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sábado, maio 16, 2026
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Vacinas contra coronavírus dão resultado positivo na Itália

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ROMA, 11 ABR (ANSA) – Os testes pré-clínicos de candidatas a vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) na Itália apresentaram resultados positivos.

Em entrevista à ANSA nesta sexta-feira (10), Luigi Aurisicchio, CEO da empresa romana Takis Biotech, que conduz os estudos com cinco vacinas, disse que houve uma “forte produção de anticorpos” com uma única dose.

“Os primeiros resultados nos modelos pré-clínicos demonstraram a forte imunogenicidade das candidatas a vacina”, declarou Aurisicchio, acrescentando que duas delas parecem mais promissoras. Os resultados definitivos são esperados para meados de maio, e os testes em humanos podem começar a partir de setembro.

Todas as cinco vacinas se baseiam em uma tecnologia chamada eletroporação, que consiste em um impulso elétrico no músculo para aumentar a permeabilidade das membranas celulares. Elas foram obtidas a partir de materiais genéticos correspondentes a diferentes partes da proteína “spike”, que o vírus utiliza para agredir as células e se multiplicar.

De acordo com a Defesa Civil, a Itália contabiliza 147.577 casos do novo coronavírus e 18.849 óbitos, mas os números vêm desacelerando há algumas semanas em função das medidas de isolamento. (ANSA)

Médicos e enfermeiros acompanham Papa Francisco na procissão de Via Crucis no Vaticano

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Médicos e enfermeiros, alguns vestindo seus jalecos brancos, juntaram-se a uma procissão da Sexta-Feira Santa à luz de tochas em uma assustadoramente quase vazia Praça de São Pedro, enquanto o Papa Francisco presidia a cerimônia que não pode ser realizada no Coliseu de Roma, como acontece tradicionalmente, devido à quarentena na Itália por causa do coronavírus.

A participação da equipe médica do Vaticano foi um lembrete de como a pandemia afetou quase todas as esferas da vida.

Médicos e enfermeiros do Vaticano acompanham procissão de Via Crucis durante a celebração da Sexta-Feira Santa em frente a basílica de São Pedro, no Vaticano, em 10 de abril — Foto: Claudio Peri/Pool via Reuters
Médicos e enfermeiros do Vaticano acompanham procissão de Via Crucis durante a celebração da Sexta-Feira Santa em frente a basílica de São Pedro, no Vaticano, em 10 de abril — Foto: Claudio Peri/Pool via Reuters

Francisco assistiu dos degraus do lado de fora da Basílica de São Pedro enquanto a procissão, que incluía um policial uniformizado, um capelão da prisão de Pádua e um ex-detento, circulando em torno do obelisco central da praça. A procissão da Via Cucis evoca Jesus sofrendo a caminho de ser crucificado.

Papa Francisco se deita no chão da basílica de São Pedro, no Vaticano, em sinal de humilde obediência durante missa da Sexta-Feira Santa, no dia 10 de abril — Foto: Vatican Media/­Handout via Reuters

Antes, em um culto da Sexta-feira Santa dentro da basílica, o pregador papal disse que a pandemia alertou as pessoas para o perigo de se acharem poderosas. Durante esse culto, em sinal de humilde obediência, o Papa Francisco se prostrou por alguns minutos no chão da basílica.

Papa Francisco lidera a procissão de Via Crucis durante a celebração da Sexta-Feira Santa em frente a basílica de São Pedro, no Vaticano, em 10 de abril — Foto: Claudio Peri/Pool via Reuters

Com fiéis comuns não permitidos na basílica de acordo com as medidas de contenção de vírus, e enquanto Francisco ouvia atentamente, o Rev. Raniero Cantalamessa disse a alguns prelados, membros do coral e a vários outros participantes que “foi necessário apenas o menor e mais sem forma elemento da natureza, um vírus, para nos lembrar que somos mortais” e que “o poder e a tecnologia militares não são suficientes para nos salvar”.

Papa Francisco lidera a procissão de Via Crucis durante a celebração da Sexta-Feira Santa em frente a basílica de São Pedro, no Vaticano, em 10 de abril — Foto: Andrew Medichini/Pool via Reuters

Cantalamessa disse que, quando a pandemia terminar, “voltar ao modo como as coisas eram é a ‘recessão’ que devemos temer mais”. Ele disse ainda que o vírus quebrou “barreiras e distinções de raça, nação, religião, riqueza e poder”.

 

STJ julgará pedido de indenização apresentado por Lula após delação de Delcídio

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgará um pedido de indenização apresentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a delação do senador cassado Delcídio do Amaral.

No processo, Lula pede indenização de R$ 1,5 milhão por danos morais. O caso chegou ao STF no último dia 7 e ainda não há data prevista para o julgamento.

Líder do governo Dilma Roussef no Senado, Delcídio afirmou na delação premiada, fechada com a Lava Jato, que Lula participou de um suposto esquema para tentar comprar o silêncio e atrapalhar a colaboração do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

Lula chegou a ser denunciado, mas o próprio Ministério Público Federal pediu à Justiça a absolvição do ex-presidente por falta de provas.

O MP também criticou a delação do ex-senador, afirmando que Delcídio agiu apenas em interesse próprio e que Cerveró “estava sonegando informações ao ex-parlamentar, e não sobre Lula, a quem inclusive imputava fatos falsos, no intuito de proteger Delcídio”.

O que Lula argumenta

Lula argumenta que tem mais de 40 anos de vida pública, já exerceu o cargo de presidente da República e foi afetado em sua dignidade e integridade moral por conta das acusações feitas por Delcídio.

O juiz Mauricio Tini Garcia, da 2ª Vara Cível de São Bernardo do Campo (SP), rejeitou a ação de Lula sob argumento de que pessoas citadas em delação premiada têm espaço assegurado para exercer o amplo direito de defesa na esfera criminal e administrativa, mas não é adequado que procurem indenização por danos morais em ação cível.

Em São Paulo, 21 mil casos suspeitos de Covid-19 esperam por resultados de exames

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Os números oficiais da Covid no Brasil ainda estão muito distantes da realidade porque faltam testes para detectar o coronavírus nos pacientes. Só no estado de São Paulo, por exemplo, 21 mil casos suspeitos ainda esperam por resultados.

Flávio e a família estão isolados em casa há 11 dias, desde que a mãe morreu. Maria de Lourdes, de 58 anos, teve falta de ar e comprometimento dos pulmões. Ela fez teste do novo coronavírus, 13 dias atrás, e o resultado ainda não saiu.

“Sabe Deus quantas mais pessoas estão passando pela mesma situação que eu. Os números apresentados são frios, mas para as famílias eles são um alento, de pelo menos você saber, efetivamente, o que levou o seu ente querido”, diz Márcio Santana, filho de Maria de Lourdes.

No fim de março, a Secretaria da Saúde de São Paulo informou que, em duas semanas, iria ampliar de 400 para 8 mil o número de testes de Covid-19 processados por dia. O prazo venceu nesta sexta-feira (10) e o número ainda está muito longe da meta. São apenas 1.300 exames por dia. Enquanto isso, a fila de espera cresce.

Segundo o boletim epidemiológico do governo de São Paulo, no dia 8 de abril, havia mais de 21 mil exames em análise; outros 6,3 mil para triagem, e quase 2 mil para encaminhar. O que dá mais de 30 mil.

O coordenador de Controle de Doenças do estado diz que em vez de 30 mil, o correto é considerar 21 mil exames à espera de um resultado. “Tem testes que chegam em duplicidade, tem testes que chegam sem possibilidade de análise por conta da qualidade do material, e tem testes que o sistema informa que foram enviados, mas eles, na verdade, não chegaram, não foram recebidos pelo laboratório”, afirma Paulo Menezes.

Ele atribui o não cumprimento do prazo previsto pelo próprio governo a dificuldades na estrutura dos laboratórios e à falta de insumos. “Muitos países estão comprando quantidades muitos grandes e o Brasil também tem alguma dificuldade de conseguir o quantitativo necessário. Agora, foi refeito o plano de expansão e nós pretendemos chegar a 8 mil até o final do mês de abril”, explica Paulo.

Amilcar Tanuri, professor de virologia da UFRJ, concorda que a dependência de insumos produzidos no exterior é o grande gargalo e leva a subnotificação de casos. “Nosso nível de testagem está muito baixo em relação à nossa população. É uma quantidade muito grande de testes sem ser feitos e isso atrapalha também na questão da contagem de casos. Eu acho que é uma lição pra gente, que quando acabar essa epidemia, que o Brasil tem que ser autossuficiente nesse reagente, para a gente ter um preparo para as próximas epidemias”.

Quem perdeu um parente e ainda enfrenta o drama dessa epidemia, quer uma resposta. “Você passa a se questionar se efetivamente estão nos falando a verdade; uma vez que essa verdade não chega nunca”, diz Márcio.

O Conselho regional de medicina de São Paulo afirmou ter encontrado indícios de irregularidades no armazenamento de 20 mil amostras para testes de Covid-19 no Instituto Adolfo Lutz. O material estava em geladeiras indicadas para a conservação por até 72 horas. E, segundo o conselho, a capacidade atual de fazer os exames não garante que as amostras sejam analisadas dentro desse prazo.

A Coordenadoria de Controle de Doenças de São Paulo, responsável pelo Instituto Adolfo Lutz, declarou que a denúncia não procede, que não há 20 mil amostras no laboratório, mas sim, 17 mil, que as temperaturas de conservação não interferem na qualidade das análises, e que o instituto possui geladeiras e freezers com capacidade para armazenamento, seguindo protocolo da Organização Mundial da Saúde. A coordenadoria afirmou que está à disposição do conselho para esclarecimentos.

EUA chegam a 500 mil casos e estão perto de se tornar país com mais mortes por coronavírus no mundo

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Com 500.399, os Estados Unidos chegaram a mais de meio milhão de casos de coronavírus nesta sexta-feira (10) e também estão prestes a se tornar o país com mais mortes causadas pela Covid-19 em todo o mundo.

Segundo a universidade Johns Hopkins, já foram registrados 18.693 óbitos no país, apenas 156 a menos do que a Itália.

Nesta sexta, os EUA bateram um novo recorde e foram o primeiro país a registrar mais de 2 mil mortes em um período de 24 horas: foram 2.108 até a atualização das 20h30 da Johns Hopkins.

A Itália, ainda em primeiro, tem 18.849 mortes, seguida pela Espanha, com 16.081. A França ocupa a quarta posição no ranking, com 13.197.

Os EUA são também o país com mais casos confirmados no mundo, mais do dobro do segundo mais afetado, a Espanha, que aparece na lista com 158.273. Na sequência estão Itália, com 147.577, e França, com 125.931.

Os maiores números de casos e mortes nos Estados Unidos estão no estado de Nova York – 174.481 e 7.884, respectivamente. Sozinho, o estado tem mais casos do que a Espanha e a Itália, embora apresente um índice de mortalidade bem menor. Apenas na cidade de Nova York, são mais de 90 mil casos e 5 mil mortes.

Brasil

No ranking da universidade Johns Hopkins, o Brasil está na posição 14 entre os países com mais casos de Covid-19, com 19.789 – o número confirmado até às 21h15 desta sexta pelas secretarias estaduais de Saúde era de 19.943.

Secretaria confirma 112 casos da Covid-19 em MT; dois pacientes morreram

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Subiu para 112 casos da Covid-19, doença causado pelo novo coronavírus, em Mato Grosso, conforme boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou, na tarde desta sexta-feira (10).

Dois pacientes já morreram em decorrência da doença no estado. As mortes foram registradas em Lucas do Rio Verde, no dia 3 de abril, e em Cáceres, nessa quarta-feira (8).

Os casos confirmados estão nas seguintes cidade:

  • Cuiabá (60)
  • Rondonópolis (12)
  • Sinop (11)
  • Várzea Grande (6)
  • Tangará da Serra (5)
  • São José dos Quatro Marcos (2)
  • Cáceres (2)
  • Aripuanã (2)
  • União do Sul (1)
  • Primavera do Leste (1)
  • Nova Mutum (1)
  • Nova Monte Verde (1)
  • Lucas do Rio Verde (1)
  • Lambari D’Oeste (1)
  • Canarana (1)
  • Campo Novo do Parecis (1)
  • Alta Floresta (1)
  • residentes de outros estados (3)

De acordo com a SES, os três casos que constam como de outros estados foram notificados pelas Secretarias Municipais de Rondonópolis (1), Chapada dos Guimarães (1) e Pontes e Lacerda (1).

Dos 112 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 84 estão em isolamento domiciliar, 11 estão recuperados e 15 estão hospitalizados – sendo nove em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e seis em enfermarias.

Ainda segundo a secretaria, 1.027 amostras já foram processadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT). Atualmente, restam 56 amostras em análise laboratorial.

Os pacientes estão sendo acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios.

Morte por Covid-19

O primeiro paciente diagnosticado com o novo coronavírus em Mato Grosso morreu na manhã de hoje. Luiz Nunes, de 54 anos, que era gerente de um supermercado na cidade, foi internado no dia 29 de março. Fez exame e deu positivo para Covid-19. Ele era hipertenso e diabético e estava internado com síndrome respiratória aguda.

Quando deu entrada no hospital, ele disse que tinha viajado para a região sul do país no dia 19 de março.

Ele permaneceu internado e morreu quatro dias depois, no Hospital São Lucas.

O corpo de Luiz Nunes foi sepultado na manhã do mesmo dia, no Cemitério Jardim da Paz, em Lucas do Rio Verde, onde morava. Não foi realizado velório, como o recomendado nos casos de morte por coronavírus. Compareceram ao enterro alguns membros da família e funcionários da empresa na qual ele trabalhava.

Esse foi o primeiro caso de coronavírus confirmado no município de 65.534 habitantes, segundo estimativa do IBGE, em 2019.

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
  • Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Hospital de campanha em RR não tem data para funcionar por falta de equipamentos e profissionais

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O Hospital de campanha da Operação Acolhida, que cuida da imigração venezuelana em Roraima, está com a estrutura montada em Boa Vista, mas ainda não atende pacientes infectados pelo coronavírus por falta de material e profissionais.

O Posto de Atendimento Avançado (PPA) que a Acolhida mantinha em Pacaraima, ao Norte do estado, foi desdobrado para Boa Vista, após o fechamento da fronteira com a Venezuela.

Com a estrutura na capital, o Exército pretende auxiliar exclusivamente no atendimento de pacientes com coronavírus. No entanto, ainda não há data definida para que o hospital de campanha comece as suas atividades.

“Seu funcionamento iniciará tão logo os demais parceiros forneçam os insumos (material e pessoal) necessários a sua ativação, conforme planejado”, diz trecho da nota do Exército enviada à Rede Amazônica.

Roraima já registra 75 casos da doenças, de acordo com publicação feita nas redes sociais do governo.

Hospital de campanha em contrução em Boa Visita vai atender a brasileiros e estrangeiros com coronavírus — Foto: Valéria Oliveira/G1 RR

A construção do hospital foi anunciada em 23 de março e tinha entrega prevista para o dia seguinte. Mas o funcionamento ainda depende do planejamento do governo, tendo em vista que o hospital vai atender a brasileiros, venezuelanos e qualquer outro paciente com sintomas da doença em Roraima.

Na manhã desta sexta-feira (10), o governo iniciou a distribuição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para diversas unidades de saúde da capital, mas não informou quando deve entregar os equipamentos à estrutura da Acolhida.

A prefeitura de Boa Vista, que é também é uma das parceiras do Exército na ação, divulgou um edital do processo seletivo para contração temporária de 111 técnicos em enfermagem.

A estrutura do hospital é separada em áreas de cuidados, divididos nos níveis 1, 2 e 3 – conforme a gravidade de cada caso – e espaço para isolamento.

Dos 80 leitos, três serão de UTI com equipamentos respiradores específicos para pacientes com a Covid-19, doença causada pelo coronavírus. A meta é ampliar o hospital para atender 1200 pessoas.

A equipe de profissionais já conta com 12 médicos e nove enfermeiros que atuam na missão com os venezuelanos. Esse número deve aumentar porque o governo e prefeitura também vão ceder equipes para o hospital.

Roraima chega a 75 casos confirmados de coronavírus

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O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus em Roraima chegou a 75 casos, conforme anúncio do governo do estado em uma rede social, nesta sexta-feira (10).

Esse é o maior salto no número de casos do estado, sendo 12 novos infectados pelo vírus. Ainda não foram divulgados dados sobre idade, sexo ou forma de contágio dos novos casos.

O estado registrou até o momento três mortes em razão da Covid-19. A primeira foi no dia 3 de abril, um idoso de 60 anos que ficou internado sete dias na UTI do Hospital Geral de Roraima (HGR).

Nesta quinta-feira (9), morreu outro idoso, de 84 anos, que sofria com doenças como diabetes, hipertensão e comprometimento vascular e também o adolescente Yanomami Alvanei Xirixana, de 15 anos, que foi internado na UTI do HGR no dia 3 de abril, com falta de ar, dor no peito e na gargante, além de febre.

Amazonas chega a 50 mortes pelo novo coronavírus; número de casos sobe para 981

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O Amazonas registra 50 mortes causadas pelo novo coronavírus, conforme boletim divulgado nesta sexta-feira (10), pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM). Com 82 novos casos confirmados, o número total no Estado chegou a 981.

Manaus concentra 863 casos confirmados da doença, com 42 mortes. No interior, o número de confirmados chega a 118, em 16 municípios diferentes, com 8 óbitos pela doença.

O município de Manacapuru, distante 84 Km de Manaus, tem 62 casos confirmados, o maior número do interior, seguido por Itacoatiara e Iranduba, ambos com 11 casos. Conforme a FVS, 44 casos estão fora do período de transmissão de Covid-19 e outros 665 estão em isolamento social ou domiciliar.

O número total de óbitos no estado chegou a 50, com a confirmação de Covid-19 como causa de mais 10 mortes que estavam sendo investigadas, de óbitos que ocorreram entre os dias 5 e 9 de abril. A FVS também informou que 70 mortes foram notificadas por Covid-19. Foram descartados 15 casos suspeitos e outros 8 em investigação.

Os novos casos de óbitos confirmados pela doença são de uma mulher de 53 anos, com histórico de diabetes; um homem de 70 anos, sem histórico de comorbidades; um homem de 58 anos, portador de doença cardiovascular; um homem de 92 anos, comm histórico de diabetes, doença cardiovascular e tuberculose; e uma mulher de 51 anos, portadora de diabetes, doença cardiovascular e hipertensão.

Também foram confirmados como positivos para Covid-19, os óbitos de uma mulher cardiopata de 83 anos; um homem de 83, que tinha diabetes e cardiopatia; outro homem de 87 anos, que era hipertenso; uma mulher de 67 anos, sem comorbidades, e outra de 71 anos, com histórico de diabetes e hipertensão.

Veja o número de casos no Amazonas por município:

  • Manaus: 863 (42 mortes)
  • Manacapuru: 62 (3 mortes)
  • Itacoatiara: 11
  • Iranduba: 11
  • Santo Antônio do Içá: 7
  • Parintins: 6 (2 mortes)
  • São Paulo de Olivença: 5
  • Tonantins: 3
  • Careiro da Várzea: 2
  • Presidente Figueiredo: 2 (1 morte)
  • Tabatinga: 2
  • Anori: 2
  • Boca do Acre: 1
  • Manicoré: 1 (1 morte)
  • Maués: 1
  • Novo Airão: 1 (1 morte)
  • Tefé: 1

Internados por Covid-19

Dos 981 casos confirmados, 222 pacientes estão internados, conforme o boletim da FVS. Desse total, 142 estão internados na rede pública de saúde, sendo 97 em leitos clínicos e 45 em UTI. Outros 80 pacientes com Covid-19 estão internados em hospitais da rede particular, com 43 em leitos clínicos e 37 em UTI.

Outros 219 pacientes estão internados com a suspeita do novo coronavírus. Desse total, 81 estão em leitos clínicos da rede privado de saúde, e 16 em UTI. Na rede pública, são 111 casos suspeitos em leitos clínicos e outros 11 em UTIs.

O governo do Amazonas anunciou, na tarde desta sexta-feira (10), que o Hospital Delphina Aziz, referência em atendimento aos pacientes com coronavírus, atingiu a capacidade máxima operacional. Sem condição de operar por falta de profissionais, o governo diz atuar para novas contratações e assegura que “nenhum caso ficará sem assistência” na rede pública. Novos pacientes serão remanejados para outras unidades de Manaus.

Novo boletim da Saúde aponta 70 casos do novo coronavírus confirmados em todo o Acre

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O Acre já tem 70 casos confirmados de Covid-19, segundo o novo boletim da Secretaria de Saúde (Sesacre), divulgado nesta sexta-feira (10). São oito novos casos registrados de contágio pela doença em comparação com essa quinta (9), quando haviam 62 casos confirmados.

Dos oito novos casos, sete estão na capital acreana, Rio Branco (55 casos no total), e um no município de Plácido de Castro (4), no interior do estado. Os demais casos estão nos municípios de: Acrelândia (9), Bujari (1) e Porto Acre (1).

Os novos contaminados na capital acreana, de acordo com a Sesacre, são: um assistente técnico de 23 anos, um auxiliar de serviços gerais de 33 anos, uma profissional de saúde de 36, um gari de 37 anos, uma professora de 52 anos, um administrador de empresas de 42 anos e um servidor da iniciativa privada de 50 anos.

Em Plácido de Castro, uma servidora pública de 24 anos fez aumentar o número de positivos, de três para quatro casos.

A Sesacre informou ainda que todos os pacientes sabem de quem pegaram a doença, ou seja, foram contaminados por pessoas que já tinham sido infectadas com a Covid-19.

O Acre continua com duas mortes registradas. Antônia Holanda, de 79 anos, e Maria Lúcia Pismel de Paula, de 75, morreram na segunda-feira (6) e terça (7), respectivamente, por complicações após serem diagnosticadas com Covid-19.

Saúde diz que dos 70 pacientes, 39 já podem ser considerados recuperados, ou seja, não apresentam mais o vírus no organismo. A Saúde informou ainda que oito pacientes estão internados em unidades hospitalares de Rio Branco.

A Saúde disse que o número de casos notificados subiu de 745 para 815, entre a quinta (9) e esta sexta (10). Desse total, 688 foram descartados. O número de casos em análise subiu de 50 para 57.

A cidade de Acrelândia, com pouco mais de 15 mil habitantes, é a preocupação de autoridades. Depois do Ministério Público recomendar, a prefeitura da cidade acatou e decretou toque de recolher. O decreto foi publicado nesta quinta-feira (9) e o toque de recolher é diário, das 19h às 5h.

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