A Caixa Econômica Federal anunciou medidas para facilitar o financiamento habitacional e estimular o setor da construção civil. As novas regras passam a valer a partir da próxima segunda-feira 13 de abril.
Vídeo: Carga com Testes da COVID-19 Chega a São Paulo (Carga Veio da China )
O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, recebeu ontem um milhão de testes rápidos do novo coronavírus para o Ministério da Saúde. A carga veio da China.
Secretaria de Saúde confirma 108 casos de Covid-19 e duas mortes em MT
A Secretaria Estadual de Saúde confirmou nesta quinta-feira (9) que subiu para 108 os casos confirmados de Covid-19 em Mato Grosso e dois óbitos.
Os casos confirmados são nas seguintes cidades:
- Cuiabá (58)
- Rondonópolis (11)
- Tangará da Serra (5)
- Várzea Grande (6)
- Sinop (11)
- São José dos Quatro Marcos (2)
- Outros estados (3)
- Cáceres (2)
- União do Sul (1)
- Primavera do Leste (1)
- Nova Monte Verde (1)
- Lucas do Rio Verde (1)
- Nova Mutum (1)
- Canarana (1)
- Campo Novo do Parecis (1)
- Aripuanã (1)
- Alta Floresta (1)
- Lambari d Oeste (1)
Os pacientes de outros estados referem-se ao caso do paciente residente em Sonora (MS), que foi notificado pela Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis, o de São Paulo (SP), que foi notificado pela Secretaria Municipal de Saúde de Chapada dos Guimarães e o terceiro a Secretaria Estadual de Saúde não informou de onde veio, mas foi diagnosticado em Pontes e Lacerda.
Em Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis a transmissão é considerada comunitária, casos de transmissão do vírus entre a população onde não pode-se determinar a origem do contágio. O município de Nova Monte Verde não registrou novos casos da Covid-19 após 14 dias da notificação do caso, portanto deixou de configurar como transmissão comunitária.
Já em Sinop, Cáceres, Tangará da Serra e São José dos Quatro Marcos a transmissão é local, quando os pacientes não estiveram em nenhum país com registro da doença, mas tiveram contato com outro paciente infectado confirmado.
Dos pacientes com diagnóstico da doença em MT, 14 estão internados, sendo que 7 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Onze fizeram tratamento e se recuperaram da Covid-19.
A faixa etária dos pacientes que testaram positivo para o coronavírus é de 44 anos. Do total de casos confirmados, 40% são homens e 60% mulheres.
Foram notificados 462 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, que engloba pacientes com febre, mesmo que referida, acompanhada de tosse ou dor de garganta, que apresente dispneia (falta de ar) e que esteja hospitalizado.
Mortes por Covid-19
O primeiro paciente diagnosticado com o novo coronavírus em Mato Grosso morreu no dia 3 de abril. Luiz Nunes, de 54 anos, que era gerente de um supermercado na cidade, foi internado no dia 29 de março. Fez exame e deu positivo para Covid-19. Ele era hipertenso e diabético e estava internado com síndrome respiratória aguda.
Quando deu entrada no hospital, ele disse que tinha viajado para a região sul do país no dia 19 de março. Ele permaneceu internado e morreu quatro dias depois, no Hospital São Lucas.
Nessa quarta-feira (8), um idoso diagnosticado com Covid-19 morreu em Cáceres, a 220 km de Cuiabá, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES).
O servidor público aposentado Alípio Pereira de Araújo, de 82 anos, estava internado no Hospital São Luiz e tinha viajado a São Paulo, na companhia da mulher, que também está internada.
O paciente e a mulher retornaram de Taboão da Serra, interior de São Paulo, no dia 23 de março. Eles desembarcaram no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, e seguiram para Cáceres em um carro de transporte por aplicativo.
No dia 31, eles entraram em contato com os filhos relatando sintomas da doença. E nessa data foram internados. Ela permanece internada, mas, segundo a família, o quadro é estável.
CORONAVÍRUS: Sobe para 28 os casos em Rondônia
O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os dados referentes ao coronavírus (Covid-19) no Estado.
Até a tarde de quinta-feira (9) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:
Casos confirmados – 28
Pacientes curados – 08
Óbitos – 02
Pacientes internados com Covid-19 – 00
Descartados – 742
Aguardando resultados do Lacen – 18
CASOS POR MUNICÍPIOS
Os 28 casos confirmados para Covid-19 são nas seguintes localidades: 23 em Porto Velho; um em Jaru; um em Ji-Paraná; um em Ouro Preto do Oeste, um em Rolim de Moura e um em Vilhena.
Os dois novos casos confirmados em Porto Velho são um homem de 67 anos (óbito) e uma mulher de 42 anos.
A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Ministério da Saúde, por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios.
Roraima registra 63 casos confirmados de infectados pelo coronavírus
O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus em Roraima aumentou para 63 nesta quinta-feira (9), conforme anúncio do governo do estado nas redes sociais.
Não foram detalhadas informações sobre os 11 novos pacientes e nem de qual município eles são.
Em Roraima, três pessoas estão recuperadas da doença – dois pacientes na capital Boa Vista, e outro em Bonfim, município ao Norte do estado.
O estado também registrou a primeira morte em razão da Covid-19 nessa sexta-feira (3). Um idoso de 60 anos que ficou internado sete dias na UTI do Hospital Geral de Roraima (HGR).

Com quatro novos registros de Covid-19 no Acre, sobe para 62 o número de casos da doença no estado
Já são 62 casos confirmados de Covid-19 no Acre, segundo o novo boletim da Secretaria de Saúde (Sesacre), divulgado nesta quinta-feira (9). O número de recuperados também subiu e foi para 39 pessoas com alta médica, sendo assim 23 pessoas seguem em tratamento. Nos últimos dias, o Acre registrou duas mortes em decorrência da Covid-19 em Rio Branco.
Dos quatro novos casos, dois são registrado pela Sesacre, pela primeira vez, como contaminação comunitária ou sustentada – quando a transmissão do vírus é feita por fontes não identificadas. Três foram registrados em Rio Brancoe um em Plácido de Castro.
Da capital, os casos são de um agente penitenciário de 31 anos, que não sabe dizer de quem contraiu o vírus; de um administrador de empresas de 51 anos, que está internado em hospital de Rio Branco tratando de outra enfermidade, que não era Covid-19; e o terceiro caso é de um um auxiliar de depósito, de 41 anos, que foi contaminado por pessoa infectada já identificada.
O quarto caso é de Plácido de Castro, uma autônoma de 33 anos, que também contraiu de um caso já confirmado. Com isso, sobe de dois para três os números da doença na cidade.
Dos 68 casos, 48 são em Rio Branco, nove em Acrelândia, um no Bujari, três em Plácido de Castro e um em Porto Acre. No último boletim, eram 58 casos.
O Acre continua com duas mortes registradas. Antônia Holanda, de 79 anos, e Maria Lúcia Pismel de Paula, de 75, morreram na segunda (6) e terça-feira (9), respectivamente, por complicações após serem diagnosticadas com Covid-19.
Saúde diz que dos 62 pacientes, 39 já podem ser considerados recuperados, ou seja, não apresentam mais o vírus no organismo, configurando assim uma taxa de recuperação de 63% dos pacientes.
A Saúde informou que recebeu 745 casos suspeitos, descartou 633, confirmou 62 e mais 50 seguem em análise. Todos os casos confirmados estão sendo acompanhados de perto pela equipe da Vigilância Epidemiológica no âmbito estadual e municipal.
Alunos de medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac) criaram um canal de teleatendimento que está ajudando nas orientações e até encaminhamentos de casos suspeitos da doença.
A cidade de Acrelândia, com pouco mais de 15 mil habitantes, é a preocupação de autoridades. Depois do Ministério Público recomendar, a prefeitura da cidade acatou e decretou toque de recolher. O decreto foi publicado nesta quinta-feira (9) e o toque de recolher é diário, das 19h às 5h.
Hospital Regional de Cacoal conta com leitos de UTI exclusivos para atender pacientes graves de Covid-19
A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), seguindo o plano do Governo de Rondônia de enfrentamento ao coronavírus, tem como referência no interior, para receber os possíveis pacientes graves com Covid-19, o Hospital Regional de Cacoal (HRC) que atende cerca 34 município do interior do Estado.
Para isso, diversas medidas foram adotadas, entre elas a adequação da estrutura física do Hospital, que passou a contar com a Unidade Covid-19, para atendimento aos pacientes que necessitam de internação quando confirmado o diagnóstico, ou casos suspeitos, encaminhados pelas secretarias municipais de saúde.
A estrutura é composta por uma tenda externa para triagem de casos encaminhados via regulação estadual, sala de medicação, sala de estabilização, enfermarias com leitos clínicos e Unidades de Terapia Intensiva (UTI) equipadas com respiradores.
A Unidade Covid-19 do HRC conta ainda com sala de equipamentos, vestiários de barreira, sala de espera, rouparia e uma sala de repouso para as equipes em atuação. Referência para municípios desde Ouro Preto a Vilhena, o HRC tem atendido ao Plano de Contingência do Complexo Hospitalar Regional de Cacoal para Infecção Humana do Coronavírus, que define o nível de resposta e a estrutura de comando correspondente a ser configurada em cada esfera e nível de complexidade.
O Plano foi elaborado considerando a necessidade de normatização, fornecimento de instruções e a instituição de protocolos de serviço para regulação de pacientes do Complexo Hospitalar, que tem como referência o Hospital Regional de Cacoal. Elaborado de forma emergencial, o Plano respeita o Protocolo de Manejo Clínico para a infecção humana pelo novo coronavírus, baseado nos protocolos do Ministério da Saúde e no Plano de Contingência do Estado de Rondônia.

“O documento tem o objetivo de orientar os profissionais médicos do HRC para atuação no manejo de casos de infecção humana pelo novo coronavírus quanto aos critérios de internação que foram aceitos pelo sistema de regulação específica da Unidade Covid-19, instalada no HRC”, explicou a diretora do Hospital Regional de Cacoal, Elisângela Lopes.
Além disso, a direção do Complexo Hospitalar Regional de Cacoal tem mantido um cronograma constante de capacitação voltado à atualização dos inúmeros profissionais que atuam na unidade de atendimento ao Covid-19, como técnicos de enfermagem, enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, setor de limpeza, setor de manutenção de ar condicionado, agentes de atividade administrativa, psicologia, nutrição, serviço social, setor de coleta de resíduos (lixo infectante), residentes da equipe multiprofissional.
“O governador Marcos Rocha, o secretário de Saúde, Fernando Máximo, e todas as equipes de saúde do Estado têm atuado muito forte a fim de preparar as unidades hospitalares para receber pacientes com coronavírus que necessitem de cuidados hospitalares. Mas nada disso será válido se a população não se conscientizar e fazer a sua parte. É necessário que cada um tenha consciência e preserve-se, cumprindo com as orientações que são repassadas e tomando as medidas corretas de higienização para evitar o contágio”, destacou o diretor do Complexo Hospitalar de Cacoal, João Henrique Paulo Gomes.
Covid-19: governo reforça recomendações para feiras livres e sacolões

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento enfatizou a importância de produtores e agricultores familiares cujas mercadorias são vendidas em feiras livres, sacolões e lojas varejistas redobrarem os cuidados de higiene a fim de evitar a contaminação pelo novo coronavírus (covid-19).
Em parceria com o Ministério da Saúde e com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a pasta elencou 19 recomendações para a manipulação dos alimentos. São medidas que contemplam desde os cuidados com a higiene pessoal por parte dos trabalhadores à limpeza dos ambientes, superfícies e veículos de transporte, passando pela estrutura das feiras e orientações que os vendedores podem repassar aos seus clientes.
Previstas em leis e normas, as recomendações contribuem para a segurança e a manutenção dos serviços de abastecimento à população.
Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os produtores e agricultores familiares devem:
– limpar e higienizar regularmente todos os veículos de transportes, bem como as superfícies dos locais de acondicionamento de produtos, equipamentos e utensílios;
– manter pelo menos um metro de distância entre as bancas; entre os funcionários e entre os empregados e clientes. Para isso, poderão ser usadas faixas ou fitas para demarcar os limites e ampliar a divisão dos turnos de trabalho a fim de evitar aglomeração de pessoas;
– disponibilizar pias com água corrente e sabonete, além de álcool 70% para uso de feirantes e consumidores;
– as bancas e barracas devem ser instaladas em locais amplos, preferencialmente ao ar livre. O lixo deve ser frequentemente coletado e estocado em local isolado da área de preparação e armazenamento dos alimentos;
– caso opte por usar máscaras, o comerciante deve substituí-las e higienizá-las sempre que elas estiverem úmidas ou sujas. No caso das luvas, estas devem ser utilizadas apenas para a manipulação do alimento;
– separar o local de pagamento de maneira a manter o distanciamento entre quem estiver cobrando e quem estiver pagando dos demais clientes e feirantes e encarregar uma ou mais pessoas de receber o dinheiro dos consumidores;
– proibir qualquer tipo de degustação ou consumo de produtos no local;
– manter as unhas curtas, bem aparadas, sem esmaltes, e não usar adornos que possam acumular sujeiras e micro-organismos, como anéis, aliança e relógio;
– não conversar, espirrar, tossir, cantar ou assoviar em cima dos alimentos, superfícies ou utensílios. A recomendação vale tanto para o momento do preparo dos alimentos/mercadorias quanto para o de servir;
– quem prepara os alimentos deve lavar as mãos com frequência e, principalmente, depois de: tossir, espirrar, coçar ou assoar o nariz; coçar os olhos ou tocar na boca; preparar alimentos crus, como carne, vegetais e frutas; manusear celular, dinheiro, lixo, chaves, maçanetas, entre outros objetos; ir ao sanitário; retornar dos intervalos;
– pessoas com mais de 60 anos ou que possuam doenças crônicas como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, insuficiência renal crônica ou doença respiratória crônica devem se afastar das atividades, bem como os comerciantes que, mesmo não fazendo parte do grupo de risco, têm contato direto com pessoas do chamado grupo do risco;
– trabalhadores com sintomas como tosse, febre, coriza, dor de garganta e falta de ar, independentemente de pertencerem a algum grupo de risco, devem se afastar da atividade e permanecer em casa, isolados, por 14 dias, e procurar o serviço de saúde caso o quadro se agrave.
Além dessas medidas, o ministério também recomenda aos feirantes que procurem organizar o fluxo de pessoas, evitando aglomerações. E lembra que não há, segundo as principais autoridades de saúde, até o momento, evidências de que o novo coronavírus possa ser transmitido por meio de alimentos, embora pesquisas apontem que o vírus pode persistir por horas ou até dias em algumas superfícies, dependendo da temperatura e da umidade do ambiente.
Balanço da pandemia do novo coronavírus no mundo às 16h de Brasília
O novo coronavírus deixou pelo menos 93.706 mortos no mundo desde que apareceu em dezembro, segundo balanço estabelecido pela AFP com base em fontes oficiais, nesta quinta-feira (9) às 19h GMT (16h de Brasília).
Desde o começo da epidemia, foram contabilizados mais de 1.567.590 de casos de contágio em 192 países e territórios.
O número de casos diagnosticados só reflete, no entanto, parte da totalidade de contágios devido às políticas díspares entre os diferentes países para diagnosticar os casos, alguns só o fazem com as pessoas que precisam de hospitalização. As autoridades consideram que até agora, pelo menos 316.800 pessoas se curaram da doença.
Desde as 16h de Brasília de quarta-feira, foram registradas 7.432 novas mortes e 100.371 contágios no mundo.
Nas últimas 24 horas, os países que registraram mais óbitos foram Estados Unidos, com 2.109 novas mortes, França (1.341) e Reino Unido (881).
O número de mortos na Itália, que registrou a primeira morte vinculada ao vírus no fim de fevereiro, chega a 18.279. O país registrou 143.626 contágios. Desde a quarta-feira, foram reportadas 610 mortes e 4.204 novos contágios. As autoridades italianas consideram que 28.470 pessoas se curaram.
Depois da Itália, os países mais afetados pelo novo coronavírus são Estados Unidos, com 15.938 mortos e 451.491 casos; a Espanha, com 15.238 mortos (152.446 casos); a França, com 12.210 mortos (117.749 casos), e o Reino Unido, com 7.978 mortos (65.077 casos).
A China continental (exceto Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou em dezembro, tem um total de 81.865 pessoas contagiadas, das quais 3.335 morreram e 77.370 se curaram. Nas últimas 24 horas foram registrados 63 novos casos e 2 mortes.
Em número de casos, os Estados Unidos são o país mais afetado, com 451.491 contaminações oficialmente diagnosticadas, entre elas 15.938 mortes e 24.790 curas.
Desde as 16h de Brasília de quarta-feira, Djibuti e Somália anunciaram as primeiras mortes relacionadas ao novo coronavírus.
às 16h de Brasília desta quinta e desde o início da epidemia, a Europa somava 65.811 falecidos (811.723 contágios), Estados Unidos e Canadá 16.464 (472.184), Ásia 4.514 (128.690), Oriente Médio 4.357 (88.985), América Latina e Caribe 1.875 (46.833), África 627 (11.953), e Oceania 58 (7.225).
O balanço foi realizado com base em dados de autoridades nacionais, compilados pelos escritórios da AFP e com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Onyx defende volta gradual da atividade econômica após a Páscoa
O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, defendeu uma volta gradual da atividade econômica no Brasil após o próximo domingo (12). Para ele, um retorno “responsável” das pessoas ao trabalho a partir dos próximos dias dará condições do Brasil retomar o crescimento.
“Eu acredito que se nós retornarmos após o feriado da Páscoa de maneira gradual, responsável, à atividade econômica, vamos sofrer um baque este ano, sem dúvida, mas vamos ter, sim, a condição de poder retomar a atividade econômica e fazer o Brasil continuar crescendo”, disse o ministro, durante uma live promovida pelo Grupo Voto, uma empresa de comunicação política e institucional, na tarde de hoje (9).
Atualmente, cada governador tem determinado uma forma de isolamento social em seu estado para diminuir a circulação de pessoas e, com isso, as chances de propagação do novo coronavírus. O comércio de produtos não essenciais, além de bares e restaurantes estão fechados em várias cidades.
Onyx acredita que o Brasil se recuperará rápido da crise econômica gerada pela pandemia do covid-19. Ele entende que as demandas dos outros países aos produtos que o Brasil exporta são peça chave nesse processo. “A nossa base é minerais e commodities agrícolas e vai ter uma super demanda. O Brasil deve, no segundo semestre, recuperar um perfil de crescimento muito positivo”.
Ele ponderou, no entanto, que o Brasil também dependerá da recuperação econômica dos seus compradores que, assim como grande parte do mundo, está mergulhado na mesma crise. “Nossos compradores de commodities agrícolas precisam também retomar o seu desenvolvimento e isso está ligado à demanda que eles vão ter para fornecer para outros países. Esse processo não tem como prever. A gente tem que ir trabalhando para dar condição para o Brasil responder”.
O ministro ainda estimou que a duração da epidemia seja de 12 a 14 semanas, com base, segundo ele, na duração da maior parte das epidemias ocorridas no mundo no século 20.
Durante a live, ele ainda destacou o pagamento do auxílio emergencial, que teve início hoje. Ele citou o pagamento feito hoje a pouco mais de 2 milhões de pessoas. Segundo o ministro, a expectativa é que o auxílio atenda de 30 a 35 milhões de pessoas.















