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sábado, maio 16, 2026
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Novo boletim aponta 58 casos de Covid-19 e 37 pacientes recuperados no Acre

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O novo boletim da Secretaria de Saúde (Sesacre), divulgado nesta quarta-feira (8), informou que já são 58 casos confirmados da doença no estado. Nos últimos dias, o Acre registrou duas mortes em decorrência da Covid-19 em Rio Branco.

Os oito novos casos foram registrados, seis em Rio Branco, um no Bujari e outro em Plácido de Castro.

Antônia Holanda, de 79 anos, e Maria Lúcia Pismel de Paula, de 75, morreram na segunda (6) e terça-feira (9) por complicações após serem diagnosticas com Covid-19.

No último boletim, eram 50 casos, com oito novas testagens positivas para a doença, esse número foi para 58. Os casos se concentram nas cidades de Rio Branco, Acrelândia, Porto Acre e agora também em Plácido de Castro.

Dos novos infectados, dois têm grau de parentesco com a idosa de 79, que foi o primeiro caso de morte por Covid-19 no Acre, ocorrida na tarde da segunda-feira, 6. Elas são uma estudante de 20 anos e uma cabeleireira de 40 anos.

Além disso, uma bancária de 28 anos e um técnico em farmácia de 42 anos foram atestados também com a doença. Os outros quatro pacientes não tiveram a idade divulgada pela Saúde. Todos os novos casos foram de pessoas que tiveram contato com pacientes já infectados com a doença.

Saúde diz que dos 58 pacientes, 37 já podem ser considerados recuperados, ou seja, não apresentam mais o vírus no organismo, configurando assim uma taxa de recuperação de 64% dos pacientes.

A Saúde informou que recebeu 735 casos suspeitos, descartou 604, confirmou 58 e mais 73 seguem em análise. Dos confirmados, 45 são em Rio Branco; nove em Acrelândia, um em Porto Acre, dois em Plácido de Castro e um no Bujari.

Casos

Todos os casos confirmados estão sendo acompanhados de perto pela equipe da Vigilância Epidemiológica no âmbito estadual e municipal.

Alunos de medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac) criaram um canal de teleatendimento que está ajudando nas orientações e até encaminhamentos de casos suspeitos da doença.

Nota do governo

O governador do Acre, Gladson Cameli, usou o seu perfil oficial do Instagram, na terça (7), para lamentar a duas mortes registradas no estado nos últimos dias. Ele prestou solidariedade às famílias e completou:

“Nosso esforço continuará voltado para conter esta crise que assola a humanidade e o Acre, nos mantendo firmes no propósito de resguardar nossa população de todo mal. Nossos sentimentos! Que Deus nos abençoe”, finaliza.

Idoso e duas crianças estão internados em Ariquemes, RO, com suspeita de Covid-19

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Um idoso de 77 anos e duas crianças de 1 e 9 anos de idade estão internados no hospital de campanha de Ariquemes (RO), no Centro de Afecções Respiratórias montado no município, para receber pacientes com suspeitas do novo coronavírus. Os três pacientes apresentam pneumonia. As informações foram divulgadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsau).

De acordo com Ândrea Gaspar, gerente de Vigilância em Saúde de Ariquemes, os pacientes deram entrada com sintomas de febre, dificuldade para respirar e precisaram ser internados por apresentarem infecção pulmonar, segundo ela, foi preciso administração de medicação por via endovenosa.

Foram tomadas medidas de isolamento e coletadas as amostras para exames para constatar se há infecção nesses pacientes pelo Covd-19.

Os exames serão encaminhados para o Laboratório Central de Saúde (Lacen) em Porto Velho, e a previsão é que os resultados fiquem prontos até o próximo sábado (12).

A Vigilância ainda divulgou que a secretaria municipal de saúde foi informada de que acabaram kits para os testes de Covid-19 no Lacen e que os novos kits chegariam até o fim da semana.

“Chegando os novos kits, nossas amostras já estarão em Porto Velho, e acreditamos que em dois ou três dias o laboratório libere os resultados”, disse Ândrea Gaspar.

O boletim oficial divulgado na terça-feira (7), pelo município de Ariquemes apontou que na cidade não há nenhum caso confirmado de Covid-19. Sendo que 27 casos foram descartados, três estão em investigação e dois hospitalizados. Nesta quarta-feira, o número de casos hospitalizados foi atualizado para três.

Os números de internações ainda não estão no balanço da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), que espera confirmação pelos testes.

Secretaria Municipal confirma 1º paciente com Covid-19 em Ouro Preto do Oeste, RO

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O secretário de Saúde de Ouro Preto do Oeste, Cristiano Ramos Pereira, confirmou nesta quarta-feira (8) o primeiro diagnóstico do novo coronavírus na região (veja vídeo acima). De acordo com a pasta, o paciente é um homem de 57 anos que saiu de Espírito Santo com destino ao município.

Os sintomas apresentados pelo paciente, conforme a secretaria, começaram a aparecer em meados de março. O secretário afirmou que o homem passa bem, mas que está em isolamento junto com a família.

“O material dele foi colhido em um hospital particular daqui da cidade. Hoje chegou resultado e de pronto o laboratório nos entregou. Após sabermos do resultado, mandamos a nossa equipe ir até a residência desse paciente e orientar toda a família”, explica.

O paciente, que foi confirmado com o novo coronavírus em Ouro Preto do Oeste, de acordo com a apuração da equipe de reportagem não é morador do município. Ele mora no Espírito Santo e estava passando as férias na cidade.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) ainda não confirmou o caso até a última atualização desta reportagem.

23 casos da Covid-19

Na noite de terça-feira (7) por meio de boletim, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesau), confirmou mais cinco casos do novo coronavírus em Rondônia, aumentando o total para 23 no estado. O estado continua com uma morte registrada por Covid-19.

CORONAVÍRUS – Sobe para 26 o número de casos em Rondônia

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os dados referentes ao coronavírus (Covid-19) no Estado.

Até a tarde de quarta-feira (8) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Casos confirmados  – 26

Pacientes curados – 08

Óbito – 01

Pacientes internados com Covid-19 – 00

Descartados – 697

Aguardando resultados do Lacen – 44

CASOS POR MUNICÍPIOS

Os 26 casos confirmados para Covid-19 são nas seguintes localidades: 21 em Porto Velho; um em Jaru; um em Ji-Paraná; um em Ouro Preto do Oeste, um em Rolim de Moura e um em Vilhena.

Os dois novos casos confirmados em Porto Velho são um homem de 24 anos e uma mulher de 23 anos. O terceiro caso confirmado é em Ouro Preto do Oeste, um homem de 57 anos de idade.

A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Ministério da Saúde, por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios.

21 CASOS DE COVID-19 EM PORTO VELHO

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) informa mais dois (2) casos positivos para o novo coronavírus (Covid-19), em Porto Velho, confirmados na manhã desta quarta-feira (8). Agora são 21 o total de pessoas que testaram positivo para a doença na Capital.

Os dois pacientes – uma mulher de 22 anos e um homem de 24 anos – passam bem e se recuperam em casa. Ambos são casos clínicos-epidemiológicos, ou seja, convivem com outro caso confirmado laboratorialmente e apresentam sintomas claros da doença.

O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) e Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) da Semusa estão atuando para bloquear a cadeia de transmissão do vírus, com orientações e monitoramento dos pacientes.

UPA de Jaci-Paraná poderá atender média e alta complexidade

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A prefeitura de Porto Velho recebeu da Santo Antônio Energia, nesta terça-feira (7), o prédio do Pronto Atendimento (PA) do distrito de Jaci-Paraná. A estrutura foi toda reformada e vai beneficiar a população dos distritos da BR-364 e também da Ponta do Abunã.

O Pronto Atendimento terá capacidade para realizar procedimento de média e alta complexidade 24 horas. “Apenas os casos mais complexos devem ser encaminhados para Porto Velho”, explicou a secretária titular da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Eliana Pasini.

Dez enfermeiros, 11 médicos e três técnicos de enfermagem compõem o corpo clínico da Unidade. Cerca de 50 novos profissionais serão contratados.

Os pacientes também contarão com o apoio do SAMU, que terá uma base montada ao lado do PA. Duas ambulâncias darão suporte aos profissionais no serviço de socorro à população.

O Pronto Atendimento vai beneficiar, além de Jaci-Paraná, todos os demais distritos localizados ao longo da BR-364 e também Ponta do Abunã. Cerca de 70 mil pessoas vivem nessa região.

Durante a entrega do prédio, Eliana Pasini, declarou que “a nova estrutura, além de melhorar os serviços de saúde oferecidos à população, vai proporcionar melhores condições de trabalho aos profissionais da saúde”.

O prefeito Hildon Chaves ressaltou que não tem medido esforços para garantir a qualidade no atendimento de saúde de todos. “Temos trabalhado pela preservação da vida. Pronto Atendimento e o Samu vão transformar a historia da saúde em Jaci-Paraná e demais distritos. A melhor estrutura de Porto Velho está aqui”.

A gerente de enfermagem da Unidade, Leila Alves, agradeceu o empenho da prefeitura. “Sempre sonhamos com um local assim para trabalhar. Que oferecesse estrutura física para fazermos um bom trabalho por aqueles que buscam ajuda”.

Vídeo Completo: Mais 35 Leitos de UTI Para Atendimento Aos POSSÍVEIS Casos Graves de Coronavírus em Rondônia.

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Coletiva de Imprensa Com o Secretário Estadual de Saúde FERNANDO MÁXIMO na Unidade de Assistência Médica Intensiva 24 horas (AMI 24h)

Conversa com o presidente foi ‘tranquila’, diz Mandetta

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Ao chegar ao prédio do Ministério da Saúde, depois de se reunir na manhã desta quarta-feira (8) com o presidente da República, Jair Bolsonaro, o ministro Luiz Henrique Mandetta disse que a conversa foi “tranquila” e que o trabalho de combate ao coronavírus continua sendo o foco de sua equipe.

Esse foi o primeiro encontro pessoal de Mandetta com o presidente depois dos fortes rumores da última segunda-feira (7) de que ele poderia ser demitido. No dia, assessores chegaram a dizer que as gavetas do ministro estavam sendo esvaziadas, numa sinalização de que a expectativa era mesmo de demissão.

A demissão não se confirmou e o próprio ministro concedeu entrevista no início da noite de segunda dizendo que seguia à frente do Ministério da Saúde.

O encontro desta quarta é uma busca, segundo assessores presidenciais, de “acertar os ponteiros” entre os dois para uniformizar o discurso interno sobre a estratégia de combate ao coronavírus.

Segundo um interlocutor do presidente da República, depois da tensão de segunda-feira, a expectativa é que o clima melhore a partir de agora, com o ministro da Saúde seguindo no posto mantendo a estratégia do isolamento social, mas com a possibilidade de avaliar sua flexibilização a partir do mês de maio.

O Palácio do Planalto tem a avaliação de que a partir do próximo mês seria possível inicial algum tipo de flexibilização e volta ao trabalho, como vinha defendendo o presidente da República, posição que é, porém, criticada por especialistas da área de saúde, Legislativo e Judiciário.

Dentro da equipe de Mandetta, o discurso é que tudo será feito com segurança, sem colocar em risco a população brasileira, e que a estratégia atual será mantida. Ou seja, qualquer flexibilização será adotada apenas se o ministério considerar que há realmente condições para que isso aconteça. Neste momento, não há, dizem assessores do ministro.

Gás de cozinha ignora queda do petróleo e já custa R$ 115

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O petróleo se mantém em baixa nas principais bolsas de negociação do mundo, mas, no Brasil, um dos seus derivados, o gás liquefeito (GLP) para consumo residencial, popularmente conhecido como gás de cozinha, continua a se descolar da matéria-prima e chega a custar R$ 115 para a população, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustívies (ANP).

O preço do GLP vendido em botijões de 13 kg, atualmente, está subindo mais do que aconteceu com o óleo diesel nos meses que antecederam a greve dos caminhoneiros. Além disso, a alta do botijão acontece justamente num momento de desvalorização do petróleo. Na prática, significa que a população, principalmente a de baixa renda, está sendo mais atingida hoje do que no período da crise do diesel.

De janeiro a março deste ano, o gás de cozinha ficou, em média, 0,28% mais caro, enquanto o petróleo WTI despencou quase à metade. No mesmo período de 2018, a variação do diesel foi de 0,24%, em um período em que o petróleo caia 1,52%. Os dados são do Instituto de Estudos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), que utilizou estatística da ANP para avaliar o mercado interno, e foram divulgados com exclusividade para o Estadão/ Broadcast.

“Estamos observando uma resistência à queda dos preços do botijão, apesar do preço do barril do petróleo ter despencado. Nesse cenário, o governo deveria considerar a execução de um novo programa de subvenção do GLP, a exemplo do que foi feito com o diesel durante a greve dos caminhoneiros”, afirma o coordenador Técnico do Ineep, Rodrigo Leão, responsável pelo estudo comparativo entre o petróleo e seus derivados.

Em algumas regiões, o disparate de preço do gás de cozinha é maior. No município paulista de Santos, estava vendido a até R$ 93 na primeira semana de abril, um acréscimo de R$ 3 em relação ao início do mês passado. O botijão mais caro é o comercializado no Estado do Mato Grosso, a R$ 115. A ANP não informa em qual cidade isso acontece.

Sindigás, representante das distribuidoras, diz que, em média, o preço se mantém estável. Altas expressivas são pontuais, por conta do oportunismo de alguns revendedores.

Para Luciano Losekann, especialista em Petróleo e Gás Natural e professor da Faculdade de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF), a alta do preço do gás de cozinha pago pelo consumidor final deve ser ainda maior do que a registrada pela agência reguladora, porque o comércio do produto tem a particularidade de contar com a presença de intermediários na cadeia e ser marcado pela clandestinidade em alguns municípios. No Rio de Janeiro, é conhecida a participação de grupos milicianos na venda em comunidades.

“A cadeia produtiva do GLP não é homogênea. Há agregadores que revendem ao pequeno comércio e acabam tendo um poder de mercado localizado. O consumidor que não tem botijão adicional, compra sem pesquisar e dá prioridade à rapidez de entrega. Isso dá um poder de mercado ao vendedor”, disse Losekann, acrescentando que a classe mais pobre é a mais atingida por essa realidade.

Cloroquina: Roberto Kalil foi tratado com a medicação

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Diagnosticado com Covid-19, o cardiologista Roberto Kalil foi tratado com cloroquina, o polêmico remédio para malária. O profissional tomou a medicação nos primeiros quatro dias de internação no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, quando seu estado de saúde se agravou.

A equipe responsável por seu tratamento chegou a cogitar interná-lo na UTI.

Desde o início da crise causada pelo novo coronavírus no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro tem colocado em xeque recomendações do  Ministério da Saúde. Bolsonaro encampa uma cruzada para defender o uso da cloroquina, que ainda não tem sua efetividade clinicamente comprovada, como forma de combater a epidemia no país.

A insistência do presidente no tema transformou o remédio em uma ferramenta do jogo político travado pelo bolsonarismo nas redes sociais.

Dois grandes estudos estão sendo conduzidos no Brasil para comprovar (ou não) a eficácia do remédio.

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