMS — Foto: Christopher Black/OMS

A líder técnica do programa de emergências da OMS, Maria van Kerkhove, acrescentou que a suspensão da quarentena não deve acontecer de uma vez só.

“É muito importante que a suspensão dessas medidas não ocorra toda de uma vez, em toda a Europa. Se o sistema não está capacitado para identificar onde o vírus está, isolar os casos, achar os contatos, ter os leitos livros para tratar dos pacientes, então vai ficar saturado de novo”, alertou.

“Então, o que pode acontecer é que [o isolamento] seja suspenso em certas áreas estratégicas, talvez onde houver menos incidentes, e, se isso puder acontecer lentamente, então o sistema pode se deslocar para onde precisar ir para detectar casos. Enquanto isso, outras partes do país permanecem sob medidas restritas”, avaliou van Kerkhove.

“Mas é muito importante que a comunidade entenda isso, porque pode ser que seja preciso um tempo um pouco mais longo que você precisa ficar em casa ou trabalhar de casa, ou que as escolas precisem ficar fechadas. Mas é temporário”, ressaltou.

Pesquisador avalia comportamento e mutações do coronavírus no Amazonas

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O novo coronavírus tem sido foco de diversos estudos em todo mundo. No Amazonas, pesquisadores buscam entender como ele se comporta na região. No estado, com mais de 1,2 mil casos confirmados de Covid-19, a Fiocruz Amazônia pesquisa e analisa possíveis mutações lociais.

Com a quantidade de amostras analisadas até o momento na região, o vice-diretor de pesquisa e inovação da Fiocruz Amazônia, Dr. Felipe Naveca, afirma que, embora o vírus tenha sofrido mutação, ainda não é possível comprovar a associação do fenômeno aos casos mais graves, ou mais leves, ou a velocidade com a qual ele tem se disseminado no estado.

Em pronunciamento pelas redes sociais neste domingo (12), o governador Wilson Lima relacionou o aumento no número de casos de Covid-19 ao comportamento do coronavírus na região amazônica. “De acordo com os especialistas, o vírus que chegou aqui tem uma carga viral maior que o vírus de outras regiões, como da China, ou da Europa e também Estados Unidos”, afirmou o governador.

O pesquisador Felipe Naveca explicou à Rede Amazônica que, para dizer que uma mutação do vírus está associada a um quadro mais ou menos grave da doença, é necessário analisar um grande número de amostras.

“Aqui em Manaus, até onde eu sei, temos um estudo, que foi o que nós conduzimos, de uma pessoa assintomática que chegou da Espanha. As diferenças que foram encontradas nessa pessoa não poderiam, só com esse dado, ser associado a uma forma mais grave da doença”, afirmou.

Naveca ressaltou ainda, que o pequeno número de análises em Manaus não permite afirmar se foi uma única vez que o vírus entrou na região. “A gente não pode dizer que todos os vírus que estão circulando no estado tem uma mesma origem, seja da Espanha, Itália, ou China. É preciso aumentar esse tipo de análise para poder ter certeza”, acrescentou.

Em relação à declaração do governador, o pesquisador confirma que, no caso do paciente estudado, houve uma mutação do vírus antes dele chegar ao Amazonas. “Se esse vírus é o mesmo que se espalhou pela cidade, ou se a gente tem diferentes subtipos de vírus pela cidade, a gente ainda não sabe”, pontuou.

O agravamento dos casos de Covid-19, explica o pesquisador, não depende apenas das condições climáticas da região. “Do ponto de vista biológico, tem várias explicações que podem contribuir para o aumento ou maior gravidade de uma doença numa determinada região. Pode ser um vírus mutante, como pode ser a própria adversidade genética da população. Ou a combinação de ambos”, afirmou Naveca.

Segundo o especialista, mais estudos relacionados ao novo coronavírus serão realizados para responder questões como: se o Amazonas recebeu diferentes introduções de vírus; como ele se espalhou no estado e, também monitorar se os testes de diagnósticos podem ser melhorados ou não, diante da variação do vírus.

Sobe para quatro o número de policiais penais diagnosticados com Covid-19 no Acre, diz Iapen

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Mais dois policiais penais testaram positivo para Covid-19 na cidade de Rio Branco e o número de agentes infectados subiu para quatro. A informação foi confirmada, nesta segunda-feira (13), pelo Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) por meio de nota.

A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) ainda vai incluir o dado no boletim que deve ser divulgado ainda nesta segunda.

Entre os dois novos profissionais com a doença confirmada estão um policial de 38 anos, que cumpriu o último plantão no presídio no último dia 2 de abril e outro de 34 anos, que teve o último serviço na segunda-feira (6).

O primeiro caso é de um policial de 31 anos que foi confirmado na quinta-feira (9), já o segundo foi um policial de 32 anos.

Todos os servidores fazem parte da equipe do Complexo Penitenciário Francisco D’ Oliveira Conde, em Rio Branco, e já foram afastados do serviço. Os dois novos casos fazem parte dos cinco profissionais que foram afastados e passaram por exames após a confirmação do primeiro caso.

Dos cinco afastados inicialmente, três testaram positivos para a doença e os outros dois ainda aguardam resultado do exame.

Outros 34 policiais penais que tiveram contato com os dois primeiros casos confirmados de Covid-19 foram afastados temporariamente e devem passar por testes rápidos. Segundo o Iapen, nenhum dos 34 apresentaram sintomas até esta segunda (13).

“Como nos outros casos, além do acompanhamento realizado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), os servidores recebem o acolhimento dos profissionais do Núcleo de Apoio ao Servidor Penitenciário (Nasp), o qual presta o devido auxílio aos policiais e familiares”, afirmou o Iapen em nota.

O instituto informou ainda que tenta identificar os demais servidores que tiveram contato com os policiais contaminados para que sejam feitas as devidas orientações.

“Aos servidores, o Iapen esclarece que aqueles que tiveram contato com os policiais penais notificados serão devidamente avisados e orientados, visando resguardar a saúde de todos”, concluiu a nota.

MP orienta o Iapen

Diante do primeiro caso confirmado, o Ministério Público do Acre (MP-AC) emitiu uma série de recomendações ao Iapen para evitar o avanço da doença no sistema prisional do estado.

O promotor de Justiça Tales Tranin, da 4ª Promotoria Criminal do MP, informou que a preocupação é por conta do sistema penitenciário ser local propício para proliferação do vírus.

“Se trata de um lugar úmido, sem ventilação, com aglomeração de pessoas e que elas têm baixíssima imunidade. São vários com tuberculose, asma, diabete. Então, a entrada do vírus é muito preocupante. Tem que ser feito agora um pente fino dentro do presídio para saber onde esses policiais penais trabalharam, em quais pavilhões e fazer os exames para saber se foi passado esse vírus”, afirmou Tranin.

Entre as medidas recomendadas pelo MP estão que os detentos sejam vacinados contra H1N1. Além disso, que sejam colocados no banho de sol por um período maior que duas horas e que tenham acesso irrestrito a água e produtos de higiene pessoal.

“Os alimentos que são fornecidos pelos familiares que também passem por higienização. Além do cuidado dos policiais penais que estão aqui fora e vão trabalhar na unidade. Então, tem o risco de levar o vírus, o que aconteceu já”, disse o promotor.

Sobre as orientações, o diretor do Iapen, Arlenilson Cunha, afirmou que tem tomado algumas medidas com relação à pandemia e citou as portarias que suspendem as atividades de trabalho e estudo, além das visitas dentro das unidades. Segundo ele, o efetivo dos servidores também foi reduzido em 20%.

O documento orienta que a limpeza seja intensificada nos ambientes, além da manutenção da circulação de ar, o não compartilhamento de objetos pessoais como talheres, copos, escova de dente, barbeador, colchões, vestuários.

O órgão recomenda que o Iapen separe os públicos de risco dentro de cada unidade. No caso das pessoas acima de 60 anos, pessoas com doenças crônicas ou respiratórias, pessoas com obesidade, grávidas e puérperas.

Que isole imediatamente as pessoas com suspeita ou confirmação da infecção pelo vírus, encaminhando para atendimento em serviço de saúde. Outra recomendação é que seja feito o mapeamento e notificação dos casos suspeitos.

O fornecimento dos equipamentos de proteção individual aos servidores penitenciários é outra orientação ao órgão.

Covid-19 no Acre

O último boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), divulgado no domingo (12), apontou 77 casos de Covid-19 no estado. Ainda na noite de domingo, a prefeitura de Cruzeiro do Sul, no interior do acre, confirmou mais dois casos da doença na cidade.

O Acre continua com duas mortes registradas. Antônia Holanda, de 79 anos, e Maria Lúcia Pismel de Paula, de 75, morreram nos dias 6 e 7, respectivamente, por complicações após serem diagnosticadas com Covid-19.

No Acre, até o momento 917 casos foram notificados, sendo que desse total, 736 foram descartados. Outros 104 aguardam o resultado dos exames do laboratório Mérieux. Segundo a Saúde, 42 pacientes estão recuperados e seis hospitalizados.

CORONAVÍRUS | Detentas começam a confeccionar 15 mil máscaras em presídio de Cacoal, RO

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Detentas do mini-presídio de Cacoal (RO) estão trabalhando na confecção de máscaras que devem ser usadas na proteção ao coronavírus.

A ideia, que partiu da Direção Geral do mini-presídio e da Promotoria de Justiça, é usar a mão de obra das reeducandas da carceragem feminina para produção de aproximadamente 15 mil máscaras. A expectativa é que sejam feitas 500 unidades por dia.

Depois de prontas, as máscaras serão esterilizadas e embaladas pelos profissionais de saúde do próprio presídio. E só depois encaminhadas para doação.

As máscaras devem ser distribuídas às instituições de segurança pública da cidade, como Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e também para população em situação de vulnerabilidade social.

O diretor geral do mini-presídio, Gilberto Santos, informou que o ateliê foi montado em uma área que estava vazia.

“A gente reformou um alojamento que se encontrava vazio na ala feminina. Tínhamos algumas máquinas paradas, e já havia a ideia de criar um ateliê pra poder trabalhar com as reeducandas. A gente tinha em mente confeccionar uniformes, mas com essa situação [pandemia] conseguimos agregar alguns insumos e demos início a confecção das máscaras”, explica Santos.

Como retribuição pelo trabalho, as reeducandas serão beneficiadas com remissão de pena. Os materiais da primeira remessa foram doados por empresários.

SAÚDE PÚBLICA | Rondônia atualiza Plano de Contingência para medidas de prevenção e controle da infecção humana pelo coronavírus

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), em conjunto com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), elaborou a terceira versão do Plano de Contingência para medidas de prevenção e controle da infecção humana pelo coronavírus em Rondônia.

O documento está alinhado com o Plano de Contingência Nacional que define o nível de resposta e a estrutura de comando correspondente a cada condição de complexidade. Este plano é composto por três níveis de resposta, aos moldes do Ministério da Saúde: Alerta, Perigo Iminente e Emergência em Saúde Pública.

Rondônia está no nível 2 de resposta, o de perigo iminente, quando há confirmação de casos da doença. De acordo com a diretora da Agevisa, Ana Flora Camargo Gerhardt, em resposta a este cenário foram traçadas e ativadas novas estratégias e medidas para o enfrentamento da Covid-19.

‘Nosso Estado está atento para dar respostas adequadas, rápidas e efetivas ao controle da contaminação pelo coronavírus, através de um trabalho minucioso de técnicos da saúde com órgãos da administração pública’’, afirma a diretora.

As novas medidas foram traçadas pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção, Verificação e Monitoramento dos Impactos da Covid-19. O Plano de Contingência do Estado de Rondônia está alinhado com os 52 Planos de Contingência Municipais, e, todos sofrem reajustes na medida em que se altera a situação epidemiológica nacional/estadual/municipal.

O plano está organizado em quatro eixos: Vigilância dos pontos de entrada; Vigilância em Saúde (Epidemiológica, Sanitária, do Trabalhador, e Ambiental); Assistência em Saúde; e Comunicação Social. O plano tem como objetivo informar a população e normatizar as ações de prevenção, vigilância e controle na Atenção em Saúde do Estado de Rondônia em todos os níveis de complexidade e trás ainda orientações para os serviços de saúde a serem executadas frente à detecção da doença (Covid-19). Considera também as medidas de prevenção e controle que devem ser adotadas durante a assistência aos casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).

O enfrentamento ao coronavírus em Rondônia conta ainda com a estrutura do Gabinete de Integração de Acompanhamento e Enfrentamento ao Coronavírus, que tem como membros os chefes dos Poderes e órgãos autônomos do Estado e o Sistema de Comando de Incidentes – Sala de Situação Integrada (SCI), composta por integrantes da Sesau, Agevisa e Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBM-RO).

O Plano de Contingência está disponível para acesso através da página do governo de Rondônia, que integra as informações sobre o coronavírus: www.coronavirus.ro.gov.br, na aba Notas e Planos.

LIVRE DE AFTOSA | Campanha de declaração de rebanho será de 1º a 31 de maio em Rondônia

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Os ganhos para o pecuarista, para o setor industrial e para o Estado, principalmente econômicos, com a abertura de novos mercados consumidores, decorrentes da suspensão da vacinação contra a Febre Aftosa, são inquestionáveis e coloca Rondônia no ranking brasileiro dos maiores potenciais exportadores de carne bovina. Contudo, para manter-se como área livre de Febre Aftosa sem vacinação, resultado da parceria entre Estado e setor produtivo, Rondônia precisa que o pecuarista fique ainda mais atento e mantenha as informações atualizadas sobre seu rebanho.

Para possibilitar ao Governo do Estado uma vigilância eficiente e efetividade no controle do trânsito de animais, afim de impedir possíveis casos da doença, apesar de não precisar vacinar, o produtor deverá, periodicamente, cadastrar seus rebanhos de bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos junto a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron). “Nesse primeiro semestre de 2020, o prazo para cadastro de rebanhos vai de 1° a 31 de maio”, salientou o coordenador técnico da Agência, Walter Cartaxo.

De acordo com levantamento divulgado em 2019, referente ao rebanho de bovinos e bubalinos, cerca de 14 milhões de cabeças devem ser declaradas. “O produtor que deixar de cadastrar o rebanho sofrerá sanções e poderá ser impedido, mesmo que temporariamente, de comercializar o gado”, alertou Cartaxo.

POTENCIAL ECONOMICO

Anualmente, a Idaron emite uma média de 700 mil GTA’s (Guia de Transporte Animal), das quais 160 mil são para abate de bovinos, o que representa uma média anual de mais de dois milhões de animais abatidos em Rondônia. Em 2019, foram emitidas 711 mil GTA’s, com média de abate de 2,5 milhões de cabeças, número que superou o ano anterior (2018), quando foram abatidos 2,4 milhões de animais.

Parcerias são alternativas encontradas para manter o estoque de sangue na Fhemeron

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Com intuito de salvar vidas, a Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) vem realizando estratégias para manter o estoque de sangue sempre em condições de atender a demanda. Uma delas, é parcerias com as igrejas e instituições religiosas.

De acordo com a Fhemeron, no último sábado (11), a Igreja Universal do Reino de Deus convocou seus participantes e foram ao hemocentro, ao todo, 77 doações de sangue foram registradas. “ Estamos coletando até 50 bolsas por dia. No começo da pandemia estávamos coletando apenas 20. Conseguimos aumentar essa coleta. Estamos com muitos doadores ligando para agendamentos e isso é muito bom”, explicou a gerente de captação e assistente social Maria Luíza Pereira.

Maria Luíza Pereira conta que todos os anos a igreja Adventista do Sétimo Dia realiza o Projeto Vidas por Vidas, destinado para a campanha de doação de sangue, e fazem três a quatro doação no ano. “ Além das parcerias que estão sendo feitas, estamos atendendo os agendamentos por telefone e organizando os números de pessoas para serem atendidas para não termos aglomerações. Verificamos o quantitativo de atendimento para o dia e organizamos a equipe. Estamos tomando todos os cuidados”.

A Fhemeron também conta com a parceria e colaboração de doadores da 17ª Brigada de Infantaria e Selva, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Marinha do Brasil e Força Aérea Brasileira, Polícia Rodoviária Federal e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A gerente de captação explica que a Fhemeron conta com a solidariedade das pessoas para esse momento de pandemia do coronavírus. Lembrando que o atendimento na unidade é feito por agendamento. Em Porto Velho acontece de segunda-feira a sábado, de 7h15 às 12h. No interior, os atendimentos serão feitos de segunda-feira a sexta-feira.

TELEFONES PARA AGENDAMENTOS E ESCLARECIMENTOS:

Porto Velho : 3216-2234 / 98464-0125 (whatsapp)

Ariquemes: 3535-2659 / 99202-1434 (whatsapp)

JI-Paraná: 3421-1615 / 9 92871247 (whatsapp)

Vilhena: 3321 5147 / 9 9240-6211 (whatsapp)

Rolim de Moura: 3442-1328

Cacoal: 3441-0823

AGRICULTURA Débitos de agricultores familiares terão desconto na liquidação

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Agricultores do modelo agricultura familiar que tenham operações de crédito vincendas durante a pandemia de coronavírus terão desconto em abril, no momento da amortização ou liquidação do crédito, conforme determinou o Ministério da Agricultura, para itens que registram queda de preço de mercado.

O banco que operou o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) desconta o valor sobre o financiamento a ser pago pelo agricultor dos produtos que constam na lista. Com isso, o agricultor tem assegurado, no mínimo, o custo de produção.

Os produtos com bônus são: banana, castanha de caju, cebola, feijão caupi, manga, mel de abelha, maracujá e mandioca.

Para os agricultores que têm operações de investimento sem um produto principal, que é a fonte de renda para pagamento do financiamento, há o bônus da cesta de produtos. Nesses casos, os descontos são calculados por meio de uma composição dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho.

Estados contemplados

Os Estados que integram a lista deste mês são: Alagoas, Bahia, Ceará, Piauí, Pará, Paraíba, Minas Gerais, Sergipe, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rondônia e Espírito Santo.

O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Porto Velho, Luiz Cláudio, disse que o bônus vai ajudar muitos produtores rondonienses que buscaram custeio para plantar. “Com essa providência eles tem a garantia de cobertura do custo da produção e não terão prejuízos. No caso específico de Porto Velho, são pequenos produtores, na grande maioria sem capital de giro para suportar perdas financeiras”, disse Luiz Cláudio da Agricultura.

Os descontos são calculados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Para mais informações, basta entrar em contato por e-mail pgpaf.spa@agricultura.gov.br ou pronaf.spa@agricultura.gov.br ou ainda pelo telefone (61) 3218 2603.

Comdecom

Receita explica como pedir regularização de CPF por e-mail

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Mais de 430 servidores da Receita Federal participaram, entre os dias 10 e 12 de abril, de um mutirão de regularização de CPF no estado de São Paulo. Juntos, eles responderam a mais de 36 mil mensagens enviadas por contribuintes para uma caixa postal eletrônica criada exclusivamente para atender a demandas relacionadas ao CPF, informou a Receita Federal.

O e-mail corporativo começou a funcionar no dia 19 de março para evitar que os contribuintes saíssem de casa durante a pandemia da covid-19. A procura pelo serviço aumentou nos últimos dias por conta do cadastro para o Auxílio Emergencial oferecido pelo governo federal em decorrência da crise causada pela situação de emergência. Um dos requisitos para o recebimento do benefício é a regularidade cadastral no CPF.

Além do mutirão, a Receita Federal finalizou, no sábado, o processamento dos CPFs com pendências de natureza eleitoral nas bases administradas pela Instituição.

Após a regularização na Receita Federal, o usuário deve aguardar a atualização do CPF na base de dados do aplicativo da Caixa Econômica Federal.

Orientações

Para o contribuinte que ainda estiver com problemas relativos ao CPF no cadastro do Auxílio Emergencial, a Receita Federal orienta que, preliminarmente, o cidadão acesse novamente o aplicativo da Caixa, em diferentes períodos do dia, buscando seu cadastramento, pois a habilitação pode não ser possível na primeira tentativa.

Persistindo a impossibilidade na habilitação por pendência no CPF no aplicativo da Caixa, verifique se o seu CPF encontra-se na situação “Regular” por meio da consulta no site da Receita Federal na Internet.

Se o CPF estiver regular, qualquer restrição apresentada pelo aplicativo Caixa – Auxílio Emergencial não deve estar relacionada a uma pendência com a Receita Federal.

A Receita diz ainda que é importante que o cidadão verifique, no ato do preenchimento do aplicativo Caixa – Auxílio Emergencial, se o seu nome, o de sua mãe e sua data de nascimento coincidem com os dados constantes na base da Receita Federal.

Caso o cidadão confirme que tenha a necessidade de regularizar dados do CPF, isso poderá ser feito gratuitamente pelo site da Receita Federal na Internet pelas seguintes opções:

– preferencialmente pelo formulário eletrônico “Alteração de Dados Cadastrais no CPF”;

– Pelo chat RFB.

Para os casos em que não for possível regularizar pelo site, o atendimento poderá ser efetuado via e-mail corporativo da Receita Federal ou presencialmente em uma das unidades da Receita.

No caso do e-mail corporativo, o cidadão deve enviar a mensagem com o pedido de regularização com documentos anexados (a lista está no site da Receita).

Jurisdição por estado e respectivos e-mails corporativos:

1ª Região Fiscal (DF, GO, MT, MS e TO) – atendimentorfb.01@rfb.gov.br

2ª Região Fiscal (AC, AM, AP, PA, RO e RR) – atendimentorfb.02@rfb.gov.br

3ª Região Fiscal (CE, MA e PI) – atendimentorfb.03@rfb.gov.br

4ª Região Fiscal (AL, PB, PE e RN) – atendimentorfb.04@rfb.gov.br

5ª Região Fiscal (BA e SE) – atendimentorfb.05@rfb.gov.br

6ª Região Fiscal (MG) – atendimentorfb.06@rfb.gov.br

7ª Região Fiscal (ES e RJ) – atendimentorfb.07@rfb.gov.br

8ª Região Fiscal (SP) – atendimentorfb.08@rfb.gov.br

9ª Região Fiscal (PR e SC) – atendimentorfb.09@rfb.gov.br

10ª Região Fiscal (RS) – atendimentorfb.10@rfb.gov.br

O Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF) da Receita em São Paulo elaborou um vídeo para explicar como obter serviços relacionados ao CPF a distância:

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