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sábado, maio 16, 2026
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Vídeo: #FicaMandetta – TeleSUS, Consulta Sem Sair de Casa

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Vídeo: #FicaMandetta – Quer tirar dúvidas sobre o coronavírus O Ministério da Saúde responde

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#FicaMandetta: Acordo para reduzir processos por Covid 19

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Veja quanto cada empresa doou para o combate ao coronavírus

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O cenário trazido pela pandemia de coronavírus é de hospitais lotados, recursos escassos para atender aos doentes e famílias em dificuldade por causa da interrupção de atividades profissionais. Essa situação preocupante despertou a solidariedade de muita gente.

Entidades beneficentes se empenharam em organizar campanhas de arrecadação. E dezenas de empresas e associações têm feito doações em dinheiro, insumos hospitalares e equipamentos médicos, contribuindo para o combate à covid-19.

A lista abaixo foi feita pela Associação Brasileira de Captadores de Recursos, que reúne pessoas que buscam recursos para entidades filantrópicas. É atualizada todos os dias com informações disponíveis publicamente. Confira quanto cada organização já doou (a lista não inclui doações sem valor declarado).

TOTAL ATÉ AGORA: R$ 848.636.962

Quanto cada empresa ou associação doou

  • Always – R$ 200.000
  • Ambev e Gerdau – R$ 10.000.000
  • Banco Safra – R$ 20.000.000
  • Boticário – R$ 500.000
  • BRF – R$ 50.000.000
  • BTG Pactual – R$ 50.000.000
  • BV – R$ 30.000.000
  • Burger King – R$ 1.000.000
  • Cacau Show – R$ 1.000.000
  • CBBM e FIEMG – R$ 5.500.000
  • Comunitas (vários doadores) – R$ 26.000.000
  • Confederação Nacional da Agricultura – R$ 5.000.000
  • Governo de São Paulo (doações recebidas) – R$ 169.000.000
  • EMBRAPII – R$ 20.000.000
  • Familia Apoia Familia – R$ 3.000.000
  • Famílias Trajano e Garcia – R$ 10.000.000
  • Fundação Casas Bahia – R$ 1.000.000
  • Fundação José Luiz Egydio Setúbal – R$ 1.000.000
  • Fundação Mapfre – R$ 16.000.000
  • Fundação Itau – R$ 150.000.000
  • Fundação Tide Setúbal – R$ 7.590.000
  • Grupo Brasal – R$ 2.000.000
  • Grupo Lunelli – R$ 4.250.000
  • Grupo Zaffari – R$ 10.000.000
  • GT Building – R$ 200.000
  • iCS – Instituto Clima e Sociedade – R$ 80.000
  • iFood – R$ 50.000.000
  • Instituto Hidrovias – R$ 4.000.000
  • Instituto Lojas Renner – R$ 4.100.000
  • Kazzas – R$ 100.000
  • Leroy Merlin – R$ 60.000
  • Magazine Luiza – R$ 10.000.000
  • Marfrig – R$ 7.500.000
  • Mineirão e Dahw Brasil – R$ 240.000
  • Nubank – R$ 20.000.000
  • Rubens Menin – R$ 10.000.000
  • SESI-CE – R$ 1.000.000
  • Unilever – R$ 3.000.000
  • Vale – R$ 5.240.000
  • VLI – R$ 6.000.000
  • Votorantim – R$ 50.000.000
  • XP Investimentos – R$ 25.000.000
  • Xuxa Meneguel – R$ 1.000.000

Campanhas que receberam doações

Clique nos nomes para doar também

Campanha Valor Recebido (reais)
Ação Cidadania contra o Coronavírus 434.865
Apoio Imediato para Famílias Negras e Periféricas – Covid19 194.792
BrazilFoundation em Ação – Juntos contra a Covid-19 213.000
Corona no Paredão Fome Não 9.463.450
Covid 19 nas Favelas 89.030
Fundo Emergencial da Saúde 2.000.000
Juntos Transformarmos 976.134
Mobiliza Campinas 5.093.566
Rede Nac. de Fin. de Ações de Combate à Covid-19 15.848.797
Rio Contra o Corona 1.262.487
União Rio 10.000.000
União SP 6.537.600
Vem pra Guerra HC 6.681.600

Vídeo: #FicaMandetta – Todos Contra o coronavírus, o Brasil conta com você

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Todos Contra o coronavírus, o Brasil conta com você

#FicaMandetta – #FiqueEmCasa

Coronavírus: dupla face e lavável, como deve ser a máscara feita em casa

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Ministério da Saúde publicou na noite da última quinta-feira, 2, as orientações para a produção caseira de máscaras de proteção facial. O item passou a ser recomendado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta para profissionais que não podem seguir as orientações de distanciamento social e precisam de uma “barreira extra” de proteção.

A publicação explica que “é preciso que a máscara tenha pelo menos duas camadas de pano, seja dupla face. E mais uma informação importante: ela é individual. Não pode ser dividida com ninguém”.

Os tecidos sugerido são TNTtricoline e algodão, mas a publicação não cita nenhum tipo de composição que seja desaconselhada. “O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e nariz e que esteja bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais”, diz a orientação.

Os direcionamentos do Ministério dão conta de que a máscara deve ser individual. Não pode ser dividida com ninguém, nem parentes. Cada um deve ter a sua.

O item deve ser usado por cerca de duas horas. Depois é preciso trocar. Portanto, o ideal é que cada pessoa tenha pelo menos duas máscaras de pano.

É importante que o item seja preso com elásticos ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca. Desse jeito, o pano ficará firme na proteção da boca e do nariz, sem espaços no rosto.

Ao chegar em casa, lave as máscaras usadas com água sanitária, deixe de molho por dez minutos. Cada um deve lavar sua própria máscara.

Para cumprir essa missão, serve qualquer pedaço de tecido. Camisas, calças antigas, etc.

Alerta importante: não é indicado ficar tirando e colocando a máscara diversas vezes, nem tocar na parte do tecido, que pode estar infectada. Manuseie o item sempre pelas alças ou elásticos.

Veja um tutorial fácil publicado pela pediatra Ana Escobar.

IMPOSTO – Governo de Rondônia amplia prazo para pagamento do IPVA

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O Governo de Rondônia, por meio da Secretária de Estado de Finanças (Sefin), prorrogou os prazos para recolhimento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), para os veículos classificados como motocicleta, ciclomotor, triciclo, quadriciclo,motoneta, com potência até 300 (trezentas) cilindradas e automóvel de passeio com potência até 1000 (mil) cilindradas, que tem respectivamente os seguintes vencimentos finais; um, dois, três e quatro.

Essa medida está no decreto nº 24.917, de 31 de março de 2020, em razão da pandemia ao Coronavírus (Covid-19). O decreto altera o prazo final de pagamento das placas finais; um, dois e três que tinham vencimento para o último dia útil do mês de março e ficou para o último dia útil do mês de abril; e com final quatro, até o último dia útil do mês de maio.

Para a gerente de arrecadação da Sefin, Darlene Amaral de Souza, essa medida implementada pelo governo visa atender justamente a população mais vulnerável que não terá dificuldade ao cumprimento dos prazos.

“Quem utilizava o seu veículo como fonte de renda familiar pode ter esse prazo a mais. O decreto atende esse público no período da pandemia”, explicou a gerente.

O IPVA é o imposto estadual sobre a propriedade de veículos automotores previsto pelo art.º 155, III da Constituição Federal e regulado no âmbito estadual pelo Código Tributário Estadual – Lei nº 11.651, de 26 de Dezembro de 1991.

Vacinação de idosos supera meta e protege grupo de risco de outras gripes agressivas em Vilhena

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A 1ª etapa de vacinação contra as gripes H1N1, H2N3 e influenza A foi um sucesso em Vilhena, alcançando 329 idosos a mais do que o previsto pela meta do Ministério da Saúde. O resultado rendeu uma cobertura vacinal de 5.803 idosos vacinados, o que representa 106% do número esperado. Além deste público, considerado mais vulnerável aos efeitos graves da covid-19, os profissionais de saúde também estão sendo imunizados.

O secretário municipal de Saúde, Afonso Emerick, destacou a importância de a campanha ter alcançado seu objetivo neste momento. “Registramos recentemente uma morte em um idoso com H1N1 em Vilhena e isso mostra a importância de todos se cuidarem. O surto dessa doença foi em 2009, mas até hoje precisamos nos cuidar. E assim estamos fazendo com nossa população, seja por meio de vacinação drive-thru, em escolas ou até mesmo indo até a casa dos idosos para vaciná-los à domicílio”, explica.

De acordo com a coordenadora do setor de Imunização, Sueli Aparecida da Silva, a campanha foi um sucesso. “Essa foi a 22ª Campanha e nunca vi tantos idosos procurarem espontaneamente os locais de vacinação. Foi lindo de ver. Para mim, foi a melhor campanha de vacinação deste público que já aconteceu na cidade. Parabéns a cada um que se importou em garantir sua proteção, e a de outros, através da vacinação”, garante.

Foram vacinados também mais de mil profissionais de saúde, do setor público e privado. As escolas municipais e estaduais que haviam se transformado em pontos de vacinação, agora deixam de vacinar, após a campanha ter alcançado os resultados desejados. Aqueles que desejarem atualizar seu cartão vacinal com as imunizações de rotina devem procurar os postinhos de Saúde.

A 2ª fase da campanha começa no dia 15 de abril em Vilhena e vai beneficiar integrantes das forças de segurança, grupos de comorbidades e doenças crônicas, bem como professores de escolas públicas e privadas.

Vídeo: #FicaMandetta – No Brasil, 90% dos óbitos são em pessoas acima dos 60 anos

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#FicaMandetta: No Brasil, 90% dos óbitos são em pessoas acima dos 60 anos #Coronavírus

Projeto torna obrigatória doação de sobra de alimentos durante pandemia

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O Projeto de Lei 1245/20 obriga os estabelecimentos de venda de produtos alimentícios, durante a pandemia de Covid-19, a doar as sobras dos alimentos perecíveis, como frutas e legumes, ou dos alimentos preparados para consumo imediato, desde que estejam próprios para a ingestão humana e adequadamente condicionados. As empresas também poderão doar voluntariamente os alimentos com prazo de validade próximo do vencimento.

A proposta, do deputado Rafael Motta (PSB-RN), tramita na Câmara dos Deputados. Ele teme que os brasileiros mais pobres passem fome em decorrência das medidas de combate ao novo coronavírus, que incluem isolamento social.

“De acordo com pesquisa do Instituto Locomotiva, divulgada em 24 de março, a pandemia já diminuiu a renda familiar de sete em cada dez famílias que moram em comunidades espalhadas pelo Brasil e indica que, se essas pessoas precisarem ficar em casa por até um mês sem trabalhar, 86% terá dificuldade para comprar o essencial para sobreviver”, aponta.

Neste contexto é que Rafael Motta acredita que sobras alimentares adequadas para consumo humano podem ser doadas. Ele pondera, no entanto, que a legislação brasileira reprime a doação, ao responsabilizar as empresas pelos produtos que vendem, e restaurantes e supermercados preferem jogar comida fora a doar. Para contornar o entrave, a proposta prevê que essas doações serão exceção à regra.

Segundo o projeto, a distribuição dos alimentos poderá ser feita diretamente aos beneficiários ou por meio de entidades assistenciais, sendo proibida a venda de alimentos adquiridos por meio da doação prevista. Caberá à vigilância sanitária fiscalizar o procedimento.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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